Pokémon Mythology
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The Inheritors of Fics [2.0]

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Mensagem por Kurosaki Mud em Ter 6 Dez 2011 - 20:58

Tnx MM.

POis bem, houve uma troca. Arc chegou agora e pediu para trocar de lugar com alguém. Conversei com o Mika e ele aceitou se eu desse cinco dias extras. Portanto, sábado que vem, dia 17 é o prazo pro Weavile Master.

:3

inté o/
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Mensagem por cbm em Qui 8 Dez 2011 - 20:20

Terminay de ler :3

Tipo, tudo bem que todos precisavam ter uma reencarnação humana, mas foram criados muitos personagens. Isso é perigoso e pode acabar dando uma atrapalhada na fic. Mas se os próximos autores puderem se equilibrar, tudo vai dar certo.

Leaf morreu, pobrezinho :V

Espero belas batalhas entre Tom, Cam, Mainshy, Líbece e Rachiji contra todos os 6 Sábios Supremos. Isso vai ficar bem interessante.

E veremos se o Tom consegue impedir que Kyurem reapareça antes de estar em cima da hora. Vamos ver o que o destino reserva ao pobre Leaf, que está como estrela agora.

Gostei do cap, esperando o do Mikh agora. Até lá! o/
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Mensagem por Kurosaki Mud em Ter 20 Dez 2011 - 13:00

Olha eu aqui o/

Mika, mesmo doentinho, escreveu o capítulo :3 Eu corrigi erros de nome das cidades que ele errou muito, repetições das palavras ele e mas, e mudei uma coisa, ele considerou que Tom não sabia da localização das pedras, mas foi o próprio Tom que escondeu, por isso, mudei. O cap tá bom e espero que gostem, novo vilão no pedaço:



Capítulo 6: As trovoadas do destino.



Rachiji, Tom e Cam estavam meio perdidos, para falar a verdade. Os três estavam em Mauville, uma cidade pacata que eles nunca visitaram antes. Mas Tom estava meio nervoso. Ele não queria explorar a cidade, ele queria acabar com isso logo. E aparentemente estava tudo em ordem – um milagre pro nossos heróis. Todas as pessoas estavam felizes. Alegres, em suas casas. Creio que eles não sabiam nem o que estava acontecendo, ou o que aconteceu em Lavaridge.

Os três foram pro ginásio de Mauville, e se depararam com um velho careca, com uma barba meio “tosca” e com um largo sorriso no rosto. Vestia um casaco de couro, e tinha um Manectric em seu lado. Ele estava esperando ansioso por um desafiante – ele só queria lutar, como um líder de ginásio quer. E então, Tom entrou e finalmente falou:

– Olá Wattson, quanto tempo não te vejo – Brincou ele com seu velho conhecido.

– Olá Thomas! Eu sei que você está aqui por motivos óbvios. – Uma pausa ocorreu, porém, o velhote logo respondeu - Uma batalha! Hahaha! - Ele riu aos baldes e olhou sério depois – Mas sério, o que você quer? Uma batalha?
– Não, Wattson – disse Cam – você sabe se a Thunder Stone continua lá?
– Sim – Ele falou – Mas uns garotos aí já perguntaram o mesmo, e eu já lhe dei as resposta habitual. Eles disseram ser amigos de vocês, então falei: “Está na rota 111, vai procurar se quiser, mas garanto que não irá achar”.

Tom, Cam e Rachiji ficaram indignados. O líder estava mesmo ficando caduco para acreditar numa mentira como aquela usada pelos rivais para saber da localização da pedra. Os inimigos estavam bem adiantados, e provavelmente já era tarde de mais.


Mas talvez não. Os três correram até a rota 111, e se depararam com uma longa tempestade de Areia. Não conseguiam ver nada, então andaram aleatoriamente. Entretanto, sem querer, Tom caiu em uma areia movediça. E então ele ficou afundando e afundando, porém Cam e Rachiji não viram. Eles só ficaram olhando e olhando aleatoriamente tentando alcançar os ladrões da Thunder Stone.

… Mas Tom já estava lá.

Ele caiu numa sala escura. Era impossível ver algo, então mandou Noone usar Flash para conseguir ver algo. E viu uma pessoa lá, também. Ele estava quieto e sozinho, falando, “Meu precioso. Iremos sair daqui logo, você irá ver... e nós... nós iremos viver grandes aventuras juntos”.

– Olá? - Disse Wilberk, confuso. – Quem é você?
– Saia de mim e de minha pedra, seu monstro! Saia, Voltorb!

E uma bola saiu. Era tipo uma pokébola, só que com as com as cores dos lados invertidos. Ele era bem rápido, o que era meio estranho. Ele investiu no Tom, mas Semira defendeu o ataque e voltou pra batalha. Agora já era uma luta.

O Voltorb investiu forte, mas quando chegou na Semira, explodiu. A pobre escaravelho de armadura voou no chão e estava com a cara toda explodida. Tom explodiu de raiva na hora, e mandou seu Reel. E o inimigo mandou um Magneton. Ele usou um choque que paralisou Reel, e depois investiu até a cara dele. Tom usou um Anti- Paralyze rápido e mandou Reel usar Waterfall, que fez uma grande onda cair sobre Magneton. Ele ainda estava mais ou menos bem, mas o homem...

Não estava nada bem...

~x~

Sunyshore.

Aaron estava em trabalho. Abandonou a filha de Tom por um tempo e foi visitar um ginásio. Ele estava devastado. Corpos mortos amarrados por uma corda, espalhados por gárgulas no céu. Aquilo era novo e também perigoso.

Aaron sabia todas as armadilhas, e passou por elas facilmente, até chegar ao líder, que estava morto, no chão. Um garoto, que aparentava ter 12 anos no máximo, estava pisando em seu corpo sem cabeça. Volkner carregava uma arma em sua mão direita. Ele teria se matado?

– E aí, velho? - disse o garoto, chutando o corpo de Volkner no abismo.
– O que fez com ele? – Perguntou Aaron. Ele parecia sério e indignado, mas olhou pro garoto novamente.

Ele tinha cabelos laranjas. Tinha olhos azuis, e vestia uma calça jeans rasgada, e uma roupa azul também. Ele ficava sorrindo.

– Ah... eu venci ele numa batalha e disse que queria ser o novo líder de Sunyshore. Aí ele se suicidou, não sei por que... – disse o garoto, ainda sorrindo – ei, quer batalhar? Sempre quis batalhar um Elite 4.

