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Thug Life

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Mensagem por Nagre Dom 24 Jun 2012 - 19:03

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Prólogo:

Metropole City, 1968, Enzo’s Bar:

Aquele não era um bar comum, vários membros da máfia da cidade se encontravam ali e o Enzo nunca permitia que membros de famílias rivais se matassem ali dentro, já que o crime em Metropole City era controlado pelas Cinco Famílias.

Enzo estava enxugando um copo quando vários homens entravam e abriam caminho para duas figuras distintas, o bar tender se surpreendeu ao reconhecer Don Carlo Lorenzzi e seu Consiglieri Carmelo Lorenzzi.

- Enzo, meu velho amigo. Quero a sala privada para mim e meus companheiros, hoje nós temos um assunto para discutir.

O dono do bar apenas indicou a sala reservada e deixou os homens se acomodarem e ficou ouvindo o que discutiam.

- Senhores – falou Carlo – hoje nosso amigo Vito Buratti está saindo da cadeia, após cumprir a sentença de nada mais que doze anos.

- Naquele tempo nossa família ainda estava se instalando na América e o pessoal de Metropole City foi hostil por assim dizer. – falou Carmelo que era o homem mais velho – lembro que estávamos em tiroteio com alguns colombianos, o pai do Carlo era um Don feroz e chamou todos os homens da família para aquela batalha incluindo o Vito que tinha só dez anos! Mesmo sendo novo o garoto estava feliz por estar junto do pai e do resto da família, mas tudo desandou naquele tiroteio.

- Porque, Carmelo? – perguntou um capo novato

- O pai do Vito morreu e perdemos vários dos nossos, mas matamos todos os colombianos e veja bem, a polícia estava vindo atrás de nós e alguém tinha que assumir a culpa pelos corpos e na época não tínhamos muito pessoal, pedimos para o Vito ficar com a arma na mão e falar pra polícia que ele tinha sido o único sobrevivente.

Enzo simplesmente ficou impressionado com a história, afinal levar um menino de dez anos para um tiroteio e o mandar assumir a culpa pela família era muita irresponsabilidade.

- O menino era leal à família e tinha acabado de perder o pai, assumiu tudo e o melhor: os policiais acreditaram que ele tinha sido o único sobrevivente e o mandaram para o reformatório e ele ficou lá até fazer dezoito e depois foi para a penitenciaria durante mais cinco anos.

Don Carlos se levantou e falou:

- Um garoto de fibra e agora um homem que quer crescer na família, mas pensem: vai ser ruim para os negócios um rapaz que ficou preso durante doze anos.

- O que faremos então?

- Podemos mandá-lo para vender nossa cocaína para os colombianos e bem... Mandar alguns amigos nossos garantir que o Vito não volte dessa transição.

- É melhor mesmo – concordaram os capos – Agora mudemos de assunto e vamos discutir o que fazer com os colombianos e com as outras famílias: Os D’Angelo, Pavanello, Leone e os Azevedo.

Enzo saiu da sala e mesmo não conhecendo Vito Buratti, o bar tender iria tentar salvar a vida do rapaz que era leal a Família e que seria morto por isso.
________________________________________________________________________________________________________
Continua no próximo capítulo: Negociando a Dama Branca.

Voltei com uma fic nova, já tenho essa primeira temporada planejada, espero que vocês gostem e nem preciso falar em qual cidade Metropole City foi inspirada né?
Comentem aí e até o próximo cap


Última edição por Nagre em Ter 17 Jul 2012 - 19:48, editado 2 vez(es)
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Mensagem por Nagre Sex 13 Jul 2012 - 21:23

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Negociando a Dama Branca

Carlos Lorenzzi não podia estar mais feliz naquele dia, estava transbordando de alegria enquanto olhava fixamente para alguns papéis com muita concentração e então Carmelo Lorenzzi abriu a porta e falou:

- O senhor parece estar feliz hoje Don.

