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Mensagem por Brijudoca em Sex 26 Jun 2020 - 16:05

"eu só me interesso em mitologia pokémon por causa de você sabe o quê. Não acho que uma pessoa normal possa se interessar por essas merdas" VAI SE FODER MADELINE, ME SENTI PESSOALMENTE ATACADO

Fala Blackzão o/

Achei o capítulo bem divertido de acompanhar. Você tem esse estilo de escrita que é, ao mesmo tempo, fácil de acompanhar e extremamente envolvente. Como alguns hábitos são difíceis de se perder, foi legal ver um quêzinho de comédia em alguns diálogos, principalmente na conversa entre a Madeline e a Kim (Amada??? KKKK). 

No começo achei que era só mais um sonho da protagonista, mas eis que você surpreende já expandindo o universo da fic com outro personagem. Então Zephaniah (onde o povo desse fórum tá indo achar esses nomes? sdds de um Lucas, matheus, etc) também está tendo sonhos com um certo pokemon lendário. No lugar dele eu ficaria bem assustado se me visse morrendo e um maldito líder de ginásio viesse falar que isso pode ser outra realidade. Falando nisso, achei meio conveniente demais o líder já entender de cara o que tinha acontecido com o garoto e já saber logo de um especialista pra ele ir atrás, mas enfim, liberdades que você tomou pra história, e tá tudo bem.

Então tinha uma explicação pra Flora já ir metendo o louco pra cima da Madeline com essa história de "aulas", a safada já tinha recebido instruções pra falar com ela kk Pois bem, estou MUITISSÍMO empolgado com essa parada de alguns humanos estarem desenvolvendo essas relações com os lendários e, consequentemente, adquirindo alguns de seus poderes. Na hora que eu li, como tinha acabado de citar uma obra do Rick Riordan enquanto comentava na fic do roberto, me veio outra obra do autor, mas dessa vez a de mitologia egípcia. Não sei se você já leu "As crônicas dos Kane", mas diferente de percy jackson que os malucos são filhos das divindades, nessa saga os heróis se tornam hospedeiros da alma (o termo correto se não estou enganado é Ka) dos deuses egípcios e acabam conseguindo canalizar parte dos seus poderes, se tornando magos. Após refletir mais um pouco, pensei em outra associação, entre os lendários e as Bijuus do narutinho, e quem sabe os protagonistas funcionem como os jinchuurikis, usando parte do poder dos bichos. OLHA ESTOU EMPOLGANDO AQUI VIU.

É isso Black, de erros encontrei apenas algumas repetições de palavras, mas que não valem nem meu esforço de ficar quotando aqui, uma revisada a mais tenho certeza que você teria notado e corrigiria o erro. Foi legal a utilização do queenzão da massa no começo do capítulo, espero que continue com a criatividade em trazer músicas que engradeçam nossa experiência na leitura. Eu ia inclusive perguntar se já teria um para pra ajudar a entender as cidades antes de ver seu comentário final kkkk Até a próxima meu brother o/
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Mensagem por roberto145 em Seg 29 Jun 2020 - 17:04

E ae Black, tudo bem?

Bom, acho que muito do que poderia comentar, o Brijudoca já o fez hahaha. De início também já tinha um pouco da suspeita da Flora também estar metida nisso de alguma forma(já sabia de algo que a protagonista precisava saber). No entanto, achei que ficaria restrito apenas a Madeleine esses sonhos doidos, que fosse algo exclusivo dela apenas, porém não é assim. Fico no aguardo para ver o porquê de isso estar acontecendo com esse grupo de pessoas. Além disso, fica também a expectativa desse rapaz de nome difícil kkkk, qual poder que o Zephaniah "recebeu", já que achei bem parecido com que ocorreu com a Madeleine, pelo menos a primeira vista.
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Mensagem por *Nina* em Seg 6 Jul 2020 - 5:08

Oi, Davi! Desculpe a demora, mas antes tarde do que nunca! kkkkk


Vamos para mais um capítulo. Então finalmente apareceu aquele menino de nome estranho que você tinha me falado (que achei que fosse uma menina kkkkk).  Eu juro que quando li o nome dele, eu entendi "epifania" kkkkkkkk Agora já era, vou usar esse nome mesmo, já pegou kkkkkkkkkkk Pessoal está inspirado com nomes dessa vez. Concordo com o Briju, saudades de nomes simples. kkkkkkk
Mas como eu já havia previsto, esse sonho que a Madeleine teve é uma previsão de algo que vai ocorrer, e agora conhecemos o tal rapaz que leva um tiro no sonho. Imagino que elas irão se juntar ao Epifania para impedir a morte dele.

Já esperava que teria mais gente com os sonhos estranhos, mas jamais imaginaria que eles conseguiriam obter um pouco dos poderes dos pokémons dos sonhos! Achei isso muito surpreendente e interessante, e pode sair muita coisa boa daí, quero ver. Curiosa para saber os poderes que a Madeleine e o Epifania herdaram de Darkrai e Cresselia, e se terá mais gente assim.

Também achei bem conveniente o líder do ginásio ter entendido logo de cara que era um sonho assim, e já ir explicando um monte de coisa. Será que, assim como a Flora, ele também tem sonhos e por isso já sabia? Ou talvez conheça alguém que tem.

Gostei bastante da relação de amizade entre as duas colegas de quarto, deu até pra relembrar um pouco do antigo Black nas fics de comédia. kkkkkk Espero que você continue investindo em amizades assim.


Bom, é isso, sigo no aguardo do próximo cap. Agora já pode postar o próximo que eu deixo. rsrsrs
Um abraço e até mais!

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Mensagem por Alice Le'Hills em Ter 7 Jul 2020 - 19:52

Hey, Black~, tudo bem?

De pouquinho a pouquinho to voltando a ativa aqui no fórum, principalmente aqui na área de fics que é a que eu mais gosto, e não poderia deixar de vir conferir a sua. Como ela ainda está no começo, vou fazer comentários sobre cada capítulo em específico.

Sobre o prólogo, devo dizer que, apesar de pequeno (o que é normal para prólogos), foi muito bom, me deixou um gostinho de quero mais, sabe? Fiquei curiosa pra saber quem é aquele homem e porque a Madeline estava sonhando com ele. Também fiquei  curiosa sobre o motivo desses pesadelos. Seria um Darkrai ou uma Musharna agindo?? Também achei interessante o uso de armas de fogo, dá uma pegada mais madura e realista na fic. Eu gosto. Sobre o primeiro capítulo, gostei da repetição da cena do homem no começo, como forma de sinalizar a continuidade com a qual a Madeline possui esses pesadelos. Eu simplesmente AMEI a ideia de colocar músicas como trilha sonora e a escolha foi ótima (sou muito fã da música da cidade de Lavender), realmente me embalou na história do capítulo hahahaha. Pelo o que eu entendi, a história se passa alguns anos depois do prólogo, então ela deve ser uma jovem quase-adulta agora, certo?

Bom, fiquei agoniada com o fato dela estar "sonhando acordada". Me lembrou relatos de paralisia do sono, não sei se foi nisso que você se inspirou, mas posso dizer que é realmente aterrorizante (sim, eu já tive paralisia do sono algumas vezes kk), então a sua descrição ficou bem condizente. Agora, que Gible é esse e quem é essa menina do sonho? E porque ela tinha uma foto deles na gaveta? Estou intrigada hahaha. Mais intrigada, ainda, com essa Flora do final... quem é ela? Teria ela alguma relação com os sonhos? Enfim, foi um bom capítulo e introduziu a história de uma forma legal.

Em relação ao segundo capítulo, a minha primeira reação foi: MEU DEUS, como assim o menino tem o mesmo sonho da Madeline??  Seria ele o menino do sonho? Ou outra pessoa? 

Até que mais pro final ficou revelado que ele é mesmo o menino do sonho da Madeline e eu fico me perguntando: "como eles estão
conectados????". Muitas perguntas, sos kkkkk

Bom, ficou claro que a Madeline e a Kimberly são bem próximas. Eu gosto da Kimberly, apesar de não saber ainda o quão relevante ela é pro enredo. Seria errado eu pensar em um bromance (ou seria sismance?) entre elas? Não sei, mas teve uma parte específica que eu senti uma vibe meio amizade-colorida. Mas posso ta viajando kkkkk.

COMO ASSIM ELAS TEM PODERES DE POKÉMON???? Ok, eu tô surtando levemente internamente pois não esperava esse plot twist kkkk. Acho interessante o conceito e me deixou curiosa em saber como os lendários estão envolvidos nisso aí. 

No geral, eu amo a ideia de continentes originais. Dá mais liberdade pra criar lendas e histórias,bem como figuras importantes, localizações (como a biblioteca em formato de flor de Venossaur), etc. O exercício de imaginar fica bem melhor. Me deu, inclusive, saudade de quando eu tava escrevendo O Elo Perdido hahahahaha. Sobre a Madeline, ela é meio esquentadinha né? Mas gosto de protagonistas assim, de "personalidade forte". 

No mais, não vi nenhum erro ou nada que me incomodasse nesses três capítulos. Você tem uma história interessante em mãos e mal posso esperar pra ver como você vai desenvolvê-la. É isso, boa sorte com a fic!
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Mensagem por Shiota em Ter 7 Jul 2020 - 22:39

Acho que vou colocar “quando eu comentar sua fic, significa que ta na hora de postar outro capítulo” na minha frase pessoal…

Hey Black o/

Apesar do leve atraso em ler e comentar por umas questões pessoais ai, fico feliz que tenha dado tempo e aqui estou. Esse capítulo foi muito interessante por revelar coisas muito interessantes pra história, começando do fato do moço do nome difícil também ter o mesmo sonho. 

Sobre isso, quero começar dizendo que eu to gostando muito de você transcrever o sonho sempre que ele surge, me dá uma sensação muito legal de “oh não, aconteceu de novo”. Poético, eu diria. Dito isso, então é ele quem aparece no sonho, huh? Será que as outras “sonhadoras” reconhecerão quando possivelmente encontrarem com ele? Vamos ver.

Como a Alice eu também me pergunto a importância da Kimberly no enredo. Não dizendo que ela é uma personagem desnecessária, só fiquei imaginando que a Madeleine vai viajar por ai com a Flora pra descobrir o que está acontecendo e acredito que, pelo menos de primeiro momento, Kimberly vai ficar pra trás na cidade. Talvez reapareça depois? Vamos ver.