– Não. Eu não quero batalhar agora, tinha que mandar uma mensagem pro Volkner. – disse ele, num tom sério. – Eu queria que ele fosse o novo Elite 4, no lugar da Fantina, que morreu.

– Ótimo, pode me dar o lugar então! Eu “substituo” o Volkner– disse o garoto risonho. Seu sorriso se tornava cada vez mais irritante, dava vontade de dar um soco na cara dele – Ah, meu nome é Gabriel. Prazer.

Aaron estava sério. Como um pivete derrotou Volkner, o melhor líder de ginásio atualmente? Pois bem. Essa é uma dúvida que só tem um jeito de descobrir...

– Gabriel. Eu lhe desafio pra uma batalha. Caso você vencer, você vira o novo Elite 4.
– Perfeito! Uma batalha 3x3, ok? – Disse ele, coçando a parte de trás do pescoço.
– Ok... ok. Vá meu poké... - disse Aaron, antes de ser interrompido por um fato estranho – o garoto segurava a arma que matou Volkner em mãos. Uma M9.
– Sabe, não quero isso. É chato. É entediante. Vou te matar aqui agora mesmo. Adeus!

E uma bala disparou na cabeça de Aaron, o matando na hora. Depois, o garoto chutou o corpo dele no abismo, e correu para a Elite 4, pensando “mal posso esperar pra ver suas caras!”

~x~

De volta pra batalha. Magneton estava meio machucado, mas nada de mais. Ele deu um eletro-choque no Bibarel, que ficou muito machucado. Ele não aguentou a dor, e desmaiou.

– Dois meus já foram – pensou Tom, com uma cara séria – o próximo serei eu se não fazer isso certo. – Ele pegou a pokébola no seu bolso e lançou ao ar. Era o seu Noone. Ele começou usando Rock Smash, e quebrou uma pedra na cara de Magneton, fazendo-o desmaiar.

O homem ficou indignado. Ele havia sido derrotado, e agora não o restara mais nada, exceto revelar quem ele era... Wattson.



– Wattson?! O que você está fazendo aqui?! – perguntou Tom, curioso.

Ele não conseguia falar. Ele não conseguia fazer nada. Não sabia o que estava acontecendo... contudo, usou a tal pedra do trovão e fez um gigante trovão criar um grande buraco no “teto” de onde estavam. Todos os treinadores notaram. O poder dessa pedra era forte... e perigosa.

– Preciosa... É agora que tudo acaba entre nós? – ele olhou pra pedra, de acordo com sua face, parece que ela disse um sim. – Tudo bem, então. – Ele colocou a pedra na boca, e usou seu poder. Ele foi eletrocutado e morreu ali mesmo.

Tom pegou a pedra do trovão, Cam e Rachiji estavam lá encima, olhando. Junto com nossos queridos inimigos.

~x~

Victory Road.

– E é aqui que a diversão começa, não? Vamos ver como as coisas estão. – Ele abriu a porta. As Enfermeiras Joy, o vendedor e dois guardas estavam sorrindo. Gabriel pegou duas M9s e matou os quatro, sem dó e sem piedade, e abriu a porta para entrar pra Elite 4.

Ele abriu. O primeiro andar, de Aaron, estava completamente vazio. De fato, todos os lugares estavam vazios. Ele conseguiu chegar até o fim rapidinho, e se registrou o atual campeão da liga, sem nenhum esforço sequer.

– Ah, a vida de campeão deve ser boa. Só precisarei contratar novos empregados, aparentemente, huhu... Ei, o que temos aqui? Aparentemente alguém deixou uma mensagem antes de sair... – Ele abriu um livro. O nome era, “Diário de Bordo”. Continha as histórias de um garoto chamado N. Mas Gabriel ignorou toda a história e apanhou uma pedra brilhante na contracapa, a Dusk Stone. – Ei, pedrinha. Gostei de você, em... Quem o deixou aí? Bem... não importa. Será que tem mais de você... pelo mundo? Enfim, vou ter que fazer uma ligação para o Thomas Wilberk, que aparentemente era o campeão, terei que dizer que “tomei” seu posto. Claro, por mero acaso. – Riu ele.


~x~

O celular de Thomas tocou. Era ele, Gabriel. Ele o contava as “boas novas”.

– Olá, Thomas Wilberk? É isso mesmo. Enfim, meu nome é Gabriel, e “tomei” seu posto como líder da Elite 4, haha! E é... Ah, tinha uma pedra brilhante também. E olhe lá, estou indo te pegar, em... Não posso deixar você vivo, tenho que ser o único campeão... Bem, avise ao Câmera para ele morrer aqui também. Tchau.

Thomas desligou, e comemorou sua nova pedra do Trovão. Mas agora, tinha outras coisas pra pensar. Seus “rivais”, que estavam bem encima onde ele estava, e a pedra brilhante que Gabriel pegou. Pra onde Gabriel irá, de fato, era a maior dúvida de Thomas. Afinal, quem era aquele novo inimigo?

Continua...




Fire Stone - Estava escondida no vulcão de Lavaridge - Em posse de Fleza - Poder de labaredas, lança-chamas e explosões e combustões diversas.
Water Stone - Arredores de Icirrus e Twist Mountain - Em posse de Fleza - Poder de invocar água e golpes relacionados a mesma, além da habilidade de respirar embaixo da água.
Shiny Stone - Undella Bay, enterrada - Em posse de Fleza - Poder de Proteção contra qualquer golpe.
Dusk Stone – Localização: Livro na sala de Aaron - Em posse de Gabriel - Desvia a luz de corpos, fazendo-os ficarem invisíveis.
Thunder Stone - Localizada em Mauville - Em posse de Thomas Wilberk - Solta trovões e relâmpagos.
Leaf Stone - Viridan Forest - Em posse de Tom - Controla o reino plantae, raízes e folhas a seu serviço.
Everstone - Azalea City - Em posse de Tom - Faz a pessoa ser imune a machucados e ferimentos, curando doenças para sempre. Pode causar doenças aos inimigos.
Sun Stone - Local- Mt. Silver / Em posse de Merkuy / Pode causar cegueira e ilumina locais. Além disso, deixa a pessoa rápida, pois a ativação do Sol faz tudo crescer rapidamente.
Moon Stone: Local – Mt. Moon / Em posse de Primset/ Faz o ser se dividir em QUATRO, igualmente às fases da Lua, sendo que sua força se divide entre os mesmos.
Dawn Stone - Local: Templo de Snowpoint. Em posse de Fleza. Faz a pessoa se teletransportar em um raio de até cinco quilômetros.



