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As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

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As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 Empty Re: As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars!

Mensagem por Black~ em Sex 21 Abr 2017 - 20:11

Cacete, finalmente li tudo isso. Foi mal Rush, queria ter lido antes, mas era muita coisa kkk, mas enfim.

Bem, eu vou tentar falar o mais resumido possível, então o comentário vai ser bem genérico, mas é que eu não queria me estender muito no comentário.

Eu gostei da fic, pelo menos você deu um rumo à história do Caio, já que pelo visto ela não ia terminar nunca huahuha (pelo menos o Kyle ainda tem um rumo, enquanto o Lurly caiu no ostracismo, na plataforma do esquecimento), mas enfim. Eu achei bem legal uma fic somente se tratando da Liga Pokémon e gostei de toda a ambientação e todo o clima que você criou antes da Liga, os hotéis, os estudos, o silêncio do local vazio, o tamanho dos estádios, etc. ficou tudo muito bom. Além disso, gostei de você ter primeiro exposto um pouco da personalidade de alguns personagens e depois ter colocado a porradaria.

Você é bem doidão de ter criado 64 negos e ter feito os sprites de todos eles, mas é o tipo de doideira que a gente gosta hhuhuahuhauha, apesar que eu não vou lembrar o nome de mais do que 20.

Falando nos personagens, vi que alguns vão ser apenas passageiros na fic mesmo, enquanto outros você deu mais destaque, colocando-os em POV, como o Kyle e a Karine, óbvio, mas o Lucas, o Luke, o William, o Atilla, etc. Eu só senti falta do Seth. O cara era o maior rival do Kyle e até aqui ele nem sequer apareceu, somente sendo citado pelo narrador ou pelo próprio Kyle. Apesar de não ser mais as Crônicas do Kyle, ele ainda tem um lugar no nosso coração, então o rival dele deveria ter tido pelo menos um trecho de POV, mas você é o autor né huhauha.

Enfim, achei a batalha do Zeus contra o Ezekiel bem fodinha e achei bem daora. Aliás, todas as batalhas foram cheias de reviravoltas intensas, o que eu curti bastante. A batalha do William contra o Kyle foi simplesmente épica; com o Ares tendo que aguentar o que ele não pode devido à estratégia maluca do Kyle, eu realmente achei em alguns momentos da luta que o protagonista ia perder, mas foi bem legal; gostei do fato do Kyle não ter ganhado do modo protagonístico, mas ter ganhado com todo esse drama. Aliás, o Kyle querendo escolher outro pokémon ao invés do Venusaur foi até nostálgico, fazendo lembrar de todas as idiotices que o Kyle fazia no meio da jornada, mas que ele achava estar certo.

Você falou que o humor tinha sido estranho naquele capítulo, mas eu sou especialista em humor de qualidade duvidosa, então eu simplesmente ri demais de você colocando aqueles funks na trilha sonora, principalmente uma torcida gritando um funk em homenagem ao treinador; quando eu verei isso de novo numa fic? uhhauhauhuah. E nem preciso falar da sarrada narutesca né? Mds que coisa bizarra huhauhauh.

Bem, esse capítulo foi bem legal, achei a batalha boa; a Meganium fez o que podia, mas o limite da Meganium é realmente pouco (não sei porque, mas não gosto da Chikorita/afins), porém aquele Frenzy Plant certamente nocautearia o Hitmonlee se o mesmo não tivesse usado o Endure para ter deixado o HP em 1, e depois ter ativado a habilidade, que eu sinceramente nem sei como funciona -q, mas enfim.

De toda forma, achei todo esse mistério da possível manipulação de resultados bem intrigante e achei bem legal você ter colocado, pra variar, mais uma coisa bem realista dessas (dias desses estava com uma ideia bem parecida com essa também, mas de toda forma, achei bem legal isso, dá um toque a mais de realismo). Enfim, quero saber agora se a própria Liga está envolvida nesse escândalo de corrupções e também fiquei intrigado com esse Condor. Acredito que você deva trabalhar mais esse plot, também para não "cansar" apenas falando sobre a Liga, coisa que eu acho bem legal, o fato de dar uma variada nos temas -q, mas enfim.

Bem, vou fazer um comentário mais lixão assim, no próximo capítulo comento melhor. Erros vi um ou outro, nada tão bizarro.

Então é só e boa sorte com a fic o/

________________
The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
Dreams come true

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Mensagem por -Ice em Sab 22 Abr 2017 - 16:02

Caralho, eu realmente me confundi Laughing Não sei porque, mas na minha cabeça o Alex e o Luke são bem parecidos, apesar de eu estar gostando mais do treinador do Haxorus -q E eu também troquei as bolas com os treinadores de Squirtle -q Juan é o que faz as coreografias e vai lutar contra você o Rush, e Lucas é o treinador do Kaigan merecedor do inicial de água e vai lutar contra o cara do Tangela do torneio de Cerulean. Okay, entendi -qq Eu recomendo que você coloque as chaves no main post, já que eu sempre tenho que ir até o capítulo quatro pra ver quem vai batalhar contra quem.

Dae Rush o/

Eu curti pra caramba esse capítulo, eu até diria que ele foi o meu preferido até agora, mas eu sempre digo isso, e o próximo provavelmente vai se tornar o meu preferido também, então deixa quieto.

O começo do capítulo foi legal, mostrando o ponto de vista de Atilla antes de ir jogar rúbgi usando o Kyle como bola -q Depois eu ri demais quando o Luke acordou e viu os dois conversando como se nada tivesse acontecido auhuahae eu ri demais.
Eu inclusive acreditei por alguns momentos que o Luke tivesse sido desclassificado, mas depois ri mais quando percebi que o Kyle estava brincando. Finalmente todo o potencial do caipira de Pallet está sendo aproveitado Laughing

Depois disso apareceram o Graz e a Mabel, e, cara, que personagens fodas. Eu curti pra caramba os dois, e suas personalidades me lembraram bastante os cientistas de To the Moon (Dra. Rosaline e Dr. Watts). Como você disse que jogou o jogo, imagino que tenha tido inspiração aí, já que as personalidades me remeteram aos dois. Se você colocar alguma música do jogo quando os dois aparecerem eu vou ficar bem feliz e feels :')

Depois disso, o capítulo ficou um pouco parecendo com aquelas cenas do anime onde nenhum dos protagonistas vai batalhar mas eles precisam mostrar que o torneio/campeonato continua rolando, então vai aparecendo vários treinadores aleatórios vencendo. No seu caso, ficou mais profissional, já que você se deu ao trabalho de criar cada um dos competidores, e trabalhou até nos que não apareceram ou que perderam na primeira fase para que a história ficasse bem rica em detalhes, e assim você conhece todos os seus 64 personagens. Isso me lembrou bastante a JK Rowling, que também se preocupa com cada informação do background dos livros de Harry Potter, fazendo com que ela conheça o universo todo.

Agora o Connor eu achei bastante interessante, tanto pelo seu linguajar quanto pelo seu diálogo com Darkrai, que mais pareceu um monólogo hahah O personagem me lembrou muito o Negan das HQs de TWD, que também usa palavras de baixo calão para dar ênfase em suas frases, o que acaba fazendo com que ele fale umas coisas icônicas como "Eu poderia ter te colocado de quatro naquelas escadas agora mesmo, e enfiado o meu punho no seu cu. Você seria a porra do meu fantoche de Rick". É claro que no caso do anti-herói de TWD as coisas são muito mais pesadas ahsuahsu

Sobre a última batalha, eu estava torcendo para o Gabriel, mas quando você colocou a narração sobre o ponto de vista de Arthur, eu comecei a torcer muito mais pelo rapaz do Hitmonlee. Eu acho que essa foi a primeira batalha em que eu gosto dos dois personagens em campo, o que faz com que seja muito mais difícil simplesmente torcer para um. Eu curti toda a honra do Arhur, mas também me identifiquei bastante com o Hihill. É sério, apanhar da própria pokébola se parece muito com algo que eu faria se fosse um treinador pokémon Laughing De todo modo, eu gostei do resultado da batalha, e espero ver mais do Arthur.

O final deixou todo esse mistério sobre estar algo maior acontecendo, e sobre esse tal de condor que o Graz é obcecado. Quando ele falou que o Condor já foi da equipe Rocket e essas coisas, eu me lembrei o Morgan, aquele cara que, se eu não me engano, tinha um Pidgeot e fez todo o bang lá para mega evoluir o Scizor na floresta de Veridian. Seria legal ver ele reaparecer.

Enfim Rush, esse capítulo foi muito foda e já estou aguardando o próximo com grande ansiedade. Mantenha o bom trabalho e até mais o/

agora vou ver se consigo ler 54875557 capítulos da fanfic do Black
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Mensagem por Brijudoca em Dom 23 Abr 2017 - 16:33

Salve Rush =D

Eu comecei a ler esse capítulo no dia que você lançou (quarta-feira eu acho), porém tive que parar na metade, pouco antes da luta de Gabriel e Arthur e acabei enrolando pra voltar aqui e terminar aushahs me perdoa. Eu tava achando que ele terminaria com algum cliffhanger e só saberíamos o resultado da batalha no próximo capítulo, mas gostei que você resolveu tudo nesse mesmo e ainda desenvolveu parte da trama paralela da fic com os novos personagens.

Primeiramente, fiquei aliviado que houve justiça na liga de Kanto e o Luke não foi desclassificado. Deu pra ver que ele ficou muito assustado com as palavras de Kyle e eu também admito que cheguei a acreditar por um segundo. A interação do caipira com o Atilla foi ótima também, já espero ver os dois juntos mais vezes ao longo da fic.

Nossa, o que foi a fodendo discussão do mano do Darkrai? Eu realmente não sabia se dava risada ou ficava assustado com esse Connor, já imagino a loucura que deve ser ele no campo de batalha. Também assimilei ele com o Negan de TWD, o cara tem, provavelmente, a boca mais suja de todo o mundo Pokemon lol A batalha dele com o Luke é a que eu to mais ansioso pra ler junto com a da Karine vs o fodão do Salamance que eu esqueci o nome e to com preguiça de procurar

Bom ver que temos alguém, supostamente, eficiente tentando desvendar o ocorrido com os garotos. Graz e Mabel já ganharam minha simpatia de cara com essa vibe good and bad cop. Não sei até que ponto você irá desenvolver essa trama paralela a liga, mas acredito que os dois serão peças fundamentais na trama. Essa história paralela me lembra os Budokai Tenkaichi de Dragon Ball, que sempre tinha algo rolando por trás dos torneios,

O destaque do capítulo, e da Fan Fic em geral, com certeza é o desenvolvimento de personagens + o grau épico que você transmite nas batalhas. Por mais que tenha sido mais rápida, foi bem legal ver as estratégias do HiHill caírem sob a inteligência do Arthur. Uma pausa pra salientar EM COMO EU RI como o menino se machucando com a pokeball pqp Achei interessante também essa característica do Arthur de ser honrado e ele mencionar (pensar, na verdade) na tradição de lançar o pokemon no centro do campo. Destaque também pela descrição do golpe Frenzy Plant, foi muuuuuuuito massa e passou muito bem a sensação de poder do golpe elemental dos iniciais.

Não imagino o Aaron perdendo na primeira rodada, logo, um embate entre ele e o merecedor do inicial de fogo de Johto também parece inevitável, ta aí outra luta pra eu acrescentar na lista das que eu mais quero ler. Algo incrível da sua fic, é como você consegue dar destaque para tantos personagens e fazer a gente simpatizar e se importar com eles, mesmo nas batalhas mais filler do torneio. São 64 participantes cara, e com a dose de destaque que você deu pra cada um (inclusive criando os Sprites e dando um background), eu não consigo imaginar quem vai prosseguir pras fases finais e muito menos quem vai vencer a liga.

Até o próximo capítulo amigo o/
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Mensagem por Rush em Seg 8 Maio 2017 - 13:26

@Black~: Sup, Black!

Muito obrigado pelos elogios! Para ser honesto, desses sessenta e quatro participantes, eu não fiz a sprite da maioria. As únicas sprites originais by rush mesmo são as sprites do Kyle, do campeão Herick, do Luke e do Lucas Darkblue. O resto dos sprites foram feito por outros artistas.

Eu fico muito feliz que tenha gostado das batalhas, pois esse é o grande ponto em que eu queria trabalhar. As batalhas terão aquela licença poética de Fics que eu já comentei com o -Ice, mas também seguirá o competitivo. No caso do Hitmonlee, por exemplo, ele fez uma estratégia que eu usava no competitivo. Usar o Endure para ficar com apenas 1 de HP, fazendo com que ele coma a berry que aumenta o ataque em 1 estágio e simultaneamente ative a habilidade Unburden.

A habilidade em especial funciona assim: Toda vez que o item é consumido, a velocidade do usuário DOBRA. Então o combo do Hitmonlee (Não querendo Spoilar, mas esse Arthur Liesel NÃO É QUALQUER TREINADOR) funciona desta forma: Endure (1 de Hp, consome berry) > Liechi Berry (0.25x de Ataque) > Unburden (x2 Speed ) > Reversal (200 de poder por estar com 1 de HP).

Resumindo. Com o combro Endure > Liechi > Unburden, o Hitmonlee que já tem um ataque absurdamente alto, fica com o dobro de velocidade e um ataque que a base power é 200, tirando o aumento de ataque com a Liechi Berry.

Ou seja... Se no competitivo isso é apelão, imagina na Fic? HAHAHAH

Muito obrigado meu amigo, fico muito feliz que tenha voltado ao fórum! Um abraço, continue lendo! <3


@-Ice: Ice-Boy! /o/

Muito obrigado pelos elogios e pelas críticas! Já afirmo para você que irei anexar as chaves no main post para melhor compreensão. Não te culpa pela confusão, afinal, são 64 personagens.

Hahahahaha! Você ainda não viu nada. Kyle e Atilla ainda vão mitar muito juntos, onde o potencial de ambos será bem desenvolvido (Eu espero). Sobre Graz e Mabel, eu admito sim que teve uma pontinha de To the Moon, no entanto, eles não serão 100% fiel aos personagens do jogo. Na real, Mabel será bem diferente da Dra. Rosaline, embora ela seja mais cabeça enquanto Graz é palhação.

Nossa, é uma honra ser comparado a JK Rowling. Eu espero que um dia eu chegue lá! Hahahah' Na real que eu preciso desabafar em não estar tão contente assim. Gostaria de ter explorado mais alguns personagens. No caso, tiveram uns quatro que nem chegaram a aparecer e já foram eliminados, e isso para mim foi um tremendo desperdício de personagem. :/ Mas eu acho que se for explorar um por um, batalha por batalha, a fic ficaria IMENSA.

BROTHER, EU A-M-O O NEGAN. MELHOR VILÃO EVER. Eu nem preciso falar que o Connor teve uma pequena pontinha de Negan, né? Connor vai, inclusive, ser MUITO importante para esse volume e neste capítulo será explicado o motivo disso.

Fico contente que tenha gostado da batalha! Eu particularmente adoro o Arthur Liesel. Como falei pro Black, ele será um dos personagens mais cabulosos da fic inteira, mas não irei spoilar aqui. Infelizmente eu gosto bastante do Gabriel, que não chegou a ser tão explorado aqui mas irá aparecer no futuro novamente.

Muito obrigado, meu querido! Espero que você goste do capítulo! Um abraço! <3


@Brijudoca: Briju! \o/

Muito obrigado pelos elogios! Relaxe, eu sou bem paciente em relação aos comentários, inclusive, já presenciei o completo clima funerário do fórum quando SÓ EU postava nas fics de Pokémon e não recebia nenhum comentário. UHAUEHUA Mas fico contente que tenha gostado do capítulo, tirando em alguns casos extremos, não pretendo cortar a batalha para o próximo capítulo. Acho isso uma covardia mas é necessário ser usado algumas vezes.

Como falei anteriormente, Kyle e Atilla vão aparecer juntos de novo sim. Achei a química dos dois personagens juntos muito bacana de se trabalhar, e mesmo que eu não tivesse planejado isso inicialmente, eu gostei dos dois interagirem desta forma. Já o Connor, se eu falar mais coisas vou acabar spoilando demais! hahahaha Te garanto que terão as quatro batalhas mais épicas da primeira fase, onde será MUITO difícil para ambos os participantes. Uma delas foi de Kyle contra Willian, as outras você já pode imaginar. Talvez Luke contra Connor? Talvez Karine contra Skyfall? Hahaha

Sobre o plot de Graz e Mabel, eles vão ter um papel fundamental no primeiro Volume. Nesse capítulo deixará um pouco mais claro o porque disso.

