Pokémon Mythology
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Mensagem por jmarcos589 em Qua 20 Maio 2015 - 19:50

O Assassino





Sinopse
Kyu... Um cara misterioso, que usa e abusa de seus poderes paranormais, e de sua força em conjunto com arrogância. Talvez isso possa ser mudado, a partir do momento em que o governo dos Estados Unidos começa a procura por ele.

Notas do Autor :
Prólogo bem resumido, talvez ainda mesmo com pouca imaginação de minha parte. Pretendo postar mais outros capítulos, e a cada capítulo, conseguir trazer mais ainda o clima de mistério, e ao mesmo tempo explicar fatos acontecidos com o decorrer da história.

Kyu tem cerca de 25 anos de idade, com um físico quase perfeito, seu cabelo com um corte militar preto. Uma cicatriz vertical, que atravessa seu olho direito. Gosta de usar regatas pretas, um pouco maiores do que seu tamanho. Uma espada que gosta de chamar de Callibur.


Prólogo - A Catástrofe de Los Angeles:

Prólogo - A Catástrofe de Los Angeles

Los Angeles, California. 24 de Setembro de 2015.
           
Muitas pessoas começavam a correr desesperadamente ao ouvir o primeiro abalo sísmico. O alerta já fora enviado algumas horas atrás, mas insistiam em pegar seus pertences, ou no pior dos casos, nem mesmo acreditar que tal coisa aconteceria.
             
Gritavam cada vez mais por um nome em comum, “ Kyu ”. Não é uma coisa muito comum de se lembrar de dizer enquanto corre por sua vida, ao invés de apenas sair gritando.
             
O céu estava vermelho, como se o azul claro do céu alegre, tivesse sido engolido por um banho de sangue. Tudo estava dando errado naquele dia... E foi alguns momentos mais tarde, em que puderam perceber que depois de todo o Terremoto, começavam a ouvir mais outros barulhos... Aviões?, ou seriam de sua imaginação? Não, era algo real...

- T...t..tsunami! – Gritava alguns correndo ainda mais desesperadamente
- N..n..não.. pode ser....
             
Foi quando toda a população ainda na rua, conseguiu ter visão do paredão de água que se formava diante de seus olhos... Foram poucos segundos até devastar toda a cidade. A incrível onda gigante, que deveria ter pelo menos mais de quarenta metros antes de quebrar, levava carros, pessoas, destroços... tudo em direção ao fim...

. . .

         A casa branca estava totalmente enlouquecida, digo, todos que a habitavam, incluindo o presidente dos Estados Unidos, que estava a ponto de explodir com tantas notícias ao mesmo tempo.

- Senhor Presidente. O tsunami em Los Angeles, afetou a cidade inteira, foi um dos maiores desastres que tivemos até hoje... Cerca de quase quarenta mil mortos já foram confirmados.
- Precisamos procurar por sobreviventes.. Mande equipes de resgate para lá, procure por destroços e qualquer outro lugar em que possa se achar sinal de vida... Parte de nosso país foi levado nisso, e creio que logo a mídia vai expor tudo.
- Sim Senhor! Mas...
- Não há mais! – Gritou, batendo a mão na mesa – Quero que procurem Kyu.. Vivo ou morto. Ele vai pagar por isso!

. . .

Las Vegas. 10 de Outubro de 2016.
       
Num motel de três estrelas, Kyu estava com pelo menos três garotas deitadas em seu redor, numa cama vermelha, em formato redondo, que lembrava um coração. Elas o alisavam por todo seu corpo, que já tiveram feito algo bem pior com ele a momentos atrás...
         
Kyu apenas sorria e curtia o momento. Ele as tratava como vadias que encontrava por aí, e o pior, é que realmente eram. Eram tratadas como lixo, eram descartadas como copos de festas de aniversário de crianças de 3 anos de idade. Ele já estava bem famoso na cidade a este ponto, as melhores vadias da cidade o procuravam pra o fazer feliz. E ele apenas curtia o momento.
         
Todos sem roupa, e algo inconveniente acaba por acontecer... Alguém bateu na porta...
         
Kyu levantou da cama e logo gritou reclamando. A porta logo após outra batida, foi arrombada. Dois policiais miravam um fuzil diretamente para sua cabeça.

- Nem mais uma palavra – Ameaçou um dos policiais.
Kyu riu ao ouvir as palavras, soavam como piadas. – Vai me matar pelado? Mas que constrangedor – Debochou.
         
As mulheres que estavam no quarto, gritavam e corriam de um lado pro outro, até conseguir fugir do quarto. O policial olhou pro seu companheiro, como se pedisse permissão pra atirar.

- Qual foi? Tão com medo? – Ainda provocava os policiais.

- Permissão concedida! – Seu parceiro disse. Foi interrompido antes mesmo de conseguir terminar a frase, o policial atirou logo.
           
Kyu abaixou segundos antes, desviando do primeiro tiro.

- Errou...
         
O policial atirou mais três vezes em direção a Kyu, que conseguia sempre desviar  segundos antes.

- Errou feio...
         
A esse momento, o parceiro do policial, já se irritava também, puxou seu fuzil e começou a metralhar balas... Não levou muito tempo até as balas acabarem completamente.

- Isso é sério? Vocês vem me matar, com pouca munição? – Kyu apenas sorria andando em direção a eles. Os policiais estavam começando a tremer.

-  Como será o céu? Pena que não vão pra lá – Ele riu, batendo a cabeça de um policial na outra. Pegou uma das pistolas de um bolso de sua calça e disparou um tiro na cabeça de cada policial.

