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Mensagem por Water Seg 3 Jun 2013 - 23:03





Galeria do Paulo



Bom, é uma galeria de One Shots, Curtas e, quem sabe, até poemas. Não pretendo desenvolver muito, não estou sonhando alto com este tópico, apenas vou expor minhas ideias quando surgirem (e eu quiser passar para o papel), então não ficarei me prendendo ao limite de um mês de postagens para trazer conteúdo, mas sim ao tempo que leva para desenvolver. Enfim, espero que goste da galeria.




Fiz esse texto meio que sem objetivo, foi mais por uma ideia que tive e comecei a desenvolver para ver até onde ia, mas estou logo avisando que o personagem da OneShot não sou eu, um alter ego poderia chegar perto do que ele significa para mim, mas ainda está errado. É apenas um personagem fictício com uma ideia para expor. Nada mais.

O texto que se passa abaixo não tem uma estória definida, ou se tem, é bem simples. Fala de um garoto que estava assistindo a sua aula quando teve uma epifania e decidiu relatar o que se passava por dentro de sua mente.





O lado desumano da humanidade


Lá estava eu, em mais um dia monótono na escola, meu amigos, sentados próximos a mim, faziam piadas sobre acontecimentos passados e riam juntos. Eu poderia facilmente me juntar a eles e ignorar o professor e sua aula, mas optei pela exclusão de ambas as possibilidades. Trancado no meu pequeno mundo, onde nada pode me ferir, onde tenho a liberdade de pensar no que quiser sem ser moralmente questionado. Expor a opinião perante a classe parecia arriscado demais, visto que sou tímido e, dependendo do nível de meu comentário, as pessoas poderiam simplesmente se afastar de mim, me excluir de seus grupos sociais. Escolho o silêncio de meu corpo e a agitação da minha mente inquieta, olhando para a lousa para pelo menos parecer que não estou "fora de órbita", mas sim assistindo a aula.

Ah, a mente humana, o único lugar, de fato, no mundo dedicado exclusivamente a você. O infinito de nossa imaginação é a única coisa que ainda me faz ter esperança na humanidade. Alguns dos meus professores sempre falavam que o humano é a escória da terra, é a praga que está a dizimá-la, ser cuja única motivação é destruir para obter representações ideológicas de poder. Outra parcela, no entanto, tinha fé que nós podemos mudar e nos tornar seres pacíficos, que problemas como o desmatamento são causados apenas pelos ditos "homens de mau coração", enquanto os supostamente puros lutam contra eles para tentar mudar o mundo. Este era o caminho que eu havia optado acreditar, o que é irônico, visto que nem em Deus consigo ter fé. Escolha fruto de minha grande ignorância, com certeza deve ter sido essa a razão para que tivesse esperanças em algo tão ficcional quanto esta utopia de que falam.

Meu mundo começou a se abrir depois de um filme. Sim, outra ironia. Eu nunca acreditei que filmes pudessem transmitir mensagens de fato significantes, que pudessem ser artifícios para o desenvolvimento mental. Para mim eram apenas o produto usado pelos homens poderosos para manterem suas riquezas, produzindo um "lixo cultural" que corrompe a mente das pessoas. Bom, talvez nenhuma das duas alternativas esteja correta, o que acho agora é que os filmes passam uma fração de ideia, que serve como impulsionadora para que você mesmo tire suas conclusões sobre o quer que esteja passando pela sua cabeça. Isso quer dizer que não se deve analisar o filme como um todo para que você comece a refletir, os efeitos visuais, sonoros, as personagens não passam de uma camuflagem para a sua verdadeira essência, a sua mensagem. Existem produções cinematográficas pobres, que possuem uma ideia tola a passar, algo já saturado e monótono, mas isso acontece por este não ser o foco da produção, que deve ser a diversão do público. Mas não foi um filme assim que assisti, não. O que eu vi era mais complexo, e mesmo que a sua intenção não fosse desencadear nas pessoas este tipo de pensamento que estou tendo agora, ele fez a mim por meio de um impulso interpretado por minha mente, e isso que importa.

Ser humano, o que é, afinal? Bom, o nome sugere que é um ser, uma criatura viva, algo capaz de agir de forma singular. O termo "humano" serve para nos diferenciar, nos classificar perante a grande diversidade de "seres" existentes no universo. A diferença entre nós e os demais seres é que nós pensamos, raciocinamos. Nós temos consciência da existência de nossas vidas, da passagem do tempo e que, um dia, não existiremos mais. Talvez não em corpo, pelo menos. Ideias são eternas, por mais que nos tirem a vida, nossa luta, nossa mensagem estará eternizada nos que ainda vivem e poderá ter efeito mesmo sem a nossa influência direta. Os animais agem com base em seus instintos, e eles os dizem para se alimentarem e se reproduzirem, essa é a lógica básica da natureza. Eles fazem isso pois é a única forma que acreditam ser possível sobreviver, não conseguem mudar. Nós somos diferentes. Nós temos noção do que podemos ou não fazer, de como fazer, ou até mesmo porquê fazer. Isso é graças a nosso intelecto superior, mas também graças a nossa infinita imaginação, que nos permite ultrapassar os limites do mundo das percepções e cavalgar pelos campos do incrível. É isso que nos faz, de fato, humanos, não nossa anatomia ou fisiologia, isto nos faz seres.

