Pokémon Mythology
Olá, visitante! Vejo que ainda não está conectado ao nosso fórum, faça login.
Espere, você ainda não está cadastrado? D:
Inscreva-se em nosso fórum e venha aproveitar as novidades que estamos preparando pra vocês. Conte uma história, poste uma arte ou um vídeo! Confira os guias de jogos, tire suas dúvidas e compartilhe sua jogatina. Disputa batalhas online com jogadores e participe dos RPGs. Converse sobre qualquer coisa, poste memes, faça novos amigos! Só não deixe de logar ou se inscrever.
Para cadastrar-se clique no botão 'Sign-Up' ou em 'Registrar-se' aqui abaixo. Seja bem vindo!
Naruto: Another Story - Página 3 Pikalove
Pokémon Mythology
Gostaria de reagir a esta mensagem? Crie uma conta em poucos cliques ou inicie sessão para continuar.

Naruto: Another Story

Página 2 de 5 Anterior  1, 2, 3, 4, 5  Seguinte

Ir em baixo

Naruto: Another Story - Página 3 Empty Re: Naruto: Another Story

Mensagem por xKai em Seg 8 Jun 2015 - 15:38

Chapter 11:

Shinobis de Konoha.

A batalha estava terminada, os sujeitos que até a pouco tempo eram inimigos, agora dialogavam normalmente entre os protagonistas, apesar de um ligeiro clima de tensão que ainda pairava sob aquela atmosfera que outrora estava imersa sub um mar de chamas criadas pela jounin de Konoha. O motivo principal do diálogo estava sendo a conclusão deste incidente e o que iriam fazer à seguir.

– Ayaka, Taiki, Masaru! – chamou. – Ainda temos uma missão para cumprir. – explicou a jounin.

– Certo, certo... Os tais bandidos, não é? Eles não pagaram estes caras aí? Porque não tiramos as respostas deles? – brincou o garoto os encarando com ironia.

– Como é que é? – disse Hayabusa trincando seus dentes.

– Vamos com calma pessoal... – proferiu Ayaka tentando acalmar a situação. – Acredito que também seja do interesse deles o término de nossa missão... Podemos conseguir também as informações que eles precisam...

– Eu voto pelo descanso, todo mundo aqui ta cansado. Daí conversamos, comemos chocolate, vocês nos dão as respostas que precisamos depois fingimos que vocês fugiram. Nosso time volta pra Konoha, somos pagos pela missão e todo mundo fica feliz... – explicou Masaru de braços cruzados balançando a cabeça positivamente.

– Você é idiota o tempo todo, ou está se esforçando mais agora...? – perguntou Ayaka.

Após um breve momento de convivência o líder dos nukenins, Juunichirou resolve conversar civilizadamente com Akane, logo após o discurso ambos concordam e tomam por definitivo uma decisão, que era no mínimo inesperada, apesar de que um ou outro já pensavam em algo do tipo.

– Certo... Time 13, nós iremos até o lugar que Juunichirou me disse, é onde fica o QG dos bandidos, iremos colocar um fim nisto em um ataque direto! – proferiu Akane.

– Nós também iremos... Odeio o fato de colaborar com vocês... Mas, não podemos confiar que vocês trarão a informação de que precisamos... Depois de tudo que fizemos... –  contestou Musashi.

– Que piada... Olhem só para vocês! Estão todos acabados. – caçoou Taiki. – Não se preocupem, nós do clã Hakuryuu não abandonamos nossos companheiros. – proferiu o garoto apontando para o emblema do clã nas costas de seu casaco.

Todos se entreolhavam de maneira muito similar, o jovem acabara de falar que eles eram ambos companheiros? Aquelas sinceras palavras vindo daquele rapaz que exibia um meio sorriso em seu rosto acabara de vez com qualquer tensão que ainda restara entre ambos os grupos. Uma leva brisa pairava sobre a região, lembrando os ninjas que estava na hora de partir, desta vez a missão tomaria seu rumo original. Graças à Juunichirou e os outros o grupo agora possui a localização do esconderijo dos bandidos, é a hora de invadir.





