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Mensagem por Alice Le'Hills Dom 15 Mar 2015 - 19:29

Olá Dz!

Primeiramente quero me desculpar pela demora. Eu estou muito atarefada com a escola; mas o importante é que consegui um tempo para vir aqui e comentar.

Bem, amei o capítulo. Essa batalha foi de tirar o fôlego (eu não esperava menos de você), bem narrada, bem escrita. Gostei de ver a conexão entre o Taiyou e o Zoroark. E a ideia do moço falar frases de duplo sentido para desestabilizá-la foi uma sacada genial. Confesso que ainda torço para um envolvimento entre Taiyou e Rathy.

Fiquei bastante curiosa pra saber o motivo do Taiyou ter sido chamado. Isso tudo é muito misterioso. Não sei o porquê, mas acho que ele está correndo perigo. Deve ser intuição feminina (risos).

É isso. Espero pelo próximo capítulo! Boa sorte com a fic!

See ya!

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Mensagem por Hyurem Seg 23 Mar 2015 - 20:13

E aí, DZ!

Ótimo capítulo. A luta foi muito mind blowing, cara, me emocionou muito  choro1  Sem exageros, me senti vendo um anime. Você descreve os fatos de maneira detalhada e ao mesmo tempo dinâmica, não fica uma coisa travada e sem graça e me dá uma empolgação muito grande. Isso me lembra dos velhos tempos em Zixus... Brincadeira, não se irrite  Wink

Eu vi dois "erros". O primeiro é só de digitação, nada demais. O segundo é só uma frase que eu achei que ficou meio estranha.
Buracos eram abertos na cobertura cada vez 8que um deles adentrava-a, mas logo era recoberto pela neblina.
Ter de suportar um Flare Blitz diretamente não era algo que fosse suportar por algum tempo.

Bom, é isso. Não vou me alongar muito, então, espero ansioso seu próximo capítulo!

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Mensagem por DarkZoroark Dom 29 Mar 2015 - 15:33

Boa tarde.
Eu pretendia originalmente postar o capítulo ontem, mas em conta de um par de trabalhos para a faculdade acabei tendo de deixá-lo para hoje. Vou deixar de aviso, também, que o próximo capítulo pode demorar um pouco mais do que o habitual para ser postado. Terei duas provas semana que vem, o que me fará passar o próximo fim de semana estudando. Bem, com isso já explicado, passemos a algo mais prazeroso. Primeiramente, agradeço a todos que passaram aqui para dar seu parecer quanto ao último capítulo. O feedback de vocês ajuda bastante na progressão da história, já que vejo que estão gostando da mesma. Passemos agora as respostas individuais a cada comentário:


@Killer123 escreveu:Okay, let's go!
Achei a batalha bastante interessante, muito bem narrada e descrita. Eu vou ser sincero, pensei que o Flareon fosse tomar uma surra de pau mole do Zoroark, mas a batalha foi bem equilibrada, mas é claro que o Zoroark era mais forte que a Eeveelution.

Taiyou tentando tirar a Julie do sério, falando frases de duplo sentido para a garota foi uma ótima sacada, e um tanto quanto inteligente da parte do rapaz, já que o mesmo esperava que a adolescente era bastante severa sobre esse tipo de coisas.

Agora o que me intriga é o Gallade aparecer na melhor parte Flareon ia levar um pau. agora estou curioso para saber melhor sobre Ariel, e o do porque dela ter feito Taiyou lhe trazer tal carta.

Bem é só isso!
Boa Sorte!

Killer o/
Primeiramente, agradeço pelos elogios. Olha cara, na realidade... Eu meio que dei uma "segurada", digamos, nas habilidades do Zoroark. O que ele mostrou não foi nada mais do que uma demonstração mesmo. A luta teria ficado muito desigual caso contrário. Quanto a estratégia utilizada para tirá-la do sério, na realidade é uma escolha que eu considero até mesmo como sendo óbvia: considerando que são damas da alta classe, comentários maliciosos em geral tendem a funcionar com bastante eficácia. A carta na realidade foi mais uma convocatória do que algo que ele precisasse levar até a Ariel. Seu conteúdo, no entanto... Espero que gostes deste novo capítulo.


@xKai escreveu:
Enfim aqui estou para comentar, me desculpo pela demora, esses dois últimos dias foram bem tensos, quando eu tinha tempo pra ficar em casa eu gastava vendo uns animes, então não dava pra comentar -q

Pra começar você narrou bem a batalha, deu pra sentir de perto cada reação dos combatentes, suas expressões enquanto executavam cada movimento, pensamentos, e etc... Essa mulher adoidada parece muito superprotetora com a Rathy... Me intrigo a pensar com segundas intenções, mas acho que ela pode ser lésbica... Quem sabe -q

A trilha sonora combinou levando em conta que a batalha teve muito mais ações com poucos diálogos, daí combinou bastante, mas uma vez me lembrou Hunter x Hunter, em que na maior parte das batalhas o narrador é o "personagem" que mais se apresenta, retratando então como os combatentes agem e pensam.

Essa parte final deixou sim uma pontinha de mistério, bem, parece que no próximo capítulo finalmente você vai revelar o porque do Taiyou estar neste lugar, não é?

Apenas me desculpe pelo comentário não estar muito bom, ainda estou me acostumando com alguns dos termos empregados na sua fanfic, creio eu que sejam originais, sei lá... Algumas destas palavras que você retratou tanto para classes, quanto para armas eu nunca havia visto em outro lugar, o que já da um crédito bem bacana pra fic, Por enquanto é só, até o próximo capítulo.

xKai o/
Cara, tem problema nenhum com a demora em comentar. Todos tem uma vida fora deste fórum, afinal. Agradeço-o pelos elogios. Quanto a "segundas intenções"... Não tenho nada contra, mas não é bem essa a razão que a levou a ser super-protetora. Isso será explicado daqui a alguns capítulos - no sexto, se não me engano. A trilha que eu usei chama-se Skyworld e o tipo de narração, na realidade, eu pretendia originalmente usar de uma visão totalmente em terceira pessoa, mas depois decidi usar desta visão 1/3. Quanto a ser revelado... Olha, a razão geral vai ser sim, mas ainda vai ter uns mistérios envolvidos aí. Espero que gostes deste novo capítulo,


@Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

Primeiramente, desculpe pela demora do comentário, mas é que ando tão atarefado e ainda fiquei doente nesses dois últimos dias... Mas enfim, não nos prolonguemos muito com desculpas -q. Vamos falar sobre o que realmente importa, no caso, o capítulo.

Bem, o capítulo ficou bem interessante, com uma batalha bem trabalhada, a relação entre as duas amigas e mais mistério na fic, como por exemplo, essa frase final do Taiyou. Enfim, tudo está muito misterioso, como é de praxe na fic. Mas eu gostei bastante de batalha.

A luta entre os dois ficou bem escrita e narrada, retratando bem o que cada um estava fazendo. Mostrando de fato essa relação entre treinador e pokémon, e não somente um treinador ordenando alguns golpes, como geralmente se vê. Como já disse, curti bastante isso.

Bem, eu fico no aguardo do Taiyou revelar o principal motivo dele estar lá. Quer dizer, ao que parece, nem ele sabe o porquê de estar lá. Mas vamos aguardar para ver o que será revelado, já que a vida do Taiyou fica mais misteriosa a cada dia que passa né -q, mas enfim.

É só e boa sorte com a fic.

Black~ o/
Sem problemas em relação a "demora" - acho que é um termo tanto quanto circunstancial - o "mundo de fora", digamos, é bem mais importante. Agradeço-lhe pelos elogios. Na realidade eu não havia pensado em utilizar um tom de mistério na frase final do Taiyou, mas quando reli o fragmento... Foi um tanto acidental, mas se combinou com o clima da história eu saí no lucro. Isso de ambos lutarem juntos é algo que eu gosto muito mais do que simplesmente por os Pokémons para lutarem por um simples capricho - me faz pensar no por quê do treinador estar lá, para início de conversa. Quanto ao motivo de ele estar lá, o principal será, de fato revelado. Apesar de que isso deve criar mais dois ou três mistérios envolvendo-o, mas enfim... Espero que gostes deste capítulo.


@togekisses escreveu:Olá, aqui estou mais uma vez para comentar a fanfic. Decidi fazer isso só no final da semana mesmo, não sei o porquê, já que eu tinha tempo. (Tudo preguiça)

Gostei bastante desse capítulo pelo fato dele ter tido tanta ação, inclusive li três vezes. Eu realmente consegui imaginar as cenas da batalha entre a Julie e o Taiyou exatamente como você as descreveu. E isso foi maravilhoso!

E confesso que não estou tão ansioso pelos mistérios rondando a Ariel e o garoto Treinador do Zoroark, mas não vejo a hora de ler os próximos capítulos mais especificamente pelos duelos, que eu sei que vão ser todos incríveis!

Não tenho mais nada a dizer dessa vez, eu acho. Então, até logo e boa sorte!

togekisses o/
Sem problema se preferires comentar em dia de semana ou não. Isso vai do ritmo de cada um. Cai entre nós eu também tenho certa preguiça para elaborar os comentários - caso contrário, creio eu, teria uma participação muito mais ativa na PM. Agradeço-lhe pelos elogios. Quanto a batalhas pode ficar tranquilo que ainda terão várias daqui pela frente - apesar de que este capítulo está mais voltado para a interação entre ambos. Enfim, espero que gostes deste capítulo


@Alice Le'Hills escreveu:Olá Dz!

Primeiramente quero me desculpar pela demora. Eu estou muito atarefada com a escola; mas o importante é que consegui um tempo para vir aqui e comentar.

Bem, amei o capítulo. Essa batalha foi de tirar o fôlego (eu não esperava menos de você), bem narrada, bem escrita. Gostei de ver a conexão entre o Taiyou e o Zoroark. E a ideia do moço falar frases de duplo sentido para desestabilizá-la foi uma sacada genial. Confesso que ainda torço para um envolvimento entre Taiyou e Rathy.

Fiquei bastante curiosa pra saber o motivo do Taiyou ter sido chamado. Isso tudo é muito misterioso. Não sei o porquê, mas acho que ele está correndo perigo. Deve ser intuição feminina (risos).

É isso. Espero pelo próximo capítulo! Boa sorte com a fic!

See ya!

