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Dragon Soul! Pikalove
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Dragon Soul!

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Dragon Soul! Empty Dragon Soul!

Mensagem por Doctor em Sex 21 Nov 2014 - 18:59

DRAGON SOUL!

Dragon Soul é uma história que tem como modelo animes como Pokémon, Digimon, Yu-Gi-Oh, Gash Bell, etc. Sendo uma história de ação e aventura com um pouco de mistério, contendo lutas e batalhas assim como os animes citados acima. A história ainda está em desenvolvimento e possui apenas um capitulo completo, porém possuo muitas ideias para continua-la e gostaria de saber a opinião de vocês sobre a história, aceito sugestões e criticas para ajudar a melhorar, dependendo dos comentários estarei continuando a história e assim melhorando a cada novo capitulo.




Capitulo 01.

- “Você não pode ir à festa” disse ele, “precisa acordar cedo amanhã” – Resmungava o garoto andando pela estreita e pedregosa trilha no meio da floresta fechada – “Vá direto para casa” – Ele repetia as palavras de seu pai em descontentamento, estava fazendo o que ele havia dito, voltava para casa após a escola, mas decidiu voltar a pé por um caminho alternativo. Na verdade ele queria verificar o local de onde tinha ouvido um estridente som no dia anterior, não muito perto da cidade seguindo para o norte.
- Como se eu quisesse mesmo ir à festa – Continuava a resmungar no momento em que parou de caminhar e limpou o suor da testa afastando junto o cabelo que caia quase sobre seus olhos. Retirou a mochila preta das costas e a levou ao chão abrindo-a e retirando uma garrafa de água que ele havia comprado na escola antes de sair, ele bebeu um pouco – Não achei que fosse tão longe assim – Disse a si mesmo, em seguida guardou a garrafa e fechou a mochila e a colocou nas costas, depois ajeitou a jaqueta verde sobre o uniforme escolar, fazia um pouco de frio naquela época do ano na região onde vive, as folhas das arvores balançavam levemente com o vento e podia se ouvir alguns pássaros cantarem.

Andou mais um pouco, mas não havia visto nada ainda e estava longe da cidade já, imaginava ser impossível ouvir algo daquela distancia se estivesse em sua casa. Pronto para voltar ele finalmente vê algo que chama sua atenção, o buraco a alguns metros encoberto pela vegetação alta quase não podia ser visto, mas estava ali e ele seguiu até lá se aproximando e olhando para baixo, estava escuro e mal podia ver alguma coisa e se aproximou mais, quando de repente escorregou, ele logo tentou se segurar em um galho de uma pequena arvore, mas ele se quebrou e o garoto acabou caindo. Gritou alto quando sentiu uma forte dor no braço direito ao se chocar com o chão de pedra, por sorte o buraco não era muito fundo e a queda não foi mais grave.
- Arrg! – Sentiu dor ao tentar se levantar, mas conseguiu manter-se de pé, não podia ver muita coisa exceto o que a luz que vinha de cima lhe permitia, parecia estar em uma caverna ou algo assim, andou para frente devagar devido à dor, podia sentir o mau cheiro que a umidade constante deixava no local. Pegou seu celular, não dava sinal, mas podia ser usado para clarear o mínimo possível a sua frente e seguiu a passos lentos.
- Droga, devia ter voltado, não há nada aqui – Reclamou enquanto seguia – Como vou encontrar uma saída agora, droga, droga!
Passaram-se pelo menos cinco minutos caminhando até ver uma luz fraca vinda de longe, pensou ser a saída e seguiu, mas não pode deixar de notar um objeto de metal refletindo a luz a sua esquerda e sua curiosidade falou mais alto, ele foi até lá e viu a pequena caixa fechada, era estranha, estava toda enferrujada e possuía alguns desenhos e escritas que ele não podia entender, tentou abrir e não conseguiu. Finalmente depois de hesitar ele a pegou – O que será isso, talvez tenha algo de valor aqui – Finalmente estava contente, não havia se machucado atoa, guardou a caixa que não era maior que uma caixa de sapatos na mochila e assim que começou a carrega-la pode perceber o quanto era pesada. Ele seguiu até a entrada de onde vinha à luz e viu ser a saída, estava fechada pelo mato, mas conseguiu passar sem muitas dificuldades.

