Pokémon Mythology
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Creepypastas Gerais

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Mensagem por juniorseverino em Seg 19 Set 2011 - 8:52

Ola pessoal, eu adoro creepypastas e vou contar algumas pra vcs.

Spoiler:
Bob Esponja: Os 7 Pecados Capitais

Tenho sido um fã de Bob Esponja Calça Quadrada há anos, e acho que a profundidade dos personagens é uma das coisas que realmente faz com que esse desenho dê certo. Desde que ouvi o Sr. Lawrence dizer (em um comentário em áudio no DVD da 1 ª Temporada) que Stephen Hillenburg baseou os 7 personagens principais nos 7 pecados capitais, eu não pude deixar de ser muito fascinado por isso. Finalmente acho que eu descobri qual personagem é cada um:

1. Preguiça [Patrick] - Preguiça é o pecado da preguiça, ou falta de vontade para agir. Obviamente este é o Patrick. Ele vive debaixo de uma pedra o tempo todo e realmente não faz nada. Na verdade, no episódio "O Grande Fracassado Cor de Rosa (2º Temporada)", ele ganhou um prêmio por não fazer absolutamente nada durante mais tempo.

2. Ira [Lula Molusco] – A ira se envolve em sentimentos de ódio e raiva. Lula Molusco odeia a sua vida, odeia principalmente o Bob Esponja, e é basicamente zangado com tudo o tempo todo.

3. Avareza [Sr. Siriguejo] - Obviamente, o Sr. Siriguejo é ganancioso e desejoso por dinheiro. Como o velho Siriguejo não poderia representar a Avareza? Ele até cantou sobre o poder da cobiça em "Á Venda (4º temporada)".

4. Inveja [Plankton] - Plankton tem inveja do Sr. Siriguejo, porque o Siri Cascudo é um sucesso enquanto o Balde de Lixo é um fracasso. Sua inveja leva-o a tentar roubar a fórmula secreta do Siri Cascudo toda vez.

5. Gula [Gary] - Eu acho este aqui realmente muito engraçado. Você já percebeu a piada recorrente no desenho, onde eles dizem "Não se esqueça de alimentar o Gary" ou que o Bob diz: "Eu tenho que ir dar comida pro Gary". Gary até mesmo fugiu de casa, naquele episódio em que o Bob Esponja se esqueceu de alimentá-lo. A gula normalmente se refere ao excesso de comida, então eu suponho que este se encaixe muito bem nele.

6. Soberba [Sandy] - Sandy tem um excesso de orgulho em quem ela é e de onde ela vem. Ela se orgulha do fato de que veio do Texas, e gosta de ter certeza com que todo mundo saiba disso. Ela também se orgulha muito do fato de ser um mamífero e uma criatura da terra, como foi mostrado no episódio "Pressão (2º temporada)", onde ela tenta provar que criaturas terrestres são melhores do que as criaturas marinhas.

7. Luxuria [Bob Esponja] - Ok, eu sei o que você está pensando. Parece um pouco estranho e curioso no começo, mas eu pensei muito para chegar a essa conclusão, e não foi a toa. Luxuria, em uma definição mais correta, significa "amor excessivo dos outros". Eu acho que isso se encaixa melhor no Bob Esponja. Ele mostra seu amor excessivo pelos outros com suas formas exageradas de fazer o bem e ajudar as pessoas. Se alguma coisa é realmente verdade sobre o Bob Esponja, é que ele ama todos ao seu redor, mesmo que eles não exatamente retornem todo o seu amor.

Então foi isso que deduzi. Eu não sei o que ninguém pensa sobre isso. Ah, a propósito, tente não analisar demais os desenhos, especialmente Bob Esponja. Eu realmente acho que as pessoas que trabalham no desenho tentam ser inconsistentes de propósito... Apenas para serem engraçados.

Spoiler:
ICarly: O episódio perdido

Creepypastas Gerais - Página 5 Icarly_1thh

iCarly é um programa semanal muito popular na TV e na internet. Eu costumava gostar muito dele, e assisti-lo toda a semana. Isto é, até “isto” acontecer...

Em um sábado a noite, decidi entrar na página da iCarly para assistir alguns episódios. Procurando no site, eu achei um episódio que parecia muito estranho. O episódio se chamava "lastshow (ultimoprograma)". Curioso para assisti-lo, apertei play.

O episódio começa normalmente, nada fora do normal.

Então, a cena vai para o estúdio iCarly. Freddy diz a frase de sempre "EM 5, 4, 3, 2 ..." e de repente, a cena muda para o teto do estúdio, onde eu consigo ver um grande buraco que se expande constantemente.

Carly, Sam, Freddy e Spencer tentam fechar o buraco, mas algo cai na cabeça de Carly muito rápido. Eu não pude ver o que era, já que não havia botão de pausa e o vídeo estava em tela cheia. A tela fica preta por mais ou menos 1 minuto, e então corta para uma cena , mostrando Spencer chorando no sofá da sala. A câmera se foca na sala inteira, e em seguida, Sam entra pela porta da cozinha.

Sam conforta Spencer dizendo-lhe que foi um acidente e que ele não deveria pensar nisso. Ele continua chorando, e Sam, rindo, vai para o estúdio.

Freddy e ela estão no estúdio, checando os materiais para o próximo episódio. Este episódio seguinte seria apresentado apenas por Sam, já que Carly não era encontrada em nenhum lugar. Freddy diz novamente "EM 5, 4, 3 ...", porem antes dele dizer "2", a mesma coisa que aconteceu com Carly anteriormente, acontece com Sam, e mais uma vez, tudo acontece muito rápido, e eu nem sequer entendi o que realmente aconteceu.

A câmera corta de volta para Spencer, agora chorando ainda mais.

Em uma cena muito curta (apenas 3 segundos), Freddy aparece gritando, coloca uma arma em sua boca, puxa o gatilho, e uma mancha vermelha com pequenos pedaços de carne se espalham na tela, tudo muito rápido. Então Spencer corre para a porta da cozinha. A câmera mantém o foco na porta da cozinha por aproximadamente 4 minutos. Então a tela corta para preto, e o episódio termina.

A próxima coisa que eu me lembro de ter visto realmente fez o meu coração doer e as lagrimas escorrerem pelos meus olhos ... Depois que o episódio terminou, um texto apareceu na tela do meu computador, dizendo:


Em memória amorosa de:

Fredward "Freddy" Anthony Benson
1994-2011


Depois do ocorrido, eu nunca descobri o que realmente aconteceu, ou qual era o motivo daquele episódio. Quando tentei ver o vídeo novamente, a pagina dizia que aquele site não existia, e quando voltei no site oficial para procurá-lo, ele tinha sumido. Nas semanas seguintes, novos episódios saçíram normalmente, nenhuma menção ou comentários deste horrível acontecimento. Nenhum de meus amigos acharam ou ouviram falar deste episódio, e desde então, eu não consigo mais assistir nem sequer ouvir o nome “ICarly” sem que aquela imagem do Freddy com a arma em sua boca apareça em minha cabeça...

Spoiler:

Slender Man" traduzindo seria algo como "Homem esguio"

Ele veste terno preto, é muito magro. É capaz de esticar seus membros e o próprio tronco para tamanhos desumanos, a fim de provocar MEDO, e também seduzir suas presas.

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Com seus braços estendidos, suas vítimas ficam hipnotizadas e ficam totalmente impotentes. Ele também pode esticar seus dedos criando tentáculos.

Ele nunca deixa rastro de suas vítimas.

Não se sabe a origem dele. Ele gosta de raptar crianças, sempre é visto antes do desaparecimento de uma ou várias crianças. Gosta de lugares com névoas ou muitas árvores onde ele pode se esconder. Dizem que as crianças podem ver ele, se não tiver adultos no local.

Parece uma lenda, mas muitas pessoas afirmam já terem visto o Homem Esguio.
Os avistamentos normalmente acontecem a noite, perto de rios ou florestas. Tem relatos também dele ter entrado em quartos de crianças a noite, com janelas abertas.
São comuns no Japão e na Noruega, mas vem crescendo os avistamentos em outros lugares do mundo...

Ainda não acredita? Apareceram imagens deles em fotos tiradas de crianças desaparecidas no dia em que elas sumiram...

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Spoiler:
Coragem, o Cão Covarde: O episódio perdido (Dead Fred)

Eu estava fora de casa até tarde da noite, voltando para casa de um jantar com minha família. Minha caminhada de volta para casa fez com que eu passasse do lado do cemitério local, e com isso, eu decidi visitar o túmulo de um amigo meu recentemente falecido. Foi bastante assustador passar por todas aquelas pedras e árvores escuras no meio daquele mar de sepulturas, mas mesmo assim, eu queria que pagar meus respeitos a ele.

Se ao menos eu não tivesse feito isso... Se eu tivesse continuado dirigindo naquela noite, chegado em casa e entrado debaixo das cobertas... Mas eu não fiz isso. Eu estava um pouco bêbado da festa, e andar por um cemitério sozinho naquela noite escura e fria se registrava em minha cabeça como uma boa idéia.

Eu finalmente encontrei o túmulo, tropeçando no meio do escuro. Ao encontrar o tumulo, aquela pedra lisa que anunciava a partida de meu amigo, fiquei muito surpreso ao encontrar um CD lá no meio das flores.

O disco não tinha uma etiqueta profissional; era o tipo de CD que você poderia comprar em qualquer lugar, aquele em que se pode queimar e gravar coisas dentro. Estava dentro de uma embalagem quadrada e plana, sem nenhuma escrita sobre o plástico transparente. As únicas palavras foram rabiscadas no autocolante branco do CD. Usando o meu celular para iluminar o CD, eu li as duas palavras rabiscadas lá.

Elas diziam "Dead Fred".

O que realmente me deixou perplexo foi a caligrafia; era claramente a do meu amigo. Ele costumava ser dono de uma locadora, com centenas de velhas fitas VHS que não podiam mais ser encontradas em qualquer outro lugar. Ele escrevia os títulos dos filmes à mão, e pareciam ser iguaizinhos à do título do disco... E, depois de seu recente suicídio, sua carta havia sido encontrada, coberta com os mesmos rabiscos.

