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Mensagem por Kurosaki Lucas em Ter 14 Maio 2013 - 10:48

Vish o que houve? Eu mandei minha one shot no dia 06 já faz tempo. ~~'

Depois podem excluir o post, só perguntando mesmo sobre o atraso.
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Mensagem por Ari Tasarov em Ter 14 Maio 2013 - 10:53

@Kurosaki Lucas escreveu:Vish o que houve? Eu mandei minha one shot no dia 06 já faz tempo. ~~'

Depois podem excluir o post, só perguntando mesmo sobre o atraso.

O mano me disse que deu até o dia 19 pro Mag, caso tu queira refazer alguma coisa, tá livre... ;3
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Mensagem por Mag em Ter 14 Maio 2013 - 11:01

@Kurosaki Lucas escreveu:Vish o que houve? Eu mandei minha one shot no dia 06 já faz tempo. ~~'

Depois podem excluir o post, só perguntando mesmo sobre o atraso.
É, eu estou muito enrolado com faculdade e o Kabe me deu mais um tempo. Desculpa a demora, mas eu realmente precisei.
Mas por incrível que pareça, escrevi o conto agorinha, acabei de mandar pra ele. Hoje ele já deve postar.
Sorry gente. :/

Depois pode apagar aqui também.
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Mensagem por Kurosaki Lucas em Ter 14 Maio 2013 - 11:10

Não não ta tudo bem, tava perguntando pensei que cês tinham desistido. ;-;
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Mensagem por Nivans em Ter 14 Maio 2013 - 11:19

Aqui é a Candy... Como a conta do mano tava aberta no IE, vou postar as os. Tbm não vou deletar os posts acima para os membros entenderem o atraso do concurso. -q Enfim, pelo que entendi os elementos eram

- Uma Criança
- Um carro
- Um policial

Até o dia 17 pras votações. Boa sorte... o/

@Kurosaki Lucas escreveu:
A babá
Já era tarde quando cheguei em casa, lembro de ter esquecido a minha bolsa em cima da mesa no escritório do Doutor Madeira e tive de pegar a chave reserva no jardim e tinha notado que estava tudo escuro e não havia ninguém nos fundos da casa. Por pior que pareça, ser uma mulher divorciada te dá um pouco de liberdade, mas um marido faz falta em muitas ocasiões, como em cuidar do nosso filho. A verdade é que até hoje eu me culpo com tudo o que aconteceu, se eu fosse um pouco mais desconfiada, talvez isso não teria ocorrido. Às vezes acordo à noite achando que estava ouvindo a voz dele, me chamando, me pedindo para dormir comigo porque teve um pesadelo. E durante o almoço, aquela cadeirinha vazia, tudo me faz lembra-lo. Seu quarto está do mesmo jeito desde o dia que aconteceu tudo aquilo, todas as roupinhas muito bem limpas e ajeitadas no guarda roupa. Seus brinquedos, um jogo de banco imobiliário armado no chão.
O psicólogo então me disse que a sessão está perto do fim, mas eu tenho tanto o que falar ainda. Ouvi a voz do meu ex-marido me chamando, ele dizia que ainda teria que prestar depoimento na delegacia e que havia um policial me aguardando do lado de fora para me levar até lá. Eu estava quase em estado de choque durante essa sessão, já se passaram dolorosas duas semanas que aquela monstra tinha feito essa barbaridade com uma criança, essa criança... Era o meu pequeno Eduardo, meu filhinho que em breve completaria seus alegres oito anos de vida, mesmo eu divorciada do Marcos, ele era tão ligado com seu pai, ele amava tanto sua família, todos os dias eu pensava em me reconciliar com o meu ex-marido, por conta do meu filho. O que eu queria mesmo era só ter ido junto com ele, não tenho mais cabeça para trabalhar, para cozinhar, para conversar. Mamãe veio me oferecer um apoio emocional, mas temo ter desprezado ou feito pouca companhia à ela. Todavia, ela irá compreender, a dor de perder um filho. Enquanto era levada à delegacia dentro de um carro com uma irritante moradora de rua que foi detida após tentar assaltar um turista no centro da cidade, eu pensava: “Me preocupei tanto em morar afastada desse caos urbano, morando afastada, em uma chácara, simples, mas aconchegante e espaçosa, para quê? Uma mulher simpática sequestrar e assassinar meu filho? O que uma criança tinha com isso, ele nunca fez nada de ruim para se quer uma mosca”. Nessa hora chorei, funguei fundo e o Marcos aconchegou minha cabeça em seu peitoral, quente, macio, meu único refúgio para debulhar-me em lágrimas. Um devaneio invadiu minha cabeça, tudo o que havia acontecido a duas semanas atrás voltou, cena por cena, como um filme, que me torturava.

