Pokémon Mythology
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Mensagem por Hamazura Shiage em Qua 25 Jul 2012 - 19:28

Notas do Autor: Olá Mythology! =D Já estou no fórum alguns dias, e já estava planejando postar essa fic em algum lugar já que ela estava apenas no Nyah, então irei postar aqui também. o/

Eu usei o revisor do Word e revisei por mim mesmo também esse cap, mas provavelmente ainda deve ter erros. D: Por isso, se os acharem, me digam! E Peço desculpas se o inicio for um pouco chato e clichê, mas prometo que os próximos serão melhores. xD

Enfim, vamos ao cap e que todos vocês fiquem com a Maionese! 8D


Capitulo I: Naive/Game

Ano de 2016.

Foi anunciado há um tempo o primeiro jogo que utilizaria da tecnologia de realidade virtual, uma coisa que muitas pessoas esperavam desde o inicio dos tempos do vídeo game.

Ele seria posto nos Fliperamas no dia 26 de Julho, porém muitas pessoas não aguentavam esperar e tentavam hackear o site da empresa, mas em vão.

Até que após uma espera, o tão aguardado dia finalmente havia chegado. Em quase todos os fliperamas existentes no globo, as máquinas que continham o jogo “Seventh/Heaven” estavam sendo postas em seus devidos locais.

A animação fez com que filas e filas de pessoas se juntassem e sentassem na porta de Shoppings, esperando-os abrirem para finalmente entrarem no seu paraíso de jogos e iniciar sua aventura em um mundo de realidade virtual.

Contudo, entre essas pessoas tinha uma que poderíamos destacar. Seu nome era: Takuya Matsuo.

Tinha cabelos castanhos caídos e seus olhos eram amarelos; usava uma camisa bege que continha o número “66” estampado perto do canto inferior direito, e por fim trajava uma bermuda preta com bolsos na frente e atrás.

Com seus joviais 15 anos, o garoto esperava nervoso que o fliperama abrisse, pois tinha aguardado esse dia há tempos.

Não demorou muito para que a porta de ferro fosse levantada aos poucos pelos funcionários, dando inicio a confusão.

Todas as pessoas ali saíram correndo, empurrando, derrubando e algumas até socando os outros para chegarem até as máquinas.

Matsuo tentou acompanhar o ritmo das criaturas, mas era tarde demais. A multidão havia tomado conta do banco onde colocavam créditos no cartão.

Todavia, nosso protagonista não estava sozinho, tragou seu cartão antigo que havia bastante crédito, pois sabia que no dia da abertura algo desse tipo provavelmente aconteceria.

Então se dirigiu calmamente até a fileira de máquinas do jogo que estavam completamente vazias e preparadas para serem ativadas.

Ou assim ele achava.

Na última cabine, o jovem pode ver uma garota com cabelos verdes presos por duas presilhas de borboleta, a mesma trajava uma blusa tomara que caia verde juntamente com uma saia preta.

Não era possível ver seu rosto, afinal à menina já tinha colocado o capacete que era o “controle” do jogo.

Matsuo decidiu ignorá-la, pois não tinha tempo á perder, logo os viciados chegariam e tomariam conta das maquinas vazias e sua chance de experimentar o jogo sairia por água a baixo.

Acomodou-se na poltrona que ficava de frente para a tela do jogo, existiam três caixas de som e em cima de uma delas continha um capacete parecido com o da garota de agora há pouco.

O garoto pegou o controle e colocou sobre sua cabeça, o mesmo acabou se ligando ao mesmo tempo e fazendo uma aba azul aparecer na frente dos olhos do menino.

“Por favor, aguarde. Estamos memorizando sua imagem.”

Parecia que além de ser realidade virtual aquele jogo continha um programa que capturava a imagem do corpo da pessoa, sendo assim capaz de produzi-la dentro do mundo do game.

Depois de um tempo esperando, finalmente havia terminado de “canalizar” o corpo do protagonista.

A aba saiu e pequenos brilhos foram tomando conta da tela do jovem até que ele não fosse mais capaz de enxergar nada.

Quando abriu seus olhos novamente viu que estava em um espaço cibernético e na sua frente havia uma NPC, ela tinha cabelos ruivos e olhos da mesma cor; usava duas orelhas de gato na cabeça e trajava um vestido rosa com uma gravata vermelha no centro dos peitos.

A estranha personagem sorriu e fez uma reverência perante o rapaz, e após voltar ao normal, disse:

- Bem-vindo ao centro de criação de personagem do Seventh/Heaven. – Disse, sorrindo meigamente.

Matsuo engoliu seco e balançou a cabeça positivamente em resposta.

- Aqui você terminará de fazer o básico do seu personagem, então, por favor, preste atenção. – Pediu, fazendo uma reverência novamente.

- Certo... – Assentiu Matsuo.

A NPC colocou o dedo indicador no ar e fez um movimento para a esquerda, abrindo uma janela na frente do garoto.

Naquela aba era possível ver três categorias:

1°: Armas de Fogo

2°: Armas de Lâmina

3°: Magias

- No inicio, você, jogador poderá escolher cinco armas de qualquer tipo e uma magia, ou alternar para uma arma e duas magias – Explicou a jovem. – Além de que fique claro: Quanto mais armas você carregar, mais lentos serão seus reflexos e movimentos no jogo.

Sem muita coisa á dizer, o menino apenas concordou com a cabeça.

- Por favor, faça suas escolhas. – Falou a garota, inclinando a cabeça de lado e sorrindo.

Sem pensar muito, o jovem tocou na segunda opção e puxou com o dedo indicador para a direita, abrindo uma lista de armas que continham lâmina.

Desceu ela um pouco até achar o item “Espada Bastarda” e cutucou o mesmo, fazendo a imagem do item aparecer na frente do rapaz junto das opções: Sim e Não.

Matsuo clicou na opção “Sim”, forçando o programa á voltar para a janela inicial com as três categorias.

- Espada Bastarda, selecionada e guardada no seu inventário, senhor! – Avisou a gata.

O garoto clicou na terceira categoria e fez o mesmo movimento para a direita, abrindo outra lista e descendo até achar a palavra “Trovão”.

Cutucou na mesma e voltou para a tela inicial, fechou os olhos e sorriu para a NPC, satisfeito.

- Pronto, é só isso que desejo. – Disse Matsuo, cruzando os braços.

A garota fez uma reverência, passando seu dedo pela direita e fazendo a aba desaparecer da frente do menino.

A mesma então tirou algo de seu bolso, pareciam ser apenas cartas de baralho, mas não eram.

A menina jogou-as virada de costas para Matsuo, as cartas grudaram no ar e ficaram flutuando na frente do jovem.

- Por favor, escolha seu poder Arcana. – Falou a jovem, reverenciando-o novamente.

- Poder... Arcana? – Perguntou o rapaz, sem entender.


- Exato. Em Seventh/Heaven, temos outro sistema de poder sem ser a magia, eles são chamados de “Poderes Arcanas”. – Explicou a NPC. – São as 22 cartas de Tarô usadas para ver o futuro e aqui cada uma delas ganhou uma habilidade única que poderá ser de grande ajuda para os jogadores nas batalhas que terão mais á frente.

- Cartas de Tarô... – Repetiu Matsuo, um pouco surpreso.

- Assim que você escolher uma delas terá feito um contrato e não poderá ter outra ou quebrar o contrato, jamais. – Continuou a garota. – Entendido?

O garoto havia entendido, sabia bastantes coisas sobre jogos online e uma ou outra eram fáceis de aprender, principalmente essa.

Porém, o que o incomodava é que não tinha visto esse tipo de “sistema” antes em nenhum outro lugar, por isso ficou meio receoso, mas decidiu ignorar.

Apontou seu dedo para a carta que estava no meio de todas e engoliu seco, dizendo:

- Escolho esta.

A menina girou seu dedo indicador direito, fazendo com que a carta virasse de frente para o jogador.

- A Carta de número XXII... O Louco. – Pronunciou a jovem.

- O Louco... – Pensou Matsuo, observando a carta que havia escolhido.

A carta tomou a forma de uma esfera azul e adentrou no peitoral do menino.

- O Que... Foi isso? – Interrogou Matsuo.

- Não precisa se preocupar, isso foi apenas o contrato sendo feito. Agora, você tem o direito de usar a habilidade da Arcana: O Louco. – Respondeu a gata. – Com isso feito, terminaste a criação de personagem para o jogo Seventh/Heaven.

O jovem balançou um pouco a cabeça e olhou para a NPC que andou para o lado, deixando a visão de um grandioso e brilhante portal na frente do rapaz aparecer.

- Quando se sentir preparado apenas passe pela luz que você será levado até o mundo do game. - Avisou a garota. – Porém... Não terá volta, você tem certeza disso?

Matsuo estava animado demais que palavras não podiam ser formadas para a resposta, então o mesmo apenas começou a andar na direção do portal determinado.

A menina entendeu a ação do jogador e então apenas fez uma última reverência para o mesmo que passava por ela.

O garoto estava de frente para o brilho interminável, finalmente experimentaria o gosto de um jogo de realidade virtual pela primeira vez em sua vida.

Deu mais alguns passos e foi coberto pela luz, desaparecendo da vista da gata que apenas observava atentamente.

Após isso, o portal desaparecia como se não tivesse tido nada ali desde o inicio.
Tudo havia ficado branco para Matsuo, o mesmo não conseguia enxergar nada, porém sabia que estava sendo levado até o jogo.

Não podia conter sua empolgação, queria que aquela “viagem” acabasse logo e ficasse capaz de abrir seus olhos e ver a vista que existia naquele local.

Contudo...

Ele não sabia o quanto estava enganado sobre isso.

Naive/Game – The End.

--- Observações ON ---

Espada Bastarda: Também conhecida como "espada de uma mão e meia" é uma espada, que tem esse nome por não se encaixar exatamente nem no grupo de espadas de duas mãos, nem do de espadas de uma mão, tendo tamanho intermediário, e sendo balanceada para poder ser usada com uma ou duas mãos. Ela é muito popular em jogos e historias de fantasia.

--- Observações OFF ---


Próximo Capitulo: Hysterical/Conclusion.






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Mensagem por Sketdan em Qui 26 Jul 2012 - 20:49

Cara, adorei sua Fic, sério. Gostei muito dessa ideia de realidade virtual e como a história se desenrolou e talz. Vou acompanhar a Fic, boa sorte com ela.

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Mensagem por Hamazura Shiage em Sex 27 Jul 2012 - 5:53

Notas do Autor: Trago á vocês o capitulo 2! Eu particularmente preferi esse do que o primeiro, mas quero saber de vocês agora. XD
Espero não estar postando muito rápido... D:

Comentários:

Sir.Aggron: Obrigado pelo comentário! Também adoro realidade virtual, pra mim é uma das sete maravilhas do mundo! *-* /what Além de que, muito obrigado por querer acompanhá-la e thanks, novamente! >XD

Agora, vamos ao cap!


---x---

Anteriormente...

Matsuo Takuya, um garoto de 15 anos viciado em jogos tinha ido ao fliperama no dia de lançamento do primeiro jogo de realidade virtual: Seventh/Heaven. E Que por hora seria apenas disponível em Arcade.

Chegando lá, o mesmo teve que enfrentar uma enorme fila e ainda sentar em uma das cabines antes que perdesse o seu lugar, porém, usando sua inteligência conseguiu ser um dos primeiros á entrar no jogo.

E Agora que finalmente terminou de criar seu personagem, o menino está prestes á apreciar a primeira cidade do jogo que havia aguardado tanto.

Mas ele mal sabia que nem tudo é o que parece ser...


Capitulo II: Hysterical/Conclusion.

Aos poucos, o protagonista começou á abrir seus olhos até finalmente ver onde estava.

