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Mensagem por Umbreon_NICE em Sab 26 Nov 2011 - 8:03

Notas Do Autor:
Bem, como foi muita a espera, e depois do fracasso final de WoC, estou voltando para o rumo das Fics. Quero avisar que a obra "WarFare" não tem absolutamente nada haver com a realidade com que vivemos. Espero que gostem e obrigado. E só para avisar, os capítulos vão ter no máximo 4 folhas ou 3 e meia.

-Lista De Capítulos
00-Prólogo
01-Assassinato
02-Segredo De Joconda

-Prólogo


~ Prólogo ~

Sobre a noite escura do centro da Praça Da Sé, totalmente vazia, isolada e obscena, com alguns pacotes de camisinha espalhados pelos jardins das árvores. Nessa escuridão, o simbologista Egípcio Eratos Eoghan, trajando um terno negro, um crucifixo de prata e um relógio digital branco, fugia de uma mulher encapuzada, toda vestida de preto, com uma arma muito poderosa na mão, porém, algumas mechas de cabelo – que eram de cor loira - ficavam a amostra no capuz.

Até que, de tanto correr, Eratos tropeça e cai no chão, machucando sua testa e seu cotovelo. A mulher misteriosa para na frente do simbologista, e aponta a arma para sua cabeça.

- Onde está o Tesouro De Anúbis? – Perguntou a mulher, com uma voz grossa.

- Eu não sei minha família não sabe nos deixem em paz! – Implorou Eratos, tremendo de nervosismo.

A mulher percebeu um movimento estranho de um casal vindo para o local onde estava, então, resolveu se apressar.

- Você ficará em paz eternamente! – Falou, disparando dois tiros na barriga e no peito. – Sua família, jamais.

A atiradora começou a fugir do local do crime, enquanto Eratos ainda conseguia se movimentar. Ele então, para passar o Tesouro De Anúbis, criou um grande enigma...


Última edição por ~Umbrello em Sex 9 Dez 2011 - 10:57, editado 1 vez(es)

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Mensagem por Sir Dracconildo - Dracco em Sab 26 Nov 2011 - 11:41

Umb, meu amigão! õ/

Bem, sua fic começa bem interessante. Mas aos meus olhos me pareceu bastante corrida desde o começo ao fim, mas de qualquer forma, sua escrita me agrada. O Main-Post ficou bem organizado, mas você poderia ter colocado outras coisas, como informações ou o banner da sua fanfic, se tiver.

Você poderia ter dado umas virgulas na hora que o cara estava falando que não sabia sobre o que a mulher estava falando. De certa parte, o prologo deixou um pouco a desejar. Mas tudo bem, o que importa são os capítulos.
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Mensagem por Dusknoir em Sab 26 Nov 2011 - 11:53

Err...

Vim comentar como lhe disse no msn.

Achei varios tons misteriosos nesse pequeno prologo, sua escrita continua boa como sempre e isso que mais me agrada em suas fanfics.

O prólogo também ficou pequeno de certa forma dizemos que ele nao importa, mas sim os capitulos, mas de que adianta algo que nao nos introduza nada ou muito pouco so para depois despejar conteudo sobre nós?

Enfim essa é somente a minha opiniao: Misterio no ar ajudou com a leitura, prologo pequeno e corrido deixou a desejar, boa escrita e sem erros ao meu ver...

Continue com seu bom trabalho, estarei esperando o primeiro capitulo.

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Mensagem por pikachu385 em Sab 26 Nov 2011 - 12:49

Bem Umb, vou ser rápido e direto, dizendo apenas o necessário. Achei a escrita e a descrição fantásticas, mas você pecou em repetição novamente, quanto a organização me agradou e bem criativo a parte do tesouro de Anúbis, creio que veremos uma obra fantástica também, apenas isso.

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Mensagem por Gus em Dom 27 Nov 2011 - 20:15

Olá, Umb.

Sinceramente, eu não gostei desse prólogo. Inicialmente, essa perseguição. Ela não foi boa, cara. Uma perseguição tem que dar medo nas pessoas, e essa daí não deu. O Eratos, estava sem pânico, sem medo, e ele devia ter por estar sendo perseguido. Ok, pra você ele podia estar, mas você não falou sobre isso. Poderia dizer que ele estava suado de tanto correr, tremendo e etc, então, sobre descrição, eu esperava mais de você. Ah sim, você também nem disse onde o carinha tropeçou. E o final nem curti, esse casal aí, com o barulho de tiro ou iria para a cena do crime ou iria fugir, então, poderia acrescentado várias coisas a mais no prólogo.

