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Arthur Snape and the Return of the Death Eater

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Arthur Snape and the Return of the Death Eater Empty Arthur Snape and the Return of the Death Eater

Mensagem por Death Eater Seg 26 Jul 2010 - 14:38

Olá, galerinha mythologianos =D
Depois de jogar alguns jogos de Harry Potter como Harry Potter e a Pedra Filosofal - GBC, Harry Potter e a Câmara Secreta -GBC e outros, eu decidir fazer uma fanfic que é a "continuação" da série de Harry Potter. Depois de alguns anos, os Comensais da Morte querem vingança depois que Harry Potter matou Voldemort. Então, gostaria que ficassem sabendo que eu vou abrir vagas de personagens! Então, mande o seu ae:

------ Rival de Arthur -----

Nome:
Ano:
Casa:
Descrição:
Características:
Material Escolar:
Habilidades:
Animal: (Se quiser)
____________________________________________________________________

----Notas do Autor----

Essa fanfic será a continuação da história da série de Harry Potter, mas quero que fiquem sabendo, que não foi a autora de Harry Potter escreveu essa fic não, então portanto, essa fanfic não é A CONTINUAÇÃO REAL da história do Harry, é apenas uma Fanfic. Essa fanfic não será totalmente igual a Harry Potter, ou seja, terá mudanças. Obrigado e amanhã posto o primeiro episódio. E passem as fichas através do MP.


Última edição por Death Eater em Seg 4 Out 2010 - 23:01, editado 5 vez(es)
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Arthur Snape and the Return of the Death Eater Empty Re: Arthur Snape and the Return of the Death Eater

Mensagem por Death Eater Ter 27 Jul 2010 - 9:26

Em uma noite comum, um homem caminhava tranquilamente pela floresta que era muito escura e tinha criaturas estranhas, conhecidas como "criaturas mágicas". A lua que estava naquela noite era Lua Cheia e ela era totalmente brilhante e era muito bonita. O homem estava indo em direção a um castelo que ficava lá perto, no qual, teria um encontro com uma pessoa. Depois de uns 10 minutos, o homem chega no tal castelo e lá encontra a tal pessoa que queria falar com ele.

- Olá, Lucas. Eu achava que você não iria vir - Disse a mulher - Como foi ? Espero que tenha enfrentado vários Dementadores em Azkaban.

- Dementadores ? Não foi tão difícl escapar de Azkaban... - Disse Lucas, que olhava para a mulher.

- Muito bem...Vamos nos sentar e assim vamos falar sobre o tal assunto - Disse a mulher, que fitava os olhos de Lucas.

- Então - Disse Lucas sentando em uma cadeira simples de madeira - Qual foi o motivo para me achar aqui, Belatriz ?

- Você sabe que alguns anos atrás Milorde foi derrotado por Harry Potter. Sabe ? - Disse Belatriz.

- Sim...Mas eu não quero relembrar a morte do Senhor das Trevas - Disse Lucas que se levantava da cadeira.

- Acalma-se! - Disse Belatriz que fazia Lucas sentar na cadeira - É ai que começa o verdadeiro assunto, Lucas Moddy. Eu estava pensando em alguns dias quando eu estava presa em Azkaban, sobre uma possível vingança contra Hogwarts e a pessoa que matou Voldemort, Harry Potter!

- Não me diga. Somos apenas dois. Como vamos fazer uma vingança contra Hogwarts se somos dois ? - Disse Lucas Moddy.

- É aí que começa...Meu plano é de nois dois invardimos Hogwarts e assim vamos pegar algumas coisas que nós vamos precisar e ai vamos reunindo seguidores e Criaturas das Trevas até ter muitos e muitos seguidores. E assim, vamos destruir Hogwarts e logo depois, vamos para a casa do Potter e vamos matá-lo - Disse Belatriz, que estava olhando para a lua.

- Hum...Então, para dá uma ajudinha, eu vou fazer o teste para ser professor de Defesa Contra as Artes das Trevas - Disse Lucas Moddy.

- Perfeito! E quem sabe, podemos conseguir fazer com que o Lorde das Trevas retorne! - Disse Belatriz.

1 mês depois, em Londres...

- Snape! Vamos, Arthur acorde! Acordeeee! - Disse uma mulher tentando acordar um menino que estava dormindo.

- O quê foi, mãe ? - Disse Arthur.

- Chegou uma carta de Hogwarts que está dizendo que você irá entrar para a Escola de Magia e Bruxaria de Howarts esse ano! - Disse a mãe de Arthur, que estava muito feliz, já que este era o maior sonho do filho.

- Jura!? - Disse Arthur.

- É obvio que sim! - Disse a mãe de Arthur.

- Jura mesmo!? - Disse Arthur.

- Juro... - Disse a mãe de Arthur.

- Jura, jura mesmo ? - Disse Arthur.

- Menino, se não calar sua boca, você vai apanhar! - Disse a mãe de Arthur.

Arthur é uma criança de 11 anos e seu maior sonho foi entrar para a Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts. Este sempre teve a curiosidade de conhecer melhor a como controlar a magia que circulava em suas veias.

- Bem, mamãe. Que dia vamos para o Beco Diagonal ? - Disse Arthur.

- Tudo depende do seu pai, meu filho - Disse a mãe de Arthur - Infezlimente, eu não posso sair de casa hoje porque eu vou está muito ocupada hoje...

- Ok, mamãe. Onde o pai está ? - Disse Arthur.

- Ele está lá no jardim, expulsando Gnomos... - Disse a mãe de Arthur que olhava para o filho curioso.

- Ok, mamãe! - Disse Arthur que corria para o jardim.

No jardim...

- Seu Gnomo maldito! Estupefaça! - Disse o pai de Arthur que mandava vários feitiços contra os Gnomos.

- O quê está acontecendo, pai!? - Disse Arthur que olhava para os Gnomos que se escondiam nos buracos cavados na Terra.

- Esses Gnomos estão estragando as plantas que sua mãe plantou no jardim! - Disse o pai de Arthur que guardava a varinha dentro da veste - Eu detesto essas criaturas! Qual é o motivo que o trás aqui ?

- É que eu acabei de receber uma carta de Hogwarts e eu vou ser um dos novos alunos de Hogwarts. Poderiarmos ir para o Beco Diagonal hoje ? - Disse Arthur.

- Sim, é claro. Mas antes, deixa eu tirar essas criaturas daqui - Disse o pai de Arthur, empunhando sua varinha e mandando vários Feitiços contra os Gnomos.

Depois de um tempo, Arthur e seu pai vão para o Beco Diagonal.

- Chegamos, filho. Agora vamos para o primeiro lugar que está dizendo na sua Lista de Material - Disse o pai de Arthur que segurava a Lista de Material do filho - Vamos para Olivaras...