Alice o/
Não há porque se desculpar. Bem sei que escola e faculdade drenam o tempo livre de qualquer um. Obrigado pelos elogios. A conexão entre o Taiyou e o Zoroark é uma que eu consideraria como complicada, para dizer o mínimo... Não sei bem como explicar resumidamente, mas conforme os capítulos prosseguirem terás como observar isto. Quanto a uma relação do garoto com a Rathy confesso que ainda não decidi o que irá ocorrer - ou será que sim? Quanto a ele estar correndo perigo... Bem, não tá muito longe da verdade - apesar de que, até o momento, ele tenha vivido uma vidinha bem corriqueira. Espero que gostes deste capítulo.


@Hyurem escreveu:E aí, DZ!

Ótimo capítulo. A luta foi muito mind blowing, cara, me emocionou muito  choro1  Sem exageros, me senti vendo um anime. Você descreve os fatos de maneira detalhada e ao mesmo tempo dinâmica, não fica uma coisa travada e sem graça e me dá uma empolgação muito grande. Isso me lembra dos velhos tempos em Zixus... Brincadeira, não se irrite  Wink

Eu vi dois "erros". O primeiro é só de digitação, nada demais. O segundo é só uma frase que eu achei que ficou meio estranha.
Buracos eram abertos na cobertura cada vez 8que um deles adentrava-a, mas logo era recoberto pela neblina.
Ter de suportar um Flare Blitz diretamente não era algo que fosse suportar por algum tempo.

Bom, é isso. Não vou me alongar muito, então, espero ansioso seu próximo capítulo!

Hyurem o/
Antes de qualquer outra coisa, agradeço-lhe pelos elogios. Na realidade não sei por que iria me irritar. Se lembra a forma com a qual eu escrevia a Zixus é um bom sinal, creio eu. Obrigado por apontar os erros. Esse segundo eu imagino que tenha sido por ter deixado a frase no meio em um momento e, horas - ou um dia - depois voltar a escrevê-lo. Como eu costumo me ver pela última palavra da frase, acaba acontecendo este tipo de erros. Espero que goste deste capítulo.


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Capítulo IV - To Defeat the Strongest

Tendo deixado Julie e Rathy para trás, Gallade os conduzia por entre as passarelas da academia. Tal qual esperado, o ambiente da instituição era exemplar. Os corredores eram mais limpos do que julgava ser possível e a iluminação natural provinda das janelas dava uma sensação de liberdade. A decoração correspondia ao esperado de uma escola exclusiva para nobres. Se era isso que o deixava desconfortável ou os olhares curiosos que lhes eram lançados, não saberia dizer.

Por todos os lados grupos de alunos viravam-se para encarar a dupla de estranhos; boa parte com os olhos postos sobre Zoroark. Não demorara muito para que descobrisse e, passado dois corredores, transformara-se em um Joltik antes de prender-se no ombro do adolescente. Não era uma espécie comum no país, mas também não chegava a ser rara. Felizmente metamorfoseara-se em uma área particularmente vazia.

Sem o canídeo em sua forma original o foco voltara-se para si. Incomodava-o, mas decidira ignorar a sensação. A resolução durara pouco. Começara a ouvir risinhos baixos de boa parte das garotas e, enquanto passava por um grupo ou outro, tivera a nítida impressão de ter ouvido “floresta” e “pervertido”. Aquilo lhe rendeu um suspiro de desânimo. Como a história se espalhara tão rapidamente nunca iria saber. Gallade analisara-o brevemente antes de voltar-se novamente para frente, sem saber se deveria ter pena ou rir da situação.

Detivera-se em frente a uma porta após mais alguns corredores. Observara enquanto o Pokémon lâmina batera de leve contra sua superfície. Abrira-a posteriormente e pusera-se de lado para permitir que o jovem entrasse. Tão logo o portão fora fechado, Zoroark retornara a sua forma original. O escritório era duas vezes maior do que imaginara. As paredes, em contraste ao restante da instituição, eram de um tom azul pálido. Uma enorme janela cobria quase que inteiramente o lado oposto do aposento. Em frente a esta havia uma escrivaninha coberta por livros e documentos. Uma cadeira de couro estava posta por detrás destes, enquanto um par de poltronas posicionava-se a sua frente.

Subitamente os arquivos sobre a mesa ergueram-se no ar, uma aura sombria os envolvendo. Os volumes voaram de encontro aos seus locais nas prateleiras e uma pilha de papéis formara-se em um dos cantos do balcão. Veloz e elegante. Um frio correu-lhe a espinha. A pressão do ambiente era tal que se sentia prestes a ser esmagado. Não havia dúvidas; era a mesma sensação com a qual convivera por dois anos. Repousando em seu acento estava uma mulher no final dos seus vinte ou começo dos trinta anos. Possuía longos cabelos branco-azulados presos em um par de tranças e que desciam até a sua cintura. Uma franja serrilhada cobria-lhe a testa. Mechas cobriam-lhe as laterais da face. Seus olhos eram gentis e dourados, sem qualquer sinal de perversidade – um traço admirável e, ao mesmo tempo, assustador. Trajava um longo jaleco de laboratório branco, cuja cauda descia-lhe aos tornozelos. Sob este usava uma camiseta social negra e uma gravata vermelha. Vestia uma minissaia xadrez que se estendia até a metade das suas cochas e calçava um par de botas escuras. Usava uma pulseira de prata em um de seus pulsos. Uma pedra que brilhava nas cores do arco-íris estava incrustada em seu centro, não muito maior que um morango. Aquela era a única pessoa que conseguia lhe impor medo e respeito ao mesmo tempo; Ariel Winel Saphir.

– Bem-vindo! – Sua voz era tão serena quanto seu semblante. Taiyou respondera com um leve aceno. Vira-a sorrir e então voltar-se para Gallade. – Poderia nos trazer uma xícara de chá? – O Pokémon fez uma leve reverência antes de sair do cômodo. Espreguiçou-se confortavelmente antes de prosseguir. – Creio que tenhas tido um dia bem interessante até o momento?

– Sim. – Contivera uma risada. Ao invés disso sorrira com perspicácia. O fato de a diretora saber o que ocorrera não o surpreendera. Muito pelo contrário, na realidade. – Faltam alguns parafusos na moreninha, mas é inegável que ambas possuem talento.

– Entendo. – Rira agradavelmente. No momento seguinte, entretanto, a atmosfera do local mudara; tornara-se mais sombria. – Aliás, aqueles ataques mais cedo... Um novo elemento?

– Se realmente acreditas nisso estás pondo muita fé em mim. – Suspirara em desânimo. Tinha quase certeza de que ela sabia sobre a realidade, mas queria ouvi-lo confirmar suas suspeitas. Bem, que assim fosse. – Tudo aquilo não passou de ilusões do Zoroark. – Instantaneamente um peso parecera ter sido tirado de sobre seus ombros. – No meu estado atual, fazer algo daquele nível...

Deixara-se por dizer o restante. Similar aos Pokémons, Astralis também poderiam ser classificados por elementos. A diferença, entretanto, era que não havia um limite real para quantos eles pudessem utilizar simultaneamente. Por consequência, o número de Viralts e o seu poder também aumentariam de forma considerável. Enquanto que o domínio sobre várias matérias era almejado por praticamente todos, a obtenção destes era uma realidade bem diferente...

Não bastava apenas se esforçar e treinar duro para tal ação. Mesmo que consideradas como “simples objetos”, era inegável que as Viralts possuíam um mínimo de autoconsciência. Para se utilizar uma era fundamental um acordo de ambas as partes; um contrato, por assim dizer. Caso considerada indigna, uma pessoa não poderia vir a utilizá-la. Astralis que manipulam duas já são uma raridade por conta deste motivo. Três ou mais então... A única pessoa que conhecia a ter realizado esta façanha estava sentada bem a sua frente; cinco. Em comparação, se os golpes de outrora fossem reais aquele teria sido seu terceiro. Não importa por qual ângulo se olhasse, a diferença de poder era incomensurável.

Não era esse o detalhe que lhe fazia ter medo e respeito por Ariel, mas sim sua inalterável expressão de serenidade. Independente da situação sua expressão era fixa. Fora treinado em leitura facial, mas era totalmente ineficaz perante ela. Seu tom de voz era sempre gentil, tornando esta uma via de entendimento inviável. A bem verdade, o único que a compreendia inteiramente era Gallade.

– Ah, quase me esqueci! – Dissera abruptamente, estalando os dedos. Enfiou a outra mão em um dos bolsos do seu jaleco e retirou de lá um pequeno objeto, pondo-o sobre a mesa. Tratava-se de um pequeno cristal azul e bipiramidal. – Um pequeno presente.

– Capture Crystal? – Perguntara retoricamente. Outrora mundanos, tornaram-se raros após a Ranbal War devido à destruição da maioria dos locais de sua mineração. O motivo era simples; cada um destes podia enclausurar um Pokémon em seu interior, apressando a movimentação das tropas. Não era algo que alguém encontraria com facilidade no dia-a-dia, mas como aquela era uma escola para a elite... – Me desculpe, mas não pretendo usar algo assim no Zoroark.

– Ora, eu nunca lhe forçaria a isso. – Sorrira gentilmente. Tocara uma das faces da gema com o indicador. – O verdadeiro presente está aqui dentro.

Arqueou levemente uma de suas sobrancelhas antes de agarrar o objeto e estender o braço para frente. Aplicando um pouco de sua própria energia no mineral fizera-o brilhar intensamente. Centelhas cianóticas escapavam de sua superfície, quase como uma chuva. Inicialmente dispersas concentraram-se em um único ponto após segundos. Parado em pé ali estava um equino com longas e musculosas pernas. Sua pelagem era inteiramente negra, exceto pelo chifre cor de creme projetado de sua testa. Seus olhos eram relativamente pequenos e de tom avermelhado. Suas orelhas eram longas e pontudas. Chamas alaranjadas queimavam em seus calcanhares e compunham sua cauda e crina. Vendo o jovem relinchara em um misto de alegria e orgulho.

– Um Rapidash negro... – Murmurara Taiyou, mal conseguindo omitir seu interesse. Zoroark também tinha os olhos postos sobre o quadrúpede, embora no seu caso fosse o desejo por um confronto que resplandecia em seus olhos. Esboçara um leve sorriso. – Interessante...

– O nome dele é Black Star. – Comentara a diretora, aparentemente satisfeita com o fascínio do adolescente. – Uma montaria adequada para um Astralis de alto nível, não é mesmo? – A pergunta fora feita com uma leve insinuação de ambiguidade. Fora mais que o suficiente para enegrecer tanto a expressão do garoto quanto a de Zoroark.

