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Astral Zero - Página 5 Empty Re: Astral Zero

Mensagem por Kirkos Sab 5 Set 2015 - 0:38

Sério, é desconcertante ver você escrever assim e indo lá comentar na minha história falando que eu sou bom, chega a dar vergonha Laughing
Eu li só o capítulo 2. Ok, não é algo legal de se fazer porque teve fics que eu peguei e fui lendo tudo porque eu achei mais tranquilas de ler. Entretanto, você é um exímio escritor e isso é inegável. E acho legal porque isso não te faz metido, você vai em outras fics e comenta com uma personalidade de leitor comum e isso é uma coisa que algumas vezes é raro de se ver.

Bem, de todas as evoluções do Eeevee as minhas favoritas são Vaporeon, Umbreon e Glaceon. E... Glaceon <3
Entretanto, o Zoroark enquanto pokémon (estou me desvencilhando da personagem da fic) pra mim é uma incógnita em relação a gosto. As vezes eu acho ele uma cópia mal feita do Lucario, só que aí ele tem o Night Daze. Eu vi esse ataque no M13 e... Me apaixonei no momento em que vi. Inclusive ele vai aparecer na minha história hahah Então eu realmente desenvolvi um sentimento misto em relação a esse pokémon.

Só que um certo escritor chamado DarkZroroark me fez realmente esquecer o misto de lado e só considerar o Zoroark um pokémon extremamente foda. Agora... Mismagius me assustam então imagina como eu fiquei lendo sobre o que os Mismagius estavam fazendo a luz do dia... Imagina de noite?

Agora... A ÚNICA crítica que eu faço em relação a história é que tipo... Eu sou muito lerdo. Muito. Eu confundi os dois ataques do prólogo. Então pra eu conseguir pegar o que você tá descrevendo, mesmo que isso seja a sua intenção me atrapalhar enquanto leitor. Só que eu sou um leitor idiota então... Continue assim porque você é um dos melhores escritores que já vi e isso é algo que você tem que se orgulhar. E muito. Vou tentar ler o resto um pouco mais rápido, embora seja difícil hahah

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Mensagem por Rush Dom 6 Set 2015 - 3:09

Rapaaz, mas que capítulo épico. Parece que a cada capítulo que tu posta, mas épica a história vai ficando. De início, jurava que o Pokémon da oponente fosse um Feraligatr, então pensei "Essa vai dar trabalho", mas nah, o Croconaw apanhou feio. Apanhou rude. 


Eu, como sempre, amei a desenvoltura de todos os personagens citados no capítulo - que tirando a Ariel, já foi 90% -, e admito que gostei pra caramba do ruivo. Ren me lembrou bastante do Shikamaru neste capítulo, parece que mesmo sendo bastante preguiçoso, ele é sábio e não precisa desse tipo de treinamento o qual considera "brincadeira". Logo, ou ele é muito sábio, ou ele é muito forte. Ou ambos né, nunca se sabe. 


Gostei do momento de inicio de laços de amizade entre Taiyou e a Ruiva do Flareon, não sei se estou certo, mas acho que o motivo pela qual Rathy não interagiu com Taiyou, foi para que Julie pudesse conversar e ser simpática com o assassino.


Agora, sobre a luta... Meu deus do céu. Eu já imaginava que fosse acabar com aquela frase de efeito, e mesmo confirmando minha presunção, eu achei épico demais. Taiyou é muito, mas muito foda. 


Eu quero ver se irá aparecer outras lutas, para ver a estratégia de outros personagens que não se assustem com a fodelosidade do Taiyou. 


Bem, resumindo tudo, eu adorei - como sempre - esse capítulo. Espero que o próximo cap seja ainda mais épico.


Um abraço! Aguardo ansiosamente o prox cap. 
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Mensagem por Black~ Dom 6 Set 2015 - 15:44

Bom, vamos lá.

Realmente, esse capítulo foi muito bom. Apesar do tamanho relativamente pequeno, comparado aos outros, foi um dos melhores capítulos da fic. O Taiyou me surpreende mais a cada dia que passa. A gente já sabe que ele é muito forte, mas parece que ele fica cada vez mais forte ainda.

Sério, essa batalha foi demais. Tipo, deu nem pro cheiro, o Taiyou e o Zoroark venceram com uma facilidade imensa. Ainda foi interessante ver que o Taiyou realmente não estava muito afim da batalha, e ainda no final usou a frase de efeito, como o Rush falou, deixando tudo bem mais legal ainda.

Também achei interessante o desenvolvimento do Taiyou e da Julie. Eu acho que, apesar das garotas acharem o Taiyou um tarado, elas até gostam dele. Gostar independente do jeito que for. Mas achei que a relação entre os dois foi bacana. Fico imaginando pra ver como vai se desenvolver mais o relacionamento o protagonista com as duas garotas, que já viraram suas amigas.

Esse Ren foi bem interessante também. Acho que concordo com o Rush, em questão dele talvez seja alguém bem forte e não quer ficar desperdiçando energia com esses treinos, considerados "brincadeira" por ele, talvez seja por isso que ele demonstrou tamanho desinteresse, e que fez o instrutor entender, como se já previsse, talvez.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.

