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Diários de um pescador - Contos quase memórias Pikalove
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Diários de um pescador - Contos quase memórias

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Diários de um pescador - Contos quase memórias Empty Diários de um pescador - Contos quase memórias

Mensagem por Luanna em Sab 2 Out 2010 - 1:01

- Palavras da autora

Após um tempo longe da Pokémon Mythology, resolvi voltar a criar laços com o forúm colocando em prática e organizando pensamentos que venho tendo desde quando li determinados livros, alguns para projetos do curso, outros apenas para realização pessoal e assim, criando a minha primeira FanFiction.

Desde já aviso que sou uma pessoa com vários compromissos na vida pessoal, trabalho e estudo, portanto, não posso ficar postando um capitulo por dia. Peço para que não fiquem pressionando para que eu venha a postar outro capítulo, farei sempre o possível para posta-los, mas não estipularei prazos.

O enredo irá conter além de aventura, que é o principal foco, drama, ação, romance, sexo e violência, por isso recomendo que apenas membros com mais de quatorze anos leiam a história, pois, ao meu ver, pessoas com idade inferior à estipulada não possuem maturidade para lhe darem com essas situações. Mas é claro que cada caso é um caso, o amadurecimento das pessoas é relativo.

Visto que tenho um bom conhecimento musical compatível com o tipo de história que irão conter cada capítulo, resolvi, até onde eu saiba, inovar e colocar o link do YouTube de alguma música, apenas como um aperitivo a mais, afinal de contas, em muitas vezes nossos sentimentos se exprimem pelos sons.

É isso pessoal, espero que aproveitem e se divirtam.

- Lista de capítulos

00 - Prólogo (neste post)

- Trilha sonora dos episódios

Prólogo: Katy Perry - Thinking of You

- Prólogo

Não havia muito tempo que o velho Thomas havia falecido, a família ainda estava abalada, mas aos poucos estava conseguindo se recompor, com excessão da velha senhora que ele deixara.

Os acontecimentos que causaram a triste e repentina morte do Sr. Thomas fizeram com que o outono canandense fosse mais frio e melancólico do que era de costume, e com a chegada do inverno, a tristeza só aumentou, pois a Sra. Willians ainda não conseguira se despegar de seu já desencarnado marido.

Era uma manhã de domingo, quando um carro estacionara nas proximidades da velha casa, era Mel, a segunda dos quatro filhos que os Willians tiveram, que vinha para visitar sua abatida mãe.

- Mãe! A senhora está aí?

Melissa não escutou nada, bateu novamente e depois de certo tempo começou a ouvir passos fracos descendo as escadas, acompanhados de uma forte tosse, quando ve sua velha e desgastada mãe abrindo a porta principal da velha casa.

- Posso saber onde a senhorita estava? Não vai me dizer que estava tentando denovo fazer faxina! - Reclamou a filha, que anteriormente já havia recomendado que sua mãe parasse de executar determinadas atividades.
- Na verdade estava cuidando da minha vida, porque não tenta fazer o mesmo com a sua?
- Mamãe, mamãe... É por isso que o Mike não vem muito aqui, a senhora não muda mesmo. - Respondeu com um leve ar de ironia.
- Aquilo é um cachorro ingrato, só deve ter puxado mesmo ao lado da família do seu pai, porque o meu é que não puxou.
- Mãe, mãe... - Suspirou Mel, quando ouviu o zumbido de chaleira que fica tempo demais no fogo - O que era aquilo? Chá?
- Seria mais o que? Para o seu pai, a bebedeira com os velhos amigos não era nada comaprado ao meu chá de erva de amora.
- Não é bom ficar lembrando sempre do papai, mamãe... Mas enfim, vou terminar aquele chá para tomarmos e conversarmos melhor sobre o que a senhora vem fazendo nessas últimas semanas.

E se encaminhou depressa para a cozinha, terminou de fazer o chá que estava no fogão a tempos, serviu à se e à sua mãe, ambas sentaram nos sofás da sala, em volta da mesa de centro trazida por Thomas do Japão trinta e dois anos antes.

Enquanto bebiam o chá, conversavam sobre o que ambas haviam feito durante o tempo em que não se viram, a Sra Willians, como sempre, falou muito de seu marido, da vida que teve ao lado dele, enquando Mel falou de seus filhos, de sua carreira como jornalista, coisas de típicas de uma mulher indepentende que precisa trabalhar para sustentar a família.

A sra. Willians também contou a partir de suas lembranças sobre algumas histórias que seu marido vivera durante a vida de pescador, falou sobre suas aventuras e romances. Prestando bastante atenção no que sua mãe contava, Mel resolveu a questionar sobre como ela sabia de tudo aquilo e nunca contara para ela ou qualquer um dos seus outros irmãos.