Sua narração também não foi boa. Confusa, bem confusa, também não gostei. Você queria mostrar algo e pra mim, não conseguiu. Além, que achei erros de concordância.

Outra coisa, pontos. No primeiro parágrafo principalmente, você colocou várias vírgulas em vez de pontos. Eu sei, ninguém acerta cem por cento, mas teve falta de pontos que não poderia existir. Sobre a fonte, essa daí me agradou, mas essa cor não, um preto, azul escuro ficaria bem melhor.

...
- Eu não sei minha família não sabe nos deixem em paz! – Implorou Eratos, tremendo de nervosismo.

Bem, como estava tremendo a fala poderia ficar dessa maneira:

- E-Eu não sei..minha família também não sabe, nos deixem em paz! – Implorou Eratos, apreensivo.
- E-Eu não sei, minha família não sabe, nos deixem em paz! – Implorou Eratos, nervoso.

...

Mas, a organização é boa. E a história parece bem interessante, quero saber sobre esse enigma.

Praticamente, é isso. Precisa melhorar em algumas coisinhas, e eu sei que você consegue, meu amigo.


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Mensagem por Kurosaki Mud em Qua 30 Nov 2011 - 12:43

Olá Umb o/

Tô aqui, não taque pedras u_u

Eu gostei rapaz. Bem organizado, narração excelente, descrição ownante, amei mesmo, tudo de gramática excelente.

Só achei rápido. Isso pode ter complicado um pouco. A fonte vermelha lembrou sangue -q

E vai ser como as Crônicas de Kane? Egito e mistério? lol

Enfim, aguardo o capitle o/

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Mensagem por Time Waltz em Qui 1 Dez 2011 - 6:54

Nossa, adorei a fic. Excelente narração, ótima gramática e alucinante o mistério da história.
A única coisa de erro que eu encontrei foi isso.

~Umbrello escreveu:Sobre a noite escura do centro da Praça Da Sé

Sobre - Em cima de.
Sob - Debaixo de.

"Sob a noite escura do centro da Praça Da Sé"
"Debaixo da noite escura do centro da Paça Da Sé"

Fora isso, está tudo perfeito. ^____^
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Mensagem por Umbreon_NICE em Sex 2 Dez 2011 - 12:44

MEUDEUS QUANTOS COMENTÁRIOS OMGF/

Dracco escreveu:Umb, meu amigão! õ/

Bem, sua fic começa bem interessante. Mas aos meus olhos me pareceu bastante corrida desde o começo ao fim, mas de qualquer forma, sua escrita me agrada. O Main-Post ficou bem organizado, mas você poderia ter colocado outras coisas, como informações ou o banner da sua fanfic, se tiver.

Você poderia ter dado umas virgulas na hora que o cara estava falando que não sabia sobre o que a mulher estava falando. De certa parte, o prologo deixou um pouco a desejar. Mas tudo bem, o que importa são os capítulos.

Dracconildo *u*
Errei muito nas vírgulas, sabe fiquei muito tempo sem escrever, mas isso não é desculpa, então irei melhorar. Obrigado Pelo Comment.

@Dusknoir escreveu:
Err...

Vim comentar como lhe disse no msn.

Achei varios tons misteriosos nesse pequeno prologo, sua escrita continua boa como sempre e isso que mais me agrada em suas fanfics.

O prólogo também ficou pequeno de certa forma dizemos que ele nao importa, mas sim os capitulos, mas de que adianta algo que nao nos introduza nada ou muito pouco so para depois despejar conteudo sobre nós?

Enfim essa é somente a minha opiniao: Misterio no ar ajudou com a leitura, prologo pequeno e corrido deixou a desejar, boa escrita e sem erros ao meu ver...

Continue com seu bom trabalho, estarei esperando o primeiro capitulo.

Duski *u*
A fic tem bastante, bastante mesmo mistério, vão ficar bestas ao ler capítulo por capítulo.
Obrigado pelo Comment.

@pikachu385 escreveu:Bem Umb, vou ser rápido e direto, dizendo apenas o necessário. Achei a escrita e a descrição fantásticas, mas você pecou em repetição novamente, quanto a organização me agradou e bem criativo a parte do tesouro de Anúbis, creio que veremos uma obra fantástica também, apenas isso.

Bunas Sortes

Pika *u*
Repetição é algo que sempre irei pecar, eu acho. E garanto uma obra mais que fantástica.
Obrigado pelo Comment.

~Gus escreveu:Olá, Umb.