Realmente havia entrado no jogo. O lugar no qual se via parecia uma pequena cidade que ficava perto da praia, a mesma tinha várias casas; um farol e várias árvores de todos os tamanhos podiam ser vistas.

Na frente do garoto estava uma ponte que levava em direção ao mar enquanto que atrás continha-se a entrada para a cidade.

Do lado direito de onde ele estava podia-se ver o grande farol que naquele momento não era usado.

– É... Tão real... – Disse para si mesmo, tocando em uma velha armadura de bronze que cobria seu corpo quase todo.

O menino levou uma de suas mãos para suas costas e pode sentir a espada bastarda guardada em uma bainha atrás do mesmo.

Verificou outros lugares, contudo não achou mais nada. Suspirou e virou-se em direção a cidade.

– Vamos ver como ela é! – Pensou, dirigindo-se para o local que fitava com os olhos.

Com poucos passos, o jovem entrava no lugar. Havia algumas feiras pequenas que vendiam itens comuns pela rua, normalmente elas tinham sido construídas na frente da casa dos moradores, afinal nenhum deles queria ter que ir trabalhar longe de casa com tanto espaço livre por aqui.

– São itens normais... Mas não devo ter nada além da Espada e da Magia... Acho melhor compra-los. – Comentou Matsuo, passando o dedo direito no ar e abrindo seu status.

O rapaz notou que seu dinheiro era zero naquele momento. Claro, ele devia ter pensado nisso antes, afinal era a primeira vez dele jogando.

– Acho que terei que caçar mesmo... – Resmungou, fechando o status e cruzando seus braços.

Todavia, o silêncio não durou por muito tempo, vários barulhos de jogadores entrando começou a soar pelos ouvidos do protagonista.

– Ahhh! – Reclamou Matsuo. – Que barulho irritante... Será que não tem uma opção para deixar mudo não?!

Quando voltou seu olhar para frente, aquela cidadezinha pequena e vazia estava com uma multidão de pessoas ao redor dela.

O garoto suspirou. Nada podia fazer assim que o jogo começava, ele devia ter se preparado para aproveitar apenas um pouco de como é jogar um game online sem ninguém nele.

– Por mais que jogos online sejam feitos para jogar com os outros... Às vezes ter um pouco de silêncio é bom. – Pensou consigo mesmo enquanto forçava um sorriso falso.

De qualquer forma, o menino seguiu em frente, afinal atrás dele tinha a baia da praia, no centro existia a cidade, então provavelmente o lugar de caça estava mais á frente.

Após um tempo, o jovem havia saído de lá e adentrado em uma floresta, estava certo sobre como funcionava esse primeiro mapa:

1°: Os jogadores chegam à baia da praia e pousam em cima de uma ponte, podendo seguir por ela e descer até a areia e ir para o mar ou simplesmente virar para trás e andar até a cidade.

2°: Chegando ao lugar teria pequenas lojas onde se vendem os itens iniciais, caso os jogadores precisem.

3°: E Por fim, saindo pelo outro lado da cidade, estaria o caminho para a floresta e quem sabe, a trilha para o próximo local.

– Esse mapa foi mais simples de desvendar do que eu esperava... – Falou Matsuo, observando as árvores enquanto andava.

Mais a frente, o protagonista acabou se encontrando com os famosos “Slimes” que existem nos RPG’s.

A cor deste era azul claro e parecia-se com um urso pelo seu tamanho, porém não tinha olhos, apenas orelhas.

– Esse Slime é bem grandinho... – Comentou Matsuo, retirando a sua arma da bainha. – Mas não importa... Será a minha primeira batalha nesse mundo!

O garoto segurou a espada com uma mão e avançou na direção do monstro, passando ela pelo chão e no final erguendo a mesma para cima e fazendo um corte vertical no inimigo.

O ataque conseguiu partir o alvo em duas partes que logo se explodiam, fazendo uma aba verde aparecer na frente do menino.

– Haha, minha primeira vitória! – Comemorou, guardando seu equipamento na bainha.

O jovem cutucou o ar com seu dedo da mão direita, deslizando-o para a esquerda e abrindo seu inventário, afinal, ele deveria checar o que havia ganhado por ter matado esse Slime.

Não havia mudado muita coisa, o dinheiro dele aumentou para míseros 150; também conseguiu uma maçã vermelha, mas ela não curava muito o LP.

– Pode não ter sido muito... Mas pelo menos tenho dinheiro e uma maçã agora. – Comentou, tentando ver o lado positivo daquilo.

Porém... Aquela paz estava preste a acabar.

Aos poucos, o céu do mundo virtual foi ficando escuro até ninguém conseguir ser capaz de enxergar algo.

– O Que... O Que é isso? Algum evento do jogo? – Perguntou Matsuo para si mesmo.

O rapaz olhou para as nuvens negras e logo foi capaz de ouvir uma grandiosa e medonha voz que ecoou ao redor do globo.

– Saudações, caros jogadores. – Cumprimentou a estranha pessoa.

Matsuo conseguiu ouvir várias outras pessoas da cidade, todas elas praticamente falavam a mesma coisa que ele pensava: “O Que está acontecendo aqui?!”.

– Por favor, fiquem calmos que eu irei explicar tudo. – Pediu o ser misterioso.

Com isso dito, os resmungos abaixaram e um silêncio amedrontador tomou conta do local que logo fora quebrado pela estranha voz novamente:

– Começando... Eu sou o criador deste jogo de realidade virtual, meu nome é Igor Kuzma. – Apresentou-se. – Podem me ver como o Deus desse mundo ou para os mais fanáticos: Game Master.

– Vim aqui para lhes falar de algo muito importante que não tem no tutorial de Seventh/Heaven. – Avisou Igor, fazendo com que várias pessoas começassem a se preocupar. –

– Igor Kuzma... Então... Esse é o criador de Seventh/Heaven... – Pensava Matsuo que ainda mantinha-se surpreso pelo criador fazer questão de explicar sobre o jogo para eles.

– A outra coisa que eu preciso lhes contar é que... Vocês estão presos aqui. – Disse Igor.

Por um tempo as pessoas permaneceram em silêncio, contudo começaram a rir do que o Game Master havia dito.

O protagonista pode ouvir a maioria dos outros jogadores fazendo graça da frase de Igor, achando que aquilo era uma brincadeira.

Mas no fundo, o garoto pensava isso também. Porém aquilo ainda era estranho... Por que ele faria todo esse tumulto apenas para uma pegadinha? E Se realmente fosse verdade?

As dúvidas pairavam sobre a cabeça do menino, todavia a voz do criador pode ser ouvida novamente:

– Eu esperava essa reação de vocês... Por isso preparei uma explicação. – Suspirou Igor.

– Eu criei o Seventh/Heaven com a intenção de ser uma forma de negociação com os governadores dos países. – Começou o Game Master. – Por isso não criei nenhum jeito físico ou virtual capaz de fazer com que vocês saiam do jogo.

O coração do jovem começou a palpitar com mais velocidade a cada palavra que ouvia daquela voz grossa e medonha que Igor soltava.

O rapaz cerrou seus punhos um pouco e engoliu seco decidido á ouvir até o final.

– Os dois únicos jeitos de escapar são: Morrendo ou Vencer o jogo. – Explicava Igor. – Mas claro... Tem um problema se vocês matarem-se no jogo... Caso morram aqui, o capacete que eu criei soltará uma descarga elétrica capaz de torrar o corpo de vocês como se fosse pão. Resultando em sua morte real...

Matsuo ouviu gritos de algumas meninas que vinham da cidade... Provavelmente um dos jogadores tinha se matado para ver se o que o criador disse era real ou não.

O protagonista não queria se usar de teste para ver se o estranho estava dizendo a verdade ou mentia, ele podia sentir a seriedade em cada palavra que o misterioso falava.

– Vocês podem fazer o mesmo que o nosso amigo ali e se matar para ver se o que estou dizendo é verdade ou mentira... Mas... Deveriam mesmo arriscar isso? – Perguntou Igor sarcasticamente.

O silêncio voltou e satisfeito, o Game Master decidiu continuar com sua explicação.

– Agora, querem saber por que fiz isso? Não, não sou uma pessoa rejeitada que decidiu criar um novo mundo para que as pessoas vivam nele... Eu só estou fazendo isso, pois quero mudar como as coisas são na realidade. – Disse Igor. – Todas essas pessoas corruptas... Todas essas imagens falsas... Eu quero expô-las.

– E Agora vocês se perguntam aonde vocês entram nesse plano... Simples, para acabar com a farsa do governo, eu decidi usar reféns de verdade para que eles não tenham outra opção a não ser me obedecer. – Continuou o Game Master. – Pois pensem bem... Milhares de crianças esperaram na porta dos Shoppings ao redor do globo apenas para jogar meu jogo... Então eu tenho vários reféns e posso facilmente mata-los com um único apertar de botão.

– Com tantas vidas em minha mão, o governo não teria outra escolha a não ser aceitar... Pois se recusarem irá acabar sendo mal visto por todas as pessoas que iriam perder seus filhos nessa decisão egoísta. – Explicava Igor. – Ou seja... Deixei-os em um beco sem saída.

O garoto começou a ter bastante raiva, afinal estava sendo tratado como um mero peão que seria utilizado em uma troca pela dominação mundial... Sentia-se como um pássaro dentro da gaiola.

Mas devia guardar seus sentimentos para si naquele momento, tinha que continuar a ouvir o que o criador do jogo falava para não ter dúvidas do que iria fazer em seguida.

– Contudo... Apenas isso não seria bom. – Comentou o Game Master. – Pois os governantes poderiam tentar me enrolar com o tempo... Então... Assim que vocês adentraram no jogo, ordenei para os meus homens que pegassem as cabines onde estavam e tragassem para a minha base.

– E Ais me perguntam novamente... O Que ganharei com isso? Fácil, eu deixarei o corpo de vocês sem água e comida, ou seja... Aos poucos irão sofrer cada vez mais por causa disso... Dando um tempo limite para que aqueles governadores tenham uma decisão, se não... Os reféns vão acabar morrendo. – Falava Igor.

O menino ficou irritado, mas tinha que admitir... O Game Master havia pensado em tudo quando fez esse plano, todos os meios perfeitos para pressionar as pessoas mais poderosas de cada país á aceitar essas condições e virarem apenas cachorrinhos que o obedeceriam facilmente...

– E Agora... Para terminar... Provavelmente vocês devem estar pensando que não terão tempo para terminar o jogo... EXATO! Por que diabos eu deixaria que vocês, as únicas pessoas capazes de parar o meu plano tivessem chance de conseguir isso?! Por isso que fiz esse game o mais difícil possível e com o tempo limite de quanto o seu corpo irá aguentar sem água e comida! – Exclamou o Game Master, começando a rir loucamente. – HAHAHAHAHA!

– Bem... É Isso. – Terminou Igor. – O que eu precisava explicar já era. Irei dar um adeus para vocês e... Antes que eu me esqueça, não precisam se preocupar com idiomas diferentes, tem um programa no jogo que faz com que o usuário ouça a pessoa com quem está falando na sua própria língua e vice versa, por isso, se ainda acharem que tem uma pequena chance de sobreviver, podem tentar fazer grupos, guilda ou qualquer coisa desse tipo... Mas eu duvido.

E Com isso, as nuvens negras desapareciam e o céu voltava ao normal, à música de fundo daquele mapa reaparecia e tudo voltava a ser como antes... Parecendo que nada havia acontecido.

Mas na realidade... Aquele era o fim para várias pessoas, não tinham como sobreviver e muito menos escapar, estavam presos para a morte.

O jovem não queria aceitar aquilo... Rangia seus dentes com toda a força que conseguia, cerrava seus punhos em uma atitude de ira e ainda olhava para o alto, como se Igor ainda estivesse lá.

– Eu... Não... – Começava Matsuo. – NÃO IREI ACEITAR ISSO!