Achei bem daora e surpreendente eles terem poderes dos Pokémon lendários, mais ainda quando vi a comparação com Jinchuurikis e Bijuus no comentário do briju, até me empolguei com a ideia, típico de um otaco naruteiro aposkdaogaskdpo. De qualquer forma, eu imagino que os Pokémon não “residem” neles, mas só emprestam os poderes mesmo… eu tenho quase certeza de que já vi algo do tipo em algum anime pra comparar também, mas não consigo lembrar onde, então deixarei essa passar KKKKKK

Ok, e por último, hora da crítica. Nesse capítulo eu senti os diálogos um pouco mais “robotizados” ou artificiais… só não sei exatamente porque. Eu acredito que seja uma certa pressa neles. O exemplo que tenho mais forte na memória, que já foi citado aqui, é a parte de ter sido bem conveniente o líder saber sobre o sonho. Creio que ficou assim por ter sido muito rápido e direto, se o líder tivesse enrolado um pouco mais (algo como jogar sinais pra ver como o carinha reagiria e tomar a conclusão sobre o sonho) ou se o nome-difícil tivesse comentado com ele e só ai o líder revelasse o lance do avô e dele e do outro líder, teria causado menos estranheza. Além disso, senti uma certa falta de gesticulações, expressões e tal na escrita, muitas vezes só foi usado “ela disse”, “ela falou”, em diálogos que acredito que poderiam ter sido melhor explorados quanto a isso. Enfim, isso me incomodou um pouco, mas nada que me faça desgostar da fic.

Até mais o/

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Mensagem por Black~ em Ter 14 Jul 2020 - 21:35

Salve, quebrada. Era pra ter postado semana passada, mas não postei porque tava com preguiça, é nóis. Antes os comentários kkk

Comentários:

@Brijudoca escreveu:"eu só me interesso em mitologia pokémon por causa de você sabe o quê. Não acho que uma pessoa normal possa se interessar por essas merdas" VAI SE FODER MADELINE, ME SENTI PESSOALMENTE ATACADO

Fala Blackzão o/

Achei o capítulo bem divertido de acompanhar. Você tem esse estilo de escrita que é, ao mesmo tempo, fácil de acompanhar e extremamente envolvente. Como alguns hábitos são difíceis de se perder, foi legal ver um quêzinho de comédia em alguns diálogos, principalmente na conversa entre a Madeline e a Kim (Amada??? KKKK). 

No começo achei que era só mais um sonho da protagonista, mas eis que você surpreende já expandindo o universo da fic com outro personagem. Então Zephaniah (onde o povo desse fórum tá indo achar esses nomes? sdds de um Lucas, matheus, etc) também está tendo sonhos com um certo pokemon lendário. No lugar dele eu ficaria bem assustado se me visse morrendo e um maldito líder de ginásio viesse falar que isso pode ser outra realidade. Falando nisso, achei meio conveniente demais o líder já entender de cara o que tinha acontecido com o garoto e já saber logo de um especialista pra ele ir atrás, mas enfim, liberdades que você tomou pra história, e tá tudo bem.

Então tinha uma explicação pra Flora já ir metendo o louco pra cima da Madeline com essa história de "aulas", a safada já tinha recebido instruções pra falar com ela kk Pois bem, estou MUITISSÍMO empolgado com essa parada de alguns humanos estarem desenvolvendo essas relações com os lendários e, consequentemente, adquirindo alguns de seus poderes. Na hora que eu li, como tinha acabado de citar uma obra do Rick Riordan enquanto comentava na fic do roberto, me veio outra obra do autor, mas dessa vez a de mitologia egípcia. Não sei se você já leu "As crônicas dos Kane", mas diferente de percy jackson que os malucos são filhos das divindades, nessa saga os heróis se tornam hospedeiros da alma (o termo correto se não estou enganado é Ka) dos deuses egípcios e acabam conseguindo canalizar parte dos seus poderes, se tornando magos. Após refletir mais um pouco, pensei em outra associação, entre os lendários e as Bijuus do narutinho, e quem sabe os protagonistas funcionem como os jinchuurikis, usando parte do poder dos bichos. OLHA ESTOU EMPOLGANDO AQUI VIU.

É isso Black, de erros encontrei apenas algumas repetições de palavras, mas que não valem nem meu esforço de ficar quotando aqui, uma revisada a mais tenho certeza que você teria notado e corrigiria o erro. Foi legal a utilização do queenzão da massa no começo do capítulo, espero que continue com a criatividade em trazer músicas que engradeçam nossa experiência na leitura. Eu ia inclusive perguntar se já teria um para pra ajudar a entender as cidades antes de ver seu comentário final kkkk Até a próxima meu brother o/

Briju o/. Nesse caso aí foi um self-insert inverso né, visto que eu também sou um infeliz jovem de 22 anos que procura mitologia pokémon na interwebs. Madeleine você é uma cobra! Ai, sim, depois de QUATRO anos e mais uns quebrados escrevendo as aventuras do líder de ginásio, é difícil abandonar alguns trejeitos, mas como a fanfic não é de comédia, eu tentei inserir isso nas conversas das duas, visto que seria mais plausível, afinal, são amigas né. Sim, eu usei o mesmo sonho pra dar essa impressão mesmo. E na parte do líder foi forçado mesmo, mas foi o que consegui fazer pra história avançar kkkkk. Sim, a Flora também já sabia, e parando pra ver, é forçado também né kkkk, mas o universo é meu, então que se dane kkkkkkkk. Mano, você me deixou hypado nesses livros, já vou deixar salvo porque achei muito daora a história. Ai, eu não queria usar Bohemian Rhapsody logo no segundo capítulo, mas como a maioria dos capítulos tem como nome alguma frase de Bohemian Rhapsody, acabei colocando, mas queria deixar pros momentos épicos kkk. Bem, a ajuda dos mapas fica pra depois, porque tive ocupado com outras coisas, mas ele em breve sai kkkkkk. Obrigado e espero que continue lendo Very Happy

@roberto145 escreveu:E ae Black, tudo bem?

Bom, acho que muito do que poderia comentar, o Brijudoca já o fez hahaha. De início também já tinha um pouco da suspeita da Flora também estar metida nisso de alguma forma(já sabia de algo que a protagonista precisava saber). No entanto, achei que ficaria restrito apenas a Madeleine esses sonhos doidos, que fosse algo exclusivo dela apenas, porém não é assim. Fico no aguardo para ver o porquê de isso estar acontecendo com esse grupo de pessoas. Além disso, fica também a expectativa desse rapaz de nome difícil kkkk, qual poder que o Zephaniah "recebeu", já que achei bem parecido com que ocorreu com a Madeleine, pelo menos a primeira vista.

Beleza, Roberto? o/. Sim, a Flora já sabia, então meio que os três por enquanto têm esse "dom" de sonhar esses sonhos kkk. Bem, em tese você está quase certo, realmente os dois têm poderes parecidos, mas vamos esperar o decorrer da história kkk. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Very Happy

@*Nina* escreveu:Oi, Davi! Desculpe a demora, mas antes tarde do que nunca! kkkkk


Vamos para mais um capítulo. Então finalmente apareceu aquele menino de nome estranho que você tinha me falado (que achei que fosse uma menina kkkkk).  Eu juro que quando li o nome dele, eu entendi "epifania" kkkkkkkk Agora já era, vou usar esse nome mesmo, já pegou kkkkkkkkkkk Pessoal está inspirado com nomes dessa vez. Concordo com o Briju, saudades de nomes simples. kkkkkkk
Mas como eu já havia previsto, esse sonho que a Madeleine teve é uma previsão de algo que vai ocorrer, e agora conhecemos o tal rapaz que leva um tiro no sonho. Imagino que elas irão se juntar ao Epifania para impedir a morte dele.

Já esperava que teria mais gente com os sonhos estranhos, mas jamais imaginaria que eles conseguiriam obter um pouco dos poderes dos pokémons dos sonhos! Achei isso muito surpreendente e interessante, e pode sair muita coisa boa daí, quero ver. Curiosa para saber os poderes que a Madeleine e o Epifania herdaram de Darkrai e Cresselia, e se terá mais gente assim.

Também achei bem conveniente o líder do ginásio ter entendido logo de cara que era um sonho assim, e já ir explicando um monte de coisa. Será que, assim como a Flora, ele também tem sonhos e por isso já sabia? Ou talvez conheça alguém que tem.

Gostei bastante da relação de amizade entre as duas colegas de quarto, deu até pra relembrar um pouco do antigo Black nas fics de comédia. kkkkkk Espero que você continue investindo em amizades assim.


Bom, é isso, sigo no aguardo do próximo cap. Agora já pode postar o próximo que eu deixo. rsrsrs
Um abraço e até mais!

Thaís o/. kkkkkk esse nome é o nome de um profeta em inglês kkk, achei legal pra colocar. Agora esse "epifania" vai pegar kkkk, que merda kkk. Bem, você pode estar certa nessa parte dos sonhos e de eles se juntarem, vamos aguardar né kkk. Sim, eles também absorvem esse poder, mas vou explicar isso mais pra frente kkk. Sim, o líder foi bem conveniente, mas é o que dá pra fazer né, infelizmente temos que dar uns "empurrõeszinhos" às vezes kkkk. Quanto ao líder, vamos esperar né kkk. E quanto à questão das amizades, eu pretendo trabalhar sim nelas, e principalmente esse duo entre Madeleine e Kimberly possa ser meu refúgio do Black dos antigos tempos kkkkkk. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Very Happy (cedo, de preferência).

@Alice Le'Hills escreveu:Hey, Black~, tudo bem?

De pouquinho a pouquinho to voltando a ativa aqui no fórum, principalmente aqui na área de fics que é a que eu mais gosto, e não poderia deixar de vir conferir a sua. Como ela ainda está no começo, vou fazer comentários sobre cada capítulo em específico.

Sobre o prólogo, devo dizer que, apesar de pequeno (o que é normal para prólogos), foi muito bom, me deixou um gostinho de quero mais, sabe? Fiquei curiosa pra saber quem é aquele homem e porque a Madeline estava sonhando com ele. Também fiquei  curiosa sobre o motivo desses pesadelos. Seria um Darkrai ou uma Musharna agindo?? Também achei interessante o uso de armas de fogo, dá uma pegada mais madura e realista na fic. Eu gosto. Sobre o primeiro capítulo, gostei da repetição da cena do homem no começo, como forma de sinalizar a continuidade com a qual a Madeline possui esses pesadelos. Eu simplesmente AMEI a ideia de colocar músicas como trilha sonora e a escolha foi ótima (sou muito fã da música da cidade de Lavender), realmente me embalou na história do capítulo hahahaha. Pelo o que eu entendi, a história se passa alguns anos depois do prólogo, então ela deve ser uma jovem quase-adulta agora, certo?

Bom, fiquei agoniada com o fato dela estar "sonhando acordada". Me lembrou relatos de paralisia do sono, não sei se foi nisso que você se inspirou, mas posso dizer que é realmente aterrorizante (sim, eu já tive paralisia do sono algumas vezes kk), então a sua descrição ficou bem condizente. Agora, que Gible é esse e quem é essa menina do sonho? E porque ela tinha uma foto deles na gaveta? Estou intrigada hahaha. Mais intrigada, ainda, com essa Flora do final... quem é ela? Teria ela alguma relação com os sonhos? Enfim, foi um bom capítulo e introduziu a história de uma forma legal.

Em relação ao segundo capítulo, a minha primeira reação foi: MEU DEUS, como assim o menino tem o mesmo sonho da Madeline??  Seria ele o menino do sonho? Ou outra pessoa? 