– Sim, de fato. – Apesar de ter concordado, seu tom fora o mais gélido possível. Enclausurara o unicórnio novamente e atirara o cristal para o canídeo. Este apenas anuíra brevemente e guardara o objeto em juba, seus olhos postos sobre Ariel. Voltara-se em sua direção antes de acrescentar. – Porém, eu também sei que nada neste mundo é de graça. – Com um movimento rápido sacou a carta que lhe havia sido enviada e depositou-a sobre a mesa da mulher. – Qual seu verdadeiro objetivo em me trazer aqui? O que está escrito aí é verdade?

Vira-a esboçar um sorriso tanto quanto malicioso. A porta fora aberta e Gallade adentrara o ambiente, em suas mãos uma bandeja com um bule e um par de xícaras de porcelana. Uma leve fumaça saía destas. Depositara a travessa cuidadosamente em um espaço vago sobre a mesa e pusera-se a direita da diretora, quase que em posição de sentido. Encarado por aquele par de olhos dourados, Taiyou suspirou em derrota antes de sentar-se em uma das poltronas, Zoroark reclinando-se sobre o encosto da outra. Pegou um dos recipientes e bebericou um pouco de seu conteúdo. Chá de maçã. Não era seu favorito, mas servira para acalmar-lhe os nervos, mesmo que pouco.

– Bem, acho melhor eu começar por partes. – O sorriso em sua face era enigmático. Não era algo que estivesse acostumado a ver. Tomara um pouco de sua bebida antes de continuar. – O que você sabe sobre a Aristocracia Alfa?

– Eles? Pouca coisa útil. – Replicara, de súbito intrigado. – É um pequeno país que fica entre o Império Harmônia e o Ducado Gungnir. Durante a Ranbal War fizeram fortuna através da venda de cristais e artefatos escavados de ruínas antigas. Tiveram prejuízos mínimos por terem sido a única nação neutra. A posição entre duas grandes nações também lhes garante certa “proteção diplomática”, uma vez que o ataque de uma seria vista com desconfiança pela outra. – Respirou fundo antes de prosseguir, seu tom tornando-se mais sombrio. – Há suspeitas de que a organização do mercado negro, Murders, tenha seu quartel-general dentro de seus territórios. Há também relatos de que nos últimos anos eles tenham estocado um grande número de Capture Crystals e Pokémons poderosos, embora tudo não passe de especulação. – Concluíra antes de acrescentar. – Por que do interesse?

– Talvez haja um fundo de verdade. – Pousara a xícara sobre a mesa e cruzara os braços, seus olhos tomados pela dúvida. – Após quase trinta anos ausente eles anunciaram sua participação na próxima Battre de Champions. Normalmente eu não acusaria sem provas, mas o momento que eles escolheram para isso... Parece conveniente demais.

Ponderara durante alguns instantes antes de concordar. O evento era, aparentemente, “apenas” uma cerimônia em homenagem aos deuses por meio de danças, banquetes e bailes. O principal era um torneio de combate entre Astralis. Ao vencedor deste era concedido um desejo. Em uma segunda olhada, entretanto, percebia-se o grande interesse político das nações. O motivo? Além do prêmio que era dado ao vitorioso a nação pela qual ele participava era abençoada pelas divindades, prosperando exponencialmente. Não era exagero comparar a competição a uma guerra.

Ainda assim, esta edição era diferente das anteriores. Em geral, o intervalo entre cada era de décadas e, em alguns casos, séculos. O espaçamento desta vez fora de apenas cinco anos. O pensamento geral era de que como a última edição tivera combates tão espetaculares os deuses estariam dando uma segunda chance para todos. Discordava grandemente deste consenso; não explicava o comportamento errático dos Pokémons selvagens, para começo de conversa. Alguma coisa grande estava para acontecer, ponderara sobriamente.

– Há uma notícia que pode interessá-lo. – Abrira um sorriso ao ver que o jovem a fitava. – A Aristocracia Alfa está trazendo-a para sua equipe. A vencedora da última Battre de Champions; Liguria Aquallir. – Taiyou arregalara seus olhos.

– ... Isso é impossível. – Proferira após alguns minutos, seu tom de voz frio como gelo. Zoroark mudara o peso de uma perna para a outra desconfortavelmente. Aquele não era um nome que esperassem ouvir. – Essa pessoa está morta.

– Sim, mas isso não parece tê-los impedido. – Retrucara a primeira. Era uma das poucas pessoas que sabia a verdade sobre o que acontecera com a Astralis após o torneio. – E também... Parece que junto a ela há uma garota de cabelos violeta e olhos róseos. Sua Viralt é uma foice das mesmas cores. Lembra-lhe alguém?

Cerrara os punhos com força, em dúvida se realmente ouvira aquilo. A lembrança de seu sorriso viera a sua mente. O mamífero sombrio tornara-se mais inquieto do que anteriormente. Não podia culpá-lo. Enquanto que Liguria Aquallir não era um nome importante para nenhum dos dois, o desta pessoa era diferente. Fora companheira de viagem de ambos por um longo tempo... Até cinco anos atrás. Sempre que tentava recordar os acontecimentos daquele fatídico dia era acometido com uma forte dor de cabeça. Agora, mais do que nunca, uma persistente pergunta rondava sua mente; o que diabos ocorrera?

Respirara fundo e exalara o ar de seus pulmões tranquilamente, buscando se tranquilizar. Se a informação fosse de fato verdade teria de ver isso a fundo. Pela face de Ariel, era isso que ela queria. Só não sabia como deveria prosseguir; espionar estava fora de questão – ela o descobriria quase que imediatamente. Quanto ao restante das opções que tinha em mente... Preferia não ter de realizá-las. Como que lendo sua mente, ela prosseguiu.

– É por isso que eu o quero na minha escola. – Não era a resposta que esperava. – Mesmo que usando uma identidade falsa, é correto assumir que essa garota será uma Astralis de grande poder. – Concordara silenciosamente. Se fosse para plagiar uma Liguria Aquallir mais velha e experiente seria necessária uma força descomunal e talentos quase divinos. – Este ano a Battre de Champions será entre equipes. Para derrotar a equipe da vencedora da última edição eu irei precisar de você; o maior assassino do mundo.

Zoroark suprimira um murmúrio deprimido; os Pokémons da academia não eram desafios para ele. Bem, com exceção de Gallade e talvez mais um ou dois. Os próximos meses seriam um tédio se ficassem. Depositara seus olhos sobre Taiyou; gostando ou não, seguiria a decisão do adolescente. Ariel movera um dos dedos. Um folheto escapara do meio da papelada e pusera-se entre ambos. O jovem pegara-a e passara os olhos sobre seu conteúdo. Tratava-se de uma fiche de admissão.  Uma foto sua havia sido previamente posta no documento, bem como uma pequena história sobre seu passado. Rira quando lera aquilo. Tudo mentiras. Seu próprio sobrenome, Hildebrand, era uma fachada. A verdade era que, além de seu nome, lembrava pouca coisa de seu passado.

Respirou fundo antes de aceitar os termos. Se isso era necessário para descobrir a verdade, que seja. Aparentemente satisfeita com o resultado, Ariel tamborilou os dedos sobre a escrivaninha. Um uniforme masculino surgira entre ambos. Teleporte; uma habilidade de alto nível entre Astralis. Estaria impressionado em circunstâncias normais, mas tratando-se dela... Nada mais lhe pasmava. Pegou as vestes e dirigiu-se para a porta, parando antes de abri-la.

– Esse título... “O maior assassino do mundo”... Por favor, não fique falando algo sem sentido. – Tornara a encará-la antes de acrescentar. – Se isso fosse verdade, não estaríamos conversando para início de conversa. – Deixara o cômodo logo em seguida, com Zoroark em seu encalço.

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Mensagem por Hyurem Dom 29 Mar 2015 - 17:37

Dessa vez vim rápido Very Happy

Esse foi um ótimo capítulo, DZ. Estou gostando dessa história, apesar do número gigantesco de mistérios que a rondam. Mas acho que isso dá uma alma a toda obra, afinal, e todos adoram ver um mistério e tentar solucioná-lo por si mesmos, ao menos eu sou assim.

Essa diretora é a imagem perfeita de uma personagem de anime clássica, ao menos na aparência... Porque se depender do restante das características que associo a esse tipo de personagem, vai ficar difícil a comparação. Não parece uma má pessoa, mas creio que é alguém que não se deve irritar.
A relação entre Ariel e Taiyou não parece exatamente amistosa, apesar da primeira ter cuidado do protagonista quando este precisou. Eu iria chutar que ele havia tentado assassiná-la, pelo rumo que a conversa tomou, mas você estragou a brincadeira colocando isso no Main Post XD

A pedra da pulseira de Ariel me pareceu uma Mega Stone. Imagino a vantagem que isso daria para ela e Gallade em relação às outras duplas contra as quais poderiam lutar, considerando especialmente o fato de ambos já serem absurdamente fortes, ao que parece.
A descrição que você fez das Viralts, principalmente a citação de que elas possuem certa consciência, me lembrou um pouco as Zanpakutous do anime Bleach. Se baseou nelas, em algum outro anime, ou foi só uma coincidência?

Bom, acho que é isso. Espero que consiga continuar com essa sua ótima história e deixar todos seus leitores satisfeitos por fim.
Até mais! ninja
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Mensagem por Rush Ter 31 Mar 2015 - 15:53

DZ! /o/

Desculpe o sumiço, acabei perdendo um cap. :/ De qualquer forma, li tudo hoje. Planejava ler um cap por dia, mas a leitura é tão agradável e viciante que acabei lendo tudo de uma vez em sequência. Não desmerecendo os outros escritores do fórum, mas sem dúvida essa é a minha fic preferida. Os personagens são tão carismáticos e você escreve/detalha os acontecimentos tão bem que eu nunca cheguei a ficar tão ansioso para saber o decorrer de uma história.

Já comentei com amigos que minhas fics preferidas haviam sido Two-Egded Soul, da Kameyo, Projeto Zeus e A Irrealidade da Vida, mas sinceramente, atualmente essa conseguiu superar essas três.

Agora falando sobre os caps..

Gostei bastante da batalha entre a morena contra o Taiyou. Eu sinceramente esperava que o rapaz fosse dar uma surra nela, só poupando a vida por ser completamente desnecessário matá-la. Admito que me surpreendi com a força dela, chegando a fazer uma batalha bem equilibrada. Achei estranho e engraçado o Gallade intervir dando um murro na cara do Zoroark, tadinho.