Situação atual para vocês entenderem:

Do lado malvado temos Fleza, Primset, os alter egos de Zekrom, Reshiram e parte da alma de Kyurem. A outra parte só pode ser liberada com a ajuda das outras pedras.

Temos também Gabriel, um garoto estranho que tem armas fortes e matou vários por busca das pedras.



Do lado bem, o trio da esperança (Celebi, Jirachi e Shaymin), Tom e Cameron.

Continua por Pikato o/
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Mensagem por Marx em Ter 20 Dez 2011 - 13:10

Gostaria de entrar na reserva:
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Mensagem por cbm em Ter 20 Dez 2011 - 16:41

Não vou falar que gostei porque não gostei. .-.

Não foi em relação ao capítulo em si, tamanho razoável, descrição boa e talz. O que não gostei é dessa ptr que tá acontecendo. Tem MUITOS vilões pra pouquíssimos mocinhos. Tá todo mundo adicionando um vilão/rival mau a cada capítulo e matando um mocinho. Primeiro Leaf e agora Aaron. E eu gostava dos dois ç.ç

Sério, a história tá pegando um rumo um tanto fudido, pelo menos ao meu ponto de vista. Mas creio que meu miguxo Pika poderá dar um jeito nisso. Se ainda der pra trazer uns mortos de volta e assassinar uns vilões também ç.ç

Mas enfim, é isso. Não sei o que se dará disso tudo. Logo espero o novo cap, nem tão ansioso. Boa sorte.
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Mensagem por Kurosaki Mud em Seg 2 Jan 2012 - 13:12

Capítulo do Pika, mas o Pika saiu do fóru e ele pediu pro cbm continuar o que ele tava escrevendo. Portanto...
Capítulo 7 - Normal e Fantasma, para sempre rivais.

Tom abriu os olhos novamente. Ficar se movimentando por aí com os poderes de Rachiji não era nem um pouco interessante. O garoto sentia seu estômago revirando, pronto para liberar tudo que havia comido. Assim que aterrissou junto de seu parceiro, deram de cara com o chão, ao contrário das personificações, que desceram planando calmamente.
O homem levantou os olhos e fitou a área. Estavam em um campo fechado, escuro por ser noite. As árvores eram iluminadas apenas pelas lâmpadas que vinham de um casarão de cor de madeira. Tom prestou mais atenção e verificou que não era ilusão: estava diante de sua casa em Ecruteak.
Depois de um tempo os cinco já haviam entrado. Lá dentro uma mulher de cabelos castanhos empunhou sua pokébola quando sentiu a aproximação, mas sentou-se na poltrona da sala novamente.
- Lara já está dormindo. – Falou Jasmine. Suas olheiras fundas e os ombros caídos indicavam extremo cansaço. A luz do abajur já falhava, iluminando fraco o cômodo.
Um sorriso abriu-se no rosto do ex-campeão quando percebeu que sua filha estava dormindo logo ali, já que o berço tinha sido trazido do andar de cima. Ele se virou e percebeu que todos estavam bem acomodados.
- Tom, finalmente poderemos te contar tudo. – Afirmou o Celebi.
- Contar? O quê? – O outro questionava. Tinha medo dos segredos que as criaturas antológicas podiam esconder.
- Os pokémons lendários são bem antigos. Deve imaginar que por mais que um espírito seja eterno, um corpo não consegue ser. O que quero dizer... É que todos nós, pokémons lendários, usamos os corpos de humanos para podermos continuar vivendo. – Afirmou, parecendo um tanto triste com seu tom de voz.
- Corpos humanos? Como sacrifício? – Tom estava abismado. Como eles poderiam fazer aquilo com as criaturas as quais Arceus queria que compartilhassem o mundo? Era inacreditável a crueldade daquelas criaturinhas.
- Sim. – Continuou. – Humanos comuns nos veem em nossa forma de Pokémon, exceto aqueles os quais nós concedemos o poder conhecido como “A Visão”.
- Então Giratina... Ele usou a ambição de Michelle anos atrás, apenas para que pudesse usar seu corpo e reviver? – Perguntei. Agora tudo fazia sentido. Um esquema bem maior do que qualquer pedra.
- De fato. – Resmungou Celebi. – Mas a troca de corpos só funciona perfeitamente caso o humano esteja... Morto. Deve lembrar que a mulher ainda tinha sua consciência, ainda que não plena, enquanto batalhavam. Esse é o plano de Kyurem. Sendo um espectro, ele poderá usar as pedras para entrar no corpo de um morto.
- Essa não... – Falou Cameron, pessimista. – Se tivermos uma besta ainda mais forte do que Giratina no mundo, tudo irá se arruinar.
- Mas ainda tem coisas piores. – Falou Shaymin. – Nós sabemos exatamente quem ele vai usar como recipiente.
- Não pode ser... As pessoas que foram raptadas... – Tom pensava em sua esposa como nunca antes.
- Na verdade, sua esposa já foi usada. – Frisou Jirachi, sem pestanejar. – Ela agora é o recipiente de Reshiram. Assim como Fantina é o recipiente de Zekrom.
A sala ficou quieta. Jasmine deu um bocejo, seu olhar ainda cansado. Estava prestes a desabar no sofá. O ventilador de teto rodava e rodava. O abajur piscou uma vez e não falhou mais. Era difícil receber a notícia de uma morte. Ao menos para os humanos era.
Tom se levantou furioso.
- Por acaso, o recipiente que Kyurem quer usar é...
- O de Leaf. – Afirmou Celebi. – O Último Metamorfo.
~X~


Gabriel passou correndo pelas ruas. Seu local alvo era na verdade um casarão na campina. Parece que ele ia se divertir em sua primeira batalha depois de se tornar campeão. Seu sorriso era medonho. Algumas pessoas que estavam alerta para bandidos, devido à hora, o achavam suspeito e corriam para se trancar em casa.
Um homem loiro ergueu uma sobrancelha assim que o garoto passou. A luz do luar de Ecruteak brilhou em seus dentes cerrados.
- Mais um baderneiro em Ecruteak? – Perguntou para si mesmo. – Não. Não na minha cidade.