- Olivaras ? - Disse Arthur que olhava desinformado para o pai.

- Er...Lá vende varinhas... - Disse o pai de Arthur.

- Está bem! - Disse Arthur que entrava na loja Olivaras.

- Senhor Olivaras....Senhor Olivaras!? - Disse Arthur, que não achava Olivaras.

- Oooh! Então, você deve está no primeiro ano em Hogwarts... - Disse Olivaras que aparecia do nada - Então, venha para essa estante e você irá testar a varinha que eu te dar.

Olivaras pega uma varinha e entrega na mão de Arthur.

- Tente essa, meu caro - Disse Olivaras.

Arthur não fazia nada.

- Mexe ela, movimenta ela. Faz algo! - Disse Olivaras irritado.

- Er...ok... - Disse Arthur que mexia a varinha, fazendo com que conjurasse chamas em um papel.

- Bem, essa não é sua varinha... - Disse Olivaras - Tente essa...

Arthur mexia a varinha e quando ele fez isso, uma luz vermelha surgiu em volta de seu corpo.

- Oras...Meus parabéns! Está vai ser a sua varinha, senhor Snape - Disse Olivaras.

- Como sabe o meu nome ? - Disse Arthur, que olhava para Olivaras.

- Eu e o seu pai samos grandes amigos. Agora, eu preciso cuidar de mais algumas varinhas - Disse Olivaras, que desaparecia do nada.

- Bem...Agora vamos para onde ? - Disse Arthur, que olhava para o seu pai.

- Vamos para Floreiros & Borrões... - Disse o pai de Arthur, que saia da loja de Olivaras juntamente com o seu filho.

Na Floreiros & Borrões...

- Olá! Você veio comprar seus livros que você vai usar durante Hogwarts ? Que ano, meu caro ? - Disse o vendedor que olhava para Arthur.

- Bem, eu estou indo pro meu primeiro ano. Acho que vou precisar dos livros que vou usar durante o primeiro ano, não acha ? - Disse Arthur que olhava para o vendedor.

- Cof...acho - Disse o vendedor que pegava os livros do primeiro ano e dava para Arthur - São 20 Sicles...

- 20 Sicles ? Como assim ? - Disse Arthur.

- Deixa que eu pago - Disse o pai de Arthur que dava 20 Sicles para o vendedor.

Fora da Floreitos & Borrões...

- Pai, como assim 20 Sicles ? - Disse Arthur.

- Bem, o mundo bruxo também tem dinheiro como o Mundo Trouxa. Nuques é a menor das moedas dos bruxos, já os Sicles, são moedas de pratas. E os Galeões, principalmente, é a moeda de maior valor do mundo bruxo. Entendeu agora ? - Disse o pai de Arthur.

- Sim... - Disse Arthur que olhava para o pai.

- Muito bem...Agora vamos comprar o resto do material.

Depois de comprar todos os materiais que vai precisar durante que estiver em Hogwarts, Arthur volta para a sua casa e deita na sua cama muito feliz por ser um dos alunos que vai ir para Hogwarts. Este dorme tranquilamente deixando mais um dia para trás.

----Notas do Autor----
Como esse é o primeiro episódio, então, espero que vocês não esperavam muita coisa porque a Fanfic está apenas começando. Pode ficar chato nos primeiros episódios, mas eu prometo, que na metade pode ficar bem legal. E avisando: JÁ TEMOS O AMIGO DO ARTHUR, ou seja, agora só resta uma vaga para personagem que é de rival. Qualquer coisa, se quiser participar dessa fic, é só ir na primeira mensagem do primeiro tópico e boa sorte. Semana que vem tem episódios, tchau! Anh, já estava me esquecendo. A Belatriz que aparece na fic não é a Belatriz Lestrange, mas sim, só foi para homenagear a Comensal.

Temporadas:

----Arthur Snape and the Return of the Death Eater---
001 - O Plano no Beco
002 - O Expresso de Hogwarts
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Arthur Snape and the Return of the Death Eater Empty Re: Arthur Snape and the Return of the Death Eater

Mensagem por Death Eater Dom 1 Ago 2010 - 0:44

002 - O Expresso de Hogwarts


Depois de uma boa noite de sono, Arthur acorda já vestido para ir para King's Cross, local onde iria pegar o seu trem para ir para Hogwarts. Ele estava ainda muito feliz por ser um dos vários alunos que vai entrar para Hogwarts e já tinha comprado sua lista de Material que vai precisar durante Hogwarts.

- Pronto, pai e mãe. Vamos para King's Cross - Disse Arthur que já estava vestido direitinho.

- Nossa...que rapidez para se vestir - Disse a mãe de Arthur que olhava para o filho.

- Não é nada de rapidez. É que quando eu fui dormir, eu puis essa roupa, para eu não me atrasar e não perder o trem! - Disse Arthur.

- Tomara que não tenha babado nela... - Disse a mãe de Arthur.

- Mãe! - Disse Arthur furioso.

- Desculpa! Então, vamos para King's Cross - Disse a mãe de Arthur.

Arthur e seus pais estavam indo em direção a King's Cross. Tinha varias placas dizendo "Welcome to London!". A família Snape finalmente acha King's Cross e eles entram dentro e começam a procurar.

- Mãe, aonde estamos indo ? Nós estamos procurando o quê ? - Disse Arthur.

- Nós estamos procurando a Plataforma Nove e Meia - Disse o pai de Arthur que olhava para todos os Pilares que existe em King's Cross.

- Acho que é aquele pilar, querido - Disse a mãe de Arthur que apontava com o dedo.

- Muito bem. Agora, vamos correndo até aquele pilar! - Disse o pai de Arthur.

- Você está doido ? Nós vamos bater e pode causar alguns ferimentos! - Disse Arthur.

- Tem certeza ? Magia existe para que ? - Disse o pai de Arthur.

Arthur e seus pais começam a correr em direção ao pilar e uma coisa extraordinária aconteceu: Arthur e seus pais atravessaram o pilar sem bater e causar machucados. Lá eles encontram o Expresso de Hogwarts, que era uma grande locomotiva vermelha a vapor. Arthur se despede seus pais dando abraços e beijos e ele entra no Expresso de Hogwarts e começa a procurar um lugar vazio para se sentar.

- Olá...Eu posso sentar com você ? - Disse Arthur que achava um lugar que não estava ocupado.

- Sim, claro... - Disse o menino que estava convidando Arthur a sentar.

- Er....Qual é o seu nome ? - Disse Arthur.

- Meu nome é Eric! - Disse Eric, que estava com bastante alegria.

- Hum...Meu nome é Arthur. Eu sou novo em Hogwarts e espero ser um bom aluno...Você também é novo ? - Disse Arthur.

