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Dragon's Heaven

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Mensagem por Shiota Ter 11 Ago 2020 - 20:53

Oi gente! Desculpa a looooooooonga demora, várias coisas aconteceram que complicaram meu processo de escrever o cap mais do que eu mesmo já complico, mas enfim, finalmente estou aqui. Primeiro, vamos aos:


Comentários:

Hey @Black~ o/

Fico feliz que gostou do cap e desse começo que dei, foi algo que criei mais como você falou, explorar mais a personagem, porém vai acabar tendo alguma importância depois. Eu acho que fiz muita coisa “de última hora” nessa fic, mas esse nome do cap foi literalmente de última hora porque eu realmente esqueci q os caps precisam de títulos KKKKKK. Inclusive, to escrevendo isso aqui um dia antes de postar e acabei de notar que esse aqui também ta sem título até agora, vou bolar algo.

Sim, isso será bastante explorado, é um dos grandes pontos na fic, então vocês devem ver ainda mais recolors estranhos por aqui. Na verdade a ideia que eu tinha na cabeça era uma cor bem parecida com a do shiny original, que só conferi depois, por isso mudei pra preto ksodpkfapokdpoafk. Uma “dica” caso não queira ficar verificando se é shiny ou essa cor anormal (pois shinies serão bem importantes aqui também em um ponto), além de eu provavelmente deixar isso explícito pela reação dos personagens, todos esses “estranhos” terão uma esclera do olho de algum tom novo também, o que geralmente não muda nos shinies.

Nessa parte eu exteriorizei toda minha frustração presa na garganta de ver os protagonistas fazerem qualquer coisa logo no começo da trama (não só com Pokémon, inclusive) e dar certo, mas o mundo dá voltas e “chegou” a heroína, né? akopsdakdpaosk

Pra ser sincero eu também odeio isso de “aparecer na hora certa”, mas não foi bem o que aconteceu aqui. Embora tenha parecido isso por inicialmente ser no pov da Kanna, foi algo mais como na sua segunda teoria. A explicação está nas entrelinhas desse cap aqui e, embora possa passar despercebido, acho melhor eu não explicar pra que você tenha a oportunidade de ver por você mesmo kkkkkkkk. Talvez quase tudo sobre ela e o título da fic fique fechadinho com esse cap aqui, espero que fique mais claro.

Bom, isso é um mistério que eu vou manter por mais um tempinho, mas ta tudo relacionado. Seria bem trágico se ele vencesse kkkkkkkk mas felizmente Ryu deu conta.

Eu juro que eu queria muito dizer logo o nome dela ali porque foi muito difícil narrar sem isso, mas não vi uma oportunidade que não fosse artificial, idiota ou desconexa com ela.

Obrigado por me avisar das crases, embora eu não tenha corrigido o anterior, tentei me atentar mais nesse aqui.

Até mais o/

Hey @Brijudoca o/

Obrigado pelo elogio! Sinceramente eu só notei que sou um tanto “detalhista” em tudo que escrevo (até respostas de comentários……..) quando vocês falaram disso por aqui, então espero não decepcionar alguma hora, mas existem caps e caps ne, algum pode vir mais fraco nisso por algum motivo kkkkkkkkkk. Porém se você ficou com vontade de comer chocolate, acho que atingi totalmente meus objetivos -q 

Bom, tem bastaaaante do plot envolvido nesses bichos de cor estranha aí, a começar pelo “caçador”, vou mostrando isso aos pouquinhos. Eu também adoro o Treecko, felizmente ele calhou de ser uma ótima opção pra Kanna por n motivos, fico feliz que tenha gostado.

Fico feliz também de saber que gostou da batalha, sou um tanto quanto inseguro nesse ponto oidjsfksaoidakd. E, bem, vejo que você conseguiu imaginar a cena da mesma forma que eu sobre os chifres dele DOSAKDSOAIDJ.

Eu não tinha pensado em continuar pelo pov da Kanna até você falar, eu literalmente só me livrei dela na cena ali pra me poupar um pouco. É uma ideia interessante, talvez eu recorra a ela em outro momento. Sobre a mudança de pov, eu também não pensei nisso, talvez seja uma boa mesmo. Eu costumo associar essa mudança à uma mudança de cenário também (tipo uma pessoa em pallet e outra em viridian), talvez por isso não passou pela minha cabeça, vou tentar me atentar.

Essa música de three days grace me veio imediatamente quando imaginei a cena do bicho descontrolado aksdopakdopaksd fico feliz que tenha gostado. A de lolzeiro vai funcionar como uma ending pra fic, e já adianto, vão ter muitas músicas de lolzeiro… não tenho culpa se a Riot é boa com isso também, ta? -q 

Até mais o/

Hey @roberto145 o/

Fico feliz quando consigo atingir meu objetivo de demonstrar um personagem ao invés de falar, você parece estar pegando o tipo de personagem que ela é sem que eu precise falar “Kanna é isso ou aquilo”. E bem, confesso que eu mesmo estava mais pro lado do vilão nesse ponto, mas adorei seu ponto de vista em defesa da Kanna kkkkkkk. Acho que a comparação com o gyarados é uma boa forma de começar a pensar sobre isso, ainda que não seja tão exato. Quanto à “Tarzan” (que é bem nessa linha também), acho que algumas peças se encaixarão melhor para ti com esse cap aqui.

Até mais o/

Hey @*Nina* o/

Me chama pelo nome mas não me chama de Shiota, vê se pode… obrigado pelo elogio e sim, por algum motivo que eu nem lembro mais eu decidi chutar o balde logo e colocar nome japonês kkkkkkk acho que gostei de Kanna.