~X~

Cameron estava sentado em um banquinho na cozinha. Jasmine se aproximou, puxou um copo d’água e eles começaram a conversar.
- Cam, o que são esses metamorfos? – Perguntou ela, dando um gole na bebida.
- São as criaturas que nasceram da paz criada entre humanos e pokémons. São das duas espécies ao mesmo tempo, podendo se transformar assim que queiram. – Respondeu ele pausadamente, fazendo uma cara de dúvida em algumas partes, como se puxasse da memória.
- Isso está ficando um tan...
Um barulho de tiro do lado de fora os assustou. Saíram todos correndo, encontrando um jovem carregando Aaron, desacordado. Um frio subiu pela espinha de Tom. Não poderia ter perdido mais um amigo.
- Finalmente encontrei você, Thomas Wilberk. – Falou. – Meu nome é Gabriel di Angelo. Sou o atual campeão de Sinnoh, e como deve saber, não podem existir dois ao mesmo tempo.
- Seu... – A voz do viúvo foi apagada pela risada maléfica do adversário. – Vamos batalhar então.
- Não. – Afirmou Celebi. – Sei que não posso interferir nas batalhas humanas, mas isso é por mim mesmo.
- E o que esse idiotinha verde acha que pode fazer? – Ofendeu Gabriel.
- Você é fraco de perseverança. – O Celebi fez um único movimento com a mão e o garoto foi levitado, virando de ponta cabeça. Deixou cair Aaron, a pedra e uma arma a qual Tom não identificava.
O elite dos insetos foi carregado no ar junto dos objetos até Shaymin e Jirachi, que como num passe de mágica, fizeram com que um grande brilho ocorresse. Os três humanos saíram correndo até ele. Após tossir um pouco, abriu os olhos bem sonolento.
- O que aconteceu? – Perguntou, observando seu próprio estado. Suas roupas estavam um lixo e seu corpo completamente esfolado.
- Perdeu uma luta, levou um tiro e caiu de um precipício. – Ironizou Cameron. – Mas fique tranquilo, está bem agora. Jasmine, leve-o lá pra dentro.
E assim ela fez. A atenção de todos então se voltou para o outro lado da campina, para onde Gabriel estava de ponta cabeça.
- Você verá o que é poder. Forest Resurrection! - Gritou Celebi, ao que várias raízes verdes e cheias de brilho começaram a prender e torturar o garoto. Seus gritos eram atordoantes. Tom apertou seus dedos uns contra os outros e foi até lá.
- Pare! – Gritou. Mas sua voz não saiu como sempre. Foi forte, e cheia de confiança. O trio de lendários pareceu perder todos os poderes por um instante. O mercenário juvenil caiu no chão com tudo. Ele só levantou o rosto quando percebeu que Tom estava agachado bem à sua frente.
- Seu tolo. – Resmungou. – Por que foi retardado a ponto de me soltar?
- Porque não gosto de ver jovens talentos sendo desperdiçados. – Respondeu Wilberk. – Vejo um brilho em seus olhos, em meio a toda selvageria e ódio. Vejo uma camada de medo. Mas lá no fundo, a coragem toma conta. Você realmente se tornará o campeão um dia, meu jovem. Entretanto, não agora. Esse título ainda me pertence.
O outro gemeu alguma coisa e bateu a cara na terra. Havia desmaiado. Tom pediu para que Cameron o levasse para dentro, pois ainda tinha que conversar com Celebi, Shaymin e Jirachi.
- Precisamos ir. – Falou Rachiji. – Nós já excedemos nossos limites. Confiamos o destino de todos nós em suas mãos, Thomas Wilberk. Vença esse jogo, e eu realizarei um desejo seu.
E o primeiro desapareceu. Mainshy deu um sorriso carinhoso e se foi logo em seguida.
- Tom. – Celebi estalou os dedos e fez com que aparecesse um cristal verde em forma de losango. – Encoste essa pedra em Leaf antes que Kyurem reúna as pedras. Leaf voltará à vida e o plano daquele dragão ridículo irá se despedaçar. Faça isso por mim e por todos os outros. O que vai acontecer com o mundo depende de você. Até mais ver.
E com um passe de mágica, ele sumiu. Tudo estava rodando. Tom não queria que mais mortes acontecessem. Aaron foi trazido de volta, e agora há uma chance para Leaf também. Nada pode ser desperdiçado. Sua mulher. Todos os que foram mortos nos esquemas de Giratina e Kyurem. O Negro e o Branco. O Yin e o Yang. Os sacrifícios humanos. Ele já sabia o que ia pedir à Jirachi e sabia que este não podia quebrar uma promessa envolvendo seus desejos. Ia pedir um fim a tudo isso. Impedir que qualquer outro Pokémon lendário ousasse ameaçar as pessoas novamente. Vai pedir... Para que os pokémons lendários deixem de existir. Era só derrotar o espectro e tudo estaria feito.
Uma explosão atrapalhou seus pensamentos. Ela vinha do céu, estrelado e com a lua em seu ponto mais belo. Um cara de cabelos azuis e manto preto flutuava usando chamas ardentes. A pedra do fogo nas mãos de Fleza. Ao seu lado, uma bela dama. Tom sabia quem era. A personificação de Reshiram, usando o corpo de sua mulher.
- Bela noite para morrer, não? – Provocou o psíquico. Ele rodava uma espécie de cetro que trazia sua pedra grudada na ponta. Ao mesmo tempo, três pepitas de cores diferentes brilhavam em um colar do homem.
O campeão da liga se preparou. Apanhou a Dusk Stone do chão e colocou em um compartimento de seu cinto para Pokébolas, que estava vazio, já que seus Pokémons estavam quase todos dentro do casarão, se recuperando da luta na areia movediça. Isso excluía Balone e Dick, que estavam intactos ainda. Assim, dois monstrinhos e quatro rochas, uma combinação perfeita.
- Seus poderes deviam servir para proteger lagos, e não aumentar o fogo de uma rocha mágica. – Retrucou ele sarcátisco. Uma presença passou por ele e logo Reshiram estava ao seu lado. Tudo explodiu e o homem saiu com o corpo cheio de cinzas do outro lado da clareira. O fogo do lendário branco era realmente poderoso.
- Não quero hesitações de sua parte. – Falou a mulher. Tom se levantou e saiu correndo pela floresta. Chamas intensas começaram a consumir todo o local e como a Water Stone estava em posse inimiga, não adiantaria apagar as labaredas com outra coisa. Até que depois de um tempo, o treinador saiu em outro lugar. Era uma linda cachoeira, a água brilhando puramente. Nenhuma marca de que humanos sequer haviam chegado perto dali. Rápido como um raio, Fleza aterrissou ao seu lado.
- Seu merdinha. – Falou, estalando os dedos e criando uma explosão, ao que Tom deu um salto mortal para trás, mesmo sabendo que estava inatingível. Levantou a sobrancelha assim que viu o outro sem danos. – Então você quer poder? Maximum Blast!
Um canhão de magma surgiu da mão que carregava a pedra. Tudo estava para ser dizimado, quem sabe até mesmo a Everstone, não fosse a figura que se opôs perante a Tom. Sua esposa.
- Mas que droga! – Gritou Fleza. Seus olhos ardiam de ódio. – Sabia que devíamos ter matado essa mulher antes de tudo!
O corpo desabou no chão. Tom foi correndo ao seu lado, a tempo de ver um último sorriso. A persistência de sua companheira lhe garantiu a consciência sobre Reshiram. Ela era realmente forte. A forma física então se tornou um pó brilhante, voando ao vento. Foi possível ver uma figura de Reshiram antes de tudo ser levado.
- Não importa. – Desdenhou. – Agora eu mesmo irei levar sua cabeça.
- Nem pense nisso. – Tom liberou seus dois pokémons. Estavam fortes e confiantes, esperando o resultado.
Quando ambos se prepararam para lançar o primeiro ataque, um vulto passou e parou bem atrás de Fleza. Uma faca de prata agora pendia em seu pescoço. Ao perceber quem era, Wilberk deixou seus ombros caírem de desânimo.
- Ah, sempre chamativo, não é, Har...
- Não me chame assim. – Falou um homem loiro, de olhar provocativo, cachecol e roupas neutras. – Agora eu atendo como Morty.
Tom nem se deu ao trabalho de perguntar como Morty estava voando. O próprio tinha montado o esquema enquanto estavam juntos. Uma ponta de nostalgia lhe acertou. Lembrou-se de quando era criança, sempre solitário. Apenas um amigo, o qual era ainda mais solitário. Faziam de tudo juntos. Só discordavam sobre o melhor tipo de Pokémon. Um achava que era Ghost, o outro Normal. Depois que um deles foi aceito como líder de ginásio e o outro fugiu de casa, acabaram se afastando. Mas se reencontraram quando o último retornou, com amigos e o título de campeão.
- Você deveria era parar de usar a Mismagius para se achar! – Falou Tom, quando a Pokémon desistiu de sua invisibilidade nas costas do dono por um segundo e lhe deu uma piscadela. – Escravagismo é crime.
- Tsc. É salvo e ainda reclama. – Disse o outro. Estavam em uma tremenda discussão, e Fleza um tanto sem entender. Logo ele fez uma explosão apenas para dar uma escapadela com a Shiny Stone. Uma batalha no céu estava formada.
Morty criou chamas negras e as atirou no inimigo. Esse ainda não sabia do truque barato, então ficava abismado com o poder. Logo seu corpo estava pegando fogo. O líder fantasma apenas sussurrava os golpes para sua parceira. Logo Fleza foi acertado por um Shadow Ball em cheio, bem na altura do peito.
- Seu...! – Assim que havia criado uma bola de fogo, recebeu vários ataques de tipos variados, todos enviados pelos dois pokémons de Tom, Dick combinou seu arame encravado com a Thunder Stone e soltou uma enorme discarga. Já Balone, combinou seus poderes com a Dusk e soltou mais esferas de sombra invisíveis. O campeão aproveitou e usou um golpe de tornado de folhas com a Leaf Stone e isso fez o inimigo cair. Morty parou bem em cima dele e deu um sorriso.
- Eu lamento, mas esse é o fim. – E lhe enfiou a faca de prata no coração. Seu corpo começou a se desfazer em pó colorido também.
- Não acredito... – falou, dando algumas risadas idiotas. – Lutei tanto para ter uma morte estúpida como essa. Ao menos enganamos vocês.
Tom se aproximou dele curioso com aquela última fala. Ele notou que era Primset que estava com seus poderes psíquicos na forma de Fleza. As pedras eram falsas, com exceção da do fogo. Por isso ela usava a mesma com mais facilidade.
- Maldição. Aquele homem se esconde a toda hora. – Falou Wilberk bravo.
E logo os dois amigos de infância caíram na gargalhada.
- A maior batalha que o mundo já viu está para começar. – Continuou. – E é uma pena que eu não esteja nela. Mas torcerei pelos seus votos, Thomas Wilberk. Icirrus City te espera.
E com essas palavras, ele acabou desaparecendo com a brisa.
- Você e essas suas crises. – Reclamou Morty. – Nem pense em me chamar. Estarei ocupado demais para derrotar esses vilões malucos.
- É, só se for dormindo. – Falou Tom, vendo o outro ir embora para a cidade iluminada.
~X~