- Caro amigo, estou olhando os para as fichas dos nossos homens, para mandar os membros mais inúteis e incompetentes da Família para a morte junto com o
Vito, é a chance perfeita de matar todos os idiotas, como aquele primo nosso que tentou nos roubar enfiando dinheiro nas cuecas e dando a desculpa que era para fazer doação para as crianças.

- Quem você vai mandar para a morte Carlos? Os Lorenzzi precisam de todo o apoio.

- Nosso primo Carl, um advogado viciado em cocaína que era amigo do meu pai chamado Roses e os irmãos Jackson que atiraram um no pé do outro durante uma missão.

- Um esquadrão muito digno – falou Carmelo rindo – agora vamos Don, é hora de buscar o Vito.

Carlos levantou, colocou o paletó, o chapéu borsalino* e acendeu um charuto e os dois saíram de casa e entraram em um carro para buscar Vito Buratti.
_______________________________________________________________________

Vito que não fazia ideia do que estava para acontecer com ele, estava pegando sua camisa florida e o mesmo chapéu que Don Carlos estava usando, o rapaz de vinte e dois anos estava no ápice de sua forma física, afinal se você não conseguisse ser forte dentro da cadeia saia dela morto uma lição que foi rapidamente aprendida nos doze anos de pena que ele tinha cumprido.

Vieram dois guardas, cada um com duas pistolas para fazer a escolta do presidiário, um deles falou:

- Finalmente chegou o dia hein, Vito. Você vai sair agora, mas a gente sabe que tu vai voltar afinal vida de mafioso nunca dura muito.

- Você vai descobrir que sempre existem exceções guarda, eu só tenho 22 anos e não vou desperdiçar mais nenhum na cadeia e muito menos vou ser morto lá fora.

Ao chegarem ao portão os guardas tiraram as algemas e aquele mesmo disse:

- A gente se vê Vito. Cuidado com os Pavanello.

Ele riu e viu o carro de Don Lorenzzi e seu Consiglieri, correu para ele e encontrou os dois sentados com grandes sorrisos estampados na cara, Vito também sorriu afinal parecia que ele seria aceito com todas as honrarias possíveis, mal sabia ele que os dois estavam sorrindo porque iam se livrar de alguns pesos mortos, Carlos se inclinou e abraçou a rapaz e falou:

- Já faz muito tempo Vito! Você cresceu muito rapaz.

- E não só de tamanho, malhou muito na cadeia não é? – comentou Carmelo

- Foi necessário, mas me falem da atual situação da Família e quando eu vou poder atuar por ela novamente?

- É assim que eu gosto um homem leal à família. – disse Carlos passando o braço pelos ombros de Vito – veja só, nesse tempo que você esteve fora os Azevedo e os D’Angelo são famílias aliadas porque a irmã do Don Azevedo se casou com o Don D’Angelo, os Pavanello perderam muito território e são a menor das Cinco Famílias e os Leone são os mais perigosos para nós, eles querem sempre o nosso território e ganharam muito território.

- E nós temos um serviço para você meu rapaz – falou Carmelo – algo bem fácil, vamos te dar alguns quilos de cocaína que você vai vender para um colombiano, para esse serviço vamos mandar quatro homens confiáveis junto com você porque queremos uma transição pacifica.

- Quando vamos fazer essa transação – disse Buratti pouco interessado, afinal era uma tarefa fácil – eu faço tudo pela família, vocês sabem.

Os dois chefes se entreolharam e falam juntos:

- Estamos chegando ao ponto de encontro já meu amigo, depois desse serviço você vai ter um longo descanso. – falou Carlos

- Tipo um descanso eterno? – respondeu Vito

- Exatamente meu amigo – disse Carmelo rindo.

O carro parou de repente e Carlos deu um sinal para Vito descer do carro, eles já estavam indo embora quando o Consiglieri Carmelo falou:

- Espere pelos outros aqui e quando estiverem juntos vão para o Rio Judson que lá vocês encontrarão alguns colombianos nas docas.