Sinceramente, eu não gostei desse prólogo. Inicialmente, essa perseguição. Ela não foi boa, cara. Uma perseguição tem que dar medo nas pessoas, e essa daí não deu. O Eratos, estava sem pânico, sem medo, e ele devia ter por estar sendo perseguido. Ok, pra você ele podia estar, mas você não falou sobre isso. Poderia dizer que ele estava suado de tanto correr, tremendo e etc, então, sobre descrição, eu esperava mais de você. Ah sim, você também nem disse onde o carinha tropeçou. E o final nem curti, esse casal aí, com o barulho de tiro ou iria para a cena do crime ou iria fugir, então, poderia acrescentado várias coisas a mais no prólogo.

Sua narração também não foi boa. Confusa, bem confusa, também não gostei. Você queria mostrar algo e pra mim, não conseguiu. Além, que achei erros de concordância.

Outra coisa, pontos. No primeiro parágrafo principalmente, você colocou várias vírgulas em vez de pontos. Eu sei, ninguém acerta cem por cento, mas teve falta de pontos que não poderia existir. Sobre a fonte, essa daí me agradou, mas essa cor não, um preto, azul escuro ficaria bem melhor.

...
- Eu não sei minha família não sabe nos deixem em paz! – Implorou Eratos, tremendo de nervosismo.

Bem, como estava tremendo a fala poderia ficar dessa maneira:

- E-Eu não sei..minha família também não sabe, nos deixem em paz! – Implorou Eratos, apreensivo.
- E-Eu não sei, minha família não sabe, nos deixem em paz! – Implorou Eratos, nervoso.

...

Mas, a organização é boa. E a história parece bem interessante, quero saber sobre esse enigma.

Praticamente, é isso. Precisa melhorar em algumas coisinhas, e eu sei que você consegue, meu amigo.


Gus ._. acabou comigo Laughing
Não se preocupe, irei melhorar nisso pequeno monkey de fogo. Obrigado pelo comment.

Mud_ril escreveu:Olá Umb o/

Tô aqui, não taque pedras u_u

Eu gostei rapaz. Bem organizado, narração excelente, descrição ownante, amei mesmo, tudo de gramática excelente.

Só achei rápido. Isso pode ter complicado um pouco. A fonte vermelha lembrou sangue -q

E vai ser como as Crônicas de Kane? Egito e mistério? lol

Enfim, aguardo o capitle o/

Inté...

MUDIBRIL *U*

Mud brigue com o Gus porque ele odiou minha fic ._. -n
Obrigado, seu comentário me alegra muito.

@Time Waltz escreveu:Nossa, adorei a fic. Excelente narração, ótima gramática e alucinante o mistério da história.
A única coisa de erro que eu encontrei foi isso.

~Umbrello escreveu:Sobre a noite escura do centro da Praça Da Sé

Sobre - Em cima de.
Sob - Debaixo de.

"Sob a noite escura do centro da Praça Da Sé"
"Debaixo da noite escura do centro da Paça Da Sé"

Fora isso, está tudo perfeito. ^____^

Obrigado mesmo pelos comentários.



Capítulo. - . Assassinato

Na manha ensolarada de São Paulo, jornalistas, policiais e moradores da região se reúnem para ver uma grande atrocidade. Um homem ensangüentado deitado com a cabeça em um poste. Na sua frente, tinha escrito as seguintes palavras.

L.J.C.N.D

Louvre

Ao redor, fotógrafos da polícia batiam fotos do misterioso acontecimento, que era bem chocante, pois, ao redor do poste, estava escrito.
Aqui jaz o herdeiro de Anúbis

Varias pessoas ao redor ficaram chocadas, algumas voltaram para as suas casas e trancaram suas portas, pensando ser algo demoníaco, algo associado aos mortos, a Lúcifer... O Anúbis...

~X~
Em um apartamento de um bairro nobre em São Paulo, a campainha toca. Uma mulher apenas de camisola, loira de uma pele branca como a luz, os olhos negros como um breu. A mulher coloca seu olho no “olho-mágico” e procura alguma pessoa, até achar o vigia do prédio.

- O deseja senhor? – Perguntou a mulher, com uma voz rouca.

- Tal de Sr. Verlou quer falar com a senhora. – Falou o vigia, com um sotaque mineiro. – Ele disse que é algo haver com seu pai.

“Verlou?” Perguntou-se a mulher. “Sei que ele é um grande amigo, mas precisa respeitar meu sono de beleza”.

- Diga a ele para entrar, mas, por favor, que seja algo de muita importância. – Pediu ela, um pouco furiosa.

