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Mensagem por Snow Walker em Seg 1 Jul 2013 - 10:43

Bom, eu decidi parar de escrever Rising e Diavolo, tendo como principal motivo a falta de criatividade para continuar. Desta vez eu espero terminar esta historia, boa leitura ~


Uma pequena Introdução.


Os primeiros dias foram para mostrar que aquilo tudo era diferente dos filmes, era um tipo de terror diferente e mais profundo do que se mostrava ser quando você deitava na cama nos domingos a tarde para ver um filme de terror. Após uma semana e meia, o inimaginável aconteceu e o governo decidiu tomar a dianteira em uma guerra contra o terror que se alastrava por nosso mundo. Após um mês, não existia mais governo. E em um ano, que governava o mundo eram “eles”.

Vou começar a historia contando sobre o primeiro dia. Não vai ter graça, afinal já sabem o que vai acontecer com todos nós.


Eram 16h32min e ter que enfrentar aquela fila gigantesca em pleno 2012 não era nada agradável para mim, eu tenho compromissos a fazer e não posso ficar aqui o dia todo apenas para comprar um simples presente de dia das mães. Um pônei de pelúcia, sim, era esse o presente que havia escolhido para minha mãe naquele dia e enfrentar uma fila por causa de um pônei não era lá uma coisa legal, não para um garoto de 17 anos que tem coisas mais importantes para fazer da vida. Tipo se masturbar.


A fila andava tão lentamente que minha vontade era largar aquele presente ali e ir em outra loja, mas provavelmente não teriam muitos lugares onde eu poderia ir sem enfrentar uma longa fila. Principalmente por ser o dia das mães e Londres ser um lugar bem grande, deixando com que toda a minha esperança se destruísse com um sopro.


– Moço, poderia me responder que horas são? – Perguntou uma idosa que surgiu ao meu lado, ao vela senti um frio na espinha e uma vontade gigantesca de vomitar. Seus olhos eram completamente negros e ela estava completamente machucada, seus braços pareciam um pouco tortos e seu sorriso permanecia fixo em seu rosto. Ninguém mais parecia notar ela ali.



– É 16:40, senhora. – Disse, tentando dar um sorriso para a velha que agora já estava andando para longe de mim. Aquilo foi algo realmente estranho e que me deixou realmente assustado, o fato de ela ter uma voz muito robótica ajudou a aumentar esse medo.



O tempo passou e com isso a fila finalmente andou até chegar na minha vez, assim que comprei o lindo ponei de pelucia da minha mãe, usando o dinheiro dela é claro, sai a loja e me deparei com uma multidão formando um circulo. Gritos vinham de lá de dentro e a voz robótica da velha ressoava dentro da minha cabeça.



Fui rapidamente para a escada rolante e quando finalmente cheguei lá em cima o fim do mundo aconteceu. Seja lá o que ou quem estava dentro daquele circulo de pessoas, saiu por ai devorando cada uma delas e as transformando em seres iguais a ele. As pessoas agora corriam por aí desfiguradas, sangrando e o cheiro de carne podre estava por todo o shopping.



Era o fim do mundo.





O1. Nascido para Liderar


Dois dias antes do ataque dos Zumbis acontecer ~


Eu estava sentado na escadaria do parque próximo a minha casa, um pequeno e vazio parque localizado no final de uma gigantesca rua cheia de casas parecidas, e ali estava eu sentado no frio segurando uma mochila surrada enquanto esperava ansiosamente a chegada de minha namorada. Eu estava esperando há um longo tempo ela chegar e o sol desaparecia lentamente no horizonte, enquanto a solidão se tornava cada vez mais sufocante junto ao frio.

– Está atrasada. – Disse para minha namorada quando ela chegou ao parque, seus cabelos negros dançavam com o vento frio e aquilo era realmente algo lindo de se ver. Ela estava usando as mesmas roupas do nosso ultimo encontro afinal ela sabia como eu gostava daquelas roupas, uma das coisas que me deixava feliz por encontrar ela a noite era que a casa dela era na frente do parque e nada de errado poderia acontecer a ela. Ela ajeitou seu blusão e pulou em cima de mim, a segurei e lhe dei um abraço apertado.

– Sabe como é... Tenho que me arrumar bem pra te ver. – Nos beijamos por alguns segundos e logo ela ficou olhando para mim, sorrindo. Eu amava o sorriso dela, eu amava tudo naquela garotinha. Aquele era o aniversario de 16 anos dela, o dia em que eu daria a ela o meu bem mais precioso e não podia esquecer também que aquele era o aniversario do nosso segundo ano de namoro.

