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Mensagem por ana em Ter 22 Jul 2014 - 18:59

Prólogo – Gênesis As Avessas
Na porta de escritório de Deus, séc. XIX.

O diabo, belzebu, capeta, demônio, satã, mochila de criança e afins; não é um cara tão ruim o quanto lhe fazem parecer. Ele só tem um prazer doentio em tocar fogo em virgens e uma preocupante queda pela bebida e poker, além de ternos humanos. E assim, vestido num bacanoso terno risca de giz cor de vinho com listras pretas, sem camisa por baixo e com um “Lúcifer” bordado nas duas lapelas do casaco. Ele havia passado uns bons quinze minutos arrumando os cabelos, espetacularmente brilhantes e puxados para trás naquele dia.  E para coroar a aparência, um belo par de chifres lustrados naquela mesma manhã que da cor da perdição humana (laranja sangue). Enfim, Lúcifer era um cara muito bonito. Que Deus me perdoe.

Falando em Deus, onde ele estava?

Lúcifer, digo, mochila de criança andava de um lado para o outro de braços cruzados na frente das grandes portas do escritório de Deus, enquanto fumava um charuto. Sim, ele podia fumar um charuto sem as mãos. Ele esperava alguma resposta, afinal, fora Deus quem marcara aquela reunião, naquela tarde qualquer do século XIX. Foi quando ele viu, pelo o canto do olho, um jovem anjo andando em sua direção. Asas pequenas ainda, cara marcada por espinhas, carregando tantos papeis que suas costas curvavam com o peso. Perfeito.

O diabo se aproximou e se postou na frente dele, que logo ficou bastante assustado.

- O que vos-vos-vosmecê, deseja?

- O que minha mercê deseja? – Rindo, o mochila de criança tirou o charuto da boca e usou os papeis de cinzeiro.  – Por obsequio, porque vosmecê não me responde? – O jovem anjo tomou coragem para levantar os olhos e olhou bem nos fundos dos olhos de Lúcifer. O que viu, poderia ter sido pior, mais foi o bastante para fazê-lo derrubar tudo no chão e sair correndo pelos os corredores do prédio de administração do céu.  E o diabo riu. E riu. E riu.

E Deus, que começou a trovejar dentro de sua sala, veio trovejar para fora dela.

- O QUE ESTÁ APRONTANDO? – Aquele Rosto teria assustado toda e qualquer criatura do Senhor. Mas como já sabem, Lúcifer não era mais uma criatura dele. Então, só se fez rir, dessa vez bem mais alto.

- É esse tipo de anjo que trabalha para você agora? Que borra botas! No meu tempo- E nunca se soube como eram os tempos de Lúcifer, pois deus o agarrou pelo o colarinho e o arrastou para dentro da sala, batendo as portas com um grande estrondo de trovão.

Dentro do escritório de Deus, ainda no século XIX.

Era uma mistura de igreja barroca de bom gosto e escritório de advocacia. No teto, que era de uma altura impressionante, havia milhares de figuras espalhadas que mostravam cenas da bíblia. Exageradas demais, mas ainda assim muito bonitas. Uma enorme mesa de mogno com uma quantidade celestial de papeis, mini-estatuas de sal de gosto duvidoso, uma replica da terra em escala quase real e algo que parecia ser um cartão de dias dos pais escrito por Jesus, entre outro um milhão de coisas que não importam agora. Atrás da mesa de Deus, uma grande pintura tomava conta da parede: O rostos de todos os anjos ligados por rosas, e no centro, o grande rosto de deus. Porém, havia um vazio naquela imagem: Um espaço negro apenas com os dizeres “Quem se nega a castigar seu filho não o ama; Quem o ama não hesita em discipliná-lo.” Era lá que o rosto de Lúcifer ficava, embora isso não tivesse a menor importância agora.

Deus largou o demônio no chão e foi se sentar, não sem soltar alguns longos suspiros enquanto e encarar o seu “convidado” enquanto o esperar a se recompor.  Arrumar a gola, ajeitar o cabelo, alisar os chifres, suspirar mais para competir com Deus, enfim, quando se julgou pronto se sentou na cadeira na frente do senhor.

- Vossa Mercê tem tempo para o seu hulmide servo, agoraaaa? – Lúcifer ainda tinha um sorriso no rosto. Ser arrastado por Deus? Mais uma piada. Apoiou os cotovelos na mesa e então a cabeça.

O grande senhor apostólico romano e tudo mais soltou um último suspiro e apontou um dedo celestial para Lúcifer. – O que você, anjo caído, quer agora?