Não se passaram mais do que trinta minutos desde que o grupo partiu para o QG inimigo, ali estava, em um lugar um pouco afastado da cidade principal, próximo à um porto abandonado. O esconderijo em questão é um grande galpão que à princípio parecia estar abandonado, as portas e paredes estavam pichadas e várias vidraças na parte superior se encontram quebradas ou trincadas. A jounin então logo começou a analisar a situação e os procedimentos de espionagem e infiltração.

– Normalmente, em casos como este, Masaru e eu que podemos usar o Kage Bunshin no Jutsu iríamos entrar com nossas réplicas para busca de informação... Mas nós temos você Ayaka, e tudo muda com isto!  – sorriu a mulher colocando sua mão direita sob a cabeça da garota.  – Com o seu Byakugan veja se existe algum tipo de armadilha ou pessoas no interior desta estrutura.

– Pode deixar sensei. Byakugan!

O olhar penetrante de sua técnica visual vasculhava cada parte do interior daquele estrutura, mesmo estando todos no lado de fora. A garota olhava todo canto do prédio, mas não encontrava nada, foi quando a líder do grupo deu o sinal e todos entram por uma das vidraças quebradas.

– Não tem nada... – disse Taiki coçando a cabeça.

– Sabia que não dava pra confiar naqueles caras... Sabe... Eles tentaram matar a gente! – proferiu Masaru indignado.

– Esperem! Não tem ninguém agora... Mas este local sem dúvidas foi usado tem pouco tempo... Vejam só, nesta mesa não tem poeira. – apontou a jounin.

Enquanto o grupo se dispersava pelo local em busca de encontrar algo que os leve até os bandidos, Taiki estava parado próximo à um amontoado de caixas, utilizando o selo do tigre com ambas as mãos, parecia estar focando seu chakra de alguma maneira para a execução de alguma técnica, aquilo chamou a atenção da Hyuuga que estava enxergando seu fluxo de chakra com seu doujutsu.

– Taiki-kun, o que significa todo este chakra no seu nariz? – perguntou a garota.

– Hey, nem pense em espirrar pra esse lado, ouviu? – protestou Masaru.

– Meu pai e eu temos um olfato muito apurado graças aos vários treinamentos que fazíamos longe da civilização... Sabia que uma vez eu consegui caçar um urso gigante através do cheiro de sangue das vacas que ele havia matado? Só preciso de um pouco mais de tempo. – explicou o garoto.

– Interessante Taiki-kun, seria um excelente ninja sensor. – elogiou Akane.

– Grande coisa... Consigo tocar meu shamisen com apenas uma das mãos.

O garoto parecia estar se esforçando bastante para manter aquela concentração de chakra focada em seu olfato, era evidente que não era algo efetivo como os membros do clã Inuzuka que são capazes de realizar o mesmo sem tanto foco. O garoto então rapidamente abre seus olhos e aponta para a esquerda, na direção apontada pelo garoto estava um amontoado de caixas e logo abaixo dos mesmos um alçapão.

– Ayaka, você não poderia ter visto isto...? – perguntou Masaru, estava com um ar carregado de deboche.

– Se você abrir uma destas caixas talvez descubra o que atrapalhou a minha visão.

Akane, Taiki e Ayaka estavam prontos para entrar, Masaru por outro lado, estava preocupado com o que estava dentro daquelas caixas, assim que abriu uma delas o rapaz despencou imediatamente contra o chão, aquele forte cheiro de peixe podre se espalhava pelo ar, logo tratou de fechar a caixa que estava repleta de peixes mortos.

– Este "material orgânico" amontoado sob esta entrada me impediu de encontrar esta entrada... Tente ser um pouco mais útil em vez de ficar falando besteira, hunf! – disse a garota antes de descer.


– Haha! Ayaka 1 Baka-saru zero! – apontou Taiki dando de língua antes de descer alçapão abaixo.

Provocações de lado, todos já estavam na parte subterrânea do armazém, por ali não havia nada demais. Os corredores estavam repletos de estantes e algumas caixas com equipamento ninja para ser vendido no mercado negro, alguns destes para uso pessoal dos que ali trabalhavam. O silêncio que pairava pela atmosfera não era nada agradável, pressentindo algo suspeito a Hyuuga novamente utiliza sua técnica ocular, e quase imediatamente avista o inimigo.

