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One Try Championship

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Mensagem por Leo em Ter 10 Jul 2012 - 17:04

Post anti-DP ~ - ~
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Mensagem por ana em Ter 10 Jul 2012 - 17:20

Bem, o participante ~Leo (valeu pelo anti-dp) me avisou que irá viajar na próxima sexta-feira. Mas porque estou falando disso aqui? É que a próxima rodada será ele contra o Bittö. Segundo o Leo, durante a viajem ele não poderá fazer o texto, sendo que só volta no dia 27. Para evitar transtornos, decidi adiantar a entrega dos textos da próxima rodada. Mas a votação só acontece depois da atual (atual = Mikh x Löwen , próxima = ~Leo x Bittö). Só isso mesmo. E seis dias de prazo para a entrega, mas somente nesta aqui.

~Leo x Bittö
Prazo: 144 horas (6 dias) / do dia 10/07/2012 até o dia 16/07/2012
Tema: Uma fuga

Fugir de onde? Do que? Ladrões, piratas, assassinos, mulheres raivosas? Porque? Isso fica a cargo de nossos escritores! E boa sorte para eles :3
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Mensagem por Mikh em Qui 12 Jul 2012 - 22:37

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Mensagem por ana em Qui 12 Jul 2012 - 22:45

Já te contei que a terra é azul, e que ela gira sobre seu próprio eixo e em volta do sol? Ciência é [palavra censurada] brô. Enfim, vamos para a nossa última rodada antes da semi-final. E eu prometo que se tu votar, vai ganhar um doce Smile #foodkdvc



"Löwen":
Living another day in disguise
Lembro-me como se fosse ontem. O som das balas, o sangue, os feridos. Mas não tenho arrependimentos. Apunhalar alguém que acabou de salvar é muito mais prazeroso do que vocês pensam. Ver todos tentando descobrir quem eu realmente sou por baixo da minha máscara. Sentir o sangue quente, o pavor no rosto do infeliz, ah, é ótimo! Mas às vezes é meio deprimente. Destruir uma construção de um pobre engenheiro que levou anos pra projetar, acabar com toda uma vida apenas por um objetivo fútil, valores financeiros e sem nenhuma profundidade. Sim, eu penso nisso em meio a tantos assassinatos que eu cometo. Mas... Eu não sou sempre assim. Eu já amei.

Foi há muitos anos atrás. Era uma mãe de família, muito bonita. Ela morava em um bairro agitado em Boston, com seus 8 filhos. Todos eles trabalhavam duro para, junto com sua mãe, sustentar a família. Eles todos tinham sido criados com dignidade, sabendo o que enfrentariam quando saíssem de casa. Tanto que o mais novo se juntou ao exército, era um bom menino. Corria bem, tinha muita habilidade. Sua mãe ficou arrasada quando ele fugiu. Fui o primeiro quem ela recorreu. Foi direto pros meus braços, em meu pequeno apartamento provisório no centro de Boston.

“Ele é um quebra-cabeça, dentro de um enigma, envolto em charadas, amorosamente polvilhado com intrigas“ Era o que diziam sobre mim, mas ela nunca pareceu se importar. Quer dizer, ao menos não demonstrava. Nosso tempo junto foi ótimo, mas não durou muito. Logo tive que me separar e juntar-se a guerra. Fiz uma despedida romântica. Usei todas minhas economias e fizemos uma viagem para a França, minha terra natal. Quando voltamos, eu sumi. Nunca mais soube nada sobre “ma petit chou-fleur”. Era como eu a chamava. Minha pequena couve-flor.

O resto da minha vida não parecia ter muito sentido, comparado ao meu curto tempo junto com minha amada. Eu trabalhava para a corporação RED, um dos dois lados da grande guerra que acontecia em terras americanas. Meu trabalho era simples. Matar senhores que se colocavam à minha frente, o que não era nada difícil. Eu me infiltrava nas bases inimigas, roubava informações valiosas. Se houvesse algum cavalheiro que tentava me impedir. Ok, nada demais. Ele se virava e... RIGHT BEHIND YOU.

Na maioria das vezes eu me disfarçava. Tornava-me um BLU, o outro lado da história, e apunhalava todos da base. Isso me fez ganhar alguns títulos. Espião, traidor, fingidor, “o mau usando terno e gravata”. A verdade é que isso é realmente o que eu sou. Traiçoeiro, sorrateiro. Sempre pronto com meu revolver e minha faca. Aliás, não apenas a faca, mas qualquer objeto pontiagudo ao meu alcance. Certa vez eu matei um atirador de elite com uma estalactite. Não me pergunte onde arranjei tal arma. Com meu kit de disfarce, ficava ainda mais fácil me infiltrar no quartel inimigo. Meu tempo no exército foi passando e passando. A cada ano, eu me dava melhor lá. Meus chefes queriam me promover. Meus companheiros me temiam. Todos achavam que eu era “O espião sádico, capaz de matar até seu melhor amigo se preciso”. Bom, não posso discordar. Nunca tive um amigo pra saber. Apesar disso nunca ter parecido muito importante pra mim, nos meus últimos no exército foram os mais solitários. Pela primeira vez, senti falta de uma companhia. Comecei a rever meus conceitos. E isso me atrapalhou extremamente.

Meus pensamentos voavam pelo resto do campo, enquanto meu corpo batalhava bravamente. Comecei a me sentir muito distante de tudo. Mas em compensação, meus desejos sanguinários se tornavam mais fortes e intensos. Enquanto meu corpo matava cada inimigo, eu pensava na minha existência, sobre meus planos de vida. E tudo levava a uma coisa.

- Vida? Que vida? – diziam meus pensamentos, enquanto eu observava a lua – Mas nós não temos vida. Estamos destinados a morrer aqui.

- Não. Eu tenho chance ainda. – retruquei em meio às reclamações da minha consciência – Nos salvaremos. Você vai ver.

Então eu levantei. Ajeitei meu paletó, minha gravata. Tirei minha máscara. Usava meu melhor terno risca-de-giz com tom avermelhado, com algumas manchas de sangue, mas nada que estragasse o visual de um perfeito cavalheiro francês. Comecei a caminhar, sem rumo. Talvez eu chegue até uma pequena cidade e seja acolhido lá. Talvez eu consiga recomeçar minha vida, e até mesmo encontre minha amada. Ela adoraria me ver de novo. Nos casaríamos. E ninguém me conheceria. Nós iriamos fugir pra uma pequena cidade da França, envelheceremos juntos. Eu seria apenas um veterano de guerra. Contaria pros jovens que se alistariam no exército todas as minhas experiências de guerra. Finalmente eu teria uma vida normal.