Eu fico extremamente feliz ao ver que você gostou da batalha da Meganium versus o Hitmonlee. Pra ser honesto, admito ter ficado com um pézinho atrás em relação ao Frenzy Plant. Não soube se consegui transmitir a imagem que tinha em minha cabeça, afinal, é o golpe MAIS APELÃO do tipo Grass, considerando que não terá nenhum tipo de Z-Move na Fic, apenas Alola Forms. Heheh.

Ainda pretendo tentar explorar isso em questão de apenas UM desses SESSENTA E QUATRO ser o campeão. Todos tem seus sonhos e suas histórias e ainda pretendo postar uns Flashbacks depois desse capítulo. Vai me doer bastante ver alguns personagens sendo eliminados. :c

Cara, muito obrigado pelo comentário. Fico muito feliz mesmo em ver que você está curtindo. Espero que continue lendo e tenha uma ótima leitura!




~>x<~




Antes de tudo, gostaria de me desculpar pela imensa demora de quase três semanas em postar o capítulo. Meu teclado para variar deu aquele problema e a procrastinação em arrumar outro bateu bem forte. Além do mais, por algum motivo quando tentei postar o capítulo mais cedo ele cortava pela metade quando eu clicava no "pré-visualizar", o que me desanimou bastante em ter que formatá-lo novamente.

Esse capítulo terá destaque em alguns personagens que ainda não apareceram, alguns que serão bem importantes futuramente.

Antes de tudo, gostaria de fazer uma "enquetezinha". Qual personagem vocês gostariam de ver um flashback? Pretendo postar depois desse capítulo, contanto um pouco sobre o passado e início de jornada. Originalmente pretendia postar o flashback de Zeus, mas acho melhor perguntar para vocês, já que isso será um tanto quanto um filler na cara de pau.

Então é isso! Que flashback vocês gostariam de ver?

Espero que tenham uma ótima leitura!






~>x<~
[Luke Veil Sharpp]
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Luke desviava o seu olhar para o lado, tentando tirar a imagem da injeção penetrando em seu braço quebrado da mente. Ao sentir a pontada da agulha entrando na pele, ele sugava o ar pelas narinas, enchendo seus pulmões e segurando o máximo que podia para não transparecer sua dor por meio de gemidos.


— Vamos, Luke. Não seja uma garotinha! — Kyle o incentivava, ou pelo menos tentava, enquanto assistia a cena sentado em sua cama hospitalar, de frente para o amigo. — Não é como se essa injeção doesse mais do que quebrar o braço, sabe.

— Fique quieto. — Luke resmungava mal humorado, olhando para Green com a mesma disposição nos olhos. Ao ver que havia sido grosso, ele fechava os olhos, respirando fundo para se desculpar. — Eu morro de medo de agulhas.


Kyle e Atilla se entreolhavam.


— Não precisa sentir vergonha, jovenzinho. — A voz grossa e alta de Atilla sempre transbordava euforia, como se ele estivesse dando toda sua atenção na conversa. O homem estava deitado em uma cama ao lado a de Kyle. — Eu tenho medo de Beedrills. Insetos em geral. Eles me aterrorizam!

— Nem me diga, cara! — Kyle arregalava os olhos com o desabafo. — Eu tenho medo de Butterfrees! Um Butterfree me mordeu uma vez e doeu pra caralho!

— Oh, pequenas borboletas satânicas servas do capiroto! — Atilla torcia o nariz ao escutar o nome da espécie sendo mencionada. — Deve ter sido traumatizante!


Kyle e Atilla pareciam ter se tornado ótimos amigos, pois sempre estavam conversando um com o outro em um dialogo que parecia nunca ter fim. Sempre que um mencionava alguma coisa, o outro parecia se identificar e complementar o assunto. Luke, no entanto, apenas escutava já que não sentia a necessidade de adicionar algo interessante na conversa.

Ele suspirava ao ver que o tópico da vez era o medo incondicional de ambos os treinadores em relação a Butterfrees. O Pokémon, especificamente, o lembrava de Alice.

Outro suspiro era dado ao lembrar-se da garota. Perguntava-se a respeito do motivo pelo qual ela ainda não havia aparecido no Planalto Índigo. Os pensamentos eram tão distantes e pessoais que o treinador nem sentia a outra injeção que era aplicada em seu braço quebrado.


— Muito bem. — A enfermeira que fazia o procedimento dizia sorrindo. — Apliquei duas dozes de essência do ovo de Chansey. O seu braço deve ficar melhor hoje de noite, mas apenas por prevenção, sua alta só será dada amanhã para evitar qualquer tipo de conturbação.

— Obrigado! — Luke percebia que seu braço ficava extremamente dormente, mas toda sua dor havia ido embora. Por um momento, percebia que a medicina havia adaptado o movimento “Softboiled” para ser usado em seres humanos. Agora entendia a importância que a Chansey tinha para a medicina em geral, não só em Centros Pokémons.

— É normal você não sentir seu braço. O efeito anestésico dura algumas horas, então não se preocupe, você não sentirá nenhuma dor até lá. Qualquer coisa é só me chamar que eu volto correndo aqui, ok?


A enfermeira se despedia com uma reverência e um sorriso sincero no rosto, deixando os três sozinhos novamente. Kyle e Atilla imediatamente se viravam para Luke.


— Cara, espeta sua mão! — Green comentava de forma abrupta assim que a enfermeira não pudesse escutar. — Pega um objeto pontudo e espeta sua mão!

— Porque diabos eu faria isso?! — Luke se assustava com aquele desafio. — Não é porque eu não sinto nada no braço que eu farei isso!

— Então dá um tapa na sua cara! — Atilla sugeria. — Deve ser estranho você sentir a dor no rosto, mas não na mão. É como se você apanhasse de alguém.

— Não!


Luke suspirava irritado. Não aguentava mais a presença de Kyle e Atilla juntos. Os dois eram duas crianças que se esqueceram de amadurecer junto com seus corpos. Os dois ficavam desapontados e cruzavam os braços, olhando para os lados.

Após alguns minutos de silêncio, os três se assustavam com a porta se abrindo, e dela, uma belíssima jovem de cabelos castanhos e curtos entrando. O seu perfume doce se espalhava pelo cômodo, rapidamente tomando conta e, de forma tímida, ela entrava no quarto.


— Oi? Atilla?


Luke demorava, mas finalmente reconhecia a mulher. Era Helena Moore, uma das participantes da Grande Liga, além de ser a treinadora que enfrentaria Atilla na primeira fase.


— Oh! Helena! — Atilla rapidamente se ajeitava em sua cama, ficando sentado em uma postura ereta e pigarreando para limpar a garganta, fazendo sua voz ficar ainda mais poderosa e limpa. — Não esperava vê-la tão cedo.

— Pois é. — Ela ficava tímida se aproximando após cumprimentar Kyle e Luke com um sorriso tímido acompanhado de um aceno com os dedos. — Eu fiquei sabendo do ocorrido e vim correndo para cá. Achei muito... — Ela abaixava o tom de voz para que só Atilla pudesse ouvir, mas Luke tinha certeza que as palavras a seguir foram “Corajoso da sua parte”.


Atilla corava ao escutar as palavras soando em seu ouvido. Talvez o hálito da mulher esquentando sua pele tenha ajudado para que isso acontecesse.


— Bem, não quero te deixar constrangido perto de seus amigos. — Ela ria ao ver que o homenzarrão corava como uma pimenta. — Nossa batalha provavelmente irá acontecer amanhã, já que faltam apenas três batalhas de diferença. Mas eu gostaria de te encontrar antes se possível. — Ela entregava um pedaço de papel com alguns números, que formariam o número de seu celular, rabiscados depressa. — Estarei no restaurante Food’n’Battle às onze horas. Espero que você goste de almoço acompanhado com batalhas.

— Acompanhado por uma moça tão bonita e educada como você? São as três coisas que eu mais gosto. — Atilla sorria, guardando o pedaço de papel.


Helena sorria tímida com a resposta, ficando visivelmente feliz. Ela se levantava então, um pouco nervosa por não saber como se comportar após o convite.


— O-Ok! Eu te espero lá então! — Suas palavras seguravam um gritinho de felicidade enquanto ela ia saindo do quarto, se esbarrando em uma estante e corando ainda mais.


Quando Helena saía do quarto, Kyle e Luke olhavam para o homenzarrão que observava o pedaço de papel em suas mãos.


— O que foi isso? — Luke sorria, feliz pelo novo amigo.

— Me ensine mestre! — Kyle segurava na camisola hospitalar de Atilla, fazendo os três caírem na risada.







As Crônicas de um Gyarados Voador!

- A L L   ★   S T A R S ! -


Volume I - Imensurável

Opening


Capítulo IX – Provocações!








~>x<~
[Graz]
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Graz havia acordado cedo hoje, coisa que no fundo de seu coração odiava fazer. O homem caminhava pelas ruas frias do Planalto Índigo com os cabelos bagunçados por alguns fios rebeldes que se recusavam a obedecer ao pente.

Decidiu deixar Mabel dormir em seu quarto e ter seu merecido descanso, afinal, mesmo sendo sua superior e tendo começado como uma simples recruta na policia, assim como ele, a mulher tinha seus méritos quando o assunto é dedicação e esforço. Ele a admirava por essa qualidade.

Enquanto sentia a bruma da manhã beijar seu rosto em forma de uma névoa fria, ele sorria ao reconhecer um jovem correndo em sua direção na rua, fazendo uma corrida matinal enquanto acenava para os fãs que o reconheciam. John Toy, mais conhecido como “Food”, um treinador que conseguia ser uma celebridade teen pelo seu carisma e simpatia, além do seu apetite desumano.


— Hey, Senhor Toy. — Graz o abordava mostrando seu distintivo, mas não o parava já que não tinha intenção de atrapalhar a sua corrida matinal, ao invés disso, Graz começava a trotar ao lado do jovem, acompanhando o seu trajeto. — Eu sou Graz, policial e detetive de Saffron, espero que não se importe em eu te acompanhar, sim?

— Opa! Bom dia, senhor! Pelo contrário, até prefiro. Parece que o Planalto Índigo não é um lugar seguro para treinadores, né? Hahaha! — As palavras de Food saíam como se ele conversasse com um velho amigo.


Graz ria, tentando não mostrar o quão cansado estava só com aquela pequena corridinha que dava para acompanhar o treinador atlético.


— Parece que a notícia se espalhou rápido. — Comentava, arfando enquanto pingos de suor se formavam na testa.

— Mais rápido que fogo em palha. — Food comentava, ainda com aquele sorriso marcante no rosto. — Espero que eu não esteja sendo interrogado por ser um suspeito. Afinal, minha batalha ainda vai demorar a acontecer.

— Se você fosse um suspeito, meu amigo, você estaria correndo muito mais rápido. — Graz ria, mesmo que sua resistência em dar aquele trote não fosse boa como eram alguns anos atrás, quando mais jovem. — Para ser franco contigo, eu gostaria de sua ajuda para colaborar com algumas investigações minhas. Em sigilo, é claro, já que civis não podem interferir em investigações criminais.


Nesse exato momento, Food parava de correr, ficando inerte. Ele arregalava os olhos enquanto Graz avançava mais alguns passos cansados antes de parar ofegante.


— Você está querendo que eu te ajude a resolver esse mistério? — Ele perguntava sério, mas ainda em voz baixa para não atrair nenhuma atenção. — Quer ser o Batman e está precisando de mim como o Robin?


Graz não sentia firmeza naquela pergunta, com razão, afinal, ser convidado a ser um Robin deveria ser no mínimo menosprezador para uma celebridade da patente de Food. Quando o detetive abria a boca para mudar suas palavras, Food o interrompia.


— Cara, esse é meu sonho! — Seus olhos brilhavam. — Seremos uma dupla dinâmica! Graz e Food, os agentes mais descolados e maneiros de todo o Planalto Índigo! Ou melhor, de toda Kanto!

— Ou melhor, de todo o mundo. — Graz finalizava, com enorme dificuldade em puxar o ar e acompanhar o coração acelerado. — Mas por favor, mantenha isso em sigilo, sim?

— Minha boca é um Cofagrigus! — Ele respondia com uma piscadela.





~>x<~
[Chloe Stronghold]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 TfqnhvL


— Hoi! Seu emo! — Chloe gritava usando suas mãos como um megafone para ampliar o chamado.


A alguns metros a sua frente, Lucas Darkblue cessava os passos gradativamente, virando o rosto e olhando a autora da voz de soslaio. A garota notava que ela não parecia muito interessado no rumo da situação.


— Yo. — Um cumprimento seco.

— Você deve estar bastante impressionado com minha performance logo na primeira batalha, huh?! Acabei com a raça daquele maluco estranho com máscara de osso. — O orgulho era algo que Chloe não podia esconder em sua voz, ainda mais com os gestos como apontar o polegar para o próprio peito e empinar o nariz.


Lucas ficava em silêncio. Após alguns segundos a encarando de soslaio, ele se virava novamente e começava a caminhar.


— Hoi! Emo! Não seja tão arrogante! — Ela cuspia as palavras de forma ríspida.

— Eu não assisti a batalha. — Lucas respondia seco. — Após a batalha de Alex contra Leonblack, eu fui ao estádio Vulcano assistir a batalha de Arthur Liesel contra o garoto de Johto. — Nem ao menos fazia contato visual com a garota, o que a deixava ainda mais furiosa com a atitude. — Não me agrada assistir crianças orgulhosas em um campo de batalha.


Chloe ficava tão enfurecida que enchia as bochechas para segurar alguns insultos de baixo calão.


— E outra. — Ele finalmente parava e fazia contato visual, mesmo ostentando desinteresse em seu olhar morto e com olhos sonolentos. — Mesmo que tenha vencido essa batalha, você irá enfrentar Alex na próxima fase, e mesmo se por sorte você conseguir vencer, ainda terá de enfrentar Kyle ou Ezekiel na terceira fase. Porque você está enchendo o meu saco ao invés do saco deles? Tenho certeza que nem ao menos iremos nos enfrentar.

— Eu vou vencer a Grande Liga, seu emo. — Chloe fechava os olhos, coçando o ouvido e fingindo estar desinteressada naquele papo comprido e tedioso. — Só acho que deveria impor moral, pois sei que irei enfrentar você nas semifinais ou coisa do tipo.

— Hah. Boa sorte com isso, fedelha. — Lucas se virava e continuava a caminha, ignorando totalmente a garota.

— É sério, seu emo! Eu irei vencer de Alex e depois dos teus amiguinhos. Eventualmente, limparei minha bota com os restos da tua bunda depois de chutar você para fora do Planalto Índigo!


Lucas apenas erguia a mão, se despedindo e ironizando que estava cagando e andando para o que a garota dizia. Ela suspirava decepcionada para assim amenizar o estresse.





~>x<~
[Ezekiel Lyn Vega]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 4gjPVaK


— Se acalme, ‘Zek. Até agora a sua batalha foi de longe a mais controlada. Você manteve Zeus na sua mão o tempo todo.

— Acredite, Victória. Kyle não é nem um pouco como Zeus. Eu já batalhei com ele quando cruzamos nossos caminhos durante a jornada. Ele me conhece melhor que qualquer um daqui.



Ezekiel e Victória estavam juntos sentados dentro de uma banheira cheia e coberta por espumas. A garota estava sentada atrás do rapaz, envolvendo suas coxas grossas na
cintura do loiro, enquanto o mesmo deitado com a nuca em seu tórax. Sentia a maciez de seus seios como um travesseiro na nuca.

Ao mesmo tempo em que conversavam, Victória ensaboava o peitoral de Ezekiel com uma esponja, apoiando o queixo sobre a cabeleira dourada do rapaz.


— E você deve conhecer ele bem também. — Ela comentava, esfregando a pele do amante em movimentos circulares. — Deve saber a estratégia dele e estar um passo a frente.

— Esse é o problema! — Ezekiel se ajeitava ao se levantar e virar suavemente para trás, encarando-a nos olhos enquanto o sabão no corpo da mulher ia lentamente derrubado pela gravidade e revelando seus seios. — Kyle nunca segue a mesma estratégia. Ele não está um passo atrás de mim, ele na verdade está dois a minha frente.