Passaram-se uns cinco minutos, e a mulher desconhecida ouve batidos fortes na porta, como se estivessem com pressa. A mesma vai para a porta, já vestida com um traje mais formal para visitas, gizra a maçaneta, e a puxa, abrindo a porta. Na entrada estava um homem alto, de cabelos castanhos claro, usando uma bata branca que ia até o joelho, com o nome “Historiador Renascentista, Verlou Viella”.

- O que você quer Verlou?- Perguntou a mulher, impaciente.

- Alicia, você sabe o que aconteceu com seu pai? – Perguntou Verlou, nervoso.

- Não! O que aconteceu com ele? – Perguntou Alicia, começando a ficar nervosa.

Verlou correu para a cama, onde estava o controle remoto da TV, ligou-a, e mudou para o canal quatro – a da emissora Rede Globo – cujo passava uma notícia sobre a morte do simbologista Eratos Eoghan. Alicia ficou pasma com a cena do crime, as frases ensangüentadas, as pessoas pasmas, e a forma que seu pai foi morto.

- Papai... Está morto... – Sussurrou Alicia, para si mesmo.

Verlou rapidamente desligou a TV e sacou uma foto da cena do crime. Uma foto que mostrava as palavras ensangüentadas no chão do crime. Contudo, era meio diferente.

- O que é isso? “L.J.C.N.D”, “Louvre” e... –Perguntou Alicia, apontando uma terceira palavra.

L.J.C.N.D

Louvre

Cialia
Verlou ficou pasmo por Alicia não perceber do que se tratavam as três palavras, até que ficou meio óbvio para ela, o que era a ultima palavra.

- A última palavra forma meu nome! – Falou Alicia, relutante.

- Não só o seu. Se trocar as letras de Louvre, ira ter por fim, Verlou... – Ponderou Verlou, apontando para a segunda palavra.

Alicia começou a se tremer, e por fim caiu na cama, quase chorando, quando Verlou largou as fotos na cama e a segurou, para não cair no chão.

- Alicia, se eles decifrarem nossos nomes, nós seremos presos. Sem contar, que há algo por trás disso.

No poste havia escrito “Aqui jaz o Herdeiro De Anúbis”... E isso me lembra algo... Sem contar, que esses não são as únicas charadas que seu pai fez antes de morrer...

~X~
Na cena do crime, os policiais já evacuaram todos os civis para suas casas, e o Serviço De Inteligência Do Governo, junto a Interpol investigava o caso. Ao lado do corpo, um homem de uns quarenta e poucos anos averiguava o corpo e a cena. Olhava para as palavras e tentava formar algo com elas. O homem tinha cabelos negros, uma barriguinha de cerveja, pele morena.

- Estou odiando meter a Interpol nesse caso... – Resmungou o homem de cabelos negros, para si mesmo.

Outro homem de uns vinte e cinco anos chegou correndo ao homem de cabelos negros, carregando algumas fotos do crime.

- Senhor Leopoldo, encontramos mais enigmas feitos por Eratos na praça. – Relatou o homem de vinte cinco, entregando as fotos para Leopoldo. – Os criptógrafos descobriram que “Cialia” é Alicia, que é o nome da filha de Eratos. Eles tiveram uma briga, e agora ela mora sozinha. E Louvre é o nome do museu, mas, e “L.J.C.N.D”?

- Eu também não sei, parece tão óbvio, mas ao mesmo tempo tão difícil. Parece que está na nossa frente... – Resmungou Leopoldo, novamente.

~X~

Verlou e Alicia desciam as escadas do apartamento correndo como loucos. Alicia somente com uma bolsa, carregando as fotos, celulares e uma quantia em dinheiro. Verlou carregando somente a chave de um carro. Saindo do complexo, Verlou abre as portas de um Uno Preto para Alicia, que entra dentro dele desesperada.

- Já sabe o que iremos fazer? - Perguntou Alicia, vendo as fotos.

- Para a casa de um amigo meu. Ele sabe sobre bastante sobre Anúbis, e é uma pessoa bem, rica... – Explicou Verlou, ligando o carro.

- E quem é ele? – Indagou Alicia novamente.

- O arqueólogo que descobriu pistas sobre o Tesouro De Anúbis, Prof. Batista Di Viella... Meu irmão de outra mãe...

Alicia fitou fortemente Verlou, que ignorou seus olhos, e ficou dirigindo tranquilamente, na direção oposta da cena do crime, pegando um caminho para a casa do tal Prof. Batista. Do nada, Verlou parou o carro, bem perplexo.

- DESCOBRI! – Gritou, pegando as fotos da mão de Alicia. – Louvre tanto é meu nome, como é o nome do museu, que abriga Mona Lisa. E sabe o qual o nome de Mona Lisa em francês?