Até que mais pro final ficou revelado que ele é mesmo o menino do sonho da Madeline e eu fico me perguntando: "como eles estão
conectados????". Muitas perguntas, sos kkkkk

Bom, ficou claro que a Madeline e a Kimberly são bem próximas. Eu gosto da Kimberly, apesar de não saber ainda o quão relevante ela é pro enredo. Seria errado eu pensar em um bromance (ou seria sismance?) entre elas? Não sei, mas teve uma parte específica que eu senti uma vibe meio amizade-colorida. Mas posso ta viajando kkkkk.

COMO ASSIM ELAS TEM PODERES DE POKÉMON???? Ok, eu tô surtando levemente internamente pois não esperava esse plot twist kkkk. Acho interessante o conceito e me deixou curiosa em saber como os lendários estão envolvidos nisso aí. 

No geral, eu amo a ideia de continentes originais. Dá mais liberdade pra criar lendas e histórias,bem como figuras importantes, localizações (como a biblioteca em formato de flor de Venossaur), etc. O exercício de imaginar fica bem melhor. Me deu, inclusive, saudade de quando eu tava escrevendo O Elo Perdido hahahahaha. Sobre a Madeline, ela é meio esquentadinha né? Mas gosto de protagonistas assim, de "personalidade forte". 

No mais, não vi nenhum erro ou nada que me incomodasse nesses três capítulos. Você tem uma história interessante em mãos e mal posso esperar pra ver como você vai desenvolvê-la. É isso, boa sorte com a fic!

Alice o/, bom ver você de volta! Sim, você está certa sobre o Darkrai, o Musharna receio que não kkk, eu vi essa ideia de outras pessoas aqui no fórum, acho que o Rush foi o primeiro a colocar trilhas kkk, é muito legal mesmo. E sobre a idade da menina, sim, você acertou, ela tem 22 anos agora e o prólogo se passa 8 anos antes. Simm, me inspirei na paralisia do sono mesmo! kkkk. Vamos ver sobre o Gible no decorrer né kkkkk. Sobre o menino, novamente, vamos esperar né kkk, mas vocês estão no caminho certo kkk. kkkkkkk não de forma alguma não kkkk, elas são irmãs praticamente kkkkkk. Sim, esse dos poderes foi uma surpresa, vou desenvolver sobre isso no decorrer kkkk. Sim, eu também gosto de criar continentes, só é difícil passar para os leitores, mas a gente tenta kkk. Sim, ela é esquentadinha, mas só até certo ponto kkk. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Very Happy

@Shiota escreveu:Acho que vou colocar “quando eu comentar sua fic, significa que ta na hora de postar outro capítulo” na minha frase pessoal…

Hey Black o/

Apesar do leve atraso em ler e comentar por umas questões pessoais ai, fico feliz que tenha dado tempo e aqui estou. Esse capítulo foi muito interessante por revelar coisas muito interessantes pra história, começando do fato do moço do nome difícil também ter o mesmo sonho. 

Sobre isso, quero começar dizendo que eu to gostando muito de você transcrever o sonho sempre que ele surge, me dá uma sensação muito legal de “oh não, aconteceu de novo”. Poético, eu diria. Dito isso, então é ele quem aparece no sonho, huh? Será que as outras “sonhadoras” reconhecerão quando possivelmente encontrarem com ele? Vamos ver.

Como a Alice eu também me pergunto a importância da Kimberly no enredo. Não dizendo que ela é uma personagem desnecessária, só fiquei imaginando que a Madeleine vai viajar por ai com a Flora pra descobrir o que está acontecendo e acredito que, pelo menos de primeiro momento, Kimberly vai ficar pra trás na cidade. Talvez reapareça depois? Vamos ver.

Achei bem daora e surpreendente eles terem poderes dos Pokémon lendários, mais ainda quando vi a comparação com Jinchuurikis e Bijuus no comentário do briju, até me empolguei com a ideia, típico de um otaco naruteiro aposkdaogaskdpo. De qualquer forma, eu imagino que os Pokémon não “residem” neles, mas só emprestam os poderes mesmo… eu tenho quase certeza de que já vi algo do tipo em algum anime pra comparar também, mas não consigo lembrar onde, então deixarei essa passar KKKKKK

Ok, e por último, hora da crítica. Nesse capítulo eu senti os diálogos um pouco mais “robotizados” ou artificiais… só não sei exatamente porque. Eu acredito que seja uma certa pressa neles. O exemplo que tenho mais forte na memória, que já foi citado aqui, é a parte de ter sido bem conveniente o líder saber sobre o sonho. Creio que ficou assim por ter sido muito rápido e direto, se o líder tivesse enrolado um pouco mais (algo como jogar sinais pra ver como o carinha reagiria e tomar a conclusão sobre o sonho) ou se o nome-difícil tivesse comentado com ele e só ai o líder revelasse o lance do avô e dele e do outro líder, teria causado menos estranheza. Além disso, senti uma certa falta de gesticulações, expressões e tal na escrita, muitas vezes só foi usado “ela disse”, “ela falou”, em diálogos que acredito que poderiam ter sido melhor explorados quanto a isso. Enfim, isso me incomodou um pouco, mas nada que me faça desgostar da fic.

Até mais o/
Shiota o/. Sim, essa é a intenção mesmo, ao reescrever o sonho. Sobre a Kimberly, ela de certa forma vai ser relegada mesmo, porque não é a protagonista, mas pode ser que aconteçam algumas reviravoltas. kkkkkkk que brisa, mas o negócio dos lendários é mais ou menos isso, não é como se fosse o "próprio" lendário, ou talvez seja, tem que ler pra descobrir. Bem, vou tentar rever essa questão dos diálogos. E sobre o líder como já disse, foi propositalmente forçado kkkk, mas vamos ver. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo Very Happy

Agora, vamos ao capítulo né.

Capítulo 03 – Dreamers

A rota 8 era basicamente como qualquer outra rota de qualquer continente do mundo Pokémon. Era rodeada de árvores por todos os lados e estradas de terra nas laterais e com uma estrada de asfalto no meio, por onde os carros transitavam. Zephaniah caminhava por ela. Vestia um grosso casaco preto e andava com as mãos nos bolsos. Essa rota era a ligação entre Loodus e Molinar, as cidades do primeiro e quarto ginásio, respectivamente. O meio da rota era preenchido pela Molinar Forest, sendo passagem obrigatória para os treinadores, visto que só era possível evitar a floresta caso usasse a estrada de asfalto, que obviamente eram proibidas a quem estivesse a pé, logo, o loiro andou por mais uma hora e atingiu finalmente a floresta.
Lá dentro era bem escuro, porém não era uma floresta extensa, podendo ser atravessada rapidamente. No local, apareciam vários pokémon do tipo noturno e do tipo fantasma, além dos clássicos insetos e de grama. O rapaz caminhava tranquilamente, afinal, há poucos dias havia passado por ali.

É bom ressaltar algumas coisas sobre Zephaniah que ainda não estão claras. Ele tinha 16 anos e estava em sua jornada de treinador padrão. Ele conseguiu pegar seu inicial antes mesmo de terminar o ensino médio, pois sempre foi o melhor aluno da classe e muito mais avançado que os demais, não sendo necessário completar todas as aulas para adquirir um Pokémon, visto que só eram permitidos treinadores começarem sua jornada após completarem todas aulas, geralmente com 17 ou 18 anos. Escolheu então Chimchar, que agora já era um Monferno e que como já citado, o ajudou a ganhar do quarto líder de ginásio da região. Agora, caminhava em busca à próxima cidade, que era muito distante da atual cidade.


Prosseguiu então pela floresta, até que ouviu um farfalhar de folhas. Olhou à sua volta e não percebeu nada. Tentou seguir novamente, enquanto olhava para trás, então ao se virar para frente, se assustou e caiu no chão, tentando se levantar rapidamente. À sua frente estava uma espécie de lamparina preta, que tinha dentro de si um fogo roxo, que formava algo próximo de um rosto.

- Lampent, então. – Analisou. – Jade, venha! Comece com Water Pulse!

Logo, a água viva abriu a boca e então atirou várias ondas eletromagnéticas, que, porém, eram compostas de água. Aquilo seguiu em direção ao oponente, que simplesmente sumiu. Em seguida, ele reapareceu com uma enorme esfera negra saindo de sua boca e indo direto ao pokémon de Zephaniah, que recuou bastante, devido ao fato de o golpe ser super efetivo no fantasma.

- Mas que p... – Falou o garoto, sendo cortado por um golpe do pokémon adversário que estava vindo em sua direção. – Rápido, Jade, use o Water Pulse!

A lamparina abriu a sua boca novamente formando uma grande bola de trevas, que seguiu em direção a Zephaniah. Jellicent até tentou algo, mas foi em vão, visto que a esfera sombria foi muito mais ágil e atingiu em cheio o peito do loiro, que caiu com força para trás. Lampent fez um olhar malicioso e virou-se de costas para o treinador, indo embora. O jovem estava com a visão levemente fraca devido ao impacto, mas pôde ver que bem ao fundo, estava um rapaz loiro, e era inclusive a direção onde ia o fantasma, contudo, o menino não conseguiu ver o rosto do outro moço, visto que ele estava de costas, então Zephaniah olhou para seu pokémon, que entendeu que deveria arremessar um golpe. Tratou de abrir a boca e então emitiu novamente as ondas eletromagnéticas, que foram em direção ao pokémon de fogo, que simplesmente sumiu, escapando do golpe, que todavia, acertou o outro rapaz lá no fundo.

Ao atingir o rapaz loiro lá no fundo, Zephaniah sentiu suas costas sendo atingidas por um golpe violento, então caiu no chão, fechando os olhos.

Ao abrir os olhos, percebeu que estava em pé, parado no meio da floresta, sozinho.

- Caraca. Bizarro. – Falou consigo mesmo.


-x-

As duas estavam sentadas no sofá do apartamento. Era por volta de onze da noite de terça feira e o Growlithe estava do lado da treinadora.

