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Fairly Odd-Daddies! Pikalove
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Fairly Odd-Daddies!

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Mensagem por Rush em Sex 29 Maio 2020 - 17:07




Fairly Odd-Daddies!



Abertura:
Shiota é um garoto bom, mas deixa a desejar
Ninguém o respeita e só querem o zoar
Escuridão e o medo então, vão logo se afastar
Seus doguinhos lá estão e seus desejos vão já já realizar!
 
Eles são seus daddies, seus daddies mágicos!
Metis: Asinhas e coroinhas
Calisto: Com puta de umas varinhas!
Seus daddies, seus daddies mágicos!
Sensação, rabão, corpão, ostentação!
 
Shiota: Atrevida, bem servida, qual o sentido da vida
Quero um carro, quero rabo, pau no cu do Bolsonaro!
 
Daddies, são seus daddies mágicos!
Tudo bem se um moleque tem, seus daddies mágicos!
Belphegor: Tô sabendo!



Fairly Odd-Daddies! 0M8QRkK


Volume I - Consequências amorais e atemporais.

Piloto (Neste post)
 
 
 
 
 
 
Piloto – São seus daddies!

 
Shiota apoiava seu cotovelo na janela do ônibus escolar, enquanto observava o movimento da rua enquanto soltava um longo suspiro triste. Não só notava, como sabia que muitos dos alunos estavam empolgados para voltar às suas casas. Não era o seu caso. Shiota não tinha alegria nenhuma em ir para qualquer lugar. Sua escola estava impregnada por pessoas superficiais que o odiavam sem ao menos terem um motivo, e sua casa, bem, era uma sentença que teria de cumprir até ter dezoito anos de idade.

Sua rotina se baseava em tentar sobreviver a depressão, que a cada dia que passava, parecia ficar mais forte e aumentar o seu arsenal para conseguir sempre derrubá-lo.
Sempre refletia na sua lista imaginária de coisas que o incentivavam a tirar a própria vida, e pelo menos fazer um massacre na escola antes disso. A lista começa pela morte de sua melhor e única amiga, há dois anos, quando possuíam onze anos de idade.

Em seguida, no mesmo ano, o divórcio dos pais, onde após uma longa briga judicial, quem ganhou a guarda foi sua mãe – “ganhar” não é um termo muito específico. A luta na justiça era para entrar a guarda pro outro, e então esse “ganhar” foi resultado da perda judicial de sua mãe no tribunal.
Assim como sua mãe e pai, seu padrasto o odiava.  Sempre o culpavam pelas despesas, responsabilidades e pelo peso morto que era. Shiota tentava colaborar tentando ser invisível, mesmo assim não conseguia evitar o pesadelo que era.

Além disso, todos os alunos de sua escola o odiavam. Talvez porque fosse baixo e magricela demais para a sua idade, ruim em qualquer esporte possível. E burro. Não sabia o porquê, mas era extremamente ruim nas provas e não importava o quanto tentasse estudar, sua leitura não podia absorver nada quando mudava de linha, fazendo-o repetir o primeiro parágrafo dos livros consecutivamente até que simplesmente desistisse.
 

— Aê xoxota! — Uma voz grossa para a idade o assustava, e antes que pudesse reagir, Shiota sentiu um golpe na nuca que o fez bater a testa na janela do ônibus. — Amanhã você vai limpar a quadra, ein! Quero ver ela brilhando!
 

A dor que sentiu apenas foi guardada dentro da raiva acumulada que absorvia esses sentimentos diariamente. Olhou, com ódio, para o moleque que saía do ônibus enquanto ria da situação junto com outros amigos atléticos que o acompanhavam. Todos que passavam por ele, faziam o mesmo, dando fortes tapas em sua nuca.
Aquilo era sinal que aquele era o seu ponto. Infelizmente, para piorar ainda mais a sua situação, aquele menino era Chad Chadson, um vizinho que morava na mesma rua que a sua e o atormentava desde que se conhecia por gente. Para evitar apanhar dele e seus amigos, os Chadettes, ele sempre saía do ônibus no próximo ponto, mesmo que isso significasse andar dois quarteirões a mais para chegar em sua casa.