Ezekiel suspirava agonizado com aqueles pensamentos que perturbavam a mente e não o deixavam em paz. Ao sentir o desconforto no parceiro, Victória inclinava o corpo e roubava um beijo ao selar seus lábios aos do garoto.

Quando ambos fechavam os olhos, Ezekiel pode sentir as delicadas mãos da garota acariciarem o seu rosto e lentamente envolverem sua nuca, o convidando a se encaixar mais em seu corpo ao avançar. Cada movimento fazia a água que transbordava na banheira cair e encharcar o piso branco do banheiro.





~>x<~
[Seth Crimson]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 WyP8JjV


Seth estava montado em seu Dodrio enquanto a ave dava passos largos pelas ruas do Planalto Índigo, desfilando uma marcha que impunha o respeito que sua majestosidade merecia.

A cada passo, flashes de câmeras eram disparados e comentários discretos eram trocados por fãs que o reconheciam. Aquilo fazia o seu sorriso malando aumentar em seu rosto, apenas conduzindo seu Dodrio pelas rédeas.


Damn, is good to be king, Ace. — Seth comentava enquanto as três cabeças de seu Dodrio pareciam concordar em sintonia aos passos. — Eu deveria comprar um chapéu de cowboy, porque damn, eu sou o xerife dessa cidade.


Seth escutava os gritos da multidão que o adorava, gritando pelo seu sobrenome marcante e forte. “Crimson! O futuro das batalhas Pokémon!”

A euforia das pessoas que gritavam aquele nome enchia o seu peito com determinação, mesma que iria usufruir para vencer a batalha no dia seguinte, a qual o jovem iria protagonizar.

No entanto, ao se preparar para cruzar a esquina, ele percebia que uma maré de flashes o afogava em meio à ofuscação de sua visão, o consumindo em uma cegueira que parecia ampliar ainda mais o número de vozes que gritavam “Crimson”. Ele sorria, apenas acenando sem ao menos enxergar nada.


— Obrigado! Eu amo vocês, meu querido povo Kantoniano!

— Oh, é o Seth. — Escutava uma voz desanimada no meio da multidão.

— Ah, é só o Seth, o irmão dela. — Outra vinda de outra direção.


Seth finalmente conseguia recompor sua visão, percebendo que realmente havia uma multidão ainda maior na esquina que prosseguia. O problema, é que todos envolviam uma loira que segurava a risada ao contemplar a embaraçosa cena.

O garoto franzia o cenho ao indignar-se com a situação. Sua irmã, Gabrielle Crimson, avançava os passos enquanto a multidão abria passagem como Moisés cruzando o mar vermelho. Os gritos na verdade eram para ela.


— Olá, irmãozinho. — Ela cumprimentava irônica ao se aproximar.

Hi, bitch. — Ele continuava inconformado. Não acreditava que aquela torcida organizada não estava ali por ele. — Pensei que você estaria dando para algum competidor a esta altura, e não distribuindo autógrafos.

— Uau, que ácido. — Ela continuava sorrindo irônica enquanto alisava seus longos cabelos louros. — Não precisa descontar sua vida sexual frustrada na minha. Sei que não deve ser fácil estar na seca tanto no amor quanto na profissão em relação aos fãs.


Seth praguejava em forma de resmungo. Seu Dodrio arrepiava as penas com a aproximação da beldade loira que se aproximava, tentando transparecer a imagem intimidadora de uma ave furiosa pronta para atacar. No entanto, a mão de Gabrielle acariciava a cabeça da esquerda que fazia uma cara de extremo prazer ao sentir o carinho. As outras duas cabeças encaravam furiosas, cutucando esta com bicadas a repreendendo.

A cabeça menos provida de inteligência ficava chateada.


— Sua batalha vai ser amanhã, não é? — Um sorriso malicioso era formado no rosto da loira. — Seria uma pena se você perdesse logo na primeira fase.

— Ei! Se Kyle conseguiu vencer, eu também consigo. Vai ser fichinha.

— Fichinha para quem sabe o que está fazendo. Você sabe que a Grande Liga está muito longe do seu alcance, irmãozinho. Kyle e eu somos treinadores muito além da sua capacidade em brincar com monstrinhos de bolso.


Seth rangia os dentes diante as provocações da irmã.


— Mas relaxe. Apenas não perca de forma humilhante como Zeus. — Ela ria. — Ele sim está no mesmo nível que você, pensando bem.

— E você está no nível... De um Rattata na rota um!

— Uau, de onde isso veio? — Gabrielle ironizava estar ofendida. — Do colégio?


Os dois se encaravam tão profundamente que raios saíam dos olhos e colidiam um ao outro, eletrizando uma rivalidade primordial que era sustentada pelo ego desde quando se conheciam por gente.


— Sabe, fazendo as contas certinhas, se você vencer todos os treinadores que caírem em sua chave, nós iremos batalhar eventualmente. — Gabrielle continuava a provocar.
— Se você chegar lá saiba que ficarei muito feliz em desqualifica-lo pessoalmente.

— Ah é? Saiba então que eu ficarei muito feliz em enfrentar Kyle depois de vencer de você, sua piranha.


A multidão apenas assistia calada a discussão entre irmãos, adorando aquela rivalidade. Todos, no fundo, torciam para que os dois se enfrentassem.





~>x<~
[Graz]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 3e9bd73099e74dd1b2e261f51da13fac


— Eu já disse, não quero que você prossiga sua investigação sem mim. É uma ordem!


Graz ficava de cabeça baixa enquanto escutava aquele sermão tedioso e já esperado de Mabel.

O policial estava debruçado sobre uma mesa de madeira maciça enquanto seus pensamentos distantes obrigavam sua cabeça fazer movimentos motores decorados, como acenar positivamente com a cabeça quando o tom de voz de sua superiora se tornava sugestivo e balançar negativamente a cabeça quando ela questionava enfurecida.

Pelo longo sermão tedioso e chato de Mabel, Graz nem ao menos ousaria comentar que havia contatado Food para auxiliá-los na investigação.


— Não foi nada demais, Mabel. — Se arrependia de proferir as palavras, vendo que ela se enfurecia ainda mais. Ela inspirava para soltar mais sermão, mas antes que isso acontecesse, ele a cortava. — Os portões do Planalto Índigo apenas foram fechados momentaneamente, para que possamos analisar o CPF de cada pessoa que conseguiu entrar por ingresso. Os responsáveis pela segurança já me afirmaram que não é possível ter sido alguém entre eles, já que eles mesmos tiraram essa conclusão após interrogar funcionário por funcionário. Não tem como invadir o planalto sem o ingresso.

— Pelo amor, Graz! Lógico que eles vão falar isso. Eles querem livrar a cara deles. O que acha que a mídia iria dizer na capa dos jornais se souber que existe um corrupto na segurança do Planalto Índigo?

— Em defesa deles... Quem lê jornal hoje em dia?


Mabel suspirava decepcionada enquanto apertava o septo, desacreditada com os argumentos do parceiro.


— Mas falando sério. Agora Condor não tem saída. — Graz continuava sério desta vez. — Seja a onde é que esteja ele não tem como fugir. É só uma questão de tempo o encontrar.

— Estou te dizendo, Graz. Sua obsessão por este homem está criando tanta expectativa que você irá desmoronar quando perceber que ele não está envolvido neste caso.


Graz bufava, virando os olhos. Ele se levantava furioso por saber que Mabel ainda duvidava de suas teorias.


— Que seja.





~>x<~
[Condor]
???





Fitava seu reflexo no espelho de forma ofegante e inquieta. Não havia tempo de fugir pelos portões do Planalto Índigo quando soube da chegada de dois policiais detetives de Saffron, o que se tornou em um terrível problema chatíssimo de se resolver. Agora, era impossível sair do local.

Nunca havia sido pego pela policia, nem ao menos reconhecido por ela. Tinha essa vantagem, seu rosto nunca havia sido visto. Pelo menos não até agora. Dois treinadores haviam visto quando ele estava acertando as contas com um deles em um banheiro deserto.

Passava uma gilete pelo couro cabeludo, eliminando qualquer indício de cabelo que restava em sua cabeça, deixando nada além de uma lustrosa careca que ficava estranha em seu rosto já acomodado pelos cabelos castanhos.


— Não temos outra escolha. — Ele suspirava para si mesmo. Agora ele passava a lâmina pelo rosto, eliminando os pequenos fios da barba rente que crescia no maxilar. — Teremos que fazer isso de novo. — Ele suspirava.


Sentia um corpo pegajoso e gelado desgrudar levemente de seu rosto, deixando apenas um olho exposto. Uma ameba rosada e sorridente concordava com a cabeça, parecendo não entender o peso da situação em que se encontravam.


— Mask, apenas seja rápido. — Ele suspirava receoso, fechando os olhos por saber a terrível dor que iria sentir a seguir.


O Ditto concordava com a cabeça e começava a deslizar pelo seu rosto, o cobrindo como uma máscara. Em seguida, ele contraía o seu tamanho como se diminuísse, moldando perfeitamente o rosto do homem. Sua respiração ficava ofegante ao sentir a ausência de ar e soltava gritos abafados pelo corpo do Ditto que impediam que sua voz saísse. O corpo rosado, ainda colado no rosto do homem, se moldava enquanto deformava sua superfície. O som de seu nariz quebrando e sua mandíbula rompendo eram desesperadores.

A cor rosácea do Ditto tomava um tom de pele mais pálido enquanto ele finalmente sumia, servindo como uma máscara tão realista que o homem até se surpreendia ao se olhar novamente no espelho. Seu novo rosto era mais jovem, logo um suspiro de decepção saía dos lábios ao ver que teria que modificar seu corpo também. Havia se transformado em um garoto de cabelos espetados negros e olhos de íris vermelha. Agora ele era Connor D. Montenegro.


— Após ajustar... — Torcia o nariz em lembrar-se da dor. — Meu corpo, teremos que eliminar Connor.


Sentia sua máscara hiper-realista estremecer, concordando com os comandos de seu treinador.


— Eliminando Connor, perderemos propositalmente a batalha contra Luke. Mataremos dois Bunnelby com uma cajadada só.


Sentia um liquido quente escorrer pelo rosto, por baixo da máscara que o Ditto havia transformado. Um espesso rastro escarlate escorria pelo pescoço, revelando ser sangue, provavelmente do nariz quebrado e de dentes maiores que gengiva. A dor era agonizante, mas era muito melhor do que ser pego pelos policiais.

Se fosse pego, ele saberia que iria desejar a morte como melhor opção. As pessoas para quem trabalhava pagavam muito bem, mas eram muito piores do que a Equipe Rocket com quem era familiarizado e com certeza não iriam deixar quieto se ele pusesse toda a rede de apostas ilegais em risco.

Condor apenas sentia medo de tirar a máscara que era seu Ditto. Seu rosto já estava deformado pelas inúmeras transformações que havia feito no passado, criando máscaras tão perfeitas que ninguém nunca suspeitaria dele, nunca tendo sido reconhecido. Agora, no entanto, teria de eliminar Connor a qualquer custo já que havia se transformado nele.

Aquele era seu passo para manter o queridinho de Kanto na segunda fase e fugir do Planalto Índigo o mais rápido possível, antes que fosse pego pelos policiais ou pelas pessoas com quem trabalhava. Iria receber seu cachê milionário e ainda compensar o vacilo por ter quebrado o braço do jovem, embora não esperasse que isso fosse comprometer seu desempenho durante a batalha.

Só mais dois dias, o necessário para poder concretizar seu plano e sumir dali.





Ending

- A L L   ★   S T A R S ! -
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Frase pessoal : Agora você não tem mais waifu!


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Mensagem por Brijudoca em Qua 10 Maio 2017 - 12:08

Cara eu tava ansioso demais pra mais um capítulo de All Stars, tive a impressão até que demorou mais do que três semanas. Assim que recebi a notificação já corri pra ler, mas óbvio que procrastinei pra vir aqui comentar, porém tamos ae.

Não sei se foi impressão minha, mas esse saiu um pouco maior do que os outros? Não sei se foi devido a intensidade de cads núcleo, mas fiquei bem entretido lendo e nem notei o tempo que fiquei lendo.

Já vou falar logo do final do capítulo e em como eu fiquei HORRORIZADO com esse cara puta que pariu. Toda a descrição que você fez da transformação de Condor foi surreal cara. Tipo, a fusão dele com o Ditto é tão dolorosa que o mano nem tem mais um rosto reconhecível, fiquei numa agonia sem fim enquanto lia sobre a dolorosa transformação. Essa ideia dele conseguir usar o pokemon para mudar sua forma junto dele foi bizarramente genial. Porém o mais bizarro foi ele se transformar logo no menino esquizofrenico, não tenho ideia de como Graz poderia dete-lo.

Falando no mesmo, o personagem ganhou mais pontos comigo nesse capítulo. Sua obsessão com Condor pode ser a salvação dos competidores no fim das contas. A pequena interação dele com o Food foi bacana, fiquei curioso pra ver mais do competidor e de como será a relação Batman e Robin hehe. O mesmo vale pra Kyle e Atillla que já são a melhor dupla dinâmica da fic, sempre que os dois aparecem eu me divirto demais.

Único POV que eu não curti no capítulo foi o da Chloe. Por mais que sempre seja legal ver o emo DarkBlue, não senti muito a necessidade do diálogo entre os dois. Claro que o fato de eu detestar essas crianças irritantes não ajuda, então, espero que essa menina perca o mais rápido possível e não apareça de novo tão cedo. Diferente desse último, o do Seth sim foi uma disputa de provocação bacana de se ler. Disputa de irmãos é sempre complicado, mas eu não consegui deixar de rir do jeito que os dois se tratavam huajsh foi excelente. Eu tô junto com a multidão, quero ver os dois se enfrentando.

E o Zek e a Victoria foi uma cena que eu li inteira com a cara assim ( ͡° ͜ʖ ͡°). Eu acho o personagem muito legal e é triste ver que logo perderemos ou ele ou o Kyle. Sua preocupação com a estratégia pode levar a alguma loucura ao estilo tentar prever o movimento que o adversário tava tentando prever também... porém como prever o imprevisível? Porra, mais uma batalha que eu to ansioso demais pra ler.

Enfim, eu achei bem massa a ideia de usar flashbacks pra gente conhecer mais dos personagens, e logo, sofrer mais com suas derrotas. Tanto por isso que eu pretendo ler a jornada de Kyle também se eu conseguir terminar a do Black um dia hehe, mas não me interesso muito pela história do Zeus não. Como meu personagem favorito é o Luke, seria minha primeira sugestão, mas também queria saber mais do Connor (já que talvez ele venha a perecer nas mãos de Condor).

Valeu Rush, até a próxima o/
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Mensagem por Black~ em Qui 11 Maio 2017 - 16:01

Fala, Rusha boy.

Bem, primeiro tenho que dizer que finalmente o Seth apareceu, já tava ficando preocupado com o nosso rival favorito do começo da fic -q. Enfim, de toda forma gostei desse capítulo. Eu fiquei com preguiça de ler achando que estava grande, mas me pareceu até menor que os outros, ou talvez eu tenha lido-o rápido demais, mas enfim.

Eu estive lendo alguns capítulos das Crônicas do Kyle e acabei lendo um capítulo em que aparece o Luke. Aí eu lembrei que o Luke era AQUELE Luke, que era/é apaixonado pela Alice, como o próprio lembrou nesse capítulo. Estou ansioso para ver a Alice aparecendo no Platô Índigo, tanto pra ver o Luke, quanto para ver o Kyle Green.

Como eu disse, eu gostei bastante do Seth ter reaparecido e também a Gabrielle ( ͡° ͜ʖ ͡°). Enfim, gostei dos nossos antagonistas mais chatos terem aparecido. Mas, eu realmente fiquei surpreso com o fato do Seth ter ficado um bostão, já que ele antes era o melhor treinador, o mais foda, o mais pica, etc. Ou talvez seja só a Gabrielle provocando-o mesmo, briga de irmão é uma coisa bem legal Laughing

Eu rio demais com o Atilla e o Kyle e naquela cena deles no hospital não foi diferente huahauha. O Luke todo fudido e os dois fazendo graça. Eu ri igual um idiota imaginando uma pessoa se batendo com o braço todo mole. E o Atilla ainda conseguiu um encontro, quem diria. Realmente, é bem estranho um cara do tamanho do Atilla que é mó bobão e ainda é todo educado huahua, enfim. Mais um casal se forma no campeonato. Legal desse lugar é que parece Big Brother, todo dia um casal novo huahuaha, enfim².