– Eu posso ver algumas presenças. – proferiu quebrando o clima. – Um... dois, três... Ali tem mais outro... Cinco! – exclamou a Hyuuga. – dois deles estão ao lado do portal, no fim do corredor, à direita do portal existe um sofá grande e dois médios, tem mais outro deitado neste sofá e um sentado no chão logo ao lado! Na frente da única porta está um homem bem grande e no interior desta outra sala consigo ver uma pessoa, deve ser o líder. – indicou a garota.

– Bom trabalho, Ayaka! – apoiou Akane. – Escutem bem, eu vou na frente, Ayaka você virá comigo, assim que derrubarmos estes dois primeiros indivíduos Taiki e Masaru cuidarão daqueles que estão relaxando e por mim cuidaremos deste que estará de guarda. – após um breve momento para respirar fundo, a mulher logo ordenou. – dispersar!

Feito isto, Akane rapidamente seguiu pelo corredor, com Ayaka a seguindo de perto, no momento em que os homens a viram e foram em sua direção Taiki e Masaru saltam sob suas cabeças e logo se dirigem até aqueles que estão relaxando em uma espécie de sala, os garotos serravam os punhos socando uma de suas mãos e logo partem para a mais bela e pura porradaria, terminando assim com os mal feitores espancados e amarrados devidamente. Assim que retornaram para o ponto B, ou seja o portal onde Ayaka e Akane se dirigiram, o mesmo havia acontecido com os homens que ali estavam.

– Agora basta seguir para a esquerda num corredor mais estreito, ali haverá um homem guardando uma sala. – proferiu Ayaka.

– Certo, é hora de botar pra quebrar! – disse Taiki cheio de confiança.

– Espere Taiki-kun! – gritou Akane, porém havia sido em vão.

Masaru que partilhava de uma emoção um tanto quanto semelhante ao do Hakuryuu correu na direção do corredor alguns segundos após o avanço de Taki, porém ele rapidamente encontrou Taiki correndo de volta com uma expressão bem assustada.

– Hey, Masaru! Essa eu deixo pra você. Hahaha! – gargalhou. – Não é adversário para o grande Taiki-sama, de jeito algum!

– E sobrou para o grande Masaru vencer a vilania e o mau... Grande protagonista você hein Taiki! – O ruivo respondeu enquanto Taiki se afastava.

Masaru seguiu em frente rumo fim do corredor, onde ele ansiava por enfrentar seja lá quem ali estivesse. Porém, quando o mesmo ficou diante de seu adversário logo se surpreendeu. Era um indivíduo muito alto, cerca de 2 metros de altura, porém sua sexualidade era algo a se discutir, utilizava botas de cowgirl... Com salto e também era cor de rosa, seu caso com estampa de vaca encobria um top curto de cor azul que trajava por debaixo da roupa em sua cabeça um chapéu também de cor rosa.

– Oh droga... Nada de sennen Goroshi contra esse cara... – Dizia Masaru com um tom assustado no olhar.

– Lindo cabelo ruivo. Eu não tenho nenhuma peruca ruiva em minha coleção. Humm Seu cabelo vai ficar lindo em mim!

Naquele momento aquele grande guarda-costas avançou contra o garoto em uma velocidade absurda para um ser tão grande e uma quantidade anormal de chakra em sua mão direita cerrada como um punho em um soco devastador.

– Super wonderful Love-Love Punch! –  Dizia o homem enquanto desferia seu golpe.

Naquele momento o ruivo desviou do soco por pouco ao saltar três vezes para trás, mas sem mudar a expressão de medo no olhar enquanto o grande “homem” se levantou novamente e proferiu em um tom de voz grave mas um tanto feminino.

– Essas madeixas de fogo serão parte da minha cole-!

Nesse pequeno intervalo de tempo o garoto realizava uma série de selos de mão em grande velocidade, dizendo rapidamente em um tom forte.

Katon: Gouen no jutsu! – Após dizer aquilo Masaru soprou uma grande quantidade de chamas de sua boca.

O fogo produzido por Masaru começou como uma pequena chama e se alargava a medida que se afastava do rosto do shinobi até tornar-se uma parede de chamas que envolvia o grande guarda-costas o queimando em uma temperatura altíssima. Após as chamas se dissiparem o grande homem caia de joelhos em seguida com o rosto no chão desmaiado enquanto o shinobi ruivo começava a rir com um tom animado esbravejando.