Uma vez otaco sempre otaco

E que bom que gostou disso, eu concordo contigo que é bom dar um ar mais sério e esse elogio vindo logo de você é super gratificante -q eu amo fazer ironias, tanto com o universo Pokémon quanto comigo mesmo, então espero continuar agradando nisso.

Ora ora, não vou dizer muito pra não dar spoiler, mas isso aí foi uma ótima linha de pensamento sobre o que está acontecendo com os Pokémon.

Como eu disse acho que pro Black, eu queria muito ter colocado o nome dela logo pra facilitar minha vida, mas não rolou, então bolei esse “título” (que acho que já ouvi em algum lugar) pra me ajudar kopsakgapodsksapod. Inclusive continuei usando porque ter duas meninas da mesma idade acaba complicando um pouquinho nos adjetivos.

Como eu penso um tanto demais, eu também já tinha pensado em como que ela cresceu lá (embora não especificamente sobre fraldas, mas fraldas não existiram sempre, né? kkkkkk) e tinha bolado algo sobre, mas mudei um pouquinho pra ficar menos “forçado”, uma mudança simples que não compromete nada no enredo.

Obrigado por indicar os erros, vou ajeitar eles depois, junto com os do capítulo anterior a esse aí. Até mais o/

Hey @Alice Le'Hills o/

Bom, meio que foi a intenção jogar vocês em um cenário “confuso e misterioso”, assim como será a intenção esclarecer aos poucos as coisas, então eu espero que tudo funcione como planejo kkkkkk. 

Eu não tenho certeza se te disse comentando na sua, mas provavelmente a principal responsável de me fazer preferir trabalhar com regiões originais foi você mesma, acho que você me apresentou bem a ideia kkkkkk eu disse em algum lugar aqui também, essa fic poderia ser muito bem em Hoenn, mas eu gosto de ter 100% de liberdade, mesmo tendo mais trabalho.

meudeus eu não tinha pensado em nada sobre isso ai KKKKKKKKK 

Sim, é exatamente “verde” em japonês, como sou meio ruim com nomes acabo pegando uns bem simples pros Pokémon.

Então você lembrou do que ele disse, hehe… esse é justamente o ponto que pretendo clarear com esse capítulo.

A ideia de colorir eu literalmente roubei do Ice, e ainda tive a cara de pau de ir atrás dele pra pedir dica de qual tom exatamente ele usa -q. Obrigado pelos elogios em geral! A ideia é ser uma fic de jornada, apesar de que a jornada nem efetivamente começou direito, mas espero deixar tudo claro com o tempo. Até mais o/

Hey @Sally o/
Que bom que está por aqui de novo, me faz pensar como um ponto positivo por ter demorado tanto a postar KKKKKK

Fico feliz que tenha gostado já por isso, Dragon é um dos meus tipos preferidos também.

Obrigado pelos elogios e eu fico ainda mais feliz de saber que consegui te fazer sentir tudo isso lendo, sempre me pergunto se vou conseguir transmitir bem o que quero, e parece que consegui. 

As coisas do prólogo e a do cap 1 vão começar a se conectar lentamente, com um pequeno gancho presente nesse cap aqui. E quando imaginei toda a cena lembrei logo da música, não poderia ser outra kkkkkkk eu também conheci ela por amvs de anime e acho que é nisso que mais me inspiro nas lutas, dai acabo usando músicas de amv de anime KKKKKKK.

Até mais o/

Enfim, na minha própria opinião esse aqui não foi meu melhor cap, mas fui obrigado a seguir a filosofia do “antes feito do que perfeito” ou nunca sairia. E como eu disse ao briju, só pra deixar claro, a música ali vai funcionar como uma ending por enquanto, a cena que vem depois dela é como um “pós crédito”... enfim, ao cap!





Capítulo 2
Selva de Pedras


Após perceber que os sons da batalha cessaram, Kanna saiu de seu esconderijo provisório. Ela aproveitara aquele tempo para cuidar dos ferimentos de Treecko, que agora já parecia se sentir bem melhor, mas ainda estava nos braços da treinadora.

— Eh… —  Sem jeito, ela se aproximou de sua salvadora, que estava próxima ao Pinsir, observando-o — Obrigada por-
— VOCÊS SÃO IDIOTAS?! — Gritou a outra menina.

A repentina agressividade da garota misteriosa chocou Kanna, que ficou totalmente sem reação. 

— Por que vocês atacaram aquele cara? — Ela continuou, dando bronca — Acharam que conseguiriam derrubar aquilo? — Chegou ainda mais perto dos dois, apontando o dedo para o Treecko — Se você não tivesse desviado dos dois primeiros golpes, você teria morrido, seu coisinha, mor-ri-do — disse pausadamente para dar ênfase e passou a apontar para Kanna — e você morreria logo em seguida.

As palavras dela perfuraram a mente de Kanna. Era verdade. A adrenalina do momento e a milagrosa salvação a fizeram desperceber a seriedade da situação, até ali. Ambos treinadora e Pokémon passaram por um fio da morte. Kanna começou a pensar em sua família, seus desejos, seu sonho. Tudo aquilo evaporaria por sua atitude inconsequente. Contudo, o que mais a abalou foi pensar que ela seria responsável pela morte de Midori. O sentimento de culpa a fez cair sentada no chão e abaixar sua cabeça pela vergonha que sentia de si mesma e olhava apavorada para seu Pokémon. A outra menina sequer estava prestando atenção nisso, apenas olhava para qualquer direção com os braços cruzados.