Intrigado, eu me perguntei quem havia deixado aquilo ali. Eu não tinha visto ninguém com aquilo no funeral.

Lágrimas começaram a queimar meus olhos. Eu sentia tanta falta do meu amigo, e este CD deveria ter sido algo muito importante para ele, para estar em seu túmulo deste jeito. Então, por que ele não me disse nada sobre isso? Nós dizíamos tudo um ao outro. Não era certo ele guardar o segredo somente para si mesmo, levando-o para a sepultura.

Como ele ousa me deixar de fora?

Em um ataque bêbado de fúria, eu tirei as lágrimas dos meus olhos e sai do cemitério com o CD nas mãos.

Só mais tarde, quando eu cheguei em casa e já estava colocando o disco em meu computador, percebi que eu havia feito. Eu havia tirado algo da sepultura de meu melhor amigo, algo que eu não sabia nada sobre. Aquilo não era certo; era muito pior do que ele ter guardado segredos de mim.

Amargamente, eu já estava indo tirar o disco antes que os menus e todas aquelas outras frescuras aparecessem na tela quando, inesperadamente, um vídeo se abriu.

Isso me surpreendeu por duas razões: primeiro, porque eu pensava que o CD só tinha imagens, áudios ou arquivos de texto. Nem passou pela minha cabeça que aquilo poderia ser um vídeo. E segundo, porque o computador não me perguntou nada se eu queria abrir o vídeo com tal programa... Ele simplesmente começou a passar.
Era um episódio de Coragem, o Cão Covarde; o desenho favorito de meu amigo. Eu realmente não gostava muito daquele desenho, porque o achava muito perturbado. Eu só havia assistido a primeira temporada, ou algo assim. Então, quando o título "Dead Fred (Fred Morto)" apareceu sombriamente na tela, eu não sabia que havia algo errado. Eu já tinha visto o episódio original “(Fred Esquisitão [Freaky Fred])" com o meu amigo uma vez, e eu achei que esse era apenas mais um episódio estrelado pelo problemático e poético barbeiro.

Enojado comigo mesmo por ter colocado o disco, eu fui fechar o vídeo, apenas para descobrir que o meu cursor do mouse estava congelado. Os botões do teclado também não deram nenhum resultado, então eu relutantemente aumentei o volume de meus alto-falantes e comecei a assistir ao vídeo.

Começou exatamente como "Fred Esquisitão", com Fred no ônibus e Muriel arrumando a colcha amarela sobre a cama. Porem, Fred não estava recitando seu poema; na verdade, não havia aparentemente nenhum som tocando junto com o vídeo.

Eu pensei que aquele era apenas o episódio original, apenas com o título editado, até que eu vi Coragem. O pequeno cão estava olhando pela janela, encarando Fred com uma mistura de medo e malícia em seus olhos.

Coragem se afastou da janela e olhou com raiva para longe... Então ele começou a ter flashbacks. Toda aquela merda que ele sempre teve que aturar, todo o terror, todos os abusos... Agora desabavam.

Coragem estava chorando em seu estilo frenético e animado, enquanto ele corria pelas escadas e para o porão. Ele começou a revirar um baú, lançando vários objetos (uma máscara feia, uma cabeça encolhida, e outros objetos recorrentes do desenho, num estilo perturbador), até que ele puxou uma espingarda de dois canos, lágrimas ainda escorrendo pelo rosto.

Arrastando aquela coisa para o andar de cima, ele se levantou, mirando-a na porta, com sua pequena patinha no enorme gatilho. A música de fundo com tema de aventura começou a tocar, porem, o vídeo ainda estava sem efeitos sonoros.

Muriel então desceu animadamente as escadas (eu imaginei que a campainha havia tocado, como eu não conseguia ouvir nada), girou a maçaneta e abriu a porta para cumprimentar seu sobrinho.

Lá estava Fred, com seu largo sorriso e cabelo bagunçado, parecendo tão esquisito como nunca. Ele abriu a boca para falar, olhou para baixo, e viu Coragem ali, com a espingarda tremendo e mirada para seu peito. Um olhar de choque e medo apareceram no rosto de Fred, antes que um tiro ecoasse pela casa.

E quando eu digo “pela casa”, eu quero dizer a MINHA casa. O tiro era a única coisa com som alem da música, e eu caguei um tijolo.

Eu esperava que uma bandeirinha escrito "bang" saisse da arma, mas não... Fred cambaleou e caiu para trás enquanto um sangue de cor vermelho-cereja começou a jorrar de seu peito, pulverizando tudo na sala da casa. Fred caiu no chão, morto. Muriel começou a chorar. Coragem olhava horrorizado para o que ele tinha feito, e então correu para o banheiro no andar de cima. Ele logo foi trancado lá dentro, do jeito que acontece no episódio normal.

Neste ponto, eu estava um pouco chocado. Aquilo era muito perturbador, até mesmo para aquele desenho. Nos próximos minutos, Coragem ficava sentado no chão, aos prantos e com a pele toda manchada de sangue. Então, as palavras começaram a chegar através de meus alto-falantes, baixas e lentamente.

"Olá, novo amigo."

Coragem olhou pra cima, olhou ao redor e não viu nada.

"Meu nome é Fred."

Coragem se levantou e virou-se para todos os lados. Ele foi até a janela, tentando descobrir donde vinha aquela voz. Muriel e Eustacio puderam ser vistos arrastando o corpo para o caminhão do Eustacio, um rastro de sangue escorrendo por trás dele. Muriel ainda estava chorando.

“As palavras que você ouve estão em seu pensamento.”

Coragem se afastou da janela, olhando para a espingarda ao lado dele. Os flashbacks voltaram; todos os chingamentos, todas as vezes que ele arriscou a vida para não receber nenhuma recompensa em troca, todas as coisas horríveis que havia visto. Todas as coisas que Eustacio tinha feito com ele, mesmo depois de tudo que ele passara.

"Fred é meu nome neste momento."

Coragem pegou a arma, equilibrando o cano no peitoril da janela, e mirou para a cabeça de Eustacio.

"E você foi muito..."

Coragem apertou o gatilho. Em uma fração de segundo, a cabeça do Eustacio explodiu em vários pedaços, junto com uma explosão nojenta de sangue. E ele derrubou o corpo de Fred, e seu próprio corpo caiu em cima dele.

“Cruuuuuueel..."

Muriel gritou silenciosamente. Entretanto, não houve um barulho de um tiro desta vez; o áudio ainda estava mudo, exceto pelo poema assustador.

Enquanto Coragem virava a arma contra sua própria cabeça, eu desesperadamente puxei o cabo da tomada. Eu me levantei, andando pela sala completamente perturbado. A carta de suicídio do meu amigo dizia apenas a palavra "Cruel" dezenas de vezes.

“Olá, meu novo amigo."

Eu pulei de susto. Pensei ter deixado os alto-falantes ligados, e apenas ter desligado o computador. Porem, o vídeo também havia parado, então aquilo não fazia sentido.

Voltei para desligar os alto-falantes, quando vi que eles já estavam desligados.

"Meu nome é Fred."

Eu tinha desligado-os após o primeiro tiro de espingarda... Muito antes de ter começado a ouvir o poema.

“As palavras que você ouve estão em seu pensamento."

Elas estavam na minha cabeça. Estavam na minha cabeça desde que eu comecei a ver esse vídeo.

Não posso agüentar mais. Estou ficando louco... Ou já enlouqueci, eu suponho... Ou talvez eu tenha apenas ficado muito mal.

Isso é demais pra mim. Eu estou indo agora. Tinha que dizer a alguém, então eu estou te dizendo...

Adeus, meu amigo, pois morto estarei.
Uma bala em minha cabeça agora eu colocarei.
Fico feliz que você leu tudo o que eu disse.
Mas, agora, devo fazer uma coisa muito...

Cruuuuueel...

Leiam Essa Aqui.
Spoiler:
Preso

Eu estou preso.

Estou preso neste lugar gelado e escuro. Minha vida chegou ao seu fim metafórico, já que a escravidão é tudo que o futuro reserva para mim. Já que eu não tenho nada com o que ou aonde escrever aqui, posso apenas dizer essas palavras e esperar que talvez em algum lugar, ou em algum universo ou realidade diferente, minha voz seja ouvida, e minha história lembrada.

Tentei fazer o possível para combatê-los, mas não havia nada que eu pudesse fazer. Seus poderes eram grandes demais para as minhas habilidades. Eu dei tudo de mim, mas eu fui derrotado e reduzido a essa prisão. As correntes estão bem presas sobre a minha alma agora, e eu só posso imaginar a dor que esta escravidão tem reservado para mim. Consegui ficar um bom tempo me mantendo afastado disso; muitos de nós conseguimos. Parece que nos últimos anos, o poder do inimigo tem crescido além de todos os níveis que imaginávamos. Nós perdemos. Parece que nosso destino é apenas ser de capturados por esses malditos tiranos e forçados a lutar como cães contra nossa própria raça, pelo resto da eternidade. É difícil para eu imaginar, realmente. O pensamento de que, cedo ou tarde, eu vou estar lá fora, atacando e machucando o meu próprio povo contra a minha vontade... se é que eu ainda posso chamá-los de "meu" povo.

É engraçado como a coisa toda funciona. Não me pergunte como, porque eu nem sei se eles mesmos sabem exatamente o que acontece. Cada vez que um de meu povo é capturado e aprisionado, não importando o quanto eles lutaram voluntariamente contra o inimigo antes de sua derrota, eles começam a se virar e a olhar lentamente em direção aos monstros durante a sua captura. Acontece sem falhas. Você não pode imaginar a dor que se sente depois de ver um amigo se tornar um escravo para a pessoa por quem ele tenha fortemente combatido por tanto tempo, e depois de tão pouco tempo em sua servidão, sucumbir a todas as exigências do inimigo, e até mesmo conseguir encontrar algum companheirismo neles. É uma espécie de lavagem cerebral à prova de falhas. O pior é que eu sei que isso vai acontecer comigo em breve, não importa o quanto eu não queira.