Seis da manhã. Tom e Gabriel estavam na cozinha. Passaram a noite toda conversando, sem sono. Ansiosos pelo que os esperava. Acabaram por conhecer um ao outro bem mais.
- Então. – Falava o campeão. – Você pode vir com a gente?
- Não sei se poderei ser de muita utilidade, mas se quer tanto... – Ele finalmente terminou de recarregar a arma. – Irei, com certeza.
Em poucos minutos Aaron e Cameron também estavam ali. Jasmine dormia como uma pedra, e Tom resolveu não acordá-la.
- Vamos então. – Completou Tom, pegando seu cristal esverdeado que Líbece lhe dera. Agora, com seus seis parceiros no cinto e as cinco pedras nos bolsos de sua jaqueta, já que agora tinha pego a do fogo. Pediu para a pequena esmeralda que ele os levasse para onde precisavam estar e pronto. Bem na frente do casebre em Icirrus City. Em um sonho, ele havia ouvido uma conversa entre Fleza e Morzeck, e ambos estavam nessa casa. Os raptados estavam no porão. Iria ser uma missão de busca e resgate.
Wilberk entrou primeiro e se espantou com o que viu. A portinhola para o porão estava bem em sua frente. Tinha o símbolo do Yin Yang, mas ao invés de cores, havia dois dragões de ouro e prata. Ele encostou sua mão e uma explosão de luz aconteceu.
- Thomas Wilberk, Cameron Harbor, Gabriel di Angelo, Aaron Drome. – Disse uma voz robótica. – Bem-vindos à Ilha do Poder.
Se esse era o porão, os quatro estavam perdidos. Caíram em uma rocha, bem em frente a um barco. No horizonte, um castelo lindo, cheio de torres. Neve por todo lado. O que os separava? Um lago gigantesco. Água escura e sombria. Nenhum som vindo de lugar algum. Só mais um dia comum na vida deles.
A viagem no barco não foi nem um pouco emocionante. O lago era só quieto mesmo. Aaron e Gabriel tinham uma relação de silêncio absoluto, já que o passado dos dois juntos não era o que pode se chamar de amigável. Thomas pensava sem parar em todas as coisas que envolviam aquele momento. Cameron ainda tentava puxar algum assunto, sem sucesso.
A decepção começou quando descobriram que não havia portão de entrada algum. Apenas uma escada lateral do lado exterior das paredes de pedra do castelo. Parece que dragões do mal de cores opostas amam fazer o povo subir em altitudes absurdas.
O que os esperava era um corredorzinho sem graça com uma decoração de mau gosto, baseada em puro vermelho. Morzeck estava à espera no lado oposto. Ele parecia um tanto entediado por possuir o corpo de Fantina.
- Ah, finalmente algo pra me divertir. – Falou ele, remexendo os braços.
- Deixem esse comigo. – Advertiu Gabriel. – Gosto de dar jeito em menininhas más.
- Digo o mesmo pra você. – Retrucou. – Menininha má.
E os três restantes saíram correndo em disparada.
- Vamos começar. – Falou di Angelo. Ele jogou uma pokébola para cima e um gigantesco Gyarados Vermelho saiu de lá dentro. – Vou te mostrar como cheguei ao 8º ginásio de Sinnoh sem perder com apenas um Pokémon.
~X~