— Vocês queriam que um anjo caísse do céu e salvas-

Salamence, que até então apenas observava, golpeou a cabeça de sua treinadora com sua cauda. O golpe interrompeu a fala e a fez levar a mão até a região atingida, enquanto encarava com raiva o Pokémon. Ryu apenas ignorou o olhar ameaçador, fitando-a de volta com um olhar sério, como se ele que estivesse dando a bronca agora. Ele apontou com a cabeça para Kanna para que ela finalmente se tocasse da situação.

As primeiras lágrimas estavam se formando no rosto da menina e caiam sobre o rosto de Midori, que apenas tentava enxugá-las com a mão numa tentativa de consolar sua companheira. 

— Desculpa… — Kanna disse, em meio ao choro, abraçando forte o Pokémon — Desculpa, Midori…
— Eeeh — a dragoneira percebeu que foi um pouco pesada com as afirmações e buscava alguma forma de consolá-la — olha, vocês foram uns imbecis, de verdade, mas já passou! — conseguiu fazer com que Kanna saísse de seu desespero por um momento e olhasse para ela. — Pra sorte de vocês a gente tava aqui… embora eu quisesse mais uns três Dragon Dance enquanto ele não estava olhando, e tive que acabar chamando atenção por causa de vocês… — ela desviava o olhar enquanto coçava a bochecha — mas enfim, deu tudo certo, não deu? — e finalmente deu um sorriso amigável, ainda que bastante forçado.

Aquele falatório todo serviu para pelo menos deixar Kanna intrigada. Pensando bem, ela estava numa região que era considerada ponto de partida para a maioria dos treinadores Pokémon e que, até mesmo para eles, era uma floresta sem muita importância, que levava a uma vila sem muita importância. Mesmo assim, aquela menina estava ali. E ela tinha um SALAMENCE.

— Espera ai… q-quem é você? — indagou com um olhar curioso — E o que está fazendo aqui?
— Ah, meu nome é Ryura — a menina respondeu a primeira pergunta, cerrando o punho como forma de mostrar sua determinação para responder a segunda — E eu tô procurando o Rayquaza!

Kanna ficou boquiaberta.




Ryura mastigava uma das trufas que Kanna lhe deu — com muito peso no coração, pois a mesma não pretendia dividí-lo com ninguém — enquanto esta a observava, ainda um pouco confusa com a história que a outra lhe contara.

— Então… — Kanna disse, sem saber nem por onde começar a tentar esclarecer as coisas — você ta procurando… um... Rayquaza? E era pra ele estar aqui nessa floresta?

— Se eu soubesse onde ele está, eu não estaria procurando. — Ryura respondeu, considerando a pergunta bem estúpida. — Mas eu sei que ele está em algum lugar por aqui nessa tal de Tendora.

Segundo Ryura, ela morava em uma ilha a leste dali, lar de muitos Pokémon dragão, mas que Kanna tinha certeza que sequer existia no mapa. Ela supostamente chegou em Tendora voando em Ryu, após o Rayquaza Negro com o qual ela vivia sumir. Muitas coisas nessa história eram questionáveis e duvidosas, mas a observando daquela forma, se deliciando na trufa, ela estava à vontade demais para estar mentindo. 

— Espera… — Kanna ainda tentava processar toda aquela história confusa — você vai procurar… um Rayquaza… num país inteiro?
— Aham.
— Sem nenhuma pista?
— Aham.
— Você é idiota?! — Kanna deu um leve tapa no próprio rosto.

Ao menos, agora facilmente poderia acreditar que ela viveu isolada em uma ilha por muito tempo, com ou sem Rayquaza. Ela não parecia ter noção alguma da dimensão do país, nem dos perigos que espreitavam. Kanna era uma completa estranha, mesmo assim, Ryura contou toda aquela história a ela sem qualquer receio. Só a informação de que existia uma ilha desconhecida, cheia de Pokémon dragão, já poderia interessar muito as pessoas erradas. Isso sem contar fato da ilha — hipoteticamente — ser o lar de um Rayquaza negro.

— Rayquaza uma vez me disse que eu tenho que ter muito cuidado com humanos — Ryura interrompeu os pensamentos de Kanna, com um sorriso provocativo no rosto —, mas você e esse treco aí não são perigo algum pra mim.
— Não é “treco”, é Treecko! — Kanna semicerrou os olhos, em sinal de reprovação. — E você é uma humana também.

Ryura não se importou com nenhuma das respostas da menina revoltada. Naquele mesmo momento, o Pinsir, que até então estava desacordado, se levantou. Sua coloração parecia ter inteiramente voltado ao habitual e ele parecia fraco, possivelmente devido aos danos sofridos na luta, que ainda demoraria a recuperar. Mesmo assim, Ryu, que descansava próximo ao inseto, se levantou e ficou de guarda. 

Pinsir parecia desnorteado. Ele olhou para o dragão, que ameaçava atacá-lo a qualquer instante. Era uma espécie desconhecida por ele, que sempre viveu naquela floresta, mas todo aquele semblante ameaçador o fez se sentir em perigo. Ele correu amedrontado em direção ao fundo da floresta. Salamence começou a bater asas, preparado para persegui-lo.

— Espera! — Gritou Ryura, interrompendo o dragão. — Que estranho…
— Os Pinsir vivem por aqui naturalmente — disse Kanna — ele não vai fazer mal à floresta. Não sei por que ele agiu daquele jeito, mas deve ser culpa daquele cara.