Cara, esse Condor é simplesmente surreal. Eu achei ele bem aqueles vilões Disney, sabe? Mas nesse caso, eu até gostei. Apesar de parecer ser aqueles vilões que chutam cachorro só pra falar que são maus, esse aí é bem interessante e eu gostei bastante da cena do Ditto "moldando" (?) a face dele. Achei muito bizarro, mas curti, porque isso é bem diferente e nunca tinha visto numa fic. De toda forma, é esperar pra ver o que o Graz vai fazer pra descobrir como pegar o Condor.

E o Ezekiel e a Victória nem precisa comentar né? huahuahuah. Os dois já estão até tomando banho juntos huahua. Bem, realmente é triste saber que ele vai ser eliminado (sei que o Kyle vai ganhar, então, whatever). Você deu tanta importância pro personagem, que vai ser foda ver ele ou fatalmente (bem fatalmente) o Kyle. Eu devo ter dito isso no outro comentário, mas eu achei ousado, por falta de palavra melhor, você ter colocado alguns "protagonistas" para batalharem logo, como foi o caso do Zeus antes, e agora o mesmo Ezekiel contra o nosso querido amigo do chapéu de palha. Bem, poderia tirar alguns coadjuvantes né hhuahuahuah, enfim.

Concordo que o POV da Chloe foi meio desnecessário, já que ficou parecendo mesmo aquelas crianças de filme americano, que só não conseguem voar por falta de asa. Já que você queria apresentá-la, acho que ficaria melhor da visão do Luke, sei lá. De toda forma, não curti não essa Chloe. Foi uma das poucas que eu não gostei =/. (outros como o William eu não gostei porque ele é babaca mesmo huahua).

Enfim, erro devo ter visto um ou outro, mas nada de mais.

Então, é só e boa sorte com a fic.

________________
The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
Dreams come true

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Mensagem por -Ice em Seg 15 Maio 2017 - 21:08

Fala, Rush!

Eu sei, tô muito atrasado -q Eu ando meio vagabundo ultimamente, eu admito que não estou lá no pique para ler e escrever. Tipo, não que eu tenha desanimado, mas eu sempre fico deixando para depois, embora quando eu comece a escrever/ler eu fique bem animado kkk

Well, capítulo muito bom, cara! Eu acho que superestimei a minha capacidade de se impressionar com tudo um pouco, já que ainda gosto mais do anterior -q Espero que entenda que não estou dizendo que não goste desse, e sim que o anterior está um pouco acima para mim. Meu deus, estou muito explicativo hoje aushaush

Aproveitando que citei o nome do papai do céu, eu admito que achei bem estranho e engraçado ver você usando o Moisés como exemplo para a ação de Gabrielle AHUASHUAS Eu acho que foi só um momento de humor mesmo, e não significa que a mitologia cristã existe no mundo pokémon, pois seria muito estranho Laughing

Ah, e essa referência foi uma referência? Digo, foi proposital? -q Não vou falar qual é pois, se foi, você vai saber do que estou falando -qq
Food'n'Battle? -q

Enfim, vamos falar do capítulo mesmo agora. Ao contrário dos outros, eu gostei de Chloe. Eu tinha achado interessante o sujeito do Marowak lá, mas foi legal ver que ela venceu, tem um Mega Heracross e pá. Eu não acredito que ela vá chegar muito longe, mas foi legal ver uma menininha na liga e com uma personalidade tão forte. E eu tinha esquecido de como gostava do Darkblue -q Aquele badass típico que todo mundo ama.

Já o Seth só decepciona haushausah Eu nunca fui muito com a cara do personagem, acho que ele era um rival válido no começo da jornada, o antipático clichê e talz, mas com o tempo a presença dele foi se tornando menos importante com a aparição de Karen, Lucas e etc. Eu acho que a única coisa que eu cheguei a gostar dele foi a equipe, que tinha o Nidorino, o Vaporeon, o Politoed e o Onix negro. Eu acho improvável que ele vá lutar contra a irmã, mas se sim, eu sou experiente em Rush o suficiente pra saber que ele ia tomar um sacode.

Nem precisa falar do Kyle e do Atilla né? <3 A química dos dois personagens é incrível, e eu ri demais dos dois falando para Luke testar o braço anestesiado. "Deve ser estranho você sentir a dor no rosto, mas não na mão. É como se você apanhasse de alguém." HAUSHAUHSUAHS
Também me identifiquei com o pavor de agulhas que o Luke sente, uma característica que passei para o Natt mas foi bom ver em um personagem que não é meu -q

Bom, o Graz também roubou a cena algumas vezes mas o maior destaque foi para o nosso Condor. Cara, imaginar um Ditto destruindo a sua cara deve ser muito ruim, e ver que ele acha isso melhor do que ser pego pela polícia foi muito perturbador. Tipo, eu sou uma pessoa que simplesmente não tem uma força psicológica forte (que?) o suficiente para me machucar de alguma maneira. Eu não conseguiria. Contudo, imaginar um Ditto geladinho na sua cara foi um pouco gostoso hushaushau Sei lá, eu imagino que deve ser tipo a sensação de encostar em uma amoeba novinha.

Sobre os flashbacks, eu acho que a minha primeira sugestão seria os meus preferidos como Ezekiel, Arthur e Alex, mas acho que talvez fosse melhor começar explorando os menos conhecidos, que já foram eliminados ou que não terão nenhuma participação importante, como o sujeito do Marowak. Imagino que a história dele seja, no mínimo, curiosa.

É isso meu amigo. Aproveitando-me desse comentário, eu gostaria de dizer que vou te mandar uma MP cedo ou tarde sobre aquele negócio das chaves. Mesmo que eu goste do jeito como você fez as suas, é uma honra que você tenha gostado do jeitinho que eu dei (aquilo levou uns vinte minutos) ^^ Até a próxima o/
-Ice
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Mensagem por Rush em Seg 18 Maio 2020 - 23:47

Olá!


@Brijudoca: Parece muito mais do que alguns meses agora, né? HAHAHA

Como sempre, muito obrigado, fico muito feliz que mesmo depois de tanto tempo, você ainda tenha um carinho pela minha fic.

O Condor sofre a cada transformação, e um pouco mais será revelado dele. Mas te pergunto, qual será o objetivo de um cara que desfigura seu próprio rosto para se transformar em outros?! E sim, ele e Graz são antigos nemesis.

Ahhh, fico tão contente que você tem um personagem preferido que eu fico ainda mais motivado a escrever. Mas sabe, a preguiça é tão grande. HAHAHA

Mais uma vez obrigado, espero que continue lendo!

@Black~: Black!!!!!!

Muito obrigado meu amigo, fico muito feliz que tenha gostado!

Sim, é AQUELE Luke. O pequeno pedaço de bosta que tinha um Riolu que não sabia lutar. HAHAHA' E sobre o Seth, ele nunca foi o "melhor" treinador, ele sempre foi o que mais intimidava por ter um POkémon evoluído muito cedo. Mas sabe, né. Vamos ver seu potencial agora na liga, nunca se sabe se a Gabrielle estava blefando!

Muito obrigado novamente, espero que continue lendo!

@-Ice: Iceeboyyyyyy!

Muito obrigado meu caríssimo, fico muito feliz que tenha gostado!

Logo de cara, sim, cada capítulo é recheado de referências e se você achou que pegou uma, é porque achou certo! Sobre a Chloe, é meio bizarro que uma criança tão jovem possa estar participando de uma liga de tanto peso, NÉ GAMEFREAK?!

Sobre o Graz, não quero dar spoiler, mas to pensando em fazer ele sumir da história. Porque eu to com bastante preguiça de intercalar as duas histórias. KKKK

Como sempre um obrigado, espero que continue lendo!




É isso galere, antes de postar o cap, vou fazer um resumão FODIDO do que aconteceu até agora. Porque né, depois de tantos anos, até eu li porque não lembrava mais nada.




Após o início da Grande Liga de Kanto, os participantes já encontraram desafios antes mesmos das partidas. Alex Strokes confronta amigavelmente Aaron Storm, dando dicas para estudar seus oponentes. Hammer Skyfall provoca Luke Sharpp antes mesmo das chaves saírem, em rede nacional. Zeus se garante o novo campeão, por nunca ter perdido uma batalha e possuir um Mega Ampharos.

No entanto, após a conclusão das chaves, o início das batalhas se tornou a única preocupação dos participantes, e em como eles iriam prever que Pokémon os seus oponentes usariam, pois na primeira fase de eliminação (Localizado em quatro estágios menores), o modo de combate seria morte súbita: Apenas um Pokémon por treinador.

Zeus e Ezekiel se enfrentam na primeira partida da série A, simultaneamente em que a batalha de Victória contra Guillermo. Na primeira batalha, Ezekiel consegue vencer do imbatível Mega Ampharos de Zeus usando Atlas, seu Torterra. Victória vence de Guillermo usando seu Shiny Greninja.

Em seguida, Kyle enfrenta Willian, mas pouco antes da batalha, ele é atacado por um estranho denominado como Condor - um criminoso que participa de um grande sistema de apostas fraudulentas, e ataca Kyle para que Willian passe para a próxima fase. - Felizmente, Atilla, outro competidor, o encontra e o leva correndo para o estádio, onde Kyle e Willian travam uma batalha histórica entre Ares (Poliwrath) e Kohlhase (Mega Swampert). Após muito esforço, Kyle e Ares passam pra próxima fase.

Luke Sharpp é atacado tentando defender Kyle de Condor, sendo auxiliados por Atilla, mas os três param na enfermaria e a batalha de Luke é adiada.

Enquanto isso, Flint Jr. vence usando seu Landorus. Alex passa pra segunda fase com seu Haxorus negro. Chloe vence de Boneclap com um Mega Heracross, Rodrigo ganha de Johnny Spark e Arthur vence de Gabriel Hihill usando seu temido Hitmonlee.

Durante esses dois dias, Ezekiel se envolve amorosamente com Victória, e desde então eles dividem o mesmo quarto. Kyle fortalece sua amizade com Luke, Atilla e Karine.

Acho que só. E ah, Graz está investigando o Condor, "contratando" Food como seu Robin.


Aproveitem! Muito obrigado por todo apoio e vamos acabar com essa porra que já está incompleta há anos!






[Atilla]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 EAbqg5n


Atilla olhava para o seu próprio reflexo na vidraça a enorme do restaurante ao lado de fora, checando se sua aparência estava da mesma forma que se encontrava quando se arrumara no hotel algumas horas mais cedo. Não podia esconder a euforia mesclada com ansiedade sobre o encontro que estava por vir.

Seus cabelos castanhos estavam penteados com gel para trás, dando impressão que seu rosto fosse ainda maior e mais quadrado do que realmente era. Um tanto quanto paranoico com o efeito do penteado, Atilla usava seus dedos grossos para bagunçar os fios endurecidos, agora fazendo um topete descolado.

Apertava o maxilar ao analisar seu novo look. Suspirava ao não se sentir satisfeito e pentear o cabelo com as mãos para trás, voltando mais ou menos o penteado original para trás. Agora, no entanto, as palmas das mãos estavam oleosas graças ao gel. Ele olhava para os lados, desesperado, e ao perceber que não havia ninguém olhando no momento, ele passava a palma das mãos no caríssimo terno negro que vestia, deixando duas manchas esbranquiçadas sobre o tecido de ótima qualidade.

— Oh, que coisa! — Rangia os dentes, começando a soar frio ao ver que a situação apenas piorava antes mesmo do encontro começar. Ao desfocar a visão no reflexo e concentrar-se dentro do restaurante Food’n’Battle, percebia que todo esse tempo foi contemplado pela belíssima Helena Moore, que ria ao ver que finalmente havia sido percebida.

Atilla rapidamente ficava corado, sentindo seu âmago estremecer e suas bochechas ficarem quentes. Soltava um sorriso tímido que esboçava os dentes, acompanhado de um aceno com a mão toda melada de gel.

Agora ele se virava bruscamente ao lado para entrar no restaurante, mas topava de frente com a estátua de um enorme Tropius de bronze, fazendo-o perder o equilíbrio para trás graças ao impacto, por pouco não caindo. Ao olhar para o lado, com as mãos no nariz que gritava de dor, percebia que Helena continuava assistindo a cena por dentro do restaurante, assim como outros intrometidos que reconheciam Atilla.
Ele novamente erguia a mão acenando timidamente, mostrando que seu nariz estava vermelho e melado de gel.




As Crônicas de um Gyarados Voador!

- A L L   ★   S T A R S ! -


Volume I - Imensurável


Opening II


Capítulo X – Força!







~>x<~
[Karine Redflame]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 8yxJn5e


— O que você pensa estar fazendo? Pensei que você iria me ajudar com uma estratégia para vencer do Hammer Skyfall.

Karine estava com Kyle e Luke dentro de seu apartamento luxuoso, sentados em um longo sofá bege que fazia um formado de “U” para frente de uma enorme televisão de plasma com mais polegadas que a sua paciência poderia suportar a contar.
Entre o móvel e o aparelho eletrônico, uma mesinha de vidro era usada como descanso para um notebook, um cinzeiro, alguns livros e uma xicara de café. Kyle Green estava sentado mexendo no celular no momento que havia sido repreendido, olhando sem graça enquanto segurava o riso.
Na mão do treinador que havia passado para a segunda fase, um baseado estava acesso e deixando um fino rastro de fumaça branca de sua ponta. Tossia as palavras:

— Atilla está em um encontro. Estava mandando alguns memes para ele. — Seus olhos coloridos em um pequeno tom de vermelho davam destaque a íris verde do olho esquerdo. O direito parecia bem menos inchado depois do soco que havia levado de Willian antes de sua batalha.
— Ei, você não acha uma má ideia estragar o encontro dele, Kyle-San? — Luke arqueava uma das sobrancelhas, ajeitando o gorro negro na cabeça em seguida. Estendia a mão com intuito de pegar o baseado.
— Kyle-san é o caralho. — Ele ria, tossindo fumaça e passando o cigarro para o amigo.
— Idiotas! — Karine bufava fechando os olhos. Ela dava um trago no cigarro que segurava entre os dedos, manchando o filtro branco com o vermelho de seu batom. — Pensei que vocês iriam vir aqui me ajudar, e não ficar loucões e mandando memes.

A moça suspirava, se levantando enquanto fechava o seu notebook, onde anteriormente estava em uma página sobre o treinador anteriormente mencionado, junto ao seu gigantesco Salamence. Ao fechar o notebook, Karine caminhava lentamente até a sua sacada, surpreendendo-se com a ventania espontânea que balançava os cabelos ao deslizar a porta de vidro que separava a sala da sacada ao lado.

— Já te disse. — Kyle revirava os olhos ao ver que ela havia ficado brava por tão pouco, se levantando e seguindo a moça, não antes de pegar o baseado da mão de Luke, que se indigna. — Você deveria usar Ignis na batalha. Confia em mim.
— Charizard contra... — Tossia, ficando de pé e indo para a sacada com os dois —... um Salamence? — Encostava-se às grades, sentindo certa adrenalina ao ver a altitude do apartamento de Karine.

Kyle lançava um olhar cerrado e fulminante em direção do amigo ao ser contrariado. Soltava fumaça na cara dele.

— Luke está certo, Kyle. — Karine suspirava. — Se eu usar Ignis, estarei em desvantagem, já que ataques de fogo não irão ser efetivos. O ideal seria usar Nix. — Ela ponderava enquanto a fina fumaça saía da ponta da brasa de seu cigarro.
— Você está pensando óbvio demais, meu anjo. — Kyle fechava os olhos, encostando-se na sacada e respirando fundo. Ele passava o beck para Luke. — O Salamence de Hammer Skyfall sabe usar o movimento Metal Claw, que é o quê? Quatro vezes vantajoso ao teu Ninetales? Sei que ataques de gelo são super efetivos contra um dragão voador, mas você precisa levar em consideração a resistência e velocidade de ambos. Mesmo que Nix seja bem ágil, o Salamence de Skyfall consegue se mover como um torpedo quando voa... Um Metal Claw já preciso é o suficiente para derrotar a raposa. E tipo... Caçar um puto de um dragão com uma raposa? Ceis tão viajando.