- Mas mamãe, como a senhora sabe de tudo isso, sem nunca ter contado nada para mim ou os meninos?
- Estava lendo os velhos diários de seu pai, que ele costumou escrever durante suas viagens pelo mundo afora.
- Não brinca! Como a senhora conseguiu encontra-los? Pensei que iria morrer sem nunca ler os tais diários do papai. - Disse Mel brincando, mas ao mesmo tempo feliz ao saber da localização deles
- Ele havia me dito enquanto estava no hospital, inclusive dei um dos diários para ele fazer algumas anotações, acho que ele escreveu sobre o fim da vida dele... Não cheguei ainda nele
- E porque a senhora não havia me dito isso antes? - Perguntou Melissa, ja aguardando uma típica resposta ignorante de sua mãe
- Porque você não tinha me perguntado - Falou a velha, desta vez, com um incomum bom humor;
- A senhora então poderia me dizer onte estão?

A velha pensou um pouco, afinal de contas eram as lembranças mais fortes que poderia ter de seu marido, e conhecendo bem a formiga que morde, sabia que sua filha almejaria leva-los para casa, pensou em negar o pedido da filha. Mas ao mesmo tempo sabia que seus dias estavam praticamente contados, e que logo logo os diários voltariam a se perder, e conhecendo bem seus outros três filhos, sabia que as narrativas de seu falecido marido se perderiam facilmente na mão deles, resolveu então acatar ao pedido da filha.

- Tudo bem, me siga.

Subiram pelas escadas, as mesmas de onde Mel a ouvira descendo quando chegara, em seguida, a velha puxou uma pequena corda, que desencadeou uma escada e esta as levou ao sótão. Chegando lá, Melissa a pedido de sua mãe empurrou um velho baú, embaixo dele havia um fundo falso, e neste estavam todos os diários escritos por seu falecido pai.

No mesmo instante em que foram encontrados, os olhos da moça brilharam de emoção, ela não acreditava que estava vendo os famosos escritos de seu progenitor, ja sabendo o que iria perguntar, sua mãe imediatamente falou:

- Leve-os, sei sei que irá fazer rodeio para finalmente pedi-los, então, ja estou autorizando desde ja para evitar isso, mas antes prometa que irá traze-los no mesmo estado em que esta os levando e que assim que terminar de ler todos, os trará de volta.
- Mamãe, a senhora tem certeza disso? Quer que eu realmente os leve comigo?
- Oras, se estou mandando é porque quero que você os leve consigo, mas antes, prometa o que eu disse.
- A senhora é tão apegada as coisas do papai, imagina aos diários...
- Prometa!
- Tudo bem então mãe, eu prometo, os trarei em perfeito estado assim que terminar de ler todos, também prometo que não demorarei.
- Então deixe de enrolação e comece logo a ler eles, já é tarde e não quero que pegue a estrada. Irá dormir aqui e amanhã voltará para sua casa. Ligue para seu ex-marido para que ele possa cuidar das crianças.
- Sim, sim, claro. Tudo o que a senhora mandar.

E foi assim, feliz mas ao mesmo tempo pressionada e com remorço de ficar temporariamente com as narrativas de seu falecido pai, que Melissa Willians finalmente conseguira por as mãos em cima da vida de seu pai, e poder conhecer melhor o homem que tanto amou, mas que mal podia vê-lo.

----

É isso pessoal, esse é o prólogo. Quem quiser ver a trilha sonora do prólogo, clique aqui.

Aguardem que assim que possível estarei retornando aqui para postar o primeiro capítulo das aventuras do Sr. Thomas pelo mundo afora, narradas por ele, os dramas da vida de sua filha Mel também estarão contidos na narrativa da primeira FanFic que escrevo. Aguardem!!!
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Mensagem por pietrosaggioro em Sab 2 Out 2010 - 10:06

Olá Bom dia Luanna!

Fico feliz de vc voltar a frequentar o forum ^^

Adorei sua Fic *-* A hiostória é ótima,achei muito interessante e elvolvente,vc narra muito bem!Teve poucos erros ortográficos e gramáticais,percebi só esse errinhos,estão no quote abaixo:

@Luanna escreveu:

... a tristeza só aumentou, pois a Sra. Willians ainda não conseguira se desapegar de seu já desencarnado marido.

E se encaminhou depressa para a cozinha, terminou de fazer o chá que estava no fogão a tempos, serviu à (a sem crase) se (si mesma) e à sua mãe, ambas sentaram nos sofás da sala, em volta da mesa de centro trazida por Thomas do Japão trinta e dois anos antes (atrás ficaria melhor nesse caso)

- Leve-os, sei sei que irá fazer rodeio para finalmente pedi-los...


Fora isso sua Fic está excelente,parabéns!!Vou acompanhá-la!!

Boa sorte!!

Estou muito ancioso para o próximo caítulo ;D

Tchau.
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