Com esse grito do rapaz, o pânico das pessoas que ainda estavam na primeira cidade começou.

Pois ali... Aquele era o começo do fim para eles.

Hysterical/Conclusion – The End.

--- Observações ON ---
LP: Life Points, ou Pontos de Vida.
Game Master: Mestre do Jogo.
Slime: Um tipo de monstro de RPGs, na maioria das vezes é tratado como o mais fraco.
--- Observações OFF ---

Próximo Capitulo: My/Way



Última edição por Hamazura Shiage em Sex 27 Jul 2012 - 5:54, editado 1 vez(es) (Razão : Esqueci de aumentar o tamanho do título no capitulo no final. x.x)

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Mensagem por Zombie em Sab 28 Jul 2012 - 19:09

Muito criativa sua FanFic, essa historia me fez lembrar do anime ".Hack Sign".
Só não entendo como eles irão vencer em menos de 3 dias, pois não tenho certeza, mas creio que um ser humano não pode ficar sem se alimentar e sem beber liquido por mais de 3 dias.
Não encontrei nenhum erro de ortografia, narração e fala dos personagens estão perfeitas.
Sua fic está ótima, que continue assim; espero mais capítulos.

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Mensagem por ~Yui em Sab 28 Jul 2012 - 22:52

Muito show sua Fanfic! Narração, descrição de personagens e a própria história estão perfeitas. Sua a ortografia está perfeita e gostei tanto da sua Fanfic, que estou pensando em criar uma Fanfic do mesmo estilo.

Espero que continue sua Fanfic e estou esperando anciosamente os próximos capítulos!

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Mensagem por Hamazura Shiage em Seg 30 Jul 2012 - 3:16

Notas do Autor: Fala pessoal! Trago aqui o capitulo 3! Pois bem, mas primeir os comentários!

Wolf Boy: Já ouvi falar de .hack XD Mas nunca joguei/vi >: Sobre o tempo limite, pelo que eu me lembro é explicado disso no 4° Capitulo! Mas até lá temos que passar por uma pequena aventura primeiro! =D Obrigado, Fico feliz que não tenha nenhum erro grave. xD Enfim, obrigado pelo comentário e continue lendo!

Jessica Heap: Muito obrigado! Fico feliz que tenha gostado. xD Sim! Crie se puder, adoro fics de Jogos ou Realidade virtual! Enfim, obrigado pelo comentário e continue lendo! =D

Agora que respondi os comentários, podemos ir para o capitulo!

E Vamos lá!


---x---

Anteriormente...

Matsuo Takuya havia finalmente conseguido entrar no jogo que havia esperado tanto tempo para jogar: Seventh/Heaven.

O mesmo até foi capaz de aproveitar um pouco do game, mas logo após o verdadeiro inicio dele, o criador do jogo: Igor Kuzma apareceu.

E Com sua voz grossa e amedrontadora, o Game Master explicou o porquê de ter criado o jogo que na verdade era simplesmente para poder dominar o governo e criar uma nova ordem mundial na qual não existiriam mais essas falsidades que existem hoje em dia, e faria isso utilizando os milhares de jogadores que caíram na armadilha que é: Seventh/Heaven.

Agora, preso no jogo e com a certeza de que irá morrer de um jeito ou de outro... O Que será que nosso protagonista irá fazer?


Capitulo III: My/Way

Havia se passado uma hora desde a explicação terrível que Igor tinha feito para os jogadores... Matsuo encontrava-se deitado em cima de um galho de uma das árvores que ficavam no campo de caça, seus olhos estavam fechados e seu braço direito apoiava-se em sua testa para impedir que a luz do sol o atingisse ali.

- Preso dentro de um jogo... Hm... – Comentava Matsuo para si mesmo. – Quem diria que algo desse tipo viria a existir de verdade...


- É Quase igual o jeito que eu estou agora com o que fiquei ao saber que lançariam um jogo de realidade virtual... – Falava o garoto. – Inacreditável... Em todos os sentidos da palavra.

Alguns barulhos de monstros sendo destruídos eram capazes de ser ouvidos da onde o menino estava.

- Provavelmente devem estar matando para passar o tempo... Afinal, vamos morrer de qualquer jeito... É Bom pelo menos aproveitar nossos últimos momentos, certo? – Perguntava-se o jovem.

O rapaz recebeu sua resposta com mais um grito de um inimigo sendo morto, suspirou e pulou do galho, pousando no chão.

- Melhor dar uma volta... – Pensou o protagonista.

Matsuo seguia o caminho até a cidade, entrando nela e observando o local.

Estava mais vazio que antes, a maioria das pessoas provavelmente saiu à procura de um jeito para sobreviver enquanto que as outras simplesmente se mataram.

Ele não queria mentir, mas também tinha vontade de se suicidar para acabar com aquilo de uma vez, porém algo o impedia... O mesmo só não sabia o que.

O menino passava pela pequena feira da cidade e observava ela como se tivesse inveja, afinal eram apenas NPC’s, não precisariam se preocupar com a maluquice que seu criador fez, pois eles não tinham uma vida real.

Já o jovem estava de mãos atadas.
Sua vida toda, seu futuro e presente estavam destruídos por apenas querer jogar um jogo que havia interessado o seu gosto.

E O preço que acabou pagando foi maior do que ele esperava.

Esses pensamentos de raiva e angustia fizeram o rapaz parar no meio do caminho e andar até um velho que estava vendendo algumas frutas na feira.

- Deseja alguma coisa, meu jovem? – Perguntou o senhor, abrindo um sorriso caloroso.

- Pare-o... – Sussurrou Matsuo.

- O Que?

- EU DISSE PARA PARÁ-LO!

O protagonista agarrava o velho pela gola da camisa e levantava ela, a fúria que guardava de Igor e daquele jogo estava prestes á explodir.

- Parar quem?! Eu não sei de nada! Dá pra me soltar?! – Implorava o vendedor, tentando se soltar.

Os outros vendedores se assustavam e davam alguns passos para trás, com medo da ação do garoto.

- Você sabe muito bem de quem eu estou falando... Do seu criador... Aquele bastardo que quer me usar como um rato de laboratório... – Explicou Matsuo, apertando a gola com mais força. – É DELE QUE EU ESTOU FALANDO!

- Meu criador?! Está querendo dizer meu pai?! – Perguntou o senhor.

- Ei! – Chamou uma voz que vinha do lado direito do menino.

- Ah? – Quando o jovem olhou para onde o chamavam, acabou sendo atingido por um soco.

O golpe fazia o rapaz cair no chão e soltar o velho, a bochecha do mesmo ficava um pouco vermelha e seus LP’s abaixavam minimamente.

- Ai... – Pensou Matsuo, passando a mão direita em seu machucado.

- Isso é pra você esquentar a cabeça um pouco, cara. – Avisou o estranho.

Quando o protagonista olhou para a sua frente viu um garoto que tinha no máximo 14 anos, seus cabelos eram ruivos e bagunçados, a íris dos olhos dele tinham a mesma cor e o menino usava uma camisa vermelha com mangas e um short branco por de baixo da armadura de bronze, além de carregar em suas costas uma espada de duas mãos.

- Quem... É Você? – Perguntou Matsuo se levantando e batendo em sua roupa para tirar a poeira.

- Arata Akira! – Respondeu Akira cruzando os braços e fazendo um sorriso no canto dos lábios.

-Por que me socou? – Interrogou Matsuo se recompondo.

Arata ficou com o olhar sério e respondeu ele:

- Descontar a raiva em NPC’s não nos fará voltar para nosso mundo.

-... Não estava descontando a raiva neles.

- Então por que estava levantando ele e gritando?

Com aquela pergunta, Matsuo ficou em silêncio. Não sabia explicar o porquê de ter feito aquilo.

Talvez Akira tivesse razão, ele apenas quisesse descontar a raiva que guardava de Igor em algo e havia escolhido exatamente os NPC’s que o mesmo tinha criado.

- Sei que guarda rancor daquele cara, muitas pessoas guardam. – Disse o ruivo. – Mas... Sair batendo em pessoas inocentes... Não acha que é um pouco exagerado?

- Eles não são pessoas, são dados de um jogo. – Retrucou o protagonista.

- Errado! Esse agora é o nosso mundo, nós vivemos aqui por enquanto, então para nos, eles são sim pessoas!

- EU ME RECUSO A ACEITAR QUE VIVEMOS AQUI AGORA!

- Não pode fugir da realidade por muito mais tempo! Vai fazer o que? Ficar escondido na cidade inicial até que o tempo esgote e você morra de fome e sede?!

O coração de Matsuo batia rápido, ele cerrava seus punhos cada vez mais e o suor aumentava aos poucos pelo seu corpo.




- As coisas só acabam... Quando nos desistimos. E Não porque um maluco disse que é o fim. – Falou Akira enquanto olhava para os olhos do jogador que estava em sua frente.

- Você não me conhece... – Avisou Matsuo.

- Posso não conhecer... Mas sei que ninguém deveria desistir enquanto ainda há uma chance. – Retrucou o ruivo.

- Chance? Acha que temos alguma? Ele pensou em cada parte desse plano! Não existe jeito... Iremos morrer e não importa quão positivo você seja não dá para mudar isso! – Avisou o protagonista.

- Talvez não dê... Mas pense bem... Irá desistir assim tão fácil de rever sua família e seus amigos? – Interrogava Akira, virando-se de costas e começando a caminhar para fora dali.

Realmente aquela pergunta havia atingido a parte mais funda do coração de Matsuo, o mesmo começou a pensar em como sua família ficaria ao saber disso... E Ele que agora havia desistido e se entregado aos braços da morte, como poderia olhar na cara deles novamente caso conseguisse sair?

O protagonista revirou um pouco o olhar e correu até Akira que estava de costas.

- Akira! – Exclamou Matsuo.

- Ah? – O ruivo virava-se para o jogador.

Quando olhou para trás, o punho de Matsuo atingia a cara de Akira em cheio, jogando-o no chão.

- AU! Caramba! – Gritou Akira com as mãos no rosto. – Por que fez isso?

- Apenas para me vingar... – Explicou o protagonista. – E Assim poder agradecer.

Matsuo estendia a mão e ajudava o jogador de cabelo vermelho á ficar em pé novamente.

- Agradecer? Quer dizer que finalmente acordou para a vida?

- De certa forma... Eu creio que sim. Mas isso é mais porque não quero que minha família lembre-se de mim como um covarde.

- Claro... – Concordava o ruivo, sorrindo de canto.

- Antes de tudo... Eu preciso que você me responda uma coisa. – Pediu Matsuo.

- O Que? – Perguntou Akira.

- Você sabe qual é a cidade mais próxima daqui? – Continuou o protagonista.

- Não... Mas provavelmente o grupo de pessoas que se juntou e saiu matando os monstros já deve ter chegado até lá. – Respondeu o ruivo. – Mas por que a pergunta?

- Eu estou indo para lá. – Explicou Matsuo, começando a dirigir-se para a saída do local.

Quando Akira entendia a resposta do jogador, virava-se rapidamente e corria até a frente dele.

- Espere!

- Hm?

- Por que não formamos uma dupla? Não seria mais fácil?

- Você aceitaria ir comigo? Mesmo sem me conhecer?

- Ah é... Ainda não nos conhecemos totalmente... Qual o seu nome mesmo?

- Matsuo Takuya...

- Beleza Matsuo! Agora sim nos conhecemos completamente, cada um sabe o nome do outro! Agora podemos fazer uma dupla?

-... Acho que sim... Né... – Assentiu o protagonista, sem entender muito do que havia acontecido ali.

Então estava feito, a primeira de muitas equipes que nosso herói teria ao longo de sua aventura...

E Agora que conseguiu superar de vez o seu rancor que impedia de lutar para viver, está a caminho da próxima cidade.