Karine bufava, sobrando os cabelos castanhos de sua franja.

— Você acha que Nix é tão fraca a ponto de ser derrotada tão facilmente? — Seu olhar era tão desafiador quanto a pergunta proferida.
— Não, mas não acho que Skyfall seja tão despreparado para ser derrotado por movimentos de gelo. — Kyle respondia sem ao menos piscar, sustentando o contato visual e transmitindo confiança em suas palavras. — Confie em mim. Sei que posso ter previsto errado a minha batalha ao usar Ares ao invés de Aoki, mas... Sei que Skyfall espera que você use sua Ninetales de gelo.

Luke apenas acompanhava a conversa com os olhos, não querendo intervir com palavras que não fossem agregar o assunto. Após um diálogo que parecia não ter fim, ele decidia expor a sua opinião depois de tossir.

— Pensando bem, acho que Kyle-San tem razão. — Ele olhava para os pés, lembrando-se das palavras provocativas de Skyfall durante sua entrevista, esperando que lutasse contra ele para humilhá-lo em campo. — Eu pesquisei bastante sobre Skyfall após sua declaração no All Stars, e bem, o seu Salamence realmente sabe o movimento Metal Claw. Ao todo, os quatro movimentos oficiais dele são o Metal Claw, Dragon Dance, Aerial Ace e Draco Meteor.
— Já os movimentos oficiais de Ignis são Dragon Dance, Flare Blitz, Dragon Claw e Aerial Ace. — Kyle respondia imediatamente, tentando esticar o braço pra pegar o baseado. — Como as regras da Grande Liga exigem que você use apenas quatro movimentos por batalha, eu acho que se você substituir o Flare Blitz por Will-O-Wisp e o Aerial Ace por... — Agora Kyle ficava pensativo, tentando caçar algum movimento da memória.
— Já saquei. — Karine interrompia o pensamento de ambos, esboçando um sorriso que mostrava o alívio que sentia ao ver que a esperança não havia sido perdida. — Muito obrigada, meninos. Irei escolher Ignis.

Kyle e Luke abriam um sorriso ao ver que haviam sido escutados.

— Além do mais, você tem que pensar que a batalha entre um Charizard e um Salamence vai ser histórico. — Ele fechava os olhos e abria um sorriso enorme que esboçava todos os dentes brancos em sua boca, finalmente conseguia roubar o baseado de Luke.
— “... Ele disse para eu usar Ignis apenas para batalha ser histórica?” — Karine pensava enquanto encarava o treinador de maneira estranha, arqueando uma das sobrancelhas.

Antes que Kyle pudesse dar mais um trago do baseado, Karine jogava a bituca de seu cigarro com um peteleco e tirava o mesmo de sua mão, roubando o primeiro trago.



~>x<~
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 MfZ54x9
[Food]

As ordens de Graz haviam sido mais claras que as mais cristalinas águas dos lagos de Twinleaf, sua cidade natal, ficar de olho nos treinadores poucos conhecidos que por algum acaso tiveram o azar de enfrentar lendas vivas.
Como o investigador suspeitava de uma máfia de apostas ilegais que se baseava em manipular as chaves na base do terrorismo e força física, os treinadores mais prestigiados pela fama estariam seguros de qualquer ameaça.

— “Não se esqueça de uma coisa, Food.” — A voz de Graz ecoava em sua cabeça. — “O pilar que mantem o esquema de apostas ilegais de pé é sempre o mesmo. Na primeira fase apostarão nos treinadores mais propensos a ganharem, em seguida, para obter um lucro imenso, irão apostar num treinador pouco conhecido para que este acabe vencendo. Se apostarem todas suas fichas nos treinadores mais fracos desde o início, é meio óbvio que estão trapaceando”.

Logo, teria que ficar de olho nos treinadores menos populares já que estes, como Kyle Green, estariam correndo o perigo de ser intimidados por esta máfia. Infelizmente, isto significaria que perderia algumas batalhas, mas a adrenalina em fazer parte de um caso tão importante era realmente mais divertida.

— Okay, Randy, Hunter, vocês sabem o que fazer.

Food estava em um ponto cedo do Planalto Índigo, onde não havia nada além de depósitos de lixo de um restaurante pouco conhecido. Segurava duas pequenas Pokébolas, clicando em seu botão central e ampliando seu tamanho antes de liberar dois Pokémons.
Randy era um macaco com duas caudas, onde na ponta de cada uma, duas grandes mãos se apoiavam no chão e levantavam o seu corpo. Um Ambipom.
Já Hunter seria uma ave de rapina com penas vermelhas que se assimilavam a um topete da mesma cor que seus olhos intimidadores. Um Staraptor.

— Preciso que vocês voltem para este lugar sem serem vistos por ninguém, okay?


~>x<~
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[Seth Crimson]


O som dos instrumentos de sopro comemoravam a vitória de mais um treinador que passaria para a segunda fase. Em sua frente há alguns metros, Michelle Bellegarde caía de joelhos, devastada com a derrota. Seu Aipom era retornado para sua Pokébola enquanto simultaneamente Seth fazia o mesmo com seu Nidoking.
Fogos de artifício foram lançados. Seu sorriso estava maior que a cara. Ele olhava para as arquibancadas, porém seu sorriso é desmanchado quando percebe que Gabrielle não estava lá assistindo.

Ele bufava, num tom superior. Colocava a mão nos bolsos da calça e caminhava para fora do campo de batalha.



~>x<~
[Aaron Storm]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 8g8eyia

Aaron mancava com auxílio de sua muleta para um dos inúmeros pátios do Planalto Índigo, mais específicamente em um que se encontrava no térreo do hotel em que se hospedava. Os funcionários cochichavam sobre sua deficiência por suas costas, mas sempre sorriam e o cumprimentavam educadamente. Aaron não ligava. Já estava acostumado.

Percebeu de imediato que outro participante estava sentado no pátio. Parecia estar lendo um livro enquanto estava de pernas cruzadas. Era o merecedor do inicial de água de Kanto, Lucas Darkblue.

Estava tão chateado pela derrota de Gabriel que pensou ser uma boa ideia socializar com outro merecedor de um inicial de água.


— Hoi! Não o esperava por aqui, mano! — Aaron abre um sorriso quando se aproxima, sentando-se ao lado de Lucas no banco de madeira. — Ansioso para a sua partida?
Darkblue passava uma página de seu livro, o ignorando.
— Não adianta, Storm. Ele consegue ser mais antisocial que você. — Uma voz conhecida chama a sua atenção. Era Alex.
— Ahá! Você destruiu o aquele velho no campo! Achei que iria perder de lavada por ter estudado os oponentes demais!

Lucas Darkblue bufa, fechando seu livro bruscamente e de forma abrupta se levanta, retirando-se sem ao menos dizer alguma coisa.

— Que manézão esse cara. — Aaron conclui.
— Nah, ele tá fazendo certo. Não deveríamos nos misturar com nossos inimigos aqui, qualquer tipo de apego emocional pode nos debilitar durante o combate.
Aaron coçava seu rosto, ainda não havia se acostumado com a forma de pensar como Alex pensava. No entanto, desde sua partida com o rapaz do Scizor, Aaron percebeu que Alex era um treinador profissional, então estava acostumado com esse tipo de competição.

— Fiquei sabendo sobre seu amigo, o Hihill. — Alex colocava sua mão no ombro de Aaron, fazendo o moreno se corar. — Sinto muito. Já sabia que ele era seu amigo de jornada.
— Hoi! Você não cansa de me stalkear não?!

Mesmo na defensiva, Aaron sentia-se muito grato pela atenção de Strokes.

— Como eu disse, conheça seus adversários! Há uma possibilidade de nos enfrentarmos nas chaves, então estudei todos meus principais possíveis oponentes!

Aaron sorri com tal afirmação. Ele sabia que era forte, mas nunca havia sido considerado um rival de peso por ninguém além de Gabriel Hihill, e este mesmo citado havia levado uma surra de Arthur logo na primeira fase.

— Fico feliz que esteja me temendo. — Storm brincava.
— Nah, só acho que você ainda é muito novato nesse ramo de competição, e creio que um conselho ou dois te ajudariam muito, assim como me ajudariam se eu tivesse os recebido quando comecei.


Aaron fica sem reação, na verdade, estava destruído por dentro ao ser considerado um novato.


— Mas sei que você tem potêncial de ir longe, Storm. Amanhã você enfrentará Jonezz, e ele possui um Magmortar bem infâme, ouvi dizer. Sei que você vai vencer, mas não perca o foco.
— Foco?
— Sim. O foco de um treinador.

Aaron não entendia o ponto em que Alex queria chegar, mas não se importava. Sua companhia era interessante.




~>x<~
[Atilla]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 EAbqg5n


Atilla estava deitado em sua cama de hotel, totalmente nu e com Helena deitada em seu ombro, também nua. A mão da mulher alisava seu peitoral bem definido enquanto o seu braço a envolvia. O homenzarrão olhava para o teto.

— Eu nunca me entreguei assim em um primeiro encontro... — Sua voz grave soava com enorme tom de insegurança. — Espero que você não ache que eu sou um vagabundo ou muito fácil...

Helena ria, subindo parcialmente em cima do homem e lhe roubando um beijo dos lábios.

— Por quê? Você acha que eu sou uma vagabunda muito fácil? — Arqueava uma sobrancelha, esboçando um sorriso um pouco malicioso.
— Não, por céus, Helena! Não foi o que quis dizer! — Se levantava, ficando sentado e encostando as costas na cabeceira da cama.
— Então porque se remói com isso? Somos dois adultos muito bonitos e donos de nossas escolhas. — Um sorriso acompanhado com um tapinha. — Além do mais, você foi ótimo para sua primeira vez.

Atilla sorria aliviado. Enquanto estava com Helena, um enorme calor parecia crescer dentro de seu peito. Uma sensação confortável, como se o cobrisse com um cobertor macio que o esquentasse de uma noite que havia passado muito frio antes.

A noite havia sido ótima. Mesmo com o começo desajeitado, Atilla e Helena conversaram sem parar o encontro inteiro. Tinham gostos diferentes na comida, porém cada um experimentou o prato do outro e enriqueceram ainda mais o cardápio de seus paladares. Helena ria de cada piada e história que o homenzarrão contava, e o sorriso que ela esboçava ao escutá-lo, fazia o coração de Atilla palpitar ainda mais.

Nunca havia se sentido assim, nem quando roubou seu primeiro Pokémon, nem quando foi aceito na Equipe Rocket. Porém, um sentimento semelhante ao que sentia ao brincar com sua mãe quando criança. Sentia que não estava sozinho. Que ele podia abaixar a guarda e apenas aproveitar o momento.

— Eu vou desistir da batalha amanhã. — Ele comentava. — Não posso enfrentar você.  Gostei muito do que tivemos hoje.

Helena ria e se debruçava no corpo de Atilla, o abraçando.

— E se esse fosse meu plano? Te seduzir pra passar pra próxima fase?

Atilla arregalava os olhos.

— Estou brincando! — Ela voltava a falar antes que a inocência de homenzarrão acreditasse de fato naquelas palavras. — Eu te acho um fofo. Desde que fiquei sabendo que você salvou um participante duas vezes, mesmo ele tecnicamente sendo um “inimigo” seu. Não quero que você desista desse sonho por causa de um sexo bom.
— Não é um sonho. — Ele segurava a mão da mulher e olhava para baixo para que seus olhares se conectassem. — E não é por um sexo bom. É claro que você é mais inteligente que eu em quase... Tudo. Receio que se você me vencer amanhã de uma maneira humilhante, você não me verá com os olhos que me vê agora.
— Um puta homem desse tamanho com tamanha insegurança? — Ela brincava. —  Se você perder, aconteceu.  Não sei por que você está tão inseguro. Você está aqui por algum motivo, não?

Atilla engolia seco.

— Zeus, Gabriel, Boneclap, Bellegarde... Perderam de maneira humilhante, mesmo estando aqui. Não quero que...
— Não quer o quê?
— Não quero parecer fraco. Nunca mais.
— Traumas de infância?
— Sim. Traumas de infância.

Helena abraçava o homenzarrão com força, aconchegando sua cabeça em seu peito.

— Você é bem forte pra mim. E não quero que você desista. Vamos ter uma batalha épica amanhã.







Ending



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Frase pessoal : Agora você não tem mais waifu!


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Mensagem por Brijudoca em Ter 19 Maio 2020 - 22:44

caralhoooo Rush eu não vi que você tinha feito um resumão e decidi ler a fic inteira pra relembrar de todos os detalhes, afinal fazem 3 anos né? Imagino minha cara voltando em 2017 onde minha preocupação era terminar a faculdade, e sabendo de coisas que aconteceriam em tão pouco tempo como o caos político brasileiro pós 2018, pandemia de covid ou sobre game of thrones ter virado um lixo em 13 episódios. 

Mas que decisão acertada hein? Puta que pariu, eu lembrava o quanto eu amava a tua fic mas creio que não lembrava do quão realmente BOA ela era. Revendo as batalhas do Zek e Zeus e do Kyle com o funkeiro lá, eu pude recordar como sua narrativa é envolvente, como as batalhas são épicas, como seu humor é peculiar e como os os personagens são incríveis. Foram 3 horas pra ler tudo, mas 3 horas bem gastas.

O Atilla é absolutamente perfeito. As cenas dele nesse capítulo foram massa, inclusive a revelação que ele trabalhou pra Equipe Rocket. Duvido muito que ele perca pra Helena, e não poderia te perdoar tirar esse personagem da história tão já hehe

Agora falando em humor peculiar, a Karine e o Luke ficando chapados com o Kyle às vésperas das batalhas puta merda hein que cena maravilhosa Difícil acreditar que você faz 3 anos que tu tá segurando essa batalha entre ela e o Skyfall. Finalmente essa batalha vai sair aaaaaaa

Dos demais núcleos, só imaginei o quão anticlimático deve ter sido a batalha do Seth derrotando um o macaquinho com um Nidoking kkkk como a pessoa me lança um Aipom em plena grande liga? E por mais que agora você esteja com preguiça de conduzir os dois plots, espero um fim a altura pro bizarro do Condor e seu poder de troca de faces.

Hora de Rushar essa fic queremos um final épico
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Frase pessoal : make brazil emo again


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Mensagem por -Ice em Qua 20 Maio 2020 - 0:54

Rush!

Caramba, acho que a volta da sua fic confirmou que o fórum está vivo sim, porque porra, a nostalgia que eu senti ao ler isso... Me lembro de 2017 quando eu decidi voltar com Project Retype na maior cara de pau depois de mais de um ano, e vi que você tava escrevendo esse timeskip, nossa. Lembro que eu estava no terceiro ano do ensino médio, focado em curtir minha vida e no estágio mais bosta que eu poderia estar, mas estava feliz pra caralho, esse deve ter sido o melhor ano da minha vida.

Desvirtuando um pouco do assunto mas nem tanto, lembro que ouvi uma das músicas que estava no main post (acho que na época era o tema do Volume I) e fiquei apaixonado pelo ritmo frenético, fui pesquisar e conheci R U Mine, música que até hoje associo a essa fanfic maravilhosa.

Lembro que em Maio de 2017, quando li o último capítulo postado, fiquei em dúvida se o tal do Food'n'Battle era uma referência à minha fic ou se era só um nome clichê, mas agora nesse último capítulo, com a menção de um Tropius de bronze, não tem nem como só suspeitar mais hahahaha Imagino que Gray deve ter ficado bem feliz com a expansão de seus negócios para o Planalto Índigo. O único problema é que no remake eu acabei tirando a estátua do Tropius hsuahsua

Eu lembrava que gostava muito do Atilla e da sua relação com Kyle, mas não me lembrava que ele era tão homão da porra e tão humanizado assim, gostei de ler as passagens em que ele se preocupa com o seu cabelo, ou quando ele fica com medo de ser humilhado pela moça lá.

A cena dos três fumando um baseadinho e conversando fez com que eu me sentisse em um papo com uns velhos amigos, não sei explicar, me senti muito confortável ao ler a passagem, além de ter achado muito interessante a discussão dos dois, apesar de não ter sido tão óbvia a constatação de Kyle. O terceiro personagem eu não me recordo de quem seja, lembro de Kyle e Karine por conta da fanfic original, mas não consigo me recordar do terceiro personagem. Pra falar a verdade, não consigo me lembrar de vários dos nomes citados, apenas alguns dos mais icônicos, creio que eu vá precisar dar uma passada no escritório ou reler o que foi postado até aqui.