Fleza ria com os três parados em sua frente. Por muito tempo os enganou, desde que tinha assassinado Lucian. Atrás dele, a porta para as escadas da torre. A saleta não era bem grande, mas apenas pelo fato de ter poucos objetos.
- Podem ir à frente. – Afirmou Aaron. Ele mostrava os punhos cheio de fúria. Yanmega já estava liberado, flutuando ao seu lado. Tom e Cam apenas desviaram do homem e subiram pelo local.
- Vamos começar nossa festinha. – Falou Fleza, deixando o rosto de Lucian mais claro. – E ver se o aprendiz supera o mestre.

~X~

Uma explosão ocorreu na torre, bem na área das escadas. Mas ela veio da parte de dentro. Em instantes Cameron saía voando em seu Volcarona, sendo seguido por um estranho ser. Metade Lugia, metade humano. Asas brancas, olhos azuis com cicatrizes, corpo esbelto e braços alvos. Realmente, era difícil entender aquilo.
- Eu sei que sou novo para vocês. Meu nome é Aulig. Sou um dos muitos lendários que irão para a cerimônia de ressurreição de Kyurem. Os outros devem estar a caminho.
Aquilo chocou Thomas. Se mais três dezenas de Pokémons malucos viesse enfrentá-los, eles não teriam chance. Bem nessa hora, MainShy usou telepatia com ele.
- Tom, não se preocupe, o único que entrou foi esse dragãozinho branco sem noção. Os outros estão perdendo feio para o Trio da Esperança. E a Conferência dos líderes de ginásio também está enfrentando eles. O Morty convocou todo mundo. Fique tranquilo, não terão mais problemas quanto a isso.
O adulto agradeceu. Um problema a menos. Ele observou Cam em cima de Phoenix.
Eles travavam uma perseguição intensa, e era bem ruim para que o Pokémon inseto/fogo tentasse usar qualquer ataque. Iam passando por entre todas as torres, ao que Lugia cambaleava e batia com tudo em algumas. Se ele batesse com toda sua força em alguma, seria facilmente derrotado. Um plano se formava na cabeça de Cameron...
Mas Thomas prosseguiu. O alvo estava perto.

~X~

Ele estava sozinho. Seus amigos estavam lutando para ajudá-lo. Todos se sacrificando por um bem maior. A sala superior era de um tamanho normal, apesar de tudo. Objetos de todos os tipos. Lunetas, canetas, varetas, globos, pedras, joias, ouro e todo tipo de coisa. Algumas até irreconhecíveis. Mas no meio, uma gaiola com duas mulheres e um menino dentro. Além deles, um Snover desmaiado. Assim que se encostou à fechadura, tudo girou. A sala parecia um tornado de bugigangas.
E estavam em uma ilhazinha, no meio do lago. Do outro lado, Kyurem. Ele tinha um sorriso medonho no rosto.
- Vamos apostar tudo nisso. – Ele falou, e estalando os dedos, uma cápsula de gelo começou a proteger o pedaço de terra enquanto os dois lutavam. Tom soltou Drifblim e usou o mesmo truque barato de Morty. Kyurem voava usando suas próprias asas, agora implantadas ao espectro. Ele notou que Merkuy tinha as três pedras de Fleza, a Moon Stone de Primset e a Sun Stone que já lhe pertencia. Cinco contra cinco.
E aí sim, a batalha final começava.
Fire Stone - Estava escondida no vulcão de Lavaridge - Em posse de Tom - Poder de labaredas, lança-chamas e explosões e combustões diversas.
Water Stone - Arredores de Icirrus e Twist Mountain - Em posse de Kyurem - Poder de invocar água e golpes relacionados a mesma, além da habilidade de respirar embaixo da água.
Shiny Stone - Undella Bay, enterrada - Em posse de Kyurem - Poder de Proteção contra qualquer golpe.
Dusk Stone – Localização: Livro na sala de Aaron - Em posse de Tom - Desvia a luz de corpos, fazendo-os ficarem invisíveis.
Thunder Stone - Localizada em Mauville - Em posse de Tom - Solta trovões e relâmpagos.
Leaf Stone - Viridan Forest - Em posse de Tom - Controla o reino plantae, raízes e folhas a seu serviço.
Everstone - Azalea City - Em posse de Tom - Faz a pessoa ser imune a machucados e ferimentos, curando doenças para sempre. Pode causar doenças aos inimigos.
Sun Stone - Local- Mt. Silver / Em posse de Kyurem / Pode causar cegueira e ilumina locais. Além disso, deixa a pessoa rápida, pois a ativação do Sol faz tudo crescer rapidamente.
Não sei se esse Ruby continua no fórum, me perdoe, é que não o vejo com frequência. Darei até quarta para ele aparecer, se não aparecer, Marc entra, pois estava na reserva. Depois, se o Arc não aparecer, eu faço o nono. E o décimo, o Umb ainda tá on, converso com ele. Inté o/
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Mensagem por Kurosaki Mud em Sex 6 Jan 2012 - 12:20