- Agora só fica com Flora pra cá, Flora pra lá! – Esbravejou Kimberly. – Esqueceu das suas amigas pobres?
- Ai, fofa, me erra! – Falou Madeleine, enquanto teclava no seu smartphone. – Só estamos conversando. Não posso fazer novas amigas?
- Meu anjo, você pode fazer tudo que você quiser. Só estou falando que você ficou muito amiga dela de repente.
- Sim, você tem razão. A gente se conhece há pouco. – Falou, colocando o celular de lado. – Mas é que a gente teve uma “conexão”, sabe?
- Conexão? Que merda é essa? – A outra falou. – Que conexão é essa? E eu não tenho essa conexão com você?
- Olha, Kim, pra ser sincera, não. – Lamentou. – Você sabe que não faria sentido eu falar disso com você. Mas você é mais que minha amiga, você é minha irmã praticamente. Você é a pessoa que eu mais amo no mundo! – Madeleine disse, se aproximando da outra e dando um abraço. – Só que nesse caso em específico não temos o mesmo espaço para ocupar.
- Tá bom. – Disse a outra. – Eu realmente tô ficando maluca ultimamente. Provavelmente são os trabalhos da faculdade. Não é? – Perguntou a loira, não obtendo resposta imediata.
- Sim, sim, faculdade. – A outra falou, como se nem se importasse. – Bla bla, trabalho, bla bla faculdade.
- Olha, você ser amiguinha da menina lá ok, agora vai largar a faculdade também? O trabalho? O que está acontecendo com você? – Perguntou, brava. – Você sempre foi boa aluna, sempre foi dedicada, inteligente...
- O que está acontecendo comigo? Não sei! Mas que merda também! – Ela se virou diretamente para a amiga. – Só sou inteligente porque tiro nota 10 nas provas de uma faculdade de merda que eu só faço pra não ter que morar com minha mãe? Pô! Que merda vai mudar na minha vida eu saber o nome de meia dúzia de bactéria e algumas plantas, pra depois ir dar aula pra um monte de moleque retardado que vai ficar me xingando pelas costas? – Gritou, como se lançasse toda a fúria que estava armazenada dentro de sim, de uma só vez. – Pra que trabalhar em um emprego de merda que eu sou super mal tratada? Pra gente pagar o aluguel desse ovo que chamamos de apartamento? – Disse por fim.
- Calma... Eu apenas falei...
- Eu sei o que você falou! E sei que você não tem culpa de nada. Mas que vidinha de merda! – Ela esbravejou. – Sempre reclamei de batalhas pokémon, mas como devem ser bem mais satisfeitos os treinadores, coordenadores e qualquer merda dessas! Eles vão pelo continente e pelo mundo todo, livremente. Não precisa bater ponto e ficar ouvindo merda de um cara que tá pouco se lixando pra você e pra sua vidinha inútil.
- Made, para. – A outra disse, estendo a palma da mão. – Não é a questão de ser uma vida de merda ou não. A questão é que você nunca ligou pra isso, por que isso agora?
- Exato, Kim, você vê a problemática disso? Eu nunca parei pra pensar. Mas é tão merda que bastou uma mulher qualquer, que conheci há uma semana, mas que me deu um pouquinho de aventura e pronto. Já me desinteressei bastante pela minha vida. E vamos combinar que nem foi aventura né, apenas descobri alguns segredos bem mal contados. – Ela falou. – Desculpa se eu fui grossa, mas, cara, entende esse negócio de propósito que ela falou? Se for verdade é um fardo muito grande. Desculpa, mas eu não posso viver enfurnada numa sala de aula olhando por 4 horas para um bando de adolescente me desrespeitando. – Suspirou. – Não quero que mude sua forma de ver o mundo, mas quero que me deixe pensar diferente.

A outra apenas assentiu com a cabeça, suspirando. Madeleine então virou-se de volta para a televisão e um silêncio constrangedor tomou conta do ambiente por alguns minutos. Zieling percebeu e ficou balançando a cabeça de um lado para o outro, confuso, sua treinadora então começou a acariciar a cabeça dele.

- Made, tem uma festa na sexta na casa do Dylan, você vai querer ir? – Perguntou Kimberly, já sabendo a resposta, mas apenas para quebrar o silêncio.
- Não, não vou.
- Oh! Que surpresa! – A outra disse com ironia.
- Vai me dar sermão de novo? – Perguntou a de cabelos castanhos, com a mesma dose de ironia.
- Não, eu vou dormir. – Levantou-se do sofá. – Boa noite. – Falou, secamente.

A outra apenas acenou com a cabeça e não disse nada. Esperou a loira sair e então apenas suspirou, fazendo uma expressão triste.

-x-

Era quarta-feira de manhã. Madeleine Bourgouis não estava na aula, mais uma vez. Caminhava tranquilamente pelas ruas de Loodus. Dessa vez estava mais frio que semana passada. Ela vestia um sobretudo preto e estava de luvas, que protegeriam as suas mãos naquele frio de nove graus que fazia. Ela seguiu por algumas ruas após sair do seu apartamento e foi seguindo em direção ao sul da cidade. Até chegar a uma placa marcando “Fim da cidade de Loodus. Começo da Rota 4”. Seguiu mais um pouco. A lugar supracitado era quase igual a todos de mesmo nome: populado por várias árvores e o chão coberto de mato e arbustos, com um pequeno caminho de terra demarcado, a diferença dessa rota em questão era o tamanho das árvores, onde algumas facilmente passavam dos trinta metros de altura; esse fator curioso se dava devido ao fato de a maior floresta de Mixie estar localizada mais ao sul: A Floresta de Loodus, que ligava a cidade de Loodus até a cidade de Farmsh, com isso, a altura de muitas árvores da Rota 4 eram grandes, devido ao fato de a rota ser basicamente uma continuação da floresta.

Madeleine então continuou caminhando e parou, como se procurasse alguém. E de fato, estava, pois quando viu ao longe a parte traseira de um cabelo cacheado longo, seguiu até ali. Sim, era obviamente Flora, que estava parada por algum motivo. A de cabelo castanho então se aproximou da segunda, que ao perceber a aproximação, virou-se e emitiu um largo sorriso.

- Ei! Madeleine! – Disse, indo em direção a ela e dando um abraço.
- Oi, Flora, tudo bem? – Falou, de maneira bem mais contida. – Bem, vou tentar ser direta... - Abaixou a cabeça e colocou a mão direita na orelha de mesmo lado.
- Tá bom, estou ouvindo...
- Bem, er, tipo... – Ela procurava as palavras. – Você está meio que em uma jornada de descobrimento de si, dos seus poderes? Algo assim?
- Olha, pode-se dizer que sim, basicamente. Estou tentando descobrir tudo que tem acontecido comigo nesses últimos meses.
- Mas você faz isso sozinha? Aqui em Loodus? Apenas ouvindo a voz de Shaymin?
- Não. – Ela disse. – Na verdade eu não entendia nada do que ele me dizia, eu só comecei a entender o que eu poderia fazer quando comecei a o fazer efetivamente, isso há uns três meses. Mas ainda não sei quase nada. – Disse. – O máximo que sei é que Shaymin se conecta comigo de alguma forma e que eu tenho poderes de restaurar plantas mortas.
- Entendi. – Assentiu Madeleine. – Você estaria disposta a ir de qualquer forma atrás de explicações sobre isso?
- Sim, eu poderia fazer quase qualquer coisa para tentar achar alguém ou algo que me pudesse explicar direito, visto que a maioria dos meus contatos com Shaymin são em sonhos confusos e desconexos. – Disse. – Mas você diz uma jornada pelo continente inteiro, como treinadoras?
- Se for esse o caso, sim. – Ela disse. – Eu conheço você há uma semana, por assim dizer e já me encantei com você, com seu jeito livre. – Falou, enquanto a outra corava. – Se hipoteticamente saíssemos em uma jornada agora, você teria algo que a prendesse aqui?
- Não, não teria nada. – Falou. – Eu poderia vender minhas flores em qualquer lugar.
- Pois é, esse é o meu ponto. – A de cabelos castanhos disse. – Eu estou “presa” ao trabalho, à faculdade e à minha melhor amiga que é basicamente minha única família. Ela talvez entendesse meu lado, mas não concordaria nem um pouco. Seria muito difícil eu largar tudo e sair.
- Honey, eu entendo que seria difícil, mas nós duas faremos parte de algo muito maior. – Ela explicou. – Se necessário largar emprego e faculdade, dane-se! Se ela é sua amiga irmã, ela vai entender também.
- Eu sei, Flora, eu sei. Mas que raios de propósito é esse? – Exclamou alterada. – Só porque um trio de lendário fala conosco através de uns sonhos ridículos a gente também é algo? Ah! Droga!
- Eu preferiria dar o benefício da dúvida.
- Meu anjo, pode ter certeza de que dúvida é o que eu mais tenho nesse momento. – Falou.

Em seguida, sucederam-se alguns segundos de silêncio, quebrados pela própria Madeleine.

- Ei! Olha ali! – Ela disse, apontando para algo que assemelhava a um bicho caído no chão, desmaiado.

A rota estava praticamente inabitada, tendo naquele ponto apenas as duas, que correram rapidamente, até avistarem um pequeno pokémon estirado sobre folhas. Tratava-se de uma coruja de corpo quase todo bege, excetuando-se a parte em volta de seus olhos negros e a parte de sua barriga, ele vestia uma gravata verde feita de folhas e suas asas tinham a parte interior também era glauca. O pokémon estava nocauteado e cheio de machucados pelo corpo, como se tivesse perdido violentamente uma batalha. Flora se aproximou e o tomou em seus braços.

- Meu Arceus! Pobrezinho desse Rowlet! – Disse Flora, acariciando.
- Pra ele estar nesse estado, ele deve ter sofrido violentos golpes e tido até uma concussão provavelmente. – Analisou Madeleine.

O que veio a seguir foi muito surpreendente. As mãos de Flora começaram a tomar uma cor esverdeada, que envolveram a ave totalmente, em seguida, criando um brilho em ambos os seres vivos, fazendo Madeleine se afastar substancialmente. Após alguns minutos, foi possível ver a coruja voando próximo à moça de cabelo verde, que, no entanto, segurava ambos os braços com uma expressão de dor.

A protagonista então se aproximou, e ao retirar as mãos da outra, pode ver que ambos os braços estavam extremamente roxos e cheio de hematomas, de modo a fazer a mulher gritar de dor.

- Pelo visto eu não curo somente plantas... – Disse Flora.
- Pena que as consequências são devastadoras.
- Devastadoras não. Foram só meus braços. – Minimizou. – Certamente que eu transfiro minha energia ao pokémon. Se fosse um bicho maior eu poderia estar encrencada.
- Se...você po-pode curar pokémons, significa que em tese você é muito poderosa, certo?
- Provavelmente. – Respondeu, enquanto gemia de dor. – No entanto, se eu sou capaz disso, você pode ser capaz de algo muito maior.
- Que algo maior? – Perguntou, enquanto viu que Rowlet se aproximava de ambas, com uma expressão contente.
- Que algo maior? – Flora respondeu, fazendo a mesma pergunta. – Nós duas teremos que descobrir.

-x-

Já era possível notar alguns prédios médios que indicavam que a cidade de Loodus estava próxima. Aquele domingo parecia como qualquer outro dia do outono. O casaco preto de Zephaniah, no entanto servia para protegê-lo do frio que fazia. Continuava caminhando pela rota 8, até que ouviu um pequeno grunhindo vindo de um mato próximo. Ele então tratou de caminhar até lá.

Andou por alguns metros até encontrar uma pequena coruja caída no chão, completamente desmaiada e nocauteada. Ele então olhou em volta e viu que ninguém passava. Apenas um ou outro carro passavam distantes, na estrada de asfalto. O rapaz então se aproximou de Rowlet e fez um movimento para pegá-la no colo, contudo ao tentar segurá-la veio o choque: duas garotas apareceram em sua frente, como se estivessem tentando reanimar a pobre ave. O mais estranho é que elas não viam o rapaz ali. Então ele piscou os olhos rapidamente e quando os abriu definitivamente ficou ainda mais assustado: o pokémon estava completamente curado, voando acima da moça com cabelos castanhos.