 
~>x<~
 


 
Ao tentar abrir a porta da frente de sua casa, percebeu que a mesma estava trancada. Ele forçou-a a abrir, sem sucesso. Por último, bateu a cabeça contra a superfície de madeira, emocionalmente exausto.
 

— Eu falei, moleque. — Escutou a voz de seu padrasto de dentro da casa. — Se você saísse da escola para fumar maconha com seus amigos vagabundos, tu não iria dormir aqui.

— Mas Cleyton. — Tomou um forte ar para tentar responde-lo sem se exaltar. — Eu já expliquei que o Chad sempre me persegue, e por isso eu desço no próximo ponto.

— Não me importo. Minha casa, minhas regras.

— Você ao menos paga alguma conta, Cleyton? Você ao menos tem algum trabalho?
 

Após fazer as duas perguntas, Shiota já se arrependeu amargamente de tê-las feito. Engoliu seco ao escutar nada além do som da porta sendo destrancada. Sem ao menos olhar para trás, o menino fugiu o mais rápido que podia, mas Cleyton o alcançava e puxava para dentro de casa, o jogando-o na sala.
Antes que a porta fosse fechada, Cleyton arrancava seu cinto da calça, o amarrando no punho e deixando uma parte da língua solta, como um chicote. Em seguida, fechou-a e o som de chicotadas estalavam junto a gritos.
 
 

~>x<~  
 
 


Shiota trancava a porta de seu quarto após batê-la com força. Havia cinco trincos, duas chaves e um suporte para colocar um enorme pedaço de maneira para impedir que ela fosse aberta. Havia feito isso justamente para preservar sua privacidade e segurança.

Ele chorava, aos soluços, quando correu até o criado mudo ao lado da cama e abriu a primeira gaveta, retirando um estilete. Suas mãos tremiam ao segurar o objeto e então fechou os olhos com força. Gritou, dando um soco no criado mudo e logo em seguida um chute, que derrubava uma lâmpada que estava em sua superfície. Não satisfeito, Shiota começo a atacar qualquer objeto que podia alcançar, dando pontapés e socos sem ao menos ver o que era. Quebrou a tela de seu computador, a porta do armário e coisas que a raiva nem o permitiu reparar.

 
— É assim que tem que ser, né? É só assim que eu posso ter um pingo de paz nessa porra de vida!
 

Foi então que ele pegou o estilete e levantou a sua lâmina, apontando contra o pulso. Sentiu a lâmina afiada afundando na pele, até que sangue começasse a sair. Suas lágrimas escorriam pelo rosto e pingavam contra o sangue, e só aí reparou o quanto os olhos inchados doíam.

Os fechou, mordendo o lábio inferior e pressionando com força o estilete. Sentiu a dor gritar no pulso, mas não desistiu, afundou até sentir um choque que soltou o objeto. Ao abrir os olhos, viu a quantidade assustadora de sangue que escorria e caía no chão, se desesperando ainda mais.

Por um momento, se arrependeu, tentando pressionar o profundo corte com a mão direita, encharcando-a de sangue. Colocou a mesma no rosto, vendo o que havia feito. Seu rosto, pintado de vermelho, apenas empalecia a cada segundo que passava. Sua visão, turva, fazia-o cambalear nos passos. Foi aí que se equilíbrio se perdeu e caiu de bruços no próprio sangue.

Ficou ali, segurando fortemente o pulso, numa tentativa desesperada de redenção em estancar o ferimento e milagrosamente salvar-lhe a vida. Sua respiração ofegante começou a ficar mais distante, assim como o foco.
 

— Eu te falei Calisto, você está lendo o mapa de cabeça pra baixo! — Uma voz o assustou, porém não tinha forças para mover o corpo para ver de onde ela saía.