Ryura deu de ombros e, como orientado,  simplesmente o deixou ir. Com isso, ela  finalmente começou a andar, na direção contrária a de Pinsir.

— E-ei! — Exclamou Kanna — Aonde você vai?
— Eu não já disse? Vou procurar o Rayquaza.
— Escuta… — suspirou — olha, vamos fazer assim, eu sei de alguém que pode saber mais sobre onde está o Rayquaza e estou indo pra lá agora, que tal irmos juntas?

”Fácil demais”, pensou ao ver os olhos de Ryura brilharem ao ouvir aquilo. Não era exatamente verdade, mas também não era mentira, se tinha alguém que poderia indicar algum rumo para aquela pobre garota era a famosa professora da região, Nao Futaba. Além disso, não podia largá-la por aí à própria sorte, certamente surgiriam muitos desafios que a força bruta de Salamence não seria suficiente para lidar e, considerando que sua vida foi salva há minutos por isso, era justo ajudar.

Não foi difícil sair da floresta. Midori e Kanna andavam à frente guiando o caminho, enquanto Ryura e Ryu vinham atrás. A mera presença do dragão fazia com que nenhum Pokémon selvagem ousasse dar as caras, o que também facilitou o trajeto.

Quando finalmente saíram da floresta, o cenário mudou drasticamente, muito mais rápido do que Ryura conseguiu processar. Apenas uma curta estrada separava elas da cidade de Gladena. Não era uma das mais modernas do mundo, mas já contava com alguns prédios e uma paisagem muito mais cinza, que contrastava com o céu alaranjado de fim de tarde, um vislumbre bem diferente de onde Kanna viera e, certamente, completamente diferente de tudo o que Ryura já viu.

— E aqui estamos… — Kanna girou nos tornozelos, para que pudesse ver a reação de Ryura — a cidade.

Ryura não parecia sequer ter ouvido aquelas palavras. Apenas olhava para frente, tentando absorver cada detalhe que seus olhos podiam identificar. Daquela distância já era possível ver carros, pessoas com roupas sociais vagando pelas calçadas, semáforos, postes, prédios… estava perdida nesse mar de informação.

Kanna encostou uma Premier Ball na testa da companheira. A superfície gelada surpreendeu Ryura e a trouxe de volta com um leve susto.

— Então, tipo… acho que não é uma boa a gente entrar com um Salamence voando por ai… — Falou enquanto colocava a esfera na mão de Ryura. — Eu ganhei essa extra, então pode ficar com ela.

Kanna retirou outra esfera da bolsa, pegou Midori no colo e encostou a esfera bicolor nele, fazendo-o ser sugado para a Pokéball por meio de uma luz vermelha. Então ela olhou para a companheira, como se indicasse para que fizesse o mesmo.

Ryura olhou para a esfera em suas mãos e logo em seguida olhou para Ryu, que parecia reprovar a ideia. Os dois se encararam por alguns segundos, com o olhar fixo um no outro, sem se mover nem um centímetro ou sequer piscar os olhos. A treinadora finalmente deu um sorriso malicioso,  saltou para cima do Pokémon e agarrou em seu pescoço, que por sua vez se debateu e balançou suas asas numa tentativa de fazê-la largar, sem sucesso. Enquanto balançava no ar, Ryura encostou a esfera ao corpo do Salamence, que foi abduzido por uma luz vermelha e forçado a entrar na Premier Ball. A esfera balançou três vezes, até indicar a captura com um “click”.

— Bom… você é quase uma treinadora oficial agora. — Disse Kanna antes de soltar um sorriso amarelo após toda a “briga” que presenciara. — Enfim, vamos indo!

Com Kanna na frente, ambas andaram rumo à calçada. Apesar de já ter contemplado a paisagem urbana no primeiro momento em que saíram da floresta, Ryura sentiu-se ainda mais deslocada com o passar de algumas esquinas. O trânsito, que ela sequer sabia como funcionava ou do que se tratava, estava bastante movimentado naquele horário. Os carros passavam à uma velocidade incrível aos seus olhos, causando espanto sempre que algum passava muito perto. Dezenas de pessoas andavam pelas ruas, algumas sequer notavam a presença das garotas ali, enquanto outras pareciam ter a atenção cativada por ela, provavelmente pela forma esquisita como estava vestida.

Numa tentativa de passar mais despercebida pelos olhares e de reparar menos neles, Ryura cobriu a cabeça com seu capuz. Mesmo assim, não parava de olhar pelos cantos, se sentindo totalmente desconfortável ali. Preocupada demais com os desconhecidos, ela sequer percebeu que Kanna também estava prestando atenção nela, notando seu suor e sua pele pálida.

Kanna desacelerou o passo e pegou na mão de Ryura. Assim como a sensação que teve com a superfície gelada da Premier Ball mais cedo, Ryura sentiu como se tivesse sido acordada pelo toque. Confusa, ela olhou para Kanna, que apenas sorria amigavelmente. Nunca tinha experienciado esse gesto, mas de alguma forma, era como se fosse reconfortante. Respondeu o sorriso da outra garota com um sorriso envergonhado, sem sequer tentar disfarçar seu nervosismo. As duas voltaram a andar, ainda de mãos dadas, o que gradualmente contribuia para acalmar cada vez mais o espírito de Ryura.

Durante o caminho, Kanna ensinou o básico das ruas de uma cidade, como o famoso “olhar para os dois lados antes de atravessar”, o significado dos semáforos, das faixas de pedestres, das placas, enfim, o suficiente para que ela não fosse tragicamente atropelada andando por aí.