Caminhei mais um longo tempo no deserto, perto do quartel general de onde eu saí. Continuei pensando em todo o resto de vida que me faltava. O sol já começava a nascer. Peguei minha faca e comecei a manejá-la pra passar o tempo, enquanto ouvia alguns sons de pequenos animais se espreitando, tentando se esconder do sol que começava a iluminar as dunas de algum lugar não identificado dos Estados Unidos. Observei uma cobra e um escorpião se encolherem dentro de alguma toca, em baixo da areia e da terra seca. Talvez houvesse coiotes por ali. Faltaria quanto pra eu acha alguma vila acolhedora? Faltaria quanto pra eu conseguir finalmente minha vida normal?

Algumas horas depois, a insolação já me afetava. Vi alguns vultos. Talvez fosse o que minhas vítimas vissem antes que eu as matasse. Talvez alguém viesse atrás de mim e me apunhalasse agora mesmo. Quem sabe isso também fosse mais fácil, dizem que do lado pós-morte é um mundo melhor.

Outras horas se passaram. O sol continuava firme e forte, batendo em minha cabeça. Senti uma súbita vontade de deitar. De dormir, na terra quente, junto com os diversos espécimes de escorpiões e cobras. Foi exatamente o que eu fiz. Deixei a exaustão tomar conta do meu corpo. Desabei na areia, esperando o que viesse. E foi esse. O fim de uma vida cruel e sangrenta.
Fim
Versus

"Mikh":
War
Eles me olhavam como um monstro. Alguém que já matou muita gente e simplesmente nada mais. Uma mera criatura que mata pessoas e não um herói, como eu esperava. As cicatrizes em todo meu corpo, representando facadas e balas que eu recebi durante a Guerra do ano passado, a segunda guerra mundial, me causam dor até hoje. O sangue em minhas veias de fato não são minhas – são de pessoas que eu matei. Alemães, nazistas, japoneses... Não interessa.

As pessoas me olhavam feito um animal. Alguém que só quer saciar seu desejo de matar: não algo digno, não algo legal de se ter. E agora, sou simplesmente um ninguém no mundo – posso ter uma escultura num exército, mas mesmo assim estou morto. Morto por dentro, o que me dar uma vontade de falecer, de fato.

A neve caía em Nova Iorque. Era estranho, eu sentia o medo e a fúria em minha mente, mas minha alma se sentia vazia: para ela, aqueles dois sentimentos só são tristeza. Algo comum em minha vida de ex-militar. Mesmo assim, ignorei ambos mente e alma, e andei para o cemitério mais próximo, e vi o túmulo de minha mulher – um fato que ocorreu por causa da minha entrada na guerra: um espião alemão a matou.

Agachei-me. Pensei na crueldade da guerra, o que aconteceu, as mortes... Era muito para mim? Talvez. Mas eu precisava pensar pela última vez. Peguei a arma e a coloquei em minha cabeça. Porém, gostaria de relembrar. Relembrar o que aconteceu para finalmente acabar com o sofrimento de uma vez.

1941

Me senti calmo. A guerra contra o Eixo era boa, poucas coisas estavam acontecendo no ano. Mesmo assim, não podia me distrair. Estava no Pearl Harbor no dia 7 de dezembro, eu me lembrava muito bem desse dia por um motivo óbvio – era o dia do ataque. Relaxei por um segundo e vi lá encima.

Um ataque aéreo. O ataque aéreo nipônico, o que oficialmente marcava a traição deles. Não tive muito o que pensar – muitas pessoas também estavam no Pearl Harbor, porém não foram tão espertos quanto eu, e morreram por bombas jogadas pelos japoneses. Corri o mais rápido que pude, me escondendo até eles recuarem. E foi exatamente o que aconteceu, eles saíram depois do ataque veloz.

Imediatamente, corri para o general. Ele estava lá, esperando informações ou coisa do tipo, ou meramente me olhando: “Por que você não está no seu posto?” mesmo assim, lhe disse o seguinte:

- O Pearl Harbor foi atacado pelas forças nipônicas!

Isso ativou seus sentidos. Ele não respondeu, só deu um sorriso dizendo: “Eu já sabia.” E então, corremos pro porto. Ele estava muito destruído, e muitos soldados estavam mortos – e uma bandeira japonesa foi jogada entre os restos do porto – o que era prova suficiente: foram eles.

- Bem. Parece que a guerra contra o Eixo começou de fato. – O general disse, com um sorriso.

1942

Muitos homens estranhamente morreram no mês passado, maio. Japão tinha muita mais área do que imaginávamos, então precisávamos pensar como nós, os EUA, poderiam derrotar as forças japonesas.

Muitos deram sugestões, porém todas tiveram uma falha fatal – eram muito lentas. O Japão tinha muito tempo em mãos para nos matar, então decidimos usar o Blitzkrieg, porém levemente modificada. Como teste, decidimos atacar Filipinas primeiro. Porém, foi muito surpreendente.

Os tanques blindados. Os navios gigantes. Era impossível vencer, estávamos muito fracos. Alguns morreram, alguns foram capturados. Eu estava no segundo grupo, obviamente. Eles falaram algo em japonês qual eu não compreendia, porém, não precisava ser um gênio para entender que nós morreríamos logo. A palavra P.O.W – “Prisioners of War”, estava marcada no barco em um vermelho sangue.

Estava desesperado. Um homem veio em minha direção, e num impulso da guerra, dei-lhe uma cabeçada. Péssimo movimento, agora todos estavam atirando em mim. Porém, fui muito mais esperto do que imaginava. Levantei minhas mãos que continham as barras, e as quebrei com os tiros.

Logo, pulei para o mar e nadei. Nadei como nunca, até uma ilha próxima. Graças a Deus, tinha alguns soldados americanos lá – e eles me socorreram. Mas o que eles mais queriam não era minha segurança...

E sim informação.

1943

Muita guerra ocorria em todos os lugares, porém o pessoal estava tranqüilo. Porém, me senti terrível. O que ocorreu no barco me atormentava até 1943, onde o barulho de tanques se moviam por toda a Ásia, onde a Guerra do Pacífico se passava. Estávamos na ofensiva agora, sabemos todas as táticas graças as minhas supostas informações.

Na verdade, eu menti. Sim, eu menti – eu não tinha nada para dar, então eu simplesmente menti. Porém, deu certo de algum jeito. Lutamos na ofensiva, mas eu não queria me sujar com sangue, então fingi atirar enquanto errava todos os asiáticos que estavam atirando.

Até que, um ataque pelas costas me assustou – e foi muito rápido. O asiático pulou para cima, e eu puxei o gatilho de meu rifle e lhe deu um tiro na cabeça, o matando. Ele morreu, e seu sangue escorreu em meu rosto.

O sentimento era irresistível. Eu queria sentir de novo, então perdi o medo. Só matei, matei e matei. De fato, era engraçado – eu parei de ser um bichinho assustado e continuei matando.

Na ofensiva, um dia aí vencemos. Saímos da Terra do Sol Nascente vitoriosos, por causa de desistência. Estava contente... Era estranho. Muito estranho.