Alguns minutos depois chegava à estrada que levava a cidade, ficou aliviado ao encontra-la, agora só bastava seguir para sua casa.

E Já estava exausto quando chegou, sua mãe estava na cozinha e preocupou-se ao vê-lo – Alex, o que aconteceu meu filho? Você está bem? – Perguntou a mulher de cabelos castanhos indo até o garoto para olhar seu braço.
- Estou bem mãe, estou bem – Disse ele se esquivando e seguindo para a escada – Vou descansar um pouco, foi só um escorregão, não precisa se preocupar – Ele deu uma desculpa e entrou no seu quarto fechando a porta. Sua mãe ficou preocupada, sabia quando Alex estava mentindo.
" - Ele não muda mesmo..."

O quarto estava uma bagunça, o garoto jogou a mochila sobre a cama e a abriu tirando a velha caixa de dentro, queria abri-la e saber o que havia dentro dela. Com dificuldades finalmente conseguiu remover a tampa - O que é isso? – Alex encontrou um colar e preso a ele estava uma pequena pedra brilhante, um cristal verde um pouco envelhecido, possuía o tamanho de uma bolinha de Ping-Pong, na caixa também havia um cartão que de um lado possuía uma coloração mais avermelhada com um estranho símbolo que ele não reconheceu, do outro lado havia o desenho do que parecia ser um grande dragão negro – Que coisa mais estranha – Ele seguiu olhando o cristal, era bonito e ele pensava no quanto poderia valer, o colocou em volta do pescoço e guardou o cartão, de repente uma forte luz começou a sair do cristal e Alex o retirou imediatamente o jogando de volta na caixa.
- Mas o que está acontecendo! – Alex virou o rosto e fechou os olhos quando a explosão de luz aconteceu e não teve tempo de reagir, ficou assustado quando uma nuvem de fumaça se formou por todo o quarto – Não consigo enxergar nada... Cof, Cof– Tossiu algumas vezes e quando abriu os olhos apenas pode ver o vulto que vinha voando em sua direção, Alex se abaixou e a figura passou por sobre sua cabeça, por pouco o teria atingido – O que é isso!?
O vultou fez uma manobra e não atingiu a parede por pouco, voltou na sua direção, agora com a fumaça abaixando o garoto podia ver a criatura, um dragão foi o que ele imaginou de primeiro, a criatura que devia medir cerca de 30 a 40 centímetros da ponta da cauda até a cabeça, não era muito grande, possuía uma coloração avermelhada, ao se aproximar demonstrava um olhar assustador e possuía grandes dentes, a ponta da cauda tinha o formato de uma flecha, suas garras eram bem afiadas. Alex parecia encara-lo por alguns instantes, mas imediatamente se jogou ao chão e a criatura passou sobre ele voando e atingindo o vidro da janela o quebrando, assim saindo do quarto.
- Ah, essa não... – Alex se levantou e sem pensar duas vezes correu em direção à saída da casa, sua mãe já subia a escada preocupada, mas Alex passou por ela quase sem perceber.
- Está tudo bem? Alex? Alex! – O garoto pareceu nem ouvir e já saia da casa conseguindo avistar a criatura voando em direção ao centro da cidade.