É considerado desumano ceifar uma vida, acham um crime dificilmente pagável para que haja justiça, mas o que nos faz humanos não é o corpo físico que nos foi tomado. Seres humanos nós somos apenas por nascermos nessa espécie, mas para perdermos nossa humanidade não é necessário assassinar alguém, apenas abdicar de nosso intelecto e tornar-se um animal irracional. No entanto o ato de "apagar" alguém não significa apenas tirar seu corpo da existência, mas impedi-lo de tornar se algo no futuro, destruir seus sonhos, suas memórias, isso sim é desumano, talvez por isso tal crime seja tão brutalmente julgado. É, parece que eu creio na mudança de comportamento de qualquer pessoa.

Não acredito que hajam humanos propriamente ditos, apenas seres humanos. "Humano", este termo ideológico, em minha opinião, sugere perfeição. Mas isso pertence apenas ao mundo das ideias, do incrível, do irreal. O "ser humano" é uma espécie, apenas isso, comete erros como qualquer outro ser, daí seu nome. Seguindo essa linha de pensamento, deduzo que o ele nunca é totalmente humano, embora seja a criatura que mais se aproxima deste termo de benevolência. Nós erramos, sim, nós prejudicamos aos outros, sim, isso é parte do que nos faz sermos o que somos, imperfeições, mas também agimos corretamente em diversas situações. Eu classificaria o ser humano como um meio termo entre a perfeição, normalmente idealizada como deuses, e o animalesco e selvagem do raciocínio debilitado.

Nós fomos criados com um propósito ainda desconhecido. Talvez cada pessoa tenha seu próprio objetivo na vida, traçado por suas escolhas e decisões, então generalizar com um objetivo comum para toda uma espécie deve estar errado. Está aí outra característica humana: o poder da decisão. Isso é fruto de nossa capacidade mental superior, e apenas por isso, então creio que esta particularidade não deva ser considerada, pois já está inclusa no nosso poder de raciocínio. Ainda existe a possibilidade de tudo isso ser uma ilusão criada por nossa consciência para que nos sintamos livres, quando, na verdade, tudo já está predestinado, mas não gosto de pensar que não posso controlar meu futuro, então considerarei a primeira opção como a que quero crer. Está vendo como a mente humana é impressionante? Existem duas possibilidades de mundos, um deles é o que nós, de fato, estamos vivendo, enquanto o outro foi apenas imaginado, criado por nós para tentar desvendar os mistérios que nos cercam.

A imaginação infinita unida ao imperfeito é o que me assusta. Tal capacidade de raciocinar agora pode ser usada para prejudicar os outros, só de imaginar as possibilidades que podem resultar dessa mistura já fico arrepiado. Meu segundo maior medo é me esquecer de quem eu sou, é perder minha identidade e princípios, virar apenas um mero joguete de um desafio de gigantes, abdicar de minha humanidade. Claro, vocês já devem saber qual é o primeiro, que é perder as pessoas que amo.

A ciência é uma ferramenta perfeita em todos os sentidos. Ela permite a nós desvendar todos os mistérios que atormentam o ser humano desde sua criação. Claro, por ser uma ferramenta, não pode fazer nada sozinha, mas por isso ela também não distingue o mau do bom. Um martelo pode ser usado para martelar pregos e fazer uma estrutura funcional benéfica, ou pode simplesmente ser jogado contra alguém como arma, este martelo é a ciência. Claro, ela pode ser usada para o bem, ajudando na cura de doenças e respondendo aos nossos anseios, mas este é apenas um lado da faca de dois gumes. Aliada a uma mente imperfeita como a nossa ela também possibilita criar diversos instrumentos que reduzem cada vez mais o nível de humanidade de quem o usa. Com esta tecnologia os poderosos poderiam facilmente nos fazer esquecer nossa humanidade, poderiam deletar nossas memórias ou até limitar nossa imaginação para que nos comportemos. Mas porquê eles fariam isso? Poder. Simples e corrupta ideologia de controle usada para justificar os atos de nossa imperfeição.

É neste ponto que quero chegar: tais ferramentas poderiam nos deixar desumanos, não só os que a usam, mas as vítimas também. Este medo, antigamente inconsciente, é o que me faz ter desprezo por nossa espécie, é o que me faz duvidar se nós realmente somos melhores que os outros seres que nos cercam. Talvez meus professores estejam certos em não gostar da própria espécie. Não sei se eles passaram por tal reflexão para chegar a esta conclusão ou se estão apenas "falando por falar", mas sei que a minha decisão é certa, pelo menos até uma nova ideia surgir em minha mente e desmentir tudo o que havia acreditado. Até lá sigo com meu atual pensamento sobre nós..

OBS: Ok, admito que esta One Shot não seguiu bem os padrões, mas vou tentar fazer algo mais tradicional na próxima, embora não possa prometer nada.

Black: Tópico trancado por inatividade, caso queira reabri-lo mande uma MP a qualquer FFM.
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