- Meu pai falava francês, ele me falou que era La Joconda. – Respondeu Alicia, impaciente.

- Agora, tire as vogais de La Joconda forma... L.J.C.N.D! – Falou Verlou, entusiasmado.

- O que isso tem haver com meu pai! Fale logo! – Resmungou Alicia, batendo os pés no carro.

- Agora, tire duas letras aleatórias de Louvre e La Joconda. Se tirarmos o “L” e o “r” de Louvre e “La” da Joconda, forma uma frase... “Ouve Joconda.”!

Alicia ficou completamente paralisada com a descoberta enigmática das três dicas deixadas por seu pai em sua morte. Porém, uma memória lhe vem à cabeça.

- Joconda é o nome de minha falecida mãe... – Falou Alicia, nervosa.


Continua.

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Mensagem por pikachu385 em Sab 3 Dez 2011 - 18:16

Umb, bem legal a charadinha da joconda, sabe parece muito com gioconda. Realmente achei que tinha alguma semelhança, a descrição foi boa, mas em algumas partes erros de repetição(sem comentários) e de gramática, acentos, pontos e etc. Enfím, achei bem interessante e bem parecido com código da Vinçi(que odiei, pra falar a verdade) Espero que não me decepcione, firend^^

Buenas Sortes!

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Mensagem por Kurosaki Mud em Sab 3 Dez 2011 - 19:04

Umb, Gus não sabe apreciar uma fic u_u Tá muito boa.

Lembrou até um pouco a minha, mas só o local e as pistas, o resto tá diferente. Voc~^e não mora em Sampa para saber disso menino u_u

Gostei do enigma, muito bem elaborado.

Erros; Sim, teve muita trema para pouca fic cara, nova ortografia tá aí. E outra coisa, tiveram umas falas do início sem conjunções e conectivos que ficou uma bagunça por causa do word. Ex: Tal de Levour. Seria melhor Um tal de Levour.

É isso, no aguardo aqui. Inté o/

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Mensagem por Umbreon_NICE em Sex 9 Dez 2011 - 10:54

@Pika
Obrigado pelo comment, a meta no começo é deixar meio Código Da Vinci mesmo, mas depois muda com o tempo, e a charada, eu achei ela uma *****, que bom que gostaram.
@Mudbril
Pois é, ele nem sabe, tsc tsc. O nome do personagem é Verlou, não Lervou. Demorei cinco minutos pra fazer o enigma, e nem saiu tão bom. Obrigado pelo comment.

Fiquem com a Fic.



Capítulo . -- .Segredo De Joconda


Dentro de um Fiat Uno preto, Alicia e Verlou ficavam hipnotizados com as charadas e as respostas das mesmas deixadas pelo Eratos, minutos antes de vir a falecer. Unindo uma resposta a outra, eles começam a decifrar o que as mensagens principais e mais visíveis deixadas pelo simbologista, que não eram as únicas.

- Vamos a antiga casa de minha mãe ou a do seu irmão? – Perguntou Alicia, olhando para o nada.

- Primeiro na casa de meu irmão. Até porque não vai adiantar irmos até a casa de sua mãe, se não levarmos um especialista do Tesouro De Anúbis – Respondeu Verlou, vidrado no transito movimentado. – Aliais, ele é um dos poucos que tem as imagens dos outros enigmas deixados por seu pai.

- Como ele tem as fotos? – Perguntou Alicia, novamente.

- Lá te contarei tudo, tudo mesmo... – Rebateu Verlou, fazendo a curva em um cruzamento.

~X~

De repente, no apartamento de Alicia, a sua porta é arrombada por Leopoldo, acompanhado de mais quatro policiais e dois seguranças da Interpol. Os policiais entram em todos os cômodos do complexo, revistando todos os lugares, contudo, achando nada de incomum. Os seguranças de preto da Interpol sussurram alguma coisa em um microfone minúsculo na gola do terno, e entram no apart.

- Senhor Leopoldo, vamos voltar para a Praça Da Sé, o senhor ficará aqui? – Perguntou um segurança, de cabelos loiros.

- Vou ficar e procurar mais rastros de Alicia. Podem ir. E é Delegado Leopoldo. – Resmungou Leopoldo, olhando a cama do complexo.

- Tudo bem, Senhor Leopoldo. – Falaram os dois seguranças, descendo as escadas para
fora do apartamento.

No silencio, Leopoldo começa a resmungar consigo mesmo. “Tsc, essa maldita Interpol, vive metendo o dedo onde não é chamada, e ainda ousa a me chamar, eu, um grande esbelto, um homem desejado pelas mulheres como eu, de SENHOR!”. Lentamente ele começou a revistar melhor todo o condomínio, com ajuda de seus quatro fieis policiais.