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Mensagem por xKai Dom 13 Set 2015 - 11:15

Fala DZ! Peço minhas mais sinceras desculpas pelo atraso, parece que isto está ficando mais recorrente que deveria -q Mas sabe como que é, ter coisas a fazer, ler uma fanfic grande e ainda ter que maquinar o comentário -q Bem, deixando isto de lado, aí vai o que eu achei sobre o capítulo atual.

As fagulhas entre o protagonista e a ruiva parecem estar sei lá... Se apagando? Eles começaram com todos os pés esquerdos possíveis, mas hoje consegui reparar que estão diferentes -q Seria motivos para nossa Rathy ficar enciumada?

No momento em que Taiyou pensou nos Arkane Knights, ou melhor, viu o professor e lembrou-se deles... Ele foi rodeado por uma aura assassina e uma sensação de terror e angustia, sem dúvida que sofreu um trauma e tanto... Mas para alguém emitir uma aura assassina descuidadosamente deste jeito... Acredito que ele possua forte sentimento de vingança... Aqueles que seguem por este caminho buscam por poder, mesmo os que já são naturalmente fortes, imagino qual seria o objetivo dele.

Sobre a luta, bem, foi brincadeira de criança, não é? Creio que da forma que descreveu a batalha poderia ter sido decidida no instante em que teve início. Mas tem algo que me irrita no Taiyou -q Ele parece sofrer de algum tipo de excesso de confiança... Parece ter a necessidade de "humilhar" seus adversários. Sem dúvidas se tudo isto fosse real, ele seria uma pessoa que eu acharia insuportável, eu sou do tipo que se não for lutar pra valer, nem inicio alguma coisa, afinal... Se você vencer usando tudo o que tem será uma demonstração de respeito ao adversário e ao seu próprio poder, aqueles que tem poder, o usam. Mas como disse, caso tudo isto fosse real -q O Taiyou é um personagem interessante, ainda que muito misterioso, aguardo por mais detalhes sobre seu passado. Por hoje é só, até o próximo capítulo 0/

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Mensagem por Kirkos Sex 9 Out 2015 - 1:47

Li o capítulo 3, acho que vai ficar clichê, mas... é desconcertante ver você escrever Laughing

Uma coisa que eu não havia mencionado, eu gostei da Rathy. Sei lá, eu achei ela uma personagem bem trabalhada, Mais uma vez o Zoroark subiu no meu conceito, o que tá me fazendo gostar cada vez mais desse bicho, eu ainda tô meio confuso desse lance do treinador levar o dano junto com o pokémon, acho que é mais por costume enquanto leitor mesmo, conforme eu for lendo acho que vou conseguir me adaptar melhor.

AHHHHHH UMA COISA QUE EU LI ENQUANTO PULAVA VOCÊ RESPONDENDO AOS COMENTÁRIOS: SANSA STARK
Eu voltei e vi que você se inspirou na Sansa pra criar a Rathy. Acredite: eu tava aqui com meus botões pensando "cara, ela me lembra alguém." Fatos reais aqui.

Enfim, eu curti a batalha do Zoroark com o Flareon, assim que eu li o título do capítulo eu já sabia que ia rolar um embate, que, diga-se de passagem sendo redundante pela enésima vez: você escreveu MUITO bem.

Eu vou ler o resto amanhã e acho que até domingo pareio com todo mundo pra não ficar fazendo uns comentários meio non sense de capítulos antigos.

É isso, você é foda, simples assim.

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Mensagem por DarkZoroark Seg 2 Nov 2015 - 0:10

Boa noite a todos.
Primeiramente, eu peço desculpas pela enorme demora em postar este capítulo. O problema foi que, fora a faculdade que realmente deu uma apertada durante estes últimos meses, tive um pequeno bloqueio enquanto escrevia e, para coroar com chave de ouro, o arquivo do capítulo acabou corrompendo e eu precisei escrever tudo novamente. Obviamente, a boa-vontade para fazê-lo não era muita. Também há o fato de que estou planejando uma Fanfic para postar no Fanfiction.net, mas não vem ao caso agora. Enfim, deixemos isto de lado e vamos aos comentários:


@Kirkos escreveu:Sério, é desconcertante ver você escrever assim e indo lá comentar na minha história falando que eu sou bom, chega a dar vergonha Laughing
Eu li só o capítulo 2. Ok, não é algo legal de se fazer porque teve fics que eu peguei e fui lendo tudo porque eu achei mais tranquilas de ler. Entretanto, você é um exímio escritor e isso é inegável. E acho legal porque isso não te faz metido, você vai em outras fics e comenta com uma personalidade de leitor comum e isso é uma coisa que algumas vezes é raro de se ver.

Bem, de todas as evoluções do Eeevee as minhas favoritas são Vaporeon, Umbreon e Glaceon. E... Glaceon <3
Entretanto, o Zoroark enquanto pokémon (estou me desvencilhando da personagem da fic) pra mim é uma incógnita em relação a gosto. As vezes eu acho ele uma cópia mal feita do Lucario, só que aí ele tem o Night Daze. Eu vi esse ataque no M13 e... Me apaixonei no momento em que vi. Inclusive ele vai aparecer na minha história hahah Então eu realmente desenvolvi um sentimento misto em relação a esse pokémon.

Só que um certo escritor chamado DarkZroroark me fez realmente esquecer o misto de lado e só considerar o Zoroark um pokémon extremamente foda. Agora... Mismagius me assustam então imagina como eu fiquei lendo sobre o que os Mismagius estavam fazendo a luz do dia... Imagina de noite?