Após isso, então os três seres vivos citados simplesmente sumiram da cena, deixando apenas folhas e galhos secos ali.
O garoto ficou paralisado, atônito.
Então abriu os olhos e percebeu que estava parado na rota, no mesmo local onde em tese estava há dez minutos. Pôde notar que na rota não havia nada nem ninguém, muito menos se ouvia algum barulho.

- Uau, aconteceu de novo.


É isso e espero que comentem Very Happy

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The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
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Mensagem por Brijudoca em Ter 14 Jul 2020 - 22:32

não entendi nada muito direito

Dreams Come True - Página 2 Nazareconfusamatematica

FALAAAAA BLACK, faço questão de correr pra ler sua fic logo que tem capítulo (inclusive cobrando que tava atrasado kkkk)

Mano que viagem de ácido é essa do Epifania que uma hora tá se vendo e chega inclusive a sentir o golpe da Jellicent e na outra hora acaba vendo as protagonistas? Virou Sense8 agora? TÔ CONFUSO E ESTOU GOSTANDO DESSA CONFUSÃO

Esse acabou sendo aqueles capítulos sem muitas emoções, tirando a viagem louca do Zep (só assim pra eu lidar com esse nome e não chamar de epifania kkkkkkkkkk), acabou que tivemos pouco avanço na saga da Madeleine. Entretanto, foi importante pra situar quais serão os próximos passos, já que ela está louca pra largar a vida monótona e ir viver uma viagem de autoconhecimento com a Flora (um pouco insensata? talvez)

A discussão com a Kimberly foi feels de se ler, pq dá pra ver que elas gostam muito uma da outra, e a Kim só está preocupada com a amiga. Se eu vejo minha melhor amiga ficar fascinada do nada num rolê de sonhos com uma mina de cabelo verde, eu só ia conseguir pensar em USO DE DROGAS.

Enfim, foi legal a última cena pra apresentar um pouco mais sobre os poderes de Flora, e também mostrar que eles tem um custo. O que me faz pensar que se a Made terá poderes ainda mais incríveis, o custo também deverá ser alto. Espero que elas fiquem com Rowlet pq essa corujinha de grama é um dos melhores iniciais dos últimos tempos, já que aparentemente uma jornada está prestes a começar ( é um novo mundo de aventuras tchururu tuchutcuhu pokemon mixie)

No mais quero elogiar a sua descrição de mundo, situando as cidades e as rotas pra termos uma ideia melhor do mundo de Mixie, o que também foi importante pra entender a distância de Zep das garotas. Além disso, mais uma vez uma boa escolha de músicas para compor o capítulo. Trilha sonora em fics é tudo!

Como o capítulo foi mais curtinho vou encerrando o comentário aqui, só montando as teorias do que está por vir nessa delícia de fic. Um abraço meu querido o/
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Mensagem por Alice Le'Hills em Qua 15 Jul 2020 - 22:27

Hey, Black!
 
Sobre esse capítulo, como sempre, muito bem escrito. Sua descrição é ótima. Gostei bastante de ter explorado mais localidades do continente, como a Molinar Forest, sempre fico animada quando um local novo aparece hahaha. Achei diferente o fato de que em Mixie os treinadores começam suas jornadas consideravelmente mais velhos do que nas demais regiões, mas gostei porque isso torna as coisas mais “realistas” (convenhamos, é bem estranho imaginar crianças de 10 anos rodando o mundo sozinhas kkkkk). E o que foi aquilo que rolou com o Zeph no meio da floresta? Quem era o outro treinador e porque ele o atacou? Oh arceus, muitas perguntas.
 
Cara, os diálogos da Kim e da Madeline são PER FEI TOS, sério, eu amo a forma como você incorpora uma essência bem girly nas falas delas. E os ciúmes da Kim, seguido de um “corte” da Madeline... você negou a minha teoria, mas eu tive a mesma sensação aqui kkkkkkkk. Logo em seguida veio a fúria da Made que, apesar de um pouco repentina, trouxe bastante profundidade pro contexto de como elas vivem, etc. Gostei.
 
Eu gostei do lance de que quando a Flora usa seus poderes ela acaba sentindo alguns efeitos colaterais também. É bem interessante porque faz com que ela acabe tendo que tomar uma certa decisão toda vez que for usá-lo, por saber de suas consequências.
 
E quanto ao final... não entendi se ele teve uma visão do futuro ou apenas uma visão de algo que estava acontecendo no mesmo momento, mas em outro lugar, já que ele estava na Rota 8 e elas na Rota 4. Percebi que essas duas histórias estão começando a convergir. Ansiosa pra continuar acompanhando o desenrolar do enredo.   
 
Encontrei apenas um pequeno errinho de digitação aqui: 

A lugar supracitado [...]
 
Nada que realmente atrapalhasse a leitura. Só uma ressalva quanto aos parágrafos, mas é algo bem pessoal, fico agoniada com eles alinhados à esquerda, penso que parágrafos justificados deixam a leitura um pouco melhor.

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Mensagem por *Nina* em Sab 1 Ago 2020 - 16:34

E aí, Davi! Apareci bem cedo dessa vez, viu? kkkkkkkk


Sobre o último cap, essa parte do Epifania foi bizarra, foi uma própria epifania mesmo. kkkkkkkkk
Apesar de que não entendi muito (nada) bem, ele teve tipo uma visão do que elas estavam fazendo? Não entendi se as cenas se passaram ao mesmo tempo, ou se ele teve uma visão de algo que aconteceu na floresta ou que ia acontecer. Mas de toda forma isso mostra cada vez mais que há uma conexão forte entre eles.


Gosto da interação entre a Madeleine e a Kimberly, ainda mais que não é muito comum ver amizade feminina sendo retratada em fics, já que na maioria das fics só existe uma menina e elas acabam interagindo só com homens, geralmente só com o cara que ela gosta/namora, então é legal ver essa interação. Mas achei a Kim um pouco irritante dessa vez. kkkkkk Ela é muito controladora, e não sei se foi só impressão minha, mas parece que ela tem sentimentos além do que só amizade pela Madeleine. rsrsrs



Quanto a revelação do cap, gostei de saber que há efeitos colaterais aos usar os poderes, pois assim não deixa os personagens muito apelões. Vamos ver até onde vão esses poderes e quão grandes serão os seus efeitos colaterais.


Minha única crítica é que foi um capítulo muito pequeno, e por isso acabou avançando bem pouco na história, pois não acrescentou muita coisa.


Mas é isso, aguardo o próximo cap, pois agora que comentei já pode postá-lo! kkkkkk
Um abraço e até mais!

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Mensagem por Black~ em Dom 16 Ago 2020 - 23:03

Senhoras e senhores, esse é o circo dos horrores! Mano, to completamente atrasado mesmo tendo capítulos prontos. Eu deveria postar na terça, mas já caguei pro cronograma faz tempo, então bora lá kkkk.

Spoiler:

@Brijudoca escreveu:não entendi nada muito direito

Dreams Come True - Página 2 Nazareconfusamatematica

FALAAAAA BLACK, faço questão de correr pra ler sua fic logo que tem capítulo (inclusive cobrando que tava atrasado kkkk)

Mano que viagem de ácido é essa do Epifania que uma hora tá se vendo e chega inclusive a sentir o golpe da Jellicent e na outra hora acaba vendo as protagonistas? Virou Sense8 agora? TÔ CONFUSO E ESTOU GOSTANDO DESSA CONFUSÃO

Esse acabou sendo aqueles capítulos sem muitas emoções, tirando a viagem louca do Zep (só assim pra eu lidar com esse nome e não chamar de epifania kkkkkkkkkk), acabou que tivemos pouco avanço na saga da Madeleine. Entretanto, foi importante pra situar quais serão os próximos passos, já que ela está louca pra largar a vida monótona e ir viver uma viagem de autoconhecimento com a Flora (um pouco insensata? talvez)

A discussão com a Kimberly foi feels de se ler, pq dá pra ver que elas gostam muito uma da outra, e a Kim só está preocupada com a amiga. Se eu vejo minha melhor amiga ficar fascinada do nada num rolê de sonhos com uma mina de cabelo verde, eu só ia conseguir pensar em USO DE DROGAS.

Enfim, foi legal a última cena pra apresentar um pouco mais sobre os poderes de Flora, e também mostrar que eles tem um custo. O que me faz pensar que se a Made terá poderes ainda mais incríveis, o custo também deverá ser alto. Espero que elas fiquem com Rowlet pq essa corujinha de grama é um dos melhores iniciais dos últimos tempos, já que aparentemente uma jornada está prestes a começar ( é um novo mundo de aventuras tchururu tuchutcuhu pokemon mixie)

No mais quero elogiar a sua descrição de mundo, situando as cidades e as rotas pra termos uma ideia melhor do mundo de Mixie, o que também foi importante pra entender a distância de Zep das garotas. Além disso, mais uma vez uma boa escolha de músicas para compor o capítulo. Trilha sonora em fics é tudo!

Como o capítulo foi mais curtinho vou encerrando o comentário aqui, só montando as teorias do que está por vir nessa delícia de fic. Um abraço meu querido o/

Briju o/. Vou dar uma acalmada no tóchico nesses capítulos, mas pretendo fazer tudo ser bem doido mesmo. SIM, EU ME INSPIREI EM SENSE8 MAS NÃO QUIS DIZER PRA NÃO DAR SPOILER, OBRIGADO DE NADA. Sim, ela é completamente insensata de ir atrás da florida, concordo. E tentei deixar a cena bem feels mesmo pra explorar a relação entre as dias amigas. A cena foi bem Uncle Ben para Peter Parker ("com grandes poderes vem grandes responsabilidades"), nesse caso grandes dores e consequências; que bom que entendeu a ideia passada. Eu amo o Rowlet e sim, elas vão ficar com ele (não apareceu na fic, mas não é spoiler). Sim, vou tentar continuar descrevendo bem, porque bem... não fiz o mapa ainda kkkk, mas vai dar tudo certo. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo!

@Alice Le'Hills escreveu:
Hey, Black!
 
Sobre esse capítulo, como sempre, muito bem escrito. Sua descrição é ótima. Gostei bastante de ter explorado mais localidades do continente, como a Molinar Forest, sempre fico animada quando um local novo aparece hahaha. Achei diferente o fato de que em Mixie os treinadores começam suas jornadas consideravelmente mais velhos do que nas demais regiões, mas gostei porque isso torna as coisas mais “realistas” (convenhamos, é bem estranho imaginar crianças de 10 anos rodando o mundo sozinhas kkkkk). E o que foi aquilo que rolou com o Zeph no meio da floresta? Quem era o outro treinador e porque ele o atacou? Oh arceus, muitas perguntas.
 