Finalmente, pararam em frente a uma loja. Os mostruários que expunham os últimos modelos e principais ofertas da loja logo na entrada cativaram a atenção de Ryura, enquanto Kanna verificava a placa na porta de vidro: “Aberto”. Suspirou, aliviada, pois já estava ficando tarde. Ela puxou a companheira pelo braço para que entrassem.

Uma mulher se aproximou das duas meninas assim que as percebeu. Ela trajava o uniforme padrão da loja, uma blusa, calça e sapatos completamente pretos, senão pela logo bordada no peito, indicando ser uma vendedora.

— Bom dia, como posso ajudá-las? — Perguntou a funcionária, com um sorriso simpático no rosto. Ela olhou suas clientes dos pés à cabeça, especialmente Ryura.

Kanna percebeu que a mulher estava olhando um pouco demais para a amiga, que já parecia desconfortável novamente, então foi direto ao ponto. Com um pequeno balanço, pôs-se atrás de Ryura e colocou as mãos nos ombros dela.

— Preciso de algo pra ela… sem perguntas.




A espera era entediante. Kanna estava sentada num banquinho de madeira, em frente à porta fechada do provador onde Ryura estava. Para passar o tempo, resolveu navegar um pouco na internet pelo celular, em especial sobre um assunto que estava bem curiosa. Abriu o navegador e digitou “Ilha de Pokémon Dragão” na barra de busca. Viu vários links sobre dragões, sobre ilhas, notícias de um ou outro dragão raro surgindo por alguma ilha, mas nenhuma parecia de fato o que sua nova amiga misteriosa descrevera.

Então, pesquisou por “Shiny Rayquaza” e clicou no filtro para que apresentasse somente imagens. Todas elas mostravam um dragão comprido como o Rayquaza que ela já havia ouvido falar, exceto por sua coloração, que era preto em vez de verde, embora mantivesse os detalhes amarelos no corpo. Eram apenas desenhos, já que nenhum fora de fato fotografado. 

Enquanto observava as imagens, a porta do provador finalmente se abriu. Ryura agora trajava um vestido curto preto com detalhes amarelos nas bordas, uma legging azul escuro e botas marrons. Kanna sabia que aquele vestido fazia parte de uma coleção antiga e manjada baseada em eeveelutions, sendo aquela peça inspirada em Umbreon. Ela olhou novamente para o dragão exibido na tela de seu celular e olhou de novo para Ryura, vendo um claro motivo para a escolha, que certamente não envolvia nenhum gosto pela eeveelution. Estava a ponto de criticar o pensamento simplório, mas Ryura estava sorrindo de maneira tão satisfeita que preferiu deixar como estava. Apenas suspirou, rendendo-se.

— Venha aqui. — Disse enquanto fazia um gesto com a mão para chamá-la.

Ryura aceitou e, apesar de um pouco apreensiva por não saber o que Kanna faria, chegou mais perto. Kanna pôs a mão em seus ombros e a fez ficar de costas. Revirou um pouco sua bolsa por alguns segundos até retirar uma pequena fita branca.

— O que você ta fazendo? — Perguntou Ryura, em tom de reclamação, ao sentir as mãos da colega em seus cabelos. 
—  Calma, calma… — respondeu, sem dar muitos detalhes. 

Dragon's Heaven - Página 2 HMq4Kmr

— Prontinho! — disse ao terminar de fazer um rabo de cavalo, enquanto a girava pelos ombros novamente para dar uma boa olhada na menina — Acho que ficou ótimo em você.
— Ehh… — Ryura olhou para um espelho atrás da companheira, movendo a cabeça em todas as direções para ver o que ela tinha feito em seu cabelo. Após analisar por alguns segundos com uma expressão pensativa, ela logo mudou para a satisfeita novamente — é estranho, mas acho que gostei disso.

Kanna sorriu, feliz por ter agradado. Foi ao caixa e pagou pelo produto, agradecendo mentalmente à Dona Silvânia por ter lhe poupado dinheiro com as trufas e à Ryura por escolher algo relativamente barato em virtude da simplicidade de suas preferências.




Já era noite quando elas saíram da loja, mas o Centro Pokémon não ficava muito longe dali. A construção não fugia muito do padrão de todas as outras regiões, era um pequeno prédio vermelho e  quadrado, com dois andares onde mantinha quartos usados por treinadores como pousada em suas viagens e era a principal fonte de renda do lugar, já que o atendimento em si era gratuito. Kanna se aproximou da porta automática de vidro, fazendo-a abrir sem sequer tocá-la — o que parecia quase bruxaria aos olhos de Ryura, mas considerou justo em um mundo onde seu parceiro dracônico pode ficar guardado em uma pequena esfera branca. Atravessou logo atrás de Kanna com um pequeno pulo, com medo de que a porta fechasse no processo.

No interior, vários outros treinadores estavam presentes, a maioria na região onde parecia funcionar uma cafeteria. Kanna andou até o balcão de atendimento, puxando Ryura pelo caminho, que ainda tentava mais uma vez absorver todo um ambiente novo. Um homem estava de prontidão para lhe atender. Seu uniforme, assim como na loja de roupas, também não era muito detalhado: uma camisa e calça de cor azul bebê, o padrão para enfermeiros na região.

— Boa noite, em que posso ajudá-las? — Perguntou o rapaz.
— Boa noite — respondeu Kanna — Gostaria de tratar meu Pokémon, por favor.
— Claro!