Agora... A ÚNICA crítica que eu faço em relação a história é que tipo... Eu sou muito lerdo. Muito. Eu confundi os dois ataques do prólogo. Então pra eu conseguir pegar o que você tá descrevendo, mesmo que isso seja a sua intenção me atrapalhar enquanto leitor. Só que eu sou um leitor idiota então... Continue assim porque você é um dos melhores escritores que já vi e isso é algo que você tem que se orgulhar. E muito. Vou tentar ler o resto um pouco mais rápido, embora seja difícil hahah


Li o capítulo 3, acho que vai ficar clichê, mas... é desconcertante ver você escrever Laughing

Uma coisa que eu não havia mencionado, eu gostei da Rathy. Sei lá, eu achei ela uma personagem bem trabalhada, Mais uma vez o Zoroark subiu no meu conceito, o que tá me fazendo gostar cada vez mais desse bicho, eu ainda tô meio confuso desse lance do treinador levar o dano junto com o pokémon, acho que é mais por costume enquanto leitor mesmo, conforme eu for lendo acho que vou conseguir me adaptar melhor.

AHHHHHH UMA COISA QUE EU LI ENQUANTO PULAVA VOCÊ RESPONDENDO AOS COMENTÁRIOS: SANSA STARK
Eu voltei e vi que você se inspirou na Sansa pra criar a Rathy. Acredite: eu tava aqui com meus botões pensando "cara, ela me lembra alguém." Fatos reais aqui.

Enfim, eu curti a batalha do Zoroark com o Flareon, assim que eu li o título do capítulo eu já sabia que ia rolar um embate, que, diga-se de passagem sendo redundante pela enésima vez: você escreveu MUITO bem.

Eu vou ler o resto amanhã e acho que até domingo pareio com todo mundo pra não ficar fazendo uns comentários meio non sense de capítulos antigos.

É isso, você é foda, simples assim.

Kirkos o/
Dei uma unificada nos comentários pois seria mais fácil responder tudo de uma vez. Primeiramente, obrigado pelos elogios. Honestamente não me importo muito se fores lendo a história com calma até porque eu costumo demorar um pouco entre um capítulo e outro. Quanto a questão Zoroark/Lucario eu nunca cheguei a ver esses dois Pokémons como sendo extremamente parecidos. A bem verdade, as únicas semelhanças visíveis entre os dois são o fato de terem sido introduzidos em um filme antes do restante de sua geração e terem uma aparência mais puxada para os canídeos. Sinto-me honrado em saber que tenha mudado positivamente sua visão do Pokémon ilusório. Na real, eu acho que ficaria meio estranho por no meio da descrição "Era tal ataque" ou "Estava utilizando aquela técnica". Sei lá, creio que interromperia a fluidez da história, mas em relação aos Pokémon que tenham um parceiro humano, no guia da história há o moveset deles. Qualquer coisa, é só conferir lá. Fico feliz que tenhas gostado da Rathy. Eu baseei ela mais na Sansa dos livros do que a da série por achar que haja uma inocência maior presente naquela - creio que a diferença de três anos entre ambas as versões da personagem seja uma boa explicação. Espero que gostes deste novo capítulo.


@Rush escreveu:Rapaaz, mas que capítulo épico. Parece que a cada capítulo que tu posta, mas épica a história vai ficando. De início, jurava que o Pokémon da oponente fosse um Feraligatr, então pensei "Essa vai dar trabalho", mas nah, o Croconaw apanhou feio. Apanhou rude. 


Eu, como sempre, amei a desenvoltura de todos os personagens citados no capítulo - que tirando a Ariel, já foi 90% -, e admito que gostei pra caramba do ruivo. Ren me lembrou bastante do Shikamaru neste capítulo, parece que mesmo sendo bastante preguiçoso, ele é sábio e não precisa desse tipo de treinamento o qual considera "brincadeira". Logo, ou ele é muito sábio, ou ele é muito forte. Ou ambos né, nunca se sabe. 


Gostei do momento de inicio de laços de amizade entre Taiyou e a Ruiva do Flareon, não sei se estou certo, mas acho que o motivo pela qual Rathy não interagiu com Taiyou, foi para que Julie pudesse conversar e ser simpática com o assassino.


Agora, sobre a luta... Meu deus do céu. Eu já imaginava que fosse acabar com aquela frase de efeito, e mesmo confirmando minha presunção, eu achei épico demais. Taiyou é muito, mas muito foda. 


Eu quero ver se irá aparecer outras lutas, para ver a estratégia de outros personagens que não se assustem com a fodelosidade do Taiyou. 


Bem, resumindo tudo, eu adorei - como sempre - esse capítulo. Espero que o próximo cap seja ainda mais épico.


Um abraço! Aguardo ansiosamente o prox cap. 