– Taiki, ta tudo limpo!

O rapaz caminhava lentamente acompanhado das duas kunoichis, estavam reunidos mais uma vez, ao lado do corpo desacordado do guarda que havia sido derrotado pelo ruivo, Taiki com um ar de ironia logo comentou sobre a cena que presenciava.

– Demais! Conseguiu derrubar este gorila muito bem Masaru! – disse. – Apenas um macaco para derrubar outro. – completou.

– Não zombe do nobre nome dos macacos. Esse cara tá mais pra um hipopótamo. – ponderou.

– Já chega com isso vocês dois... – interrompeu Ayaka puxando a orelha de ambos.

Akane abaixou por alguns instantes, observando o corpo do guarda-costas, rapidamente encontrou no cinto uma chave que serviria para abrir a única porta que o mesmo guardava. Imediatamente após pegar o objeto a mesma o utilizou na fechadura e abriu a porta, seus alunos a seguiram calmamente, um pouco impressionados com todo aquele silêncio. Era uma sala muito "rica". Decorações luxuosas enfeitavam o local, os móveis eram adornados em ouro, alguns, inclusive com rubis e esmeraldas. Também existe uma refinada coleção de obras de artes e equipamentos ninja bem caros, confeccionados por ferreiros e artesãos de renome no mercado, era de fato o esconderijo de um chefe contrabandista. Apesar de tudo isto a cena que estava para ser presenciada ali não era algo nada agradável, uma vez que o piso estava encoberto por sangue e uma assassina misteriosa estava sendo flagrada. Uma garota jovem, cerca de doze anos de idade, seus cabelos eram de cor oliva e a garota contava com uma cicatriz horizontal em seu braço esquerdo, indicando que este braço já fora totalmente arrancado em algum momento. Sem sequer se virar para trás e encarar quem estava entrando a moça desaparece em uma nuvem de fumaça branca, porém uma grande serpente devorava o cadáver que estava parcialmente desfigurado no chão, ao lado de sua poltrona. Akane imediatamente atirou uma kunai no topo da cabeça do réptil, matando-o instantaneamente, apesar de seu corpo ainda realizar alguns movimentos involuntários.

– Akane-sensei, eu vou rastreá-la! – exclamou a Hyuuga fazendo mais uma vez o selo para ativar seu Byakugan.

– Não é necessário, Ayaka. – respondeu, acalmando a garota. –  Foi uma invocação reversa, ela não está mais ao nosso alcance. – explicou.

– Vocês já fizeram o bastante, o que vou fazer agora nenhum de vocês precisam ver, quero que voltem para a cidade e me esperem lá. Partiremos ao anoitecer.

– Akane-sensei não tem nada demais nisso, porque temos que...? – dizia Masaru até perceber que Taiki estava um tanto tonto após ter visto aquela quantidade absurda de sangue.

– Deve ser algum tipo de fobia ou trauma. – proferiu Ayaka enquanto percebera que o garoto acatou imediatamente as ordens de Akane e se dirigiu para a saída.





Passado algumas horas desde o ocorrido o Sol estava para se pôr, Akane entrou em contato com alguns membros da Anbu que iriam tomar rumo ao caso do assassinato do chefe dos contrabandistas mercenários que causavam toda esta onda de crimes pelo país das fontes termais. Ainda não recuperado por completo de seu trauma com o derramar de sangue, Taiki se isolou um pouco do grupo para pôr suas ideias em ordem, mas na verdade estava pensando sobre a assassina, apesar de não ter visto o rosto ele foi capaz de assimilar sua silhueta a daquela pessoa que tocava uma flauta de bambu na noite anterior à sua chegada ao país das fontes termais. O grupo se dirigiu até o Daimyō local onde reportaram a missão, sem mencionar sobre o grupo ninja que havia sido contratado pelos contrabandistas. Juunichirou e seu grupo não foram mais vistos, mas ainda sabe-se que ele provavelmente tentará achar alguma forma de limpar seu nome, o assassinato daquele homem apenas eliminou uma das suas possibilidades.

O grupo se dirigiu para Konoha imediatamente após o cumprimento de suas obrigações, tendo assim cumprido o objetivo principal que era acabar com a criminalidade local, mesmo que isto tenha terminado de uma maneira no mínimo diferente daquela pretendida.