- Não. Eu já estou no meu sexto ano e faço parte da Grifinória. Acredite, a Grifinória ganhou a Disputa de Casas ano passado porque eu ajudei, respondendo todas as perguntas que os professores fazem durante a aula - Disse Eric, que olhava para Arthur.

- Bem, então, o quê acha de sermos amigos ? - Disse Arthur.

- Que bom...Ok - Disse Eric.

- Miau! - Disse um gato aparecendo do nada.

- Quem é ele ? - Disse Arthur.

- Ele se chama Felício e é meu gato de extimação... - Disse Eric.

- Hum... - Disse Arthur.

Depois de mais ou menos 2 horas de viagem, todos os alunos chegam em Hogwarts.

- Muito bem...Silêncio! Meu nome é Rúbeo Hagrid e eu sou o guarda-caça e vou levar vocês para Hogwarts! Me sigam! - Disse Hagrid, que mandava os alunos seguir ele.

Depois de andar por uns minutos, Hagrid leva os alunos a um lugar cheio de barcos.

- Bem...Vocês terão que embarcar nesses barcos e começar a remar até chegar em Hogwarts. Cada um aluno vai com outro aluno e lembrando, o barco aguenta apenas 2 pessoas! - Disse Hagrid, que montava no primeiro barco que começava a flutuar na água.

Todos os alunos pegam suas duplas e sentam no barco. Eric vai junto com Arthur, já que eram amigos.

- Está um pouco escuro, não acha ? - Disse Eric que olhava para Arthur.

- Acho também... - Disse Arthur.

- Acho que iremos precisar de uma pequena ajuda - Disse Eric pegando sua varinha da sua Túnica da Grifinória - Lumus!

- Nossa! Que fantástico! - Disse Arthur que observava uma luz surgir na ponta da varinha,

- Hehehehe... - Disse Eric.

Depois de aproximadamente mais ou menos 1 hora, todos os alunos chegam no castelo e entram. Na entrada, eles encontram uma menina.

- Olá! Qual é o seu nome ? - Disse Eric.

- Meu nome é Mira - Disse Mira, que olhava para Eric.

- Hum...que nome bonito! - Disse Eric feliz.

Após o "namoro" entre Mira e Eric, Eric deixa Arthur e Mira sozinhos já que não era nenhum novato na escola. Eles encontram a diretora atual da escola. Eles são guiados para o Salão Principal, onde sentam nas mesas de suas casas, enquanto os alunos que estavam entrando em Hogwarts, estava na frente para por o Chapéu Seletor.

- Eu ouvi dizer que o teto do Salão Principal é encantado para ficar igual ao céu do lado de fora...Eu vi isso no livro "Hogwarts - Uma História" - Disse uma garota que observava o teto do Salão Principal.

- Eu estou com o pergaminho na minha mão e vou falar os devidos nomes dos alunos que estão presentes e eles irão botar o Chapéu Seletor. Vamos começar... - Disse a diretora que estava com o pergaminho na mão com cada aluno que estava presente - Senhor Diggory!

- Essa não...Estou encrencado... - Disse ele, que botava o chapéu na cabeça.

- Hum...Lufa-Lufa! - Disse o Chapéu Seletor.

Todos da Lufa-Lufa aplaude o novo aluno que senta na mesa.

- Agora...Senhor Snape! - Disse a diretora.

- Sou eu... - Disse Arthur, bem baixinho, sentando na cadeira e pondo o Chapéu Seletor na cabeça.

- Hum...Quem sabe você poderia ser da Corvinal, eim ? Mas eu acho que não será uma casa ideal para você, então...GRIFINÓRIA! - Disse o Chapéu Seletor

Todos da Grifinória aplaude Arthur, que senta do lado de seu amigo Eric.

- Que bom! Você também fará parte da Grifinória! - Disse Eric, muito feliz.

- Eu também estou feliz...Mas quem é aquela alí ? - Disse Arthur indicando a diretora.

- Ela é a atual diretora de Hogwarts. Seu nome é Minerva McGonagall e era é a diretora da Grifinória e é professora de Transfiguração - Disse Eric.

- Hum... - Disse Arthur.

Depois de vários alunos que puseram o Chapéu Seletor na cabeça, era hora da atual diretora falar.

- Primeiramente eu desejo uma boa noite para todos presentes hoje. Meu nome é Minerva McGonagall para aquelas pessoas que não me conhecem ainda e sou diretora de Hogwarts, diretora da Grifinória e também professora de Transfiguração. Antes de mais nada, gostaria de anunciar que o novo professor de Defesa Contra as Artes das Trevas será o senhor Lucas Moddy! - Disse a professora Minerva McGonagall que apresentava o professor.

Todos aplaude.

- Agora, antes que ficamos confusos com esse delicioso banquete, quero anunciar também que os alunos não podem andar pelos corredores de Hogwarts de noite. Se não sabe onde é o seu Salão Comunal, é só pedir para um Monitor ou um Monitor Chefe. Aquele Monitor que achar um de vocês andando pelos corredores de Hogwarts, não será tolerado e sua casa irá perder pontos. Obrigada e podem começar o banquete! - Disse a professora Minerva.

Depois de algumas horas, todos os alunos são chamados pelos Monitores e Monitores-Chefes de cada casa. Este os leva para o Salão Comunal. Depois de um tempo, no Salão Comunal da Grifinória...

- Nossa...Nem acredito que estou em Hogwarts! - Disse Arthur.

- Fui assim que eu se senti quando eu estava no Salão Comunal da Grifinória. Aconcelho a pegar um livro de Feitiços e comece a estudar...Foi assim que aprendi certos feitiços - Disse Eric.

- Hum...Que legal! Estou louquinho para aprender feitiços! - Disse Arthur, que pegava o seu Livro de Feitiços e começava a estudar.

Continua no próximo episódio...

Comentem! xD
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Arthur Snape and the Return of the Death Eater Empty Cap. 3 - Duelo

Mensagem por Eros Seg 9 Ago 2010 - 22:14

Cap. 3 - Duelo


Logo após uma boa noite de sono bem dormida, Arthur levantou-se para ver o sol da janela do dormitório. Foi o primeiro a acordar, ele via aquele sol refletido na água, uma coisa muito linda de se ver numa manhã fria em Hogwarts.

- Eric! Acorde.
- Mi... O que foi Arthur? - Disse ele meio que sonhando e sonolento.
- Temos aula hoje! – Disse Arthur bem animado.
- Só depois das oito, criança... – Disse Eric, quebrando o clima de Arthur. – Mas se quiser treinar feitiços, eu te empresto meu livro “Feitiços de desarmamento e muito mais!”.
- Onde está? – Respondeu.
- Na minha mala. – Disse o jovem.