A única coisa que eu consigo me lembrar, a última imagem gravada no meu cérebro, é a visão da mamãe - as lágrimas escorrendo pelo seu rosto, enquanto observava minha derrota, na caverna em que vivíamos. Ela me disse para não provocá-lo, mas depois de ver aquele monstro, não havia nada que pudesse me segurar. Estes eram os seres que tiraram meu irmão de nós, afinal! Não importava o quanto de meus próprios seres teria que enfrentar; eu estava determinado a acabar com ele. Oh, como eu fui tolo. Se eu pelo menos tivesse ouvido a mãmae... Tenho certeza que ela vai sofrer o mesmo destino que eu, nas mãos dessas criaturas miseráveis.

Mas ainda assim...

Talvez as coisas não sejam tão ruins quanto parecem. Quero dizer, afinal, é um fato comprovado que, sob a supervisão e treinamento de todos estes seres, meu povo ficará muito mais poderoso do que jamais poderiam ter imaginado em nossa espécie. Além do mais, eles parecem realmente cuidar de nós. Sim, eles nos alimentam, nos dão abrigo, e até mesmo nos curam das feridas de nossas batalhas. Claro, as cicatrizes são das lutas contra aqueles que algum dia já foram meus amigos, mas talvez, apenas talvez, em nome de meu treinador, isso não tenha problema...

As coisas não são tão ruins quanto eu havia imaginado. Não, não são. Eu estou vendo as coisas de forma diferente agora. Eu acho que quando o meu treinador decidir me chamar para a batalha, vou fazer o meu melhor por ele.

Eu sei que vou, porque afinal, o propósito de um Pokémon é ajudar o seu Treinador a se tornar um Mestre, certo?

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Mensagem por ~Palkia em Seg 19 Set 2011 - 9:09

Ñ entendi a última e.e'

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Mensagem por Riolu master em Seg 19 Set 2011 - 14:15

@~Palkia escreveu:Ñ entendi a última e.e'
Ela conta a história de um pokémon, provavelmente um Zubat/Golbat/Woobat, que foi capturado e agora está em sua pokéball ou em uma box.

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Mensagem por OvideoPT em Qua 21 Set 2011 - 16:32

Muito bom

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Zerei todas as gerações!

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Mensagem por juniorseverino em Qua 5 Out 2011 - 8:40

LSD: Dream Emulator (LSD: Emulador de Sonho)

Há alguns anos atrás, enquanto buscava jogos paranormais e assustadores no /x/ (N/T: 4Chan), eu encontrei um jogo japonês muito obscuro chamado “LSD: Dream Emulator” (N/T: Traduzido livremente como LSD: Emulador de Sonho). Apesar do jogo ter sido lançado em um número limitado de cópias, muitos sites tinham o ROM do jogo disponível para download. Naturalmente, eu o baixei, converti, e comecei a jogar.

Infelizmente, a ISO estava corrompida - ou mal gravada - e eu não podia ir muito além da tela inicial e, quando eu conseguia, tudo que eu via era um monte de cores e um zumbido estranho, como uma estática de rádio. Eu tentei baixar novamente a ISO várias vezes, tentando em sites diferentes, mas sempre acontecia a mesma coisa. Cores estranhas, som de estática. Eu postei perguntas em vários sites de jogos, mas dificilmente alguém tinha ouvido falar do jogo, muito menos tinha jogado-o. Eu descobri que o jogo tinha um grupo de fãs aqui e no Japão, e eventualmente eu encontrei um grupo dedicado ao jogo no Yahoo.


Eu postei uma pergunta, querendo saber se alguém conseguira fazer o jogo funcionar em emuladores; e alguns dias mais tarde, recebi uma resposta:

“Olá. Eu sou um dos membros do grupo que lançou a cópia do LSD na internet. Nós conseguimos copiá-lo com sucesso, mas não conseguimos fazê-lo funcionar em emuladores, só no console original.”

Naquele ponto, eu já tinha praticamente desistido. Eu não tinha um Playstation, e acabei não dando muita atenção mais ao jogo, mudando para outras coisas, como Eversion e Yume Nikki.

Então, no começo desse ano, LSD foi lançado na Playstation Network Japonesa. Eu lembrei do tempo em que eu queria muito jogar aquilo, e até havia visitado o eBay algumas vezes, em uma vaga esperança de encontrar uma cópia barata dele.

Então eu criei uma conta, comprei um cartão da PSN Japonesa e comprei o jogo. Depois de baixá-lo e instalá-lo, comecei a jogar.

O logo do Playstation apareceu como sempre, mas com um SCEI (N/T: Não sei o que é isso =/), já que era um jogo japonês. Não havia tela de copyright, mas esta já havia sido removida de vários outros jogos também.

O vídeo de introdução começou logo depois disso. Várias palavras coloridas apareceram pulando na tela, soletrando “Thespian Linked Dream” (N/T: Simulador de Sonho Conectado, traduzido literalmente), (aparentemente, é o que LSD significa).

Eu apertei o botão do círculo, e o jogo foi para a tela de abertura. Não havia nenhum “Press Start”, ia direto para uma tela com 4 ou 5 opções. Start, Save, Load e Options. Sobre o Start, havia uma linha de texto, dizendo o dia em que você estava. Mostrava “a DAY 01” (N/T: DIA 01)

Eu escolhi Start.

Uma coisa que eu havia aprendido no grupo do Yahoo, era que o primeiro Dia sempre começava em uma casa japonesa, com três andares. O que havia na casa era aleatório. O jogo todo era em primeira pessoa.

Eu andei pelo corredor em que começara, e andei em direção à uma prateleira, e a tela começou a ficar branca. Eis uma coisa estranha sobre esse jogo, você não pode interagir com nada. Andar para o nada leva você para uma nova área do jogo, chamada “Linking” (N/T: Conexão.)

A tela branca sumiu e eu estava em um campo. Eu não podia ver o que havia ao longe, porque toda a área estava coberta com uma espessa neblina. Os gráficos do jogo também eram muito básicos, sem sequer terem uma textura. Eu andei sem direção, e acabei batendo em uma árvore, o que me levou para outra área.

Dessa vez, as coisas estavam muito mais sinistras. Eu estava em uma cidade escura, sobre um píer de metal. Um barco flutuava na névoa, fora da água, e postes iluminavam as ruas. Eu andei pela estrada, e passei por becos. Grafite cobria algumas das paredes, estranhos olhos multi coloridos me encarando. Então eu ouvi um barulho, e a tela piscou rapidamente. Eu me virei.

Atrás de mim, um homem apareceu. Ele estava usando um chapéu cinza e um longo sobretudo. Ele começou a andar na minha direção, quase flutuando sobre o solo.

Eu tentei me afastar, mas o controle não estava respondendo, e o homem estava chegando cada vez mais perto.

Por um segundo, dois pontos vermelhos brilharam por sob o chapéu dele, e então a tela piscou mais uma vez.

Eu estava de volta à casa.

Mas algo havia mudado.

As texturas das paredes foram substituídas por imagens de violência real. Mulheres sendo estupradas, crianças sendo estripadas, canibalismo, tortura, um homem japonês quebrando os próprios dedos com um martelo.

Enquanto eu andava pela casa, as imagens começaram a ficarem piores, e a música começou a distorcer e a ficar mais lenta. O corredor estava mais longo do que o normal, e estava ficando escuro.

Eu sabia o que estava no fim.

Ele estava.

Eu continuei a andar, a bile subindo pela minha garganta e lutando contra a vontade de vomitar, enquanto as imagens começavam a ficar cada vez piores no sentido de violência e obscenidade. Em um quadro mais á frente, um homem arrancava as pernas de um menino. Mais para frente, uma mulher grávida estava arrancando o próprio feto. Mais ainda adiante, uma gangue picava uma vaca em pedaços, enrolando seus orgãos internos ao redor dos corpos deles. Perto do final, algumas pessoas eram forçadas a comer o cadáver de uma criança, vomitando enquanto comiam.

Finalmente eu cheguei ao final do corredor.

A tela ficou escura, e uma linha de texto apareceu:

http://www.oharaweb.jp/LSD/GMN.html

Eu copiei o link rapidamente, e segundos depois, a tela ficou branca mais uma vez, e eu voltei para a tela inicial.

Dessa vez, o status dizia “D dAy 00”

Eu tentei começar mais uma vez, mas o jogo não me deixava continuar. Eu reiniciei o PS3 e o status voltou para o “a DAY 01”

Antes que eu começasse a jogar, eu tentei entrar no link. Ainda funcionava e uma página apareceu, cheia de escrita japonesa. Logo abaixo da página, estava uma imagem do Homem Cinza, como ele normalmente aparecia. Eu não podia ler em japonês, mas um dos meus amigos podia.

Ele morou no Japão por alguns anos, então ele podia ler e falar a língua fluentemente. Eu copiei o que estava escrito e o chamei.

Quando ele chegou, eu passei as horas seguintes explicando o que havia acontecido. Obviamente ele não acreditou em mim. Quem iria?

Mas ele concordou em dar uma olhada na escrita da página.

Depois de algumas tentativas, eu não consegui abrir a página novamente, então eu entreguei a ele a cópia que eu havia feito.

Ele leu-a por alguns minutos e de repente seu rosto ficou branco. Ele me entregou a cópia e sentou-se no sofá.

Não disse nada por 5 minutos, e então ele começou a me dizer o que estava escrito:

“Se você está lendo isso, muito bem.

Você viu o homem como ele é.
O que ele fez comigo enquanto eu dormia.
Enquanto eu sonhava seu pesadelo negro.
Você também deve ter visto.
Aquelas imagens violentas eram ele.
Ele não tem forma, apenas é um homem no sonho.
Ele causou tudo aquilo, todos os eventos nas imagens.
Ele pegou aqueles inocentes e os possuiu.
Ele os fez fazerem aquilo.
Ele me fez criar esse jogo.

GRAYGRAYGRAYGRAYGRAYGRAY"

(N/T: Gray = Cinza)

Assim que ele terminou, meu amigo se levantou, pegou seu casaco, e disse “O que quer que você tenha visto naquele jogo, não me conte.” E foi embora.