Kanna então entregou sua Pokéball a ele, que colocou numa bandeja de metal e levou até uma máquina que mantinha atrás de si. Repousou as esferas em cavidades redondas, feitas para encaixar aqueles itens. Assim que ligou a máquina, ela brilhou por alguns poucos segundos, até se desligar novamente, indicando que seu procedimento estava concluído.

— Aqui está — disse o enfermeiro, entregando as esferas — Devo cuidar dos seus Pokémon também, senhorita? — estendeu a mão para Ryura.
— Eh… não me parece uma boa ideia… — Respondeu com uma expressão desconfiada.
— Deixe de coisa, seu Pokémon também precisa de tratamento! — encorajou Kanna.

Apesar de preocupada, Ryura atendeu ao pedido e sacou sua Premier Ball, que agora estava alojada em seu cinto, pondo na mão do enfermeiro. No entanto, assim que ele tocou a esfera, o Salamence que residia nela se libertou, para a surpresa de todos. Ele encarou o enfermeiro com um olhar irritado, como se estivesse pronto para atacá-lo. Tanto o rapaz quanto os outros treinadores ao redor — que agora estavam atentos ao dragão — pareciam espantados com a presença dele.

É claro. Gladena, por abrigar o laboratório Pokémon da região e alguns tantos outros motivos era conhecida por ser o ponto de partida para treinadores, o que implica que nenhum daqueles treinadores presenciara um Pokémon do porte de Ryu antes, ainda mais surgindo do nada no meio do centro Pokémon.

Engolindo a própria vergonha que sentiu ao ter todos aqueles olhares para si novamente, Ryura tomou a Premier Ball das mãos do enfermeiro e direcionou seu olhar para Ryu, tão forte e intimidador quanto o dele.

O Pokémon bufou e revirou os olhos, cedendo à treinadora. Ela apontou a esfera para ele, que foi sugado pela luz vermelha liberada pelo item, e bruscamente recolocou ela nas mãos do homem que ainda tentava absorver a curiosa cena que acabara de ocorrer diante de seus olhos. Apesar disso, ele tentou esconder seu espanto com um sorriso forçado e repetiu o mesmo procedimento que fez com as Pokéball de Kanna, concluindo seu trabalho.

— O Ryu odeia que qualquer um que não seja eu toque nele… — Ryura sussurrou para a amiga — acho que é o mesmo com essa bola estranha que ele está.

Numa tentativa de tranquilizá-la, Kanna apenas forçou um sorriso, assim como o enfermeiro, que já voltava com a Premier Ball.

A dupla não reparara, mas um dos treinadores do local não parecera tão espantado com a cena quanto os outros. Segurando a borda de um chapéu de palha, ele estava encostado numa parede e na verdade aparentava estar contente com aquilo, pois estava sorrindo desde que viu o dragão exótico. 

— Mais uma coisinha — disse Kanna ao enfermeiro — gostaríamos de alugar um quarto pra duas.




O quarto não era enorme, mas parecia bastante confortável. As paredes estavam pintadas de branco e eram decoradas com alguns quadros genéricos, uma janela simples e uma cortina também branca, com alguns Musharna bordados de rodapé. O chão era adornado por cerâmicas cinza-claro. Havia duas camas de madeira forradas com um lençol branco, cada uma com uma coberta marrom dobrada sobre seus respectivos travesseiros. Um pequeno centro de canto entre as camas suportava um abajur simples, este decorado com desenhos de chinchous. Por fim, uma escrivaninha com uma cadeira e um pequeno armário, todos de madeira, residiam no canto do quarto.

— Nós dormiremos nisso — Kanna apontou para uma das camas —, pode experimentar, é bem confortável.

Ryura olhou desconfiada tanto para Kanna quanto para o móvel, mas resolveu testar por ela mesma. Primeiro sentou-se na beirada da cama, onde foi orientada pela amiga a tirar as botas. Feito isso, deitou-se de bruços.

— Eu vou tomar um banho — disse Kanna, enquanto usava uma chave para destrancar a porta do banheiro — você pode esperar aí e…

Quando olhou para trás outra vez, percebeu que sua ouvinte já estava dormindo. A cama não era das mais luxuosas, mas ela já imaginara que aquela garota selvagem nunca tivera experimentado algo tão confortável quanto. Além disso, era de se esperar que estivesse bastante cansada, dado o combate no começo do dia, as longas caminhadas e a grande quantidade de informações novas ao qual fora exposta só de entrar na cidade. 

“É dona Silvânia, parece que minha jornada vai ser complicada”, pensou em meio a um sorriso.


Kira


A madrugada era o horário favorito de Kira. Ele podia sentir a brisa balançar suavemente seus cabelos negros e deixar seu rosto completamente gélido, assim como o ar que ela soprava. Estava sentado à beira da cobertura de um prédio de cinco andares, sem se importar nem um pouco com a altura. Muito pelo contrário, seus olhos não desgrudavam de algo que estava lá embaixo, de frente para o prédio onde estava.

Sentiu uma vibração no bolso direito. Era seu celular. Retirou o objeto e atendeu sem sequer conferir o nome ou o número que era exibido na tela, levando imediatamente ao ouvido.

— E então? — ele ouviu pelo aparelho. Era uma voz robótica. — Já terminou?
— Como o senhor é apressado, tio — respondeu, com um leve sorriso sarcástico no rosto — estou apreciando a vista.
— Tire uma foto e poderá ver quando e o quanto quiser! Só faça logo isso.