Contudo... O que será que os espera lá?

My/Way – The End.

--- Observações ON ---

NPC: Non Playable Character, em resumo, um personagem que você não pode controlar no jogo.

--- Observações OFF ---


Próximo Capitulo: Helping/Hand.


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Mensagem por ~Yui em Seg 30 Jul 2012 - 10:26

Capítulo perfeito! Você continua contando a descrição de personagens, lugar e acontecimentos perfeitamente e espero que continue assim. E mais uma coisa, terá inscrições para a sua Fanfic?

Estou esperando o próximo capítulo anciosamente!

Jessica
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Mensagem por Hamazura Shiage em Qua 1 Ago 2012 - 18:41

Notas do Autor: Ae! Capitulo 4 pessoal, e é com muito prazer que encerro o "Beginning Arc" com esse cap. Espero que consigamos terminar muitos outros arcos que irão vir pela frente! =D

Agora, os comentários!

Jessica Heap: Obrigado! Tentarei continuar desse jeito. o/ Bem, inscrições para ela, eu creio que não. Infelizmente já tenho todos os personagens que preciso para a trama na cabeça. =/ Mas vou ver o que posso fazer! E Ok, continue comentando e agradeço o comentário!

Pois bem, agora que acabei a parte dos comentários, é hora do capitulo, correto?!

Vamos lá!


---x---

Anteriormente...

Matsuo estava tendo um momento de rancor após ter capitado o que Igor havia dito.

Porém outro jogador chamado Arata Akira apareceu e conseguiu fazer com que a cabeça de nosso protagonista voltasse ao lugar.

E Agora com tudo em seu lugar, eles planejam formar uma dupla e seguir para a próxima cidade, contudo... O Problema principal ainda contínua.

Como irão impedir que seus corpos sofram de desidratação e falta de alimentação?


Capitulo IV: Helping/Hand.

Rússia, Ano de 2016, um dia após a armadilha do jogo Seventh/Heaven ter funcionado.

Igor estava sentado em uma cadeira de computador bebendo vinho em sua taça predileta, tinha várias telas por trás do mesmo que mostravam todas as ações de todos os jogadores do seu game.

Na frente dele havia uma mesa bem arrumada com caixas de lápis, canetas, borrachas e um amontoado de folhas que ficava atrás do telefone que estava acoplado ali.

A escuridão pelo local era imensa, a única luz ali que podíamos ver era a das telas de visualização do jogo, contudo, tirando isso não havia mais nada.

- É Tão bom apreciar um belo vinho após seus planos darem tão certos... – Comentava Igor consigo mesmo, bebendo um pouco.

Logo, a porta do lugar era aberto e um cientista com cabelo preto espetado; íris azul e jaleco branco fazia uma pequena reverência e andava na direção do Game Master.

- Hm? O Que você quer aqui doutor Tenjou Takuya? – Perguntou Igor, colocando a taça de vidro sobre sua mesa.

- É Que eu estava observando a lista de jogadores que estão no game... E Vi o nome do meu sobrinho Matsuo... Isso está certo? – Explicou Tenjou.

- Exato. Algum problema? – Confirmou Igor pegando a bebida e balançando um pouco a taça.

- Mas... Você disse que nossos filhos e sobrinhos estariam livres desse jogo! – Avisou o doutor. – Disse que seriam os únicos em que você não tocaria nem um dedo!

- Bem... Promessas são feitas para ser quebradas, jovem doutor. – Disse o velho terminando de tomar seu vinho.

- Então... Você não fará nada á respeito disso... ? – Interrogou Tenjou cerrando seus punhos.

- Entendeu rápido... Gosto bastante disso em você. – Afirmou Igor fechando seus olhos e sorrindo de leve.

Tenjou havia sido traído pelo seu próprio chefe, o mesmo havia ajudado Igor á terminar Seventh/Heaven, pois concordava sobre o que ele falava dos governos, porém não esperava que um de seus sobrinhos fosse cair nessa armadilha.
E de certa forma, ele sentia que a culpa não era totalmente de Igor e sim dele por não ter pressentido que o Game Master faria algo daquele jeito por conta de sua personalidade instável.

Então sem muito que fazer, o doutor apenas se virou de costas e saiu do local fechando a porta lentamente.

- Há... Adoro quando ganho. – Pensou o velho enquanto virava-se para as telas que mostravam o jogo. – Vejamos... O que será que minhas iscas estão fazendo?

Enquanto isso...

Tenjou Takuya passava por várias salas e escadas da base até chegar ao final de um corredor onde só existia mais uma porta que estava bastante protegida.

Primeiro de tudo, o doutor passou seu cartão, após isso fez uma verificação do seu olho e por fim pôs a mão para ser analisada.

Após todas as confirmações, os cadeados e grades que protegiam o acesso se foram.

Antes de adentrar naquele lugar, Tenjou deu uma ultima olhada para trás com a certeza de que ninguém havia seguido ele.

E Para sua sorte não havia nada ali. Abriu a porta e entrou, fechando-a logo depois.

Dentro daquele estranho local era possível ver várias cabines, o espaço do mesmo era imenso, afinal com tantas máquinas que tiveram que trazer para ele, se não fosse grande não seria capaz de caber tudo.
- Então ele guardou todas as crianças do mundo que estão jogando Seventh/Heaven aqui... – Sussurrou Tenjou para si mesmo enquanto começava a procurar por seu sobrinho.

- Não posso deixar o Matsuo aqui... Se algo acontecer a ele... Não sei o que falarei para minha irmã... – Pensava o doutor procurando pela cabine de seu familiar.

Enquanto isso...

Matsuo e Akira andavam pela floresta que ficava após a cidade das águas, os mesmos queriam achar o caminho que levasse ao próximo destino deles, porém sem sucesso até o momento.

- Já podemos descansar Matsuo? – Perguntava o ruivo suando bastante. – Faz tempo que estamos andando...

O protagonista suspirava e olhava na direção de seu amigo e respondia:

- Não temos tempo a perder Akira. Cada segundo perdido é uma coisa horrível! – Explicou Matsuo. – Agora vê se anda direito.

Dito isso, a dupla voltou a caminhar em frente.

Mais a frente, a equipe acabou encontrando dois Slimes e um filhote de lobo.

- Droga... Odeio perder meu tempo com isso. – O protagonista tirava a espada bastarda da bainha e se preparava.

- Admite que a coisa mais legal nessa caminhada seja poder matar monstros! – Disse Akira ficando em posição com sua arma.

O pequeno lobinho avançou na direção dos dois, porém o ruivo correu e fez um corte no adversário, partindo ele em dois e fazendo-o desaparecer.

Os dois Slimes vendo o quão forte era Akira, decidiram ir contra Matsuo que apenas fez dois cortes nos monstros e pulou por cima deles, pousando por trás dos mesmos.

- Descansem em paz. – Pediu o protagonista guardando a espada na bainha enquanto os inimigos desapareciam.

- Esses adversários estão ficando fáceis demais! – Resmungou o ruivo guardando sua arma. – Eu achei que o Igor tinha feito à dificuldade desse jogo imensamente grande...

- Provavelmente isso é porque nos ainda estamos na primeira floresta... Mas acho melhor não reclamarmos da facilidade disso... – Sugeriu Matsuo voltando a andar.

- Você é mesmo um estraga prazeres, viu? – Comentou Akira enquanto cruzava os braços e seguia seu amigo.

A dupla seguia em frente, pois ainda faltava muito para alcançarem seu próximo destino e o que eles menos tinham era tempo...

Voltando para o mundo real...

Tenjou finalmente havia encontrado a cabine em que seu sobrinho estava, o mesmo tinha ficado bastante feliz, mas o problema era: Como ele o tiraria de lá?
- Acho que tive uma ideia... – Comentou o doutor para si mesmo.

O homem então pegou o corpo de seu sobrinho e o tirou da cabine, porém o capacete ainda continuava preso em sua cabeça, ou seja, era mesmo impossível retirá-lo do game.

- Preciso levar ele para minha sala... – Pensou Tenjou enquanto colocava o garoto em suas costas.

Depois disso, o mesmo se dirigiu até a porta e saiu dela, pegando alguns atalhos para que ninguém o visse, o doutor foi capaz de chegar a sua sala com o corpo de Matsuo são e salvo.

Colocou o mesmo deitado no sofá e trancou o acesso para que ninguém entrasse.

Tenjou então se dirigiu até sua mesa e abriu uma das gavetas, tirando de lá um cabo USB.

- Agora só preciso plugar isso no capacete dele e poderei ser capaz de avisá-lo... – Confirmou o doutor conectando o cabo no capacete e indo de volta para seu computador que agora estava ligado.

Depois de digitar pequenas coisas, uma janela mediana e azul apareceu na frente de Matsuo no jogo com a imagem de seu tio na mesma.

- O Que?! – Exclamou o protagonista caindo de bunda no chão. – Tio?!

- É O Seu tio? Cara! Como ele conseguiu fazer isso? – Perguntou Akira apontando para a aba que apareceu do nada.

- Matsuo? Consegue me ouvir? – Perguntou Tenjou.

- Sim... Consigo Tio. – Respondeu Matsuo se levantando. – Mas... Como fez isso?

- É Uma longa história... O que importa é que consegui tirar seu corpo da cabine Arcade, porém o capacete continua. – Falou o doutor.

- Então o que o Igor disse é verdade mesmo... – Pensou o protagonista. – Onde você está tio?

- Na empresa dele. – Respondeu Tenjou. – Mas explico depois o porquê de eu estar aqui.

Os olhos de Matsuo esbugalharam por um momento, seu tio estava dentro da empresa de Igor? Então o mesmo seria capaz de ajuda-lo com o problema da alimentação e da desidratação.

- Ei tio! – Chamou Matsuo. – Posso lhe pedir uma coisa?

- Não precisa nem falar... Eu irei cuidar para que seu corpo não desidrate. – Assentiu o doutor. – Mas... Sobre a parte da comida... Não posso ajudar.

- Tudo bem... O mais importante é a água... O nosso corpo pode usar a reserva de gordura, carboidratos e outros para não precisarmos de comida. – Comentou o protagonista. – Mas... Não era apenas isso que eu iria lhe pedir, Tio.

- Então o que é? Fale logo, pois não posso demorar muito... – Apressou Tenjou.

- Você poderia cuidar da desidratação dos outros jogadores também? – Pediu Matsuo abaixando a cabeça e cerrando um pouco os seus punhos.

Ao mesmo tempo, Akira e Tenjou esbugalharam seus olhos.

O Que diabos o protagonista havia acabado de pedir? Cuidar de apenas uma pessoa é fácil, mas tomar conta de milhares? Igor pegou várias de todo o mundo! Era impossível para que o doutor pudesse fazer aquilo.

- Ei... Matsuo. Entendo que aquilo que lhe falei te fez mudar um pouco de ideia... Mas não acha que está pedindo demais para seu tio? – Disse Akira preocupado.

- Eu sei disso... Só que... Não posso deixar simplesmente milhões de outros garotos e garotas morrerem por causa da ambição maluca de um velho caduco... – Explicou o protagonista. – Eu... Simplesmente não consigo aceitar isso.

O silêncio tomou conta entre a conversa dos três por um momento.

De um lado, Akira estava certo, afinal era trabalho demais para apenas um homem.

Já do outro, Matsuo havia acertado. Deixar milhares de crianças morrerem por causa de uma vingança contra o governo? Elas não mereciam aquilo, não importasse quantas vezes pensasse!

Então... Um pouco receoso, o doutor respondeu:

- Aceito.

O ruivo e o protagonista olharam surpresos para a cara de Tenjou que estava um pouco envergonhado.

- Tem certeza disso? – Interrogaram os dois em coro.

- Sim... Irei arranjar um jeito, por isso... Não se preocupem e deem o máximo para acabar com esse jogo! – Mandou Tenjou enquanto fechava a janela no mesmo instante.