O garoto correu pela calçada tentando segui-la, atravessou um terreno vizinho pulando o muro e passando pelo jardim atrás da outra casa, quase não podia ver o tal “dragão” quando se ouviu gritos, algumas pessoas assustadas corriam pela rua e carros buzinavam. Alex olhou em volta tentando vê-lo, mas não obteve sucesso – Droga, cadê? O que era aquilo afinal? – Ele andou um pouco mais e seguiu na direção de que as pessoas corriam acreditando encontrar o estranho animal, já estava ficando cansado e o braço doendo não o ajudava.
Ele estava parado no meio da rua, no cruzamento da única avenida da pequena cidade fazendo com que o transito que não era muito, ficasse parado pela primeira vez em anos, com a cabeça entre as azas, parecia um cachorro assustado. Alex correu até lá – “Ele está assustado? As pessoas que deviam estar assustadas...” – Observou por alguns segundos – “Eu não devia fazer isso, mas...” – Pegou uma cortina azul que estava estendida no varal da casa em que estava, jogou sobre si mesmo e correu, agarrou a criatura que tentou ataca-lo com a boca nesse momento, tentando morde-lo, o garoto tentava mantê-lo distante de si, mas o "dragãozinho" o mordeu no braço, não com força, mas para que Alex o soltasse, o garoto não fez isso e mesmo com a dor continuou a correr tentando acalma-lo – Acalme-se. Não vou machuca-lo – Dizia o rapaz tentando acalmar a criatura – Acalme-se, só quero ajudar – Disse, mas a criatura continuava a tentar fugir. Alex sabia que havia feito isso sem pensar e podia ser atacado para valer.
- “Espero que ninguém tenha me visto” – Pensava o garoto que logo parou no meio de gramado, já fora da vista de qualquer pessoa – Está seguro aqui – Disse ele enquanto se descobria jogando a cortina no chão.

- Seguro? – A criatura repetiu, sua voz lembrava uma criança de dez anos, assustada e perdida – Seguro? Estou seguro?
- O que! – Alex o soltou e caiu de costas assustado quando ouviu – Vo-você fala?
- Estou seguro? – Pergunta a criatura levando as patas ao chão e baixando as azas olhando atentamente para Alex.
- É... Seguro... – Alex por sua vez esfregou os olhos pensando estar imaginando coisas, ou talvez ainda dormindo e sonhando com aquilo, mas quando olhou de novo pode ver que era real – Sim, não vou machuca-lo, está seguro... É... – Não sabia o que dizer, ou se devia dizer algo, sentia um pouco de medo, curiosidade e também sentia-se confuso.
A criatura olhava a volta como se certificasse disso, não via mais nada e nem ninguém – Onde o mestre está? Você se parece com ele, mas não é ele – Disse – Eu estava com o mestre, onde ele está? – Perguntava como se o garoto soubesse a resposta, parecendo ansioso e ainda assustado.
- Mestre? – Perguntou Alex – Não sei sobre o que está falando...
- Eu estava com o mestre – Disse novamente.

