Pokémon Mythology
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Beaford Pikalove
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Beaford

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Mensagem por Grizzly em Sex 13 Fev 2015 - 23:40


Beaford
A história se passa em um cenário de fantasia medieval, durante a guerra entre o exército rebelde e o exército do reino de Beaford, uma nação que vem se expandindo imensamente em questões de proporções de territórios. Girando em torno de seu protagonista, Lucas Siegfried, o filho de um falecido general do exército do reino, que após ter sido salvo da escravidão quando ainda era jovem pelos rebeldes, eventualmente se tornou um dos soldados da rebelião. Agora, buscando acabar com a corrupção da aristocracia, Igreja e do próprio rei, este mais novo guerreiro rebelde acaba por embarcar em uma inesperada aventura.

Gêneros
Ação, Aventura, Comédia, Fantasia e Universo Alternativo.

Os eventuais personagens originais desta história e sua trama são de minha propriedade intelectual, sendo vedada a utilização por outros autores sem minha prévia autorização. Fanfic sem fins lucrativos criada de fã para fã. Críticas construtivas são bem-vindas de braços abertos.

Capítulos
01

Capítulo 01 - Begynde
Ajoelhando-me sobre as úmidas tábuas de madeira que constituíam o pequeno palco que fora montado antes da minha chegada, repousava o meu pescoço na base de uma guilhotina, preso, enquanto fitava as expressões alegres das pessoas que pretendiam presenciar a minha execução. O padre ao meu lado implorava pelo perdão de Deus perante meus atos, apesar de os sentimentos expressados por aquelas palavras fossem falsos.

Um homem de estrutura física robusta empunhara firmemente uma espada, imediatamente cortando a corda presa a uma estaca que impedia a lâmina da guilhotina de despencar. Em um instante, movi os meus amarrados braços para a minha frente, rapidamente golpeando a madeira com os meus palmos, enquanto jogava o meu corpo para trás, caindo para fora do palco e evitando a minha morte.

Diante de tal acontecimento, um guarda avançara contra mim, deixando pegadas profundas no úmido solo, e em um instante, fui capaz de desviar dos lentos movimentos de ataque do mesmo, movendo-me para seu ponto-cego e logo empurrando as costas deste com força, a ponto de fazê-lo bater a sua face sobre o palco, quebrando algumas tábuas deste e consequentemente fazendo-o desabar.

Com algumas farpas enfiadas em minha pele, me afastara da pilha de tábuas quebradas, fitando o seguinte panorama: Alguns corpos revestidos pelas armaduras dos soldados entre tábuas, sangrando em grandes quantidades enquanto o religioso tentava escapar o mais rápido possível, sem se preocupar com as outras pessoas que estavam a sofrer imensa dor.

Aproveitando-me da ocasião, mordia a empunhadura de uma das espadas derrubadas, erguendo-a a partir do aperto de meu maxilar contra a mesma, cortando as cordas que prendiam os meus membros logo depois, facilitando a minha movimentação e me garantindo uma arma. O padre, pasmado pela minha presença diante de seus olhos, era surpreendido por uma veloz flecha que perfurava o seu crânio, não sendo capaz de ter uma chance de reagir.

As pessoas, assustadas, corriam em velocidade para fugir do local, visto que, em meus pensamentos, o meu tão aguardado reforço acabara de chegar. Voltando a minha atenção para a origem do disparo, avistava uma mulher encapuzada, que rapidamente revelava ser uma de minhas companheiras, Sara. –Francamente, o que você fez para acabar sendo executado? – Ela me repreendia, como de costume.

-Somente libertei alguns escravos matando os seus “donos”, algum problema? – Assemelhava-me a um tolo ao dizer tais palavras, apesar de que fazer tais atos era parte de meu trabalho como rebelde do reino de Beaford, uma nação que expandia os seus territórios em grandes quantidades todos os anos por meio de tratados ou guerras com os reinos próximos.

-Mesmo que este seja o seu dever, tente ser mais cauteloso e discreto em missões futuras... – Ela atirava mais uma flecha, atingindo um soldado atrás de mim, que estava pronto para infligir algum dano em minhas costas. –E mais atento.

-Contanto que você me acompanhe sempre, não terei tempo para me preocupar com as coisas ao meu redor. – Replicava, enquanto mantinha-me ocupado vasculhando os restos do palco e da guilhotina em busca de uma bainha para guardar a minha nova espada.

Gotas de água transbordavam das escurecidas e cheias nuvens, poucas, mas com o tempo, a chuva fora aumentando, tornando a terra mais úmida do que já estava. Logo depois, um grupo de guardas chegou, empunhando das mais diversas armas e revestidos por pesadas armaduras.

-Eu aposto que eles vão nos seguir se simplesmente fugirmos... – Dizia alta e claramente para a mulher. –Que tal aproveitarmos o pique? – Completava a minha fala, saltara do topo da pilha de destroços, avançando contra os soldados, iniciando uma disputa pela vitória em um combate corpo-a-corpo.

Tentando esquivar da maioria dos ataques recebidos e rapidamente contra-atacar, enfrentava dificuldades em meio àquela prova de habilidades. Por sorte, a espada que estava a utilizar era leve, então meus movimentos foram feitos de maneira veloz, de modo que enquanto eu balançava-a, só podia ser visto rastros de que ela havia cortado o ar.

Os três guerreiros que combatia me cercavam, incapacitando as minhas fugas e garantindo uma grande vantagem para os mesmos. Distraído com as flechas que eram disparadas em seus companheiros, perfurei o peitoral de um dos soldados, erguendo a lâmina e partindo-o em dois, enquanto girava o meu corpo e desferia mais um corte, que fazia ferimentos superficiais no outro guarda.

