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Mensagem por FilipeJF em Dom 7 Abr 2013 - 21:03

Olá!
Como podem perceber, sou novo no fórum. Eu odeio criar tópicos de apresentação, afinal eu não tenho muito a dizer. Não curto revelar informações para as pessoas -q. Eu não vim postar uma fanfic, e sim uma história própria, mas acho que não há problema nisso... Mas só acho
Enfim.


Prólogo

A madrugada chegara fria e enevoada, e nenhum som podia ser escutado por entre os prédios redondos e luminosos. A cidade pairava sob um silêncio profundo e ensurdecedor. As pontes, construídas somente para a ligação dos prédios, estavam tremendamente sujas e prestes a cair no profundo abismo escuro que guardava a terra despovoada. Ninguém nunca ousou viver nos locais naturais do planeta, que nada tinham além de rochas e sujeiras que caíam da cidade. Eram com certeza lugares inóspitos e horríveis; entretanto perfeitos para certas ocasiões do Conselho e de facções criminosas.
Diante do assustador silêncio da noite, caminhava sobre uma das pontes uma figura encapuzada, que trazia em sua cintura uma lâmina de energia: uma antiga e extremamente poderosa adaga. O jovem seguia por um confuso labirinto de pontes, que continha mais sujeira que qualquer outro lugar que já visitara.
Embora conseguisse manter a tensão, sabia que havia algo de errado na cidade. Estava sozinho e assustado, juntamente com a combinação mortal do frio e silêncio que lhe presenteava com um penetrante frio na espinha. Apressou o passo no mesmo instante após sentir que alguém lhe seguia e agarrou o cabo da adaga. “Seja lá quem for, eu não hesitarei em atacar” murmurou. A cidade estava inteira escura e ninguém o veria cometer um assassinato. Pensando assim, achou que essa talvez não fosse uma má ideia. Então, rapidamente, levou o olhar sobre o ombro e tentou enxergar alguém; e por sorte, não viu ninguém. “É só o vento” pensou. “Assim é melhor”.
E finalmente alcançou seu destino – um simples bar que muitas vezes servia como a casa de bêbados. Mas dessa vez, serviria para uma importante ocasião.
O jovem encapuzado descobriu o braço e bateu na porta, provocando então um eco prolongado na cidade. Esperou por alguns segundos, mas ninguém atendeu. E mais uma vez bateu: toc, toc, toc!. E desta vez, claro, pôde-se escutar o barulho das fechaduras sendo destrancadas e o alto som do bocejo que o ser provocou de dentro do lugar. Quando a porta abriu-se, o jovem não se deparou com um humano; deparou-se com um ugnis. O estranho ser, apesar de possuir o físico semelhante ao de um humano, era muito diferente em outras questões. A pele era escamosa e dura como a de um dragão, e em suas mãos possuía apenas três grandes dedos. Nos pés, no entanto, ele tinha quatro. Sua boca, quase sem lábios, tinha dois grandes dentes que subiam até um pouco abaixo das narinas. Nenhum ugnis tinha cabelo; nem mesmo as mulheres.
Sorridente, o alienígena disse:
- Como é bom vê-lo depois de tantos anos, LeFrev!
- Igualmente, Kian – cumprimentou o jovem, arrogante, adentrando o estabelecimento. Quando o ugnis fechou a porta, Ewan LeFrev observou o pequenino bar: pares de mesa foram postos de forma organizada pelo local, para que houvesse por onde passar. O balcão era largo e, por conta disso, era o melhor lugar para se ficar.
- Está muito bonito – disse Ewan, olhando mais uma vez para o belo interior. - Parece que seu gosto melhorou.
Kian gargalhou, não tão alto.
- Com certeza eu estou mais ciente de beleza, agora. E quanto a você? O que andou fazendo nos últimos anos?
O jovem respirou fundo, portanto não respondeu. O pobre ugnis não sabia como o antigo e feliz amigo havia mudado. Ewan aproximou-se do balcão e pegou um copo de água que repousava ali há horas. Bebeu tudo num único gole e disse por fim:
- Nada que possa nos interessar. Mas me diga: O que aconteceu na cidade? Por que estão todos em casa?
- O governador enlouqueceu mais uma vez. Quando algo o irrita, ele desconta no povo. Infelizmente o Supremo Senhor não se importa conosco, e por isso alguém sempre acabará ferido ou morto por conta dos problemas pessoais dos membros do Conselho, que por sinal também são do governador.