Sobre essa Ariel... Puta merda, cinco vitalts? Essa mina deve ser um prodígio. Eu gostei bastante dela e BASTANTE do caminho em que o plot está indo, sendo que essa Liguria está morta? Não faço a mínima ideia se a vencedora se trata de uma impostora, um plot twist ou magia negra, mas mal posso esperar para ver o caminho em que irá seguir.

Também subestimei Taiyou. Ele é o maior assassino do mundo? Esse título não é pouca coisa não, com isso, me pergunto qual é todo potencial dele durante as batalhas.

Enfim, gostei demais do rumo que a fic está tendo, e gostei demais da forma em que você escreve.

Aguardo ansiosamente o próximo cap. Desculpe o sumiço.

Abraço!
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Mensagem por xKai Qua 1 Abr 2015 - 16:29

Como já deu para perceber ultimamente eu tenho frequentado um pouco mais do que devia até a área de RPG, mas mesmo assim sou um fanfic mod e tenho minhas funções aqui -q Apenas saiba que eu comento apenas nas fanfics que me despertam algum interesse, logo se estou aqui será com profissionalismo, então sempre que tiver tempo vou comentar na sua fic, mesmo que com um pouco de atraso algumas vezes, seus capítulos costumam ser grandes então eu deixo para ler e comentar quando estou mais tranquilo e menos atarefado, deste modo não sou interrompido por ninguém, odeio ficar pausando leitura.

Como de costume você adicionou certos mistérios no capítulo que agora ficam acumulados com alguns mistérios anteriores, a fanfic está cada vez mais misteriosa, mas acredito que alguns deles começarão a se resolvidos em breve, quem sabe? Achei bacana o Gallade estar servindo aquela bandeja, meio que isto realçou algumas das características que ele possui de acordo com sua pokédex, que menciona seu cavalheirismo, um verdadeiro lorde. Jamais se passou pela minha cabeça a menor hipótese do Taiyou ser um assassino, quanto mais o maior assassino do mundo, uma surpresa e tanto. Mas por algum motivo ele parece não se orgulhar muito deste título, não é? Já que tentou desviar o assunto talvez... Apesar de ainda estar com o tom calmo de sempre, me pergunto se algum dia ele vai perder a cabeça, até agora ele permanece com esta mesma personalidade, tempos que não via alguém assim tão equilibrado. Sinto um espírito guerreiro no Gallade, ele me lembra o  Cyberdramon de Digimon Tamers, que passa sua vida procurando por seu verdadeiro adversário, infelizmente nunca o encontrou, mas sempre que avistava um digimon forte seus impulsos violentos suprimiam sua personalidade que normalmente era calma. Bem por enquanto é só, espero que a fic continue no bom ritmo que está e muito boa sorte com o projeto.

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Mensagem por Killer123 Qui 2 Abr 2015 - 21:03

Hey, DarkZoroark!

Bem, eu atrasei por causa da escola e de uns motivos pessoais, sabe fiquei meio desmotivado em fazer praticamente tudo! mas eu declarei que seguir sua fic é minha obrigação! Então vamos lá. Eu achei o capítulo interessante. Achei um pouco sem movimento. Mas foi bom, não posso esperar menos de você.

Tivemos mais revelações sobre a história da fic. E mais mistérios. Finalmente descobri o conteúdo da carta. E o porquê da Ariel ter convocado o rapaz. Zoroark adora uma luta pelo que vi. Mal viu o Rapidash e já queria lutar com o mesmo.

A fofoca passou pela escola bem rápido eim?! E eu já achava que fofoca na minha escola é que era rápida. Tenho de rever meus conceitos. Sobre o Taiyou ser o " maior assassino do mundo" eu até fiquei surpreso. Ele não tem cara de quem faria mal a uma mosca Os melhores, enganam suas vitimas Agora sobre a Ariel...5 viralts?! Are you fucking kidding with me?! Além de ser bem jovem. Essa ai é prodígio.

Bom...vou ser sincero eu estou shippando Taiyou e Rathy... casal lindo! Bem só isso que tenho a dizer. boa sorte na fic!

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Mensagem por togekisses Sex 3 Abr 2015 - 13:49

Olá, DarkZoroark, aqui estou eu de volta.

E minha nossa, que fanfic é essa? Agora que eu não largo mais dela. A maneira como você descreveu a Ariel me foi um pouco confusa; não sei se deixei escapar algum detalhe, mas entendi a personagem de uma maneira que se a fanfic fosse um anime, a dubladora brasileira dela seria a Márcia Regina.
Bem, não sei, mas adorei... e esse negócio da Liguria estar morta mas vai ser usada na competição? Que macabro. E quanto ao negócio das equipes citadas pela diretora, só posso imaginar que encontramos a razão de existir da loira e da morena dos capítulos anteriores. Quer dizer, acho que é isso, né.

Então, espero que continue escrevendo maravilhosamente bem e que essa história decole, pois com certeza merece. Até mais e boa sorte!  
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Mensagem por Black~ Qua 8 Abr 2015 - 21:08

Bom, vamos lá.

Esse capítulo, para variar, ficou bem misterioso, o que é muito bom. A história está me prendendo cada vez mais, já que a cada capítulo que passa, mais mistérios vão surgindo e deixando a história cada vez com menos sentido, na verdade não é deixando sem sentido, mas eu fico sem entender essas reviravoltas e mistérios -q.

Essa Ariel é realmente uma personagem bem interessante e misteriosa. Ela possui 5 viralts? Que coisa mais absurda, cara. Enfim, mas tudo que ela fala deixa tudo mais misterioso. A Ariel realmente pareceu alguém de bela aparência e tals. E a relação dela com o Taiyou é bem misteriosa, não sei se ele gosta dela, mas como disse na fic, ela é a única pessoa que bota medo nele.

Será que Taiyou e Rathy vai rolar? Acredito que não seja esse o foco principal né, mas quem sabe? -qq. Mas, a fofoca foi forte na escola, então não duvido nada. Bem, o Zoroark realmente poderia ter até matado aquela menina, creio que o título do Taiyou não seja em vão de modo algum, mas vamos aguardar.

Bem, creio que seja só. É só e boa sorte com a fic.

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Mensagem por DarkZoroark Ter 21 Abr 2015 - 23:28

Boa-noite meu povo!
Bem, demorei duas semanas para trazer este capítulo mas por fim consegui. O motivo é que semana passada fiquei atolado por provas na faculdade e, apesar de ter alguns capítulos previamente preparados para tais eventualidades, achei melhor dar uma pausa momentânea. Fora isso, acabei ficando um tanto viciado no novo Mortal Kombat... Pois é. Anyway, deixemos isso de lado e vamos às respostas aos comentários. Agradeço de antemão por todos os que puderam fazê-lo. O feedback incrível que vocês dão a esta história sempre me motiva a prosseguir. Muito obrigado mesmo!


@Hyurem escreveu:Dessa vez vim rápido Very Happy

Esse foi um ótimo capítulo, DZ. Estou gostando dessa história, apesar do número gigantesco de mistérios que a rondam. Mas acho que isso dá uma alma a toda obra, afinal, e todos adoram ver um mistério e tentar solucioná-lo por si mesmos, ao menos eu sou assim.

Essa diretora é a imagem perfeita de uma personagem de anime clássica, ao menos na aparência... Porque se depender do restante das características que associo a esse tipo de personagem, vai ficar difícil a comparação. Não parece uma má pessoa, mas creio que é alguém que não se deve irritar.
A relação entre Ariel e Taiyou não parece exatamente amistosa, apesar da primeira ter cuidado do protagonista quando este precisou. Eu iria chutar que ele havia tentado assassiná-la, pelo rumo que a conversa tomou, mas você estragou a brincadeira colocando isso no Main Post XD

A pedra da pulseira de Ariel me pareceu uma Mega Stone. Imagino a vantagem que isso daria para ela e Gallade em relação às outras duplas contra as quais poderiam lutar, considerando especialmente o fato de ambos já serem absurdamente fortes, ao que parece.
A descrição que você fez das Viralts, principalmente a citação de que elas possuem certa consciência, me lembrou um pouco as Zanpakutous do anime Bleach. Se baseou nelas, em algum outro anime, ou foi só uma coincidência?

Bom, acho que é isso. Espero que consiga continuar com essa sua ótima história e deixar todos seus leitores satisfeitos por fim.
Até mais! ninja

Hyurem o/
Primeiramente, agradeço-lhe pelos elogios. Já vou antecipar que mistérios irão rondar a história por praticamente todo o seu decorrer. Aprendi que é algo que anima tanto leitor quanto escritor a progredirem com a história. Acertaste em cheio em relação à Ariel. É, de fato, uma boa pessoa... Contanto que não a irritem. A relação entre ela e o Taiyou seria algo próxima a de "mãe e filho" com algumas peculiaridades. É, na realidade só depois de ter lido o seu comentário que percebi que teria sido melhor deixar em aberto o que houve para que os dois se encontrassem ^^'. Achei que todo mundo sacaria na hora que lesse a última frase, então coloquei lá sem pensar muito no assunto. Vou ser um pouco mais cuidadoso com isso daqui para frente. A pedra é uma Mega Stone sim. Quanto a vantagem que daria... Sendo franco, creio que não hajam muitos personagens que poderiam forçá-la a usar a Mega Evolução. Ela é boa a esse ponto. Quanto a similaridade com Bleach foi só uma coincidência mesmo. Espero que gostes deste capítulo


@Rush escreveu:DZ! /o/

Desculpe o sumiço, acabei perdendo um cap. :/ De qualquer forma, li tudo hoje. Planejava ler um cap por dia, mas a leitura é tão agradável e viciante que acabei lendo tudo de uma vez em sequência. Não desmerecendo os outros escritores do fórum, mas sem dúvida essa é a minha fic preferida. Os personagens são tão carismáticos e você escreve/detalha os acontecimentos tão bem que eu nunca cheguei a ficar tão ansioso para saber o decorrer de uma história.

Já comentei com amigos que minhas fics preferidas haviam sido Two-Egded Soul, da Kameyo, Projeto Zeus e A Irrealidade da Vida, mas sinceramente, atualmente essa conseguiu superar essas três.

Agora falando sobre os caps..