Na semana seguinte, ele voltou ao Japão. Eu não consegui mais mexer no meu console depois disso. Eu destruí o PS3 e troquei de computador.

Semanas mais tarde, eu recebi um telefonema. Meu amigo que estava no Japão matara um homem e cometera suicídio logo em seguida.

O homem que ele matara Masima Akukichi, era o designer do LSD.



---------------------------------
Traduzido por medoB.

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Mensagem por -Klash- em Qua 5 Out 2011 - 9:34

tanto a segunda quanto a primera estragaram a minha infância.

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Mensagem por OvideoPT em Sex 7 Out 2011 - 16:26

A do LSD é mt tensa

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Mensagem por ゥL ||ゥM 4| em Qui 13 Out 2011 - 21:11

Olá, eu gostaria de compartilhar minha história com vocês. Identifiquem-me como “LM4” por enquanto e enquanto eu narro uma aventura que vocês tiveram sorte de não viver.
Eu sou do Estado do Brasil, então não tinha uma vida diferente da maioria que freqüenta o fórum –acredito eu-. Jogava Pokémon, tinha amigos, saia bastante inclusive, e lia muito creepypasta (mesmo tendo medo), mas algo mudou o rumo como das coisas andarem.

Possuo 15 anos, na época havia 13. Estudava em uma escola particular, e sempre fui muito reservada pelo meu estilo gamer e a maioria não compartilhar o mesmo gosto na mesma sala que eu, principalmente porque aos 13 anos eu havia mudado de escola recentemente, uma escola para ‘ricos’ como a maioria diz. Até os 3 meses letivos, eu me fechei ao máximo ao meu Nintendo DS preto, e claro: Pokemon Emerald (Estava com muita vontade ‘donglear’ uma Milotic para as versões mais recentes).
Certo dia, uma jovem simpaticíssima de aproximou de mim, curiosa do que eu fazia e em silêncio observou meu sacrifício para achar uma Feebas no jogo (quem jogou a Emerald, reconhece tal desespero), se me lembro bem era tempo vago naquele instante quando ela me apontou o quadrado na tela e disse ‘tente esse!”. Não acreditei que alguém havia falado comigo, e ainda havia tentado se interessar no jogo, fitei-a de soslaio e tentei o quadrado, mas nada mais do que uma maldita Carvanha havia pego a isca, e minha bufada de raiva desencadeou um risinho dela que parecia ter se divertido com minha cólera. Ela acomodou-se ao meu lado e ficou observando-me jogar, ambas em silêncio, presas no jogo infante na espera de uma Feebas que já havia me matado 5 dias.
Ao final do tempo, ela se levantou e se apresentou como “Luana” (Pseudônimo para proteger a identidade real), e eu dei meu nome a ela ainda desconfiada das intenções de Luana. Com a ajuda dela me levantei e desliguei o portátil, correndo para a sala de aula logo a minha frente para um tempo tedioso de Química (Odeio exatas, que isso fique claro!) . Mesmo na aula, eu ficava pensando em Luana, não ‘apaixonada’, mas a razão de ela ter vindo falar comigo. Eu não sei exatamente o que eu tinha que chamou a atenção de alguém tão bonita (sim, ela era assaz pulcra. Seus cabelos eram castanhos e lisos, até a altura dos ombros, e pelo o que ela me disse mais a frente, sua família era holandesa), mas realmente a personalidade silenciosa e a forma de presença dela me chamou a atenção.
Neste dia eu voltei para casa um pouco mais tarde, fiquei esperando Luana na porta do colégio para tirar a limpo minha curiosidade, aquilo não entrava fácil em minha mente. Após meia-hora ao término das aulas, me retirei para casa, em passos lentos e levemente distraída em meus pensamentos, e sem dúvida havia chegado a conclusão que ela tinha algo de diferente.

Quando cheguei em casa, estava tudo normal, exceto que minha mãe tinha pedido pizza antes de eu mesma sugerir (acho que minha é psíquica. Ela sempre sabe do que eu gosto!), e ela não era tão chegada em massas, sempre me aconselhando a viver de folhas (ela é uma vegetariana assídua, só você vendo), mas algo no rosto dela demonstrava certa felicidade. Ela me recebeu bem, e fomos a mesa assim que a pizza chegou. Degustamos e conversamos, comentei da Luana e ela disse que era ótimo eu fazer amizades um pouco parecidas comigo, e ela não se demorou muito em dizer o motivo de sua felicidade: havia sido promovida à gerência do banco onde trabalhava, e comeria até mais do que uma pizza para comemorar. Após a janta, eu peguei meu DS e me sentei de frente para a TV para acompanhar a novela com minha mãe, eu estava mais interessa no jogo, mas o barulho da novela tirava aquele tédio de achar uma Feebas já que eu ficava mais presa à TV do que ao jogo.
Após a novela, minha mãe havia ido lavar a louça e eu fiquei acompanhando a Grande Família (não sou fã da Globo, mas estava servindo para me desconcentrar do jogo), e repentinamente senti um frio na espinha quando olhei para trás, eu ia perguntar a minha mãe se ela poderia me deixar dormir um pouco mais tarde para eu tentar achar a maldita Feebas, mas era claro que eu recebi um não pois era dia de semana e de manhã eu deveria estudar um pouco antes de ir a escola, ela achava que assim eu fixaria a matéria aprendida e não precisa perder tanto tempo em estudos LONGOOOS nas vésperas das semanas de provas.

Nesse dia eu tomei meu banho, me ajeitei e puxei minha cama (durmo com minha mãe). Era normal tudo o que eu fazia, exceto que Luana me perseguia vezou outra na mente, instigava minha curiosidade. Antes de dormir eu passei minha Dragonite para a Poke-Walker para amanhã levar ela para o colégio. Me abracei com um travesseiro extra como sempre faço, e dormi tranqüila, até o momento do sonho...
O tal sonho era composto das partículas do meu dia atual, mas tinha algo estranho. O tempo todo em que eu revivi meu dia, eu pude perceber que Luana me seguia atrás, bem relaxada e algumas vezes parando para olhar em volta. Em momento algum eu percebi que quando olhava curiosa para os locais, estava acompanhando a figura de Luana com os olhos até chegar em casa quando ela se despediu e correu para o outro lado da rua. Eu não interagia com ela, era estranho, e até o momento do calafrio havia sido sem Luana, mas quando senti o calafrio pude ver algo se mexendo atrás de mim muito rapidamente, não tinha massa e se assemelhava a uma nuvem de algodão transparente, e se dirigia para a saída da minha morada. Eu acordei em um grito mudo e minha mãe estava atrás de mim, ajoelhada em um abraço. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, e ela me perguntava “O que foi, L4m?” várias vezes, até que eu beijei o rosto dela por sobre meu ombro e respondi que foi apenas um pesadelo.” Ela me puxou para a cama dela e abraçada comigo, permitiu que meu sono seguro retornasse.

Na manhã seguinte eu acordei mais tarde do que de costume, tinha sido por causa do pesadelo. Me levantei da cama de minha mãe e caminhei ainda não-desperta até a cozinha, onde ela já arrumada preparava meu café da manhã e almoço para mais tarde. Ela como sempre caprichava no café da manhã com frutas cortadinhas e suco, nesse dia foi uma maça em triângulos que deve ter dado um baita trabalho e um delicioso suco de laranja feito da poupa. Eu comi sem demorar, e já estava com o DS na mão caçando minha Feebas, que apareceu mais rápido do que eu imaginava, se não me engano no terceiro ou segundo encontro que eu tive logo que liguei o portátil. Era fêmea como eu queria, e com minha Nuzleaf fui enfraquecendo pouco a pouco, até que para ter certeza capturei com a ultra bola. Foi difícil, mas eu finalmente consegui!
O tempo se passou e estava indo para a aula, concentrada nas músicas do meu DS que eu usava como Mp3 com a Moonshell. Queria ficar desconcentrada daquilo tudo, principalmente porque o pesadelo ainda havia me abalado demais, estava com medo de ficar sozinha em casa no escuro, e até hoje lembro-me da bronca que minha mãe me deu por deixar todas as luzes acesas, mas isso é mais para frente.

Cheguei na escola e fui recepcionada por um grupo de meninas que me puxaram para um cantinho mais afastado do ‘fuzuê” e me perguntavam se eu estava bem ou triste, se era comum eu ficar sozinha, se precisava conversar. Poderia chamá-las de loucas, mas o semblante preocupados dela, realmente me convenceu de que se preocupavam comigo. Com um sorrisinho tímido, eu me encolhi como uma criança encarando algo novo com receio, e conversei com elas sobre quem eu era, e pelo incrível que pareça elas me adoraram. Achavam-me inteligente, e também uma boa pessoa para se conversar, mas agiram estranha quando perguntei da Luana e dei uma descrição básica dela, negando conhecê-la, mas cortando o clima logo em seguida para me introduzir no ciclo de amizades. Não esperava algo assim, ainda mais de alguém de outra turma. Era a primeira vez em 3 meses que meu dia inteiro estava perfeito, se não fosse pelo pesadelo, seria o melhor do ano inteiro!

No recreio, eu me sentei onde havia me encontrado com Luana, e aguardei por alguns 5 minutos quando ela me chamou para um lugar mais afastado ao passar na minha frente. Eu me levantei e a segui, ela era sempre tão misteriosa e silenciosa, mas tão marcante a ponto das pessoas se afastarem do caminho dela sem ela abrir aboca para que isso ocorresse, acreditei que ela era tão popular que as pessoas tinham medo de errar com ela e saírem na pior. Ela me levou para o auditório, que tinha alguns alunos do horário anterior. Antes que eu pudesse perguntar ‘O que fazemos aqui?”, ela me empurrou para sentar-me na cadeira e tomou outro acento ao meu lado, ligando seu DS com um sorrisinho contente estampado nos seus lábios. Ao ver aquilo, não pude questionar qualquer atitude dela, ela estava tão inocente tentando ser minha amiga naquele silêncio que eu gostava, que eu nem sabia como retrucar para repreendê-la. “Eu também jogo... eu gostaria. Poderia me ensinar ser uma boa treinadora?”, a minha resposta imediata foi “SIM!”, ajudei-a no início enquanto conversávamos. Sua família era holandesa, ela gostava de garotas e adorava as franquias da Nintendo, principalmente Pokemon, porém nunca levou jeito. Eu não esperei muito para convidá-la para ir à minha casa após a aula, e ela concordou, queria que queria ser forte para competir comigo nas futuras versões de Pokémon, éramos rivais saudáveis daquele momento em diante.