Antes que Matsuo pudesse falar algo a mais, a aba havia desaparecido juntamente com a imagem de seu familiar.

- Matsuo? – Chamou Akira.

-... Vamos fazer isso.

- O Que?

- Nós... Iremos vencer o jogo... E Acabar com o Igor, Akira.

Helping/Hand – The End.

--- Ficha dos Personagens ON ---

Nome: Takuya Matsuo
Idade: 15 Anos.
Equipamentos: Espada Bastarda -??
Itens: Maçã -??
Magia: Trovão -??
Dinheiro: 450$
Arcana: XXII – O Louco. (Habilidade: Desconhecida.)

--- Ficha dos Personagens OFF ---


Próximo Capitulo: Genius/Sand


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Mensagem por ~Yui em Qui 2 Ago 2012 - 14:42

Novamente venho aqui para comentar! Acho que este foi o melhor capítulo que você fez, depois do primeiro capítulo da fic, é claro. Achei uma ótima idéia um familiar do protagonista trabalhar nao empresa de Igor e acabei tomando um susto quando o tio de Matsuo tirou o garoto da máquina, pois eu fiquei pensando: Como assim?! Se o garoto sair da máquina é possível que a fic acabe.

Mas é claro que a fic não iria acabar no capítulo 4, porque mesmo se o Matsuo conseguisse sair a máquina, tenho certeza que ele iria querer entrar no jogo novamente para poder ajudar seu amigo e os ouros jogadores.

Você continua escrevendo perfeitamente e achei só um minúsculo errinho de português em um fala do Matsuo, faltou um acento acho que na quarta fala do Matsuo.

Espero o próximo capítulo e é uma pena que você não vai abrir as inscriçõespara a sua fic (eu seria a primeira a se inscrever), mais uma coisa, é possível que eu comece a postar um fic de RPG aqui no Pokémon Mythology, mas não é certo, então fique atento.

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Mensagem por Hamazura Shiage em Sex 3 Ago 2012 - 22:53

Notas do Autor: Fala pessoal 8D Chegando aqui com outro capitulo! Como o Beginning Arc acabou no último capitulo, agora começamos o Sand Tomb Arc! Eu particularmente achei esse arco melhor que o antigo. xD Mas quero ver o que vocês acham dele. 83

Agora, aos comentários:

Jessica Heap: Que bom que gostou desse cap! XD Fico feliz e obrigado. xD Sobre o acento, eu olhei e obrigado por apontar o erro! Irei ver se não tem outros desse tipo nos caps que virão mais para frente. o.o E Exato, mesmo se ele saisse, provavelmente voltaria para ajudar os outros. 8D AUSHAUHSA, É. xD E Ok, irei ficar. Alias, eu vi ela, porém lerei depois quando tiver mais tempo. x.x De qualquer forma, obrigado!

Agora vamos ao capitulo!


---x---

Anteriormente...

O Tio de Matsuo: Tenjou Takuya havia se rebelado contra seu chefe: Igor Kuzma.

O mesmo conseguiu recuperar o corpo de seu sobrinho e se comunicar com ele.

No final, os dois decidiram que o doutor iria não cuidar apenas do protagonista, mas de todos os outros jogadores que estavam presos pelo Game Master.

Mas será mesmo que Tenjou é capaz disso?

Enquanto isso, Matsuo e Akira estão chegando ao final da primeira floresta e alcançando a entrada da segunda cidade... O Que será que os aguarda mais a frente?


Capitulo V: Genius/Sand.

Após um bom tempo andando, Matsuo e Akira eram capazes de escutar a BGM que tocava ao fundo mudar aos poucos, aquela animada música da floresta desaparecia e uma com o toque egípcio entrava em seu lugar.

- Algo me diz que iremos para uma cidade no meio do nada... – Sugeriu o ruivo.

- E O Que te faz pensar isso? – Perguntou o protagonista sarcasticamente enquanto olhava para o gramado que ficava para trás e a areia que estava á frente.

- Intuito. – Respondeu Akira orgulhosamente.

Matsuo balançou a cabeça negativamente e adentrou na cidadela que era composta por pequenas cabanas e alguns palácios.

Ao longe era possível ver uma grande pirâmide que ficava poucos passos da saída da cidade, o óbvio era: Precisariam passar por aquilo caso desejassem passar dessa fase.

- Uau! Parece o Egito, cara! – Comentou o ruivo observando as poucas feiras e o amontoado de jogadores ali. – Só que com mais população.

- De uma praia... Viemos para um deserto. Certamente a imaginação daquele velho é incrível... – Ironizou Matsuo.

- Espere o inesperado! – Disse Akira abrindo um grande sorriso em sua face. – Creio que quase todos os Players estejam aqui...

- Provável. Mas sempre existirá um gringo que estará milhão de anos á nossa frente. – Avisou o protagonista observando ao crepúsculo do céu. – Precisamos encontrar um Inn para descansar essa noite.

Porém...

Quando Matsuo percebia, Akira já estava conversando com um dos NPC’s que vendia pequenos acessórios na feira como: Colar, Anéis e Brincos.

- Akira! – Chamou Matsuo irritado.

- Que foi? – Perguntou o ruivo.

- Você pelo menos ouviu o que eu disse?!

- Claro! – Assentiu Akira. – Quanto custa esse colar mesmo?

- Eu mereço... – O protagonista batia sua mão direita em sua face. – É Melhor eu procurar por mim mesmo...

Matsuo andava até o Inn mais próximo e adentrava nele, o local era bastante simples: No primeiro andar tinha dois quartos com duas camas cada, já o segundo continha apenas um quarto, porém com uma cama de casal.

- Nada mal... – Comentou Matsuo consigo mesmo.

- Deseja algo, senhor? – Perguntou a NPC do Inn.

- Ah, sim. – Respondeu o protagonista. – Quanto custa à estadia aqui? Quero dois quartos, alias.

- No total: 20$, senhor. – Confirmou a senhora.

Matsuo tocava seu dedo indicador direito no ar e o puxava para a esquerda, abrindo uma aba e clicando no seu dinheiro.

Logo, o valor era retirado do inventário do protagonista.

- Obrigada! As camas já estão preparadas quando você quiser. – Avisou a NPC.

- Obrigado. – Agradeceu Matsuo, se virando e saindo de lá. – Agora preciso achar o Akira...

Não demorou muito para que o garoto encontrasse seu amigo, o ruivo estava escutando uma conversa de pessoas que estavam em formato de roda.

O menino andou até ele e o virou de frente para o mesmo.

- O que está fazendo? – Interrogou o protagonista.

- Não vire as pessoas assim! Podem achar que você é um ladrão. – Resmungou Akira emburrado. – Mas enfim... Pelo o que esse grupo falou existe um tipo de lâmpada mágica na pirâmide.

- Me deixe adivinhar... Essa tal lâmpada é um item especial e eles querem o pegar? – Perguntou Matsuo.

- Acertou na mosca! – Respondeu o ruivo fazendo sinal positivo.

O jovem ficou pensativo por um momento, por um lado ter esse item especial talvez fosse bom, enquanto que pelo outro seria arriscado, pois esses tipos de itens costumam estar nas partes mais profundas das fases, além de serem protegidos por monstros bastante fortes.

- Está pensando se nos vamos ou não pegar a lâmpada? – Perguntou Akira.

- Sim. – Concordou o protagonista.

- Olha por mim tudo bem! – Avisou o ruivo colocando os braços atrás de sua cabeça. – Também estou curioso sobre esse item.

- Se você diz... – Sussurrou Matsuo. – Pois bem, então amanhã cedo nos iremos até a pirâmide, combinado Akira?

- Sim! – Afirmou Akira animado.

Sem mais o que fazer, a dupla adentrou no Inn e cada um foi para o seu quarto descansar.

Matsuo colocou sua espada do lado da cama e deitou-se olhando para o teto, a noite já havia caído e praticamente todos os Players deviam estar dormindo naquele momento.

Alguns pensamentos começaram a passar pela cabeça do protagonista, principalmente sobre o que aconteceria se talvez eles conseguissem parar Igor.

Será que desistiria? Seria preso? Escaparia?

As dúvidas foram cansando o cérebro de Matsuo até ele não aguentar mais e se entregar aos braços do sono, desmaiando completamente.

Aquele havia sido um dia difícil, ainda mais porque não poderia voltar para sua casa por um longo tempo e também porque sua vida estava em perigo constante.

Ele realmente precisava de um descanso depois de tudo aquilo.

Depois de algumas horas, o protagonista acordara e se levantava coçando o olho.

- Hm... São quantas horas? – Perguntava para si mesmo.

Matsuo pegava a espada bastarda e a colocava em suas costas, saindo de seu quarto e bocejando ao mesmo tempo.

- Ei! Acordou também, Matsuo? – Perguntou Akira enquanto saia de seu quarto.

- Uhum. Não achei que conseguiria ter uma boa noite de sono, mas estava enganado. – Admitiu o protagonista.

- Isso é bom! Pois hoje nos dois teremos uma grande aventura! – Concordou o ruivo cerrando seu punho direito.

- É... – Assentiu Matsuo abrindo um sorriso no canto de seus lábios. – Vamos.

A dupla saia do Inn e seguia na direção de saída da cidade, ao chegar lá, os mesmos se deparavam com uma pequena trilha que se prolongava até a entrada da pirâmide e desaparecia perto do piso da mesma.

Do lado da grande construção, o local era infestado de cactos e escorpiões gigantes, a passagem por ali era com certeza impossível.

- Pois é... Teríamos que passar pela pirâmide de um jeito ou de outro. – Comentou Akira cruzando os braços.

- O Igor realmente pensa em tudo... – Resmungou o protagonista enquanto andava até a construção.

A dupla entrava na mesma, podiam ver que após estarem dentro havia várias tochas pela parede e uma escada que levava para baixo, também tinha algumas escrituras estranhas na parede que nenhum deles conseguiu decifrar.

- Parece que nosso caminho é descendo... – Disse Matsuo seguindo em frente.

- Hora da segunda Dungeon! – Falou o ruivo.

Após terem descido, os dois chegavam até o subsolo, à escadaria que tinha na pirâmide servia para levá-los até uma caverna que estava soterrada pela areia.

Além de que continha uma bifurcação na parte em que chegaram ao descer.

- Direita. – Afirmaram os jogadores em coro.

A equipe foi para o caminho da direita, porém tudo foi começando a ficar escuro para eles à medida que avançavam.

- Malditas tochas... Tinham que acabar logo agora? – Reclamou Akira.

Por fim, os dois alcançaram a próxima parada: Uma pequena areia que tinha o mesmo material da pirâmide.

No final daquilo tinha uma porta de pedra que estava fechada no momento, nas paredes existiam espinhos encharcados de sangue; além de que no teto havia tochas também.

- Algo me diz que não somos bem-vindos aqui... – Comentou o ruivo.

A abertura pela qual chegaram fechava-se e o chão na frente deles se abria liberando dois monstros:

O primeiro tinha o corpo de um garoto e trajava um, sobretudo roxo com detalhes em amarelo, também existia um amuleto em sua face que bloqueava seus olhos, o cabelo tinha uma tonalidade preta e chegava até suas orelhas. Além de que o inimigo dava pequenos saltos no mesmo lugar.

Já o segundo usava a mesma aparência e fazia os mesmos movimentos, porém seu cabelo segue até a cintura, logicamente era uma garota.

- São Kyonshis! – Disse Akira surpreso.

- Kyonshis? – Repetiu o protagonista sem entender.

- São mortos-vivos da lenda chinesa, cara! – Explicou o ruivo. – É Melhor se preparar... Pois eles vão ser difíceis de lidar!

- É O que veremos. – Falou Matsuo enquanto retirava sua espada da bainha e ficava na posição de luta juntamente com Akira.