- Doutor Madeira, estou indo, a babá me ligou e disse que Dudinha está com febre, devo correr para ver o que está acontecendo e conforme for eu o levo para o hospital.
- Tudo bem, querida, já estou um pouco cansado também. Acredito que ninguém virá mais hoje, está tarde.
- Até amanhã!
- Se cuide, minha filha. – a voz rouca do Doutor indicava seu cansaço e sua idade avançada. Já era um renomado nutricionista, aposentado, mas continuava cumprindo sua missão. Eu gostava de trabalhar com ele.

Tomei minha bicicleta e voltei para casa preocupada, a brisa me acalentava, era tão bom sentir aquele cheiro de mato. O consultório do Doutor Madeira, no centro do bairro era bem perto da minha casa, uns quinze minutos pedalando e quarenta a pé.
Estava chegando em casa, tudo escuro, pensei que havia faltado luz, é normal, o bairro não oferece uma infraestrutura regular, coisa que nossos políticos pouco resolviam, o que me deixava revoltada. Mas notei que a luz do poste estava acesa. Bem, deixei a bicicleta amarrada na grade do jardim e lembrei que tinha esquecido minha bolsa, não é a primeira vez, eu quero uma vida tranquila mais reconheço que o estilo de vida urbana apressada e estressada ainda me perseguia. Disse em voz alta.

- Calma, Denise, está tudo bem, quando for levar o Dudinha no hospital, passe na casa do doutor Madeira e pegue a chave do consultório. Está tudo certo.
Então busquei a chave reserva no jardim, chegando lá notei que o carro não estava mais lá, estranhei, óbvio, e achei logo que haviam roubado, coisa também que não é muito comum aqui, os vizinhos são todos unidos. Lembro-me até hoje quando a Dona Laura me trouxe um pote de doce de mamão verde com coco em conserva, uma delícia, então entrei logo em casa para poder ligar para a polícia, sem antes ver o meu filho, claro. Mas estava tudo escuro dentro de casa.
- Marlene? Marlene? Está tudo bem?

Ninguém me respondeu, acendi as luzes e subi os degraus. Quando cheguei no quarto não encontrei ninguém, pensei logo que ela tinha levado ele ao médico e me perguntei se algo grave não teria acontecido com Marlene.
Busquei a agendinha e liguei para o celular dela. Demorou alguns três ou quatro toques para que ela fosse atender.

- Dona Denise, socorro, sequestraram a mim e o seu filho, os bandidos estão pedindo um cheque com quinhentos mil, socorro – ela berrou – Por favor, salve minha vida, Dona Denise.
- Ai meu Deus, o que está acontecendo, Marlene? Marlene? – gritei – Ponha os sequestradores na linha.
- Eles não querem ter a voz reconhecida. Eles disseram pra deixar o cheque na praça.
- Mas eu não tenho todo esse dinheiro, eu não sou rica.
- Dona Denise, por favor, me salve. – ela sussurrou e desligou.
Notei que a ligação havia durado mais de um minuto. Liguei para a polícia e pedi para que rastreassem de onde veio a ligação, eles disseram que retornariam. Pedi que fosse feito com urgência pois era uma suspeita de sequestro. Eu procurava manter a calma, mas estava muito nervosa. Estava me descontrolando, gritei, chorei, surtei, eu estava à beira de um ataque de nervos. Liguei para o Marcos.
- Marcos, me ajude.
- O que houve Denise? Porque está chorando?
- Dudinha foi sequestrado, junto da babá.
- Não fale isso. Estou correndo para aí. Me espere e não tente buscar você mesmo seu filho.