Agora.

Após esta guerra, me olhavam como um monstro – eu estava no cemitério, e com a bala em meu cérebro pronto para levar um tiro. Ela estava fria, porém não a sentia. Apesar de tudo dizer não, meus sentidos diziam sim.

Atirei. A bala perfurou meu crânio, e antes de eu fechar os olhos, vi meu sangue caindo no chão – o que me fez ter certeza...

Eu morri.
Fim

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Mensagem por Leo em Qui 12 Jul 2012 - 23:08

Foi o duelo mais difícil até agora, na minha opinião.

As duas One shots estavam muito boas, tanto que não notei erros de escrita em ambas, de tão agradável que estava a leitura. Nem sei se tem, não voltei para procurar.

A do Mikh foi a que me agradou mais em história e narrativa, por isso meu voto vai para ele.
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Mensagem por cfox em Qui 12 Jul 2012 - 23:16

hm
As duas OSs estão muito boas, só o que eu não gostei nas duas é o jeito em que o personagem morre, po na do löw ele senta em um ninho de cobras e na do mikh ele atira na cabeça sacanagem do krl
Eu queria que tivessem dado um pouco mais de ação, mas mesmo assim ficaram muito boas. Porém, a que mais me agradou foi a do Mikh, então voto nele.
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Mensagem por MEMEMASTER420 em Qui 12 Jul 2012 - 23:50

Ooooooooookay, vim votar.
Certo, eu li as duas histórias, adorei o contexto delas, principalmente por estarem ligadas a guerra, claro. Porém, há um detalhe, eu amo histórias narrativas, e a história do Low, mesmo sendo a personagem contando, está narrativa, e ótima, por sinal, adorei tudo, encontrei um erro sequer, nada de mais, concordância.
A do Mikh foi a que menos me agradou, certo, foi uma história ótima, uma guerra contra os japoneses, mas há um porém, repetição de palavras, e também erros, falei alguns pelo MSN, mas tudo bem. Voltando, eu achei a sua história muito fraca, tanto em narração quanto em falas e tudo mais, logo voto no Low, sério, amei essa OS

edit: satisfeito fox krl
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Mensagem por Mich em Sex 13 Jul 2012 - 0:30

Bem, eu realmente gostei das duas OS, mas meu voto vai pro Mikh.

Isso porque eu tentei ler a fic do low como se eu não fosse TF2 player, e isso me deixou meio perdido. Isso apenas em estória, devo parabenizar o Low por não conter erros de português.

Quanto á do Mikh, eu gostei bastante. Principalmente do estilo de narrativa "freado", sempre com pontos que desaceleram a leitura e deixam você absorver melhor a fic em um todo.

Bem, parabéns aos dois, ambas as fics estavam excelentes.
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Mensagem por Umbreon_NICE em Sex 13 Jul 2012 - 21:40

Enfim, gostei dos dois textos! O do Low ficou muito bom, ficou bem narrado e descreveu bem a experiência de forma legal, nada muito cansativo. Uma dica é que, no lugar de usar numeros, como usou no começo, seria melhor e é o correto usar em forma extensa. O texto do Mikh também ficou bom e meio que ficou mais chocante e com uma boa narração. Achei alguns erros gramaticais mas não são nada de mais. Uma votação dificil, muito mesmo. Meu voto vai para o Low.
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Mensagem por Asami em Sab 14 Jul 2012 - 13:31

Voto no Löwen . Ah, achei a OS dele beem mais harmoniosa, adorei a metáfora do final que compara o personagem com uma cobra, o assassino dele. O do mikh ficou meio confusa em algumas partes, e bem mais complexa. Apesar da OS do Mikh estar muito bem narrada a escrita, tem alguns pequenos erros e tals.
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Mensagem por Caio. em Sab 14 Jul 2012 - 15:33

Ambas ficaram meio... Aleatórias, por assim dizer. Mas achei a do Mikh com bastante sentido, talvez porque é baseada na Guerra do Pacífico - o qual me fascina muito -, talvez porque a do León ficou meio... Bem, não sei. O fim foi meio rápido. Tudo foi bem rápido, para dizer a verdade. Não consegui me convencer dos sentimentos, não consegui "adentrar" à história.

Voto no Mikh
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Mensagem por ana em Ter 17 Jul 2012 - 0:33

[color=black]
Final de Rodada
Mikh 4 x 3 Löwen


Meus pêsames Low ;-; . Mas, parabéns aos dois concorrentes por participarem do concurso e chegar aqui :3 Eu geralmente postaria um textinho para acompanhar esse post. Porém, toda minha critividade foi embora. Sorry .-. Enfim, excepcionalmente hoje teremos uma votação seguida de uma votação (explicação vide um post meu na outra pagina). Só isso, e votem pls.
Tabela


"Bittö":
Arma em fuga

Sou uma experiência inacabada. Você sabe o que é isso? Provavelmente não. Fui projetado in teiramente para servir como um hospedeiro para uma doença, de modo que os cientistas do governo possam usa-la como uma arma de guerra. Acredito que eu tenha sido o cara mais azarado de todo o mundo, nascer e viver doente, porque minha mãe foi umas das mendigas escolhidas para isso. Apesar de nunca ter conhecido ela, acredito que ela era muito gostosa para terem escolhido justamente isso. Pelo menos é isso que eu espero.

Hoje, após dezessete anos de pura tortura, resolvi finalmente ser um cara livre, mesmo que apenas por alguns dias.

Pode parecer loucura querer sair de uma base de experimentos do governo, mas essa é a única chance que eu tenho e ver aquela estrela gigante que eles chamam de Sol. Você por um acaso faz ideia do que é viver dezessete anos confinado, sem nem saber como é o mundo por traz dessas paredes de titânio? É claro que não!

Por longos meses pensei em como sair daqui. A segurança é reforçada e eu não tenho nenhuma força física, apenas o ódio que está cada dia mais intenso. Porém, passei a perceber que sempre no período da madrugada, a segurança é bem menos intensa. Provavelmente apenas um terço dos trabalhadores ficam aqui e mesmo com apenas isso, ainda são muitas pessoas. Então tente imaginar a loucura que eu estou tentando fazer.

Até então, minha maior estratégia é fingir um daqueles ataques epilepticos que sempre tenho, por causa dessa maldita doença e depois, preciso agir de acordo com o calor do momento.

~X~

O jovem parecia desesperado, porém, tinha que fazer algo para sentir-se livre daquele lugar. Como havia planejado anteriormente, começou a simular um de seus famosos ataques epilepticos. Logo, uma dupla de guardas, acomphanadas de um cientista chegaram no local para recolhe-lo. O jovem era uma experiência rara e seu corpo não podia ser perdido, por isso tanta marcação.