Arthur olhou embaixo da cama do garoto e viu a grande mala ali, de couro sintético e armação interna de metal. Abriu e viu o livro, capa dura de madeira (coisa rara) e páginas muito bem cuidadas.

- NOSSA! Esse livro é tudo que eu sempre sonhei. – Disse Arthur, olhando o livro com seus olhos brilhantes.
- Não se iluda que não é seu, E NÃO EXPLODA NADA! – Disse Eric voltando a dormir.

Nosso bruxo/ ex-trouxa/ herói deixou os dormitórios descendo as escadas e chegando a uma sala ampla, com paredes vermelhas e o chão feito em um material muito bonito e resistente, quadros pendurados próximos a lareira o encaravam com caras curiosas.

- Deixe-me ver aqui... Página 68, Accio. ‘’Direcione a varinha em direção a qualquer e exclame Accio’’. – Arthur fez tudo o que devia ter feito, apontou a um retrato pequeno e pronunciou o feitiço. O quadro seguiu em direção a Arthur numa velocidade incrível, o aluno se assustou quando viu que o retrato ‘’freou’’.
- Caramba, o Eric pediu para não explodir, ou seja, não quebrar algo a essa hora da manhã. E como eu vou fazer isso aqui descer sem que se quebre?
- Simples... Wingardium Leviosa! – Falou Eric, já vestido a caráter para a aula.
- Nossa... Realmente você é habilidoso. – Falou Arthur.
- E você é louco? Se aquele porta-retratos não tivesse parado? Você poderia estar na ala hospitalar agora. Comece com os feitiços mais simples, e que não ponham sua cabeça em risco. – Disse Eric com tom de voz de professor.
- Página 10, Aquamenti. Eric, o que esse feitiço faz? Está meio borrado. – Disse o aprendiz.
- Aponte sua varinha até aquele cálice e se concentre na água dentro dele, fale o feitiço e imagine alguma forma geométrica.
- Aquamenti. – Um pequeno fio d’água saiu de lá e formou um quadrado. – Eric! Fui eu que fiz isso?
- Claro! Você tem talento para feitiços de controle, se concentra fácil. Tente ficar modelando a água, além de ser um passa-tempo, é um bom exercício.

Arthur ficou modelando a água diversas vezes, até que ele ouve passos vindos da escadaria que levava ao quarto feminino.
- Arthur? Já está acordado? – Disse Mira.
- Sim, estou muito empolgado com esse negócio de “abracadabra”.
- E o que seria isso? – Disse ela com uma singela cara de boba.
- Bem, nem eu sei. Usamos essa palavra para definir magia no mundo trouxa. – Respondeu Arthur.
- Bem, Arthy... O Eric está acordado? – Disse ela, corando.
-Ele tinha acabado de vir aqui, se quiser eu posso ir chamá-lo. – Disse ele, já planejando algo com um sorriso cínico.
- Não! Não precisa se preocupar...

30 minutos depois.

Mira ainda estava na sala lendo um livro próximo a Athur, que estava testando outro feitiço.

- Reparo! – Disse ele após ter rasgado uma página do livro de Eric, que ao mesmo tempo havia voltado ao lugar.
- Vai, continua rasgando o livro dele! – Disse Mira.
- Está bem... – E ele ficou fazendo o mesmo movimento repetitivo várias, irritando a senhorita Belmont (Mira).
- Silêncio! – E um flash de luz rosa silenciou Arthur até a sineta tocar novamente.

Oito horas em ponto, ouve-se a sineta tocando da mais alta torre de Hogwarts. Eric e outros alunos desciam as escadas, ainda sonolentos, uns ou outros se safavam, mas a maioria ainda estava com olheiras de noite mal dormida.

- Bom dia! – Disse ele a Arthur. – E uma flor para você... Mira. – Disse ele vermelho.
- Nossa... ainda estou um tanto confusa, mas obrigado.
- Ô casal! Nós temos aula hoje, não temos?
- Ah... Claro. – Disseram eles, que olhavam torto a Arthur pelo modo com que quebrou o clima entre eles.

Depois de uma passada no salão comunal para saborear o café, se foram cada um para uma aula: Arthur para Defesa contra as artes das trevas; Mira para Artefatos mágicos e Eric se dirigiu para fora da escola, indo para a aula externa de Animais mágicos.

Na sala de Defesa contra as artes das trevas...

- Boa tarde, alunos! Eu sou o professor Lucas, como já devem saber.

Um silêncio estranho tomou conta da sala. Quando de repente, dentre os alunos uma mão se levanta.

- Que feitiços vamos aprender hoje, senhor? – Disse Rita Sparrew, da Lufa Lufa.
- Vamos treinar o estupefaça e flipendo. – Respondeu Lucas – Já que perguntou, por que não começa?

Ele apontou a varinha para um armário e exclamou:

- Accio Alvo. – De imediato um boneco veio correndo praticamente. – Aponte e exclame o feitiço, seja flipendo ou estupefaça.
- Flipendo! – Disse ela com receio do que poderia acontecer. Quando simplesmente o boneco foi empurrado por uma forte corrente de ar.
- Ótimo! Próximo. – Assim seguiu a aula, até a vez de Arthur. – Senhor Snape, que feitiço pretende usar? – Disse Lucas, curioso pelo sobrenome do jovem.
- Estupefaça... – Disse Arthy. Logo após isso, ele apontou e exclamou o feitiço.

Um flash de memória corre na cabeça de Lucas, lembrando de um homem de preto usando um feitiço estupendo que matou seus pais.

- Sr. Lucas, o senhor está bem? – Disse Arthur, encarando o professor.
- Claro! Use o feitiço, por favor.
- ESTUPEFAÇA! – Disse Arthur com voz mudada.

O raio azul atinge o abdômen do boneco, furando-o. Todos olhavam para Arthur, enquanto que o professor, pálido, encerra a aula (sem boneco, sem aula).

- Sr. Snape, venha até a minha sala, por favor.

Logo que os alunos saíram, o jovem bruxo foi até a sala do professor. Diferentemente de todo o resto de Hogwarts, não havia quadros naquela sala, sim livros.

- Você, para alguém que começou no mundo bruxo agora, tem poderes fantásticos, por acaso, que foi o responsável pela sua matricula mesmo? - Falou Moddy.
- Senhorita Minerva. – Respondeu.
- Você gostaria de ter reforço comigo depois das aulas? Você possui um talento que só fora tido por uma pessoa.
- Sim! Mas quem foi esse cara?
- Bem... Vold... Esqueça!

Enquanto isso na aula de Artefatos Mágicos...