Os adversários iam pulando na direção da dupla, então os dois se separavam.

O protagonista corria até a Kyonshi feminina e tentava atingir um corte horizontal nela, porém a mesma se inclinava para trás fazendo o golpe atingir o nada.

A inimiga usava sua cabeça para se apoiar no chão e fizer um salto para trás, afastando-se de Matsuo.

- Ela é boa... – Pensou o protagonista.

Enquanto isso, Akira tentava a mesma tática de seu amigo, porém o adversário masculino dava um salto para trás do espadachim e acertava um chute em sua coluna, fazendo-o cair de joelhos com a espada fincada no chão.

- Eu falei que seriam difíceis! – Exclamou Akira.

O ruivo virava-se para trás rapidamente e tentava acertar um corte surpresa no monstro, contudo em vão.

O Kyonshi masculino pulava para trás, esquivando dele.

Matsuo corria na direção do zumbi e tentava atingir uma sessão de cortes, porém a morta esquivava-se facilmente deles.

Aproveitando uma brecha que o protagonista havia feito, a inimiga atingia sua mão na barriga do mesmo, sugando um pouco de sua energia e o fazendo andar para trás.

Matsuo LP: 120 >>> 90

- Eles sugam energia?! – Gritou Matsuo irritado.

- Caramba, são zumbis vampiros! Lógico que sim! – Retrucou o ruivo.

- Você não tinha dito que eram apenas mortos vivos?! – Exclamou o protagonista.

A Kyonshi tentava acertar vários golpes com as pernas e mãos em Matsuo por conta de sua distração, mas o mesmo conseguia defender todos com sua espada, porém era mandando ainda mais para trás, ficando com os espinhos na sua cola.

- Droga... Se continuar assim não vai ter jeito... – Pensou Matsuo enquanto suava um pouco.

Akira tentava acertar outro corte no adversário, porém o mesmo se abaixava e acertava sua mão no pescoço do ruivo, fazendo-o cuspir sangue e ficar um pouco tonto.

Akira LP: 130 >>> 100

- Tá tudo girando... – Comentava Akira com a mão em sua cabeça por conta da tontura.

A equipe do nosso protagonista adentrou na pirâmide para conseguir a lâmpada mágica, porém acabou sendo pego em uma armadilha de Kyonshis.

Será que eles irão conseguir escapar disso sozinhos?

Genius/Sand – The End.


--- Observações ON ---

Kyonshi: São mortos-vivos da cultura chinesa, normalmente classificados como zumbis e vampiros, eles perambulam pela noite em florestas ou cavernas escuras, o jeito mais fácil de descobrir que são esses tais monstros é ver como andam, pois esse tipo costuma dar pulos ao invés de passos e anda com os braços esticados para frente.

Inn: É um tipo de hotéis colocados pelo jogo para que o jogador possa se recuperar.

--- Observações OFF ---


Próximo Capitulo: Thousand/Wishes.




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Mensagem por ~Yui em Sab 4 Ago 2012 - 11:42

Mais uma vez venho aqui para comentar! Capítulo perfeito, notei a falta de acento em três falas (acho que todos na palavra "nós").

Adorei esses monstros que você usou no final do capítulo e também achei bem legal esse esquema de LP que você usa quando o Akira ou Matsuo é atingido, vou usar isso na minha Fanfic, ok?

Também gostei da ideia de usar monstros de mitologias e é isso que estou usando na minha fic, espero que consiga ler minha fic.

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Mensagem por BelphegorP em Sab 4 Ago 2012 - 12:36

Bem,eu leio várias fics aqui e essa logo não me atraiu. Claro que era só o título,mas decidi ler.afinal,títulos inglês tentam deixar as coisas mais ´´cool´´ infelizmente isso me distancia um pouco. Primeiro a questão da idéia da fic:
De fato pegar SAO e fazer uma mistureba mal feita com AF não é lá a pior das idéias.E sem falar da briga política! Ai,ai...enfim,eu não consigo pegar a idéia da fic pois a idéia base não veio exatamente de você;isso só dificulta a MINHA leitura que acompanha SAO. Mas tá tudo bem... é fácil perceber que você pegou elementos de SAO e os modificou para ficar do jeito que você desejava (tipo o Kirito e o cara de cabelo vermelho acho que no 1° EP) Tá,tudo bem,parece bacana modificar,mas quando chega ao ponto que você tenta pegar a personalidade dos personagens,faz um belo FAIL e eles ficam mal definidos, a única vontade que me dá foi de saber como acaba a intriga política. Antes de irritações eu sei que a maioria das fics tem uma inspiração parecida,mas o problema é que o anime está em lançamento,então eu sinto como se assistisse SAO e viesse aqui ler para ver outra jogatina de Sword Art Online,mas ignorando esse ponto...ela é bem escrita Surprised

Agora ao desenrolar da história:
Assim que chegou ao capítulo do tio do Matsuo [?] eu fiquei me perguntando:quem é de fato o protagonista? O garoto que vive emoções no video-game ou o velho que participa de intrigas políticas? Tá ai uma coisa que eu realmente gostaria de saber. Mas enfim,depois de uma mudança brusca de cenários vamos as lutinhas do KiritoMatsuo com seu companheiro. Enfim,nada de emocionante no capítulo. Tá legal,super bem escrito e criaturas da mitologia,idéia boa,eu gostei! Enfim,eu reluto um pouco para ler a fic pelo motivo já citado,mas você escreve bem e tem idéias interessantes,infelizmente não me atraem.

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Mensagem por Hamazura Shiage em Seg 13 Ago 2012 - 17:34

Notas do Autor: Pessoal! \o\ Desculpem a demora para postar esse capitulo, ele já estava pronto há bastante tempo, o problema é que tive que resolver umas coisas. z_z Mas agora Lost/Heaven voltará com força total! \o/ Vejamos os comentários:

Jessica Heap: Valeu por apontar o erro \o\ Espero que nesse não tenha iguais. >:
Sim, sim. XD Adoro monstros mitologicos, afinal muitos jogos de RPG usam eles, então decidi colocar os adoráveis Kyonshis! Quanto ao esquema de LP, sem problemas. xD

Ok =3 Boa sorte com a sua e continue comentando O/

BelphegorP: Yo! Quanto ao titulo, eu gosto de coisas em inglês. xD Mas achei que o título iria ficar melhor nessa língua por causa do "/". >D
Conheço SAO, mas AF não. o_o Achei que achariam igual á SAO e .hack >xD Na verdade, acho que a única coisa que peguei de Sword Art foi de eles ficarem presos no jogo, mas isso também tem no .hack. <.< Sobre os personagens, acho que a única coisa que o Matsuo tem igual ao Kirito é o cabelo por ser preto, já o Akira tem cabelo ruivo, ou seja, vermelho. O Klein tem cabelo castanho. O_o

Sobre a personalidade, a do Matsuo não é igual a do Kirito. o_o Eu leio as Novels, sei como o Kirito age e definitivamente não é o que o Matsuo virá a ser. Uma diferença clara é quando o protagonista descobre que ficou preso no jogo, o Kirito decide zerá-lo, já o Matsuo apenas fica sem objetivo e com raiva de tudo.

O mesmo só criou esse objetivo de fechar o jogo porque o Akira conseguiu mudá-lo, já o Klein foi incapaz de fazer o Kirito mudar de ideia. De fato, as vezes as personalidades podem acabar se igualando, mas isso é raro, eu acho. o3o

Calma, não estou irritado. xD GOsto de comentários desse tipo. 8D E Não se preocupe, sei como você se sente. xD Ah, obrigado pelo elogio! ^^ Eu uso o Word e ele as vezes não corrige direito, então achei que teria bastantes erros, mas felizmente não. *-*

Sobre o tio do Matsuo e o Matsuo, é, realmente. 83 Acho que mais tarde você descobrirá qual deles é realmente o "protagonista" da história. lD Obrigado pelos elogios! Como já disse anteriormente, adoro monstros da mitologia mesmo! *3* E Ok. :3~ Obrigado pelo comentário!

Enfim, agora que respondi os comentários, vamos ao capitulo!


---x---

Anteriormente...

Matsuo e Akira chegaram à segunda cidade do jogo que era localizado no meio de um deserto.

Lá os dois descobriram sobre um item raro que existia na Dungeon que ficava do lado de fora da cidadela.

Porém, ao descerem pela pirâmide acabaram caindo em uma armadilha de monstros.

E Agora com essa batalha difícil em mãos, será que a dupla ainda será capaz de alcançar a Lâmpada Mágica antes que outras pessoas a peguem?

-- Status ---

Matsuo LP: 90/120
Akira LP: 100/130


Capitulo VI: Thousand/Wishes.

Atrás de Matsuo havia a parede de espinhos enquanto que na sua frente estava sua inimiga: A Kyonshi.

A dupla até agora não tinha conseguido causar um dano sequer nesses monstros, ao contrário deles que já haviam reduzido 30% de energia dos dois.

- Preciso achar um jeito... Mas qual? – Pensava Matsuo enquanto começava a observar local da batalha.

A inimiga partia para a direção do protagonista que se abaixava fazendo com que a mesma atingisse sua mão em dos espinhos, machucando-a e a forçando á ir para trás.

- Espera... Os espinhos... Será que é isso? – O protagonista observava a agonia que a adversária estava sentindo por causa da lâmina que atingiu sua mão direita.

Akira tentava atingir um corte horizontal no alvo, porém o mesmo inclinava-se para trás e apoiando sua cabeça no chão, acertava um chute no queixo do ruivo, fazendo-o ir para trás.

Após o golpe aplicado, o Kyonshi saltou usando a cabeça e girou no ar e então pousou em pé.

Akira LP: 100 >>> 70.

- Droga! Esses monstros são mais difíceis de tombar do que eu pensava! – Disse Akira passando a mão em seu machucado.

- Os espinhos, Akira. – Avisou Matsuo olhando para seu parceiro.

- O Que tem eles? – Perguntou o ruivo.

- Precisamos fazer com que esses mortos-vivos se colidam com eles. – Respondeu o protagonista. – É O único jeito que eu descobri de vencer eles...

- Tem certeza que vai dar certo? – Interrogou Akira um pouco receoso.

- Não... Mas é a única pista que temos até agora. – Admitiu Matsuo voltando para a posição de batalha.

- Está bem... – Assentiu o ruivo fazendo o mesmo.

A equipe esperou até que os inimigos avançassem na direção deles, e então os mesmos seguiram cada um para um lado diferente.

A adversária saltou e tentou atingir uma voadora em Matsuo que apenas deslizou pelo chão, chegando atrás dela ao pousar.

O protagonista se jogou na direção da Kyonshi e colidiu seu corpo com ela, jogando-a nos espinhos e fazendo a mesma ser perfurada por vários.

Matsuo girou a espada e guardou-a na bainha.

- Fim. – Afirmou o protagonista vendo a adversária explodir.

Quando o garoto observou seu amigo, o mesmo estava com a espada fincada na garganta do Kyonshi.

- Ufa... – Suspirou Akira enquanto tirava a arma e a guardava em seu lugar novamente.

Após a vitória, a porta de pedra que ficava na frente deles se abriu.

- Há! Somos demais, conseguimos vencer uma armadilha, Matsuo! – O ruivo correu até seu companheiro e fez um toque de mãos com ele, sorrindo.

- Sim. Agora vamos continuar o caminho se não iremos perder o item raro. – Falou Matsuo seguindo em frente.

- Claro. – Assentiu Akira indo com seu parceiro.

A nova trilha que a dupla estava seguindo tinha tochas dessa vez, ou seja, conseguiam enxergar melhor que antes.

O silêncio permaneceu entre os mesmos por um tempo, afinal não havia nada para falar.

Eles estavam bastante contentes com o resultado que obtiveram na luta contra os Kyonshis, então palavras eram dispensáveis naquele momento.