Por outro lado, sua doença era extremamente contagiosa e isso fazia aqueles à sua volta, agirem da forma mais cautelosa possível. Todos chegavam perto do jovem, apenas com roupas especiais, para não serem infectados.

Jeffrey, como se chamava o jovem, sabia disso, por isso tinha mais um plano para livra-se daqueles à sua volta. Na noite passada, o garoto havia comida muito mais do que de costume, apenas para ter "combustível" o suficiente para pelo menos dois ou três vômitos. Lembrando disso, Jeff começou a agir assim que os homens entraram em seu quarto. Ele enfiou dois dedos em sua guela e forçou o primeiro vômito. Esse atingiu os dois guardas que com medo de se infectarem, saíram do local, levando o cientista para desenvolver uma possível cura para os mesmos.

Como o prisioneiro havia planejado, aquele fato deixaria a segurança instável por alguns minutos, por isso, ele novamente preparou-se para agir. Saiu correndo pelos corredores labirínticos da construção e teve um pequeno progresso. Por alguns metros não encontrou nenhum dos famosos guardas que estariam ali e ficou tranquilo com a situação, então passou a diminuir seus passos, pois naquele momento já estava completamente exausto.

A falta de preparação física causou a exaustão no fugitivo, mas ele não poderia desistir de seus sonhos, afinal, aquela fuga sempre foi planejada e cobiçada, então não seria agora, na metade do caminho que o jovem desistiria. O mesmo sabia muito bem que se fosse pego, jamais teria uma outra oportunidade, pois depois daquele acontecimento, com certeza a segurança seguria quadruplicada para que tal fato jamais acontecesse. O governo perder informações era algo completamente proibido.

A "maratona" em busca da liberdade continuava e cada vez mais perigoso surgiam. Jeffrey agora sentia saudade da calmaria de alguns segundos atrás, pois agora era possível perceber que mais e mais guardas tentavam emboscá-lo. Embora fosse emboscado várias vezes, o garoto sempre acabava se safando. Com isso, era possível deduzir que apesar de acabar com a resistência física do hospedeiro, a doença parecia aumentar a capacidade de inteligência do mesmo.

Agora o desnutrido estava completamente cercado e sem forças. Sabia que se tentasse vomitar novamente, seria em vão e sem qualquer coisa em seu estômago, ele poderia desmaiar a qualquer momento.

Jeff não tinha escolha a não ser simular outro ataque epileptico, mas sabia que ao fazer isso, com certeza seria levado para o laboratório e "sedado" lá mesmo. Provavelmente ficaria inconsiente por alguns dias e quando acordasse, estaria preso. Jeffrey precisava bolar uma estratégia para fugir e agora era urgente.

Quando já pensava em desistir, uma das cientistas responsáveis pelo garoto, surge. A mesma parecia disposta a um acordo ou algo do gênero, porém, Jeff não conseguia imaginar nada a respeito disso.

Descontrolado, o garoto partiu para cimas da doutora. Embora não tivesse muita força física conseguiu dominá-la a ponto e passar a exigir as coisas.

- Caso não queiram mais uma infectada, deixem-me sair! - Exigiu. O garoto possuia uma voz roca e falha, quase impossível de se ouvir.

A doutora pediu para que seus subordinados fizessem o exigido. Embora todos estivessem contrariados, opitaram em fazer o exigido. Novamente, Jeffrey teve uma certa calma. Dali em diante o trecho até a porta de saída foi sem nenhuma turbulência.

O garoto saiu. Fora do estabelecimento, pôde ver o Sol que sempre quis. Aquela estrela fazia o jovem sentir-se orgulhoso por cada uma de suas ações.

Jeffrey largou a doutora e saiu correndo pelo campo aberto que era o pátio da contrução e lá ficou pensativo, até que levasse um tiro e ficasse inconsiente.

~X~

Por um momento pude ver como era a vida aqui fora e confesso que gostei muito. Ver tais maravilhas naturais foi como se todo o ódio que eu sentisse, de minha mãe, dos cientistas, do governo, do mundo, de todos, partisse logo quando eu vi aquilo que chamam de Sol. Podem dizer que sou um exagerado, um pateta, mas ninguém nunca vai saber a dor e o desgaste que tive que enfrentar.

Tudo porque sou uma simples arma do governo. Se serei usado algum dia, isso jamais vou saber, mas eu nunca, em hipótese alguma desejo que alguém, nem mesmo todos aqueles que fizeram isso comigo, passem por tudo que passei. Sim, é esse meu objetivo.

Por mim, eu morreria aqui e agora, tudo para que essa maldita doença jamais se espalhe. Eu apenas desejo que esse pensamento além seja eu partindo para um mundo melhor, pois jamais quero acordar dentro daquele lugar novamente, passar dias chorando e vomitando sangue, pensando que vou liberar todos os meus órgãos privada àbaixo.

Cara, eu daria tudo para jamais ter nascido.

Mas aqui estou eu, experiência de matança de número 12, Jefrey sei lá o que. Um garoto que nunca foi feliz e não sabe o que é ter alguém que o ame. Sou uma simples arma que quer ter um fim.

Fim
Versus

"~Leo":
I don't go to Azkaban.

Era um sala pequena e escura. Algumas estantes com objetos estranhos em suas prateleiras bloqueavam a visão da parede. No centro, havia duas cadeiras encostadas uma na outra e nelas dois homens que aparentavam estar nos seus vinte e poucos anos estavam sentados, aparentemente com as mãos amarradas. Eles trocavam olhares apreensivos e cochichavam o mais baixo possível. Não podiam ficar ali, tinham de fugir. Mas como? Os dois sem varinha, em pleno Ministério da Magia. A resposta seria a mesma que ele usaram tantas vezes, improvisar.

- Ei! Entre aqui, queremos falar com você! - Gritou o mais baixo, de cabelos loiros e rosto bonito, chamado de Gareth.

A porta se abriu e um pequeno feixe de luz iluminou levemente o local. Junto com a luz apareceu um homem magro e de aparência fraca, apesar de jovem. Ele empunhava sua varinha e a apontava para os dois prisioneiros. O medo e a insegurança estavam claros e seus tremores eram constantes.

- O que vocês querem? - Disse ele com a voz fraca e falhando.

- Ora, não seja tão grosso. Só queremos conversar com você. - Falou Steven, o homem de estatura média e cabelos curtos e muito negros.

- Caso não saiba, nós somos avaradores. - Declamou Gareth.

- Avaradores? Quê? - Assustou-se.

- Veja só, um auror não sabe o que é um avarador. - Zombou Steven. - Vou-lhe explicar. Um avarador possui o poder de usar feitiços sem necessitar de varinha. E é o que vamos fazer agora com você.

- BOMBARDA! - Berrou Gareth.

O susto foi tão grande que o jovem auror caiu para trás e bateu a cabeça em uma estante, desmaiando. Steven e Gareth sorriram.