Kira deu uma breve risada, por achar a ideia genial.

— Mas tio, você não ta exagerando pra um mero dever de casa? — apesar de não estarem cara a cara, Kira continuava a sorrir, como se estivesse debochando — Esse bico vale mesmo tudo isso?
— Você sabe o quanto eu to te pagando e ainda consegue chamar de “bico”?! — apesar de robótica, era possível notar uma irritação na voz. — Você é realmente detestável, Kira, só te uso por ser muito bom pra essas coisas.
— Fico até feliz de saber que você lembra do meu nome, tio. Mas você não acha injusto saber disso e eu não poder nem mesmo ouvir sua verdadeira voz? Você não é um cavaleiro de honra, tio.
— Seu miserável… Saiba que eu sou uma das mentes mais brilhantes do mundo! — ele deu uma alta gargalhada — E você é o cara mais substituível que eu conheço.
— Poxa tio, assim você destrói os meus sentimentos. 
— Você lá sabe o que é sentimento? — suspirou — Não sei por que ainda te dou atenção, parece que aquele cara não te ensinou a se comportar.
— Bom ponto tio, bom ponto. — Kira se pôs de pé enquanto falava — Bem, melhor eu ir logo conseguir seu dever de casa, ou seu professor vai te dar bronca. Até mais!

Antes mesmo de ouvir qualquer resposta, Kira desligou o celular e olhou novamente para baixo. Seu alvo era um lugar bem menor em questão de altura, mas que tomava um quarteirão inteiro de comprimento. Na fachada da porta, estava escrito “Laboratório Pokémon”.


Última edição por Shiota em Ter 11 Ago 2020 - 23:09, editado 1 vez(es) (Razão : Marquei o Black e a Alice errado... ops)

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Mensagem por Alice Le'Hills Qua 12 Ago 2020 - 19:06

Hey, Shiota, tudo bem??
 
Antes de tudo, quero dizer que eu simplesmente AMEI a interação do Salamence com a Ryura, com ele chamando atenção dela pra situação da Kanna. É um detalhe tão pequeno, mas que dá tanta personalidade ao bichinho, sabe?
 
A Ryura é mesmo o bebê entregue ao Rayquaza shiny né? E ele desapareceu e agora ela tá em busca dele. Você disse que é uma história de jornada, então Imagino que essa seja a motivação para ela sair pra viajar. Porém, de fato, é curioso o fato dela estar com um Salamence em um ponto da região que é tão inicial e, como você mesmo disse, sem importância.
 
A personalidade dela é bem interessante. Ela é ingênua – visto que contou diversas coisas da sua vida pra uma completa estranha – e também é um pouco ríspida nas palavras, e ambos esses traços provavelmente são decorrências de sua criação isolada na ilha. Achei bem interessante o cuidado que você teve em colocar uma personalidade “selvagem” nela, e toda a admiração que ela teve ao ver a cidade, porque realmente deu a impressão de que ela foi criada de forma alheia ao mundo.
 
Então o Pinsir de coloração diferente voltou a normal?? Eu não consigo nem chutar o que deve ter acontecido, então só deixo registrado aqui que a minha curiosidade aumentou ainda mais kkkkkkk.
 
Sobre a parte do Kira, foi bem curtinha, mas muito misteriosa. Fiquei curiosa se o “tio” é realmente parente dele ou se é só a nomenclatura usada por eles. No mais, deixou mais um suspense no ar e eu não faço ideia de qual é a dele kkkkk, mas suspeito que seja um rival ou vilão.
 
Enfim, eu gostei bastante desse capítulo, a pequena jornada das duas pela cidade e a Kanna tentando fazer com que a Ryula “se misture” foi bem legal. Eu gosto muito da forma como você escreve, de verdade. Percebi que uma característica sua são os mistérios que você vai lançando ao longo da fic, e como eu amo especular, quanto mais mistério mais interessada eu fico hahahahah.  Não vi nenhum erro. É isso, aguardo pelo próximo capítulo, até a próxima!

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Mensagem por Black~ Sex 14 Ago 2020 - 22:22

Bem, vamos lá.

Tanto depois já nem lembrava mais quem é quem kkk, mentira. Mas gostei do capítulo e ele foi bem curtinho, então não tenho muito pra falar kk.

Bem, primeiro o choque com a Ryura. Foi uma reviravolta pra mim a história dela kkk. Eu achei que ela fosse uma treinadora super incrível que estava ali por acaso, mas não kkk, ela é uma mina que cresceu numa ilha longe de tudo e mal tem modos. E, apesar de ter um Salamence, nem treinadora é kkkk. Gostei disso e achei bem interessante todo esse espanto dela, lembrando em certos pontos o saudoso Giomorjeno kkkk, apesar que essa é mais selvagem que caipira né kkk.

A Alice falou e eu nem tinha parado pra pensar. Realmente, a Ryura é(talvez) o bebê adotado por Rayquaza né? Por isso ela estaria procurando o dragão de Hoenn? Também isso talvez explique ela viver na tal ilha. Não sei se ela vivia sozinha ou se tinha mais algum morador na ilha, se ela foi criada por Rayquaza etc. Sendo esse o caso, na verdade a protagonista da história é a própria Ryura, e não a Kanna né? Achei interessante essa subversão de não ter apresentado a protagonista primeiro. Agora o mistério é porque o Rayquaza escolheu justo ela e onde ele está. Creio que seja esse o norte da fic né kkk.