Esquecida do meu sonho e minhas dúvidas, após a aula caminhei com Luana até minha casa, e estranhamente minha mãe não havia chegado e nem ligado. Bom, era sexta-feira, talvez ela tenha saído com os amigos. Aproveitei esse tempo inteirinho com Luana, e até rimos juntas vendo alguns blogs na internet. Às 10, Luana se levantou e beijou meu rosto, dizendo que precisava ir, mesmo estando tarde ela disse que não havia problema e estava acostumada a sair a noite. Levei-a até a porta e senti novamente aquele calafrio, e em um salto sai de casa só de imaginar aquela imagem sendo vista por mim! Fiquei na porta esperando minha mãe voltar, logo meia-hora depois.
Ela estava com as chaves em mão e olhou para mim meio aborrecida “Mocinha, era para está em casa” ela disse, eu nem pude responder, preferi falar junto dela enquanto ela me explicava que havia comemorado com um amigo do banco a sua gerência. Não pude ficar brava com ela, mesmo de barriga vazia, ela merecia tamanha felicidade. Comentei que a Luana esteve em casa, e ela disse que imaginava que eu não estaria sozinha por tanto tempo depois do susto, que logo virou assunto. Ela passou a mão em meus cabelos negros e lisos, e me confortou mostrando que aquilo poderia ser meu medo de relacionar-me com as pessoas novas. E quem iria questionar sua própria mãe naquele momento de felicidade dela?

Dias e dias se passaram, e Luana e eu nós tornamos amigas, e 2 meses depois namorada. Ela preferia manter nossos encontros afastados dos olhos alheios, pois era tímida mesmo ostentando uma pose tão confiante. Não chegamos a praticar coisas mais íntimas, mas nossos romances eram algumas vezes intensos demais, e me tiravam o fôlego. Nesse tempo eu fiz amizades, e saia para me divertir. Íamos em festas, os meninos me desafiavam em vídeo-game, e minha mãe também parecia viver um romance com aquele amigo da sexta-feira. A vida estava perfeita, não tinha do que reclamar. Ah! E lembra-se do Feebas? É uma Milotic que eu usei por muito tempo na Platinum! Coloquei o nome dela de “Luana”, assim como a mascote de minha amada era “L4M”, uma Weavile.

Faltando-se 2 meses para acabar o ano, Luana e eu ainda tínhamos um namoro escondido. Eu achava que minha mãe iria me matar, e ela achava que o pai dela faria esse serviço. Minha mãe já tinha comprado até um PlayStation 3 para eu jogar com Luana, que realmente não levava jeito para coisa. Ela não havia conhecido minha mãe ainda, eram demais desencontros, pois sempre que ela saia, minha mãe aparecia 10 minutos depois me contando todas as novidades antes que eu pudesse falar de Luana, que virava um assunto rápido antes de dormir já que nosso relacionamento tirava boa parte do tempo.
Antes de dormir, eu me levantei e fui falar com Luana para aparecer cedinho. Um homem atendeu, e disse ‘quer deixar recado?’. Eu disse para a ‘Lu” aparecer de manhã para almoçar conosco, era uma amiga dela. Ele disse que passaria o recado e eu fui em direção ao quarto, e senti meu olhar desviar-se para a sala escura quando vi algo sentado no sofá... era branco e amorfo, um grito fugiu da minha boca como se tivesse sido expulso em uma explosão, eu sou o ápice do medo e depois de tanto creepypasta, bem, eu tinha uma idéia do que podia ser e não queria ficar para ver o que ele faria. Minha mãe me pegou no colo e saiu de casa correndo, enquanto eu arfava em busca de ar após o berro que deve ter durado um bom tempo. “O que foi, L4m? Você teve outro pesadelo? ISSO ESTÁ SE TORNANDO CONSTANTE!” e ela desesperada proferia cada palavra olhando em meus olhos, e agora o ‘constante havia me deixado com muito medo “Quantas vezes eu acordei assim?”, e ela respondeu me colocando no chão “Desde aquele dia... A diretora disse que você fica conversando sozinha, dorme na aula e discute quando tentam lhe acordar.”. Não podia ser... eu passava o tempo todo com Luana e prestava atenção na aula! E descordei e expliquei para minha mãe, que riu baixinho e concordou com a cabeça com tudo o que eu dizia, levando-me para deitar com ela novamente.

No dia seguinte, bem cedo um barulho me acordou. Olhei para o lado e minha mãe não estava, então me levantei e fui até a cozinha. Um rapaz estava conversando com ela e compartilhando o café da manhã. Minha mãe olhou para mim com lágrimas nos olhos e imediatamente me abraçou ‘Finalmente... achei que teria que levá-la ao médico!”, e eu não entendi bulhufas. Abracei ela e afaguei os cabelos dela, perguntando-me quem era o homem na mesa. Ela me apresentou o homem, e ele tinha o sobrenome de Luana. Me sentei a mesa e fiquei olhando a porta, provavelmente aquele senhor era o pai dela. “É o namorado da mamãe, ele se chama WX (Nome fictício também)”. Ele lembrava Luana vagamente, principalmente naqueles olhos caramelos intensos e o formato do nariz, se não fosse o pai dela, com certeza era parente não só pelo sobrenome.
Quando pensei em mencionar sobre Luana, a campainha tocou. Eram minhas amigas da escola, que aflitas perguntaram se eu estava bem. Eu olhei para elas, e uma delas parecia está com o cabelo levemente maior a franja. Mas entre tantas perguntas, não tive tempo de pensar em responder sequer alguma, minha mente estava muito cansada por algum motivo, talvez eu estivesse doente ou pegando algum resfriado.
Convidei todas para entrarem e compartilhamos o café sem tocar no assunto ‘Luana’, mas eu aguardava minha amada com os olhos na porta. Elas não comentavam nada fora do normal, e o assunto da hora foi música, o estilo de musical delas variava bastante do meu que sou menos eclética e dou preferência a músicas eruditas, elas eram as adolescentes típicas: Lady Gaga, Justin Bieber... o assunto se desenrolou até eu decidir tomar banho, saindo mais cedo do que de costume e ligando meu DS para colocar a música, mas a tela da Bios se iniciou, e tudo começou a ficar perturbador... quando eu tive a visão foi sexta-feira, e eu estava indo para a escola em uma segunda! Eu deixei meu portátil ir ao solo, e levei as mãos à cabeça. Olhei para os lados e via minhas amigas se aproximando de mim, falando alguma coisa a qual eu não ouvia devida minha atroz enxaqueca que lembro-me ter me levado ao desfalecer no meio da rua.

Meus olhos se abriam no hospital de noite, minha mãe estava dormindo na poltrona junto com ao WX, que me observava preocupado. Ao outro lado da maca, Luana tocava meus cabelos, e sorria ao ter visão dos meus orbes refletindo-se no dela. Silenciosa, meiga... era impossível de ela não ser a Luana que eu conhecia. Esqueci de minha mãe e o homem na sala, e me sentei na cama, roubando um apaixonado beijo dela que era retribuído com veemência, outro traço bem singular dela . “WX é meu pai, e acho que não era para eu estar aqui pela cara dele. “, meus olhos se viraram e eu olhei o homem pasmo me fitando, estava branco como um morto, mas respirando e tentando expor sua voz de alguma maneira. Eu sussurrei para ela “Não deveria saber que você me ama,e nós estamos juntas. Deve ter sido um choque.”. Logo ele se levantou e caminhou até a cama com passos lentos, e apertou o botão para chamar as enfermeiras. Luana se desesperou e saiu correndo do quarto, mas não cheguei ouvir a porta abrir ou bater, apenas quando os médicos entraram. WX falava que eu estava tendo alucinações, e eu relutava dizendo que era a filha dele que estava comigo. Minha mãe chorava com as mãos sobre o rosto, e uma picada no braço me levou adormecer novamente sem relutância.

Haviam se passado cinco dias, e Luana aparecia sempre escondida e quando os dois estavam dormindo. Corremos pelos corredores sem sermos vistas, brincamos nos outros quartos e até conversamos com os idosos que estava doentes, eles entediam Luana e eu, e procuravam nos ver mais vezes. Se Luana fosse minha loucura, eles também estavam loucos, o que me deixou convencida de que ela era real e gerou um ódio dentro de mim por ele ter feito aquilo com ela sem motivo algum, me chamando de louca ainda por cima.
No sexto dia, eu recebi alta, parecia ter sido uma gripe forte que tinha gerado alucinações (até parece). E dessa vez eu havia me decidido em ser uma mulher com Luana, mas na casa dela já que minha mãe ficaria em casa o sábado todo. Quando cheguei em casa já me preparei como jamais havia me preparado antes. Corria para ficar o dia inteiro com minha amada, e avisei a minha mãe que talvez fosse dormir por lá. Ela não descordou, e até achou bom eu não guardar rancor de WX.