Retirei um cachecol da minha mochila velha e coloquei no pescoço dela, a primeira coisa que ela fez foi cheirá-lo e deu o sorriso mais belo que já vi.

– Tem seu cheiro...

– Eu sempre dormia com ele, agora ele é seu. Como tudo em minha vida também é.



Atualmente, três meses após o ataque dos Zumbis.



Fui atirado na porta do refrigerador e cai no chão junto com varias latinhas de Pepsi, o zumbi que acertou aquela poderosa investida em mim teve sua cabeça cortada pelo machado de Gerald, o antigo zelador do shopping onde eu e um pequeno grupo de sobreviventes estamos vivendo. O único lugar onde não houve nenhum sobrevivente foi o que tinha o mercado, para o nosso azar é claro, ele estava infestado de zumbis famintos e sempre que as provisões acabavam um pequeno grupo tinha que ir buscar mais, já perdemos varias pessoas com essas buscas, mas ao mesmo tempo sempre tivemos um certo sucesso em relação à comida.

Eu não vejo minha mãe e meus amigos desde que aquilo tudo começou, foi uma grande sorte a minha ter encontrado um homem igual a Simon pelo caminho, um guarda de meia idade que era obcecado por zumbis desde a adolescência e em segredo de todas as pessoas que andavam pelo mercado, ele construiu uma pequena base repleta de armas para quando as criaturas aparecessem. Ele me treinou, me ajudou a atirar melhor, a mover melhor um machado para que cortasse de uma vez só a cabeça das criaturas, fez o mesmo com todos os sobreviventes até que nos tornamos maquinas de matar zumbis. Tudo isso nesses três meses... Aconteceu tanta coisa conosco: Perdas, noites sem dormir, traições, guerras com outros grupos e até mesmo estupros. Tudo isso foi resolvido e agora estamos bem

Atirei as latinhas de Pepsi para longe e me levantei com um pulo, pegando rapidamente minha pistola atirada no chão e recarregando, o restante do grupo estava espalhado pelo mercado e tínhamos mais três minutos antes de momento em que íamos nos reencontrar no elevador, todos sabiam quando seria essa hora porque um sinalizador seria lançado. Estava tudo planejado e o som dos tiros me deixava feliz, afinal meus companheiros ainda estavam lutando bravamente com aquela praga para conseguir comida. Gerald acertou o machado na cabeça de mais um zumbi que surgiu ao nosso lado e tanto eu quanto ele sabíamos de uma coisa: Eles estavam ficando cada vez mais rápidos. Mais rápidos não só na velocidade, mas em sua percepção. Afinal mal havíamos entrado no andar e milhares já nos atacaram

– Ei, garoto. Está tudo bem? – Perguntou Gerald, fazendo um sinal de positivo com a mão esquerda. Era o símbolo dele desde que tudo isso começou, ele sempre fazia isso não importava a situação e isso nos animava um pouco. Gerald era aquele que sempre dava um motivo para todos se animarem.

– O que você acha, velhote? – Puxei o gatilho e acertei em cheio a cabeça de um zumbi que estava prestes a morder o pescoço de Gerald, mesmo com aquela situação ele não deixou de sorrir. Como eu disse, ele sempre nos dava um motivo para ficarmos animados. – Mais cuidado, cara.

– Eu to nessa de acertar cabeças há mais tempo que você, novato. – Ele deu um giro e cortou a cabeça de mais dois zumbis que se aproximavam, enquanto ele cortava os zumbis eu juntava as comidas em três mochilas, após tudo ficar pronto nos partimos em direção a saída.

A cada passo que dávamos era uma bala que caia no chão, um machado que se movia em extrema velocidade e um membro do grupo que se juntava a nos na corrida até a saída. Foi a missão com maior sucesso até o momento, nenhum mordido, nenhum morto e conseguimos escapar facilmente. Estávamos ficando muito bons naquilo, mas isso seria realmente bom?

O elevador nos levou até o segundo andar onde era localizada nossa base, as barreiras foram retiradas e recolocadas rapidamente após a nossa volta. Tudo estava bem até o momento. Chegamos até o local onde o pessoal nos esperava e todos se levantaram rapidamente, vindo até nos.

– Allen! – Minha namorada abraçou meu pescoço, me dando um beijo e logo em seguida um forte abraçado. Gabriele, a garota de 16 anos que eu namorava há muito tempo e realmente tive sorte de que ela estivesse no shopping no dia que isso tudo começou, assim que eu a achei nos fomos protegidos por Simon até este momento, alem de termos um ótimo treinamento de tiro. – Fico feliz que esteja bem!