- Por obséquio! Foi o Senhor quem marcou essa reunião. Moi só vim cumprir minhas funções como Senhor do Mundo Baixo.

- Inferno. – Porém, Deus coçou a testa por um momento, tentando se lembrar de quando ele por própria vontade se associou com o demônio. Oh. Aquilo. - Ah Sim. Sim, sim, sim! O caso daqueles cangaceiros.

- A Gangue do Boi do Olho Furado... Bons camaradas. Mas, porque eu estou aqui?

- Demônio o gênero humano... Lúcifer. Quando eu, a vossa santidade, estava separando os padroeiros do Brasil, quem ficou com o Nordeste foi Frei Damião... Porém descobrimos que ele estava se aproveitando de seus poderes... Enfim, vossa mercê ficou como padroeiro do Nordeste.

- Eu sei disso! – Satã riu, se lembrando da situação do nordeste. Era incrível. – Aqueles cangaceiros... Muito bonito! O que há de erra- Deus o interrompeu.

- O que há de errado? O QUE HÁ DE ERRADO? – Bateu com as mãos na mesa. –  Aqueles cabras matam pessoas, roubam de quem trabalha, não botam as mulheres em seus lugares. O que não há de errado? Pessoas matando, crianças chorando, seca... ME DIGA!

- Eu não sou Deus, esqueceste? Eu sou apenas o rei do Inferno.

- O que disse, reles escória? - Deus se levantou de sua cadeira. - EU, EU tenho o peso do universo nas costas!

- E ainda encontra tempo para transformar pessoas em estátuas de sal. – Lúcifer pegou uma daquelas em cima da mesa e rodou entre os dedos. – Muito bonita esta.

- Lúcifer! ISTO É UM ULTIMATO! Vosmecê vai se livrar destes seres infernais agora mesmo.

- Moi vai, é? – O diabo riu, mais do que nunca.

O Senhor todo poderes de tudo depois do inferno estalou os deuses. A estátua de sal caiu no chão com um toque que a destroçou. O diabo não estava mais lá.

Em algum lugar de Misererê, AINDA no século XIX.

Quando Lúcifer abriu os olhos, ele viu que estava com a boca cheia de terra e mato. Seu lindo terno estava destruído. Oh merda. Deus não estava brincando.
CONTINUA!


Última edição por pumpkin party em Dom 27 Jul 2014 - 6:54, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Micro em Ter 22 Jul 2014 - 21:50

É o capeta mas é gente boa xD

Na verdade, eu tava com um pé enorme atrás quando você me disse que "ia fazer uma história de cangaceiros". Eu fiquei meio "ok, onde vai chegar" e apaputaquepariu você conseguiu fazer uma fucking lista com os diachos.

E a Jade <3

Pois bem, depois de comentar suas frases no chat, vim aqui imortalizar meu First, dizendo que eu apoio a ideia. Suas histórias costumam ser orgásmicas de boas, mas assim como eu, você não costuma terminá-las (e_e), então vamos ter força nessa ;>

Erros eu não vi, e eu MORRI DE RIR do cartãozinho de Jesus do dia dos pais. Meu irmão me perguntou por que eu tava tentando parir uma hiena pela boca quando eu tava lendo a frase, e ele teve a mesma reação quando leu de novo.

Psé, to indo, boa sorte e tentarei ler novamente quando a vida não for uma vadia comigo.
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Mensagem por mrdeid em Qua 23 Jul 2014 - 10:12

Carai, o diabo nem é tão mal assim :0 Espero que o carinha do inferno seja bonzinho :0 Então, eu gostei do desenrolar da história, só acho que é meio arriscado fazer uma história de humor envolvendo capeta e Deus. Enfim, vamos ver aonde isso vai chegar.
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Mensagem por ana em Dom 27 Jul 2014 - 17:52

@Micro escreveu:É o capeta mas é gente boa xD

Na verdade, eu tava com um pé enorme atrás quando você me disse que "ia fazer uma história de cangaceiros". Eu fiquei meio "ok, onde vai chegar" e apaputaquepariu você conseguiu fazer uma fucking lista com os diachos.

E a Jade <3

Pois bem, depois de comentar suas frases no chat, vim aqui imortalizar meu First, dizendo que eu apoio a ideia. Suas histórias costumam ser orgásmicas de boas, mas assim como eu, você não costuma terminá-las (e_e), então vamos ter força nessa ;>

Erros eu não vi, e eu MORRI DE RIR do cartãozinho de Jesus do dia dos pais. Meu irmão me perguntou por que eu tava tentando parir uma hiena pela boca quando eu tava lendo a frase, e ele teve a mesma reação quando leu de novo.