Por enquanto é isso, tô ansioso para as próximas batalhas, que imagino que serão épicas no estilo Rush, o que vai me motivar ainda mais a escrever as minhas porque as suas batalhas sempre inspiraram e muito as minhas. Um abraço e até mais, Rush!
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Frase pessoal : </∆>


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Mensagem por Bakujirou em Qua 20 Maio 2020 - 13:51

Eu voltei! Eu tive curiosidade de pegar pra ler a fic para ver como faria para retomar ela depois de muito tempo, esta recapitulação foi muito útil. As passagens entre cada cena dos treinadores eu sempre curti, me faz lembrar as vibes de novela que eu gosto tanto de ver.

O que tenho a comentar agora, no momento, de duas poucas passagens que pode trocar as palavras.

No entanto, após a conclusão das chaves, o início das batalhas se tornou a única preocupação dos participantes, e em como eles iriam prever que Pokémon os seus oponentes usariam, pois na primeira fase de eliminação (Localizado em quatro estágios menores)
estágios por Estádios

— Oh, que coisa! — Rangia os dentes, começando a soar frio ao ver que a situação apenas piorava antes mesmo do encontro começar.
soar por Suar. Quem soa é sino. Quem sua é pessoa.

No mais, sucesso na fic! <3

________________


Heir of Life

Confira:
Concurso participem! / Fic / One-Shots / indico uma fic que resgatei / indico Fic de meu amigo

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set by ~elazul

Spoiler:

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Um novo challenge breve

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CONFIRA!
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Veja meus outros perfis!
Bakujirou
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Frase pessoal : ~"You are my lucky charm"


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Mensagem por Black~ em Ter 26 Maio 2020 - 8:35

Bem, vamos lá.

Confesso que li o resumo, mas sinto que em algum ponto perdi algo, então vou tentar reler alguns capítulos de novo.

De toda forma, gostei do Atilla nesse capítulo. Não lembrava dele ser tão humanizado assim e também não sabia que ele já tinha sido da Equipe Rocket (ou talvez esquecido Laughing) Mas, achei interessante essa ideia de trabalhar os medos e inseguranças dele, apesar do cara ser mó fortão e alto. Além disso, me senti num filme do Charles Chaplin ou algum filme de época, com essa música tocando e o cara andando pela calçada, já imaginei o andar do Charles Chaplin kkkkk, ficou bem legal.

Achei bem legal aquela interação entre o Kyle-kun, o Luke e a Karine. Um momento bem leve, frente ao que logo virá. Gostei de ter colocado eles fumando um oddish e conversando bem naturalmente sobre bobeiras, algo que dá um ar mais de naturalidade à fic. Lendo essa fic após ler a do Kyle é bem interessante, ao ver a mudança do rapaz caipira de Pallet. Dando dicas de batalha sem nem ao menos fraquejar. No final, porém a Karine ficou com dúvidas se ele disse aquilo só pra ser uma batalha visualmente bonita. Um bom ponto a se pensar. De toda forma, o Kyle está bem mais experiente, o que era de se esperar, após quatro anos se passarem.

Lembro da época que o Nidoking do Seth era a sensação dos jovens de Kanto. Mais engraçado é pensar que o Nidoking, que é um pokémon tão bleh, era muito mais forte que todos os outros. De toda forma, hoje ele sentiu esse gostinho ao batalhar contra um Aipom kkkk. Mas também que é o indivíduo que leva um Aipom para a Grande Liga? kkkkkkk. Mas acho que o Seth não vai muito mais longe que isso não. Como você falou, o Seth era o mais forte por ter o Nidoking muito mais cedo que todos, então por isso era "mais forte". Mas agora na Grande Liga têm outros candidatos muito mais fortes, incluindo o caipira de Pallet (será que vai ter plot armor? kkkk). Enfim.

Bem, acho que é isso. Vou tentar reler pra entender melhor, até porque são muitos personagens, então acabamos lembrando mais só dos mais famosos mesmo, mas ou rever sobre o Aaron e outros pra tentar relembrar alguma coisa.

Então, é só e boa sorte com a fic.

________________
The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
Dreams come true

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Mensagem por Rush em Seg 8 Jun 2020 - 0:34

@Brijudoca: Briju! Nem me diga. Lembro quando criei essa fic, eu nem imaginaria que aconteceria tanta coisa bizarra na minha vida. E porra, prefiro muito mais uma pandemia do que o final lixo de GoT.

Cara, você nem imagina o quanto fico feliz em escutar essas coisas. Creio eu que, até agora, a batalha mais intensa tenha sido de Kyle vs Will, mas vamos ver se isso continuará assim com esse capítulo! 

Eu fico muito feliz por você continuar lendo minha fic, você não sabe o quão grato eu sou por isso. Muito obrigado mesmo, e espero que continue gostando!


@-Ice: Aice! Nem vem que a sua fic é a que representa o fórum. HAHAHA' Sério, todas as vezes em que você deixou de postar algum cap, a área inteira morria, então eu sou apenas uma consequência da sua fic ter voltado também.

Aaaaaa isso é incrível, sério! Adoro associar música com coisas que eu gosto, mas ouvir isso de outra pessoa é maravilhosamente incrível, ainda mais porque você gostou da trilha sonora que eu escolhi de coração. Eu fico muito muito muito feliz em saber disso!

Oh, pobre Luke! HAUSHUAS' Eu entendo ele ser esquecido assim, ele só apareceu no arco da Alice que nem era uma personagem tão importante também. UAHSUAHS'

Muito obrigado, eu fico muito feliz por você continuar aqui no fórum. Espero que continue gostando da leitura, e espero que goste de mais batalhas! Hahaha'


@Bakujirou: Baku! Peço mil perdões por esses erros. Estava escrevendo no Word, porém o dicionário estava definido como inglês, então aquela correção automática não ocorria e acabei nem percebendo os erros. Tentei tomar mais cuidado nesse capítulo revisando-o antes de postar.

Muito obrigado, fico muito feliz que tenha gostado da fic. Espero que continue a gostar e que tenha uma ótima leitura! 

@Black~: Black!!! AUSHAUS' Eu adorei essa música eletro swing para definir a situação constrangedora do primeiro encontro do Atilla com a Helena, mas agora que você disse, ficou bem humor pastelão mesmo. HAHAHA'

Sobre o Seth, ele nem Nidoking tinha na época HAHAHA ele era considerado forte por causa de um DODRIO. Olha só a diferença de nível do começo da fic pra agora. HAUSHAUSHUAHSUAS'

Fico muito feliz que você continue lendo aqui e espero que você goste da leitura, ainda mais por você ter visto como surgiu a ideia desse capítulo! Hahaha Muito obrigado, espero que continue gostando!




~>x<~


Comentários do autor: PAU NO CU DO SOLROCK


Espero que gostem e tenham uma ótima leitura!
















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[Connor D. Montenegro]
 

 
Connor caminhava em passos longos e pesados, sem olhar para nenhuma direção a não ser o solo. Suas mãos se escondiam nos bolsos de sua jaqueta de couro negra, até retirar um maço de cigarros de seu interior, retirando um pelo filtro vermelho e o colocando nos lábios. Então, com um isqueiro zippo, ele acende a sua ponta quando puxa o ar com força, já transformando a base inicial em cinzas. Soltou a fumaça com um gemido, olhando para cima e se encostando na parede de um beco. Era prazeroso sentir sua pressão cair.
 


Fodendo filho de uma puta do caralho. — Suspirou num mesclar de um resmungo.  — Aquele fodendo filho de uma puta do caralho. — Completou, abrindo os olhos e exibindo suas írises rubras.
 


Franziu o cenho, e mordeu o cigarro. Fechou o punho e o lançou contra uma caçamba de lixo a sua frente, ecoando o baque pelo beco vazio. Deu mais um profundo trago e seguiu golpeando a superfície de metal, avermelhando as mãos a cada investida.
 

— Filho da puta, filho da puta, filho da puta...! — Continuou até perceber que o punho sangrava e a caçamba amassada. — Não me fodendo julgue! Você não contribui com porra de nada! — Resmungou aos ventos.
 

Foi aí que Connor ficou em silêncio, em estado de alerta. Colocou o cigarro nos lábios novamente, dando um trago e se virando para uma direção muito específica na boca do beco em que se encontrava, se deparando com uma silhueta que o fez jogar a bituca na direção do homem.

 
— Você demorou para um caralho. — Balançou o rosto e fechou novamente os punhos, dando alguns pequenos saltos para aquecer e se preparar para um inevitável combate.
— Estou impressionado que você já me esperava. — A voz se aproximou em passos lentos, saindo da escuridão e entrando no campo de visão do jovem.
 

O autor da voz não possuía a exata altura de Connor, porém seu rosto era muito semelhante. Cabelos negros e olhos vermelhos, além de trajes similares. Alguém perfeccionista rapidamente poderia encontrar diferença em alguns detalhes do semblante, porém para alguém que não o conhecesse, parecia se tratar da mesma pessoa.
 

— Eu não sei quem puto é você, mas já sabia que você iria tentar alguma bosta. — Connor comentou, ainda em posição de combate.

— Eu sou você. — O impostor responde calmo, se aproximando ainda mais. — Ou melhor, eu sou o que você costumava a ser, e você, apenas uma lembrança de quem eu vou ser.

— Corte a piranhagem filosófica, sua puta. — Connor cuspe no chão.

— Muito bem.
 
 



As Crônicas de um Gyarados Voador!
 
- A L L   ★   S T A R S ! -
 
 
Volume I - Imensurável
 
 
Opening II
 
 
Capítulo XI – Morte-Súbita!
 
 
 


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As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 WLIjtCY
[Gabrielle Crimson]
 
Gabrielle sorria confiante enquanto encarava desafiadoramente seu oponente. Dock Hudline.
A treinadora reconhecia que seu adversário era um experiente treinador de Pokémons aquáticos, além de possuir uma considerável reputação entre outros profissionais do esporte. Isso levantava a sua animação em fazer um ótimo show em sua batalha de estreia na Grande Liga.
Quando o juiz levantava o casal de bandeiras de cores opostas, dando o sinal, a dança começava para Gabrielle.
 
— Lola, vai que é sua, menina. — Suspirava para a Loveball, seguido por um beijo.
 
 Gabrielle lançava a esfera rosacea em direção do campo, como um frisbee, materializando a lebre híbrida, Mega Lopunny. Seu oponente não ficava para trás, lançando simultaneamente e liberando um grande e bruto Carracosta.

O cágado rugia em um tom ameaçador, ecoando com o vento que era lançado em direção da loira e sua Pokémon. A lebre respondia lentamente enquanto se posicionava combatente ao pré-histórico.
 

— Já ouviu o ditado do Coelho e a Tartaruga? — Dock ia ao perceber a coincidência. Posicionava sua mão na nuca enquanto o sorriso aumentava ainda mais. — Sabemos o final dessa corrida.

— Não é uma corrida. — Gabrielle replicava, sorrindo cofiante. — É uma dança. E não sei se o velho aí irá conseguir acompanhar os passos. Power-Up Punch!
 
O sorriso de Dock se desfazia com a expressão de surpresa que tomava conta do semblante. A voz fraquejou ao ver a Lopunny correr pela grama e cruzar o campo de batalha até invadir seu espaço em um piscar de olhos. O Carracosta não teve tempo de reagir ao soco que acertava o rosto, mas não a ponto de mover o rosto.
A tartaruga sorria, maliciosamente.
 
— É. Rápida. Mas a força deixou a desejar! — Dock se aliviava ao ver que o Pokémon resistia ao ataque do adversário.

— Ao invés de se gabar, você deveria focar exclusivamente na batalha. — Como sempre, respondia em tom superior. — Power-Up Punch!
 

A Lopunny dava um salto para o lado e enquanto mantinha sua estabilidade com ágeis pulinhos, ela curvava o corpo e lançava mais um soco no rosto. Dessa vez, o Carracosta reagia com uma pequena vacilada com a cabeça.

A Mega, no entanto, já sabia qual das danças treinadas por Gabrielle iria executar. Folhas de Outono seria o passo que mais treinara com sua mestre durante suas jornadas. Consistia em manter-se em constant movimento, no ritmo do cair das folhas.

Outro soco. Desta vez o Carracosta bufava.

 
— Eles estão ficando mais fortes?! — Dock balbuciava com revolta. — Careca, Slam!
 

O Carracosta parecia estar em câmera lenta perto dos movimentos da lebre, tentando atingí-la com um golpe usando a pesada barbatana. Lola facilmente se esquivava rolando para o lado e respondendo com outro soco no rosto da tartaruga. Agora, Careca recuava um passo com a força do murro.
 

— Nesse ditado, a lebre não descansa. — Gabrielle ria. — High Jump Kick!
 

A Mega Lopunny lançava mais uma vez seu punho contra o rosto do adversário, o que empurrava seu leve corpo para trás. Ao tocar no solo, suas pernas se flexionavam e esticavam-se, lançando-a como um torpedo. Ela girava o tronco e endurecia a perna, dando uma poderosíssima voadora no Carracosta.

Ao contrário dos socos fracos que gradativamente se fortaleciam, o chute lança a tartaruga para o outro lado do campo de batalha. Nocauteado.

Gabrielle então viu que a dança havia sido finalizada.
 
 

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[Atilla]
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 EAbqg5n
 
 

Inspirava pelas narinas e expirava com a boca. Quando abriu os olhos, o portão no fim do corredor ofuscava a visão com a luz exterior. O som dos fãs torcendo conseguia ser mais alto do que quando ele estava entre eles nas partidas anteriores. Aquilo deixava Atilla confuso, mas não tão confuso quanto suas decisões que tentava discernir do certo e errado naquele momento tão conturbado.

Caminhou em passos pesados em direção da luz. Sentiu os raios solares darem beijos quentes na pele branca, enquanto o vento abraçava o rosto e acariciava os cabelos, sofridos com o gel que usou no dia anterior.

Ao olhá-la, seu coração bateu mais forte. Helena, como sempre belíssima. O motivo de seus sonhos mais doces, no oposto extremo do campo. Imponente, como sempre.

Seu sorriso era roubado pelo brilho da moça, fazendo-o travar no caminho e levantar uma mão, desajeitado. Acenava para Helena antes que um apito de repreensão o acordasse do devaneio e acelerou sua caminhada para seu respectivo ponto no campo. A partir daí o som da torcida, as regras ditadas pelo juiz, os fogos.... Nada era tão importante para que tirasse sua atenção de Helena.
 

— Oie. — A treinadora o cumprimentava com um sorrisinho no canto da bochecha, e fez o mundo de Atilla parar.
 
 

 

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As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 Jk20gDS
[Kyle Green]
 
 


— Vai Atilla! Destrói! Vai que a taça da Grande Liga é tua molecote! — O treinador vociferava de pé, iludindo-se ao pensar que ampliaria a voz se envolvesse a boca com as duas mãos, como se fosse um megafone.

— Achei que você quisesse vencer a Grande Liga, Kyle. — Karine, sentada em uma das confortáveis cadeiras da arquibancada, o provocava com um sorriso malicioso.
 

Kyle então se sentava, pegando um enorme pote de pipoca que tinha dificuldades de carregar, o apoiando entre as pernas. Encheu a mão com a maior quantidade de petiscos que podia, e com estranha habilidade, os devorava em apenas uma abocanhada.

Mastigou rápido e engoliu uma parte, mas ainda continuava a mastigar quando se virava para a amiga.
 

— Lógico que quero, mas irei torcer assim pra tu também quando te assistir. — Deu uma pausa para engolir o restante da pipoca, auxiliando com uma golada de um copo tão grande quanto o ridículo. — Amigos são pra isso! Somos rivais, mas sempre desejarei o sucesso de todos!

— Que fofinho. — Karine delicadamente pegava uma pipoca do balde do rapaz, e da mesma forma a colocava na boca, sugando a manteiga gordurosa dos dedos em seguida. — Não sei como um idiota como você consegue ter tantos amigos.

— Ah. — Jogou uma pipoca no ar, pegando com sucesso em uma mordida. — Você me conhece. Assisti vários vídeos no YouTube.
 

Os dois riram. Luke, que estava sentado no outro lado do rapaz, parecia estar preocupado, no entanto. Ele apoiava os cotovelos nas pernas, observando os dois treinadores da partida se posicionarem nos extremos opostos do campo. Respirou fundo e suspirou em seguida.
 

