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A verdadeira face da Morte. Pikalove


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A verdadeira face da Morte.

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A verdadeira face da Morte. Empty A verdadeira face da Morte.

Mensagem por Rodiii Qua 13 Fev 2013 - 17:46

Bem... Olá, mortais que ainda possuem domínio de seus respectivos corpos e alma. Se estão esperando por uma história de terror estão no lugar errado. Vocês não me conhecem, mas adoram falar sobre mim, não é? São tantos filmes, livros e crenças, gente que me odeia e gente que me venera. Decidi então escrever sobre algo que aconteceu comigo durante minha rotina de trabalho. Meu nome? Morte.
Primeiramente, eu sou uma mulher, uma dama, e deveria ser tratada como tal. Eu não decidi ser a morte, nenhuma das outras mortes também tomaram o cargo por vontade própria. Nós somos almas de mulheres que já foram vivas, provavelmente mulheres que não fizeram nada a vida inteira. Nós perdemos a memória, então nenhuma de nós sabemos o que é ser humano, só sabemos que, em algum momento da nossa vida, já fomos um. Deus, Jeová, Alá, Buda, ou seja lá quem for sua entidade divina (nós o chamamos de Bruce, ou Sr. Flinch, quando ele está bravo) escolhe estas almas para que assumam esse papel de ser a Dona Morte.
Meu trabalho se resume em ir ao mundo material e buscar as pessoas cujo nome estão na minha lista. As pessoas que eu pego são encaminhadas a minha sala, um pequeno cômodo (eu merecia um maior) de quatro paredes com duas portas, uma no lado direito e outra no esquerdo. Sento na minha cadeira a afrouxo meu terninho (é, eu uso terninho. Sou quase uma advogada, então nada de roupas sinistras, caveiras e pentagramas). Toco o sino que fica em minha escrivaninha, como um sinal para uma das almas da fila entrar. Analiso o currículo de vida dela (O que ela fez de ruim, de bom e etc.), e então, se a nota deste for maior que 7, posso mandá-lo para a porta da esquerda (No mundo material, este caminho é chamado de Paraíso), caso contrário, a porta da direita o espera (Famoso Purgatório). É aí que algo estranho aconteceu.
Após encaminhar 8357 pessoas para seus respectivos lugares, toco o sino e entra um homem de meia idade na minha sala. Ele era diferente, não chorava, não tremia de medo de mim, atitude normal das pessoas que passam por mim (É meu trabalho acalmá-las, também). Ele sentou na cadeira frente a minha e colocou seus pés imundos sobre minha escrivaninha. Observei-o por cima de meus óculos por um tempo, e depois voltei ao seu currículo. Ele era... uma lontra (ou seria anta? Esses neologismos humanos...). Em seus 47 anos de vida, ele não fez nada de interessante. Mal saiu de sua casa. Seu currículo era inavaliável. Comecei então a fazer perguntas, coisa que não costumo fazer. Suas respostas não seguiam o consenso do ser humano socialmente considerado "normal", e alguns de seus comentários já estavam me irritando. Fiz então uma última pergunta, se acertasse, eu o mandaria para a porta da esquerda, mesmo com a nota abaixo da média.
"Garoto, você lembra por quê morreu?" Perguntei
"Sim." Ele me respondeu, sem hesitar nem mudar seu sorriso anormal no rosto.
"E por que você morreu?"
"Por que você quer saber?"
"Porque é meu trabalho."
"E se eu não quiser te contar?"
"Te mandarei para o purgatório."
"Você não pode fazer isso, é só uma mulher normal." Meus nervos começaram a florar. Abri a porta do purgatório para que ele sentisse o calor de ser espetado por Diabinhos com tridentes, mas mesmo assim, ele manteve sua postura.
"Apenas responda a pergunta."
"Morri porque não soube viver."
"Conte-me mais."
"Fiquei em casa, deitado na rede, mascando tabaco, vendo TV. Sempre ajudei quem viesse pedir ajuda, coisa que raramente acontecia. Eu ganhei na loteria uma vez, mas usei todo o dinheiro pra comprar gomas de tabaco. Quando adolescente, faltava da escola para tirar um cochilo. Nunca amei, nunca tive amigos. Não vivi direito, e por isso mereço morrer."
Sua resposta me impressionou. Sentiria meu coração atônito se tivesse um. Tive que chamar meus superiores, Rayner e Bruce. Já falei sobre o Bruce, a chefia que guarda a porta da esquerda. Rayner é o que guarda a outra porta. Eles são amigos, jogam xadrez e as vezes almoçam juntos, acredite você ou não. Eles fizeram as mesmas perguntas, se irritaram pelos mesmos motivos, e enfim chegamos a uma conclusão. Demos a ele uma segunda chance. Ele foi mandado de volta ao mundo dos humanos para viver a vida que nunca viveu, e daqui 70 Anos, nos encontraremos de novo. "Tim, Tim!" Toco o sino, avisando para a próxima alma entrar. Cuidado, esta pode ser você.



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É isso, senti vontade de escrever e escrevi. Isso acontece muito, e dificilmente deixo a ideia fluir. Mas dessa vez, a ideia falou mais alto.

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Mensagem por Food Qui 14 Fev 2013 - 0:19

Eae Rodiii
Li a curta e curti muito.
Falou sobre um tipo de tema que eu amo, se passar por personagens mitológicos do nosso dia a dia, como Papai Noel, A Morte e etc.
Gostei muito do jeito que retratou a morte, seu estilo de vida(ou de morte) e tudo mais.
Sou meio ruim em achar erros, a única coisa que te aconselho é a escrever o nome do número(um, dois, três...) ao invés de por o simbolo(1, 2, 3...), por que eu acho que fica mais agradável, alem de que combinar com o resto do texto, já que são todas letras, não fica muito bom por números no meio....
O outro problema são os "enter's" depois dos parágrafos.Isso deixa a leitura menos confusa para gente como eu(que tem dificuldade de enxergar de vez em quando...)
Do resto curti muito, e espero sinceramente outros textos ;D
Até õ/



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