- Ready, set, GO! – Disse Mira cantando uma música (Ready, Set, Go!, Tókio Hotel).
- Senhorita Belmont, gostaria de compartilhar algo sobre o Polmo de Ouro com o resto da turma? – Disse a professora Guadalupe.
- Não, não... Só dizer que, no passado ele foi essencial para acabar com Você-Sabe-Quem. – Respondeu Mira.
- Muito bom, mas preste atenção na aula ou vou transformá-la em um fone de ouvido para MP4, ouviu senhorita? – Ameaçou a professora.
- Claro! – Disse Mira, assustada com o sarcasmo da professora.

Mas já na aula de Criaturas Mágicas...

- Hoje vamos conhecer mais sobre os Bichos-Papões. Podem achar que isso é uma aula de defesa contra as artes das trevas, mas vocês vão aprender a destruí-los e não a superá-los. Alguém dá um palpite de como se faz isso? – Diz Hagrid, que reaveu a sua varinha.

Dentre os alunos do sexto ano, uma mão se levanta, era a de Eric.

- Para se vencer um bicho-papão, precisasse de uma varinha com a ponta passada a pó ou regada com poção do riso. Mas queimar com luz do sol destrói os filhotes desta criatura.
- Muito boa a explicação, senhor Luz.

Todos olham para Eric e outro aluno.

- Poxa, povo... Não olhem assim para mim e para o meu irmão! Vaz, não saia atacando também, Ok?
- Claro mano... – Disse ele, pronto para usar qualquer maldição imperdoável.
- Como podem ser irmãos? Vocês não têm nada em comum um com o outro! E ainda por cima, gêmeos! – Disse Michael Loghart, Sonserina.
- Deixem os garotos em paz! – Disse Hagrid. – Eles são irmãos e só!

Um silêncio assustador toma conta da campina, deixando um eco de brisa.

- Senhor Vaz, comece. Accio Baú! –Disse Hagrid que fez com que o baú viesse, se arrastando no chão de folhas caídas. – Alohomora - Terminou.

Do baú saiu uma pessoa, trajando roupas de Hogwarts. Uma cicatriz na testa era a maior pista. O bicho-papão se transformou em Harry Potter.

- LUMOS SOLÉM! – Falou Vaz. A criatura queimou como um vampiro a o tocar a luz do sol. Vendo isso, Vaz caiu em gargalhadas.
- COMO ALGUÉM PODE TER MEDO... – Hagrid foi interrompido por Eric.

Nesse momento, todos se espantaram, era uma raridade ver Hagrid gritando.

- Não, Hagrid. Você nos conhece desde que chegamos a Hogwarts, e você também sabe que ele fez isso para te provocar. Então controle-se, isso pode acabar te prejudicando.
- Claro Eric. Não sei como ele ficou assim.
- Nem eu, Hagrid... Mas quem vai ser o próximo?
- Você, depois de acabar com o bicho-papão, está liberado.
- Mande vir! – Disse Eric já com a varinha em mãos.
- Alohomora.

O bicho saiu novamente, agora transformado em um momento, onde Eric presenciava a morte de Mira, o mesmo não querendo ver isto, sacou um saquinho do bolso e usou dois feitiços:

- Ridiculus! – Disse ele, fazendo com que a criatura se transformasse em um narciso enquanto jogava o conteúdo do saquinho sobre sua varinha. – E para completar, Incêndio.

A flor pegou fogo e se transformou em cinzas, dando um fim a o monstro.

- Excelente! Eric e Vaz estão liberados.

Já terminada a aula, Arthur e os outros se encontraram no salão comunal para o almoço, onde ninguém mais ninguém menos que Minerva McGonnagal aparece para dar um recado a todos.

- Sonorus... – Disse ela o feitiço - Atenção a todos os alunos da Grifinória! Gostaria de anunciar que o clube de duelos está reaberto e com um novo líder, o senhor Silvius. – Disse ela com a voz amplificada.
- Cara, o clube de duelos foi reaberto. Arthy, você quer ir lá? – Disse Mira.
- Claro! – Disse Arthur. – Eu vou batalhar contra todos e vencê-los!
- Não se iluda criança... Meu irmão frequenta aquele lugar, e acredite, se você levar um flipendo dele, você vai voando para a enfermaria.
- Não o assuste, Eric. – Respondeu Mira. – O Arthy é um Snape, você deve saber o que Severus Snape fez no passado, não?
- Claro que sim, mas isso vai traumatizá-lo, então não conte. Ok? – Respondeu sussurrando no ouvido de Mira, corando.
- Vamos logo vocês dois! – Disse Arthur.

Já no clube de duelos, podia-se ver naquela sala, ampla com um grande palco no meio, várias pessoas, falando e/ou duelando umas com as outras.

- Vou encarar aquele cara do sexto ano. – Disse Arthur.
-... Está bem, se mate. – Disse Eric, levando um empurrão de Mira.
- Já te disse, não assuste ele! Assim podemos ficar sozinhos... – Disse a garota, ganhando um leve vermelho em seu rosto.

Eric e Mira já estavam saindo enquanto Arthur falava com Vaz, convidando-o para um duelo.

- O QUE! Uma criança do primeiro ano resolve me chamar para um duelo? Estou traumatizado! – Disse Vaz, de muito bom humor.
- Sim, isso que você ouviu amigo. Eu quero duelar com você.
- Se é assim, vamos.

Ambos se dirigiram para o palco, onde Silvius Manfiorde, o novo líder do clube de duelos apareceu para mediar a batalha.

- Posicionem-se um de costas para o outro. – Disse Silvius, fazendo com que eles o obedecessem - Preparam as varinhas, avancem sete passos e quando eu disser zero, virem-se e pronunciem seus feitiços.

Eles o fizeram, encararam-se e finalmente disseram algo.

- Zero! – Disse o senhor Manfiorde.
- Avis, Oppugno! – Disse Vaz, fazendo com que pássaros enfurecidos fossem em direção a Arthur.
- Expeliarmus! – Respondeu Arthur, criando uma bala que rasgou os pássaros e chegou a Vaz, que fez sua varinha desferir o feitiço para outra direção.
- Como... – Disse o jovem aprendiz de bruxo.
- Simples, se um feitiço tocar a ponta de sua varinha e você souber que feitiço ele é, você está pronto para desviá-lo. – Respondeu Sr. Luz com voz de professor.
- Aquamenti! – Disse Arthur, fazendo que um jato de água cegasse Vaz.
- Como?! Uma criança pôde me cegar com um feitiço tão simples! – Reclamou.
- Mobili Corpus. – Falou calmamente o Sr. Snape.

Arthur ficou praticamente “brincando” com o corpo de Vaz, enquanto o mesmo permanecia como marionete. Uma pose humilhante aqui, outra lá até que...