Depois de um tempo andando, os mesmos conseguiram alcançar a próxima sala que era simplesmente outra bifurcação.

Só que dessa vez apenas tinha esquerda e frente.

- Olhemos pelo lado bom... Nenhuma armadilha dessa vez. – Comentou o ruivo.

- É... Mas agora precisamos escolher o caminho de novo. – Disse o protagonista.

- Vamos para a esquerda, já que da última vez fomos pela direita. – Falou Akira.

- Tudo bem então. – Assentiu Matsuo se virando e seguindo para a direção escolhida.

Os dois foram pela parte elegida, as tochas mantinham-se nas paredes, o que deveria ser um bom sinal para eles.

Não demorou muito para alcançarem a outra sala do labirinto, porém, dessa vez tinha apenas uma porta e que ficava na frente.

Era feita de pedra que nem a existente na armadilha dos zumbis.

- Hm... – O protagonista analisava atentamente o local procurando por todos os tipos de armadilhas possíveis.

- Será que aqui também tem? – Perguntou o ruivo.

- Não sei, mas é melhor não abaixarmos a guarda. – Respondeu Matsuo dando poucos passos á frente.

- Se você diz... – Akira seguia o parceiro.

Todavia... Os mesmos começaram a ouvir um som estranho vindo de baixo deles.

- Que barulho é esse?! – Exclamou o ruivo surpreso.

- Será que... AKIRA! TEMOS QUE VOLTAR! – Gritou o protagonista.

Contudo era tarde demais, o chão em baixo dos dois se abriu e eles caíram na escuridão profunda.

Seus gritos de susto ecoaram por toda a pirâmide.

Os pensamentos passavam rápidos pela cabeça de Matsuo, ele deveria ter imaginado que algo do tipo aconteceria, mas agora era tarde demais.

Tinham sido pegos desprevenidos, o que poderia custar à vida deles, acabaria tudo ali?

A resposta veio logo em seguida quando se colidiram fortemente contra o chão, era possível ouvir o barulho de um osso quebrando.
Akira LP: 70 >>> 20

Matsuo LP: 90 >>> 40

- Argh... – Resmungou Akira virando-se de lado. – Acho que quatro das minhas costelas já eram... E A Maioria dos meus LP’s também.

O protagonista ficava de joelhos, a sua testa estava sangrando e provavelmente tinha quebrado algumas costelas como seu parceiro, porém ainda tinha alguns pontos.

O lugar aonde caíram parecia a sala de tesouros, só que eles tinham pousado justamente na parte onde não tinha nada.

Porém o resto, tudo em volta deles brilhava. Pratos, taças, adagas, coroas, tiaras, parecia que tinha todo o tipo de acessório ou objeto ali sem contar às moedas que cintilavam também.

- Cara... Olha isso... – Balbuciou o ruivo impressionado.

- É A Sala dos tesouros... Ugh... Devemos estar perto da lâmpada, Akira. – Comentou Matsuo se levantando com dificuldades.

O protagonista tocou seu dedo no ar e abriu o inventário, cutucou a aba “Itens” e clicou na maçã, fazendo-a aparecer em sua mão direita.

Matsuo começou a degustar da fruta enquanto seus LP’s subiam um pouco.

Matsuo LP: 40 >>> 50.
- Pode ter sido pouco... Mas pelo menos estou perto da metade. – Pensou o protagonista.

Já Akira pegava uma de suas poções de vida e a bebia toda, jogando a garrafa para longe.

Akira LP: 20 >>> 70

Após isso o ruivo se levantava e cruzava os braços.

- Estamos no paraíso, mas... Onde está o item raro? – Interrogou Akira.

- Talvez esteja mais á frente... – Disse Matsuo. – Vamos.

O ruivo mexeu a cabeça positivamente e seguiu seu companheiro ate a única saída que havia ali.

Adentrando nela, tudo foi começando a ficar escuro. Parece que a sorte de ter tochas pela parede daquele corredor estreito tinha desaparecido.

Aos poucos eles foram notando que a luz voltava a aparecer até alcançarem o final daquilo.

Quando notavam, os mesmos acabaram de chegar no que parecia ser a sala do trono.

O lugar era enorme; tinha duas estatuas gigantes de Faraós, uma escada feita de ouro que levava até o trono que tinha sido feito do mesmo material.

Dos lados da cadeira tinha dois quadrados que continham lampiões para iluminar o lugar juntamente com as tochas que se espalhavam pelas paredes enormes.

Um tapete vermelho estendia-se da chegada do local até o inicio da escadaria.

E Por fim havia uma saída pela direita, porém a estátua do Faraó a bloqueava.

- E Essa é a sala do trono... Cara... Incrível! – Elogiou o ruivo com os olhos brilhando.

Os olhos do protagonista observavam o lugar por inteiro, era incrível aquilo, ele jamais havia visto algo desse jeito tão real mesmo sendo apenas um jogo.

Mas outra coisa o impressionava, a tão aclamada lâmpada mágica estava em cima do assento real.

No final de tudo, a dupla havia conseguido encontrar o item raro primeiro do que todos os outros.

Contudo não era hora para relaxar, Matsuo tinha certeza que logo os outros jogadores chegariam e por causa disso deveriam se apressar e sair de lá.

- Akira, precisamos pegar a Lâmpada e sair daqui o mais rápido que pudermos entendido? – Perguntou o protagonista.

- Claro! Pode deixar. – Respondeu o amigo.

Sem pestanejar, os dois correram e subiram as escadas alcançando o trono no final.

- Não acredito que realmente chegamos primeiro do que os outros! Isso é tão legal! – Comentava Akira animado.

Matsuo ria um pouco do entusiasmo de seu parceiro e então pegava o objeto com as mãos e o tirava da cadeira.

- Agora só falta sairmos... – Suspirou Matsuo aliviado.

- Er... Matsuo... – Chamou o ruivo.

-... O Que houve? – Perguntou o protagonista se virando para trás.

Ao virar-se, o garoto conseguiu ver o que seu companheiro estava surpreso.

Os olhos das estatuas brilhavam em vermelho e elas começaram a dar poucos passos, mas que faziam o locar inteiro tremer e soltar poucas pedras e poeira do teto.

- Na boa... Já deveríamos ter pensado que algo desse tipo aconteceria, não? – Admitiu Akira.

-... MAS QUE DROGA! – Gritou Matsuo jogando o item no chão.

Ao chocar-se no piso, a lâmpada começava a soltar uma fumaça rosa que se formava na frente dos meninos.

- O Que você fez agora, cara?! – Perguntou o ruivo estressado.

- Nada, caramba! – Respondeu o protagonista cerrando seu punho direito.




Aos poucos aquelas pequenas nuvens tomaram a forma de uma garota. Ela tinha cabelos loiros que chegavam até seu pescoço, os olhos tinham uma coloração avermelhada e clara, a jovem também usava brincos e trajava o clássico vestido egípcio em um tom rosa escuro com bordas douradas, por fim suas sandálias eram amarelas.

- Mas o que... – Sussurrou Akira confuso.

- Quem... É Você? – Perguntou Matsuo com os olhos esbugalhados.

- Eu sou a gênia Aelia, mestres! Estou aqui para conceder seus desejos! – Apresentou-se a garota sorrindo meigamente.

-... Ein? – Balbuciaram o ruivo e o protagonista em coro.

Thousand/Wishes – The End.

--- Ficha dos Personagens ON ---

Nome: Arata Akira
Idade: 14 Anos.
Equipamentos: Espada de Duas Mãos – Colar de lâmina -??
Itens: Poção Pequena.
Magia: Desconhecida.
Dinheiro: 310$
Arcana: Desconhecida.

--- Ficha dos Personagens OFF ---


Próximo Capitulo: New/Party











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Mensagem por BelphegorP em Seg 13 Ago 2012 - 19:32

Bem,tá,me fez acompanhar paraver quem é o protagonista disso.Primeiro respondendo o comentário:
Sinto que vou me divertir com essa troca de comentários,acho que isso estabelece uma boa relação entre o escritor e o leitor. Faz eu gostar mais de você.

1-O Matsuo é sim parecido com o Kirito. Não é porque fizeram escolhas diferentes tem personalidades diferentes. Talvez seja porque você viu as Visual Novels e viu como é o Kirito fora da ´´casca´´ que ele tem para com os outros,tsundere. Até agora,com o anime em lançamento e ainda longe do final,podemos ver somente a casca do Kirito e não suas verdadeiras opiniões e frustrações e o mesmo acontece com o Matsuo,mesmo que nesse episódio ele esteja livrando-se disso. No fundo eles são diferentes? Para mim ainda é impossível de saber. - A mesma coisa com o ruivão -

2-AF - Arcana Famglia=Poderes Arcana. Ou temos uma grande coincidência ou você pensou em outra coisa.

Fanfic:
- Não... Mas é a única pista que temos até agora. – Admitiu Matsuo voltando para a posição de batalha.
Pista? What? Não peguei a ´´pista´´

Bem,gostei da luta inicial. Essa de pegarmos os monstros se alto atacando funciona muito bem,mas se começar a fazer isso de mais vai ficar cansativo. Ou melhor:1 vez só está bom.

Outra que eu percebi:o Akira parece ter o mínimo de personalidade,parece só um boneco, o Matsuo também,tal como o Kirito (não quero dizer nada) e também é completamente obediente [?] em relação ao Matsuo,sem opinião. Yaoi?



- Hm... – O protagonista analisava atentamente o local procurando por todos os tipos de armadilhas possíveis.

Não está errado,mas digo que é inútil colocar uma fala que pode muito bem ser tirada dai e colocar um: - Matsuo analisava atentamente o local procurando por todos os tipos de armadilhas possíveis.

Não é uma crítica mas sim uma observação sobre o nosso mundo virtual que não é exatamente justo; mesmo que tivessem derrotado todos os monstros eles poderiam ser mortos pela queda,oque não seria justo. Ou é só uma questão de sorte ou azar? Sinceramente acho que cair em cima de um bau doeria mais do que o chão por cauda de sua forma. Ah,outra:eles entraram em uma sala de tesouros e não pegaram NENHUM tesouro?

Bos sorte com a fic e não fique atrasado ou senão perderá leitores.


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Mensagem por Hamazura Shiage em Qua 5 Set 2012 - 0:52

Notas do Autor: VOLTEIIIIIIIIIIIIIII! Desculpe a demora, pessoal. D: Tive uns problemas na escola e não pude postar o cap. :/ Mas agora eu posso! O/

Tentarei postar os caps de 2 em 2 semanas, ou talvez poste mais cedo, vai saber. xD Mas vamos aos comentários. 8D

BelphegorP: Adoro trocar comentários, além de conhecer melhor o leitor, aprendo coisas boas para a fic. XD

Entendi agora, exatamente, nesse ponto eles são parecidos. /hm Mas eu achei melhor deixar a verdadeira personalidade do Matsuo ir aparecendo aos poucos. XD
Sobre a Arcana Famiglia, na verdade... Não pensei nela. Eu estava pensando era em Persona mesmo. D: Eu particularmente não curto muito Arcana Famiglia >_> Digo, o inicio foi legal, mas enjoou. :~

Obrigado. XD Eu gosto de colocar monstros se auto-atacando, mas realmente fica cansativo. Não se preocupe, os outros não serão assim! O/ Sobre o Akira, ele é o personagem "Plano" por assim dizer, não é bem que ele não tenha opinião, é mais como se ele aceitasse tudo facilmente, um pouco ingênuo, entende?
EPA, YAOI NÃO. AEHUAHEHAEHAEA, Não tenho nada contra quem quiser imaginar os casais, mas eu não gosto de yaoi e nem yuri. z-z

Sobre essa frase, obrigado. xD É que tenho o costume de colocar as ações do personagem depois da fala e ai acabo me atrapalhando um pouco. =/ Tentarei fazer isso na próxima vez! \o/

Na verdade, é sobre o que o Igor falou no começo do jogo. O "ùnico" jeito de chegar até ele é pelo jogo, e como não quer arriscar, ele botou a dificuldade do game sendo insana, por isso os danos e os locais das coisas não são vantajosos para os jogadores. XD

A "Ùnica" coisa que praticamente é justa em Lost/Heaven (O Jogo) são os itens/equipamentos. o/

Sobre os tesouros, como Akira e Matsuo já jogaram muitos jogos - Matsuo ainda mais - não queriam arriscar, pois poderia ter outras armadilhas nesses tesouros, além de que o dano que eles levaram apenas por cair não ajudou muito em terem confiança mais pra frente. XD

Obrigado mesmo, Bel! ^^ E Tentarei não atrasar, o problema é a escola mesmo. z_z Continue lendo e muito obrigado pelo comentário!