Psé, to indo, boa sorte e tentarei ler novamente quando a vida não for uma vadia comigo.
ahá, espero que essa aqui vá pra frente, falando sério. valeu pelos os elogios :33. mas afinal, Jesus também pode ser um cara normal, certo? tirando o lance de ser um carpinteiro e ter morrido pelos os nossos pecados. coisa e tal.

Deidara-Sensei escreveu:Carai, o diabo nem é tão mal assim :0 Espero que o carinha do inferno seja bonzinho :0 Então, eu gostei do desenrolar da história, só acho que é meio arriscado fazer uma história de humor envolvendo capeta e Deus. Enfim, vamos ver aonde isso vai chegar.
lúcifer bonzinho? D: welp, veremos o que acontece. sakoskaposk eu não quero ofender ninguém com a história, é só o que eu tenho vontade de escrever e acho que fica legal no papel. É! vamos ver!

miserere nobis DXlu2mD

escrevi essa bosta ouvindo Streetlight Manifesto, entre outros. de antemão quero me desculpar pelos os erros com certeza tem no texto, porque são quase sete da manhã e eu to com preguiça de revisar. e ah, foi bem divertido de se escrever! espero que gostem das aventuras do bando do boi do olho furado. 

miserere nobis DXlu2mD

I – O Bando do Boi do Olho Furado
Misererê, Ao mesmo que Deus dava seu ultimato a Lúcifer, Séc. XIX.

Se você visse aquele bando de cabras que corriam pela caatinga do nordeste enquanto atiravam para cima e gritavam que Deus havia morrido e nós que o matamos, você não poderia adivinhar a história de vida deles. Você provavelmente sairia correndo e chamaria o coronel mais próximo. Mas, aqueles eram homens de honra, sim. Que não se negavam ao combate e matavam quem eles achavam que precisam morrer, mesmo que isso fosse necessariamente idiota. Esses, meus queridos leitores, se chamavam de “O Bando do Boi do Olho Furado”. Mal sabiam que Deus estava vivo e bem, e que na verdade achava que eles que deveriam morrer.

O líder deles era um homem de meia-idade chamado Vandeco Pipoca. Usava óculos redondos, era alto o bastante para se fazer intimidar os outros e seu rosto era o que a vida lhe fizera ser: Um homem seco como a caatinga em que crescera e afiado como a faca que levava na cintura. Era um cabra que sabia como lidar com seus homens, mas que ainda tinha um pingo de beleza no fundo do coração.

- Então, o que é que vai ser, hein? – Ele perguntou para o resto de seu bando, que estava espalhado por um pedaço seco e sem plantas da parte marginalizada de Misererê.

Um tal de Papel de Bala, que era um menino de rosto liso nos seus dezessete anos,  quebrou com os dentes a bala que chupava e a engoliu, para depois alisar o cabelo e dar um sorrisinho torto para Jade. Jade Judia já tivera demais dos homens para o resto da sua vida, isso foi o que ela disse para o bando quando eles lhe encontraram no meio do mato com o vestido branco manchado de sangue vermelho e um [palavra censurada] rifle na mão. Mas ela ignorou o garoto, pois não queria se irritar.

Foi o Pistola Branca que deu um cocão em Papel de Bala e lhe falou entre os dentes que “se tu se metê com a sinhora Jade, vô te dâ um tiro na testa”.  Um homem branco como o cal e que só confiava na sua pistola do peito. O resto do bando concordava em silêncio de que ele só era confiável se estivesse com ela.

- Yo no tengo ideia do que nosostros fazemos agora. – Santana tirou o chapéu de couro e se pôs a coçar a cabeça enquanto olhava para o chão. Ele era um homem que viera lá dos lados do Chile e que possuía um formoso bigode sobre a boca.

É claro que o grande bando não se resumia a estes poucos exemplos do gênero humano, mas nós cabe conhecê-los, pelo menos agora. Em suma: Eles eram um bando de cabras arretados que haviam perdido a fé no que já haviam visto do mundo.

Vandeco Pipoca repetiu a sua pergunta, não esperando nenhuma resposta, mas eh, porque não?

- Então, o que é que vai ser, hein? – Tirou a pistola do coldre de couro e deu um tiro para cima. – O que é que vai ser? – Todo o resto do bando deu um grito de aprovação e bateu palmas. O líder continuou, num tom arisco cheio de determinação. – Deus morreu.  A gente matou ele. Bando, vamo arredar o pé que nosso negócio é em outro lugar. – Dito e feito, Vandeco Pipoca se levantou da pedra onde tava sentado, guardou a arma e saiu andando para Misererê. O resto de teus homens o seguiu, Papel de Bala até uma risada deu.