Rush o/
Fico feliz em saber que estejas gostando do rumo que a história vem tomando. Realmente, a luta teria sido bem mais interessante se o Pokémon adversário fosse um Feraligatr, mas eu planejava manter as habilidades plenas do Zoroark escondidas por enquanto, então escolhi o Croconaw mesmo. Realmente, quando penso nisso, há uma boa semelhança entre a personalidade do Ren e a do Shikamaru. Olha, vou ser sincero; o ruivo é de fato um Astralis bem poderoso, mas o motivo para não querer lutar foi puro desinteresse mesmo. O fato do Eohric ter aceito a réplica dele foi pelo fato de que isso já aconteceu algumas vezes. Eu criei o Ren como um personagem extremamente despreocupado e, talvez, um pouco cabeça-de-vento. E parece que acertaste o motivo para não ter havido uma interação entre a Rathy e o Taiyou neste último capítulo. Quanto a lutas equivalentes, creio que terá a final deste volume e as principais dos próximos volumes também. Só espera para ver. Espero que gostes deste novo capítulo.


@Black~ escreveu:Bom, vamos lá.

Realmente, esse capítulo foi muito bom. Apesar do tamanho relativamente pequeno, comparado aos outros, foi um dos melhores capítulos da fic. O Taiyou me surpreende mais a cada dia que passa. A gente já sabe que ele é muito forte, mas parece que ele fica cada vez mais forte ainda.

Sério, essa batalha foi demais. Tipo, deu nem pro cheiro, o Taiyou e o Zoroark venceram com uma facilidade imensa. Ainda foi interessante ver que o Taiyou realmente não estava muito afim da batalha, e ainda no final usou a frase de efeito, como o Rush falou, deixando tudo bem mais legal ainda.

Também achei interessante o desenvolvimento do Taiyou e da Julie. Eu acho que, apesar das garotas acharem o Taiyou um tarado, elas até gostam dele. Gostar independente do jeito que for. Mas achei que a relação entre os dois foi bacana. Fico imaginando pra ver como vai se desenvolver mais o relacionamento o protagonista com as duas garotas, que já viraram suas amigas.

Esse Ren foi bem interessante também. Acho que concordo com o Rush, em questão dele talvez seja alguém bem forte e não quer ficar desperdiçando energia com esses treinos, considerados "brincadeira" por ele, talvez seja por isso que ele demonstrou tamanho desinteresse, e que fez o instrutor entender, como se já previsse, talvez.

Enfim, é só e boa sorte com a fic.

Black~ o/
Alegra-me que tenhas gostado deste último capítulo. Realmente, de todos que eu escrevi até o momento, este foi o menor deles, mas o importante é que tenha ficado bom. Olha, vou dizer que o Taiyou ainda vai ter um belo aumento de força, visto que, ao menos temporariamente, ele não pode usar suas Viralts. Por outro lado, os adversários também se tornarão bem mais fortes, então haverá um equilíbrio entre eles. O uso da frase de efeito eu já havia estipulado faz um bom tempo para dar um tom mais badass ao personagem. Acertaste no ponto em dizer que elas gostam do Taiyou apesar de acharem ele um tanto pervertido, ainda que, no caso da Julie, seja mais confiar do que gostar propriamente. Quanto ao Ren, ele é o tipo de personagem que sofre de desinteresse por aquilo que não acha divertido, então resolve deixar estas coisas de lado. Apenas no volume 2 que ele irá mostrar suas forças, então aguarde. Espero que gostes deste novo capítulo.


@xKai escreveu:
Fala DZ! Peço minhas mais sinceras desculpas pelo atraso, parece que isto está ficando mais recorrente que deveria -q Mas sabe como que é, ter coisas a fazer, ler uma fanfic grande e ainda ter que maquinar o comentário -q Bem, deixando isto de lado, aí vai o que eu achei sobre o capítulo atual.

As fagulhas entre o protagonista e a ruiva parecem estar sei lá... Se apagando? Eles começaram com todos os pés esquerdos possíveis, mas hoje consegui reparar que estão diferentes -q Seria motivos para nossa Rathy ficar enciumada?

No momento em que Taiyou pensou nos Arkane Knights, ou melhor, viu o professor e lembrou-se deles... Ele foi rodeado por uma aura assassina e uma sensação de terror e angustia, sem dúvida que sofreu um trauma e tanto... Mas para alguém emitir uma aura assassina descuidadosamente deste jeito... Acredito que ele possua forte sentimento de vingança... Aqueles que seguem por este caminho buscam por poder, mesmo os que já são naturalmente fortes, imagino qual seria o objetivo dele.

Sobre a luta, bem, foi brincadeira de criança, não é? Creio que da forma que descreveu a batalha poderia ter sido decidida no instante em que teve início. Mas tem algo que me irrita no Taiyou -q Ele parece sofrer de algum tipo de excesso de confiança... Parece ter a necessidade de "humilhar" seus adversários. Sem dúvidas se tudo isto fosse real, ele seria uma pessoa que eu acharia insuportável, eu sou do tipo que se não for lutar pra valer, nem inicio alguma coisa, afinal... Se você vencer usando tudo o que tem será uma demonstração de respeito ao adversário e ao seu próprio poder, aqueles que tem poder, o usam. Mas como disse, caso tudo isto fosse real -q O Taiyou é um personagem interessante, ainda que muito misterioso, aguardo por mais detalhes sobre seu passado.  Por hoje é só, até o próximo capítulo 0/