— Já era para minha batalha ter acontecido. Estou ainda mais ansioso sabendo que minha batalha será a última das chaves. — Sua perna tremia enquanto dava várias pisadas com o calcanhar no solo.

— Ei, Luke. — Kyle deu uma pausa para sugar o canudo e degustar do refrigerante. — Você é rico, caralho. Gente rica não fica triste.

— Uau. Muito. — Karine riu. — Para neném, você é muito bonito para ficar triste. — Por fim brincou, contagiando Kyle nas risadas.

— Você é nosso amigo, caralho. Nos preocupamos contigo e teremos tempo de sobra para falarmos sobre isso. Mas cara, vamos dar todo o nosso apoio para Atilla. Ele também é nosso amigo e agora um pouco de energia positiva fará bem pra ele.
 

Luke reflete nas palavras de Kyle e, mesmo ansioso, concordava em torcer para o homenzarrão que o salvou do estranho homem que cobrou dívidas impostas por ele mesmo a Kyle. Se não fosse por ele, talvez Luke teria tido um fim muito pior do que apenas um braço quebrado.

O rapaz de touca então levantou e gritou o mais alto que podia, torcendo para Atilla.

Kyle abre um enorme sorrindo, levantando abruptamente em sequência, derrubando pipoca em Karine.
 

— Hey! — Franziu o cenho, irritada com a manteiga gordurosa manchando sua roupa.

— Vai, Atilla! Arrasa o Pokémon dela igual você arrasou o coração! — Os dois gritavam várias palavras de motivação, torcendo muito mais que vários dos torcedores que ali assobiavam e esperavam pela batalha.
 
 
 
As crônicas de um Gyarados Voador - All ★ Stars! - Página 3 LOsWSAD
[Helena Moore]


— Faustinho Matador, eu escolho você! — O homenzarrão lançou a esfera com uma força digna de um jogador de baseball, fazendo-a cair no meio do campo de batalha e se abrir, materializando uma rocha com o formato de um sol.

 
O Solrock arrancou suspiro dos espectadores, que se admiravam com a coloração avermelhada e os olhos que cintilavam um ciano belíssimo, emanando um poder psíquico que podia ser sentido pelos sortudos que assistia na primeira fileira.

 
— Oran, conto contigo! — Helena repetiu o movimento, mesmo que não tivesse a força física suficiente para lançar a Ultraball tão longe.
 

Uma Mega Gardevoir foi manifestada da esfera de captura, cumprimentando o campo de batalha com um elegante giro horizontal que balançava a cauda do vestido, erguendo um dos braços ficando em posição de combate. Seus olhos, profundamente rubros, brilhavam em ferocidade, aguardando a ordem de sua treinadora atentamente.

Foi então que o juiz deu o sinal para o início do embate ao acender as duas bandeiras e em seguida abaixá-las bruscamente. O estádio Intempérie vibrou com o movimento, estremecendo o solo.
 

— Oran, use Calm Mind! — Helena rapidamente se pronunciou antes mesmo que Atilla tivesse o reflexo.
 

A Gardevoir fechou os olhos e fez um movimento gracioso com os braços, os cruzando para que suas mãos pousassem gentilmente em cada um dos ombros. Uma aura ciana contornou a silhueta da Pokémon, enquanto o vento soprou as folhas do solo em direções opostas à sua.
Atilla rangeu os dentes.

 
— Faustinho Matador, Meteoric Charge! — Bravejou, apontando para a oponente e causando confusão nos espectadores.
 

O Solrock imediatamente começou a girar horizontalmente o corpo, criando uma combustão que dominou o corpo e apenas os olhos cianos podiam ser vistos. Em seguida, chocou-se violentamente contra a Gardevoir.
 
— Teleport! — Interceptou rapidamente.
 

Oran abriu os olhos, observando a massa rochosa caindo em sua direção em uma velocidade preocupante, mas, de maneira calma, ela fechou os olhos e seu corpo desintegrou em um pó cintilante, e em consequência, o Regirock colidia contra o solo. Helena sorriu, mas por pouco tempo. A força do oponente era tamanha que, o sol de rocha incandescente afundava sobre o solo, como se estivesse cavando, a um ponto que ele some de vista.
 

— Eu entendi que Meteoric Charge é a combinação de Flare Blitz, mas... — Colocou o dedo no queixo, refletindo a respeito. — Qual seria o outro?

— Se eu não contar, você irá ficar zangada comigo? — Atilla cruza os braços, confiante. — Porquê prefiro que você descubra sozinha.

— Pois bem. — Riu em resposta, correspondendo a confiança. — Oran, Calm Mind!
 

Atilla bufou ao ver a Gardevoir realizando o mesmo movimento anteriormente. Porém, o vento causado por sua energia era ainda superior, soprando em um raio mais forte e causando uma leve brisa nas pessoas da primeira arquibancada.

Ela, no entanto, abriu os olhos por conta ao sentir a terra tremendo. Instintivamente, usou o Teleport para se transportar em outro canto aleatório da arena no momento em que o rochoso saía do solo como um vulcão entrando em erupção, por pouco não a acertando.

O curioso, é que o Solrock ainda girava velozmente na horizontal, como um disco, e em seguida se colidiu como um meteoro em direção da oponente, obrigando-a a seguir ordens de sua treinadora.
 

— Protect e Psyshock! — Vociferou o mais rápido que pode. A Gardevoir, usando seus poderes psíquicos para ler as emoções de sua treinadora, entendeu o que era para ser feito, e assim seguiu.
 

Estendeu as mãos, novamente de maneira graciosa, em direção do meteoro em chamas. Um portal verde e circular é criado, fazendo um som de vidro ecoar, além de uma forte luz ofuscante ser emanada ao impacto. A Gardevoir rangeu os dentes tentando conter o protect contra a força absurda do inimigo, sendo arrastada pelo campo alguns metros até se estabilizar. A íris de seus olhos brilhou em um vermelho carmesim belíssimo, criando uma aura da mesma cor no Solrock, que desacelerava o seu giro até quase para. Porém, o Solrock rugiu um som que se assemelhava bizarramente com o que nos assimilaríamos com o que a galáxia faria, estremecendo o tórax de todos que escutaram, incluindo da Gardevoir, que vacilou e causou a rotação do rochoso novamente. Agora, pelo desfoque, Oran se obrigou a se transportar para longe enquanto Faustinho Matador colidia ainda mais violentamente contra o solo, causando um impacto forte o suficiente para criar uma cratera.
Novamente, o Solrock entrava dentro do subsolo, sumindo de vista.
 

— Tsc. O poder aumenta a cada colisão. — Helena sorriu, causando estranhamento em Atilla. — Você combinou Flare Blitz e Rollout!

— Fui pego. — Ele não pareceu muito feliz em ver sua rival descobrindo tão facilmente o combo de Meteoric Charge.

— Oran, vamos mostrar a nossa verdadeira habilidade agora!
 

Atilla engoliu seco quando caiu a ficha. Oran ainda não havia atacado por faltas de oportunidade, e sim pois a Pokémon e a treinadora estavam estudando o cenário de possibilidades do contra-ataque mais eficiente. Foi aí que o primeiro sinal de preocupação pôde ser visto no semblante de Atilla.

Dessa vez, mais rapidamente, o Solrock surgia do subsolo como a erupção de um vulcão, ainda mais veloz, ainda mais forte e ainda mais violento. Os espectadores suspiravam em choque ou, os mais exaltados, berravam admirados com a força e poder destrutivo do Pokémon. A arena agora possuía um pequeno buraco e uma pequena cratera, além de duas crateras que comprometiam o movimento da Gardevoir. O juiz em si já não podia ser visto, pois ele se escondeu para que os restos de terra causados na erupção não o atingissem.

Quando o corpo flamejante do Solrock era exposto, os olhos de Oran novamente brilharam em um belíssimo carmesim, mas agora, sua própria silhueta que emanava a mesma coloração enquanto a Gardevoir flutuava. Dessa aura que a contornava, a Gardevoir movimentou seus braços de maneira veloz enquanto seus olhos ainda cintilavam, lançando vários pedaços pontiagudos dela em direção de Faustinho Matador.

Cada pedaço se assemelhava a um caco de vidro estilhaçado, misticamente vermelho e que explodia em contato com o corpo flamejante do sol. A cada explosão, uma nuvem de fumaça surgia, até que, após metralhar o oponente com os cacos de energia, o corpo do Solrock não podia ser mais visto em meio a tanta poeira.
 

— Teleport e Calm Mind! — Finalizou.

 
Oran novamente sumiu no ar, no entanto, agora se desintegrava deixando um rastro cintilante rubro. Ela se materializou na sua parte do campo, em frente a treinadora. Fechou os olhos e cruzou cada braço em um dos ombros, manifestando novamente a aura rubra e um vendaval de poder que soprou em todas as direções oposta a ela.
A fumaça então cessou, revelando o Solrock cheio de poeira e cicatrizes. Seu corpo não ardia mais em chamas, e seus olhos brilhavam fracamente comparado ao início da batalha. Ele não se mantinha fixamente no ar como antes, agora parecia cambalear.

Helena demonstrava um olhar acompanhado de um sorriso confiante.
 

— Você e Faustinho lutaram bem. — Helena afirmou em um tom meigo.

— Vocês também. — Atilla respondeu, não conseguindo conter um enorme sorriso malicioso que expos todos seus dentes.
 

Helena se assustou com a resposta. Sabia que, o movimento Flare Blitz era um dos mais poderosos do tipo fogo, porém o usuário sofria parte do dano ao realiza-lo. Combinado com o poder acumulativo de Rollout, o dano que o Solrock de Atilla havia recebido seria o suficiente para ser derrotado pelo Psyshock de Oran, que havia sido ampliado duas vezes pelo Calm Mind. No entanto, a rocha permanecia flutuando, mesmo que cambaleante, diante o sorriso bizarro do homenzarrão.

Atilla cruzava seus braços com força, fazendo seus músculos definidos gritarem como a ansiedade contida em seu amago. Ele estendeu os braços, como se quisesse abraçar aquele momento, e soltou uma forte gargalhada.

Helena, Oran, o juiz e, todos além de Faustinho, estranhavam o comportamento e reação.
 

— Faustinho Matador. Use Meteoric Charge Mirage.

 
Helena demorou para compreender. O Meteoric Charge havia ostentado um poder avassalador, isso é verdade, mas a qual custo? A arena estava destruída, além de causa muito dano colateral ao próprio usuário, e agora, nas próprias palavras de Atilla, usar o mesmo movimento aprimorado?

Seus questionamentos rapidamente dissiparam. Por mais que precisasse estuda-lo, tinha de ficar atenta no presente. Cada segundo contava para decidir o vitorioso, e Helena não iria arriscar.

Faustinho matador flutuou alto, tapando o sol na visão de Helena e Oran. Em seguida, começo a girar horizontalmente e seu corpo entrou em combustão mais uma vez. Helena rangeu os dentes ao ver que Oran teria de passar por aquele sufoco novamente, mas não se preocupava tanto a ponto de desconfiar da capacidade da Gardevoir. Só precisaria achar uma brecha.

Todos se assustaram quando, ainda na altura que pudesse bloquear a visão do sol, o Solrock se multiplicou em nove. Todos girando em chamas e agora, ao invés de bloquear, eles rodeavam o sol que ficava no centro, ofuscando a visão de Helena e Oran que eram cegadas pelos raios.
 

— Tch! — Vacilou, cobrindo os olhos com o antebraço para tentar se recompor o mais rápido o possível.

— Charge! — Gritou Atilla, percebendo o vacilo.
 

Então os nove Solrocks despencaram dos céus simultaneamente, como meteoros, em direção do solo. Um deles mirava em Oran, que usou o teleport para se manifestar em outra parte do campo, mas finalmente era atingida por outro. A Gardevoir gritou de dor ao sentir o impacto da rocha flamejante, sendo lançada para o ar, mas então foi acertada por outro, até um momento em que perdia o controle de suas defesas e era atacada por diversos Solrocks em direções aleatórias, e nem ao menos conseguia tocar o solo. Os Solrocks a atingiam como se orbitassem um planeta invisível, ironicamente, como luas.

 
— Oran! Protect! — Helena se desesperou ao ver a virada inesperada. A Gardevoir vacilou ao tentar abrir um dos olhos, mas emanou uma coloração rubra que, por causa do poder psíquico ampliado pelos Calm Minds, tomava conta do escudo anteriormente verde.
 

Conseguiu se defender de outra colisão, porém, por estar suspensa do ar, ela era rebatida para outro Solrock. Oran movimentava os braços para conduzir a barreira de proteção e se defender das investidas, mas em um movimento desgastante, a colisão de um dos Solrocks quebrou a barreira e a atingiu no torso, fazendo a Pokémon cair como um torpedo no solo.

Atilla sorriu, mas por pouco tempo. Ele não escutou o impacto do corpo da Pokémon no chão.
 

— Persistente. — Atilla continuava ainda sorrindo diabolicamente. — Nunca pensei em ver uma Gardevoir com tanta resistência.

— Tch. — Helena franziu o cenho. Teve de apelar para seu truque na manga, a comunicação não verbal com sua Pokémon.
 

Helena e Oran se conhecem desde que começaram a sua jornada, em Hoenn. O vínculo que criaram durante esses anos, transcendeu graças aos poderes psíquicos da Gardevoir, conseguindo compreender e se comunicar com sua treinadora por telepatia. No entanto, não era algo verbal, elas se comunicavam por emoções.
Após tanto tempo juntas, as emoções eram mais claras do que qualquer palavra poderia ser dita.

Oran agora se encontrava no centro do campo de batalha, ofegante. Exausta. Estava em seu limite físico no momento. Por mais que seus poderes psíquicos estivessem ampliados, não esperava ser atingida por golpes físicos tão fortes. De certa forma, o seu único ponto fraco.

Helena já não dizia mais nenhuma palavra, apenas se concentrava no campo de batalha e se comunicava emocionalmente com sua Pokémon. As duas então fecharam os olhos e respiraram fundo.
 

— Agora, meu bem, infelizmente para você, eu passarei para a segunda fase. — Atilla comemorou.
 

Os nove Solrocks, ainda em chamas, flutuavam em bando para cercar a Gardevoir. Eles faziam um círculo em sua volta, pegando distância para finalizar a batalha de uma vez por todas. Então, um por um, em ordens e movimentos aleatórios, iam de encontro com Oran.
Atilla e Helena souberam que, aquele seria o momento decisivo da partida.

Ainda de olhas fechados, Oran e Helena faziam o mesmo movimento com os braços, sincronizadas. Atilla estranhou, tentando entender o que estava acontecendo. A cada soco que Helena dava no ar, Oran, com o punho coberto por uma aura vermelha, dava na mesma direção. As duas, de certa forma, estavam em sincronia, e Helena, mesmo parecendo estar dançando uma coreografia de uma batalha, parecia estar comandando o corpo de sua Pokémon.

Atilla engoliu seco e recuou um passo em sua plataforma. O homenzarrão viu o que nunca esperava ver. Todos os nove Solrocks avançavam em chamas contra a Gardevoir, mas um por um, era bloqueado por socos psíquicos ou chutes. É como se Oran estivesse lutando fisicamente com o auxílio de seus poderes psíquicos, porém coordenada pelos movimentos de sua treinadora.

Um por um, cada Solrock recuava e voltava a colidir, sem sucesso. Atilla ficou puto.
 

— Faustinho Matador! Todos de uma vez!
 

O Solrock, ainda em chamas, assentiu. Todos os nove foram em direção da Gardevoir, a encurralando em apenas um ponto. Atilla sorriu aliviado, mesmo que Helena coordenasse os movimentos de sua Pokémon, seria impossível se defender de todos ao mesmo tempo.

Foi aí que Helena abriu os olhos e Atilla arregalou os seus. Todos do estádio ficaram boquiabertos ao ver aquela cena, que mesmo em um som de impacto ensurdecedor, pareceu tudo ocorrer em silêncio.

Os Solrocks se colidiram no mesmo ponto, mas Oran não estava lá. No último segundo, havia usado o teleport para se manifestar alguns metros acima do ponto em que estava, olhando para o solo.

Helena e Oran, simultaneamente, estenderam o braço na mesma direção e gritaram. Os Solrocks, que estavam atordoados por acertarem a si mesmos, não tiveram tempo de reação.