- Finite Incantatem! - Disse uma garota enquanto vinha em direção ao palco. – Duelo acabado! Chega Vaz.
- Não Gabriela, eu tenho que vencê-lo! – Respondeu Vaz.
- Em primeiro lugar, você está virtualmente incapaz de dar continuidade a essa batalha ridícula, em segundo que você já se humilhou demais. – Contra-atacou Gabriela.
- ISSO VAI TER VOLTA SNAPE! Nem que eu tenha que te dar aos trasgos!
- O que vem de baixo, não me atinge, meu amigo.

Depois de duas horas procurando Eric e Mira por toda Hogwarts, Arthur vai para o salão comunal para poder comer algo.

- Vocês dois! O que pensam que estão fazendo?
- Estamos nos beijando, ora, você nunca viu isso? – Falou Eric, zangado.
- Ele me pediu em namoro hoje, enquanto estávamos fora. – Disse ela, mostrando o anel de compromisso.
- Não pensei que tinha sido algo muito sério... – Falou Arthur, realmente surpreendido.
- Pois foi. E por que você não arranja uma namorada também? – Interrogou Eric.
- Não posso no momento, preciso me concentrar nas primeiras provas e quase não sobra tempo para me aproximar de uma garota... – Respondeu Arthy.
- Não se preocupe, nós vamos te ajudar, vida em Hogwarts não é só estudo! Aproveite a vida. – Disse Mira. Muito preocupada em abraçar Eric.
- Está bem, até o fim do mês, eu estarei de namorada nova.
- Ótimo. – Falaram o casal.



Bem, espero que tenham gostado do meu primeiro capítulo como dono desta fic, ficou longo (seis páginas do Word). Só para falar, agora esta fic está sobre minha direção, muita coisa irá mudar. Bye! ninja
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Mensagem por Death Eater Seg 9 Ago 2010 - 23:05

fuuuuuuuuuuuuuuuuuu!!!!
Você acabou inteiramente com a minha fic! zuera .-.

Mas não acha que o namoro dos coitados foram bastante cedo ? Você escreveu perfeitamente, eu gostei desse episódio que você escreveu e tomara que cuide da minha idéia! Very Happy Boa sorte na sua fic!

EDIT: Arthur arrumar uma namorada ? Está proibido de fazer isso! Esqueceu que o personagem é meu ? Cuidado .-.
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Frase pessoal : Pokémon, temos que pegar!


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Mensagem por Eros Seg 30 Ago 2010 - 21:24

Nossa, não posso deixar a fic morrer.
Só estou passando para dizer que daqui para o fim de amanhã sai o novo capítulo e como a idéia do nosso amigo Death Eater deve ser conservada, ele será definitivamente DARK, ESCURO, CREPÚSCULO!?. Mas acho que sai ainda hj, portanto fiquem atentos....


Capítulo fresquinho saindo do forno de Azkabam.


Cap. 4 - Jump

Outra manhã na Escola de Magia e Bruxaria de Hogwarts, tão calma quanto a anterior. Exceto na sala do prof. Lucas.

- Belatriz, no momento não quero que você interfira nos meus planos agora, tudo bem?
- Por que não? Qual se deve o motivo desse pedido?
- Simples, eu quero reunir todos os amuletos e não ressuscitar nosso mestre, mas sim despertar seu filho legitima. – Um tom de voz frio e calmo tomou conta da voz cálida de Lucas
- Como você descobriu isso? Conte-me! Que eu saiba isso fora mantido em sigilo total pela primeira esquadra dos comensais da morte. – Falou Belatriz, eufórica.
- Belatriz, sua ingenuidade me assusta tanto quanto um Avada Kedavra rosa. Isso me foi contado pelo meu pai antes do mesmo morrer. Mas o nosso príncipe das trevas que nasceu da alma de Voldemort está dormindo dentro de outra pessoa dentro de Hogwarts, ele precisa ser despertado.
- Como chegou a essa conclusão? E como sabes que nosso Príncipe se encontra na escola de magia que já quis nos destruir?

Lucas retirou de seu bolso um relógio descomunal, como um pêndulo de hipnotismo. Mostrou-o a Belatriz.

- O relógio do mochileiro! – Murmurou Belatriz, surpreendida. – E agora você vai dizer que possui agentes dentro do ministério? Poupe-me!
- Não, não tenho agentes dentro do ministério. Eu só fui lá e roubei essa tralha que reagia toda vez que me aproximava de Hogwarts. Por esse motivo fui admitido de ultimo momento, demorei muito para perceber isso até que descobri que se tratava de um dos doze amuletos do desequilíbrio.
- Nossa, você tem alguma idéia de como encontrar os outros? Estamos com uns sete comensais a nossa disposição.
- Conheço um ferreiro do norte do país, ele é experiente e deve ter alguma idéia e... – Lucas foi interrompido por batidas na porta.
- Belatriz, vá! – Completou ele.
- Adios. – Murmurou ela.

Logo após Belatriz ir embora, a porta do escritório de Lucas fora aberta, por ela passou um cachorro de caça, carregando uma calça jeans em sua boca, seu pelo leve e suave estava esvoaçando com o vento que vinha do lado de fora do lugar.

- Samuel, você sabe que não pode ficar andando por Hogwarts sem minha permissão. – Falou ele, virando-se.
- Quer dizer que seu plano de despertar o herdeiro das trevas foi iniciado, hein? – O animago vestia-se enquanto conversava.
- Sim, mas na próxima vez que for se encontrar com alguém, apareça de blusa e perfumado, entendeu? Nem todo mundo gosta de pêlo e cheiro de cachorro que estava patetando pela lama. – Brincou Lucas.
- Tem cerveja por aqui? Estou sedento. – Murmurou
- Não, aceita suco, ou água?
- Esqueça, só quero que me pague pelo serviço que estou fazendo.

Lucas retirou do seu bolso um saco de moedas, pesado, ou seja, cheio de galeões.

- Ótimo, essa é minha motivação para fazer algo bem feito.