xKai o/
Cara, nem te preocupes em demorar para comentar. Eu mesmo demoro para comentar e postar capítulos novos, então nem esquenta com isso. Na real, o que acontece é que eles estão "neutros" em relação ao outro. E nem, é só amizade mesmo. Nunca gostei muito do conceito de tsundere, então não planejo criar, ao menos por hora, alguém assim nesta história. Até hoje me pergunto o motivo dos japoneses pagarem tanto pau para esse tipo de personalidade. Quanto a aura que rodeou o Taiyou eu diria que seria algo mais próxima a uma de ressentimento e raiva do que terror e angústia. Realmente há um momento que houve algo entre eles e deixou o garoto bem desconfiado dos militares, mas isso será revelado mais para frente na história. Ele também não chega a buscar poder, apenas aceitou entrar na escola para confirmar uma informação. Não chego a sentir que ele tenha um excesso de confiança; é mais saber avaliar se um adversário é forte ou não. O que ele fez não chega bem a ser caracterizado como humilhar seu adversário, mas sim dar algumas dicas baseado em suas experiências passadas. Espero que gostes deste novo capítulo





Capítulo X - Ice and Fire Hellish Combo

Estático sob o portão de entrada esperava pacientemente pelas garotas. O sol brilhava em seu ápice, mas uma leve brisa amenizava o calor. Zoroark descansava sobre o galho de uma árvore, pretendendo estar dormindo. Percebera pela sua respiração que não estava. Ao contrário, tornava-se mais inquieto à medida que o tempo passava. Paciência nunca fora seu forte. Bem, ele próprio não podia argumentar muito. Só mantinha-se pacato por ter levado consigo um livro. Uma falta de etiqueta, mas conseguiria facilmente inventar uma desculpa para o ocorrido. No momento desejava apenas curtir a paz momentânea. Desde a sua “apresentação” no dia anterior recebera dezenas de convites para se juntar a equipes. Rejeitara educadamente alguns e para outros dissera que pensaria sobre o assunto. Honestamente não tinha intenção de fazê-lo. Desconfiava que este fosse o objetivo de Ariel, mas não havia motivos para se aprofundar no assunto. Voltara à atenção para o livro em suas mãos. Um exemplar em ótimas condições que detalhava as estratégias militares durante a Ranbal War e o impacto delas no campo de batalha. Não era a leitura mais agradável de todas, mas servia para distraí-lo. Seu sonho, sobretudo, era algo que queria esquecer. Garras gélidas e metálicas apertavam seu coração toda vez que recordava.

“Ei, Tai-tan!” – A voz ressoara em sua mente. O tom alegre que só ela era capaz de manter naquela instituição horrenda. – “Vamos nos casar quando crescermos, ok?! É uma promessa!” – Os olhos violeta brilhantes e os cachos negros esvoaçantes eram a imagem que lhe vinha à mente.

As chamas surgiram logo depois, consumindo seu sorriso. Cerrara os punhos com força. Não fosse o couro das luvas teria rasgado a própria pele com a pressão exercida. Outros rostos surgiram em sua mente. Todos perdidos para sempre naquele dia infernal. Nunca gostara dos deuses, mas passara a odiá-los após o evento. Os pesadelos não ajudavam a reduzir sua fúria. Uma nova imagem surgira diante de si. Fazia cinco anos que não a via, mas a visão era tão clara quanto possível. Falava em seu suave tom manipulador de costume, palavras que conhecia há muito. A única outra sobrevivente e família remanescente... Seria sua adversária. A ideia passava-lhe sensações estranhas. Não sentia nada ao defrontar outros, mas com ela... Não sabia se seria capaz de manter a calma. E, mesmo que conseguisse, não existiam garantias de triunfo. Sua perícia com a Viralt Excendeiss era boa a esse ponto. E também...

– Taiyou-san! – O chamamento abrupto afugentara seus devaneios. Espiara por sobre o ombro e vira Rathy e Julie correndo em sua direção. Detiveram-se a alguns passos dele, ofegantes. Por entre uma respiração entrecortada, a loira falara. – Peço desculpas... Pelo atraso...

– Francamente... – Queixara-se a outra, tão cansada quanto a amiga. – Só demoramos porque ficaste se arrumando por meia hora...

– J-Julie! – Exclamara a primeira, as faces corando intensamente. Parecia ter perdido a compostura. A cena lhe era estranhamente cativante. – N-Não era para ter dito...! – Sussurrara, lançando um rápido olhar ao garoto. A situação era divertida, mas decidira interferir antes que houvesse maiores problemas.

– Vamos, vamos... – Erguera as mãos em sinal de paz, esboçando um sorriso tranquilo. – O importante é que chegaram. Não é mesmo, Zoroark? – Sem qualquer sinal de advertência o canídeo caiu logo atrás das moças. A expressão de susto em seus rostos não tivera preço. O vulpino rira um pouco e depois respondera à pergunta com um aceno positivo de cabeça. – Cavalheiresco como de costume... – O animal dera um riso ríspido e agressivo como resposta. Boa educação nunca fora seu forte. Decidiu ignorar. – Mudando um pouco de assunto, poderiam me explicar este torneio do qual irão participar? Parece-me improvável que muitos Astralis participem com a Battre de Champions tão próxima...

– Simples; o prêmio é irresistível. – Replicara a morena, em tom casual. Parecia achar aquilo óbvio. – A dupla triunfante terá a oportunidade de desafiar um Regigigas. Haverá também a possibilidade de estabelecer um pacto com uma Military Class Viralt. – A última frase fizera-o empalidecer.