Ambas palmas das mãos de Oran emitiam um poderosíssimo raio violeta com uma aura rubra, indo de encontro com Faustinho e causando um impacto severo no campo de batalha. Um forte vendaval assolava todas as arquibancadas enquanto uma cortina de poeira bloqueava a visão do campo.

Após um tempo, o juiz saía de seu esconderijo de maneira receosa, analisando o estado dos competidores.
 

— O Solrock de Atilla está fora de combate. Helena e sua Gardevoir vão para a próxima fase!
 


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[Graz]
 

O detetive de cabelo roxo se encontrava encostado em uma parede enquanto fumava um cigarro demonstrando pouca paciência. Intercalava os tragos com algumas bisbilhotadas em seu relógio de pulso, contando cada segundo que passava durante a espera.

Bufou aliviado ao ver Food surgir na calçada, usando óculos escuros e roupas nada discretas, mas que conseguiam deixa-lo camuflado entre a multidão que sempre o reconhecia e o parava para pedir autógrafos e fotos. Um sorriso finalmente surgiu quando o treinador parava em sua frente.
 

— Atrasou, mas irei te perdoar pela vitória em sua batalha. Parabéns, rapaz. — Graz bateu em seu ombro ao parabeniza-lo. — Seu Drapion será a capa de várias revistas e jornais, posso apostar.
 

Food agradecia com um sorriso tímido, o que já roubava a atenção de Graz ao notar o comportamento estranho do garoto tão extrovertido.
 

— O que há? Tensão pós-batalha?

— Não. — Food responde imediatamente em uma resposta seca. — Tem um motivo por eu ter te chamado aqui, Graz. Um motivo nada bom.
 

Graz deu um trago em seu cigarro e arqueou uma sobrancelha, aguardando o procedimento do ponto em que Food queria chegar.
 

— Eu não quero mais ser seu parceiro. Não sabia que estávamos nos metendo em um negócio tão sério.

— Um negócio tão sério? — O detetive questiona, ainda esperando o ponto.

— Randy encontrou algo durante minha batalha. Por isso não o usei na estreia, mesmo sendo meu Pokémon oficial. — Seu olhar estava vago e a voz parecia não ter a mesma energia de sempre. — Ele me mostrou após eu sair do estádio Vulcano.

— Me mostre.
 


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[Aaron Storm]
 
 

— E os vencedores são Matthew Light e seu Typhlosion, que passarão para a próxima fase no estádio Vitória! — Uma juíza anunciava a vitória ao levantar a bandeira vermelha destinada ao lado do campo vencedor.
 

Os espectadores esbravejavam gritos de excitação com a batalha. Aaron, no entanto, permanecia sentado contemplando a cena.

A batalha de seu rival não foi nada diferente do que esperava, afinal, o conhecia muito bem desde que o loiro ganhou Ink, ainda um Cyndaquil, logo conhecia as habilidades de combate do Pokémon flamejante. A frieza e rapidez de Matthew também eram algo que estava acima do padrão dos treinadores que iniciaram a sua jornada nesses últimos dois anos. Ele era muito mais profissional e capacitado.

A batalha demorou alguns minutos, mas pareceu ter acabado muito mais rápido do que realmente fora acontecido. Sua oponente, Terry, usou um poderoso Slaking, que, mesmo com uma força física muito superior, não pode competir com a velocidade e ataques constantemente agressivos de Ink. Em apenas um vacilo, Matthew puniu com uma agressividade indefensável. Aaron soube que a batalha havia acabado antes mesmo disso acontecer.
              
                                                                                                                    
— Se eu vencer eu irei enfrenta-lo. Meu rival. Minha nêmese. — Suspirou para si tão baixo que nem pôde perceber que o pensamento saiu pelos lábios.
 

Se levantou da arquibancada. A multidão ainda parecia torcer para o loiro que se retirava do campo de batalha. Escutou o pronunciamento da juíza.
 

— A próxima batalha ocorrerá em um intervalo de vinte minutos, e será protagonizada por Aaron Storm, no lado verde, e, do lado vermelho, Fredderick Jonezz!
 
Uma banda invadia o campo de batalha, tocando músicas animadas e típicas da cultura Kantoniana. Nesse momento, várias pessoas se levantavam de seus lugares na arquibancada, aproveitando a pausa para ir ao banheiro ou pedir mais algum petisco. Alguns ainda se atreviam a mudar de estádio para assistir algum treinador de outra série.

Aaron suspirou, agora seria sua batalha.
 
 

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Por conta de sua deficiência na perna, o trajeto até o campo demorou cerca de quinze minutos. Estava acostumado a sempre sair mais cedo para não perder o horário, e sua deficiência não era mais um obstáculo em sua rotina.

Entrou na sala de espera, de onde teria acesso ao corredor para adentrar o campo de batalha, porém se assustou ao se trombar com Matthew.
 

— Yo. — O cumprimentou. — Sua batalha não foi diferente do que eu esperava, mas parabéns.

— Eu sei. — O loiro se levantou da cadeira da sala de espera e se aproximou do moreno. — Espero que a sua também não sejas diferente de minhas expectativas.
 

Aaron virou a cabeça em confusão.
 

— Você está esperando que eu vença? Logo tu?

— Ora. — Matthew ria. — Posso ser duro contigo, mas só sou assim pois te considero ser meu rival. Espero potencial em você.
 

Aaron continuava com a confusão estampada em seu semblante. Em toda sua jornada, Matthew sempre ocupou a posição de rival debochado que nunca perdia a oportunidade para humilhá-lo. Essa, depois de dois anos, seria a primeira vez que o loiro dizia algo legal para ele na questão profissional das batalhas.
 

— Não posso garantir que ganhes de mim. — Continuou, com um sorriso provocador. — Porém, se for perder, que sejas por mim. Nossa batalha serás histórica.
 

Aaron finalmente esboça um sorriso.
 

— É melhor ir treinar então. — O moreno responde. — Porque eu não vou pegar leve contigo não.

— É o que queria ouvir. Agora vá e vença daquele pequeno nazista.
 
 

Os dois rivais se despediam chocando os punhos amigavelmente.
 
 
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— Glades, Waterfall!

— Reaja, Inferno! Reaja!
 

O campo de batalha estava com várias linhas negras pelo gramado. Aquelas linhas chamuscadas seriam consequências dos ataques impiedosos e flamejantes do Magmortar que enfrentava. No entanto, o seu Feraligatr desviava facilmente dos jatos de foco com sua velocidade surpreendente.

Glades estava com uma aura aquática o envolvendo, e deslizava pelo campo como se nadasse em oceano aberto. Em um movimento decisivo, chocava-se violentamente contra o oponente de fogo, o lançando como um torpedo contra a parede interna do estádio.
 

— O Magmortar está fora de combate! Aaron Storm e seu Feraligatr são os vencedores e passam para a próxima fase, no estádio Vitória!
 

Escutou a plateia comemorar com seu nome. Aaron fechou os olhos com um sorriso. Só agora, de fato, cai a ficha que ele estava na Grande Liga, sonho que tinha desde quando era uma criança.
 
— Não é justo! Esse preto vagabundo escolheu um Pokémon de água, sabendo que eu usaria um de fogo! — Fred se debatia como uma criança, tentando ofender Aaron com qualquer tipo de vocabulário racista.

 
Ao escutar as ofensas, a plateia começava a vaiar e jogar coisas no pequeno racista. Aaron apenas sorria.

 
— Esse preto vai vencer a Grande Liga. — Sussurrava para si, ainda com um sorriso confiante.
 
 

~>x<~
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[Graz]
 
 

— Bem. Isso realmente é... Um problema. Dos grandes.
 

Graz e Food estavam em um beco escuro entre o estádio Íris e Ártico. Food estava pálido e mal podia manter sua respiração coordenadamente, mas o detetive colocava uma mão em seu ombro para ajudá-lo a manter a calma.

No chão, um corpo aparentava estar totalmente carbonizado a ponto de estar irreconhecível. As paredes estavam sujas com algo que possuía o cheiro de sangue, mas era preto como petróleo.

Essa tinta viscosa negra cobria uma caçamba de metal que estava parcialmente amassada, como se alguém lhe tivesse atingido com alguns socos, e além de ter vários rastros negros que pareciam ir de encontro com o corpo putrefato. Uma cena horrível e, em sua primeira impressão, sobrenatural.

Food ficava em silêncio. Suas pernas tremiam e ele continuava com os braços cruzados como se sentisse inseguro com tal situação. Graz, no entanto, parecia estranhamente calmo. Já havia presenciado muitas cenas criminosas que terminavam em um homicídio, mesmo nenhuma das cenas sendo tão bizarramente estranha como essa.
 

— Ahá. Touché. — O detetive dizia em tom de brincadeira ao encontrar a bituca de um cigarro amassada no chão. Colocou uma luva transparente na mão e a pegou. — Presumo que, pelo fato de estar aqui, ou a vítima ou o homicida sejam o dono desse cigarro.
 

Graz aproximava a bituca, franzindo os olhos para enxergar com mais facilidade.
 

— Roar’o’time. Cigarro popular de Sinnoh. — Dizia colocando a bituca em um saco plástico.

— O que isso tudo significa? — Food finalmente se pronunciava, ainda em estado de pânico.

— Que alguém foi assassinado, né — Graz suspirava. — E pelo estado do corpo, a arma do crime foi um Pokémon que eu nunca vi.
 

Graz se ajoelhava perto do corpo. O rosto, totalmente desfigurado, possuía o musculo da face retorcido, assim como o osso da mandíbula e nariz quebrados. Havia resquícios de fios de cabelo negro, e a única coisa que não estava nessa coloração, era os poucos dentes brancos que haviam restado.
 

— Pode ir, Food. Tome um banho quente, coma algo gostoso e faça amor com sua namorada; foque em ir bem na sua próxima batalha e deixa isso aqui com o detetive Graz.
 
O treinador assentiu com a cabeça e saiu do local, em passos rápidos e uma postura desconfiada.
 





— Ai ai. — Graz suspira, retirando a luva de sua mão e pegando um celular logo em seguida. — Mabel, Mabel.... Você irá adorar saber que eu finalmente peguei o Condor.
 
 
 
 
Ending
 

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Mensagem por Brijudoca em Seg 8 Jun 2020 - 17:12

Fala Rushoozo 

Vim correndo ler esse capítulo, pois já estava antecipado demais pela batalha do Atilla e da Helena, e mais uma vez você não deixou a desejar, mesmo com um maldito Solrock. Gaitei com o nome Faustinho Matador, mas esse nome é tão a cara do Atilla que nem estranhei kkkk

Muito inteligente as combinações de golpe que ele bolou com seu parceiro. O Meteoric Charge Mirage me pareceu de uma apelação sem fim, imagina um campo com um monte de Solrock quicando que nem meteoro? Porra. Por um momento até imaginei o inconcebível, a Mega Gardevoir perdendo pra rocha em formato de sol. Isso é algo que sua fic não deixa a desejar, as batalhas importantes sempre tem ótimos twists e nunca dá pra prever quem será o verdadeiro vencedor. O momento que Helena baixa o Chico Xavier na Oran é foda pra caralhooo, apesar de adorar o Atilla, foi merecido demais a vitória dela.

Pra finalizar o comentário das batalhas, que ÓDIO do nazistinha. Bem pertinente um personagem assim dado o momento que estamos vivendo no mundo real. Pra ficar mais perfeito só a liga pokémon punindo ainda mais esse fdp. É legal demais acompanhar o POV do Aaron e já aguardo ansiosamente a batalha contra  o rival (que infelizmente vai demorar mas vamos na fé kkk).

Agora do nosso plot paralelo, fiquei com dó do Food que esperava brincar de detetive e terminou numa cena de assassinato. Mano, como o Connor sabia que ia encontrar o Condor? Quando o maluco fala sozinho ele na verdade tá falando com alguma aparição do além? kkkkkkkkk Sem falar que acredito fielmente que ele que matou o Condor, pq acho que o personagem é bem mais interessante de se manter vivo, além de ser cercado de vários mistérios e também pq vc já manifestou a vontade de se livrar do plot do Condor.

Imagino que ele tenha usado o Darkrai pra desfigurar o vilão, o pokémon já é macabro por si só, aí tu me junta com esse maluco, só posso esperar o pior. Claro que posso cair do cavalo e quem esta vivo mesmo é o Condor, mas nesse caso acho que o Graz será capaz de solucionar o mistério. De qualquer forma, protect Luke at all cost.

De erro relevante só teve esse trecho aqui, em que acho que você já tava puto de ter inventado que o Atilla tinha um Solrock e começou a imaginar que era um Regirock kkkkkkkkkk

Oran abriu os olhos, observando a massa rochosa caindo em sua direção em uma velocidade preocupante, mas, de maneira calma, ela fechou os olhos e seu corpo desintegrou em um pó cintilante, e em consequência, o Regirock colidia contra o solo. Helena sorriu, mas por pouco tempo. A força do oponente era tamanha que, o sol de rocha incandescente afundava sobre o solo, como se estivesse cavando, a um ponto que ele some de vista.

É isso amigo, já estou ansioso pelo próximo capítulo o/

PS: Nossa, tava pra mandar o comentário e lembrei que teve a batalha da Gabriele kkkkkk O resto do capítulo foi tão memorável que acabei esquecendo dela coitada. Mas também não tem muito o que comentar além de apreciar a coelhona descendo o cacete na tartaruga pré-histórica.
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Mensagem por Black~ em Ter 9 Jun 2020 - 15:24

Como diria o filósofo: Bem, vamos lá.

É verdade, não era o Seth que tinha o Nidoking, o pokémon "forte" dele sempre foi o Dodrio mesmo, era o Lucas que tinha um pokémon "secreto" que era o Nidoking kkkkk, acabei relendo alguns trechos da fic antiga pra lembrar.

Quando você falou que esse capítulo teria 20 páginas já pensei "caraca, negócio vai ser monstruoso", mas acho que foi tanta coisa acontecendo que passou bem rápido. A começar pela batalha da Gabrielle, que foi extremamente fácil, mas achei a estratégia dela memorável. Ela inventou aquilo de ser uma dança de rapidez e blablabla, mas pra mim eu simplifico como "kamikaze" mesmo kkkkkk, Loppuny foi pra cima e sentou o cacete até o tartarugão não aguentar kkkkk, mas apesar de ser um "ataque, ataque, ataque" deve se dizer que foi sim uma estratégia muito bem formada, visto que ela primeiramente se preocupou com a velocidade e intensidade, cansando o oponente. Bem legal.

O começo do capítulo foi bem misterioso e eu pensei ser realmente algum döppelganger do Connor, até que depois li no final e lembrei quem poderia fazer isso. Eu achei bem misteriosa essa morte e fiquei em dúvida entre qual dos dois indivíduos morreu, apesar de aparentemente ter dado a entender que o próprio Condor foi quem morreu.

Achei bem babaquinha esse nazista, mas achei interessante você ter colocado ele com os comentários racistas dele e assim como o Briju, queria ver ele ser punido, mas como ele é um riquinho filho do dono da empresa isso não vai acontecer né. No mais, eu gosto dessa atitude positiva do Aaron, que chega até a ser bobo às vezes kkk.

E finalmente, claro, a batalha mais aguardada da história das fanfics kkkk. Primeiro eu devo mandar você ir se ferrar porque quase me fez acreditar que um Solrock ia vencer uma Mega Gardevoir kkkkkkkkk. Mas, mano, achei incrível a estratégia do Atila, o cara foi pra doidera mesmo, fazendo o bicho dar o máximo dos máximos kkkk, só fiquei imaginando um Solrock todo doido perfurando o solo e depois um monte de meteoro caindo em cima da bicha kkkkk. Depois no final, aquela conexão entre as duas foi simplesmente muito bom e foi o ápice da luta, não teria nem como a rocha do sol vencer. Só uma coisa que achei estranho foi que em um momento, pela descrição, deu a entender que o Calm Mind tinha acertado o oponente, não sei se foi a sua intenção mesmo. Mas enfim, a batalha foi muito boa e surpreendente. É como o Briju disse, é isso que é interessante da sua fic, os twists e tals, fora o fato de você ter feito um Solrock aguentar tudo isso, bem legal.

Bem, o único erro gritante que vi foi citado no comentário acima.

Então, é só e boa sorte com a fic.

________________
The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
Dreams come true

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