– Se for assim toda vez que o guri for se aventurar por aí, ele vai começar a se sentir solitário se você morrer. – Simon sempre dizia isso, sempre mesmo. Toda vez que eu ia buscar suprimentos ou fazer uma ronda noturna, ele falava isso quando Gabriele me abraçava após meu retorno. Simon é o tipo rico fácil de se encontrar por aí, um homem magro que usava roupas folgadas e caras, tinha o cabelo curto e preto, um fato que destacava Simon era que ele não tinha o olho esquerdo. Ele o perdeu na guerra, pelo que contou.

– Cala a boca, Simon! – Gritei para meu mestre, porem mesmo que a situação estivesse meio estranha nos caímos na risada como sempre. Dei um beijo na testa de Gabriele e me afastei dela. – Já falo com você, baixinha.

Deixei os dois ali e segui até o local onde os outros quatro membros do grupo que invadiu o mercado estavam, o chefe do grupo estava ali agachado separando os alimentos e então me avistou, dando um grande sorriso.

– Allen! É sempre um prazer ver você, garoto! – Stephen era o nome do líder do grupo, foi escolhido por todos nos mesmo contra sua vontade e se mostrou um ótimo líder até hoje. Ninguém tem nada contra esse homem de 23 anos que adora usar roupas havaianas e chapéus esquisitos e ele também não tem nada contra ninguém, o que ajuda muito. – Trouxe o que dessa vez?

– Bastante Pepsi . – Disse, dando um sorriso e entregando as mochilas para o líder. Ele as pegou e colocou junto com os outros suprimentos pegos por nossos companheiros, ainda havia muita comida naquele mercado e o dia que ela acabasse seria o nosso fim. A possibilidade de sair do shopping era algo terrível para nos, mas um dia isso aconteceria e realmente desejo que demore bastante para isso.

Ouvimos gritos vindos de um local próximo a onde estávamos e corremos para ver o que estava acontecendo, ali estava a senhora Mason atirada no chão chorando. Era algo bem raro ver aquela mulher em um momento de tristeza, até mesmo quando teve que matar seu marido ela continuou firme e forte ali cuidando de suas crianças. Ela tinha dois filhos ali, uma garota chamada Saphira e um garoto chamado Ruby, porem apenas o garoto estava ao lado de sua mãe. Ruby era o típico nerd que ficava em casa o dia inteiro jogando e para sua sorte o primeiro dia que resolveu sair de casa causou o Apocalipse Zumbi que ele tanto desejava acontecer.

– O que aconteceu, senhora Mason? – Perguntou nosso líder a mulher, até aquele momento eu não sabia o motivo de chamarem ela de senhora. Ela era muito jovem, aparentando ter uns 28 anos e por sinal tinha uma ótima mira, mas isso não vem ao caso agora . A mulher chorava tanto que mal conseguia responder, então por entre os soluços ela gritou:

– Ele levou a Saphira para o quarto andar! Aquele maldito do Damian levou a minha garotinha!

Era pior do que pensávamos. Por três móvitos. Primeiro: Damian era um dos homens mais perigosos do grupo, envolvido com trafico humano e já foi preso por estupro. Segundo: O Quarto e ultimo andar era o único onde não poderíamos ir, mesmo em nossa maior crise. Terceiro: 100 zumbis. Era o total que permanecia intacto naquele lugar e não deixava ninguém pisar naquele lugar. O terceiro andar era a primeira fase do jogo. Pelo que Gerald nos contou quando reunimos o grupo de sobreviventes pela primeira vez, o quarto andar era o local onde todos foram se esconder após a crise inicial e junto às pessoas um infectado entrou, o resto vocês já devem saber muito bem.

– Precisamos ir salvar a garota e matar o desgraçado do Damian de uma vez! – Gritou Lance, um garoto da minha idade que sempre se voluntariava para ir até o terceiro andar. Porem ir até o quarto era suicídio.

– Eu comando um time até lá. – Gritei, sem ao menos perceber o que havia acabado de dizer. Foi o fator querer ser importante que sempre me dominava, também chamado de descontrole. Em menos de cinco minutos um time já estava pronto.