Bom, como esperado, um membro novo se inscreve em algo e não vem. Bem, Marc, você pode fazer o IF? :3
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Mensagem por Kurosaki Mud em Ter 7 Fev 2012 - 18:13

Bem, venho tristemente anunciar que abrirei a mão do IF. Eu viajei e ao voltar o Marc enrolou tal e vi que o interesse da maioria dos escritos é quase nulo. Peço obrigado especialmente ao cbm que me deu força durante todo esse tempo. Cbm, se você quiser postar os três últimos caps, fique a vontade, eu até te ajudo, mas se não quiser, tranque a vontade ;3
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Mensagem por cbm em Sab 11 Fev 2012 - 19:20

Oi.

Capítulo 8 - Os mais fortes aliados

- RAAAAAH! – A criatura antes chamada de Fantina rugia com um relâmpago verde resplandecente em mãos. Mais uma vez foi acertada pelo peixe gigantesco que se rebatia destruindo tudo.

Os corredores do castelo seguiam sendo destruídos uns após os outros. Um jato d’água logo acertou o dragão negro e este foi rebatido, atravessando várias paredes. O monstro logo reapareceu furioso. Suas garras e patas negras eram amedrontadoras. Com um único soco, o Pokémon vermelho foi arremessado para longe.

- Moleque, onde você está? – Urrava Morzeck. Ela ergueu os punhos para o alto e de lá saíram vários e vários raios esverdeados, como uma tempestade concentrada, e esta ia destruindo tudo que encontrava no caminho.

O Gyarados reapareceu pelo único ponto cego: Abaixo dela. Com uma cabeçada a mulher foi com tudo para o chão. Assim que se levantou, percebeu que ele já descia em sua direção, ao que ela se esquivou para o lado e o bichano foi destruindo o piso para um andar inferior.

- Ciao. – Sem que percebesse, Gabriel apareceu por cima dela e lhe deu um chute bem na cabeça. Pelo jeito ele estava se escondendo atrás do próprio monstro de bolso.

O garoto se posicionou ao lado da estranha humanoide. Ele apontou sua pistola. Não tinha certeza se devia disparar. Ficou parado ali, hesitante. Mas se arrependeu. Em um segundo, seu corpo não conseguia mais se mover. Podia ver um sorriso de canto no rosto de Morzeck.

- Estática. – Ela explicou. Levantou-se cambaleando, até porque sua cabeça sangrava um tanto, e reuniu energia para criar mais um de seus raios verdes. – E agora é a sua hora!

Ele fechou os olhos. A lâmina atravessou seu estômago. Sangue foi expelido por sua boca. Sua respiração fraquejava. Não podia ser...

O chão ferveu. Uma enorme rajada de fogo em uma circunferência perfeita atingiu Morzeck. Ela apenas foi destruída, consumida pelas chamas.

- Não acredito que esse é meu fim... Tome cuidado, seu bastardo. – Resmungou antes de desaparecer, mas virou cinzas.

- Fire... Blast? – Perguntou o garoto, ao que o seu Gyarados aparecia para que pudessem se unir no momento de dificuldade. Lágrimas escorreram de ambos.
Gabriel era bem pequeno quando conheceu aquele Pokémon. Todas as outras crianças saíam em suas jornadas com parceiros simpáticos e bonitinhos. Mas ele era uma criança pobre. Seu pai era um velho pescador que ia passando de casa em casa pedindo esmola para que pudessem se sustentar. Mesmo assim, ele fazia todas as vontades do filho. E foi aí que lhe deu o pequeno Magikarp de cores diferentes. Era tudo que podia fazer com suas condições financeiras.

Obviamente, como era uma criança, ele não entendia isso. Certa vez teve uma briga séria com seu pai e resolveu fugir de casa. Ia pegar pokémons fortíssimos, o título de campeão e iria voltar para provar ao pai que ele era capaz.

Mas não conseguiu. Ele era fraco e não tinha dinheiro algum. Teve de voltar, mas... Encontrou seu pai morto. Uma espada perfurava seu peito. Sangue estava por toda parte. O idoso já não respirava mais.

Ele não se lembrava de ter chorado tanto quanto naquele momento. Seu mundo tinha desabado. Apenas restava aquele Magikarp o qual nem gostava de verdade.
Levantou-se firme e engoliu as lágrimas. Lembrava claramente que o mundo sempre fora assim. Quando os garotos faziam bullying com ele, quando sua mãe abandonou a família, quando seu pai fora brutalmente assassinado. Foi até a espada e a puxou. Não podia acreditar, mas havia uma letra M feita de dez pequenos cristais cravejados em seu cabo. Só podia ter sido uma pessoa... Sua própria mãe, Michelle. O destino estava brincando com sua vida novamente.

Ele seguiu treinando pelos anos seguintes. Enfrentou todo tipo de inimigos apenas com seu peixe colorido. Ele evoluiu e começaram a criar um vínculo fortíssimo, embora não parecia ser de amizade, e sim o de chefe e subordinado. Mais e mais anos se passaram e ele se sentiu pronto para a vingança. Sua maldita progenitora ia pagar por sua ambição pelas pedras. Mas... Ela já estava morta. Presa em um mundo alternativo. E agora? Ele estava sem destino. Novamente.

Sua única meta se tornou destruir aquele que arruinou sua vingança, Thomas Wilberk, e seus amigos. Ia pegar todas as pedras e massacrar aquele idiota.
Porém ele não se sentia mais assim. Estava ensanguentado, na beira da morte. Arrependia-se de tanta coisa que não fez. Muito sangue estava escorrendo de sua boca. Nunca havia dito o quanto Gyarados era importante para sua vida. Seu estômago não parava de revirar. Apenas fechou os olhos e esperou pela morte. Mas, por sorte, parecia que ainda não era sua hora.

~X~

Aaron e Fleza se chocaram mais uma vez, acertando um ao outro com um soco no rosto. Ambos foram parar no chão, mas o de cabelos verdes tinha o nariz sangrando um pouco. O antigo elite se levantou, ainda sério.