Quando foi uns dez minutos depois a polícia bateu na minha porta e me informou que localizou o local da ligação e disse que vinha do bairro vizinho, em uma casa simples. Então pedi para que eles pudessem solucionar e deixei na mão de Deus, eu me apegava com todas as forças para que ele pudesse salvar Marlene e meu filho, tão pequeno, porque fizeram isso com ele.

- Estamos indo lá, não saia de casa senhora. Tranque as portas e as janelas, manteremos contato com a senhora. A polícia pegará seu filho de volta, confie!

Era minha única opção, assenti, chorando. O policial saberia o que estava fazendo. Nessa hora nem me lembrei de registrar também o roubo do carro.
Passavam os segundos, os minutos, e nada, eu andava de um lado para o outro na sala, comia os bombons que estavam na geladeira e tomava café feito uma louca, bateram na minha porta, pensei que fossem os policiais com o meu pequenino de volta, mas era apenas o Marcos. Aí que eu chorei mais e ele me abraçou, talvez ele fosse o homem da minha vida, como não poderia sentir isso? Em seus peitos encontrava o meu refúgio. Ele acariciou minha cabeça e sentou na sala comigo, conversamos. Notei que seus olhos estavam vermelhos e pesados de lágrima, estava sofrendo também, nós dois, afinal é o nosso filho. Contei a ele tudo o que sabia e ele ligou os pontos:

- Foi a babá quem sequestrou o Dudinha, Denise! Deixe de ser ingênua.
- Mas como pode isso Marcos?
- Ela não deixou você falar com os sequestradores, o carro não está aqui e a chave estava dentro de casa e ela é a única que estava, até agora, com o Dudinha. Sabemos que esse bairro não tem muito risco.
- O que po... – chorei mais do que deveria, minha garganta parecia estar pesada, minha cabeça doía, eu estava perto de um colapso – Devemos ligar para os policiais então

Foi quando recebemos a ligação dos policiais.

- Senhora, não podemos agora falar por telefone, mas venha acompanhada de alguém para... – o policial ditou o endereço – Nós estamos aguardando.
- Mas e o meu filho? Ele está bem? Foi a babá quem o sequestrou, por favor, não façam nada perigoso.
- Tudo bem senhora, apenas venha ao local indicado.

Marcos pegou o endereço anotado e nós dois fomos até lá. A viagem inteira fui chorando, não trocamos uma palavra no carro, queria dormir, mas a minha enxaqueca não deixava eu dormir. A chuva fina com o vento indicava que a frente fria realmente havia se instalado por aqui, a noite parecia mais negra do que qualquer outra noite, mais sólida, mas fria e solitária e tudo que eu via me remetia a dor, um vazio enorme. Eu estava pensando no pior, mas novamente pedi a Deus que tudo tenha ocorrido bem. Não demorou mais que dez minutos e chegamos lá.
Estava tudo interditado, havia um carro de remoção de cadáveres e a perícia, muitos curiosos à volta e a casa, velha e simples, ainda de telhas francesas, com paredes brancas com mofo, o policial pediu para que eu sentasse dentro da cabine da caminhonete deles e me contou o que encontraram lá.