Gostei bastante da batalha entre a morena contra o Taiyou. Eu sinceramente esperava que o rapaz fosse dar uma surra nela, só poupando a vida por ser completamente desnecessário matá-la. Admito que me surpreendi com a força dela, chegando a fazer uma batalha bem equilibrada. Achei estranho e engraçado o Gallade intervir dando um murro na cara do Zoroark, tadinho.

Sobre essa Ariel... [palavra censurada] merda, cinco vitalts? Essa mina deve ser um prodígio. Eu gostei bastante dela e BASTANTE do caminho em que o plot está indo, sendo que essa Liguria está morta? Não faço a mínima ideia se a vencedora se trata de uma impostora, um plot twist ou magia negra, mas mal posso esperar para ver o caminho em que irá seguir.

Também subestimei Taiyou. Ele é o maior assassino do mundo? Esse título não é pouca coisa não, com isso, me pergunto qual é todo potencial dele durante as batalhas.

Enfim, gostei demais do rumo que a fic está tendo, e gostei demais da forma em que você escreve.

Aguardo ansiosamente o próximo cap. Desculpe o sumiço.

Abraço!

Rush o/
Primeiramente agradeço-lhe pelos elogios. Fico genuinamente feliz em saber que gostas tanto assim desta Fanfic. É sempre um prazer saber que consegui cativar um leitor de tal forma. Na realidade, a batalha entre o Taiyou e a Julie eu meio que dei uma... "retranca", por assim dizer, nas habilidades do garoto. Não diria que a morena seja fraca, mas há uma boa diferença de habilidades entre ambos. Foi bem esse o efeito que eu queria trazer com aquele soco do Gallade, então fico feliz em saber que o alcancei. A Ariel usar cinco Viralts na verdade foi uma forma de mostrar o nível de força dela. Afinal, trata-se de uma das - se não a - personagem mais forte da Fanfic. Quanto a Liguria Aquallir só lendo pra saber. Isso é spoiler dos bons e faz parte do main plot da história, então ficaria meio mal dar dicas. Quanto ao verdadeiro potencial do Taiyou em batalhas se não me engano no capítulo 7 - postarei mais adiante, obviamente - tem uma pequena demonstração das verdadeiras habilidades dele. Espero que gostes deste novo capítulo.


@xKai escreveu:
Como já deu para perceber ultimamente eu tenho frequentado um pouco mais do que devia até a área de RPG, mas mesmo assim sou um fanfic mod e tenho minhas funções aqui -q Apenas saiba que eu comento apenas nas fanfics que me despertam algum interesse, logo se estou aqui será com profissionalismo, então sempre que tiver tempo vou comentar na sua fic, mesmo que com um pouco de atraso algumas vezes, seus capítulos costumam ser grandes então eu deixo para ler e comentar quando estou mais tranquilo e menos atarefado, deste modo não sou interrompido por ninguém, odeio ficar pausando leitura.

Como de costume você adicionou certos mistérios no capítulo que agora ficam acumulados com alguns mistérios anteriores, a fanfic está cada vez mais misteriosa, mas acredito que alguns deles começarão a se resolvidos em breve, quem sabe? Achei bacana o Gallade estar servindo aquela bandeja, meio que isto realçou algumas das características que ele possui de acordo com sua pokédex, que menciona seu cavalheirismo, um verdadeiro lorde. Jamais se passou pela minha cabeça a menor hipótese do Taiyou ser um assassino, quanto mais o maior assassino do mundo, uma surpresa e tanto. Mas por algum motivo ele parece não se orgulhar muito deste título, não é? Já que tentou desviar o assunto talvez... Apesar de ainda estar com o tom calmo de sempre, me pergunto se algum dia ele vai perder a cabeça, até agora ele permanece com esta mesma personalidade, tempos que não via alguém assim tão equilibrado. Sinto um espírito guerreiro no Gallade, ele me lembra o  Cyberdramon de Digimon Tamers, que passa sua vida procurando por seu verdadeiro adversário, infelizmente nunca o encontrou, mas sempre que avistava um digimon forte seus impulsos violentos suprimiam sua personalidade que normalmente era calma. Bem por enquanto é só, espero que a fic continue no bom ritmo que está e muito boa sorte com o projeto.

xKai o/
Man, sem problemas se demorar para comentar na Fanfic. Eu normalmente posto novos capítulos a cada duas semanas, mais ou menos, então tempo é o que tem de sobra. Não penso que meus capítulos sejam muito longos - eu uso em geral 5-6 páginas do word em cada - mas isso vai de cada um. Agradeço-lhe também pelos elogios. A personalidade do Gallade eu me inspirei mais foi na própria aparência dele. Apesar do elmo de gladiador eu sempre considerei-o mais como um cavaleiro. Nem me liguei muito que era similar ao texto da Pokédex. Os melhores assassinos são, afinal, aqueles que conseguem esconder suas verdadeiras intenções e habilidades. Nesse ponto acho que consegui acertar com o Taiyou. A relação dele com seu título é meio complicada e será explicada mais para frente na história. O mesmo quanto a sua personalidade. Há uma razão para ele permanecer tão calmo, mas com certeza haverão momentos futuros em que ele perderá a paciência. Bem, espero que aprecies este novo capítulo.


@Killer123 escreveu: Hey, DarkZoroark!

Bem, eu atrasei por causa da escola e de uns motivos pessoais, sabe fiquei meio desmotivado em fazer praticamente tudo! mas eu declarei que seguir sua fic é minha obrigação! Então vamos lá. Eu achei o capítulo interessante. Achei um pouco sem movimento. Mas foi bom, não posso esperar menos de você.

Tivemos mais revelações sobre a história da fic. E mais mistérios. Finalmente descobri o conteúdo da carta. E o porquê da Ariel ter convocado o rapaz. Zoroark adora uma luta pelo que vi. Mal viu o Rapidash e já queria lutar com o mesmo.

A fofoca passou pela escola bem rápido eim?! E eu já achava que fofoca na minha escola é que era rápida. Tenho de rever meus conceitos. Sobre o Taiyou ser o " maior assassino do mundo" eu até fiquei surpreso. Ele não tem cara de quem faria mal a uma mosca Os melhores, enganam suas vitimas Agora sobre a Ariel...5 viralts?! Are you fucking kidding with me?! Além de ser bem jovem. Essa ai é prodígio.

Bom...vou ser sincero eu estou shippando Taiyou e Rathy... casal lindo! Bem só isso que tenho a dizer. boa sorte na fic!

Killer o/
Sem problemas quanto a demora, man. Todos temos uma vida fora daqui e, admito, o desânimo periódico é algo que muitos enfrentam. Agradeço pelos elogios. Esse capítulo na realidade foi focado mais na conversa entre os dois, então não haveria como ter uma dinâmica muito grande sem ficar disforme. Captasse bem a personalidade do Zoroark. Eu planejei ele desde o começo como um amante de batalhas e um guerreiro formidável. Confesso que, na minha modesta opinião, o ambiente em que boatos e fofocas se espalham mais rápido é uma escola. Por experiência própria também. Quanto ao Taiyou e a identidade dele como um assassino... "Até as rosas tem espinhos". Imagino que essa frase ilustre resumidamente o que eu gostaria de dizer. A Ariel na realidade eu diria que se enquadraria no quesito "super prodígio". Bem, por enquanto é só. Fico no aguardo de seu próximo capítulo.


@togekisses escreveu:
Olá, DarkZoroark, aqui estou eu de volta.

E minha nossa, que fanfic é essa? Agora que eu não largo mais dela. A maneira como você descreveu a Ariel me foi um pouco confusa; não sei se deixei escapar algum detalhe, mas entendi a personagem de uma maneira que se a fanfic fosse um anime, a dubladora brasileira dela seria a Márcia Regina.
Bem, não sei, mas adorei... e esse negócio da Liguria estar morta mas vai ser usada na competição? Que macabro. E quanto ao negócio das equipes citadas pela diretora, só posso imaginar que encontramos a razão de existir da loira e da morena dos capítulos anteriores. Quer dizer, acho que é isso, né.

Então, espero que continue escrevendo maravilhosamente bem e que essa história decole, pois com certeza merece. Até mais e boa sorte!  

togekisses o/
Primeiramente, agradeço-lhe pelo comentário. Descrever a Ariel de forma confusa na realidade é o que eu achei mais sensato; a personagem em si é uma caixinha de surpresas, afinal. Achei interessante que tenhas visto uma possível dubladora para o personagem. Se consegui tal efeito através de uma Fanfic fico realmente satisfeito e feliz com o que venho fazendo. Olha cara, isso da Liguria é meio complicado. Gostaria de explicar aqui, mas por ser parte do main plot da história terei de deixar passar tais informações. Na realidade não é só por isso - eu não poderia manter uma história usando apenas um personagem principal afinal - mas tem relação. Espero que gostes deste novo capítulo.


@Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

Esse capítulo, para variar, ficou bem misterioso, o que é muito bom. A história está me prendendo cada vez mais, já que a cada capítulo que passa, mais mistérios vão surgindo e deixando a história cada vez com menos sentido, na verdade não é deixando sem sentido, mas eu fico sem entender essas reviravoltas e mistérios -q.

Essa Ariel é realmente uma personagem bem interessante e misteriosa. Ela possui 5 viralts? Que coisa mais absurda, cara. Enfim, mas tudo que ela fala deixa tudo mais misterioso. A Ariel realmente pareceu alguém de bela aparência e tals. E a relação dela com o Taiyou é bem misteriosa, não sei se ele gosta dela, mas como disse na fic, ela é a única pessoa que bota medo nele.

Será que Taiyou e Rathy vai rolar? Acredito que não seja esse o foco principal né, mas quem sabe? -qq. Mas, a fofoca foi forte na escola, então não duvido nada. Bem, o Zoroark realmente poderia ter até matado aquela menina, creio que o título do Taiyou não seja em vão de modo algum, mas vamos aguardar.

Bem, creio que seja só. É só e boa sorte com a fic.

Black~ o/
Agradeço-lhe pelos elogios. Uma história misteriosa é algo que eu gosto bastante de escrever. Além disso, mistérios sempre são uma parte central de grande parte das light-novels, então acho que combinou. Pode relaxar que mais para frente os mistérios serão solucionados, embora talvez leve algum tempo para tal. As 5 Viralts foram uma forma de mostrar o nível de habilidades dela. Pela reação de todo mundo, creio que tenha funcionado melhor do que o esperado. Na realidade o Taiyou até gosta da Ariel, mas de uma forma mais neutra do que o habitual. É uma relação meio complicada que eu não consigo explicar propriamente em poucas palavras. Mais para frente na história ela será abordada e aí creio que dará para ter uma ideia do quadro geral. Olha, o título dele tem um motivo. Não revelo agora porque... Spoilers. Enfim, espero que gostes deste novo capítulo.