- Idiota. Nem o Ministro da Magia é avarador, quanto mais nós. É isso que dá colocarem aurores novatos para nos vigiar enquanto os guardas preparam nossa ida para Azkaban.

- Ok, agora cale a boca Gareth e me ajuda a pegar a varinha dele.

Com muita dificuldade os dois conseguiram pegar a varinha do jovem e aponta-la para os cordas que os amarra.

- Diffindo.

As cordas de ambos se soltaram e agora estavam livres. Steven guardou a varinha em suas vestes e esticou os braços.

- Bom, agora é só passar pelo resto dos aurores e todos os funcionários do Ministério. - Disse Steven animado.

- Fácil.

Os dois seguiram por corredores escuros e longos. Tentavam não fazer muito barulho, por isso andavam lentamente. Quanto tempo iria demorar para que percebessem que eles haviam escapado? Teriam que ser rápidos e espertos. Andaram mais um pouco quando deram de cara com uma bruxa que aparentemente era do departamento de execução das leis da magia, pelo menos era o que estava escrito no seu crachá.

- Hã? Que is... - Disse a mulher.

- Estupefaça! - Disse Steven, interrompendo a mulher.

Mais uma desmaiada. Estavam deixando muitos rastros. Gareth se abaixou e procurou a varinha da mulher em sua vestes, puxando-a logo em seguida de um bolso das vestes dela. Estavam perto da saída quando ouviram a voz do Ministro da Magia ampliada pelo feitiço Sonorus.

- Os bruxos das trevas Gareth Denvers e Steven Armstrong acabaram de escapar do quarto que estavam aprisionados, onde estavam apenas aguardando sua ida para Azkaban. É pouco provável que eles já tenha saído do Ministério, então todos os funcionários fiquem atentos.

- É, tenho a leve impressão que eles já perceberam que nós fugimos. - Riu-se Steven.

- Incrivelmente, tenho a mesma sensação que você.

Finalmente acharam um elevador, e entraram nele. Não faziam a mínima ideia de onde era a saída desse lugar, o primeiro andar que conseguissem ver iriam tentar sair, nem que tivessem de usar o Bombarda Máxima para explodir uma parede e fugir. Saiam do elevador discretamente em um andar qualquer, torcendo para ser o certo.

- ALI! OS FUGITIVOS! - Gritou um homem apontando para eles.

A estratégia de serem discretos não funcionou. Mas é claro que todos estavam atentos, e dois homens andando rapidamente pelo Ministério, sem estar vestindo roupas de funcionário, iriam chamar a atenção. Steven e Gareth sacaram as varinhas, iriam duelar. Quatro aurores vinham na direção deles, e vários funcionários do Ministério estavam apoiando os captores de bruxos as trevas.
- Expelliarmus! - Ouvia-se de vários vozes.

- Protego. - Steven e Gareth estavam se revezando, enquanto um atacava, outro defendia.

- Confrigo! - Berrou Gareth, abatendo uma boa parte dos funcionários.

- Expulso! - Falou Steven, abatendo a outra metade.

- Só os aurores agora. - Disse Gareth usando Protego no momento seguinte.

- Não será tão fácil como você pensa, Denvers. - A voz de um homem penetrou nos ouvidos dos bruxos.

- Winchester? Quem diria. O panaca da Hufflepuff se tornou um auror. - Zombou Gareth.

- Pois é. Veja só, os dois alunos mais brilhantes de Ravenclaw e talvez da escola, cotados para futuros Ministros da Magia, se renderam as artes das trevas.

- Se um dia nos tornarmos Ministros, você não vai estar vivo para ver! CRUCIO!

- PROTEGO!

O duelo começara. dois bruxos das trevas conta aproximadamente cinco aurores. Raios das mais variadas cores saiam das varinhas e vinha de todos os lados. Até que chegou um hora, que a maioria dos aurores estavam caídos no chão, sobrando em pé apenas Steven, Gareth, Winchester e outro auror.

- Chega Winchester, vamos acabar com isso logo. Antes que o resto dos aurores chegue! AVADA KEDAVRA! - Disse Gareth.

O feitiço era destinado a Winchester, mas acabou acertando o outro auror, que caiu morto.

- VOCÊ MATOU LOGAN! SEU DESGRAÇADO! - Urrou Winchester.

- VAMOS GARETH! PODEMOS FUGIR AGORA! SE ENTRARMOS NAQUELAS LAREIRAS PODEREMOS DESAPARATAR!

Os dois saíram correndo mas apenas Steven entrou na lareira e desaparatou. Antes de sumir, ele viu um raio verde atingir as costas de Gareth e ele cair morto, com um baque surdo. Seu melhor amigo foi morto por Winchester. Desde seu primeiro ano em Hogwarts eles sempre andavam juntos. Ele se sentia morto por dentro. Não tinha mais motivos para viver. Só tinha uma certeza. Iria vingar Gareth. Iria matar Nicholas Winchester.

Fim
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Mensagem por Mikh em Qua 18 Jul 2012 - 16:47

Voto na do Bitto.
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Mensagem por ~Palkia em Sex 20 Jul 2012 - 1:10

Mesmo a do Bitto tendo erros, votarei nela. Gostei muito.
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Mensagem por Sinis em Sex 20 Jul 2012 - 1:16

Voto na do Bitto. Ela me lembra das várias fics de gijinka que já li, e por isso tenho preferência por ela.
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Mensagem por Rukbat em Sex 20 Jul 2012 - 1:25

Voto na do Bitto. Muito boa.
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Mensagem por ana em Sex 20 Jul 2012 - 2:03

Final de Rodada
Bittö 4 x 0 ~Leo

Well, meus parabéns aos dois participantes o3o. E não foi dessa vez Leo ;-; Por votarem aqui, valeu povo do Royal HQ's <3 (amo vocês, pera, não... oque eu falei mesmo?).

Spoiler:
One Try Championship - Página 2 7XbQx

Enfim, segunda semi-final do concurso! Sabem o que isso significa?....É. Eu também não sei ;-; . Mas acho que a gente já deve estar perto do fim do concurso, mas pera, isso é triste. ;-;


Mikh x Murilo Marcos
Prazo:120 horas (5 dias) / do dia 20/07/2012 até o dia 25/07/2012
Tema: Atividade Paranormal

Não gente, não é fic sobre o filme -q . Lols a parte, o tema engloba tudo o que tenha haver com o sobrenatural. Zumbis? Gente falando com mortos? Eu depois de acordar? Fica por conta de vocês! Boa sorte :3
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Última edição por Miss Zero em Sab 28 Jul 2012 - 14:11, editado 1 vez(es)
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Mensagem por ana em Sab 28 Jul 2012 - 14:10

Com atraso (já virou rotina), posto esse bagulho aqui. E nós chegamos até aqui. Já faz quase um bom tempo que começamos esse concurso. O tempo passa rápido né? Agora estamos vendo a última semi-final. E depois, a grande final. Já podem preparar os lencinhos o3o Antes de anunciar os participantes da rodada, queria compartilhar um pequeno poema intitulado "Jorginho Me Empresta a 12". De autoria da talentosa sra. Mc Carol Bombeira.