A ideia era ousada, tinha de reconhecer... E igualmente perigosa. Sabia não muito sobre o Pokémon colosso, mas o pouco de informação que tinha era o suficiente. Utilizados como guardiões dos antigos templos e posteriormente como armas de destruição em massa na Ranbal War estavam quase extintos agora, ainda que estátuas em tamanho real possam ser vistas em regiões remotas. Ariel certa vez falara-lhe de um confronto que tivera contra um. Fora uma das raras batalhas em que fora ferida com seriedade. A perspectiva das duas enfrentando algo assim não lhe agradava nem um pouco, mas, certamente, era mais seguro do que o outro prêmio. Military Class Viralts eram, falando brandamente, instrumentos apocalípticos com poder de dizimar uma cidade em poucos segundos. Em termos de poder puro eram imensuravelmente mais fortes que as outras, mas de controle igualmente difícil. Só Astralis extremamente habilidosos ou uma unidade de Arcane Knights conseguem manipulá-las. Foram todas seladas ou destruídas após a última guerra. Havia uma garotinha naquele lugar que fazia algo “diferente” com elas, mas supunha que já estivesse morta...

– Não é perigoso entregar algo assim como o prêmio de um torneio? – Loucura era um termo mais apropriado, mas decidira manter a compostura.

– Fique tranquilo, Taiyou-san. – Assegura-lhe Rathy, ostentando um olhar determinado. – O Regigigas está selado em um obelisco. E, se houver qualquer problema, a diretora disse que tinha um plano de contingência. – Reprimira um murmúrio irritado. A estratégia da Silver Witch muito provavelmente envolvia Gallade, Zoroark e ele próprio. Mais uma vez tornava-se parte de seus esquemas contra a vontade.

– Desde que vocês estejam a salvo... – Cedera por fim, dando-se por vencido. Discutir não ajudaria em nada. Decidira então mudar de assunto e voltara-se para o mamífero ilusório. – Poderias entregar o saco de dinheiro? Estou pensando em comprar um jogo de xadrez. – A resposta fora um estalar de língua em resmungo silencioso, claramente discordando. Um sorriso brotara em seus lábios. Sabia como contorná-lo. – Que pena. Ia comprar alguns doces para ti, mas como não queres...

O movimento fora mais rápido do que previra. Vira-o enfiar uma mão em sua exuberante juba e retirar de lá uma pequena bolsa de couro fechada por um barbante. Atirou-a em sua direção sem qualquer rodeio, mas pegá-la fora uma tarefa fácil. Comemorara internamente. Outro hábito que podia atribuir a Ariel, embora este fosse útil. Conheceram-na enquanto ele ainda não passava de um Zorua e a mulher mimara-o com quitutes desde então. Seu gosto por chocolate tornara-se uma ótima forma de “auxiliar” em suas decisões. Agitara o objeto em suas mãos. O tilintar das moedas era audível. Pesava consideravelmente para o seu conteúdo. Dois, talvez três quilos. Um pouco mais leve do que imaginara, mas daria para usar.

– Para que isso? – Perguntara Julie, evidentemente confusa. Não era a única; Rathy estava no mesmo estado. – Poderias simplesmente usar os cartões de crédito da Academia. Eles são válidos na cidade. – Explicara-lhe com alguma desconfiança. Pisava em gelo fino, percebera.

– Ah, eu prefiro pagar com as moedas... – A desculpa era mais esfarrapada que uma rede de pesca, mas fora a única que conseguira inventar. A diretora dera-lhe um dos cartões, vinculado a sua conta, no dia anterior. Sabia que ela não se importava, mas mesmo assim... A sensação de lhe dever dinheiro era estranha. – Não se preocupem; isto deve ser mais que o suficiente. Olhem. – Atirara a pequena bolsa na direção da loira. Vira a moça curvar-se de leve quando a agarrara. O saco era mais pesado do que imaginara, talvez? Seu olhar arregalado ao ver o conteúdo fora, de certa forma, cômico.

– São todas moedas de cinco mil Vitles?! – A pergunta abalara mais a amiga que o moço. Este retorquira com um sorriso tênue.

– Nós viajamos por alguns anos e não era atípico esbarrarmos com alguma proposta de serviço. – Elucidara tranquilamente. Era uma informação irrelevante; não havia qualquer problema em revelá-la. – Cuidar de crianças, trabalhar em alguma apresentação, participar de uma sessão de treinamento, afugentar algum Pokémon perigoso... Se pagasse bem nós topávamos. – Resolvera omitir os poucos contratos de assassinato que fizera pela Murders. – Como nunca parávamos em um local por muito tempo acumulamos uma boa quantia. – Deixou a cabeça pender para frente, cabisbaixo. – Uma pena que isso não sirva muito na Academia...

– Não se preocupe, Taiyou-san. – Dissera a loira em uma tentativa de animá-lo, embora sem muito efeito. – Os preços costumam ser ínfimos se comparados aos daqui. – Acabara a frase sorrindo gentilmente.

– Se você diz... – Murmurara enfim, dando-se por vencido. Era incontestável a veracidade das suas palavras, pensara. Não haveria cidadãos na área, caso contrário. Respirou fundo antes de erguer a cabeça.  – Vamos então?