~X~
O Fiat Uno preto estaciona em frente a um muro de residência, bem alto, no centro um portão metálico, com um segurança alto, trajado com os da Interpol, citado há alguns parágrafos atrás. Verlou e Alicia se aproximam do portão, porém, o segurança os impede de seguir em frente.

- Senhor Batista não está recebendo ninguém no momento. – Falou o segurança, pegando Verlou pelo braço.

- Então, falarei com ele pelo interfone. – Rebateu Verlou, indo para o canto do portão.
Alicia ficou surpresa ao ver que Verlou não estava com medo de um segurança aparentemente tão forte e com um olhar que faria qualquer criança chorar e somente o ignorou para pegar o interfone. Pegando o interfone Verlou discou um numero desconhecido e pôs-se a falar.

- Dois peixes, um chamado um e outro chamado dois. Se um morre sobram dois e se dois morrem sobram um. – Falou Verlou, fitando o céu.

O silencio bateu no ambiente movimentado de São Paulo. Todo o caos do transito parou, e na frente de porta todos pensavam que Verlou tinha ficado retardado de repente, até que uma voz sai do interfone.

- Muito bem querido irmão, pode entrar. – Falou uma voz metálica.

A porta de aço se abriu sozinha, sem ao menos receber o toque do segurança, que fica assustado ao ver de repente, a porta se abrir para um desconhecido. De dentro da porta, tem um vasto jardim e bem atrás uma grande casa.
O jardim era lindo e florido. Com várias rosas, tulipas, um pequeno lago com alguns animais ao seu redor. Lá perto havia uma mesa e três cadeiras de madeira pintadas com tinta branca. Em cima da mesa havia um jarro de vidro cheio de água e alguns copos de porcelana. Havia também uma grande diversidade de arvores, de folhas, caules e frutos diferentes. A casa que ficava no centro da residência tinha três andares, paredes brancas e algumas partes moldadas de um amarelo-ouro e eram mais ou menos um quilômetro do portão para a casa, no meio do caminho, Alicia e Verlou se surpreendem com a extensão do lugar.

~X~
Já dentro da mansão, os dois mocinhos são direcionados para a sala de visitas logo de cara, por um mordomo baixo, um pouco gordo e com as roupas apertadas. Sua cabeça era careca e seu rosto era redondo. Na sala tinha três enormes prateleiras que iam até o teto, cheio de livros sobre a história do mundo. Três poltronas, ambas eram de uma madeira rara, não encontrada no Brasil. Uma escadaria em forma de espiral vinha do andar de cima da casa, e nessa escada descia um homem alto, de uns trinta e poucos anos. Olhos castanhos escuros e um cabelo meio crespo e meio liso e pele meio parda.

- Querido irmão, o que te trás na minha humilde casa? – Perguntou Batista, com um sorriso alegre.

- Sabe o que aconteceu com Eratos não? – Indagou Verlou, com uma voz grossa.

Por um instante um grande silencio dominou todo o ambiente, Alicia abaixou a cabeça, triste e Batista percebeu a situação.

- Infelizmente, sim. Meus pêsames Senhorita Alicia. Saiba que a Interpol está indo atrás de vocês. – Informou Batista, com uma face triste.

- Sabemos, e queremos que explique a Alicia sobre o Tesouro de Anúbis e nos ajude a desvendar o mistério do mesmo... – Pediu Verlou, fitando o rosto de Batista.

De repente, ouve-se barulho de tiros lá do portão, e então, o celular de Batista toca. Rapidamente ele o saca do bolso da sua calça e começa a ouvir a mensagem. Ele fica com um rosto de espanto, e começa a correr para descer a escadaria.

- Atenção, uma espécie de serial killer está na minha residência, e está atrás da Senhorita

Alicia, explicarei o que for preciso na casa de Joconda! – Gritou chamando Verlou e Alicia para subirem as escadas.

“Ele já decifrou o código da Joconda antes de nós, ele deve ser um gênio!” Pensou Alicia, correndo atrás de Verlou e Batista.

- Como vamos para a casa de Joconda? – Perguntou Verlou, com um ar cansado.

- “Como vamos”? Meu caro irmão, a casa de Joconda não é em si uma casa, e sim, uma pintura. Uma Pintura chamada Mona Lisa. – Explicou Batista, com um sorriso maléfico no rosto. - Descobri isso após ver as outras pistas deixadas por Eratos, graças ao meu contato com a Interpol...