Cara, os diálogos da Kim e da Madeline são PER FEI TOS, sério, eu amo a forma como você incorpora uma essência bem girly nas falas delas. E os ciúmes da Kim, seguido de um “corte” da Madeline... você negou a minha teoria, mas eu tive a mesma sensação aqui kkkkkkkk. Logo em seguida veio a fúria da Made que, apesar de um pouco repentina, trouxe bastante profundidade pro contexto de como elas vivem, etc. Gostei.
 
Eu gostei do lance de que quando a Flora usa seus poderes ela acaba sentindo alguns efeitos colaterais também. É bem interessante porque faz com que ela acabe tendo que tomar uma certa decisão toda vez que for usá-lo, por saber de suas consequências.
 
E quanto ao final... não entendi se ele teve uma visão do futuro ou apenas uma visão de algo que estava acontecendo no mesmo momento, mas em outro lugar, já que ele estava na Rota 8 e elas na Rota 4. Percebi que essas duas histórias estão começando a convergir. Ansiosa pra continuar acompanhando o desenrolar do enredo.   
 
Encontrei apenas um pequeno errinho de digitação aqui: 

A lugar supracitado [...]
 
Nada que realmente atrapalhasse a leitura. Só uma ressalva quanto aos parágrafos, mas é algo bem pessoal, fico agoniada com eles alinhados à esquerda, penso que parágrafos justificados deixam a leitura um pouco melhor.

Alice o/. Ai, to tentando descrever ao máximo essas cidades e rotas, afinal ninguém conhece né kkkk. E a questão dos treinadores é algo bem banal se for ver né, mas no nosso amado mundo pokémon não é o que acontece. Nessa parte dos diálogos entre as duas eu to tentando, to tentando kkkk, que bom que tá dando certo. Sim, quis dar consequências para os poderes até pra elas não ficarem "overpower" né, se não nem teria graça kkkk. O final ele teve uma visão de futuro. A história dele se passa alguns dias depois da história delas, então ele previu que isso iria acontecer alguns dias antes de realmente acontecer. kkkkk vou ver essa questão da formatação. Agradeço o comentário e espero que continue lendo ;D

@*Nina* escreveu:E aí, Davi! Apareci bem cedo dessa vez, viu? kkkkkkkk


Sobre o último cap, essa parte do Epifania foi bizarra, foi uma própria epifania mesmo. kkkkkkkkk
Apesar de que não entendi muito (nada) bem, ele teve tipo uma visão do que elas estavam fazendo? Não entendi se as cenas se passaram ao mesmo tempo, ou se ele teve uma visão de algo que aconteceu na floresta ou que ia acontecer. Mas de toda forma isso mostra cada vez mais que há uma conexão forte entre eles.


Gosto da interação entre a Madeleine e a Kimberly, ainda mais que não é muito comum ver amizade feminina sendo retratada em fics, já que na maioria das fics só existe uma menina e elas acabam interagindo só com homens, geralmente só com o cara que ela gosta/namora, então é legal ver essa interação. Mas achei a Kim um pouco irritante dessa vez. kkkkkk Ela é muito controladora, e não sei se foi só impressão minha, mas parece que ela tem sentimentos além do que só amizade pela Madeleine. rsrsrs



Quanto a revelação do cap, gostei de saber que há efeitos colaterais aos usar os poderes, pois assim não deixa os personagens muito apelões. Vamos ver até onde vão esses poderes e quão grandes serão os seus efeitos colaterais.


Minha única crítica é que foi um capítulo muito pequeno, e por isso acabou avançando bem pouco na história, pois não acrescentou muita coisa.


Mas é isso, aguardo o próximo cap, pois agora que comentei já pode postá-lo! kkkkkk
Um abraço e até mais!

Thais o/. Um ano depois você aparece kkkk, mas não posso reclamar porque também só tô postando quinhentos anos depois kkkk. kkkkkk que bom que tá todo mundo confuso com essa cena. Na verdade a história dele está alguns dias na frente, então ele meio que previu que aquilo ia acontecer, antes de acontecer com as meninas. Bem, como eu te disse, estou tentando trabalhar essa relação entre as duas amigas kkk, mas não, ela não tem nada uma pela outra, é apenas quase irmãs mesmo. Sim, foi como eu disse acima pra Alice, essa foi uma forma que eu encontrei de balancear os poderes deles; tudo bem que nesse ponto da fic elas não sabem usar ainda os poderes, mas quando souberem ficaria extremamente apelo kkk. Eu tenho problema com capítulos curtos mesmo, mas um dia eu resolvo kkkk. Obrigado pelo comentário e espero que continue lendo o/

Agora, o capítulo. Sinceramente, eu não gostei muito desse capítulo não. Apesar disso, já tenho ele e o próximo prontos. Esse eu achei o mais fraquinho de todos e talvez até meio parado, mas espero que do próximo em diante a história volte aos trilhos. É isso e espero que comentem Very Happy
Ah, como vocês bem sabem, tudo que está em itálico é sonho ou flashback, cabe a vocês entenderem o que cada um é de acordo com o contexto do capítulo.

Capítulo 04 - Memories


O rapaz via à sua frente um grande macaco bípede de um metro e vinte de altura; o seu corpo era coberto de pelos beges, porém a sua barriga e cabeça formavam uma pelagem branca, de modo semelhante na região entre o joelho e o pé, além disso, possuía várias proteções em pontos principais, como ombros, joelhos e pulsos. O mamífero estava extremamente eufórico, assim como quase todos os sessenta mil presentes no estádio. O menino estava boquiaberto, ainda não acreditando no que estava vendo.

- Zephaniah Rogestrom é o grande vencedor da Liga Pokémon de Mixie! – Gritava uma voz, provavelmente a do narrador.

O garoto então pulava comemorando o título. Então, ele seguia em direção ao troféu, que estava na lateral do campo de batalha. Caminhou poucos metros e então colocou as mãos no prêmio. Então, o garoto se assusta. A honraria logo começa a sumir, em seguida, tudo à sua volta começa a desaparecer, tornando tudo num brilho branco, que começava a cegar o rapaz, que fechou os olhos, confuso. Ao abri-los percebeu que tudo tinha realmente sumido e estava sozinho, num ambiente totalmente branco e inóspito.

- Olá! Onde estou? – Perguntou confuso.
- Olá, darling. – Disse uma voz feminina sensual.

Ele ouviu a voz vindo atrás dele, então virou logo em seguida. Agora, à sua frente estava a menina mais bonita que ele já tinha visto em sua vida. Ela era exatamente como o garoto sempre imaginara, sendo pouco possível descrevê-la fisicamente. Ela foi em direção a ele, que foi recuando um pouco assustado, ainda sem entender o que estava acontecendo.

- “Atitude, Zeph, atitude”. – Pensou consigo mesmo.
- Não precisa forçar atitude, honey. Eu tomo atitude. – Disse ela se aproximando dele e encostando seus lábios nos dele.
- “Ela consegue ler meus pensamentos”? – Indagou confuso.
- Sh. – Ela afastou os lábios dos dele e disse isso. – Eu posso ler sim, mas isso não importa agora. – Então os encostou novamente nos dele.

O rapaz ainda estava confuso e não sabia muito bem como agir, em um primeiro momento manteve os olhos abertos, porém ao ver que os dela estavam fechados, fez o mesmo. Ela então movia a cabeça em várias direções, enquanto ele em um primeiro momento apenas ficou parado, contudo, ao vê-la tendo essa atitude, imaginou que o ideal seria fazer o mesmo, portanto tratou de agir de modo igual. No meio do ato começou então a segurar a nuca dela. Após alguns segundos, ela finalizou, então passando as costas da mão direita na boca, e depois mordendo levemente o lábio inferior.

- Você gostou? – Ela perguntou.
- Ma-mas é claro qu-que si-sim. – Gaguejou.
- Calma, baby, não precisa ficar nervoso. – Ela falou. – Estou aqui para te ajudar.
- Me ajudar com o quê?

Porém a pergunta dele foi em vão, visto que a menina começou a sumir devagar, do mesmo modo que aconteceu anteriormente no estádio. Ele então pulou, tentando agarrá-la, porém em vão, visto que pouco tempo depois ela já tinha desaparecido.
O rapaz fechou os olhos com raiva.

- Abra os olhos. – Disse uma voz muito mais doce que a anterior, cujo som soava como melodia aos ouvidos.

Abriu os olhos e se espantou. À sua frente estava um ser alado, cuja forma era pouco definida, apesar de seu bico lembrar o bico de um ganso; a parte inferior do seu corpo era amarela, já a superior, que abrangia as costas, era azul. Tinha três asas, uma nas costas e uma de cada lado do seu corpo, sendo as três de coloração rosa. Por fim, a cabeça do ser mitológico possuía duas meia luas cujas pontas se tocavam no alto de sua cabeça.

- O que você quer comigo?
- Te mostrar seus maiores sonhos.
- Você sabe que não são esses meus maiores sonhos.
- Tem razão. Quis te mostrar alguns de seus sonhos, Zephaniah. Seu maior sonho é poder vingar a morte de seus pais.
- Sim, exatamente. Mas por que você está falando comigo? O que quer comigo?
- Eu falei contigo porque você será parte de algo.
- Que algo?
- Você irá descobrir.

Então a mítica virou-se para o jovem e em questão de segundos simplesmente desapareceu, deixando o rapaz confuso. Todavia, aquela foi o último momento do sonho, visto que ele acordou logo em seguida.

- “Como assim vingar a morte dos meus pais, se eles estão vivos?” – Pensou consigo mesmo, logo que acordou.


-x-

A coruja estava deitada sobre uma cama que, para os padrões dela, era gigante, de igual modo o cobertor que cobria o seu corpo. Flora e Madeleine estavam ao lado. A moça de cabelos verdes estava com o braço direito estendido, com a mão oposta fazendo uma pressão na região do punho. Sua cara era de descontentamento.

- O Rowlet parece estar bem melhor. – Madeleine analisou. – Em compensação, seu braço está todo arranhado... Você realmente não quer ir ao médico?
- Não, não, Madeleine. Vou ficar bem. – Ela disse, gemendo de dor logo em seguida. – Ademais, o que eu falaria? “Oi, tenho poderes sobrenaturais que me causam danos no corpo inteiro, tem algum remédio para isso?”
- Bem, vendo por essa ótica, faz total sentido. – A outra assentiu. – Mas passa uma pomada, remédio, algo assim para não necrosar.
- Agradeço a preocupação, mas acho melhor deixar assim para ver os efeitos colaterais do poder em mim. – Disse Flora. – Eu já volto. Cuide bem dele.

O local onde estavam era nitidamente um quarto, visto que havia a cama, onde a ave supracitada estava, além de um grande armário, que certamente tinha a função de guardar as roupas. O cômodo tinha duas janelas grandes, que permitiam os raios solares adentrarem livremente o local. Além disso, dois pufes preenchiam à vista oeste da cama, próximos à porta de madeira. Então Flora se levantou de um dos pufes e seguiu em direção à porta, contudo, voltou rapidamente e abriu a primeira gaveta de seu guarda roupa, tomando em suas mãos um objeto esférico bicolor, que possuía uma linha preta bem ao centro, separando-o em duas partes, sendo a parte inferior branca e a superior azul, com duas riscas vermelhas que saíam da frente e iam até a traseira da bola.