Jorginho Me Empresta a 12

Filho da [palavra censurada]
Me deixou apé
Veio pra cá pro Baile
Pra comer outra mulher

Me trancou em casa
Me deixou sem dinheiro
Jorgingo me empresta a 12
Vou matar esse maconheiro

Ôh Jorginho me empresta a 12
Pra mim fazer um barulho
Vou matar esse maconheiro

Ôh Jorginho me empresta a 12

Obrigada pela atenção. E vamos prosseguir com a nossa última semi-final!



Mikh:
Slender

Eu era uma garota normal. Só isso, uma garota andando pelo parque – sorridente e alegre. Não tinha nada que podia me impedir de ser feliz; vim de família rica, e então não tinha que trabalhar muito – só brincar no parque.

Era engraçado minha vida – mas também meio chata após a morte de meu pai, qual posso considerar minha tragédia de vida. Apesar de isso me entristecer, eu não me importava mais. Era só uma cicatriz em meu peito, aprendi a lidar com isso. Pelo menos, achava que eu conseguia lidar com isso.

Até que ele apareceu em minha vida. Um homem esquisito, de quase 6 metros de altura. Ele usava um... qual era a palavra mesmo? Ah sim, um terno gigante, e sua face era totalmente branca. Ele não tinha olhos, ouvidos, nada. Era totalmente branco.

Fiquei apaixonada por ele – ele era meu amor. Como telepatia, disse-me para encontrá-lo na floresta as madrugada, que ele me daria um presente. Obviamente, eu não estava pensando direito – eu estava sendo controlada mentalmente... por aquele maníaco.

Porém, antes de ir para lá, fui em casa. Peguei uma lanterna ridícula; qual bateria estava quase acabando e também uma pequena câmera fotográfica, para registrar o que estava acontecendo.

Então, fui a floresta de dia, esperando a madrugada. Tirei uma foto minha, lá esperando. Dormi até chegar a madrugada, e como puro instinto, soube quando era ou não era a tal madrugada.

Então, madrugada. A floresta tinha árvores gigantes, e estava tão escuro que meus olhinhos sem a lanterna não conseguiam nem ver minhas mãos branquinhas. Continuei procurando-o, com a luz da minha lanterna me guiando.

Até que eu vi. Uma casa, no meio da floresta. A adentrei, e na verdade era um banheiro. Todo branco, e com a névoa muito forte para ver alguma coisa. A investiguei, e só havia uma coisa lá.

Uma página de um caderno – escrito “vá embora”, em letras maiúsculas e bem horrendas. Era terrível de ver aquela página, porém, a peguei e coloquei em minha mochila.

Assim que o fiz, ouvi o barulho horrendo. O barulho da morte, qual meus tímpanos não aguentavam. Era horrendo, terrível – aquilo quase me matou ali mesmo, porém consegui viver.

Por um tempo, claro. Sai da minha pequena sauna, e fui novamente para floresta, procurando meu “amor”, mesmo sabendo que isso era uma terrível ideia. Minha lanterna me guiou...

Mas por pouco tempo. Sua bateria – qual era baixa, acabou. Eu estava muito cega, mais cega que um morcego. Fiquei desguiada por muito tempo, até que bati em uma coisa que achei que era um tronco de árvore.

Se não fosse sua face horrenda branca, que me assustava. Ele me pegou em seus gigantes braços, e me prendeu num tronco de árvore com uma estaca de ferro. Ah, a dor! A dor leniente qual meu corpinho de garota de 6 anos não aguentava. Aquilo poderia ter matado ali mesmo, mas de algum jeito, sobrevivi.

Mas, sem nenhum cuidado – o tal homem esguio pegou meu peito, e o abriu inteiro. Dessa vez, eu tinha certeza – eu morri. Mas antes de morrer, meus olhos viram uma figura horrenda. Uma figura horrenda qual nunca esquecerei, nem no inferno e nem no céu – tanto que meu nariz sangrou no momento.

Agora, é tudo suposição. Acho que ele colocou meus órgãos qual ele retirara do meu corpo num saco, e depois de um tempo, colocou de volta e fechou meu peito – e me tirou da tal estaca e me jogou no chão – e foi em busca de outras vítimas.

O que me faz ter medo. Se você estiver lendo isso, e ver esse homem, por favor – não chegue perto da tal floresta, só vá embora... Ignore-o e vá viver sua vida, caso conseguir, é claro.

Fim
Versus

Murilo_Marcos:
O Agregador de Almas

Joshua era um garoto um tanto quanto excêntrico. Tinha a pele bem clara, enquanto que o cabelo e os olhos eram bem escuros. Aos dozes anos, seu maior interesse era sobre assuntos sobrenaturais. Tudo o que tinha a ver com espíritos, rituais, possessões o fascinava. Ao contrario da maioria das pessoas que sentiam medo desses tipos de coisas, Joshua sentia uma ardente curiosidade. Passava grande parte do seu tempo pesquisando sobre eventos sobrenaturais, e lendo livros a respeito. Mas claro, tudo em segredo. Quando seus pais perceberam o interesse do garoto sobre esses assuntos, proibiram-no terminantemente de que ele tivesse contato com qualquer coisa sobre isso. Joshua então passou a pesquisar mais sobre a paranormalidade secretamente. Sua vontade era ver um espírito com seus próprios olhos. Havia inclusive tentado fazer rituais em seu quarto. Mas todos haviam fracassado terrivelmente, deixando o garoto frustrado. Mas um dia, tudo isso mudou. Uma experiência inacreditável fez Joshua mudar completamente seu ponto de vista sobre a paranormalidade.

Segunda-feira, de manhã. Joshua estava andando pela rua ao lado do seu melhor amigo Carlos. Os dois estavam a caminho da escola. Carlos era um rapaz moreno, de grandes olhos castanhos. Ao contrario de Joshua, ele era bem extrovertido, amante dos esportes. Mas apesar das diferenças de personalidade, os dois eram bastante amigos. Como moravam perto um do outro, sempre iam juntos para a escola.

Nesse dia, Joshua estava com uma expressão diferente. Apesar da aparência horrível por causa das olheiras da noite mal dormida, ele trazia um sorriso de satisfação, como se houvesse encontrado algo que estava procurando muito.

- Não vai me dizer por que está com essa cara alegre? – fala Carlos intimando uma resposta do amigo.

- Ontem eu fiquei acessando até tarde. Encontrei uma coisa incrível! – exclama ele com o olhar perdido.

Carlos apenas revira os olhos. Já até imaginava sobre o que se tratava. Sempre que Joshua descobria alguma coisa sobre fantasmas, ficava com aquela expressão.