— Que mané mapa, Metis. O importante é que chegamos, não graças a essa merda.
 

Dois seres surgiam no meio do quarto. Possuíam pequenas asas, coroinhas e varinhas com a ponta em formato de uma estrela amarela. Calisto, que havia acabado de entregar o mapa a Metis, possuía os cabelos e olhos dourados. Metis, por sua vez, possuía um corte undercut nos cabelos azuis, que harmonizavam com a mesma cor de suas írises.

Ainda discutiam, quando escutaram Shiota tossir no sangue e olharam para baixo.

— PUTA QUE ME PARIU, METIS! O MOLEQUE TA MORRENDO! — A fada loura gritava pegando a varinha, que brilhava, e materializava uma maca, em seguida, Shiota era transportado em cima.

— MEU SANTO OBERON. CHEGAMOS TARDE DEMAIS! ELE VAI MORRER! ELE VAI MORRER! — Metis tremia inteiro, colocando as mãos na cabeça, em desespero. — POR ISSO DISSERAM QUE NÓS NUNCA SERIAMOS BONS PADRINHOS!

— CALE A BOCA E ME AJUDE! — Calisto grita em resposta, usando a varinha para que o sangue do garoto entrasse novamente nas veias. — EU NUNCA ESTUDEI A PORRA DA ANATOMIA HUMANA, MAS CREIO QUE O SANGUE TEM QUE FICAR DENTRO, NÉ?

— MAS NÃO É ASSIM QUE ELES MORREM DE HEMORRAGIA INTERNA?

— NÃO FODE, METIS! O MOLEQUE TA MORRENDO! ENTRA AI NO COMPUTADOR E PESQUISA!
 

Metis voa trêmulo o mais rápido que pode no computador com a tela quebrada do garoto. Ele usa sua varinha para fazê-lo ficar novo em folha e em seguida o liga.
 

— ALÔ! METIS?! O MENINO TÁ MORRENDO! — Calisto continua a mover sua varinha e criar usar várias magias para tentar atrasar o inevitável. O sangue inteiro do garoto finalmente entrava nas veias, e o corte era fechado sem ao menos deixar uma cicatriz. Mesmo assim, o garoto estava desmaiado.

— COMO QUE DIGITA?! — Metis ainda estava desesperado. Suas mãozinhas tremiam tanto que ele não conseguia fazer nada. Seus olhos se enchiam de lágrimas.

— ACORDE, MINHA CRIANÇA! VIVA! — Calisto começava a fazer massagem cardíaca, seguido de respiração boca a boca. — VIVA PELO AMOR DE DEUS! — Voltava pressionar o peito do menino. — HOCUS POCUS FILHO DA PUTA!

 
Foi aí que ele bateu a varinha no peito do garoto, e uma névoa dourada explodia a partir do raio daquele impacto. Metis olhava, ainda em lágrimas, admirado com a cena. Calisto estava ofegante, diante o susto e estresse que passaram, porém abriu um enorme sorriso ao ver Shiota abrindo os olhos.
 

— Bom dia, bela adormecida! Pensei que iriamos perder nossa primeira criança. Você nos assustou, rapazinho! —Calisto suspirava aliviado, levantando a varinha e materializando um pano, o qual usava para limpar o suor e depois desaparecia.

— Quem... Caralhos é você? — Shiota resmungou, ainda meio atordoado na maca.
 
— Eu sou Calisto!

— E eu Metis!

— E nós somos os seus daddies mágicos! — Diziam em sintonia, se abraçando e levantando as varinhas. Por mais que Metis ainda estivesse com os olhos marejando, seu sorriso era tão grande quanto ao de seu companheiro.

— E sei que pode ser um choque para ti, mas nós estamos aqui para realizar qualquer pedido que você queira! Sem limites de desejos, apenas se limitando há algumas regras! — O loiro prosseguia.

— Sim, desejos como a morte de alguém, a ressureição de alguém, dinheiro em geral, vencer competições que envolvam outras pessoas, interferir no amor verdadeiro, perjúrio, crimes raciais ou homofóbicos ... — Metis materializava um enorme livro de regras, e ia foleando enquanto dizia.
 