- Senhora. Tome um copo de água.
- Não preciso de água, eu preciso daquela criança que está ali dentro com aquela dissimulada.
- Bom, ela está morta. Quando chegamos aqui, ela estava observando o movimento da rua pela pequena janela que há no banheiro. Soamos a sirene e ela gritou para que não entrássemos. Nós pedimos calma a ela, e ela continuou gritando, enquanto isso um policial da inteligência tentava invadir a casa... E... bem, ela se matou com um corte profundo na garganta.
- O que? Essa desgraçada, mas e o meu filho, cadê ele? Ele está na ambulância? Deixe-me vê-lo.
- Calma senhora. Bom. Eu não sou bom com essas coisa.
- Me conte logo.
- Seu filho foi morto asfixiado por ela. Nós sentimos muito.

De repente tudo ficou embaçado, minha cabeça doeu muito mais, estava tudo esmaecendo, tudo desfocado, tudo escureceu... Acordei deitada numa maca no hospital. Desde então, não tinha emoção, não tinha a falar... Eles diziam que eu estava em estado de choque. Mas eles não sabem, o que é ter e perder uma criança alegre, um filho carinhoso, divertido, uma criança inocente oferecida assim à morte, por uma vadia.


Acordei agora com o Marcos me chamando pra entrar na delegacia, havia dormido com esse devaneio na cabeça.

- Vou ali na lojinha comprar água, porque estou com um pouco de sede.
- Tudo bem querida, não demore muito, sei que isso é doloroso, mas não quero vê-la sofrer mais, vamos terminar logo com tudo isso, nós vamos superar.

Atravessei a rua, sem olhar para os lados, os carros passavam, buzinas soavam, mas nada isso me importava. Comprei a água, o moço não me cobrou nada, agradeci e me dirigi para uma mesa próxima. Peguei meu antidepressivo e enchi a mão e tomei um por um, engolindo um por um, e a cada um que descia na minha garganta pesada de choro, uma lágrima caia da minha face.
- Marcos tem razão, vamos terminar logo com esse sofrimento todo.





VS.

@Mag escreveu:
A noite que sucede a vida


Na esquina o carro vira, a criança grita, o policial na rua corre. A morte ampara a vida em consonância com a noite que sucede ao derradeiro pôr do esplendoroso sol.

A vida nem sempre é tão magnífica quanto o brilho de sol do dia anterior. O dia anterior, no entanto, nem sempre é tão forte. Existem dias nebulosos, em que o sol não dá a sua verdadeira face ao mundo nem se prontifica a dissipar a neblina e as trevas que prevalece fora de tempo. Falta de chance? Cansaço? Vá saber. Como o sol que não brilha quando isso é sua obrigação, há vidas que não aproveitam o que podem fazer neste mundo de contradição e morbidez, e a morte os alcança, como a noite. Então dia se foi, noite chegou, o mundo continuou o mesmo.

Vá, pequeno! Corra pelas ruas, divirta o quanto pode!

Torna a acontecer. O carro vira na esquina, a criança – no máximo 8 anos, quem dirá? – é atropelada. Voa longe e esfacela o seu rosto no asfalto. Graças às divindades piedosas, morre ainda no ar, após a pancada fatal do carro. O policial que vigia a rua – coitado – corre à cena e se prontifica a ver o fatídico dia em que seu primogênito perdeu a vida antes mesmo que seus pais.

Treme, chora, faz escândalo. Por sorte vê que o assassino de seu filho tivera compaixão e ficara lá na rua, tentando amparar a mãe da criança que chorava o choro copioso e desesperado das mães, as únicas que amam verdadeiramente. A pistola na mão do pai policial é vista com maus olhos pelos presentes, mas ele não se importa. Sabe que de acordo com as leis de transito que tanto respeita, o outro não fizera nada errado. Mas que há? A mente só pensava em se vingar, a arma em sua mão era atraente e persuasiva, dizia ser resposta justa ao assassinato monstruoso que o homem desesperado perante ele cometera.

Apontou na cabeça, atirou, matou.

E segue-se a justiça.



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