- Eu não tive nenhum problema na cidade, exceto pelo silêncio que me fez achar que eu estava surdo.
- Você acha que os guardas ficarão a noite toda mantendo vigia? - Kian riu. - Eles nunca fariam isso, pois sabem que o governador não faria nada com eles. De manhã já estará tudo bem; pelo menos com o povo.
- Eu gostaria de ter uma séria conversa com esse tal governador – Ewan tocou suavemente sua lâmina de energia. - Nem todos os guardas da cidade juntos poderiam me matar. Mas eu... Eu poderia matá-los todos muito facilmente.
Kian baixou a cabeça e viu a adaga escondida por dentro do manto do velho amigo. “Ele com certeza mudou”, pensou. O Ewan LeFrev que conhecera há cinco anos não falaria sobre matar alguém; muito menos membros do Conselho.
Os dois velhos parceiros entreolharam-se, e imediatamente Kian soube do que se tratava.
- Não está aqui para conversar, não é, Ewan?
- Não, Kian. Não estou – respondeu Ewan. - Mostre-me a arma.
- Você não pode cometer tolices.
O humano sorriu e assentiu com a cabeça; era o mínimo que poderia fazer para o amigo tolo.
- Eu nunca faria isso. Eu não cometo mais tolices. Pelo menos não há muito tempo – explicou.
- Não estou de brincadeira, Ewan. Essa é uma arm... - antes que pudesse terminar a frase, Ewan vociferou:
- Chega de falar disso. Eu vim aqui por um motivo, e ele não é conversar. Eu quero a arma!
Relutante, Kian enfiou a mão por baixo de seu manto e respirou fundo. “Ele não é mais o mesmo. Eu não posso lhe entregar isto”.
- Vamos, Kian, entregue-me a arma – pediu Ewan, erguendo o braço para o ugnis. “Se eu não entregá-lo a arma, eu morrerei. Devo fazê-lo”, pensou o ugnis. Assutado, ele retirou de seu manto a arma envolta de um grosso pedaço de seda. Depositou-a sobre a mesa e aguardou enquanto Ewan desdobrava o pano. Quando terminou, o humano exclamou:
- Isso é incrível - e depois agarrou com força a adaga primordial que o pano revelara. A aura azul de energia espiritual cercou-lhe inteiro, enquanto forçava um sorriso para Kian. - Eu sinto o poder - ele mirou a nova adaga em uma das mesas e usou sua força de dominador. Da ponta lâmina surgiu a energia espiritual, que diante tanto poder emanado pela adaga, disparou numa incrível pressão em direção à mesa; quando alcançou o alvo, pedaços de madeira espalharam-se por todo o bar. Nenhum dos dois ali presentes jamais vira algo parecido. Era um poder devastador e mortal.
- Nenhuma lâmina de energia se compara a essa! – vangloriou-se Ewan. - E nenhum dominador se compara a mim! Eu farei a diferença, Kian.
O ugnis, por mais hesitante que ainda pudesse estar, usou toda sua força restante para dizer:
- N-não cometa tolices... Como matar alguém. Por favor, eu estou lhe pedindo. Você me prometeu.
O humano sorriu e, aproximando-se da porta, disse:
- Eu lhe prometi isso há muito tempo. As coisas mudaram. E eu também – e rapidamente, como um sinal de gratidão pelo que o amigo fez, jogou a capa para trás junto com algumas moedas que caíram no chão. “Sou diferente” pensou. “Sou o único que possuí uma lâmina de energia primordial. Sou o mais forte dos dominadores e ninguém poderá me deter”. E saiu do estabelecimento num estrondo.
Após se recuperar, Kian raciocinou e viu que fizera a coisa errada. Deu a lâmina de energia para quem não a merecia. Mas era tarde. Todos corriam perigo e ninguém poderia se salvar. A não ser que surgisse alguém tão forte quanto Ewan; e essa era a esperança de Kian. Fizera a escolha errada, e agora, devia fazer a certa.
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Mensagem por laser queer em Qui 18 Abr 2013 - 17:46

Vamos lá. :3

O começo ficou bem legal. A escrita, 100%, não tenho o que reclamar. Tudo bem, tiveram muitas falas, mas nada que deixasse a leitura confusa. Uma leitura séria, me agradou. u.u

Bom, é isso. Sem muito o que falar, apenas que continue, ficou legal pra caramba. Boa sorte aí, cara. .p.


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