Shiota olhou para os dois, desconfiado.
 

— Quero que meu nome seja Jesus De Caprio!

— Aí meu amor, tem certeza? —Calisto se teleportava ao lado de Shiota. — Sei que seu nome é ruim, mas meio merda mudar pra outro ruim, não é? Não querendo julgar, meu anjo, mas estamos aqui para garantir a sua felicidade!

— Bleh. Quero que meu nome então seja Jesus Di Caprio Laser Beam!

— Boa moleque! — Calisto ergueu a varinha e sua ponta cintilou, materializando a sua certidão de nascimento, mudando o nome “Shiota Ko” para Jesus Di Caprio Laser Beam. — E agora seu nome sempre foi esse! Todas as pessoas irão lembrar de você como Jesus.
 

O recém Jesus sorria, expondo as bochechas coradas.
 

— Mas creio que esse pedido não conta como seu PRIMEIRO pedido, não é? — Calisto esboça um ar desafiador nos olhos e um sorriso provocativo. —Você pode pedir qualquer coisa!

— Desde que respeite as regras! — Metis complementava, mostrando o enorme livro.

— E bom, imagino que você tenha uma criatividade imensa a ser explorada!

— Concordo! Por mais que não concorde com suas escolhas de vida. — Metis resmungava, olhando para o estilete jogado no chão. — Mas agora você pode recomeçar! Pedir qualquer coisa!


Jesus colocava o dedo indicador no queixo, erguendo uma sobrancelha. Então abre um sorriso meigo, pensando em qual seria o seu grande pedido de estreia.
 

— Eu quero que todo mundo se foda!
 

Metis e Calisto se entreolham. O azulado folheava rapidamente os milhares de páginas de regras, porém não encontrava nada relacionado que proibisse o desejo do menino.  

O loiro dava de ombros, sendo correspondido pelo companheiro, então ambos levantam a varinha e elas cintilaram.







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Mensagem por Black~ em Sex 29 Maio 2020 - 17:56

Bom, vamos lá.

Não tava levando a sério a ideia, até que... pá, fic dos padrinhos mágicos no fórum whatever kkk. Enfim. Bem, no começo achei a fic extremamente melodramática e bem a história do Jimmy na real, mas um pouco mais bad, envolvendo até suicídio, que eu particularmente acho meio paia relatar ou algo do tipo, enfim. Porém desde a hora que os padrinhos chegaram a fic mudou totalmente kkkk, achei bem engraçado a segunda parte, com os padrinhos meio atrapalhados e depois o nome de Jesus do cara kkkk. Aliás, o nome do menino, sensacional kkkkkk. Após o pedido final, eu imagino que vai ser algo muito literal, tipo, capaz dos caras criarem vários pênis e tipo, enfiar em cada pessoa, pelo espanto deles ao final.

Enfim, não tem muito pra falar do prólogo.
Então, é só e boa sorte com a fic.

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The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
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Mensagem por Brijudoca em Sex 29 Maio 2020 - 18:01

MANO QUE ÓDIO DE VOCÊ E DESSA FAN FIC PERFEITA

Eu entrei esperando dar gostosas gargalhadas e você me faz um baita início dark, com o pequeno Shiota quase se matando? Claro que o garoto teria que ter uma vida bem merda pra receber seus daddies mágicos mas foi demasiadamente pesado esse começo, fiquei até com dó.

Mas eis que a chegada Metis e Calisto trazem um ponto de virada pro piloto. Não é exagero dizer que eu gargalhei sonoramente enquanto lia as fadas tentando reviver o garoto. Se a fic seguir essa linha de humor negro/nonsense meu amigo... muito bom. Namoral.

A arte dos padrinhos tá linda demais. E muito boa a musiquinha do final também. Ansioso pra ver o desfecho desse desejo do agora Jesus e pra aparição da temida BELPHEGOR.