―――――

- Somente por curiosidade... Arthy, quem venceu a luta ontem? – Perguntou Eric, franzindo a testa.
- Eu venci. – Respondeu Arthur, abrindo um sorriso de criança e fazendo um V com os dedos.
- Não estou surpreso, na verdade eu estava querendo te intimidar, até antes da luta eu estava muito preocupado em manter sua segurança, mas lembrei de algo que esqueci agora. – Sorriu Eric, colocando o braço atrás da cabeça, deixando pulso sendo exibido.
- Qual é a dessa pulseira? Nunca vi esse tipo de coisa em Londres. – Falou Arthur olhando a pulseira azul em formato de fio de telefone (espiral).
- Na verdade são duas – Falou Eric, mostrando os dois pulsos -, Lúcida e Controlada, são uma espécie de “pulseiras do autocontrole”, você deve achar uma idiotice, mas eu as uso desde que tinha doze anos, para não mostrar quem realmente sou, minha verdadeira personalidade.
- Nossa, mas por que você não pode mostrar-se?
- Por um simples motivo: catástrofes começariam a acontecer em minha vida e na de quem fosse próximo de mim.
- Como catástrofes?
- Chega, odeio interrogatórios. – Ordenou o jovem.
- Mudando de assunto.... Você, sua noiva e eu não temos aula de poções juntos hoje?
- Verdade... – Falou Eric, pensativo – QUE HISTÓRIA DE NOIVA É ESSA?
- Não é você que tem que me responder? Afinal a Mira já se considera sua noiva, parece que planeja o casamento pra depois de Hogwarts.
- O QUE!? ELA ESTÁ INDO UM POUCO RÁPIDO DEMAIS!
- Calma, só estou brincando. – Advertiu Arthur.
- Ufa... Fiquei assust... – Falou Eric, sendo interrompido ao perceber que seus olhos estavam vendados.
- Adivinhe quem é. – A voz doce e feminina ecoou no recinto.
- Mira, o que você está fazendo no dormitório dos garotos? – A voz cordial substituiu o tom de susto presente na voz de Eric. – Fale rápido o que pretendia ver.
- Calma aí, você está exagerando um pouco, não acha? Assim você me deixa triste... – A garota trocou o tom de voz, Mira e Eric eram ótimos nisso. De doce a cálido, muita coisa mudava. Mira retirou as mãos dos olhos de seu namorado fazendo-as descer aos ombros.
- É bom que saibam que há uma criança aqui! – Advertiu Arthy, preocupado (ou não...) com sua ingenuidade, até o momento, imaculada.
- Não iremos fazer nada de errado, pelo menos, até eu ter um lapso de controle.
- Tomara que quando você tiver um lapso, eu esteja por perto. – Falou Mira, agora bancando a pervertida.
- Parem!!!!! Vamos logo para a aula antes que EU tenha um lapso e pule pela janela!

Depois da longa conversa o trio saiu do dormitório, passando pela sala comum e pelas escadarias, chega a sala de Poções, um ambiente com estrutura antiga, predominantemente verde. Estantes de madeira com livros surrados e uma janela aberta para circulação do ar também faziam parte do ambiente.

- Classe, sejam bem vindos a aula de poções! – Cumprimentou o professor Thomas.
- O que o senhor planejou para hoje? – Perguntou alguém dos fundos da sala.
- Uma aula livre, façam o que querem como quiserem, desde que esteja relacionado á poções. Qualquer dúvida, falem comigo.
- Por que não formamos um grupo juntos? – Cantarolou Mira – Assim criamos uma poção para dominar a humanidade! – Brincou.
- Eu topo, mas prefiro fazer suco de frutas. – Arthur respondeu a mesmo tom.
- Qual poção fazemos? – Falou Eric, esfolheando o livro.
- A poção de neon! Quero fazer esmalte que brilhe no escuro.
- Eu quero poção da sorte. – Falou Arthy.
- Por que não fazemos ambas e misturamos? Assim vamos obter um BOOM de vendas imediato com esse “esmalte da sorte”. Afinal, temos um armazém em Hogwarts.
- Ótimo, mas quanto a poção da sorte, vou ficar com um pouco, um pouco não, uma garrafa dela.
- Então vamos começar logo com isso. Arthy vá até o armário de ingredientes antes que ele fique lotado. Por mais que eu ache treze pessoas pouca coisa.

E Arthur foi até lá, o armário de ferro, desgasto como todo o resto da sala, cheio e vidros com conteúdos de cores e formas diferentes. Puxou seu livro e começou a pegar os ingredientes. Potes rosados, amarelos, azuis e vermelho-vivos encheram suas mãos, sorte dele que o balcão de seus amigos estava próximo.

- Misture isso com isso e nada explode – Essa mesma frase foi dita diversas vezes por cada membro do trio até que finda foi a poção do “Esmalte Neon da Sorte”.
- Até que enfim vou poder misturar isso com meu esmalte transparente.
- Eric, você guardou a garrafa que lhe pedi?
- Claro, e aqui está ela. – Respondeu Eric, dando a Arthur um pequeno vidrinho de cristal azul-céu.
- Qual é a graça? Eu pedi uma garrafa e você me dá um cristalzinho bonitinho, ou devo dizer, enfeite de árvore de natal?
- Não vou te causar um surto de sorte de graça, e também é proibido usar esse tipo de coisa em Hogwarts. Se quiser mais, só te darei depois que esse vidro acabar. A poção tem gosto de suco concentrado de uva graças ao pouquinho de “Mioranza” que coloquei e talvez o efeito não esteja tão forte por que não tem trevos de quatro folhas nem ferraduras de bronze do século XVI.

Arthur nem fez questão de responder, virou o vidro dentro de sua boca e saiu correndo em direção a janela, o espanto tomou conta da turma.

- Mãe, eu amo a senhora. – Murmurou Arthur enquanto corria e saltava.
- Nossa, eu sabia que isso ia acabar acontecendo hoje. Não concorda Mir... – Eric interrompeu seu discurso ao perceber que quem estava no lugar de Mira era Felício, seu gato de estimação. – Agora sim estou preocupado.

Eric tomou um pouco de poção da sorte e saiu correndo pela porta numa velocidade incrível. A cada passo sua pele ficava mais pálida e pálida, seus cabelos cresciam enquanto corria. O que estava acontecendo? Ao chegar ao pátio, assustado ao ver Mira lá, intacta, correu para mais perto.

- Arthur não está por aqui... – Falou Mira, friamente.
- Como você chegou aqui tão ráp... – Interrompido foi Eric por Mira.
- ISSO NÃO IMPORTA! A VIDA DE ARTHUR ESTÁ EM JOGO E VOCÊ SE PREOCUPA COMIGO, QUE ESTOU INTEIRA! – Gritou Mira, aninhando-se a Eric, chorando, que respondeu o ato.
- Calma, eu sei o que aconteceu com ele.
- O que? Fale-me.
- Vaz... Ele socorreu-o.
- Como?
- Mais tarde conversamos, agora, como você disse, nossa prioridade é Arthur.
- Isso. Tem idéia de onde ele está? – Perguntou Mira, enxugando as lágrimas dos olhos.
- No dormitório masculino da Corvinal, desacordado
- Como você sabe?
- Já disse, mais tarde conversamos. Vamos voltar para a aula e depois procuramos ele lá, Ok?