Enfim, bora para o capitulo pessoal!


---x---

Matsuo e Akira conseguiram derrotar a armadilha dos Kyonshis e prosseguiram seu caminho.

Porém foram pegos em outra que eles achavam que seria o “fim”.

Mas ao acordarem viram que estavam na sala dos tesouros, ou seja, perto da lâmpada mágica.

Após andarem um pouco chegaram á sala do imperador, o local onde o item raro se encontrava.

Porém ao tirá-lo do trono, os mesmos acabaram acordando as estátuas que guardavam o objeto, além de que acidentalmente, o protagonista acordou a gênia que dormia dentro da lâmpada: Aelia.

E Agora, o que a dupla fará para sair deste novo problema?

--- Status ---

Matsuo LP: 50/120
Akira LP: 70/130


Capitulo VII: New/Party.

Aelia balançava suas orelhas e sorria para Akira e Matsuo que ainda estavam sem entender.

Primeiro de tudo, eles haviam conseguido pegar o item raro e do mesmo saiu um tipo de garota com trajes do Egito, além de que por terem pegado a lâmpada, as estátuas de guarda do local acordaram.

Na mente deles, a única coisa que era pensada é: “O Que diabo está acontecendo?!”.
- Tá bom... Recapitulando... – Começou Akira. – Seu nome é Aelia?

- Exato.

- E O Que é você?

- Sou uma gênia!

- Quem são seus mestres?

- Vocês.

- AH! EU NÃO ENTENDO NADA, MATSUO! – Gritou o ruivo colocando as mãos na cabeça e balançando-a.

- Certo... Se acalme um pouco Matsuo... Precisamos sair dessa situação ou iremos morrer. – Pensava Matsuo. – Você disse que era uma gênia, certo?

- Exato mestre! – Afirmou Aelia sorrindo.

- É Capaz de nos conceder três desejos igual todos os outros, correto? – Perguntou o protagonista.

- Infelizmente... Não. – Respondeu a gênia abaixando a cabeça. – Porém! Sou capaz de usar magias de suporte e debilitação!

- Já devia ter pensado nisso... – Pensou Matsuo. – Igor não faria uma NPC que poderia cumprir qualquer desejo nosso afinal iria ser uma grande falha no plano dele.

- Mas ela ser capaz de usar magias de suporte e debilitação pode ser de bom uso no futuro... – Continuava o protagonista.
- Matsuo! – Chamou Akira aflito.

- O Que? – Disse Matsuo.

Quando o protagonista virou o olhar para seu amigo, o mesmo estava apontando para frente.

Assim que o garoto olhou para o local apontado viu uma espada gigante partindo a escada e fazendo o lugar do trono desmoronar, forçando-os a cair em cima dos destroços, se machucando um pouco.

Matsuo LP: 50 >>> 45.

Akira LP: 70 >>> 65.

Ao abrir os olhos, o menino viu que a gênia tinha caído por cima dele e a face dela estava a poucos centímetros da sua própria, fazendo o jovem corar-se levemente.

- Perdão mestre... Eu caí... – Desculpou-se Aelia saindo de cima e sentando-se em um dos destroços ao lado do rapaz.
- Tudo bem?

- Sim... – O protagonista gaguejou um pouco, mas ficou de pé e tirou sua espada bastarda e a preparou para o combate.

Já o ruivo tinha usado sua arma para o mesmo levantar-se.

- Teremos que dar um jeito nesses monstros... Mas como? Eles são gigantes! – Comentou o ruivo.

Ao pensar nas palavras de seu companheiro, as coisas começaram a ficarem mais claras na cabeça de Matsuo.

Por que Igor colocaria uma gênia que era incapaz de realizar desejos, porém utilizava magia de cura e debilitação?

A resposta era clara: Não podiam vencer aqueles gigantes sem a ajuda da garota.

Mesmo aumentando a dificuldade do jogo para um nível insano, o Game Master teria que fazer o mesmo ser capaz de ser completo no inicio se não iria ser reprovado facilmente.

E Como o velho era incapaz de mudar as partes criadas no game depois de lançado, existia uma chance ainda.

Pois para cada fase impossível existiria uma solução que seria encontrada pelo caminho ou já estaria lá.

- Aelia! – Chamou Matsuo sério.

- Sim mestre? – Respondeu a menina ao chamado.

- Quero que você nos ajude nessa luta, como seu mestre, eu lhe ordeno isso! – Falou o protagonista.

- Como quiser! – No começo a jovem gaguejou um pouco, contudo logo se levantou e preparou-se para o embate.

Enquanto isso, Matsuo e Akira desciam dos destroços e pousavam no tapete ficando de frente para seus adversários enormes.

- Tem certeza que com a ajuda dela iremos vencer? – Interrogou Akira.

- Espero que sim... Pois não consigo pensar em outro motivo do Igor tê-la colocado aqui. – Admitiu Matsuo.

A dupla então se posicionou e espero que o primeiro passo fosse dado.

Após um tempo, foi dito e feito. Os inimigos começaram a correr na direção dos dois causando vários terremotos por onde passavam.

Os parceiros avançaram até seus alvos e deslizando conseguiam passar por baixo das pernas deles.

- Aelia agora! Aumente a força e a resistência das nossas espadas! – Avisou o protagonista.

- Certo! – Concordou Aelia.

A mesma juntava as mãos e as separava, apontando uma para cada mestre.

- Runa do Faraó: Aumento de Ataque e Resistência! – Pronunciou a gênia enquanto fechava seus olhos.

Depois do chamado, um círculo apareceu em baixo dos companheiros, ele tinha o formato de uma estrela e uma luz alaranjada pulsava de dentro do mesmo.

As armas deles eram encantadas e após isso o formato mágico desaparecia.

- Vai funcionar?! – Exclamou o ruivo.

- Espero que sim. – Disse Matsuo.

Matsuo avançou na direção do adversário que estava na sua frente.

O mesmo ao alcançar o calcanhar dele, atingiu-o com sua espada.

E de fato, o suporte funcionou. Assim que a lâmina tocou o pé da estatua, o mesmo quebrou-se em vários pedaços.

Com aquilo destruído, o inimigo perdeu o equilíbrio e caiu no chão se desfazendo completamente e soltando uma grande cortina de poeira no ar.

O protagonista tossia um pouco, porém logo voltou ao normal.

- Sua vez, Akira! – Avisou o protagonista com o braço sobre seu nariz e boca.

O ruivo corria na direção de seu alvo enquanto passava a sua arma pelo chão.

Ao chegar perto, o mesmo saltou e fincou a espada no centro das costas da estatua.

Houve pequenas rachaduras no local, porém o adversário mantinha-se completo.

- O Que? – Balbuciou Akira sem entender.

- Idiota! Esqueceu que o Igor aumentou a dificuldade? Sem acertar em um lugar que os deixe sem equilibro, não irão morrer! – Gritou Matsuo.

- Ah, qual é! – Resmungou o ruivo.

Todavia já era tarde demais.

O inimigo começou a balançar-se e conseguiu isolar o espadachim na parede, fazendo uma cratera nela.

Após a colisão, Akira caiu até o chão e bateu com tudo no mesmo.

De um lado do rosto, o ruivo estava encharcado de sangue enquanto o outro estava quase sem nada.

Akira LP: 65 >>> 0.

-... Não... – Sussurrou Matsuo.

- Haha... – Akira olhava para seu amigo com um dos olhos fechados. – Parece que... Não dei conta... Devia ter te ouvido antes...

-... AKIRA! PARA DE FALAR BOBAGENS! TOMA LOGO A DROGA DA POÇÃO! – Exclamava o protagonista.

O ruivo colocava o dedo indicador no ar com bastante dificuldade e o puxava para a direita, abrindo o inventário e indo até o item poção.

Porém ao clicar nele, outra janela apareceu:

“Você não é capaz de usar nenhum tipo de item quando seu LP chega á zero. – Game Master.”

- Foi mal... Cara... – Desculpou-se o ruivo deixando sua face deitar no chão.

Primeiro as pernas do amigo explodiam em sangue.

- UARGH! – Gritou Akira.

- AKIRA! – Matsuo tentou seguir em frente, porém a estatua ficou em seu caminho. – Gr...

- Sobre...

Segundo, os braços e o peitoral do mesmo explodiam em sangue também.

- VIVA! – Exclamou e por fim teve sua cabeça também destruída.

Depois daquilo, uma aba aparecia no local da morte do companheiro do protagonista:

“Jogador Akira, Morto.”

Matsuo não sabia o que pensar e nem o que fazer, sua mente havia ficado totalmente branca.

O único amigo que tinha feito naquele mundo virtual era Akira e agora... O mesmo havia morrido.

E Não apenas no game, porém na vida real também.

O garoto não seria capaz de ver seu parceiro nunca mais, não importasse aonde ele procurasse.

Contudo, o adversário não deixou barato. Girou a sua espada e bateu em Matsuo com ela, isolando-o na parede também.

Matsuo LP: 45 >>> 5.

- MESTRE! – Gritou Aelia. – Runa do Faraó: Cura!
Antes que o menino colidisse, uma estrela verde brilhou em sua cabeça e desapareceu, curando-o.

Matsuo LP: 5 >>> 55.

Com isso, o jovem chocava-se com a parede e acabava cuspindo sangue também.

Matsuo LP: 55 >>> 5.

A gênia tinha conseguido salvar a vida de seu mestre, mas o mesmo ainda estava com poucos LP’s.

- Mestre! Por favor, acorde! – Chamava a garota desesperadamente.

A estatua começava a se mover na direção do jovem que ainda estava perplexo.

- Akira... Ele realmente... Morreu? – Pensava o rapaz.

O inimigo levantava a sua arma para o alto e preparava para dar o último golpe.

Aelia não conseguiu aguentar e saiu de cima dos destroços, correndo até o protagonista e ficando na frente do mesmo.

- Não... NÃO DEIXAREI QUE O MACHUQUE! – Gritou a menina.

- Ela está tentando me proteger... Mas... Isso é apenas o que ela foi programada para fazer, afinal de tudo... – Pensou Matsuo. –


- Tenho que sobreviver pelo Akira... Porém... Eu não tenho mais forças... Não... Consigo mais... – O protagonista olhava para cima, observando a face da criatura uma ultima vez.

O garoto não aguentava mais, seus olhos se fecharam após isso e recusaram-se a abrir.

Aquele era... O fim?

New/Party – The End.

--- Ficha dos Personagens ON ---

Nome: Aelia Radnashaff
Idade: 14 Anos.
Equipamentos: N/A
Itens: N/A
Magia: Cura – Debilitação.
Dinheiro: N/A
Arcana: N/A

- Ficha dos Personagens OFF ---


Próximo Capitulo: Loneless/Survivor.


Mr. Black: Fanfic trancada por inatividade. Caso queira reabrí-la mande uma MP a qualquer Fanfic Moderador.

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