O garoto observava a criatura curioso, não acreditava que aquilo era verdade e às vezes ainda se perguntava se aquilo não era um sonho, mas tinha certeza que não, aquilo realmente acontecia, a criatura, um dragão que podia falar estava na sua frente conversando com ele, sendo que há poucos minutos estava causando a maior confusão na cidade e assustando as pessoas, sabia que aquilo iria dar o que falar na pequena cidade, afinal algo assim não acontece todo dia, também se perguntava agora por que ele saiu correndo daquele jeito atrás do "Dragão", podia simplesmente tê-lo deixado sair pela cidade, mas por impulso acabou indo atrás dele e o ajudando. Alex sempre agia por impulso e o garoto reconhecia isso, as vezes tentava pensar antes de agir, mas na maioria das vezes só pensava depois de ter feito.
- Olha – Disse Alex – Não dá para ficar aqui, você causou a maior confusão agora pouco... E... Você por acaso tem um nome ou algo assim? Quero dizer...
- É Fly, meu nome é Fly – Respondeu – É o nome que o Mestre me deu...
- Fly? Parece-me um nome legal para o pequeno dragão - Alex sorriu agora mais calmo após tudo.
- Dragão? O mestre também me chamava de Pequeno Dragão – Alex achou aquilo um pouco esquisito. Seu braço ainda doía, mas estava passando, o garoto levou a mão ao braço.
- Desculpa por morde-lo – Disse a criaturinha – Não queria machuca-lo, achei que ia me atacar... Fly não machuca as pessoas...
- Não é nada... É, Fly – Chamou – Você veio daquele cartão não é mesmo?
- Cartão? Que cartão? Fly foi criado pelo mestre – Respondeu a criatura sempre repetindo a palavra “mestre”.
- “Será que ele não se lembra disso?” – Pensava Alex – Bem, Fly... Vamos sair daqui, tenho que voltar para casa... Acho que tenho muito que explicar e você...
O garoto seguiu pela floresta em direção a sua casa, a pequena criatura o seguia de perto voando baixo – Está tudo diferente, Fly não se lembra dessa floresta – Disse – Onde fica a montanha em que Fly e o mestre vivem?
- Quem é esse Mestre afinal? – Perguntou o garoto.
- O Mestre é quem cuida de Fly, ele é amigo – Disse a criatura voando ao lado de Alex e olhando para o garoto – Ele é uma pessoa legal... Eu queria reencontra-lo logo.
- Fly... – Alex parou fazendo com que o dragãozinho parasse também – Como você chegou aqui? Quero dizer... O que você se lembra?
- Estava protegendo o Mestre, fugíamos pelas montanhas – Disse como se lembrasse de algo que aconteceu a poucas horas – Fly e o Mestre fugia do caçador noturno, mas ele nos encontrou...
- E depois? – Alex estava curioso, a cada palavra de Fly ele ficava mais intrigado sobre a criatura, de onde vinha e o que era e também como havia chegado até ali e quem era esse tal mestre, eram muitas perguntas e nenhuma resposta até agora.
- Ele nos encontrou e nos atacou – A criaturinha fez uma pausa – Aconteceu uma forte explosão, Fly não viu mais nada, foi quando de repente Fly te viu...
- “Será que essa explosão o mandou até aqui”? – Pensava o garoto – “Mas e aquele cartão e o cristal...”?
O garoto olhou para ele – Acho que você não pode vir comigo – Falou – Será meio difícil se meus pais virem você, ou melhor, como vou explicar... – Alex tinha pensado enquanto caminhava e achou que daria problemas para ele levar Fly consigo.
- Fly não tem para onde ir, não sabe onde o Mestre está – Disse enquanto voava ao redor do garoto – Fly não quer ficar sozinho.
- Ah... – Alex levou as duas mãos ao rosto fechando os olhos como se pensasse por alguns segundo, sabia que se Fly voltasse com ele, tudo passaria a ser diferente e logo voltou a olhar para o dragão – Certo você pode vir, mas meus pais não podem vê-lo.. – Novamente agindo por impulso Alex tomou a decisão.
- Fly promete ficar escondido, fazer silêncio... – Dizia ainda voando ao redor do garoto, diferente de poucos minutos atrás quando estava assustado, agora parecia tranquilo e contente.

- “Apesar de tudo ter acontecido tão rápido, isso é realmente incrível, mas de onde ele veio afinal e quem é esse mestre” – Pensava Alex que voltava a andar em direção a sua casa, ele estava intrigado com tudo o que acontecia, o Dragão não parecia ser perigoso, estava apenas assustado. Mas com o que? O garoto não entendia e tinha muitas perguntas para qual queria a resposta e talvez fosse melhor que Fly voltasse com ele, poderia ser algo divertido ou arriscado, talvez os dois, mas Alex estava disposto a correr o risco, pois apesar de confuso, ele acreditava que algo estava prestes a acontecer e queria fazer parte disso.





Espero que gostem da história e possam estar comentando, deixem sua opinião, sugestão ou mesmo critica. Aproveitem e digam se gostariam de um segundo capitulo e o que precisa ser melhorado. Desculpem se houve uma falta de detalhes na descrição dos personagens, ainda estou melhorando nessa parte.
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Frase pessoal : Allons-y!


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