Fim de capítulo, espero que tenham gostado. Se quiserem dar opiniões, criticas e elogios, comentem. Polêmicas e casos começaram a aparecer na fic com o tempo.
Preparem seus olhos para lerem mais um capítulo chocante de “Arthur Snape and The Return of Death Eater”.
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Mensagem por Eros Ter 21 Set 2010 - 11:24

Capítulo 5 — Revelações

Parte 1:
Cap. 5 — Revelações

No fim do último dia, em Hogwarts, mas especificamente no salão comunal da Grifinória.

— Aqui está muito estranho sem o Arthur... — Murmurou Mira, aninhada ao tórax de Eric.
— Acalme-se, nós vamos salvá-lo, quer dizer, trazê-lo.

Mira parecia não escutar, seus olhos, pela primeira vez em algum tempo não estavam centrados em seu namorado, e sim no crepúsculo que via pela janela de vidro.
Quando o salão estava começando a lotar, eles saíram e foram até as escadarias.

O Sr. Luz, virou outro vidro de poção em sua boca e disse:

— Mira, suba em minhas costas. — A garota estranhou aquilo, mas nada respondeu e assim o fez.
— Você está se drogando com essa poção, não é?
— Não, isso é só poção de lebre, nem fiz questão de batizar, afinal, bebida não é comigo. Voltando ao assunto, segure-se bem.

A namorada somente sacudiu a cabeça, aceitando.

Dali, o casal saiu correndo, pelo menos Eric, a toda velocidade, estava escurecendo muito rápido e de acordo com as regras ninguém tem permissão para andar em Hogwarts a noite.

Eles passaram por quase todos os lugares da escola, mas chegando a entrada do salão comunal da Corvinal...

— Mira, fique quieta aqui, se eu demorar, corra e peça ajuda.
— Mas por quê? Se Vaz salvou Arthy, ele é uma pessoa legal, não é?
— Ele vai sugá-lo até não haver mais sangue no corpo do Arthur. — Com a calma das palavras do namorado, Mira começa a entrar em choque, deixando o seu corpo escorregar pela parede, assentando-se no chão.

Os olhos de Mira estavam brancos, pareciam ter perdido todo o sangue, do modo que Arthur perderia nas próximas horas. Ela não ouvia nem via Eric correndo em direção ao dormitório masculino de Vaz, e muito menos escutou o estouro do arrombar da porta.

— Tire suas presas do pescoço do Arthur, seu vampiro maldito! — Gritou Eric, que já tinha percebido que estava no horário do jantar, portanto o local estava vazio.
— O que foi maninho? Você sabe que preciso do sangue! — Disse Vaz, zombando da cara de seu gêmeo. Ele retirou a cabeça de perto do pescoço de Snape.
— Mas ele é meu amigo, e você sabe que só pode beber do sangue de animais.
— Agora você é o certo? Aberração.
— Claro que estou certo, eu tenho princípios não presas.
— Não é a toa que papai e mamãe não se importam com você, eles te odeiam e por isso te mandaram pra cá. Leve seu amigo, antes que eu retalhe sua alma de uma vez!
— Que isso não se repita, ou EU vou queimar o que sobrou da sua, se é que sobrou.

Vaz afastou-se e deixou que Eric pusesse Arthur nos ombros, levando-o de lá.

— Vamos, Mira, Arthur está a salvo.

A garota recobrou a consciência.

— O que aconteceu? Eu acho que devia ter entrado com você.
— Acredite, você não iria querer ver o que aconteceu...
— Vamos levá-lo a ala hospitalar antes que escureça mais.
— A poção acabou.... Vamos demorar um pouco e podemos ser pegos por um monitor. — Falou Eric pensativo.
—Agora todos estão jantando, e a possibilidade de nos pegarem é pequena, portanto, vamos andando.

Eles seguiram seu caminho fizeram um trajeto bem pequeno depois que chegaram ao terceiro andar, a passagem secreta da estátua levava para perto da ala hospitalar.

— Senhorita Derutchi, ele está bem, não está? — Perguntou Mira, apreensiva, à nova enfermeira; estatura média, como muitos outros, estava aos seus 25 (vinte e cinco) anos.
— Como seu namorado já disse, ele só está descordado, mas está com um pouco do veneno Transformia Vampýrica, vai ser fácil retirar isso das veias. Mas você tem que ir logo para o dormitório, ou pretende ficar por aqui durante a noite?
— Não sei...
— Mira, você dormiu pouco ontem, comeu quase nada hoje e está andando por toda a escola o dia inteiro. Tem certeza de que não quer ir dormir? Eu fico aqui com o Arthy.
— Eu só vou sair daqui quando Arthur estiver andando sobre suas duas pernas.
— Então... Enfermeira, ele pode passar a noite no dormitório? Eu sei a receita do antídoto antivampírico, e tenho alguns conhecimentos médicos. Tudo bem?
— Se é assim... Dê uma dosagem de 20 (vinte) gotas misturadas à água quente, se quiser ponha açúcar, pois o gosto é horrível.
— Tudo bem então. Vai ser duro ter que subir as escadas com todos os 36 (trinta e seis) quilos do Arthur.
— Peguem essa passagem secreta — Disse a enfermeira, apontando a varinha para a porta no fim do corredor formado pelas macas, onde aparentemente havia só uma pia, tinha na verdade um corredor — Vão, rápido!

E assim eles chegaram ao salão comunal da Grifinória, ou se preferir, sala vermelha.

— Luz, onde você pretende preparar o remédio?
— Esquente a água para mim enquanto eu pego minha mala, temos que terminar isso rápido, ou teremos outro vampiro no mundo.

Mira chegou perto do corpo de Arthur, que estava deitado ao sofá, passou a sua mão pelo rosto dele, chegando até a testa.

— Eric! Ele está ardendo em febre!
— Acalme-se! Isso é normal da transformação.
— Como sabes tanto sobre vampiros?
— Eu vivo com eles, tenho que aprender algo. Depois conto tudo.

Eric trouxe sua mala para sala, abriu-a e ia retirando as roupas de dentro dela, chegando ao aparente fundo da mesma, falso, dentro do compartimento secreto havia outra mala menor, essa preta e mais simples. Dela retirou algumas coisas, as mais notáveis seriam o líquido verde, o rosa e um pó.

Ele os misturou, criando uma espécie de líquido homogêneo transparente, pegou uma seringa e pôs o líquido dentro dela.

— Você vai furá-lo?
— Sim.
— Onde?
— O lugar da mordida, Vaz não se acostumou com o modo certo de transformação, por esse motivo ele ataca o pescoço e acaba colocando pouco veneno no corpo da vítima, ele acha vulgar.

Eric olhou o pescoço de Arthur, procurando por algo, uma mancha ou uma pista algo assim.
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