- Tome, pegue isso. – Falou, jogando no colo da outra moça.
- Uma Great Ball? – Perguntou Madeleine, assustada. – Para quê?
- Para você capturar um Pokémon. – Disse, olhando para Rowlet.
- O quê? – Espantou-se. – Eu? Capturá-lo? Jamais!
- Não dificulte, por favor. – Flora disse. – Quando ele acordar é só você oferecer essa opção que ele vai aceitar. – Ela disse. – Só não o capturo porque já tenho seis pokémon.
- Você tem seis pokémon? – Espantou-se Madeleine. – Sinto que você precisa me explicar muitas coisas.
- Preciso mesmo. – Flora riu. – Mas não agora, honey. Preciso fazer uma coisa.
- Fazer o quê? Vai me deixar sozinha com ele?
- A mistura de ervas que dei pra ele foi o suficiente para anestesiá-lo. Afinal, não sabemos o efeito colateral do que vimos. Mas as ervas são garantia de uma recuperação rápida e ele irá acordar saudável, não precisa se preocupar. Só precisa capturá-lo, pois será útil.
- Certo, certo, o capturarei então. – Ela suspirou, olhando para o bichinho. – Se bem que ele é até fofinho né.
- Vejo que já viraram amigos. – Sorriu gentilmente. – Vou me encontrar com Anise Wandersen.
- Anise Wandersen que por acaso é a líder do ginásio dessa cidade? – Perguntou a de cabelos castanhos.
- Exato, a própria. Creio que ela possa me ajudar em algumas coisas.

-x-

- A Madeleine não veio hoje de novo? – Perguntou um rapaz negro, que tinha por volta de um metro e setenta e no momento vestia uma blusa amarela e uma calça jeans. – Ela faltou a semana inteira.
- Não, Gary, ela não veio, está passando por algumas coisas em casa. Preferi deixar ela em paz. – Respondeu Kimberly.
- Entendi. – Falou o rapaz. – Bem, hoje tem uma festa lá em casa. Se você quiser ir, pode tentar levar a Made se quiser também. Talvez ela precise.
- Tá bom. – Ela disse. – É certo que vou, mas não posso dizer o mesmo dela.
O rapaz então seguiu uma direção e Kimberly foi em outra, na direção do laboratório de biologia da universidade.

Ela atravessou uma porta de vidro e saiu em um campo aberto, que em vários momentos do ano era verde, mas que agora estava em sua maioria amarronzado ou alaranjado. Seguiu por alguns metros até que chegou a outro prédio. Atravessou uma porta igual a anterior e adentrou. Lá tinha somente ela em um largo corredor, com várias portas. Como era uma hora da tarde, a maioria das salas estava fechada, visto que muitos alunos e professores ainda estavam em almoço. Para a garota sempre foi normal aquele vazio no corredor, mas naquele momento a garota percebeu que poderia haver algo estranho, o que foi confirmado por um frio que percorreu a sua espinha.

- Quem está aí? – Ela perguntou, assustada.

Então ela ouviu o barulho de uma das portas abrindo e fechando repetidamente. Depois, percebia-se que o barulho vinha de várias direções, como se várias portas abrissem e fechassem simultaneamente. Até que as luzes todas se apagaram; como ela estava já numa parte mais interior do prédio, a luz natural não era mais tão penetrante, dando lugar apenas à luz artificial, que naquele momento fora ceifada.

A garota então viu apenas dois grandes olhos azuis, cujas órbitas eram amarelas, olharem para ela de modo amedrontador. Das profundezas das trevas então emerge um fantasma roxo, que era equipado com uma couraça de gelo branca, que tinha uma espécie de faixa vermelha envolvendo sua cintura e dois cristais azuis de gelo em cada lado de sua cabeça, de modo que se assemelhavam a dois cornos. O pokémon abriu a boca e criou uma grande esfera de sombras e mirou na menina, que, caída no chão, apenas tentou colocar seu braço na frente de seu rosto por reflexo, mas temendo o pior.

Então, após alguns segundos, percebe que não tinha recebido nenhum dano e abre os olhos. Para sua surpresa, à sua frente estava um cachorro laranja pequeno, que tinha detalhes pretos em sua penugem.

- Zieling, Fire Fang!
- Zieling? – Perguntou surpresa.

Então o Growlithe abriu as suas bocas e correu em direção à oponente, com a boca aberta, prestes a lhe morder, porém conforme avançava, suas mandíbulas adquiriam uma cor laranja, em seguida sendo inflamadas. O canídeo então avançou rapidamente e acertou o adversário, fazendo-o cair a muitos metros dali, perto de um bebedouro.

- Madeleine? – Perguntou surpresa, mais uma vez, ao ver a amiga atrás dela.
- Uma longa história. – Ela falou. – Deixa eu terminar aqui que eu te explico.

A pokémon de gelo então voltou próximo de onde as duas estavam e abriu a boca, novamente absorvendo toda a energia escura do local, criando uma grande bola roxa sombria, que lançou em direção do cão, que rápido desviou para o lado. Em seguida, o mesmo começou a correr o mais rápido que pode, abrindo novamente a sua bocarra, escancarando os grandes dentes, que conforme o animal avançava, adquiriam uma cor negra, que os envolvia completamente, era um Crunch, que acertou em cheio Froslass, debilitando-a bastante.

- Quem queria te matar precisava de algo mais forte.
- Quem queria o quê?
- Novamente...longa história. – Disse. – Zieling, finalize com Fire Fang!

Então o fantasma novamente criou aquela bola de energia negativa do local e arremessou-a em Growlithe, dessa vez acertando-o bem do lado, jogando-o a uma certa distância, fazendo com que a dama de gelo desse uma risada malévola. Contudo, o mamífero levantou-se em seguida e começou a correr em uma velocidade avassaladora, em seguida, abrindo a sua boca, novamente levando seus dentes a um tom alaranjado e em seguida, inflamando-os, ele então se aproximou novamente de Froslass, que desviou em um primeiro momento, porém a insistência do canídeo foi tanta que em um segundo momento ele pegou de raspão e no terceiro acertou em cheio, jogando-a longe, nocauteada.

As duas então se olharam e Madeleine ia começar a falar, até que algo surpreende as duas. Um raio vermelho envolve Froslass, fazendo com que ela sumisse dali, o que significa que tinha sido retornada para a pokébola. O problema? É que aparentemente não tinha ninguém próximo dali. Então ouviram um barulho de passos e a luz de acendeu novamente, então só viram um vulto passar muito rápido.

Madeleine até tentou ir na direção do suposto vulto, mas olhou para a amiga ajoelhada no chão, que estendeu a palma da mão e balançou a cabeça negativamente. A menina de cabelo castanhos então se ajoelhou próximo de onde a loira estava e deu um abraço nela.

- Você está bem?
- Bem, acho que não. – Falou, se levantando. – Mas poderia estar pior. Ou nem estar né. – Riu. – Obrigada. Pra quem não sabe batalhar, até que você batalha bem né.
- Eu nunca disse que não sei batalhar... Não gostar é diferente de não saber.
- Tem razão, bom ponto. Mas agora, Madeleine Bourgouis, a senhorita tem que me explicar muitas coisas.

Ambas olharam atrás e viram que uma pequena multidão de curiosos havia adentrado o lugar. Após a confusão ter encerrado, muitos seguiram seus caminhos e deixaram a cena para lá.
- Melhor em outro lugar né. – Cochichou para Kimberly.

-x-

- Então, bem... como começar?
- Que tal contando como você veio parar aqui exatamente no momento em que eu ia talvez ser morta? Ou com muita boa vontade, desmaiada?
- Então... Eu não estava contigo aqui na faculdade, certo?
- Sim, não estava. Já virou rotina durante todas essa semana né. – Revirou os olhos.

Ambas caminhavam pelo mesmo gramado que Kimberly caminhara minutos antes. A menina fora dispensada pelo professor do laboratório após ele saber de toda a situação à qual ela foi acometida.

- Não entremos nesse mérito. – Suspirou Madeleine. – O fato é que seria fisicamente impossível um milagre da coincidência me fazer vir até aqui te defender.
- Sim, seria.
- Exceto pelo fato de que eu vi que você seria atacada meia hora antes de isso acontecer e vim correndo, pois sei que você não anda com pokémon com você.
- Sim, você sabe que eu não tenho pokémon. – Ela analisou. – Então quer dizer que você previu que eu sofreria um atentado?
- Sim, basicamente isso.
- O melhor é que você pôde entender quando isso aconteceria, certo? – Perguntou. – Pois nos seus outros sonhos você nunca entendeu quando se passaria, ou se já passou, não é?
- Sim, é verdade, eu não tinha parado pra pensar nisso.
- Será que você está conseguindo controlar isso? – Perguntou Kimberly ansiosa.
- Na verdade, acho que não. – Analisou. – Creio que foi outra parte minha que inspirou isso, e talvez eu tenha descoberto essa intuição.
- Caraca, menina, cê é bizarra. – Riu ela. – Mas por que alguém queria me atingir?
- Não querem te atingir. – Disse a de cabelos castanhos demonstrando uma frieza tenebrosa na voz. – Querem me atingir.

-x-

Zephaniah havia despertado confuso. Ouviu Cresselia lhe contar durante o sonho que ele queria vingar a morte de seus pais. Todavia, seus pais estavam vivos e moravam na pacata cidade de Scaltain, cidade no oeste de Mixie, localizada no sopé de uma grande montanha, ficando ao sul de Havetic, a maior cidade do continente, e sede do sexto ginásio, e a norte de Mounrock, cidade localizada na encosta da mesma montanha, e sede do oitavo e último ginásio da região.

- Pai! Alô, tudo bem? – Perguntou o garoto, segurando um smartphone em sua mão direita.
- Filho, são três da madrugada. Aconteceu alguma coisa? – O homem do outro lado falava com uma voz sonolenta.
- Não aconteceu nada não, pai. – Disse, respirando aliviado. – Só senti que deveria ligar para o senhor mesmo. Senti uma coisa ruim, mas que bom que está tudo bem por aí. E a mãe?
- Ah, filho. – A voz saiu embargada. – Não vou mentir, sua mãe está pior, coitada. E os médicos ainda não sabem do que se trata. – Ele suspirou. – Volte a dormir, filhão, amanhã você tem mais progressos na sua jornada, certo?
- Certo, pai. – Lamentou. – Manda um beijão pra mãe.
- Tá bom, filho, beijo. – O pai retribuiu o gesto. – Fica com Arceus.

O rapaz então suspirou mais uma vez, aliviado, porém nem tanto, devido à notícia de sua mãe.

- “Talvez você tenha razão, Cresselia”. – Pensou. – “Talvez meu maior sonho seja que eu ganhe a Liga Pokémon mesmo, e com o dinheiro ajudar a minha mãe”.
- “Será que quando ela disse que era pra eu vingar a morte dos meus pais, significava que a saúde da minha mãe depende de mim? É esse meu propósito?”