A atmosfera de cidadezinha do interior era palpável. Situada aos pés da montanha assimilava-se a um pequeno vilarejo colonial. Não era muito grande; estimava que a população não passasse de dois mil habitantes. As edificações eram de um belo estilo arquitetônico. Inteiramente artesanais, possuíam “exoesqueletos” de vigas de madeiras encaixadas na vertical e horizontal. Exemplares menores na diagonal davam-lhes sustentação e, em segundo plano, davam-lhes um charme a mais. O espaço entre as hastes era preenchido por tijolos de diversas cores, embora a predominante fosse um castanho claro beirando ao bege. As janelas eram todas retangulares e protegidas por venezianas externas. Os telhados eram inclinados, impedindo o acúmulo de água sobre as casas. As ruas eram calçadas por pequenos ladrilhos acinzentados. Arbustos floridos e árvores frutíferas intercalavam as estruturas humanas onde conseguiam. Um chafariz enfeitava o centro da cidade e, ao seu redor, pequenos estabelecimentos comerciais; cafés, restaurantes e pequenas lojas. Próximo ao limite leste da cidade fora construído um grande coliseu. Fazia sombra nos demais prédios, mas parecia-lhe bem menor do que o utilizado durante a última Battre de Champions. Obviamente era o local em que seria realizado o evento.

– Quem diria... Foi mais barato do que eu imaginava. – Comentara Taiyou, jogando o pequeno saco de couro para cima regularmente. Carregava um par de sacolas de plástico contendo mantimentos e seu passatempo na outra mão. Gastara menos que dez moedas com tudo, surpreendentemente econômico. Olhara por sobre o ombro. – Seu chocolate está bom? – A resposta do Pokémon raposa fora estalar a língua e desviar o olhar, claramente incomodado. Em uma mão trazia dois terços de uma barra do doce. Mudara o foco para as garotas. – E quanto a vocês?

– Hum, está ótimo. – Replicara Rathy com um sorriso, embora pudesse perceber certo desapontamento em seu tom. Tanto ela quanto Julie levavam em mãos um sorvete de casquinha. – Apesar de que eu ainda preferiria reembolsá-lo por isso, Taiyou-san. – Objetara, fazendo beicinho.

– Obrigado, mas me recuso a receber dinheiro por um presente. – Dispensara o jovem, com certa cortesia. Comprara as guloseimas por pura cordialidade e cavalheirismo. Ser pago por uma simples gentileza era... Sorrira maliciosamente. Hora de uma pequena brincadeira mal-intencionada. Girara sobre os calcanhares ostentando um olhar oblíquo. – É claro, não irei me opor se os honorários vierem de outra forma. – Apoiara o delicado queixo da loira sobre seu indicador e aproximara seu rosto do dela. – Topa? – Piscara um dos olhos comicamente.

– Eh? – Murmurara, sem entender. A ficha só caíra momentos depois. A vermelhidão de sua face era comparável apenas à de sua amiga. – T-Taiyou-san... I-Isso é...! – Lágrimas formavam-se na beira de seus olhos. É... Exagerara mais uma vez. Soltara-lhe a face com delicadeza e recuara alguns passos, mostrando-lhe a língua em uma expressão travessa. A reação foi um adorável beicinho enfurecido e enrubescer ainda mais. A reação fora leve. Em comparação, Julie só faltava manifestar sua Viralt e atacá-lo ali mesmo. – Idiota...!

O restante do percurso fora feito sob uma atmosfera de inquietante silêncio. O único som era o ocasional riso mordaz de Zoroark. Teria de dar o troco posteriormente. Interromperam a caminhada somente ao alcançar a fachada do estádio. Cidadãos e, em menor abundância, alunos da Academia subiam as escadarias que levavam às arquibancadas. Estranhamente não via sinal de outras equipes. Focara nas garotas e começara a se arrepender do que fizera. A morena encará-lo com um olhar assassino não o incomodava, mas a expressão de filhote que caiu da mudança no semblante da loira era outra história. Suspirara pesadamente. Era hora de bancar o bom moço e ajeitar as coisas.

– Bem, é aqui que nos separamos. Mas antes... – Deu alguns passos, um tanto desconfortável. – Direi apenas uma vez, então escutem. – Pusera uma mão sobre a cabeça de ambas e despenteara levemente seus cabelos. – Deem o seu melhor. Estarei torcendo por vocês. – Esboçara um sorriso gentil.

– Taiyou-san... – Ouvira a loira murmurar, as faces corando levemente. Não deixara de perceber o ligeiro ânimo em sua voz. Ótimo. Fizera as pazes ao menos com uma.

– ... Obrigado. – Respondera a morena com a testa ainda franzida. Ao menos não parecia mais querer matá-lo. Um progresso considerável.

Dera um último sorriso encorajador antes de rodopiar sobre os calcanhares e se afastar. Tão logo se vira longe do campo de visão das moças sua expressão tornara-se séria. Algo estava errado. Os músculos de sua garganta estavam rígidos e o coração aparentava estar enclausurado entre gélidas garras metálicas. A sensação lhe era nova; não experimentara nada similar mesmo durante os cinco anos em que viajara pelo país. Ansiedade, talvez? Sacudira a cabeça de um lado para o outro na tentativa de afastar tal pressentimento, mas fora em vão. Seja como fosse, não era o único receoso. Zoroark rosnava baixo para qualquer um que se aproximasse demasiadamente. Um comportamento errático até para seus padrões. Necessitaria de cautela.

