Pokémon Mythology
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Dragon's Heaven

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Mensagem por Shiota em Qua 27 Maio 2020 - 0:44

Iai pessoas, como estão?

Eu estava olhando o mainpost da última fic que postei (não recomendo ler) pra lembrar como fazer isso, e percebi que o que tenho a dizer nesse espaço é praticamente o mesmo que disse daquela vez: estou enferrujado, nem tudo está pronto nem pensei num nome pra região ainda KKKK, mas decidi postar já agora, por livre e espontânea vontade e um pouquinho de pressão da Nina. Vou construindo isso aqui com o tempo, mas por enquanto temos o essencial. 

Ah, creio que a maioria dos capítulos terão uma musiquinha ou outra, então se não estiver acostumado, é só clicar no play nos quadradinhos no meio do texto. Espero que acompanhem essa história de um pseudoescritor com um espírito aventureiro onde planeja as coisas enquanto põe em prática.


Dragon's Heaven RpEnlyd


Prólogo




Das várias formas que imaginara o desfecho de seu destino, aquela com certeza era pior que todas elas.

Jean usava as últimas forças que restavam em seu corpo para se manter de joelhos. Sua jovem face estava coberta de poeira, que se misturava com o sangue que escorria dos ferimentos em sua cabeça. Porém a quantidade de sangue naquela região era pouquíssima se comparada ao que encharcou sua blusa branca, vindo de sua barriga. Ele colocou a mão esquerda em cima do buraco que foi feito ali, numa tentativa vã de amenizar a dor.

O rapaz perdeu o equilíbrio por um segundo e seu corpo despencou para frente, mas antes que se chocasse com o solo, usou seu braço livre para se segurar. Cuspiu um pouco do sangue e da terra que estava em sua boca e por alguns segundos apenas observou o solo consumir rapidamente o brilho de seu líquido carmesim. Ergueu sua cabeça com grande dificuldade e olhou para frente. Jean expressava toda a raiva que sentia naquele momento com seu olhar.

A poeira ainda estava alta, por isso, conseguia apenas ver silhuetas. Haviam três delas à sua frente. Estavam imóveis e Jean tinha certeza que ainda agora estavam olhando para ele. No entanto, não podia deixar de ter sua atenção voltada para o enorme brilho vermelho que emanava de onde aparentava estar a mão da silhueta no meio. A luz era forte o suficiente para atravessar toda aquela terra lançada ao ar e alcançar seus olhos.

Seus olhos.

Mesmo aquela luz não poderia iluminar sua visão para sempre. Jean sentiu suas pálpebras pesarem. Apesar de tentar resistir, sua visão tornava-se cada vez mais turva e escura enquanto elas lentamente se fechavam. Mas ele ainda podia ver as silhuetas e a luz escarlate, agora se afastando dele. Foi deixado ali, sozinho.

Sozinho.

Conseguia ouvir um choro. Talvez não tivesse percebido por conta da sua raiva, mas à medida que seu espírito acalmava, os sons ao seu redor ficavam cada vez mais nítidos. O som dos gritos, o som das brasas, o som das ruínas. Mas, principalmente, o choro. Aquele choro que outrora tanto alegrou seu peito em ouvir.

Reuniu todas as fagulhas de forças que restavam em seu corpo para manter seus olhos abertos. Ainda não podia ir embora, ainda restava um dever a cumprir. Mesmo que tenha falhado no segundo dever mais importante de toda a sua vida, ainda poderia conseguir cumprir com o primeiro. Não, a morte sequer ousaria ceifar sua vida antes disso. Arrastando-se como o estado do seu corpo permitia, ele se moveu para o lado contrário às silhuetas, que já não mais se encontravam ali. 

Agora, a luz que o guiava era branca, embora, talvez, fosse apenas sua imaginação. Os cabelos alvos de sua esposa pareciam brilhar para ele em meio a toda poeira e sangue. O corpo caído dela, de costas para ele, era tudo o que almejava nesse momento.

Finalmente a alcançou. Finalmente pôde dar mais uma olhada no belo rosto daquela mulher, que o acompanhou nos mais diversos momentos da sua vida. Ele poderia ficar ali a observando pelo resto de sua vida — literalmente —, mas não podia se dar nem a esse luxo. Os braços de sua esposa resguardavam gentilmente um pequeno corpo. Aquele que, alheio a todo o cenário ao seu redor, apenas chorava inocentemente.

“Você fez bem, meu amor”, Jean não pôde conter um breve sorriso. Retirou o pequeno bebê de seu santuário, os braços da mulher. Reunindo um pouco mais de força, conseguiu pôr-se de pé e, apesar de cambalear, continuou seguindo naquela mesma direção.