~X~

Três fortes chutes são dados contra a porta da mansão de Batista, até que na quarta, a porta é arrombada. Então, a mesma mulher que matou Eratos carregava uma espingarda e na cintura um cinco com cartuchos para a arma. A tal mulher ouvia passos no fim da escadaria, então correu em direção deles. “Peguei vocês!” Pensou a mulher, carregando a arma.

Continua...

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Mensagem por Kurosaki Mud em Sab 17 Dez 2011 - 12:38

Emocinante esse capítulo :3

I liked. Mas, tá igualzinho ao capítulo da minha fic que SOli e Luna vão para Roma. ATÉ O UNO PRETO PORRS! -qqq

Bem, muito bem, o enredo e o tamanho adequados. Mas, você está pecando e muito nos acentos caritha. SILÊNCIO, TRÂNSITO E NÚMERO foram os que mais vi. Toma cuidado.

Errei o nome dele x_x Facepalm.

Enfim, quero outro. Até o/

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Mensagem por Umbreon_NICE em Sab 17 Dez 2011 - 17:26

Mud_ril escreveu:Emocinante esse capítulo :3

I liked. Mas, tá igualzinho ao capítulo da minha fic que SOli e Luna vão para Roma. ATÉ O UNO PRETO PORRS! -qqq

Bem, muito bem, o enredo e o tamanho adequados. Mas, você está pecando e muito nos acentos caritha. SILÊNCIO, TRÂNSITO E NÚMERO foram os que mais vi. Toma cuidado.

Errei o nome dele x_x Facepalm.

Enfim, quero outro. Até o/

Nem leio mais S&L lols.
Vou tentar melhorar mais e reparar os erros.
Obrigado pelo comentário.



Capítulo . --- . Mona Lisa – Ammon L’isa

Verlou, Batista e Alicia subiam as escadas, e compreenderam que estavam sendo seguidos por uma mulher encapuzada, carregando uma espingarda e um cinto de munições. No fim da escadaria, se encontrava um salão com oito portas, quatro de cada lado, que provavelmente levavam a um lugar diferente cada.

- Venham comigo. – Pediu Batista, abrindo a segunda porta do lado direito.

Os três entraram juntos dentro da sala, e perceberam que o tal cômodo não era nenhum pouco comum. Parecido com quarto de louco, teto, parede e cerâmica, tudo branco, exceto um tapete preto no chão, que escondia uma espécie de porta embaixo. Batista correu e puxou o pano, revelando uma espécie de escotilha, quadrada e negra, com o vidro blindado. O mesmo a abriu e desceu uma escada, Verlou e Alicia fizeram o mesmo.

No corredor, a mulher encapuzada fica confusa com tantas portas, tantas opções para seguir, porém, ela vai à mesma porta, que os três mocinhos entraram para fugir dela, dando de cara com a escotilha fechada, ela corre para a janela quadrada e a olha, furiosa.

- Malditos, mestre ficará furioso com a fuga deles. – Resmungou a mulher, munindo sua espingarda.

Louca, ela começa a tirar contra o vidro da escotilha. Atirando e recarregando, atirando e recarregando até que o vidro de tão baleado, quebra-se em pedaços, ela coloca a mão no buraco e abre a escotilha por dentro, vendo uma longa escada descendo para um sótão.

Dentro do suposto sótão, os três mocinhos correm no que parece ser um corredor reto e com vários espelhos ao seu lado, como os labirintos de espelhos dos parques, até que eles acham outra escotilha, do mesmo jeito da primeira, os abrem e conseguem sair. A saída dá no jardim. Eles rodeiam o tal vergel, chegando à porta de entrada, que estava arrombada pela assassina.

- Entrem, conseguimos despistar o bandido. - Ordenou Batista com uma voz fria.

Alicia e Verlou entram primeiro e Batista por ultimo. Ele fecha a porta, pega as cadeiras e coloca na maçaneta, impedindo o ladrão de entrar. Os outros dois sobem novamente a escadaria que já passaram hoje, e dão de cara com o ladrão, saindo da porta de onde entrou.

- Ele está aqui! – Gritou Alicia, desesperada.

O assassino aponta a espingarda para Alicia e Verlou, que ficam paralisados de medo. Batista se vira e olha para cima, visualizando a cena.

- Tolos, vocês morrem agora. – Falou o assassino.

De repente, o barulho de tiros ecoa pela casa, Batista com uma arma na mão, atira no braço, na mão e na perna do ladrão, que tropeça e cai escadaria a baixo, morrendo. Alicia fica muito assustada e nervosa, Velou por pouco não levou um tiro.