Eu, Gerald, Gabriele, Lance, Ruby, Mandy, Bell e Jack. Entramos no elevador e apertamos o botão para irmos para o quarto andar, armados até os dentes para salvar uma garotinha de um pedófilo desgraçado.
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Mensagem por Snow Walker em Dom 14 Jul 2013 - 22:01

Bom, vou postar o segundo capitulo. Ninguem comentou no primeiro, o que realmente me deixou meio trise, mas...  Não importa. Boa leitura para quem gostou ( O que estou chegando a duvidar. )

O2. Sorria

Mandy era uma garota estranha até conhecer ela, porque afinal uma garotinha de 18 anos de cabelo rosa raspado dos lados e com uma tatuagem de dragão na barriga é pra matar. Apesar disso ela era uma pessoa boa e nos ajudou muito, o mesmo valia para Bell. Um motoqueiro que andava com Mandy, basicamente eles são melhores amigos e são uma ótima dupla quando se trata de destruir os Zumbis. Jack era um caso diferente, o homem de 35 anos que ainda morava com os pais e nunca teve uma namorada em toda sua vida, passava dia e noite jogando, lendo, vendo desenho japonês com coisas estranhas e usava óculos escuros. Sim, não importava o momento do dia ele os usava.

Ficamos em silêncio todo o caminho até o quarto andar, afinal todos estavam com medo de entrar ali. Gabriele se agarrou no meu braço e senti um pouco de raiva por ela estar ali, mas a garota já demonstrou ser uma ótima ajuda para matar zumbis, então não sei o que estava me preocupando. Cada um de nos sabia se virar muito bem. O elevador parou e juntamente a ele, minha respiração desapareceu... Tínhamos que tomar todo o cuidado do mundo, então as portas se abriram e saímos do elevador em silêncio, cada um pegando uma arma e olhando ao redor. Nada.

Será que era tudo mentira sobre os 100 zumbis? Porque francamente, não havia nada ali. Em um canto mal iluminado estava Damian com Saphira em seus braços, os dois ficavam se olhando e se agarrando, realmente aquilo não parecia um seqüestro.

– Ei... Damian! – Lance gritou, o homem olhou para nos sorrindo e se levantou, Saphira fez o mesmo. Nenhum sinal, nenhum ataque, nenhum movimento estranho nas sombras e o grito de Lance ainda ecoava por todo o local.

Havia uma grande porta que dava para o estacionamento e eles poderiam estar ali, então por sorte nos estávamos livres naquela área. Damian se aproximou de nos, abraçando um por um e logo após Saphira chegou.

– O que fazem aqui? – Perguntou ela, dando um risinho. Ruby segurou a Irmã pela gola da camiseta e a bateu na parede. – Ruby... Por que fez isso...?

– Não me diga, Saphira! NÃO ME DIGA QUE VOCÊ QUIS VIR AQUI PARA TRANSAR COM ELE! – O grito dele foi mais alto que o de Lance, mas nada aconteceu por um longo tempo.

– Não, maninho... Só vim me agarrar com ele inocentemente! – Ela deu um sorriso e empurrou o irmão, correndo para abraçar Damian.

– Por que diabos você quer se agarrar com esse velho pedófilo? – Gritou Ruby, a situação não estava nem um pouco boa até aquele momento. Ouvíamos batidas em todos os lugares do quarto andar, mas nenhum Zumbi apareceu mesmo com batidas fortes nas portas, paredes e até mesmo no teto.

– Eu não sou velho e nem pedófilo, cara! EU TENHO 18 ANOS, PORRA! E eu não tenho interesse na sua irmã, ela é bonita, mas não faz meu tipo! – Damian se virou irritado e foi na direção do elevador, todos nos rimos daquela situação e ficamos felizes por nenhum zumbi ter aparecido.

Damian apertou o botão chamando o elevador e ficamos ali esperando, ainda em silencio para que prestássemos mais atenção a nossa volta. O elevador chegou e abriu as portas, mas o que aconteceu a seguir disparou o coração de todos nos... A pequena porta que ligava aquela área ao estacionamento foi atirada longe e os 100 zumbis saíram de lá, vindo em nossa direção. O terror dominou todos nos e começou a batalha mortal com os zumbis.

– Ruby! – Gritei para o garoto, ele me olhou e imediatamente entendeu o que eu queria dizer. Pegou Saphira pelo pulso e a atirou dentro do elevador, fiz o mesmo com Gabriele e o elevador se fechou. As garotas estavam seguras indo para o primeiro andar e então a festa podia rolar solta.

A primeira cena que eu vi antes de correr na direção dos zumbis foi Mandy sendo cercada e devorada pelo grande grupo de zumbis, deixando Bell queimando de raiva vendo aquilo e atirando em todos os zumbis que devoraram sua amiga. Mandy logo em seguida se levantou zumbificada e dei um tiro na cabeça dela, afinal eu sabia que Bell não teria coragem de fazer isso.