Aliás, falando novamente sobre a Ryura e o choque dela. Achei bem legalzinha a cena clássica da amiga colocando uma roupa bonita na outra que não sabe de nada das coisas do mundo real (tipo a Eleven em Stranger Things e outros exemplos kkk).

O Pinsir foi bem "whatever" kkkk, voltou ao normal e dane-se kkk, mas eu imagino que você obviamente irá explicar isso depois. Mas achei interessante esse negócio das colorações e quero ver onde isso entra na história.

A parte do Kira foi bem suspeita mesmo. Foi bem aquela cena clássica de dois falando "sobre você sabe o quê" um com o outro, mas nós aqui do lado de fora não sabemos kkkkk. De toda forma, apesar do clichê da cena, estou curioso para ver o que o rapaz irá aprontar no laboratório (será um aprendiz de Silver?). De primeiro momento pensei que o rapaz era tipo um hacker e o "tio" dele o chamou pra fazer algo do tipo, já que a cena e a música pareciam caminhar pra isso kkk. Mas acho que ele deve ser um bandido "raiz" e que vai fazer alguma peripécia no laboratório. No aguardo.

Bem, como eu disse, o capítulo foi curtinho, então acho que é isso.

Então, é só e boa sorte com a fic.

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Mensagem por Brijudoca Dom 16 Ago 2020 - 19:24

Hey yo shiotinha, falei que passaria aqui antes que você tomasse vergonha na cara passasse na minha né? 

Por essas e outras eu deveria lansar o "Muito bom, continua.", mas não o farei.

Acabou que o capítulo não teve muitos acontecimentos importantes, já que você se focou em estabelecer a relação entre a Kanna e a Ryura e desenvolver as características da garota dragão. Não que isso seja um problema, mas eu realmente terminei o capítulo com uma sensação de "ok, blz" como se tivesse faltado algo que desse mais emoção. 

Claro que não estou pedindo que todos os capítulos tenham batalhas com pokémon bizarramente alterados oskpospk sei lá, acho que o diálogo clichê no final poderia ter sido diferente, um pouco mais esclarecedor ou que o Kira tivesse fazendo algo mais interessante por assim dizer, que nos deixasse instigado a debater e bolar altas teorias, porque eu só fiquei com cara de "ata".

Agora eu amei a garota do Salamence ser o bebê do prólogo. Durante o capítulo 1 eu não imaginei nem por um momento que poderia ser ela, achei que esse mistério você seguraria mais um pouco, mas que bom que não kkkkkk 

Adorei a personalidade dela e a Kanna tentando apresentar o mundo pra ela. Apesar de criada por um pokémon, e ter uma leve dificuldade em falar sem ser grossa ou sincerona demais, achei que ela tem um comportamento até que ok, talvez houvesse outros humanos na ilha dos dragões? 

A captura forçada do Ryu foi maravilhosa também. Imaginei ela o agarrando e ele sacudindo que nem um touro mecânico pra tentar escapar do triste destino de ser confinado na bolinha kkkkkkkkk Agora que combinação de nomes hein, Ryu e Ryura, a nova dupla sertaneja de [insira aqui o nome da região]. Aguardando a trivia otaku de onde você se inspirou com esses nomes, pois tô achando incrível um universo com Kanna, Kira, Ryura e uma Silvânia KKKKKKKKKK

Agora o que eu fiquei mais curioso mesmo foi com o Pinsir . Eu já tinha pra mim que aquela alteração de cor e atributos dele era algo permanente, então vê-lo voltando ao normal foi uma surpresa. Seria o bicho uma criação de laboratório, com algo parecido com as Mega Evolution? 

Enfim, não tem muito mais o que comentar. Sua narração, com descrição de mundo e das atitudes dos personagens, continua impecável, só não vá demorar outros dois meses pra lançar um capítulo.
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Mensagem por *Nina* Dom 23 Ago 2020 - 18:04

E aí, menino Isaac Alfredo que está ficando mais velhinho hoje! Finalmente um cap depois de um século! Vamos ver daqui quantos séculos vem o próximo! kkkkkkk


Nesse cap deu para ver um pouco mais das personagens, principalmente da Ryura (aliás, Ryu e Ryua, criatividade para nomes cadê? kkkkk). Gostei bastante da interação entre as duas e desse jeito dela, selvagem e inocente ao mesmo tempo, toda confusa vendo a civilização! kkkkk Seria muito engraçado presenciar isso. Principalmente a cena dela "lutando" com o Salamence para capturá-lo! kkkkkkk Ponto alto do cap!

Mas ainda acho difícil de acreditar que ela viveu sozinha esse tempo todo em uma ilha ilha só com dragões? Sério, quem trocou as fraldas e ensinou ela a falar? kkkkkkkk


E esse pinsir que voltou ao normal? Será que é algum tipo de droga que dão para os pokes ficarem mais fortes, mas acaba mudando a aparência deles e os deixando descontrolados?


A parte do Kira foi bem curtinha e não tenho muito o que dizer, só que ele deve estar tramando algo. Será que ele é aquela pessoa com chapéu de palha que estava observando as duas no Centro Pokémon?

Mas eu concordo com o Briju, também achei que faltou mais coisas, pois realmente não teve muitos acontecimentos importantes e a história andou pouco, principalmente pelo fato de que você demorou bastante para postar, então eu esperava ver mais. Também acho que teria sido melhor apresentar o Kira fazendo algo mais interessante, pois fiquei com a sensação de "ué, já acabou?".


Sua escrita continua ótima, e estou no aguardo do próximo cap!

Um abraço e até mais!

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