- Que tédio. – Afirmou, sem pestanejar. – Eu queria e poderia estar enfrentando alguém mais forte.

- Não me subestime! – Aaron deu um pulo e foi com seu punho na direção do oponente, que apenas o segurou e com um movimento rápido deu outro golpe na barriga do primeiro como um contra-ataque.

- Eu não estou subestimando ninguém. – Contestou o homem. – Admita que tudo que sabe fui eu quem ensinou. Porém não ensinei tudo o que eu sei.

E estendeu sua capa, que se estendeu de forma absurda, tomando o quarto em uma área escura e sombria. Aaron não tinha ideia do que era aquilo...

- Sinta o poder de um Pokémon lendário. – E várias lâminas negras foram em direção ao jovem, mas este apenas foi pulando e pulando, tentando desviar, mas elas eram rápidas e fortes, até que uma acabou cortando seu braço de raspão.

O que ele poderia fazer? Esses psíquicos sempre tiveram truques sujos. Mas se lembrou de seus fiéis pokémons. Eles eram insetos, então poderiam ajudá-lo a se proteger. Liberou Drapion, Beautifly e Vespiqueen. Todos foram manter as lâminas ocupadas. Apenas ficou concentrado. Era a única forma de se livrar da ilusão. Fechou os olhos e se lembrou do porquê de lutar. Seus amigos que vivem em seu bolso, os que vivem em sua volta, e os que ainda vai conhecer. Mas além de tudo, Thomas Wilberk, aquele que mudou sua forma de ver as coisas.

Assim que abriu as pálpebras novamente, estava na saleta, e seus pokémons lutavam contra o inimigo. Aaron liberou Yanmega e usou esse como impulso para acertar mais um soco em Fleza, que já estava desnorteado pelos venenos e gases dos monstros. Seu corpo voou para trás. E não se levantou.

- Eu consegui! – Comemorou o elite, mas em um instante, Fleza reapareceu e lhe deu um chute no queixo, fazendo com que seu corpo desse um giro no ar e caísse logo em seguida. Sua expressão estava mais sombria do que nunca. Os pokémons se aproximaram, mas todos caíram misteriosamente, derrotados de forma fácil.

Aaron já se levantava, meio ofegante.

- Sua insistência não o levará a nada. – Reclamou Fleza. – Continue caído, homem.

E este liberou várias lâminas pelas mangas da capa, ao que todas foram na direção do mais novo e se alojaram em seu corpo. E ele desfaleceu, frio. Não devia haver mais vida naquele corpo. O Azelf apenas se virou e seguiu reto.

- Não... Não pense... – O assassino se espantou e arregalou os olhos. Ao se virar, viu o inimigo de pé, mesmo que ferido, ensanguentado, com as lâminas fincadas e uma aparência de defunto. – Não pense que eu vou desistir assim tão fácil!

E rápido como um raio, ele avançou e deu um fortíssimo soco em Fleza, que apenas atravessou a porta e caiu pelas escadarias, desacordado. Será que... Ele havia morrido?
Aaron seguiu correndo, quase caindo ao tropeçar. Mas seu pokémons apareceram e o ajudaram a manter o equilíbrio. Chegou ao final das longas escadas e lá estava o corpo do meio homem e meio lendário. Ele estava desaparecendo em pó.

- Você se tornou o melhor aprendiz que um mestre um dia pôde ter... – Confirmou, antes de se desafazer. Agora jazia um monte de poeira. Aaron teve um pequeno lampejo ao tirar uma lâmina de seu ombro. O corpo estava muito fraco. Nada mais poderia fazer para ajudar Tom. E desmaiou.

~X~

Tudo estava sendo transformado em ruínas em poucos segundos. Aulig era como uma besta destrutiva que nem parecia ter consciência. Seu corpo molejava pelos ares, derrubando e esbarrando em quase todas as torres que encontrava.

Cameron não tinha muito mais tempo para pensar. Phoenix era mais lento e já começava a se cansar mais rápido. Ele tinha um plano, mas era muito arriscado de se por em prática.

Um raio azul passou de raspão ao seu lado. Mais dois enquanto desviava. Ao olhar para trás não percebeu que Aulig tomou um atalho e apareceu em cima dele. Com um movimento com o rabo, fez treinador e Pokémon voarem metros e metros abaixo. E seguiu rapidamente.

Phoenix mal teve tempo de retomar o equilíbrio com seu parceiro e o homem-Lugia já estava quase os alcançando. Ele seguia feroz tentando os abocanhar em meio às bases do castelo, por onde passavam algumas correntes de água.

- Agora! – Berrou Cameron, e o Volcarona desviou para um lado e foi para trás de uma torre, ao que Aluig o seguiu, mas se espantou e parou de segui-lo ao perceber que o treinador não estava mais em suas costas. Olhou para a direita e nada. Olhou para a esquerda e... Um raivoso Arcanine deu uma mordida em seu ombro, ao que seu dono também apareceu lhe dando um belo chute na cara.

- Mas o quê...? – Os movimentos eram rápidos e ele não conseguia enxergar nem mesmo um palmo à sua frente.

- Flamethrower! – Ordenou Cam, e Aluig foi consumido pelas chamas, sendo atirado em meio às pedras, enquanto o homem e o cachorro de fogo se mantinham no local das rochas.

- Não... Não pode ser... – O Lugia tinha uma rocha pontuda atravessada em seu peito. – Reles humanos, vocês merecem a morte! Mestre Merkuy! Destrua esses vermes!
E mais um deles voltou à inexistência.

O elite das chamas foi até o topo do castelo e aproveitou para observar a batalha. Podia ver a esposa de Aaron e a sua própria, além do filho do primeiro e Leaf em sua forma de Snover. Logo acima deles estavam Tom e Kyurem, queimando intensamente na batalha final.
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Mensagem por Kurosaki Mud em Sab 11 Fev 2012 - 22:14

:3

Orgulho de escritor cbm. Ficou f*dones o capítulo. Aulig tomou uma surra do Cam. Gabriel tem nome de anjo, mas foi salvo por quem? o.o E Aaron e seus Pokés btw.

Amei, não encontrei erros aparentes. Tudo indo em perfeitas condições. E dois caps final, um da batalha de Tom e outro do epílogo. I liked.

Se quiser ajuda, me chama.

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