- Entendido, façam uma boa viagem para a sede – o carro saiu e Vito olhou para os lados – eu queria encontrar alguma coisa para comer ou uma mulher para bater um papo, mas acho que depois dessa missão eu vou ter bastante tempo para isso.

Vito sentou-se em uma mesa de uma lanchonete qualquer e logo viu o pessoal da rua toda correndo gritando que uma lambreta desgovernada estava chegando e Buratti logo viu dois homens montados em uma lambreta que aparentemente estava sem controle. O mafioso cruzou as pernas e viu a lambreta bater no meio-fio e os dois homens caírem de cara no chão.

- Porra Jack dirige direito, isso é mais uma ofensa para os Jackson! – falou o homem mais alto.

- Eu queria fazer a missão logo para ganharmos reconhecimento na cidade Hugo, por isso vim rápido!

- Shiu, não fale da missão em voz alta, a gente pode ser presos por causa disso.

Vito levantou-se e puxou os dois homens atrapalhados para um canto e falou:

- Vocês fazem parte do esquadrão da Família Lorenzzi? – perguntou desconfiado, afinal Carlos e Carmelo não tinham dado nenhuma descrição dos homens que o acompanhariam – façam mais silêncio, não queremos que nos percebam.

- Você é o Vito Buratti não é? – perguntou Jack Jackson. – aquele cara que ficou doze anos na cadeia?

- Sou sim e vocês trouxeram o carregamento?

- A cocaína? – gritou Hugo e logo após levou um cascudo por gritar – Não trouxemos e Jack pare de me bater!

Os três ficaram se encarando e um fusca parou em frente a eles e um homem de terno usando óculos de sol falou:

- E aí meus brothers, eu sou o Roses e o cara que ‘tá dirigindo é o Carl – ele cochichou – acho que ele é [palavra censurada], vamos entrar no carro e ir para as docas.

- Não liguem para o Roses moçada, ele cheirou um pouco antes de ir entregar o carregamento, o coitado ficou nervoso.

O fusca ficou cheio e do acento do motorista só deu para ouvir Carl falando e jogando pistolas para trás.

- Atenção Jacksons, eu estou dando pistolas para vocês que é para caso a situação complique, por favor, não vão repetir o fiasco de atirarem em seus próprios pés. Para o Buratti eu estou entregando uma AK 47, uma beleza meu jovem.
Agora eu vou passar algumas informações. Quando chegarmos às docas o Roses vai entregar o carregamento para o latino e vai pegar o dinheiro porque ele é o único que fala espanhol, os irmãos vão ficar do lado dele e caso alguma coisa dê errado tem permissão para atirar, caso nada ocorra eu estou mandando que nem falem e eu e o Buratti vamos patrulhar o lugar, uma fonte confiável me disse que querem nos matar.

- O Enzo do bar? – perguntou Jack – ele nos disse a mesma coisa, falou que o Vito corre grande perigo.

- Porque eu? Não queria falar nada rapazes, mas eu sou de confiança, cumpri doze anos de cadeia em nome da Família e depois dessa missão só vai dar eu de férias em alguma ilha curtindo a vida adoidado.

- Você tá sonhando “bro”. Nós somos o pior esquadrão dos Lorenzzi, ‘tá na cara que eles não são paz e amor e estão querendo nos matar – resmungou Roses em um tom tão baixo que só deu para entender “bro” e “paz e amor”.

- Cara para de cheirar, tá afetando sua habilidade de falar – exclamou Carl dando um tapa na cabeça do advogado hippie e parando o fusca – chegamos amigos, todos aos seus postos.