Desejo a todos uma boa leitura

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Capítulo V - The Girl and the Wolf

O uniforme masculino era similar a um terno. As cores eram similares ao feminino; negro com detalhamento em branco. Optara por continuar usando seu casaco ao invés do blazer. Usara-o por tanto tempo que se sentia estranho sem tê-lo por perto. As propriedades defensivas de ambas as vestimentas eram as mesmas, então imaginava que Ariel não iria protestar contra o “visual customizado”. Mantivera as luvas também, por motivos pessoais. A gravata incomodava-o um pouco, mas supunha ser só questão de se adaptar. Olhou-se em um espelho; de alguma forma a imagem refletida não o lembrava de si mesmo. Normalmente Zoroark teria feito algum comentário sarcástico vendo-o assim, mas tendo visto que não encontraria qualquer batalha emocionante pelos próximos meses o deixara de mau humor. Torcia para que ele se conformasse logo.

Retornando ao escritório de Ariel deparara-se com uma garota a sua espera em frente à porta. Deveria ter por volta de dezesseis anos e um metro e sessenta de altura. Possuía um longo cabelo rosa levemente ondulado. Um par de esferas púrpuras enfeitava um par de grampos que usava. Seus olhos eram castanho-claros e exibiam uma inteligência acima do normal. Usava o uniforme feminino, embora com algumas diferenças. Levava ao redor do braço direito uma faixa vermelha e, sobre o coração, havia um alfinete com a insígnia da escola. Calçava um par de sapatos brancos com detalhes em vermelho e usava um par de meias negras que iam ate os joelhos.

– Você ficou bem nessas roupas. – Elogiou a diretora. Entrelaçando os dedos, examinou-o de cima a baixo. O incômodo que o adolescente sentira naquele instante era indescritível. Satisfeita em tê-lo embaraçado, passara sua atenção para a garota. – Quero lhe apresentar Kristi Hairetch. Eu pedi que ela lhe mostrasse as instalações da academia.

– É um prazer conhecê-lo. – Dissera a moça, estendendo a mão em cumprimento. Mesmo com o tom cordial e a saudação amigável, conseguia notar certa reserva. Garota esperta, refletira antes de retribuir o gesto. – Madame Ariel me contou sobre suas habilidades. Espero poder vê-lo em ação um dia desses. – A sugestão de um desafio estava mais do que implícita.

– Bem, com um pouco de sorte tudo é possível. – Rebatera na mesma tonalidade. Um olhar rápido para a diretora e vira que, apesar de ter evidentemente feito alguns elogios, não revelara sobre seu passado. Ótimo. – Quem sabe consigas me entreter um pouco em batalha? – Ouvira um riso abafado de Zoroark. Ou o canídeo pensava que aquilo era impossível ou que o adolescente estava lançando uma cantada barata. Francamente, não tinha tempo nem paciência para descobrir qual das opções era a correta.

Passara às duas horas seguintes em um tour pela propriedade estudantil. O trajeto em si fora silencioso. Nenhum dos dois desejava falar nada e o restante do corpo estudantil estava nas “classes específicas”; algo similar a uma faculdade. Como havia recém entrado na academia Taiyou ainda não entrara em qualquer uma dessas, logo tinha a tarde livre. A tentação para que tudo continuasse assim era grande, mas se fosse para sustentar o estratagema de Ariel não tinha escolha. Começava a se perguntar se aquilo realmente valeria a pena.

A decepção crescera ao ver a cafeteria. O local era similar a um restaurante cinco estrelas e, condizente com o status social da clientela, os preços eram estupidamente altos. Com exceção de pão, água e café – que eram de graça – o preço do restante dos pratos era suficiente para comprar uma carruagem. Enquanto que na teoria ele seria filho de uma família nobre de menor escalão, na prática... Nunca precisaram de dinheiro durante suas viagens. Ele e Zoroark eram suficientemente bons em localizar alimentos em meio à natureza. Supunha que teria de fazer o mesmo ali. Passaria mais tarde na floresta para ver o que encontraria, decidiu por fim.

Ao menos a biblioteca lhe parecera interessante. Maior do que poderia esperar encontrar em uma escola. Havia livros ali com centenas de anos e ainda assim em bom estado. Mesmo que usassem magia para mantê-los na melhor condição possível – algo que não lhe espantava – ainda assim era necessário cuidado e respeito no manuseamento por parte dos alunos. Deveras impressionante. Havia uma seção proibida para alunos sem autorização de um membro do corpo docente, mas supunha que se pedisse a Ariel ela não negaria. A retirada dos volumes ser gratuita alegrou-lhe um pouco. Entretenimento não lhe faltaria.

Por fim, chegaram a frente ao seu “dormitório”. O termo estava sendo mal empregado; com três andares e quase dois hectares de comprimento mais parecia uma mansão. O que mais lhe impressionara era que, de acordo com Kristi, aquele era o menor. Além disso, diferentemente do caso das garotas em que os dormitórios eram divididos por classe, aquele servia para todos os garotos da academia. Ainda mais, cada um possuía quarto próprio, enquanto que as garotas eram alocadas em pares. Por questões de moralidade e integridade, preferira não comentar o que imaginara. Tivera a nítida impressão de ouvir um gracejo de certo canídeo. Felizmente a garota não escutara. Ela então lhe entregara uma pequena chave de prata.

– O número do seu quarto é 3105. Madame Ariel crê que irá achá-lo confortável. – Dissera em um tom firme e sereno. Hesitara um pouco antes de prosseguir. – Imagino que não seja necessário dizer-lhe isso, mas em vista dos recentes boatos... – Taiyou suspirara em desânimo. Quem ainda não sabia daquela história? – É terminantemente proibida a presença de garotos nos dormitórios femininos após o toque de recolher.

– Imagino que se eu tentar algo assim você irá me parar? – Perguntara com um ar curioso. Se realmente tivesse vontade de fazê-lo não era com ela que teria de se preocupar, mas sim com a Silver Witch. Vendo que o olhar da garota tornara-se gélido dera de ombros. – Bem, que seja. Embora um ménage à trois com duas princesinhas seja tentador, não tenho vontade de fazer inimigos. – Ao menos na primeira semana, acrescentara mentalmente.

– Entendo. – Falara a primeira, respirando fundo. Parecia tê-la tranquilizado. – De toda forma, bem-vindo a Academia Laurel. – Tendo dito isso dera meia-volta e começara a se afastar, seu rabo-de-cavalo balançando de um lado para o outro enquanto o fazia. Interrompeu-se alguns metros a frente e encara-o por sobre o ombro. – As aulas começam às oito da manhã em ponto. Você está na Azure Class; a turma dos alunos problemáticos.

Tivera a leve sensação de que ter sido posto em tal classe tinha haver com certa diretora. Não conseguira evitar pensar em Rathy e Julie; a personalidade de ambas certamente enquadrava-se nesta categoria. Apenas deu de ombros e adentrou o prédio. O interior era uma versão miniatura do que observara nos corredores da escola, salvo algumas poltronas e estantes. Subindo um par de lances de escadas encontrara rapidamente a porta do seu quarto e entrara no mesmo. A surpresa fora, de fato, agradável.

Apesar de ser um quarto apenas para ele próprio e Zoroark seguramente poderia alojar mais duas ou três duplas ali. As paredes eram de tom azul-acinzentado e o piso era de madeira. No canto oposto do cômodo achava-se uma grande janela com vista para um lago. Uma cama king size estava posicionada em seu centro. Honestamente achava um exagero, mas não iria reclamar por conta disso. Uma mesinha de cabeceira com um abajur repousava confortavelmente ao lado desta. Um sofá e um par de poltronas de couro estavam postos ao redor de uma mesinha de centro. Havia também um par de estantes repletas de livros. Passou os olhos sobre os títulos. Embora não lhe chamassem tanto a atenção quanto alguns exemplares que vira biblioteca ainda lhe proporcionariam algum passatempo. Uma porta lateral levava a um banheiro comparável ao de um hotel cinco estrelas. Ao seu lado, um arco simples conduzia a uma cozinha consideravelmente espaçosa. Uma mesa de carvalho com uns dois metros e meio de comprimento decorava o centro do ambiente. Oito cadeiras – perguntava-se porque tal quantidade em um quarto de solteiro -  rodeavam-na elegantemente. Uma geladeira relativamente grande e um fogão de seis bocas estavam acomodados lado a lado. Armários e prateleiras repletos de utensílios e alguns temperos envolviam o restante da sala. Vislumbrando o ambiente não pode deixar de ponderar que o restaurante só seria usado pelos alunos que não soubessem cozinhar ou não tivessem vontade. Ficara até feliz, na verdade. Mesmo que não fosse um chefe gourmet conseguiria fazer alguns pratos deliciosos com um ambiente daqueles. De volta ao cômodo principal encontrou Zoroark encarando fixamente a floresta através da janela.

– Francamente, estou surpreso comigo mesmo por não esperar isso de você... – Coçando a nuca aproximou-se da vidraça e abriu-a. – Pode ir se divertir. Só lembre-se de voltar antes do amanhecer. – Dissera e, lembrando-se de algo, acrescentou. – Aproveitando que vais sair, traga algo para eu comer depois.

Ouviu-o resmungar um pouco antes de saltar pela abertura, aterrissando com certa graça. Observara sua silhueta diminuir à medida que se afastava e então desaparecer por detrás das árvores. De certo iria encontrar algum adversário que considerasse interessante, descontar toda sua frustração nele e então encher a pança antes de voltar para o quarto. Bem, antes isso do que ficar emburrado, pensara. Recuara um pouco e jogara-se de costas sobre a cama. O colchão era bem confortável, mas não se importava muito com isso. Descansando a cabeça sobre as mãos pôs-se a encarar fixamente o teto em contemplação profunda. De uma forma ou outra ainda possuía o restante da tarde livre. Pensara em dormir um pouco, mas aquilo seria um desperdício de tempo. Quanto a repassar as informações lhe reveladas por Ariel... Teria alguns meses para pensar nisso. A última coisa que precisava no momento eram mais problemas a serem resolvidos. Lembrar-se dela era pedir para velhas feridas voltarem a sangrar.