No fim da escadaria, o capuz do ladrão desce e revela uma mulher. Uma mulher gêmea a Alicia, os mesmos cabelos, a mesma pele, uma era gêmea da outra. Batista da dois passos para trás, olha para cima e vê Alicia e Verlou descendo as escadas, e volta a olhar para o corpo.

- Meu Deus, então era verdade... – Sussurrou Batista, para si mesmo.

- O que é verdade...? – Perguntou Verlou, olhando para baixo, assustado.

- Joconda teve duas filhas. – Respondeu Batista, gaguejando.

Todos ficam parados de susto e surpresa ao ouvirem algo tão misterioso, principalmente Alicia, que começa a se tremer ao olhar para o corpo da assassina.

- Eu, tenho uma irmã gêmea? – Perguntou-se Alicia, olhando para o cadáver.

- Alicia, sabe o porquê da morte de sua mãe? – Indagou Batista, fitando Alicia.

Certo silencio assustador dominou o ambiente, Alicia usa o máximo de suas memórias para tentar se lembrar de que sua mãe morreu, ficando sem conclusão.

- Nunca soube algo parecido com acidente de carro, eu acho... – Respondeu, em duvida.

Batista retira um cartão branco, parecido com de crédito, com as palavras “Cavaliere di egiziane – Alfonso” e mostra para Verlou e Alicia.

- Já viram algo parecido com isso? – Perguntou Batista, sério.

- Meu pai, tinha um cartão parecido com esse... – Deduziu Alicia, procurando algo na memória.

As estantes de livros se dividem em dois verticalmente, cada um indo para um lado, revelando um buraco quadrado que mais ou menos trinta centímetros de profundidade, nela tinham duas espadas de esgrima, uma azul e outra verde. Debaixo de cada uma tinha um cinto para colocá-la e um cartão parecido com o de Batista.

- A verdade é que, nós três fazemos parte de uma organização chamada, a Ordem Dos Cavaleiros Do Egito. – Falou Batista, em meio o silencio de surpresa. – Eu sou o Cavaleiro Da Ordem Do Passado, descendente de Alfonso, o primeiro da linhagem. Verlou,é descendente da linhagem do Cavaleiro Da Ordem Do Império, Cross e Alicia é descendente da linhagem da Amazona Cavaleira Da Ordem das Asas, Ravenna.

Verlou fica pasmo e começa a se perguntar várias coisas ao mesmo tempo, confundindo sua mente. O mesmo acontece com Alicia.

- O que é essa ordem, e pra que ela existe? – Perguntou Verlou, se aproximando das espadas.

- A ODCDE existe para somente duas coisas, guardarem o Tesouro de Anúbis e proteger o After World, que é onde se localiza o Tesouro. O After World foi descoberto pelos homens das cavernas, porém, os que mais usavam eram os egípcios. Certa pessoa mandou a irmã gêmea de Alicia atrás dela, a pessoa que mandou, quer ter acesso ao After World e roubar o Tesouro. A ordem foi criada há muito tempo, contudo ouve certo tempo, mais ou menos trezentos anos, que o portal que ligava o After World com o mundo normal se quebrou, então os guardiões daquela época, criaram as espadas e os amuletos, e só aqueles que o tem podem entrar nesse mundo.

- Não sei nem mesmo lutar com faca! – Reclamou Alicia, sacando a espada verde.

Chamas verdes saem do corpo de Alicia, a consumindo-a. Verlou salta para longe e cai no chão,
ferindo seu cotovelo. Batista coloca sua mão na cabeça dela, fazendo as chamas pararem, e ela cair no chão, de joelhos, completamente assustada.

- O que... Foi isso? – Perguntou Verlou, pasmo.

- Vocês ainda não sabem controlar as chamas da espada e do amuleto, se não tivesse parado Alicia, ela tinha se queimado nas próprias chamas, e teriam destruído toda a minha casa.

- E, onde estão as outras pistas que você disse que tinha acesso? – Perguntou Verlou, novamente.

- Irmão, eu menti. Sobre tudo isso, dicas, sobre eu ser da Interpol, tudo. Na verdade, minha espada controla o Tempo-Espaço. A única verdade foi a morte de Eratos e a morte da irmã gêmea de Alicia. – Respondeu Batista, mostrando o cartão para o céu.

O cartão então, se transforma em uma espada branca e um amuleto branco aparece na cintura de
Batista, as espadas na parede se tornam cartões, que aparecem misteriosamente nos bolsos de Verlou e Alicia. Batista então usa a espada e rasga o vento, ao fazer isso, uma fenda negra aparece, levando-os para algum lugar.

- Irmão, vamos para o After World.


Continua.



EDIT by cbm: Trancado a pedido do autor.

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