A chuva atrapalhava a minha movimentação, fazendo-me escorregar algumas vezes enquanto mantinha-me focado em meus dois oponentes. Fazendo com que o soldado em minha frente bloqueasse uma série de golpes frenéticos e poderosos à queima-roupa, acabei por quebrar a sua espada enquanto executava um golpe vertical, que despedaçava o capacete e o crânio do homem.

Assim que derrotei o guarda restante com a mínima quantidade de machucados, eu removera o cinto de couro e a bainha presa ao mesmo de um dos cadáveres, imediatamente guardando a minha espada e me dirigindo até Sara, que me aguardava ofegante.

-Vamos voltar logo para a base, não estou com tanta boa vontade para esconder os corpos como fizemos em nossa última missão. – Ela dizia, com pequenos intervalos para respirar, enquanto curvava as suas costas e mantinha as suas mãos sobre seus joelhos levemente flexionados.

Após a nossa chegada ao esconderijo da floresta Bamor do exército rebelde, me dirigi diretamente para o meu dormitório, no subsolo da construção, onde pretendia descansar, até que, repentinamente, fui surpreendido em um instante por uma forte dor no pescoço. A partir de tal golpe recebido, fui derrubado ao chão, sendo amarrado por uma silhueta que se escondia em frente à luz dos lampiões acesos, enquanto desmaiava.

Minhas pálpebras estavam mais pesadas que o normal e eu não fora capaz de mover os meus membros apropriadamente naquele pré-despertar. Dando-me conta de minha situação, contemplava a visão panorâmica e privilegiada da sala de jantar: Rebeldes se alimentando de pedaços de carne, legumes e pães, com suas espadas, lanças, escudos e entre outras armas apoiadas nas paredes.

Estava firmemente amarrado em um dos pilares de sustentação do recinto, podendo somente fitar os homens que ali se empanturravam com comida em excesso. Com o meu natural desgosto por aqueles bárbaros, recobrava totalmente a minha consciência, com uma expressão de cólera estampada em minha face. -Tirem-me daqui! – Palavras difíceis de serem pronunciadas por causa do esforço feito para tentar desatar o nó eram ditas, tornando-me motivo de risadas dos guerreiros mais próximos a mim.

O chão, composto por inúmeras tábuas de madeira mal fixadas rangera intensamente, enquanto os rebeldes ali presentes ajeitavam as suas posturas, batendo continência para a tão familiar mulher que se aproximava em leves e lentos passos.

Não era tão incomum vê-la “patrulhando” as partes internas e externas da base, mas ela parecia ter assuntos a tratar comigo, tanto que em poucos segundos já estava agachada, puxando a gola da minha vestimenta.

-Siegfried, eu fui informada sobre a confusão que você causou no condado de Athard essa manhã. – Sacando uma pequena faca, ela cortava as cordas que me prendiam ao pilar. –Desculpe-me pela brutalidade de meu subordinado... Quando terminar de jantar, me veja em minha sala. – E então, ela se retirava acompanhada de Lacisen e Sige.

Erguendo o meu corpo, estendia-me em pé, rapidamente pegando um dos pernis sobre a mesa pelo seu osso, e enquanto me dirigia até Jessica, abocanhava a carne do frango.

Duas fracas batidas foram dadas na rígida porta. Um sinal de que poderia ser aberta fora ouvido, logo, girando a sua maçaneta, empurrava-a imediatamente para dentro da sala.


Última edição por Grizzly em Sab 14 Fev 2015 - 22:06, editado 3 vez(es)
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Mensagem por Bakujirou em Sab 14 Fev 2015 - 3:34

Opa, olha eu por aqui.

A fiction é bem interessante, mas acredito que tenha apenas um paragrafo que pode ter quebrado o ritmo da correria da fuga do protagonista. Mas tambem analisei o conceito de (oportunidades) pra explicar o ato do protagonista que o levou a libertar os escravos. Alem disso, reparei uma ou duas palavras escritas com algum erro de digitacao, mas nada que va atrapalhar na leitura.

Te desejo boa sorte e continue com a fiction.

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Mensagem por Grizzly em Sab 14 Fev 2015 - 22:01


Main post atualizado com o primeiro capítulo melhorado e completo.
Comentários:
@Bakujirou escreveu:Opa, olha eu por aqui.

A fiction é bem interessante, mas acredito que tenha apenas um paragrafo que pode ter quebrado o ritmo da correria da fuga do protagonista. Mas também analisei o conceito de (oportunidades) pra explicar o ato do protagonista que o levou a libertar os escravos. Além disso, reparei uma ou duas palavras escritas com algum erro de digitação, mas nada que vá atrapalhar na leitura.

Te desejo boa sorte e continue com a fiction.

Após dar uma boa olhada no teaser que fiz, percebi os erros que você citou, além de eu ter editado algumas coisas do início e ter melhorado a minha narração. Obrigado por ler, comentar e tudo mais, irei me focar nesta história por um tempo e pretendo criar uma quantidade considerável de capítulos, então até depois o/

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Mensagem por mrdeid em Sab 21 Fev 2015 - 13:51

Gostei da fanfic. O enredo não me atraiu muito, mas teve uma boa escrita e pá, o que deixou a história melhorzinha. Erro eu vi um que outro, nada que prejudique a fanfic. Achei o template legal, ficou tudo bem estruturado. Podia aumentar a fonte um pouco, creio eu.

Mas tá bem bacana, curti! -q

8/10.

Continue.
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