Decidira por fim dar uma volta pela escola. Enquanto que o “passeio turístico” que lhe fora proporcionado por Kristi fora de fato informativo prestara muito pouca atenção no mesmo. Tinha seu foco na Battre de Champions. Esta edição seriam equipes compostas por sete integrantes. Com apenas seis meses até o início do evento precisaria agir rapidamente. Não teria apenas de juntar-se a um time, mas também de se acostumar com o trabalho conjunto. Para ele que costumava agir em sintonia apenas com Zoroark seria um processo de adaptação tanto quanto turbulento. Anos atrás fizera parte de um grupo que supunha poder chamar de “equipe”... Não, isso era completamente diferente. O termo exato para descrevê-los seria esquadrão; mesmo que um deles morresse, os outros continuariam em frente. Não poderia fazer o mesmo aqui. Além disso, o fato de não conhecer praticamente ninguém da instituição e os boatos sobre ser um depravado sexual iriam certamente pesar. O fator que mais pendia, entretanto, era sua condição atual. Enquanto que estava confiante em poder derrotar boa parte dos estudantes da Academia Laurel a perspectiva era mais sombria frente ao que lhe esperava na Battre de Champions. Contra alguns dos mais poderosos Astralis do continente teria pouca para nenhuma chance se continuasse assim. E não seria um fardo para qualquer outra pessoa, quanto a isso estava decidido.

“Por que diabos eu aceitei mesmo essa proposta?” – Perguntara-se, muito embora já soubesse a resposta. Quando Ariel lhe dissera que ela estava viva nada mais parecera lhe importar. Agora tinha vontade de chamar a si mesmo de tolo. Ergueu ambas as mãos e olhou para suas costas enluvadas. Em parte, suas viagens tinham como motivo aquilo. – Antes de tudo, tenho que resolver esse problema.

Detivera-se ao ouvir alguns latidos. Alguns metros a sua frente um par de Pokémons estavam sentados em frente a uma árvore. Um era um lobo com pouco mais de um metro de altura e vez e meia isso de comprimento. Sua pelagem era um misto de cinza e preto, dando destaque para o manto de pelos sombrios que adornava suas costas. Suas pernas eram musculosas e esbeltas, culminando em patas com três garras cada. Seus olhos eram dourados com uma íris vermelha. Um padrão sombrio e triangular estava estampado na base de ambos. Seu focinho era longo e do mesmo tom. O outro era bem menor, com metade da altura e cerca de sessenta centímetros de comprimento. Sua pelagem era majoritariamente acinzentada, muito embora sua face, pescoço, patas e estômago fossem cor de ônix. Seus olhos eram dos mesmos tons que os do outro, enquanto que seu nariz era rubro. Um par de caninos afiados saia de sua mandíbula inferior. Os pelos na base de sua cauda eram longos e desgrenhados. Possuía três dedos em cada uma de suas patas.

Seguindo o foco de visão de ambos não pode deixar de arregalar os olhos. Entre os galhos da árvore estava uma garotinha. Bem menor do que Rathy ou Julie, deveria ter por volta de doze ou treze anos de idade. Seus cabelos eram longos e cor de linho. Olhos azuis como safiras. Além do uniforme escolar usava um chapéu branco com detalhes em azul e uma capa nos mesmos tons. Calçava um par de botas negras e meias brancas que iam até seus joelhos. Usava também uma presilha negra no formato de um Woobat. Engatinhando cuidadosamente sobre uma das hastes do cedro tentava alcançar o que parecia ser um frisbee preso entre as folhas. Estendera a mão para agarrá-lo, mas pouco antes de conseguir desequilibrara-se e caíra. Estalara a língua em um resmungo silencioso enquanto ambos os canídeos soltavam latidos de preocupação. Calculara rapidamente; estava a uns dez metros, mais ou menos. Não conseguiria pegá-la correndo. Influiu um pouco de energia nas solas de seus pés e chutou o chão. Aquela era uma técnica simples para obter grande velocidade em curtos intervalos de tempo. Levara pouco mais de dois segundos para cobrir a distância. Estendera os braços para frente e esperara até senti-la cair sobre eles. Surpreendera-se; era mais leve do que pensara. Se pesasse quarenta quilos já era muito. Respirou fundo antes de prosseguir.

– Tudo bem? – Perguntara de forma calma. Fingira ignorar os olhares ameaçadores que o par de Pokémons lhe plantara. – Não está machucada?

– Sim! Muito obrigada! – Respondera rapidamente, esboçando um sorriso radiante. Taiyou não pode evitar sentir seu coração acelerar; não era o desejo de todo homem fazer uma bela moça sorrir, afinal? Largou-a no chão e observou enquanto ambos os canídeos se aproximavam, evidentemente aliviados. A moça acariciou-os e então o encarou, curiosa. – Seu nome é...? Nunca o vi por aqui.

– Ah... Eu fui transferido hoje. – Não era totalmente uma mentira. De fato, os papéis que assinara eram um modelo básico para mudança de escolas. – Sou Taiyou Hildebrand. Um prazer conhecê-la. – Fizera uma leve mesura antes de tornar sua visão para o cedro. – Bem, vamos ver se eu consigo tirá-lo daí...

Analisou a situação. O galho em que o frisbee estava preso situava-se a pouco mais de meio metro acima de sua cabeça. Fácil demais, pensara. Não seria necessário muito esforço para isso. Flexionou levemente os joelhos e saltou. Estendeu os braços e agarrou a haste com firmeza. Aproveitara do impulso remanescente e lançara-se ainda mais para cima. Girara seu corpo de modo que conseguisse sentar-se sobre caule. Esticou a mão para o lado e pegou o brinquedo. Deixara-se deslizar para o chão, pousando com alguma graça, antes de entregá-lo para a garota.

– Muito obrigada novamente! Wafuu! – Aquele som que julgara ser de felicidade lhe parecera estranhamente cativante. Tivera de virar o rosto para evitar corar. Sem perceber isto, a moça tornara a sorrir. – Eu me chamo Irinushka Anatolyevna, mas todos me apelidam de Iri! E estes são os meus amigos! – Apontara para os dois canídeos. – Bars... – Um latido animado escapara do Poochyena. – ... E Lisichka. – A Mightyena fizera o mesmo. – Meu avô enviou-a para cá a fim de que eu não me sentisse sozinha.

Observara-a lançar o brinquedo para frente. Subitamente os canídeos dispararam atrás do objeto. Não pudera deixar de reparar que possuíam uma agilidade considerável até mesmo para sua espécie. À medida que o frisbee descia o ânimo de ambos parecia se intensificar. Segundos depois o filhote de lobo saltara e prendera-o entre suas mandíbulas. Deram meia-volta e pararam obedientemente em frente a garota, largando o objeto aos seus pés. Pegara-o e tornara-se para o jovem, seus olhos brilhando.

– Eles querem continuar brincando! – Dissera em seu habitual tom de animação. A vontade que sentira de rebater a obvia anotação com sarcasmo fora grande, mas decidira não fazê-lo. Deixá-la triste não adiantaria em nada. De súbito, estendera-lhe o disco de plástico. – Aqui. Experimente arremessar!

Surpreendera-se com o pedido; francamente não pretendia participar da brincadeira. Planejava recusar educadamente, mas ao ver sua expressão radiante... Fora desarmado. Dando de ombros aceitou a oferta e pôs-se em posição. Encontrava-se aliviado por Zoroark não estar por perto. Caso ele visse a cena certamente passaria as próximas semanas ouvindo seus gracejos. Não era um cenário agradável de imaginar. Suspirara fundo antes de atirar o brinquedo. Tivera de admitir; não imaginara presenciar o que ocorrera a seguir. Não fora apenas o par de lobos que avançara em perseguição ao frisbee. Iri também corria. Apesar de estranho, a situação lhe era inesperadamente fofa. Vira-a saltar e agarrar o frisbee com uma das mãos antes de cair sentada. Ambos os Pokémons prontamente se aproximaram e começaram a lamber seu rosto.

– Eu que ganhei dessa vez! – Dissera em meio aos risos de felicidade. Erguera-se e tirara a poeira de sua saia antes de encará-lo radiante. – Ótimo lançamento! Wafuu! – Não conseguira evitar um sorriso tímido vendo a cena. – Vou mandar de volta!

– Parece que eu não consigo mesmo negar algo para uma garota bonita... – Suspirara, só dando-se conta do que dissera instantes depois. Felizmente ela parecera não ter escutado. Se seu deslize anterior rendera-lhe a fama de pervertido, este certamente lhe enquadraria como pedófilo aos olhos dos outros alunos. – Entendido! – Exclamara, pondo-se em posição.




– Madame Ariel, tem um momento? – Perguntara, fechando a porta do escritório as suas costas. Normalmente não se atreveria a incomodá-la, mas as dúvidas em sua mente não cessavam. Pelo contrário; com o passar do dia pareciam crescer em ritmo assustador.

– É o dever e o prazer de qualquer instrutor ajudar seus alunos. – Replicara-lhe serenamente. Reclinada contra o encosto da cadeira a mulher fitava-a tranquilamente com seus olhos cor de âmbar. Recostado contra a janela, Gallade aparentava estar em um estado quase que de transe meditativo. – Qual o problema, Kristi?

– Quanto ao novo aluno... – De imediato o gladiador abrira os olhos. Tinha de admitir, estava surpresa. Pelo que a diretora dissera Taiyou Hildebrand já lhe era conhecido, logo seu interesse nele era compreensível. Mas para seu parceiro ter também... Quem diabos era aquele garoto? – A senhorita tem realmente certeza de que ele é um Astralis de primeira linha? Desculpe-me por ser rude, mas durante o tour pela escola eu não vi nada demais nele.

– Isso não me surpreende. – A resposta fora bem diferente do que esperava. Levantando-se com graça a mulher tornou-se para a vidraça e passou a encarar o céu. – Afinal, a força dele não pode ser avaliada através dos parâmetros normais. – Sem aguardar por uma resposta voltara-se para a garota. – Se recordo bem, a Cyan Class terá treinamento conjunto com a Azure Class amanhã, não?

– S-Sim... – Replicara, as dúvidas permeando sua mente mais uma vez. Nunca antes a vira dar uma resposta tão vaga quanto esta.

– Então aproveite esta chance para vê-lo em ação. – Sorrira após dar o conselho. – Creio que irás entender o que o torna tão diferente.