Chegando na casala dela, fui recebida pela minha amorosa Lu. Corremos pela casa entre beijos, trocamos juras, e até encostamos em partes de nosso corpo que não havíamos feito antes, até o momento em que nós tornamos uma. Eu amava ela, e nada me dava medo naquele instante. Fizemos aquilo em um quarto vazio onde paramos, ele ficava de frente para a luz do fim da tarde e esquentava o assoalho onde estávamos.
Após duas horas sendo um casal adulto, a porta se abriu e estava o pai dela com a aparência furiosa. Ele olhou para mim e foi andando em minha direção, enquanto nós duas nos afastávamos com medo, e ele me agarrava pelo braço semi-nua, e Luana pedia clemência. “O QUE ACHA QUE ESTÁ FAZENDO, SUA DEPRAVADA!?” ele me carregou escada abaixo, e eu liguei para a minha mãe entre choros. O homem estava furioso, e me jogou no sofá sentada, sentando-se na mesa de centro em minha frente com lágrimas nos olhos, arremessando um porta-retrato em mim com a foto de Luana e ele em um parque florestal com alguns animaizinhos. “O que você quer, fazer comigo? Acha que eu não sofri tentando esquecê-la?”. ESQUECER A PRÓPRIA FILHA? Em um momento de fúria eu ajeitei minha roupa pendida no corpo e gritei com ele “COMO ESQUECER SUA FILHA QUE ESTÁ AO SEU LADO? ESTÁS MALUCO?!”. Os olhos dele se arregalaram e ele ficou pálido. Se levantou irritado e foi até uma gaveta, trazendo consigo um papel que atestava o óbito de Luana por suicídio, três garotas haviam a magoado por muito tempo até ela não resistir mais. Meus olhos se voltaram para o lado direito e eu vi Luana com um sorriso sádico nos lábios, seus olhos entreabertos e com as pupilas negras com o ébano. Eu tentava me afastar, mas ela se aproximava, e só pude ver o pai dela me olhando apavorado e com um grito me pegou pela cintura, correndo para fora de casa enquanto Luana ria e com seu corpo etéreo atravessa as portas quem eram fechadas no curto trajeto.
Fora do recinto, minha mãe aparecia com as três amigas que me acompanharam logo após Luana, elas gritavam só de me olhar, assim com minha mãe. O homem atrás de mim me soltou no chão apavorado, e quando me vi, pude entender. Estava ficando molhada como se tivessem virado um balde em mim, minha pele ia ficando roxa e a respiração cada vez mais difícil de se manter. As palavras “Você me traiu por minhas assassinas” começou a percorrer o chão em sangue e água, e não demorei muito para sentir a dor dos meus músculos contraindo em uma câimbra absurda, até cair no chão sem respirar. Ninguém se aproximava de mim, exceto Luana que chorava melancólica “me amava... ficava comigo... mas nunca estranhou elas virarem o rosto quando você falava de mim! Você sabia! L4m, sinta... sinta...”. Meu coração parecia que ia implodir, sentia o gosto da água escapando da minha garganta para fora de minha boca, saindo pelos meus olhos e nariz, enquanto eu me afogava em um choro silencioso.

Repentinamente tirei forças para me sentar e apontei em direção de minha figura materna a mão, que imediatamente viera me busca com sua coragem. Quando ela me puxou, Luana olhou para as próprias mãos e sorriu para mim novamente daquela forma maquiavélica: “Pense bem em quem você confia, l4m... os mais próximos, são aqueles que te matam pouco a pouco.”. Cuspiu a última rajada de água e tentei buscar Luana com minhas mãos, mas minha mãe me agarrava. Minha amada sumia diante sem explicação, ou forma. Desde esse dia eu larguei tudo, todos. Não consigo confiar em minha sombra, achando que pode ser Luana. Pokemon me lembra ela, e é algo que evito a tudo custo fazer: preservar memória de Luana.
Esses dois anos tratei minha misantropia, hidrofobia, pesadelos, e o pior dos meus problemas: ilusão. Ninguém acreditaria em nossas palavras, consideram uma vez ‘histeria em massa’. Minha mãe largou WX, que se mudou de cidade após o evento. Ainda sinto algumas noites um toque úmido em meus cabelos, e acordou com meus lábios molhados, mas sei que isso não é real... os médicos dizem.

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Agora sabes de onde meu nick veio. (Avatar by: Ettelle)
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Mensagem por ~LL em Sex 14 Out 2011 - 8:53

@ゥL ||ゥM 4| escreveu:Olá, eu gostaria de compartilhar minha história com vocês. Identifiquem-me como “LM4” por enquanto e enquanto eu narro uma aventura que vocês tiveram sorte de não viver.
Eu sou do Estado do Brasil, então não tinha uma vida diferente da maioria que freqüenta o fórum –acredito eu-. Jogava Pokémon, tinha amigos, saia bastante inclusive, e lia muito creepypasta (mesmo tendo medo), mas algo mudou o rumo como das coisas andarem.

Possuo 15 anos, na época havia 13. Estudava em uma escola particular, e sempre fui muito reservada pelo meu estilo gamer e a maioria não compartilhar o mesmo gosto na mesma sala que eu, principalmente porque aos 13 anos eu havia mudado de escola recentemente, uma escola para ‘ricos’ como a maioria diz. Até os 3 meses letivos, eu me fechei ao máximo ao meu Nintendo DS preto, e claro: Pokemon Emerald (Estava com muita vontade ‘donglear’ uma Milotic para as versões mais recentes).
Certo dia, uma jovem simpaticíssima de aproximou de mim, curiosa do que eu fazia e em silêncio observou meu sacrifício para achar uma Feebas no jogo (quem jogou a Emerald, reconhece tal desespero), se me lembro bem era tempo vago naquele instante quando ela me apontou o quadrado na tela e disse ‘tente esse!”. Não acreditei que alguém havia falado comigo, e ainda havia tentado se interessar no jogo, fitei-a de soslaio e tentei o quadrado, mas nada mais do que uma maldita Carvanha havia pego a isca, e minha bufada de raiva desencadeou um risinho dela que parecia ter se divertido com minha cólera. Ela acomodou-se ao meu lado e ficou observando-me jogar, ambas em silêncio, presas no jogo infante na espera de uma Feebas que já havia me matado 5 dias.
Ao final do tempo, ela se levantou e se apresentou como “Luana” (Pseudônimo para proteger a identidade real), e eu dei meu nome a ela ainda desconfiada das intenções de Luana. Com a ajuda dela me levantei e desliguei o portátil, correndo para a sala de aula logo a minha frente para um tempo tedioso de Química (Odeio exatas, que isso fique claro!) . Mesmo na aula, eu ficava pensando em Luana, não ‘apaixonada’, mas a razão de ela ter vindo falar comigo. Eu não sei exatamente o que eu tinha que chamou a atenção de alguém tão bonita (sim, ela era assaz pulcra. Seus cabelos eram castanhos e lisos, até a altura dos ombros, e pelo o que ela me disse mais a frente, sua família era holandesa), mas realmente a personalidade silenciosa e a forma de presença dela me chamou a atenção.
Neste dia eu voltei para casa um pouco mais tarde, fiquei esperando Luana na porta do colégio para tirar a limpo minha curiosidade, aquilo não entrava fácil em minha mente. Após meia-hora ao término das aulas, me retirei para casa, em passos lentos e levemente distraída em meus pensamentos, e sem dúvida havia chegado a conclusão que ela tinha algo de diferente.

Quando cheguei em casa, estava tudo normal, exceto que minha mãe tinha pedido pizza antes de eu mesma sugerir (acho que minha é psíquica. Ela sempre sabe do que eu gosto!), e ela não era tão chegada em massas, sempre me aconselhando a viver de folhas (ela é uma vegetariana assídua, só você vendo), mas algo no rosto dela demonstrava certa felicidade. Ela me recebeu bem, e fomos a mesa assim que a pizza chegou. Degustamos e conversamos, comentei da Luana e ela disse que era ótimo eu fazer amizades um pouco parecidas comigo, e ela não se demorou muito em dizer o motivo de sua felicidade: havia sido promovida à gerência do banco onde trabalhava, e comeria até mais do que uma pizza para comemorar. Após a janta, eu peguei meu DS e me sentei de frente para a TV para acompanhar a novela com minha mãe, eu estava mais interessa no jogo, mas o barulho da novela tirava aquele tédio de achar uma Feebas já que eu ficava mais presa à TV do que ao jogo.
Após a novela, minha mãe havia ido lavar a louça e eu fiquei acompanhando a Grande Família (não sou fã da Globo, mas estava servindo para me desconcentrar do jogo), e repentinamente senti um frio na espinha quando olhei para trás, eu ia perguntar a minha mãe se ela poderia me deixar dormir um pouco mais tarde para eu tentar achar a maldita Feebas, mas era claro que eu recebi um não pois era dia de semana e de manhã eu deveria estudar um pouco antes de ir a escola, ela achava que assim eu fixaria a matéria aprendida e não precisa perder tanto tempo em estudos LONGOOOS nas vésperas das semanas de provas.

Nesse dia eu tomei meu banho, me ajeitei e puxei minha cama (durmo com minha mãe). Era normal tudo o que eu fazia, exceto que Luana me perseguia vezou outra na mente, instigava minha curiosidade. Antes de dormir eu passei minha Dragonite para a Poke-Walker para amanhã levar ela para o colégio. Me abracei com um travesseiro extra como sempre faço, e dormi tranqüila, até o momento do sonho...
O tal sonho era composto das partículas do meu dia atual, mas tinha algo estranho. O tempo todo em que eu revivi meu dia, eu pude perceber que Luana me seguia atrás, bem relaxada e algumas vezes parando para olhar em volta. Em momento algum eu percebi que quando olhava curiosa para os locais, estava acompanhando a figura de Luana com os olhos até chegar em casa quando ela se despediu e correu para o outro lado da rua. Eu não interagia com ela, era estranho, e até o momento do calafrio havia sido sem Luana, mas quando senti o calafrio pude ver algo se mexendo atrás de mim muito rapidamente, não tinha massa e se assemelhava a uma nuvem de algodão transparente, e se dirigia para a saída da minha morada. Eu acordei em um grito mudo e minha mãe estava atrás de mim, ajoelhada em um abraço. Seus olhos estavam cheios de lágrimas, e ela me perguntava “O que foi, L4m?” várias vezes, até que eu beijei o rosto dela por sobre meu ombro e respondi que foi apenas um pesadelo.” Ela me puxou para a cama dela e abraçada comigo, permitiu que meu sono seguro retornasse.