- Encontrei um site que falava sobre um tipo de espírito que eu nunca ouvi falar – explica Joshua – São os Pokespirit! São espíritos de criaturas que não são nem de humanos, nem de animais. É algo que não existe em nosso mundo!

- Ih! Já vem você falar dessas livusias! – exclama Carlos – Eu já te falei pra parar de mexer com essas coisas. Isso é coisa do diabo!

- Nada a ver isso aí que você falou! – retruca Joshua – Lá inclusive ensina como se faz um ritual para invocar um pokespirit. Se eu conseguir ver um, ele poderá fazer tudo o que eu quiser!

Carlos apenas suspira resignado. Conhecia o amigo o suficiente para saber que nada do que dissesse o iria fazer mudar de idéia. Quando ele encasquetava com alguma coisa, não havia ninguém que o fizesse parar.

- Vai ser esta noite! – exclama Joshua com os olhos brilhando – Eu finalmente vou ver um espírito de verdade!

***


Naquela mesma noite, Joshua estava em seu quarto se preparando para fazer o ritual. Já era quase meia noite, e já estava quase tudo pronto. Havia seguido a risca o que o site ensinava sobre como atrair um pokespirit. O garoto trancou bem a porta e a janela do quarto para que ninguém o visse e o incomodasse. Arrastou a cama para um canto para abrir um bom espaço. No chão, ele desenhou com um giz branco um circulo perfeito. Em seguida, com um giz vermelho, dois triângulos entrelaçados, a famosa estrela de Davi, dentro do circulo. Ele posicionou uma vela negra em cada ponta da estrela. E por último, colocou uma caixa quadrada com tampa no centro do desenho. Joshua acendeu as velas e apagou a luz do quarto. O garoto então respirou fundo e fechou os olhos. De frente para o desenho, com os braços abertos, ele começou a falar palavras que ele nem sabia o significado, apenas havia decorado do site. Num primeiro momento, nada aconteceu. Mas ele sabia que deveria dizer todas as frases até o fim. Ele então continuou. Quando finalmente ecoou a ultima palavra, Joshua abriu os olhos e encarou na caixa. Aos poucos, ele foi sentido uma fraca brisa quente, mesmo estando o quarto todo fechado. As chamas das velas tremulavam freneticamente. Joshua não tirava os olhos da caixa. De repente, a tampa voou longe, dando um baita susto no garoto. De dentro da caixa começou a sair uma névoa esverdeada que mudava para o roxo. Uma figura se descobria de dentro dela. Parecia ser uma pessoa de vestido longo. Mas em sua cabeça, havia uma espécie de capacete arredondado. Os braços da criatura balançavam-se como se estivessem dançando. Joshua olhava para aquilo tudo paralisado. Mas não podia ficar assim o tempo todo. Finalmente estava diante de um espírito de verdade.

- Você é um pokespirit? – indaga ele quase sem voz.

- Meu nome é Gardevoir – sussurra o espírito. Sua voz parecia uma melodia cantada por uma artista lírica.

A criatura que se intitulava de Gardevoir, aproximou-se do garoto, saindo do meio da névoa. Ela começou a flutuar em volta dele, acariciando-o com seus maleáveis braços.

- Quero te mostrar um lugar – fala o espírito no ouvido de Joshua – Venha até o meu mundo. É um lugar lindo! Venha conhecer outros como eu!

Joshua estava hipnotizado pelo bailar e a voz melodiosa da criatura. Sem relutar, o garoto se deixou levar pelo Gardevoir. O espírito segurou em sua mão, e o puxou em direção a nevoa. Seu espírito saiu do seu corpo. Joshua se viu com uma consistência gasosa, enquanto que seu corpo vazio caiu no chão inerte. Ele então foi levado para o meio da nevoa. Não conseguia enxergar nada, mas ainda sentia a mão de Gardevoir o segurando. Quando deu por si, estava saindo do meio de uma nuvem. Estava sobrevoando um lugar totalmente desconhecido. Parecia um cenário de filme de terror. Estava descendo sobre um lugar escuro. Só via um grande campo cheio de arvores secas e retorcidas. A grama que se estendia era toda negra e viscosa. Joshua estava apavorado com aquele lugar.

Quando finalmente pousou no chão, Gardevoir prendeu o garoto a uma arvore. Seus braços foram forçados para trás, e suas mãos amarradas. Ele estava com os olhos esbugalhados de medo. E mais ainda sentiu com a cena que viu depois. O espírito que se dizia chamar Gardevoir começou a se transformar. Seu vestido branco passou a ser negro e cheio de camadas. Seu olhar sereno passou a ser frio e violento. Seu capacete verde desapareceu, dando lugar a algumas formas que se projetavam da cabeça.

- Ma-mas quem é você?! – exclama Joshua horrorizado.

- Garoto tolo! – brada a criatura. Sua voz agora era horripilante – Meu nome na verdade é Gothitelle. Sou um agregador de almas! Isso é pra você aprender a nunca mais mexer com os espíritos! Sua alma será minha!

E terminou sua frase com uma risada assustadoramente diabólica. Joshua estava desesperado. Estava diante de um demônio que queria a sua alma. Mas por mais que o desespero estivesse tomando conta do seu espírito, não podia se entregar dessa maneira. Com um pouco de dificuldade, ele começou a mexer suas mãos presas. Elas estavam amarradas com um cipó seco, que logo se quebrou. Quando se viu livre, Joshua disparou a correr. Gothitelle ficou chocado ao ver o garoto fugir, então tratou de ir atrás dele.

Sem saber o que fazer, Joshua disparou a correr desesperadamente. De repente, o demônio surgiu na sua frente. Ele agarrou o pescoço do garoto e o suspendeu com apenas um braço, demonstrando ter uma imensa força. Sem conseguir pensar direito, Joshua apenas deu um chute no Gothitelle, soltando-se, e em seguida pisou em sua cabeça, dando um impulso para saltar para longe dele. Ao saltar para o alto, Joshua descobriu algo incrível. Conseguia voar naquele mundo. Ou apenas o primeiro impulso foi o suficiente para voar até a nuvem de onde havia saído. Gothitelle vinha voando atrás dele, mas Joshua conseguiu mergulhar para dentro da nuvem rapidamente. Ele se viu novamente no meio da nevoa arroxeada, sem conseguir enxergar nada. Quando deu por si, estava saindo de dentro da caixa em seu quarto. Seu corpo ainda estava caído no chão. Sem perder tempo, o garoto se jogou sobre seu corpo, e assumiu seu lugar de volta. Agora consciente, Joshua rapidamente tampou a caixa, e desfez todo o desenho do ritual, e apagou as velas negras. Com sorte, havia conseguido escapar do agregador de almas. Mas finalmente havia conseguido ver um espírito. Joshua estava ofegante de tão exausto, e não conseguia concentrar direito os seus pensamente. Mas uma coisa conseguia assimilar muito bem. Aquela não seria a ultima vez que veria Gothitelle. Sua curiosidade agora estava maior do que nunca. Sua caçada aos espíritos estava apenas começando.