Quando notei três zumbis já estavam vindo rapidamente na minha direção e não tinha tempo de recarregar minha arma, então minha salvação chegou: Damian apareceu cortando a cabeça dos três zumbis com seu facão de lamina curvada, logo em seguida adentrando no meio do exercito de zumbis junto aos outros. Não sabia quem estava vivo ainda e nem quem estava fazendo o que, aquilo não era importante no momento e então fiz o mesmo que todos eles. Entrei no meio do exercito de zumbis, temendo ser devorado por eles.

Podia ver meus companheiros destruírem os zumbis com cortes, tiros e até mesmo usando algumas granadas. Porem cada vez que um zumbi era destruindo um novo saia pela porta e nos atacava, a nossa única baixa até o momento havia sido Mandy e aquilo resultou em uma gigantesca reviravolta nos eventos, afinal Bell estava enlouquecido matando zumbis por onde quer que passasse. O machado de Gerald cortava o vento a cada vez que o velho o movia para acertar um zumbi e sem que nenhum de nos percebesse, Jack estava parado ao lado da porta por onde os zumbis saiam. Ele colocou sua espada na frente da porta e todos os zumbis que passavam tinham suas cabeças cortadas em instantes, aquilo foi de muita ajuda para nos.

Me movia rapidamente por entre os sobreviventes, puxando o gatilho e atirando em qualquer zumbi que surgisse. Era um eterno jogo de sobrevivência que tínhamos que ganhar a qualquer custo, porem não importava quantos zumbis caíssem no chão aquilo não iria parar tão cedo. Minhas roupas já estavam sujas de carne podre e sangue, aquele cheiro faria qualquer um vomitar porem nos acostumamos a ele nos primeiros dias.

– Pessoal, venham! – Gritou Damian, olhamos de relance para ele e lá estava o garoto segurando a porta do elevador com o braço esquerdo, afinal ele ainda segurava o facão com o direito e cortava qualquer zumbi que se aproximasse. Corremos na direção do elevador o mais rápido que podíamos, nossa missão ali estava completa. Havia apenas um único problema...

Entramos no elevador, todos nos... Menos Jack. Ele saiu correndo na direção do elevador e então todos os zumbis que estavam atrás da porta pularam em cima dele ao mesmo tempo. Era tarde demais para nosso companheiro, porem antes das portas se fecharem eu pulei para dentro do quarto andar novamente. A espada de Jack era a única espada que tínhamos no grupo e ela nos ajudou muito, eu tinha que pega-la. A porta do elevador se fechou e sai correndo na direção da arma, desviando de zumbis e matando aqueles que nã ohavia outra opção...

O corpo de Jack havia sido tão dilacerado que não poderia voltar a vida como zumbi, o que era algo bom afinal eu já havia atirado na cabeça de uma amiga hoje mais cedo. Consegui pegar a espada antes que mais zumbis viessem ao meu encontro, um grande problema era que o elevador não voltaria tão cedo até aqui e a minha única escolha eram as escadas... E foi o que eu fiz. Abri a porta da saída de emergência e a fechei o mais rápido que podia, os zumbis empurravam a porta e então desci as escadas rapidamente.

– Droga, droga! – Gritava baixinho, dando pulos para que descesse mais rápido as escadas. Lembrei-me de que a porta do segundo andar estava fechada graças aos sobreviventes, a do terceiro andar era impossível de se abrir, pois haviam zumbis atirados ali...

Só me restava uma porta: A do primeiro andar.
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Mensagem por Pokaabu em Seg 15 Jul 2013 - 2:16

Olá, Snow. Tudo beleza? Carinha, primeiro quero te dizer que comentários aqui são uma raridade, exceto para alguns do alto clero, se é que me entende.

Por isso mesmo resolvi comentar aqui, não sei se você vai desistir, mas pelo menos vai saber que alguém leu o que você escreveu. Bom, sobre a fic. Carinha, você escreve bem e aquele começo da história estava fantástico, sério! Mas ai você atropelou tudo, acho que você queria chegar logo à parte dos zumbis e tals, mas seria melhor se você tivesse trabalhado um pouco isso, não acha? Quanto ao primeiro capítulo, eu também achei bem divertido só que ficou muito desumano, piegas, talvez, tipo, a amiga do carinha virou zumbi e ele atira nela assim, sem nenhum ressentimento? E a mãe dele? Você nem falou nada sobre ela, coitada.

Bom cara é isso.

Ah, vi que você errou algumas coisas na acentuação, como, nós e porém.

Black: Fanfic trancada por inatividade. Caso queira reabri-la mande uma MP a qualquer FFM.

________________
Z.  J9zt  
Em breve.
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