Na manhã seguinte eu acordei mais tarde do que de costume, tinha sido por causa do pesadelo. Me levantei da cama de minha mãe e caminhei ainda não-desperta até a cozinha, onde ela já arrumada preparava meu café da manhã e almoço para mais tarde. Ela como sempre caprichava no café da manhã com frutas cortadinhas e suco, nesse dia foi uma maça em triângulos que deve ter dado um baita trabalho e um delicioso suco de laranja feito da poupa. Eu comi sem demorar, e já estava com o DS na mão caçando minha Feebas, que apareceu mais rápido do que eu imaginava, se não me engano no terceiro ou segundo encontro que eu tive logo que liguei o portátil. Era fêmea como eu queria, e com minha Nuzleaf fui enfraquecendo pouco a pouco, até que para ter certeza capturei com a ultra bola. Foi difícil, mas eu finalmente consegui!
O tempo se passou e estava indo para a aula, concentrada nas músicas do meu DS que eu usava como Mp3 com a Moonshell. Queria ficar desconcentrada daquilo tudo, principalmente porque o pesadelo ainda havia me abalado demais, estava com medo de ficar sozinha em casa no escuro, e até hoje lembro-me da bronca que minha mãe me deu por deixar todas as luzes acesas, mas isso é mais para frente.

Cheguei na escola e fui recepcionada por um grupo de meninas que me puxaram para um cantinho mais afastado do ‘fuzuê” e me perguntavam se eu estava bem ou triste, se era comum eu ficar sozinha, se precisava conversar. Poderia chamá-las de loucas, mas o semblante preocupados dela, realmente me convenceu de que se preocupavam comigo. Com um sorrisinho tímido, eu me encolhi como uma criança encarando algo novo com receio, e conversei com elas sobre quem eu era, e pelo incrível que pareça elas me adoraram. Achavam-me inteligente, e também uma boa pessoa para se conversar, mas agiram estranha quando perguntei da Luana e dei uma descrição básica dela, negando conhecê-la, mas cortando o clima logo em seguida para me introduzir no ciclo de amizades. Não esperava algo assim, ainda mais de alguém de outra turma. Era a primeira vez em 3 meses que meu dia inteiro estava perfeito, se não fosse pelo pesadelo, seria o melhor do ano inteiro!

No recreio, eu me sentei onde havia me encontrado com Luana, e aguardei por alguns 5 minutos quando ela me chamou para um lugar mais afastado ao passar na minha frente. Eu me levantei e a segui, ela era sempre tão misteriosa e silenciosa, mas tão marcante a ponto das pessoas se afastarem do caminho dela sem ela abrir aboca para que isso ocorresse, acreditei que ela era tão popular que as pessoas tinham medo de errar com ela e saírem na pior. Ela me levou para o auditório, que tinha alguns alunos do horário anterior. Antes que eu pudesse perguntar ‘O que fazemos aqui?”, ela me empurrou para sentar-me na cadeira e tomou outro acento ao meu lado, ligando seu DS com um sorrisinho contente estampado nos seus lábios. Ao ver aquilo, não pude questionar qualquer atitude dela, ela estava tão inocente tentando ser minha amiga naquele silêncio que eu gostava, que eu nem sabia como retrucar para repreendê-la. “Eu também jogo... eu gostaria. Poderia me ensinar ser uma boa treinadora?”, a minha resposta imediata foi “SIM!”, ajudei-a no início enquanto conversávamos. Sua família era holandesa, ela gostava de garotas e adorava as franquias da Nintendo, principalmente Pokemon, porém nunca levou jeito. Eu não esperei muito para convidá-la para ir à minha casa após a aula, e ela concordou, queria que queria ser forte para competir comigo nas futuras versões de Pokémon, éramos rivais saudáveis daquele momento em diante.

Esquecida do meu sonho e minhas dúvidas, após a aula caminhei com Luana até minha casa, e estranhamente minha mãe não havia chegado e nem ligado. Bom, era sexta-feira, talvez ela tenha saído com os amigos. Aproveitei esse tempo inteirinho com Luana, e até rimos juntas vendo alguns blogs na internet. Às 10, Luana se levantou e beijou meu rosto, dizendo que precisava ir, mesmo estando tarde ela disse que não havia problema e estava acostumada a sair a noite. Levei-a até a porta e senti novamente aquele calafrio, e em um salto sai de casa só de imaginar aquela imagem sendo vista por mim! Fiquei na porta esperando minha mãe voltar, logo meia-hora depois.
Ela estava com as chaves em mão e olhou para mim meio aborrecida “Mocinha, era para está em casa” ela disse, eu nem pude responder, preferi falar junto dela enquanto ela me explicava que havia comemorado com um amigo do banco a sua gerência. Não pude ficar brava com ela, mesmo de barriga vazia, ela merecia tamanha felicidade. Comentei que a Luana esteve em casa, e ela disse que imaginava que eu não estaria sozinha por tanto tempo depois do susto, que logo virou assunto. Ela passou a mão em meus cabelos negros e lisos, e me confortou mostrando que aquilo poderia ser meu medo de relacionar-me com as pessoas novas. E quem iria questionar sua própria mãe naquele momento de felicidade dela?

Dias e dias se passaram, e Luana e eu nós tornamos amigas, e 2 meses depois namorada. Ela preferia manter nossos encontros afastados dos olhos alheios, pois era tímida mesmo ostentando uma pose tão confiante. Não chegamos a praticar coisas mais íntimas, mas nossos romances eram algumas vezes intensos demais, e me tiravam o fôlego. Nesse tempo eu fiz amizades, e saia para me divertir. Íamos em festas, os meninos me desafiavam em vídeo-game, e minha mãe também parecia viver um romance com aquele amigo da sexta-feira. A vida estava perfeita, não tinha do que reclamar. Ah! E lembra-se do Feebas? É uma Milotic que eu usei por muito tempo na Platinum! Coloquei o nome dela de “Luana”, assim como a mascote de minha amada era “L4M”, uma Weavile.

Faltando-se 2 meses para acabar o ano, Luana e eu ainda tínhamos um namoro escondido. Eu achava que minha mãe iria me matar, e ela achava que o pai dela faria esse serviço. Minha mãe já tinha comprado até um PlayStation 3 para eu jogar com Luana, que realmente não levava jeito para coisa. Ela não havia conhecido minha mãe ainda, eram demais desencontros, pois sempre que ela saia, minha mãe aparecia 10 minutos depois me contando todas as novidades antes que eu pudesse falar de Luana, que virava um assunto rápido antes de dormir já que nosso relacionamento tirava boa parte do tempo.
Antes de dormir, eu me levantei e fui falar com Luana para aparecer cedinho. Um homem atendeu, e disse ‘quer deixar recado?’. Eu disse para a ‘Lu” aparecer de manhã para almoçar conosco, era uma amiga dela. Ele disse que passaria o recado e eu fui em direção ao quarto, e senti meu olhar desviar-se para a sala escura quando vi algo sentado no sofá... era branco e amorfo, um grito fugiu da minha boca como se tivesse sido expulso em uma explosão, eu sou o ápice do medo e depois de tanto creepypasta, bem, eu tinha uma idéia do que podia ser e não queria ficar para ver o que ele faria. Minha mãe me pegou no colo e saiu de casa correndo, enquanto eu arfava em busca de ar após o berro que deve ter durado um bom tempo. “O que foi, L4m? Você teve outro pesadelo? ISSO ESTÁ SE TORNANDO CONSTANTE!” e ela desesperada proferia cada palavra olhando em meus olhos, e agora o ‘constante havia me deixado com muito medo “Quantas vezes eu acordei assim?”, e ela respondeu me colocando no chão “Desde aquele dia... A diretora disse que você fica conversando sozinha, dorme na aula e discute quando tentam lhe acordar.”. Não podia ser... eu passava o tempo todo com Luana e prestava atenção na aula! E descordei e expliquei para minha mãe, que riu baixinho e concordou com a cabeça com tudo o que eu dizia, levando-me para deitar com ela novamente.

No dia seguinte, bem cedo um barulho me acordou. Olhei para o lado e minha mãe não estava, então me levantei e fui até a cozinha. Um rapaz estava conversando com ela e compartilhando o café da manhã. Minha mãe olhou para mim com lágrimas nos olhos e imediatamente me abraçou ‘Finalmente... achei que teria que levá-la ao médico!”, e eu não entendi bulhufas. Abracei ela e afaguei os cabelos dela, perguntando-me quem era o homem na mesa. Ela me apresentou o homem, e ele tinha o sobrenome de Luana. Me sentei a mesa e fiquei olhando a porta, provavelmente aquele senhor era o pai dela. “É o namorado da mamãe, ele se chama WX (Nome fictício também)”. Ele lembrava Luana vagamente, principalmente naqueles olhos caramelos intensos e o formato do nariz, se não fosse o pai dela, com certeza era parente não só pelo sobrenome.
Quando pensei em mencionar sobre Luana, a campainha tocou. Eram minhas amigas da escola, que aflitas perguntaram se eu estava bem. Eu olhei para elas, e uma delas parecia está com o cabelo levemente maior a franja. Mas entre tantas perguntas, não tive tempo de pensar em responder sequer alguma, minha mente estava muito cansada por algum motivo, talvez eu estivesse doente ou pegando algum resfriado.
Convidei todas para entrarem e compartilhamos o café sem tocar no assunto ‘Luana’, mas eu aguardava minha amada com os olhos na porta. Elas não comentavam nada fora do normal, e o assunto da hora foi música, o estilo de musical delas variava bastante do meu que sou menos eclética e dou preferência a músicas eruditas, elas eram as adolescentes típicas: Lady Gaga, Justin Bieber... o assunto se desenrolou até eu decidir tomar banho, saindo mais cedo do que de costume e ligando meu DS para colocar a música, mas a tela da Bios se iniciou, e tudo começou a ficar perturbador... quando eu tive a visão foi sexta-feira, e eu estava indo para a escola em uma segunda! Eu deixei meu portátil ir ao solo, e levei as mãos à cabeça. Olhei para os lados e via minhas amigas se aproximando de mim, falando alguma coisa a qual eu não ouvia devida minha atroz enxaqueca que lembro-me ter me levado ao desfalecer no meio da rua.