A arena surgira em frente aos seus olhos ao chegar às arquibancadas. Um campo circular, com um raio de pouco mais de quarenta metros e feito de terra batida alaranjada. Sobre cada seção da tribuna irrompia um pilar encurvado para dentro. Manilhas de energia eram projetadas destes e envolviam um obelisco alguns metros sobre o centro do campo de batalha. Provavelmente Regigigas, concluíra. Uma Military Class Viralt teria sido selada de forma mais efetiva e discreta. Um bom número de alunos já havia se reunido, incluindo Julie e Rathy. Chutava um número em torno dos trinta e seis. Surpreendentemente pouco, mas também compreensível. Não eram muitos os que tinham a confiança – ou a estupidez – indispensável para tentar controlar um ser tão perigoso quanto o Pokémon colosso. O número de espectadores não era muito também. Pouco mais de mil. Estranhara um pouco; disputas regulamentadas entre Astralis eram aludidas como espetáculos sublimes. Apenas metade da cidade ter aparecido era... Enigmático, no mínimo. Procurando por um assento para si, surpreendera-se ao avistar Iri. Aproximara-se calmamente e dera-lhe um toque gentil no ombro.

– Ah! – Ouvira-a exclamar, sobressaltada. O som fora inexplicavelmente encantador. Porém um sorriso formou-se em seu rosto quando o avistou. – Taiyou-san! Há quanto tempo! – Sua réplica fora sorrir timidamente.

– Creio que dizer isso por causa de dois dias seja meio drástico... – Coçara a nuca, sem muita ideia sobre o que dizer. Por fim dera de ombros. – Vieste torcer por alguém?

– Não. – Respondera com simplicidade, balançando a cabeça de um lado para o outro. – Bars e Lisichka estão ajudando o comitê disciplinar da Academia na segurança. Estou apenas esperando por eles. – Indicara um ponto ao moço com um dedo. Os lobos cinzentos percorriam as fileiras de espectadores na busca de problemas. Somente ao voltar a fitar o jovem é que percebera o canídeo ilusório. – Esse é o seu Pokémon, Taiyou-san?

– Bem... É uma boa pergunta. – Fora a única réplica que conseguira formular. Verdade seja dita nunca pensara muito no assunto. Franzindo a testa, ponderara por alguns instantes antes de prosseguir com a explicação. – Seria mais adequado alegar que ele seja meu companheiro espertalhão e ardiloso. – Ouvira-o dar um riso seco, mas pela expressão em sua face estava contente. – De toda forma, apresento-lhe Zoroark.

– Um prazer conhecê-lo, Zoro-chan! – Exclamara radiantemente a menina, saltando de seu assento e passando os braços ao redor do pescoço do Pokémon em um abraço caloroso.

Lamentavelmente não houvera um retorno. A única reação que o gesto conseguira fora deixar tanto Taiyou quanto Zoroark fora um olhar arregalado. Fitavam o vazio, perdidos em uma reflexão sombria. Era particularmente doloroso para o adolescente. Sentia um peso enorme sobre sua caixa torácica, coração e pulmões lutando desesperadamente por espaço. Zoro-chan. Antes de Iri só duas pessoas haviam chamado o vulpino negro por este nome. Seus únicos tesouros... Perdidas para sempre em meio às labaredas sete anos antes. Imagens fantasmagóricas surgiram em frente aos seus olhos, inalteradas mesmo após tanto tempo. Ambas sorriam, mas eram sorrisos tristes. A mais velha não tinha mais que dez anos e media menos de um metro e quarenta. Tal qual ele próprio possuía cabelos negros, mas os dela desciam até os ombros. Seus olhos eram como o céu noturno estrelado, capazes de encantar a todos. A segunda não passara do oitavo aniversário e era uns bons quinze centímetros mais baixa. Os cabelos eram ligeiramente mais longos que os da outra, lisos e de tom violeta. Uma mecha caía sobre um de seus olhos ametista. Suas expressões faciais eram adoráveis, algo que sempre o fizera sorrir. “Tolo”, uma pequena e vil voz gritava em sua mente. Prometera protegê-las e, no entanto, não pudera fazê-lo.

– Mitsuki... Ayumi... – Sussurrara quase silenciosamente, cerrando os punhos com força. Tendo o ouvido, a expressão do canídeo tornara-se sofrida. Era impossível culpá-lo; o Pokémon amava-as quase tanto quanto ele próprio.

– Taiyou-san? Tudo bem? – Questionara-lhe Iri, tendo reparado em seu semblante. Fitava-o preocupadamente, em um misto de apreensão e inocência.

– Não se preocupe. – Assegurara rapidamente, delineando um sorriso gentil. Aquele era seu fardo; um que carregaria sozinho. – O que acha de assistirmos ao combate juntos? – O sorriso radiante no rosto da moça servira para aquecer-lhe um pouco o coração. Sentaram-se em um dos bancos próximos enquanto que Zoroark deitara-se atrás deles. Não precisava nem vê-lo para saber de seu profundo desinteresse. Por sorte sabia de seu ponto fraco. – Tens certeza de que não queres observar? No caso de identificares alguém interessante posso pedir-lhe uma batalha mais tarde... – O animal resmungara um pouco, mas enfim pôs-se de pé e lançou um olhar aborrecido para a arena.