As docas era um local cheio de contêineres de todos os tamanhos, tinha vários Jet-skis ancorados e um fedor muito ruim, pois o rio era muito poluído. Roses desceu do fusca carregando duas maletas cheias de cocaína e os irmãos Jackson o acompanhavam lado a lado, Vito e Carl desceram do fusca e andavam furtivamente atrás dos contêineres procurando por possíveis ameaças.
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Mal sabiam eles que um grupo de dez homens estava entrando nas docas, fortemente armados. O líder deles parou e discursou:

- Atenção pessoal, estamos aqui para matar o lixo dos Lorenzzi, eles não devem dar trabalho, mas não se descuidem porque se morrerem o pagamento de vocês será meu.

O grupo riu e adentrou o local fazendo muito barulho e sem ter o cuidado de fazerem a surpresa para o esquadrão, logo se esconderam bem perto de onde Roses e os Jackson estavam esperando os colombianos e todos eles estavam apontando as armas para os três. Um deles resmungou:

- Capitão, matamos os colombianos também?

- Don Carlos disse claramente para não deixar ninguém vivo, então matem eles também.

Cada um pegou uma AK 47 e ficaram esperando a chegada dos colombianos.
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Roses estava esperando na área mais aberta das docas, aonde não se encontrava quase nenhum contêiner ou esconderijo e ficou esperando por onde os latinos iam chegar ele impaciente comentou:

- Se esses caras não chegarem logo eu cheiro tudo...

Logo um barulho de hélices e um helicóptero chegou nas margens do rio Judson, o veiculo não pousou, só desceu uma escada de cordas e um homem baixinho ficou de frente para Roses e disse:

- Hola amigo, você estar com a cocaína?

- Sí, usted tem La grana?

- Uno milhão de dollares – ele mostrou a maleta cheia de dinheiro, pegou as malas com a droga e falou – ótimo negociar com vocês, estão fazendo a alegria dos viciados da Colômbia!

E então foi atingido na cabeça e caiu morto da frente de Roses, o advogado também foi atingido por dois tiros no peito, o helicóptero quando percebeu que era uma emboscada começou a decolar, mas também estava sendo muito atingido e começou a pegar fogo até explodir e teve sua carcaça sendo engolida pelas águas do rio. Jack pulou na água e começou a atirar para todos os lados, seu irmão foi morto com sete tiros sem nem ter a chance de reagir.

Carl e Vito ouviram os disparos e começaram a correr na direção do barulho e logo encontraram um grupo de homens atirando em todos os dois se entreolharam e o motorista do fusca gritou:

- Vida longa aos Beatles!

Os dois se esconderam e começaram a atirar no grupo de homens, Vito acertou dois na cabeça e seu parceiro matou mais alguns, os homens que sobraram pararam de mirar em Jack e saíram correndo atrás dos dois atiradores.

Sem tempo para pensar Vito começou a correr em direção ao rio e enquanto o grupo atirava nele Carl os acertava. Buratti pulou de costas no rio acertando o peito de mais dois enquanto caia. Carl tinha subido um contêiner e ficou atirando bem calmo, matando os últimos que ainda ofereciam resistência.

O homem desceu do contêiner e pisou no corpo dos adversários, acendeu um charuto cubano e começou a atirar para o alto, Vito estava subindo com Jack. O rapaz correu para o corpo do irmão e fechou seus olhos dizendo:

- Não se preocupe, eu vou te vingar.

O Lorenzzi chegou ao corpo de Roses e disse para todos:

- Ele ainda tem pulso! Temos que levá-lo para o hospital!

Os três colocaram o advogado deitado no acento de trás e Jack sentou-se do seu lado para conferir o estado de Roses. Carl e Vito sentaram-se nos acentos da frente e saíram em muita velocidade para levar o viciado para o hospital e também para que a polícia não os encontrasse.

- E então Buratti, o que vamos fazer? – perguntou Jackson

- Vamos atrás da cabeça do Don Lorenzzi e de quem entrar no caminho. – ele olhou para os três e continuou – minhas férias vão ter que esperar um pouco...

* - chapéu borsalino é o clássico usado por mafiosos em vários filmes.

@Miss: Fanfic inativa. Trancada.

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Nagre o q vc axou do meu retorno?

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