Meus olhos se abriam no hospital de noite, minha mãe estava dormindo na poltrona junto com ao WX, que me observava preocupado. Ao outro lado da maca, Luana tocava meus cabelos, e sorria ao ter visão dos meus orbes refletindo-se no dela. Silenciosa, meiga... era impossível de ela não ser a Luana que eu conhecia. Esqueci de minha mãe e o homem na sala, e me sentei na cama, roubando um apaixonado beijo dela que era retribuído com veemência, outro traço bem singular dela . “WX é meu pai, e acho que não era para eu estar aqui pela cara dele. “, meus olhos se viraram e eu olhei o homem pasmo me fitando, estava branco como um morto, mas respirando e tentando expor sua voz de alguma maneira. Eu sussurrei para ela “Não deveria saber que você me ama,e nós estamos juntas. Deve ter sido um choque.”. Logo ele se levantou e caminhou até a cama com passos lentos, e apertou o botão para chamar as enfermeiras. Luana se desesperou e saiu correndo do quarto, mas não cheguei ouvir a porta abrir ou bater, apenas quando os médicos entraram. WX falava que eu estava tendo alucinações, e eu relutava dizendo que era a filha dele que estava comigo. Minha mãe chorava com as mãos sobre o rosto, e uma picada no braço me levou adormecer novamente sem relutância.

Haviam se passado cinco dias, e Luana aparecia sempre escondida e quando os dois estavam dormindo. Corremos pelos corredores sem sermos vistas, brincamos nos outros quartos e até conversamos com os idosos que estava doentes, eles entediam Luana e eu, e procuravam nos ver mais vezes. Se Luana fosse minha loucura, eles também estavam loucos, o que me deixou convencida de que ela era real e gerou um ódio dentro de mim por ele ter feito aquilo com ela sem motivo algum, me chamando de louca ainda por cima.
No sexto dia, eu recebi alta, parecia ter sido uma gripe forte que tinha gerado alucinações (até parece). E dessa vez eu havia me decidido em ser uma mulher com Luana, mas na casa dela já que minha mãe ficaria em casa o sábado todo. Quando cheguei em casa já me preparei como jamais havia me preparado antes. Corria para ficar o dia inteiro com minha amada, e avisei a minha mãe que talvez fosse dormir por lá. Ela não descordou, e até achou bom eu não guardar rancor de WX.

Chegando na casala dela, fui recebida pela minha amorosa Lu. Corremos pela casa entre beijos, trocamos juras, e até encostamos em partes de nosso corpo que não havíamos feito antes, até o momento em que nós tornamos uma. Eu amava ela, e nada me dava medo naquele instante. Fizemos aquilo em um quarto vazio onde paramos, ele ficava de frente para a luz do fim da tarde e esquentava o assoalho onde estávamos.
Após duas horas sendo um casal adulto, a porta se abriu e estava o pai dela com a aparência furiosa. Ele olhou para mim e foi andando em minha direção, enquanto nós duas nos afastávamos com medo, e ele me agarrava pelo braço semi-nua, e Luana pedia clemência. “O QUE ACHA QUE ESTÁ FAZENDO, SUA DEPRAVADA!?” ele me carregou escada abaixo, e eu liguei para a minha mãe entre choros. O homem estava furioso, e me jogou no sofá sentada, sentando-se na mesa de centro em minha frente com lágrimas nos olhos, arremessando um porta-retrato em mim com a foto de Luana e ele em um parque florestal com alguns animaizinhos. “O que você quer, fazer comigo? Acha que eu não sofri tentando esquecê-la?”. ESQUECER A PRÓPRIA FILHA? Em um momento de fúria eu ajeitei minha roupa pendida no corpo e gritei com ele “COMO ESQUECER SUA FILHA QUE ESTÁ AO SEU LADO? ESTÁS MALUCO?!”. Os olhos dele se arregalaram e ele ficou pálido. Se levantou irritado e foi até uma gaveta, trazendo consigo um papel que atestava o óbito de Luana por suicídio, três garotas haviam a magoado por muito tempo até ela não resistir mais. Meus olhos se voltaram para o lado direito e eu vi Luana com um sorriso sádico nos lábios, seus olhos entreabertos e com as pupilas negras com o ébano. Eu tentava me afastar, mas ela se aproximava, e só pude ver o pai dela me olhando apavorado e com um grito me pegou pela cintura, correndo para fora de casa enquanto Luana ria e com seu corpo etéreo atravessa as portas quem eram fechadas no curto trajeto.
Fora do recinto, minha mãe aparecia com as três amigas que me acompanharam logo após Luana, elas gritavam só de me olhar, assim com minha mãe. O homem atrás de mim me soltou no chão apavorado, e quando me vi, pude entender. Estava ficando molhada como se tivessem virado um balde em mim, minha pele ia ficando roxa e a respiração cada vez mais difícil de se manter. As palavras “Você me traiu por minhas assassinas” começou a percorrer o chão em sangue e água, e não demorei muito para sentir a dor dos meus músculos contraindo em uma câimbra absurda, até cair no chão sem respirar. Ninguém se aproximava de mim, exceto Luana que chorava melancólica “me amava... ficava comigo... mas nunca estranhou elas virarem o rosto quando você falava de mim! Você sabia! L4m, sinta... sinta...”. Meu coração parecia que ia implodir, sentia o gosto da água escapando da minha garganta para fora de minha boca, saindo pelos meus olhos e nariz, enquanto eu me afogava em um choro silencioso.

Repentinamente tirei forças para me sentar e apontei em direção de minha figura materna a mão, que imediatamente viera me busca com sua coragem. Quando ela me puxou, Luana olhou para as próprias mãos e sorriu para mim novamente daquela forma maquiavélica: “Pense bem em quem você confia, l4m... os mais próximos, são aqueles que te matam pouco a pouco.”. Cuspiu a última rajada de água e tentei buscar Luana com minhas mãos, mas minha mãe me agarrava. Minha amada sumia diante sem explicação, ou forma. Desde esse dia eu larguei tudo, todos. Não consigo confiar em minha sombra, achando que pode ser Luana. Pokemon me lembra ela, e é algo que evito a tudo custo fazer: preservar memória de Luana.
Esses dois anos tratei minha misantropia, hidrofobia, pesadelos, e o pior dos meus problemas: ilusão. Ninguém acreditaria em nossas palavras, consideram uma vez ‘histeria em massa’. Minha mãe largou WX, que se mudou de cidade após o evento. Ainda sinto algumas noites um toque úmido em meus cabelos, e acordou com meus lábios molhados, mas sei que isso não é real... os médicos dizem.

Ns boa, quer que alguém acredite nisso ? u.u

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Mensagem por ゥL ||ゥM 4| em Sex 14 Out 2011 - 9:01

Lord Lucario escreveu:
@ゥL ||ゥM 4| escreveu:...

Ns boa, quer que alguém acredite nisso ? u.u
Se você acreditar em Creepypasta...
Acho que isso já deixa minha resposta.

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Mensagem por ~LL em Sex 14 Out 2011 - 9:04

@ゥL ||ゥM 4| escreveu:
Lord Lucario escreveu:
@ゥL ||ゥM 4| escreveu:...

Ns boa, quer que alguém acredite nisso ? u.u
Se você acreditar em Creepypasta...
Acho que isso já deixa minha resposta.

Ah, então me esclarece, é mentira.
Por isso se chama Creepypasta e não Baseado em Fatos Reais.

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Mensagem por ゥL ||ゥM 4| em Sex 14 Out 2011 - 9:06

Lord Lucario escreveu:
@ゥL ||ゥM 4| escreveu:
Lord Lucario escreveu:
@ゥL ||ゥM 4| escreveu:...

Ns boa, quer que alguém acredite nisso ? u.u
Se você acreditar em Creepypasta...
Acho que isso já deixa minha resposta.

Ah, então me esclarece, é mentira.
Por isso se chama Creepypasta e não Baseado em Fatos Reais.
Obrigado por você mesmo responder sua pergunta.
Pergunto-me se fizera para ganhar dois posts ou tentar passar uma imagem de 'inabalável cool'.

Não irei discutir. Se você lê creepypasta achando que tirará algo real dele, lamento. Se você procura ler alguma coisa de Terror ou fantasia, com a ideia de que não existe, não irá aproveitar ou 'participar' da história, deixando a leitura entediante por serem apena palavras que não adentram sua imaginação.

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Mensagem por ~LL em Sex 14 Out 2011 - 9:16

@ゥL ||ゥM 4| escreveu:
Lord Lucario escreveu:
@ゥL ||ゥM 4| escreveu:
Lord Lucario escreveu:
@ゥL ||ゥM 4| escreveu:...

Ns boa, quer que alguém acredite nisso ? u.u
Se você acreditar em Creepypasta...
Acho que isso já deixa minha resposta.

Ah, então me esclarece, é mentira.
Por isso se chama Creepypasta e não Baseado em Fatos Reais.
Obrigado por você mesmo responder sua pergunta.
Pergunto-me se fizera para ganhar dois posts ou tentar passar uma imagem de 'inabalável cool'.

Não irei discutir. Se você lê creepypasta achando que tirará algo real dele, lamento. Se você procura ler alguma coisa de Terror ou fantasia, com a ideia de que não existe, não irá aproveitar ou 'participar' da história, deixando a leitura entediante por serem apena palavras que não adentram sua imaginação.

Quer saber, só não falo , e nem vou falar mais nada, pq quero evitar flame, e na boa, expressei minha opinião, pq opinião é igual cu, cada um tem o seu.

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Mensagem por OvideoPT em Sab 15 Out 2011 - 12:40

Deixem-me só ver uma coisa e eu não quero descriminar ninguem.

L4m vc é rapariga e a Luana tmb certo?

É que eu não percebi bem

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Mensagem por ゥL ||ゥM 4| em Seg 17 Out 2011 - 8:33

@OvideoPT escreveu:Deixem-me só ver uma coisa e eu não quero descriminar ninguem.

L4m vc é rapariga e a Luana tmb certo?

É que eu não percebi bem
Sim, sim.
MAs é apenas uma história. Don't worry.

Opção minha, acredito que é mais intenso quando as personagens são meninas, pois se torna mais evidente e fluídos os sentimentos. :)

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