Pensara em indagar mais, mas vira que não serviria para nada. Por alguma razão que não compreendia a diretora parecia evitar falar profundamente do assunto. Para ela, considerada a mais poderosa Astralis do continente, fazer isso... Tinha de admitir, estava curiosa e com certa inveja. Quem era aquele garoto, afinal? Fizera uma leve mesura e deixara o recinto, ansiosa pelo que veria no dia seguinte.

Mais uma vez tendo apenas Gallade como companhia no recinto permitira-se um suspiro cansado. Esboçara um sorriso. Não havia esperado tanta comoção ao redor de Taiyou durante seu primeiro dia, mas isso não lhe era um empecilho. Na realidade, era o oposto. Se aquilo o ajudasse a despertar seu poder adormecido poderia ser um avanço notável. Calculava que, no seu estado atual, ele poderia derrotar algo em torno de sessenta por cento dos alunos da academia sem problemas. Se recuperasse as forças que possuía cinco anos atrás seria um dos favoritos para vencer a Battre de Champions. Sentara-se em sua mesa e entrelaçara os dedos, aparentemente satisfeita.

– Taiyou Hildebrand. Um assassino de primeira linha.  Comparar seu estilo de combate e movimentos em batalha com o do restante dos alunos seria tentar equiparar os céus e a terra. – Analisara, sua voz pouco mais que um sussurro. Gallade apenas a fitava, seu olhar expressando concordância. – Suas habilidades físicas e percepção espacial são louváveis. Não é isso que o diferencia, contudo. Na realidade, seu ponto forte é sua capacidade de aprendizado. Conseguir analisar as fraquezas de um adversário apenas observando-o durante alguns instantes não é um talento que possa ser ensinado. – Estreitara os olhos. – Porém seus olhos estão mortos. Tudo que eu posso fazer é esperar... Até que ele recupere o que foi perdido.

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Mensagem por Rush Qua 22 Abr 2015 - 16:53

DZ! /o/


Curti DEMAIS o capítulo. Esse não teve ação alguma e eu admito ter o achado parado até que... Sei lá, esse final foi incrível. O suspense continua, mesmo que tenha sido levemente sanado com as qualidades de Taiyou no campo de batalha, mas sinceramente... Pra quem teve um desafio equilibrado com a garota do Flareon, eu não consigo imaginá-lo como um assassino de primeira linha - mesmo que ele tenha admitido ter pego leve.

Essa academia se pareceu muito com Royal Hearts - uma academia chiquérrima que eu fiz em uma fan fic em meu passado -, e achei bacana o realismo que você implantou nela. Explorar os preços da cafeteria equivalentes ao padrão econômico da escola foi brilhante, um detalhe que realmente embelezou ainda mais o universo de sua fan fiction.

Outra coisa que eu adorei é em como você está desenvolvendo a relação entre Taiyou e Zoroark. Sei lá, eles mais parecem irmãos do que treinador e Pokémon. Não diria irmãos, mas companheiros mesmo, já que o Zoroark mostrou ter grande independência, a ponto de caçoar o rapaz. Amei esse desenvolvimento.

A aparição de Iri foi bem avulsa, no entanto. A guria tem dois Pokémons, bizarra e ainda bem mais jovem do que eu esperaria ver algum aluno nessa academia. Ela pareceu ser uma boa garota, por isso irei aguardar seu desenvolvimento antes de criar uma opinião aprofundado sobre ela. Eu jurava que o Mightyena e o Poochyena fossem atacar Taiyou quando este a segurou - ou que ela iria começar a gritar "socorro, um pervertido".

Ri demais em como os rumores se espalharam tão rápido em poucas horas. AUEHAUE'

Enfim, amei o cap. Você consegue me surpreender com a qualidade de sua escrita.

Aguardo ansiosamente o próximo cap. Abraço!
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Mensagem por togekisses Qui 23 Abr 2015 - 21:28

Olá, DarkZoroark!

Eu estava muito ansioso para ler o próximo capítulo da fanfic mesmo, por isso não demorei a fazê-lo e estou aqui para comentar.

Primeiramente, achei incrível que você tenha conseguido apresentar duas novas personagens e descrever as suas aparições tão detalhadamente, apesar do capítulo ter sido pequeno. Entendi que a Kristi é uma pessoa de confiança para a diretora e que talvez a Cyan Class esteja se juntando com a Azure Class por questões de clara oposição entre elas, sendo a primeira provavelmente a classe dos certinhos.

A maneira como você descreve a relação entre o protagonista e o seu amigo canídeo também é muito cativante, adoro de verdade o quanto eles dois têm essa relação mais realista. Considerando que isso vai estar sendo uma rega pra todo Pokémon que aparecer na fanfic, estou cada vez mais ansioso pelos próximos capítulos.

E quanto à Iri, eu não havia me tocado que o título do chapter se referia a ela e à Mightyena. A verdade é que eu pensei que o "wolf" era o Taiyou porque juntei o fato dele estar ganhando fama de pervertido com o parceiro dele ser o Zoroark e armei metáforas absurdas. Confesso que achei tão legal essa cena deles dois, que tô achando que ela seria uma protagonista muito melhor pra brilhar ao lado dele ao invés das duas louquinhas, mas pois é.

Espero ansiosamente pela continuação, até mais ver!
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Mensagem por Killer123 Sex 24 Abr 2015 - 22:22

ménage à trois?! :megusta:

Gostei bastante do capítulo, você desenvolveu melhor a relação entre o Taiyou e Zoroark, eles são como verdadeiros companheiros, cuidam um do outro, caçoam um do outro. Gostei também das personagens introduzidas. Kristi aparenta ser alguém de total confiança para a diretora, mas não tanto a ponto de revelar a missão de Taiyou. Ela já desconfia do mesmo e o subestima das habilidades do rapaz.

Eu só acho o Taiyou um tanto quanto jovem para ser considerado um assassino de 'primeira classe' e ter tido seu auge a poucos anos atrás, ele deve ter uns 17 anos?! não me lembro, só sei que é um adolescente que pode derrotar 70% de um instituto de treinamento de Viralts sem problemas.

A academia realmente é um local bem interessante de se estudar ( no meu caso, estou mais interessado na biblioteca e no quarto de 'solteiro', que parece ser maior que a minha casa). Agora sobre a personagem Iri, ela é uma garota meio 'nova' para estar dentro do instituto, a não ser que o mesmo permita gente mais nova ou ela seja um prodígio.

Na hora que ela caiu da árvore e o Taiyou a salvou, eu já esperava alguém gritar " Olha! o pedófilo tá atacando de novo!!" sei lá, notícias em escolas passam rápido, e duvido muito que sujar ainda mais a ' reputação' do mesmo iria ajuda-lo.

Pior é o fato de que ele e o Zoroark terão de se enturmar e aprenderem a trabalhar em equipe. vai ser dificil. Ainda mais tratando desses dois, que bem, só arranjaram confusão desde que apareceram.

Estou muito curioso sobre a personagem que aparecera no prólogo, sei que não é uma protagonista, mas vai ser um personagem de muita importância, creio eu.

bem, boa sorte!
espero pelo próximo capítulo! 

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Mensagem por xKai Dom 26 Abr 2015 - 10:39

Vou te dizer que sempre tenho uma preguicinha de ler seus capítulos devido ao tamanho dos mesmos, mas cara a fanfic está espetacular! Este capítulo apesar de demonstrar pouca ação, foi um dos melhores, em minha opinião.

Primeiramente tenho que citar algo, o Taiyou aparenta ser um rapaz sério e certinho né... Mas o cara tem alma de pervertido... Ou seria um pervertido fingindo-se ser um cara certinho? -q Até agora achei ele um ser muito misterioso, a personalidade dele é algo que eu sinceramente jamais havia presenciado, uma pessoa inteligente, séria, que vez ou outra faz algum comentário um tanto quanto exótico ou obsceno, é algo bem incomum! Mas que lhe garante uma incrível originalidade e respeito sobre sua criação. Imagino que ele vai viver belos dias nesta "escola", caramba ele está vivendo no maior luxo, tem certeza que não tem algum banco nessa escola onde os alunos pegam o dinheiro direto da conta dos pais não? Enfim... Outro ponto bem bacana né, apesar dele ter estes ótimos recursos, ele continua preferindo seu método de vida anterior, isto se confirmou ainda mais quando pediu para que Zoroark lhe trouxesse algo.

Agora sobre a Iri... Que bom que essa criatura de Deus tem um apelido, né? Sinceramente nem imagino porque deram esse apelido pra ela... Parece que não foi diferente até aqui, parece que só tem mulher nessa escola (não que eu vá reclamar) mas o Taiyou deve estar adorando ainda mais tudo isto, não? Até agora o rapaz já passou a mão em quase todas o que torna ainda mais conflitante sua personalidade em minha percepção, eita cara misterioso... Mais uma vez o final me deixou bastante curioso, aguardo ansiosamente pelo próximo capítulo, até mais!

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Mensagem por Black~ Qua 29 Abr 2015 - 21:29

Bom, vamos lá.

Devo dizer, que esse capítulo ficou muito bom. Ele foi, acho, o que teve menos ação até agora, mas foi, talvez, o melhor até agora. Bem escrito e muito misterioso, deixando a história cada vez mais intrigante, o que eu estou gostando bastante. Realmente, tá tudo muito bom.

Eu também não entendi muito bem a tal da Iri. Talvez ela seja algo importante para a história, assim espero. Mas, concordo com o Rush que ela ficou meio avulsa ali. Também achei estranho o fato de ela ser uma garotinha e estar nessa escola, mas enfim. E, bem, imaginei que o Taiyou fosse ser taxado de pedófilo, do jeito que ele tem uma reputação boa -q.

Essa menina é mesmo uma pessoa de muita confiança da Ariel, já que a mesma a encarregou de fazer esse "passeio turístico" com o Taiyou, além de ter essa conversa a respeito das Astralis, o que mostra que a garota tem certa desconfiança no protagonista, mas enfim, vamos aguardar.

A fic tá realmente bem realista. Aquele negócio dos preços abusivos na cantina da escola eu achei que foi mais um momento de descontração, mas que serviu pra mostrar que "quem é rico tem que pagar caro", mas que a deixou bem real, de toda forma -q, e que não deixou de ser bom, claro.

Essa relação entre o Zoroark e o Taiyou é muito interessante de se ver. Não é só uma relação treinador-pokémon. Os dois são como amigos, irmãos. Onde já se viu um pokémon zoar o próprio "treinador"? Eu nunca vi isso, cara. Eu gostei muito disso na sua fic, bem legal.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.

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