Agora que tu inventou esse projeto, vai ter que seguir e nós vamos cobrar viu.
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Mensagem por Sally em Sex 29 Maio 2020 - 22:15

Hey! Caramba, eu admito que é a primeira fic de Padrinhos Mágicos que eu leio, e definitivamente não me arrependo nadinha. A premissa é muito boa mano. A única parte que fique chateada é que existem ''regras'' para os desejos kkkkk Poxa, os pedidos podiam ser usados para plantar crimes de ódio e violência. Bem, o primeiro parágrafo foi a definição de minha vida, e o restante também. Me identifiquei muito com o Shiotinha, vulgo Jesus. Provavelmente esse seria o meu desejo também... sensato.

Não acho que preciso falar de escrita. Está tudo muito leve e bem detalhado, uma leitura muito fluida e gostosa. Vejo muito futuro, já que você tem um plot bem bacana em mãos e muitas probabilidades aí. Estou ansiosa pela parte pesadona, pelo humor negro e pela destruição alheia.

Com certeza estou acompanhando.

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Muito obrigada, elazul
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Mensagem por Shiota em Qui 4 Jun 2020 - 2:08

Hey Rush!

Cara… KKKKKKKKKKKKKK eu sei lá oq dizer disso mano. Me sinto lisonjeado por ter usado meu nick, mesmo que pra zoar ele. Shiota >>>> Jesus, mas tudo bem. 

Eu confesso q foi um pouco difícil passar a parte “dark” da fic, todo o detalhamento foi meio pesado pra mim, eu nunca passei por algo assim, mas imaginar essas coisas me deu um incômodo, não sei nem explicar direito akosdpakdopkds. Enfim, apesar disso, eu julguei isso como necessário ao plot e consegui passar.

Ai chegou na parte cômica e… cara, eu já devo ter relido o “HOCUS POCUS FILHO DA PUTA” umas 30 vezes e não to exagerando. Sério, a personalidade dos padrinhos, o jeito que eles falam, eu achei tudo muito bem descrito e desenvolvido, me senti quase que vendo o desenho de verdade.

E falando em desenho, eu adorei os desenhos dos padrinhos, ficaram perfeitos. Também gostei muito da escolha da música, não conhecia ela, mas ela tem mt “cara” de um encerramento, por algum motivo aoidskaosdkapkds

Enfim, to curioso pra ver o que vai dar desse “quero que todo mundo se foda” KKKKKKK. Até o próximo cap o/

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Mensagem por -Ice em Sex 5 Jun 2020 - 22:33

Eae Ruuuush

Eu demorei um pouquinho por motivos de responsabilidade, trabalho, dias merda e veterinário, mas estou aqui agora, antes de você postar o primeiro capítulo ainda bem.

Cara, não lembro exatamente como chegamos no assunto de fazer uma fic de Padrinhos Mágicos mas lembro que eu não sabia o que esperar apesar de ter ficado ansioso pra saber o que iria sair dessa sua cabeça mkkkkkkk

Não tem muito o que falar do prólogo apesar de ter acontecido muita coisa, apenas da dó que eu senti do jovem Shiotinha e do desconforto que eu senti ao ler a parte da surra de das lâminas, sou meio fraco com essas coisas e admito que quase passei mal com a maneira como você detalhou, mas estou apenas comentando, apesar de ter passado mal eu gostei hahaha

Gostei de Metis e Calisto, apesar de não terem sido exploraros muito até o momento, ri muito com a química dos dois e a maneira como se comportaram ao ver o menino morrrendo, dois padrinhos iniciantes pegando logo um menino todo fudido, quero ver como vai ser. Aliás, com o desenho que deles já dá pra ter uma boa noção de suas personalidades.

Bom, é isso por enquanto, estou ansioso pra ver como vai ser a execução desse desejo do jovem, espero ver o padrasto tomando muito no cu e também estou ansioso pra ver a Belphegor, espero ansiosamente o próximo capítulo, até mais Rush o/
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