Misererê, logo após a misteriosa aparição do "homi de chifre”.

Enquanto chegavam ao centro de Misererê, o bando pode ouvir um escarcéu que vinha lá daquelas bandas. Ora, pois, não eram eles os agentes da discórdia? O céu estava num tom de vermelho bem forte, como se alguma coisa ruim estivesse pra acontecer. Sem nuvens. Nem nada.

- Virgem Maria! Ela veio pra nos punir... Vamo arredar o pé, bando. A hoste de vivos e mortos tá pra chegar! – Quem proferiu tal frase foi aquele chamado de Zé Cabaço, que havia parado de andar e apertava o rosto com as mãos. Era um bandido normal, chapéu de couro e medalhinhas de ouro no rifle, mas que havia jurado sua virgindade em nome da mãe de Jesus. Um ato corajoso, porém pouco respeitado naqueles lados do nordeste. Em troca do momento de sabedoria, o nobre virgem recebeu um tapa na nuca, dado pelo o Pistola Branca.

- Para de falar disto, homi... Tu não sabes de nada mesmo! Não tem nenhum desse tal deDeus por essas bandas. – Zé suspirou e balançou o rosto para os lados, mas continuou a andar junto com o resto de seus companheiros. E  assim eles continuaram até serem interrompidos de novo. Desta vez, era um menino beirando uns dez anos, de roupas simples e com as marcas da fome no rosto jovem. Ele fora parado por um Vandeco com predisposição a colocar mãos em ombros, que dessa vez escolhera um tom mais ameno e até, talvez, partenal.

- Que que aconteceu, muleque? Tem uma assombração na vila?

O muleque, que não era bobo nem nada de mentir pra “esses homens de arma que robâ e mata”, respondeu direto. – É um homi de chifre que caiu do céu! O pessoal inteiro tá arredando o pé de lá, eu não so bobo nem nada. – E saiu correndo de novo deixando o bando perplexo para trás. Nem um segundo depois, Zé Cabaço, “EU AVISEI, EU AVISEI”, começou a correr em direção da vila de olhos fechados e rezando entre os dentes algumas aves marias, só por preocação.

O Bando do Boi do Olho Furado, que era virado nas lendas e contos do nordeste, nunca havia visto tal coisa. Céu vermelho e homis de chifre? Em Misererê? A reação do líder foi gritar um MERDA para o céu e seguir o seu cabra, sendo seguido pelo o resto do bando.

A cena que encontram quando chegaram, além das casinhas de pau a pique, uma igrejinha  desbotada com a cruz quebrada e alguns comércios, mas nenhum deles com pessoa alguma; foi o corpo desmaiado de Zé Cabaço caído de boco na terra. Do lado uma estranha figura de roupas caras todas cobertas de terra de braços cruzados, que ria de um jeito assustador... E que tinha um par de chifres na cabeça? Ele então percebeu a chegada de nossos heróis. Tossiu um pouco e falou numa voz de trovão, imitando Deus.

- Eu sou Lúcifer. Moi tem um pequeno problema a resolver com vous les gars. A pedido de... Ugh... Deus. - Suspirou.

.... Mas ele não estava morto?
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Mensagem por Yoshiro em Dom 27 Jul 2014 - 18:28

Boa fic, mesmo o final sendo meio obvio ja que cangaceiros dão counter direto em deus.
De qualquer forma, espero que tenha a participação de mais parsonagens da mitologia cristã, como Maria, Abraão, Jesus e o resto da turma toda.
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Mensagem por Umbreon_NICE em Dom 27 Jul 2014 - 18:37

curti muito o zé cabaço
e esse bando do boi do olho furado vai se envolver em altas confusões hein

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Mensagem por mrdeid em Dom 27 Jul 2014 - 19:01

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Fez um ótimo início de arco -q Zé cabaço :u Adorei. Só vi uns erros que creio que foram intencionais. Aguardamos o próximo capítulo.
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Mensagem por Black~ em Sex 1 Ago 2014 - 14:41

A fic tá bem daorinha, vamos ver esse bando de cabra arretado se metendo com o capeta pra ver o que sai aí. Além disso acho que vai ter uns confrontos bem loucos com Deus. Bom vamos aguardar.
A fic tá engraçada e tals. Boa sorte com ela.

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