O garoto parecia nervoso, mas ao mesmo tempo aliviado novamente. Sabia que a tarefa de ganhar a Liga Pokémon era difícil, mas não impossível, principalmente para quem foi o melhor aluno de sua época.

Voltou a deitar em sua cama e apesar do susto, voltou a dormir rapidamente.

- Seu propósito não é ganhar a Liga Pokémon. – Uma voz doce ecoava na sua cabeça.
- Não é? – Ele percebia que estava em um sonho, mas seu cérebro não tinha criado nenhuma imagem, apenas o som de sua voz e da voz de Cresselia.
- Claro que não. Você mesmo disse que não é seu maior sonho vencer a Liga Pokémon.
- De fato, não é. – O rapaz retrucou. – Então me diz logo qual o meu propósito.
- Seu propósito é maior do que seu conhecimento de agora permite entender. – Ela falou.
- Merda, Cresselia! – Ele esbravejou. – Você aparece pra mim em sonhos direto e me diz de um tal “propósito” e não me explica que bosta de propósito é esse? A minha mãe tá com uma merda de uma doença que ninguém sabe que bosta que é e você me fala por códigos de uma bosta de “propósito”! Vai pra merda, sua desgraçada! Meu único propósito é salvar a vida da minha mãe e para isso tentar não gastar o pouco dinheiro que meu pai me deu nessa jornada! – Desabafou, deixando uma lágrima cair.
- Meu anjo, não adianta me xingar nem gritar comigo. – A voz da lendária era tão doce, que o garoto ficou espantado de como conseguiu se acalmar tão rapidamente. – Foi justamente por isso que eu te disse que não posso te explicar seu propósito agora. Você não tem o conhecimento necessário para interpretá-lo. Eu devo dizer que não me comunico com vocês humanos da mesma forma que vocês se comunicam uns com os outros. Eu e Darkrai temos outra forma de falar e por vezes falamos por códigos que vocês não entendem.
- Tem razão, eu não deveria ter te xingado. – Ele lamentou. – Estava muito nervoso.
- Eu entendo, meu bem. Mas você vai ser forte, querendo ou não. – Ela mudou para um tom gélido. – A vida e a morte da sua mãe e pai não são mais importantes do que o que você tem que fazer.
- Como ousa? Quê? Que raios? – O garoto indagava novamente furioso.
- Zeph, a única coisa que eu posso te fazer nesse momento é te ajudar a encontrar as pessoas certas.
- Certo, e quem são?


-x-

As duas estavam sentadas no sofá. A mãe gritava descontroladamente com a filha, que apenas baixava a cabeça e deixava várias lágrimas tocarem suas bochechas. Lágrimas essas que envolviam uma mistura de tristeza, mas principalmente ódio.
- Sua idiota! Você por acaso é louca?
- Louca eu vou ficar se ficar mais um tempo vendo sua cara de merda, sua vagabunda! – A adolescente finalmente retrucou.
- Ei! Respeita a sua mãe! – Uma voz masculina era ouvida tentando remediar a situação.
- Agora você fala né, seu bunda mole! – A menina direcionava o olhar para o pai. – Essa babaca me xinga até de puta só porque eu beijei uma menina e você não fala nada. Agora porque eu respondo eu sou errada? – Falou com o rosto cheio de lágrimas, que desceram mais pelo ódio do que por tristeza.
- Você beijou uma garota? – Perguntou o pai, surpreso.
- É, beijei! E nem sei se gostei também! Não sei se gosto! – Gritou, olhando diretamente para a mãe. – Que diferença faz?
- Tudo isso porque sua filha beijou uma menina?
- “Tudo isso”? – A mãe riu sarcasticamente. – Tudo isso é o caramba! Essa menina quer só me desafiar. Essa ingrata me odeia desde criança, só porque ela acreditava num pokémonzinho de merda que só ela via e eu como mãe querendo o melhor pra sua filha a mandei para um psicólogo e sou errada?
- Melhor pra quem, velha desgraçada? O Sakka existia sim! – A garota levantou-se. – Como uma mãe fala assim com a filha? Filha da puta, eu quero te matar, você me odeia porque não queria que eu nascesse né? - A garota se aproximou da mãe e a segurou pelo pescoço. – Você pode não ter conseguido me matar, mas eu consigo te matar! Eu nunca mais quero ver a sua cara! Você é a causa de TODOS os problemas da minha vida! Tudo pra você é uma tempestade num copo d’água! Se eu beijo um menino é o fim do mundo, se eu beijo uma menina é o apocalipse, se eu estudo, eu sou trouxa, se eu não estudo eu sou vagabunda! Agora você vai ter motivo pra me odiar de verdade! – Ela então apertou com força o pescoço da mãe, em seguida olhou para as próprias mãos e soltou a mulher com força contra o encosto do sofá, desesperada.
- Madeleine, suba já pro seu quarto! – Disse o pai, tomando uma postura.
- Eu vou mesmo! Eu odeio essa família de merda, quero que vocês dois morram! Desgraçados! Nunca se preocuparam com a filha! Fingiram um ano que se importavam, mas foi só pra conseguir o que queriam né, seus vermes!
A garota então levantou chutando tudo que estava à sua frente e foi em direção às escadas que levavam ao andar superior.
- Ainda bem que em breve faço dezoito! Assim me inscrevo no curso mais lixo que tiver e me mudo de cidade pra nunca mais olhar pra sua cara, sua desgraçada! Bruxa! – Falou, apontando para sua mãe, que não esboçava nenhuma reação.
Madeleine então apontou para a mulher de novo, levantando o seu dedo do meio para sua mãe e subindo batendo os pés com fúria na escada, de modo que se ela fosse mais forte teria quebrado todos os degraus.
- Um dia ela vai entender que não é ódio. – A mãe falou, com um tom de voz que fez o pai se arrepiar e se contorcer inteiro.




Bem, capítulo cheio de idas e vindas, flashbacks e afins. Certeza que vocês estão com mais dúvidas do que respostas, mas faz parte kkkkk. Confesso que não foi como eu esperava, mas espero que dê uma base pro que vem a seguir. Então é isso e espero que comentem.

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The Adventures of a Gym Leader - Capítulo 48
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Mensagem por Brijudoca em Sab 22 Ago 2020 - 13:41

OIÊ BLACKZÃO o/

Perdão pela demora, sabe como é, né? KKKKK Mas antes tarde do que mais tarde. 

Eu gostei do capítulo sim, achei que manteve o bom nível dos anteriores, e apesar das indas e vindas, foi até menos confuso HAHA Começando pelo Zeph, eu no lugar dele estaria em choque com esse rolê da Cresselia falando de vingar a morte dos pais. Duvido muito que a safada ia soltar uma dessa de graça, então acho que rapaz já pode esperar pelo pior.

Gostei muito da forma como você descreveu o pokémon, porque eu acho ele tão bonito mas tão esquisitinho kkk quando tive que descrever na minha fic quase que eu taquei "e ali tá cresselia, vcs sabem como é e tal" kkkk Extremamente conveniente essa ladainha de "eu não me comunico com os humanos, tenho que usar códigos e bla bla bla" pra esconder as verdadeiras intenções né minha filha? Eu não confio não! Só um detalhe que na hora da descrição você cita o bicho lunar como um ser mítico e segundo a pokedex ela é um pokémon lendário, o que é bem bizarro já que sua contraparte, Darkrai, é um ser mítico. Eu pessoalmente cago baldes pra essas coisas que a game freak inventa, pra mim é tudo lendário e acabou, foi só um detalhezinho que eu notei enquanto lia.

E ainda sobre o primeiro sonho do Zeph, não pude deixar de notar que a fada sem defeitos e sem descrição específica adora falar usando uns termos em inglês, coisa que até agora só vi a Flora fazendo. Seria ela que apareceu nos sonhos ou a galera de Mixie tem síndrome de falar que nem o Supla? Hmmmmm

Agora devo dizer que tomei um susto no ataque da Froslass. Como você tinha acabado de narrar a Madeleine lá com o Rowlet, eu me surpreendi muito com ela brotando pra salva a Kim. Já comecei a bolar 200 teorias que poderia ser outra Madeleine, numa viagem do tempo, mas você logo tratou de esclarecer que ela timnha previsto o ataque. Também fiquei imaginando a razão, e se a Kim teria algum envolvimento na trama dos lendários, mas você também logo tratou de esclarecer que estavam atacando-a para atingir a protagonista. Mas então, temos um novo mistério não é mesmo? Quem atacaria a melhor amiga da menina só pra causar mal a ela? MISTÉRIO

Por fim, eu fiquei chocado e sem palavras com o final. Foi uma cena extremamente pesada e me surpreendi muito com a forma que a Madeleine que conhecemos e amamos nos primeiros capítulos estava falando com os próprios pais. Não bastando todo o peso das palavras ela literalmente atacou a mãe??? Caralho black, que isso. Agora preciso urgentemente saber o que aconteceu na infância dessa garota. Mas amei que o beijo na amiga traz esperanças pra mim que shippo ela com a Kim hehe

É isso meu querido, erros nunca nem vi. Continue com o bom trabalho e para de ficar lançando enigma que você não é nenhuma esfinge.
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Mensagem por *Nina* em Dom 23 Ago 2020 - 17:43

E aí, Davi? Cheguei bem cedo dessa vez, só o Briju comentou! kkkk


Mas enfim, a coisa já começou quente, com o Epifania vencendo a liga em um sonho erótico! kkkkk Pessoal tava inspirado no erotismo essa semana, hein! kkkkk


Gostei da aparição da Cresselia, mas ri na parte do: Você não tem o conhecimento necessário para interpretá-lo. Eu devo dizer que não me comunico com vocês humanos da mesma forma que vocês se comunicam uns com os outros. Eu e Darkrai temos outra forma de falar e por vezes falamos por códigos que vocês não entendem.
Ah, vá! kkkkkkk Sempre tem que vir esses papos só pra não dizer logo de uma vez efazer um mistério básico. kkkkkk
E será que esse sonho foi um spoiler da morte dos pais dele?


A parte da Kim também me surpreendeu com o ataque repentino da Frosslass. Que bom que a Made apareceu, e assim pudemos ver um pouco dela em ação.


Essa parte no final também fiquei chocada. A infância dela não parece ter sido das melhores. Só achei estranho essa passividade toda dos pais, pois ela grita, xinga e até tenta enforcar a mãe e eles nada fazem, já estava esperando um tapão. kkkkkkk Acredito que eles devam saber sobre ela, e talvez até mais coisas.


Minha única crítica é em relação a escrita. Você repete muito as palavras, principalmente o "então" kkkkkk Sério, só no começo apareceu 3 vezes em uma linha! kkkkkkkk Sugiro que você dê uma relida nos capítulos prestando atenção nas repetições e substituindo por sinônimos, ou mudando a frase para substituir os "então", que foram desnecessários em vários momentos.



Bom, estou curiosa para saber o que vem por aí! Até o próximo cap!
Um abraço e até mais!

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