Fim

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Última edição por Miss Zero em Sab 28 Jul 2012 - 17:19, editado 1 vez(es)
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Mensagem por ~Tiger em Sab 28 Jul 2012 - 14:25

Voto no Mikh.

O do Murilo_Marcos tá meio clichê, pqp, pokémon everywhere. Além do mais, tem aquela merda de clichê em que o mocinho se salva no fim. Tá ótima, mas não gostei.

Já o do Mikh, kd o copyright meu e do umb? derp3

Slender. Uma lenda famosa até, curti o fim. Meu voto vai pro Mikh.
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Mensagem por Water the HOisteper em Sab 28 Jul 2012 - 15:32

aviso sobre meu post:
Eu vou logo falando desde o início do meu comentário que eu não sou nenhum perito, só estou dando minha simples opinião. Eu não reparei muito em erros de português, justamente por eu não ser muito bom nisso kaposk, e sim tentei focar na imersão que o texto provocaria.
Uma coisa que eu não consegui engolir, foi o fato de que os personagens, em ambas histórias, usaram termos um tanto formais e inusitados; No texto do Mikh uma garota de 6 anos está narrando a história - ficou meio vago a idade dela, pois pode ser uma garota já crescida em um corpo pequeno e frágil, de 6 anos, mas vamos levar em conta de que uma garota mais crescida, não iria sair para brincar no parque - em várias frases dá para perceber que a garota é infantil e ingenua, porém em determinada frase ela solta a palavra "leniente" ,que eu a menos sei o significado, e essa palavra nuossa véi quebrou toda meu encanto e fantasia de imersão na história.

E na história do Murilo um garoto da faixa etária de 12 anos, bem ligado ao esporte, exclama "livusias" em vez de falar simplesmente assombrações ou qualquer outra palavra do gênero. E outra coisa que me deixou encabulado foi o fato de que o "Devorador de Almas" é um tanto burro e sem jeito para simplesmente capturar a alma de uma simples criança de 12 anos.

Desculpe se sou bem pobre em vocabulário, mas acredito que pessoas dessa idade e dessas personalidades ainda não saberiam o significado e nem usariam tais palavras.
Bem levando tudo em conta e tudo que analisei e não postei, por preguiça ou por achar que eu estou "viajando", meu voto vai para o Mikh
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Mensagem por Zombie em Ter 31 Jul 2012 - 13:20

Meu voto vai para Murilo_Marcos, eu achei a one-shot "O Agregador de Almas" muito interessante!
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Mensagem por Kurosaki Mud em Ter 31 Jul 2012 - 15:57

Parabéns aos dois, amei as OS.
Mika: Achei que faltou um pouco de descrição, a do Murilo tá melhor nesse caso. Uma frase: Era engraçado minha vida. Seria engraçada, não?
E erros de colocação pronominal A investiguei é um exemplo, seria Investiguei-a. Mas, tá muito boa fora isso.
Xará: Bem, achei alguns erros de nova ortografia, como ideia com acento, colocação pronominal também, a palavra pensamente seria pensamentos, mas tudo bem. A descrição foi melhor que a do Mika, mas achei o tema dele melhor, de qualquer forma, ficou bacana também.
Difícil, mas voto no Mika, pelo conjunto de erros e acertos.
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Mensagem por ana em Qua 1 Ago 2012 - 17:04

Final de Rodada
Mikh 3 x 1 Murilo_Marcos

Murilo, meus parabéns por ter chegado até aqui >>: Mas é isso. Agora quero fazer um pronunciamento: FINALMENTE CHEGAMOS NA FINAL!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!111111 TAPA NA CARA DA SOCIEDADE. FOOD, SE VOCÊ TIVER LENDO ISSO, QUERO QUE ENTRE NO K7 DO MSN AGORA, OK? NÃO ME FAÇA CHORAR MAIS ;-;
Ok, valeu pela compreensão dos presentes. Eu vou deixar pra fazer um post bacanoso de despedida quando postar o fim do champ. Por fim, queria pedir algo para vocês. Como sabem, todo concurso tem um prêmio. Mas eu to em dúvida sobre qual será o prêmio deste. Se você tiver alguma sugestão sobre isso, me mande uma MP, ok? :3

https://i.imgur.com/fWxUj.png




Mikh x Bittö
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Tema:Livre

É, tema livre. Qualquer coisa será aceita, sejam criativos! Boa sorte :3
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Mensagem por Mikh em Sex 10 Ago 2012 - 16:18

spoilers

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+ anti dp que nem mais é dp
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Mensagem por ana em Dom 12 Ago 2012 - 19:28

Então o concurso terminou.

One Try Championship - Página 2 Tumblr_m63q8tX9S41r3zat8

Ele foi legal né? Pelo menos eu achei <3 Mas antes de anunciar os vencedores e prêmios, eu queria dar algumas palavrinhas. Primeiramente, muito obrigado ao senhor 3DS Food. Sem ele esse concurso nunca teria existido, meus pêsames por não ter conseguido participar do desenrolar dele >: E é claro, queria agradecer ao Mr. Black, Murilo_Marcos, Löwen, Bitto, Leo, Mikhaelsan, Charginho e Weegee. Aqueles que cederam seu tempo para participar do concurso e escrever os textos. Todos eles estão de parabéns <3333. E sim, aqueles que leram os textos e votaram, vão ganhar um bolinho de consideração. Muito, muito obrigada para todos vocês.

One Try Championship - Página 2 JTTNT
sabor felicidade e baunilha, uma singela forma de agradecer a quem votou, porque sem vocês, não estaríamos aqui


Agora a pergunta que todos estão se fazendo: Quem matou Salomão Hayala? Quem venceu o concurso? Ele, o participante número seis, o cara que jogou Portal comigo, o senhor Mikhaelsan! Sério mesmo, muitos parabéns e que essa vitoria seja legal para você. YAY. Agora falando sobre o prêmio, o cara chamado Lowen vai fazer o prêmio, um set com render a escolha do Mikh. E se tudo der certo, eu faço uma barrinha também. Obrigada por ler até aqui e até a próxima.

Caso você esteja se perguntando porque não houve uma rodada final, é que o Bitto não pode entregar o texto dele >>>: Então o Mikh ganhou por W.O.

Ah é. Para fechar com chave de ouro, queria dedicar uma música para você que participou, votou, só olhou, para o Food, pro povo da stand & lunardia & royal HQ'S & random tattlers & pixel corporation & PFS group, e para você que só abriu aqui de curiosidade.



Fim
ana
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Moderador
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Feminino Idade : 22
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Data de inscrição : 08/01/2011

Frase pessoal : ta dentro dos limites


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