- Não se apaga o fogo, usando gasolina... Babacas! – Kyu a esse momento, já botara sua roupa, e preparava pra sair do quarto, que estava todo ensanguentado e cheio de marcas de balas. Ele ouvira barulhos de passos subindo escadas correndo. - Não há outra opção... – Seus olhos amarelos, como de gatos, brilhavam naquele momento. Terminou de se equipar e então pulou da janela.


CAPÍTULO 1 - ARYA:


CAPÍTULO 1 - ARYA

         Kyu estava andando pelas areias de uma praia. Não parecia o tipo de pessoa que ficava horas torrando numa praia, com uma bermuda ou até mesmo sunga. Não, ele odiava sungas.

         Uma garota tava correndo de dois caras, que gritavam e xingavam ela. Kyu saiu correndo em direção a ela, e pulou em cima de um dos caras. O outro largou de cima dela, puxou uma faca e olhou pra Kyu.

- Quem você pensa que é?

         Apenas olhou pra a garota, como quem perguntava se tinha permissão para matar.

- Permissão Concedida – sussurrou Kyu, pra si mesmo. Puxou uma faca presa em sua calça e ergueu pra frente, em direção ao segundo cara, sem nem perceber que tinha largado o outro.
   
    Os dois caras riram, enquanto o outro que havia sido esquecido, estava nesse momento de pé, com uma faca apontada no pescoço de Kyu.

          A garota estava com medo, mas, mesmo assim resolveu tentar. Puxou um revolver que guardava no bolso de seu short, apontou na cabeça de um dos caras e atirou. O outro se assustou com o barulho e se distraiu olhando pra ela, foi o suficiente para Kyu conseguir degolar ele.

         A garota pôs a mão na boca e começou a chorar, se jogou de joelhos no chão e se arrependeu amargamente de ter feito aquilo.

- Quem eram eles? – Kyu perguntou, abaixando-se e confortando ela.

- É uma..longa..história...

* suspirou * - Vamos então, tenho tempo suficiente pra ouvir longas histórias.

         Ela apenas ficou quieta concordando com ele. Kyu pegou a chave do carro e foi andando junto com ela até entrar no carro.

- Nome? – Sorriu.

- Eu sou Arya, filha de Nemesis. Sou uma espécie de Anjo, que por algum motivo vim cair aqui. Fazem 5 anos.

Kyu abriu um sorriso quase imperceptível, e tentou se manter atencioso a conversa.

- E você? Ganha a vida salvando garotas na praia?

- Não. Digamos, que, ganho a vida matando. Sou uma espécie de Assassino de Aluguel

Ela já ia começar a gritar quando ele sinalizou com seu dedo indicador, pedindo silêncio

- Você não é um anjo totalmente puro, não é mesmo? – Ele perguntou, tentando mudar de assunto. – Uma híbrida, de humano com anjo.

- É.. Pera.. Como? – Ela foi interrompida por mais uma síntese dele.

- E esses caras, provavelmente são demônios, procurando se vingar por algo que você ou algum antepassado tenha feito. Certo?

- Não exatamente.. É como se algum espírito estivesse controlando eles. São humanos que perderam a própria consciência, pra esse espírito.

- Onde conseguiu esse revólver?

- Uma garota frágil de vinte anos, não vai conseguir se virar sozinha apenas com os punhos. – Ela respondeu, talvez sendo um pouco irônica.

Concentrou-se no trânsito. Foi então que dois carros de polícia barraram a frente deles, dois policiais saíram do carro e apontaram armas em direção ao carro de Kyu. Seus olhos eram totalmente pretos.

Ele cerrou os dentes e Arya começou a se desesperar aos poucos.

- Espera! O que pensa que ta fazendo?

- Me divertindo um pouco – Ele sorriu sério, destravando seu revólver. – Tem um colete no banco de trás.

Kyu saiu do carro, se expondo de frente aos policiais.

- Qual foi... Vocês não vão ter coragem de matar um humano...

Os policiais estavam pedindo reforços. O outro começou a disparar tiros pra cima de Kyu. Os tiros penetravam sua blusa, mas era como se não fizesse efeito.

- .. Ou talvez não tenham capacidade. – Correu pra cima deles, e bateu com a coronha da arma na nuca de um, desmaiando-o de primeira.

Arya gritou logo atrás dele. Kyu se distraiu e olhou pra ela, levando um tiro de raspão no braço.
Deu uma rasteira no policial e atirou na sua cabeça. Então correu pra onde Arya estava , que logo estava já batendo no policial que a atacara.

- Precisamos sair rápido daqui – Ela disse.

Kyu suspirou. – Pediram reforços, conseguiram nos localizar.

- Tenho um jato particular no aeroporto daqui. Se conseguirmos chegar lá bem rápido, podemos ir pra outro estado.

- Tenho um plano.. Apenas me segue. Ele andou até um carro da polícia. Entrou e ligou o transmissor. – Câmbio. O Criminoso fugiu. Abortar missão!

- Sim senhor! – Disse uma voz do rádio.

- E os que já estão aqui? Eles já te viram. – Ela insistiu.

- Aí é só dar um jeitinho. – Saiu do carro e puxou a pistola. Acertou um tiro na cabeça de cada policial que estava de pé, um seguido do outro.

Ela apenas ficou se entreolhando com ele, como alguém que não acreditava no que tinha acabado de ver.

- Problema resolvido, podemos ir?

- Eu dirijo. – Ela respondeu apontando pro braço dele.

- Ah vamos, é só um raspão.

- Não deixa de ser um tiro. Mas.. Apenas uma pergunta.. Pra onde vamos?

Ele entrou no banco de carona do carro e tirou um mapa-múndi do porta-luvas.

- Precisamos de um avião um pouquinho maior. – Ele disse olhando pra ela.

- CORÉIA DO SUL? VOCÊ PIROU? – Ela berrou com ele.
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