À essa altura, a poeira levantada já estava começando a voltar lentamente para o solo, tornando o cenário mais nítido. Jean podia ver uma cabeça gigante repousar no que antes era sua própria casa, mas agora só escombros. A gigante criatura tinha um corpo negro  e comprido, que serpenteava por longos e longos metros, muito mais do que Jean podia ver, e estava finalmente abrindo seus dourados olhos. 

Jean ficou em absoluto silêncio por alguns segundos, mas seu olhar fixo para o Pokémon passou completamente a mensagem que queria. O olho gigante se voltou para o bebê em seus braços, enquanto o homem agachou-se ali mesmo e, com cuidado, deitou o bebê ao solo. 

— Ryu… ra.

Após dizer aquela palavra, Jean apenas deu as costas ao Pokémon. A passos lentos, ele se aproximou novamente do corpo de sua amada, onde finalmente pôde ceder ao peso de seu próprio corpo e cair. Jean ficou frente a frente com o rosto de sua esposa. Ainda era, com certeza, a visão mais bela que já havia contemplado durante toda sua vida. Ele levou a mão àquele belo rosto, acariciando a face gélida, que conservava um sorriso desenhado ao último suspiro da mulher. Com a sensação de que seu dever estava cumprido, ele lentamente se rendeu à força de suas pálpebras. Observando o rosto de sua amada até o fim de sua vida, sua visão escurecia. Mas ao longe, ele ainda podia ver aquilo que poderia chamar de esperança.

Esperança.

Jean sabia o caos que sua própria morte anunciava. Em um momento como esse, simplesmente não poderia deixar aquela inocente e quase recém-nascida criança ao acaso. Confiando-a aos cuidados do inesperado e lendário amigo que a batalha trouxera, ele rezava para que ela fosse capaz de proteger o próprio futuro que viveria, algo que ele mesmo não foi capaz de fazer. Seus olhos, quase sem brilho, contemplavam o imponente e majestoso dragão negro que voava fazendo anéis com seu corpo, indo em direção ao mar. 

— Cuide bem dela, dragão dos céus.

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Mensagem por Black~ em Qua 27 Maio 2020 - 18:29

Well, c'mon

Bem, a princípio não deu pra entender muito sobre a história, afinal, é só um prólogo. Então provavelmente vou fazer um comentário simples.

Bem, aparentemente, esse capítulo aconteceu após algum acidente, queda ou mais especificamente uma batalha (contra quem?) que envolveu Jean e a sua esposa grávida, e que ceifou a última, porém salvando o bebê? Acho que entendi assim, apesar de o bebê aparentemente ter ficado por lá mesmo. Enfim, creio que será resolvido depois.

De toda forma, achei interessante você usar o Rayquaza shiny (não sei qual a lógica de existir shiny de um pokémon único, mas ok, Game Freak né) e no geral gostei da utilização do próprio Rayquaza, mas o fato de ser shiny tornou ainda mais interessante. Também pude perceber que o lendário tinha alguma relação com o rapaz, pelo que deu a entender; fiquei curioso também com a última cena, onde o rapaz aparentemente meio que deixa a criança como sacrifício ao Rayquaza e vai embora. Após isso ainda fala-se sobre a aparente morte do rapaz, o que achei bem intrigante. Enfim, no geral, aguardo para ver que batalha foi essa que destruiu tudo e o que será da vida do rapaz daqui em diante (ou da vida da criança, não sei).

Devo dizer que achei boa a escolha da música. Suponha-se que a cena se passe no Sky Pillar e as infinitas escadas até chegar ao lendário de Hoenn, com isso, a música combina perfeitamente, pelo menos no que tange ao título né.

Enfim, creio que seja só e boa sorte com a fic.

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Mensagem por Brijudoca em Qui 28 Maio 2020 - 14:49

Spoiler:
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desculpa a piada eu não me aguento kkk

Slowzito, lembro bem de leve do seu último projeto, mas me recordo que a história era bem legal e que sua escrita era boa. Nessa nova empreitada devo dizer que gostei da ambientação que você construiu. A narração pesada e a descrição das várias sensações pelas quais Jean passou por esse prólogo deram aquela ar de intensidade à fic, que sempre me faz sorrir ao lembrar como as fics do nosso fórum são bem diferenciadas quando comparadas aos demais sites.

Quanto a história não há muito a dizer, porém muito a se especular. Teremos um protagonista criado por um pokemon? Me passa uma vibe bem Mogli e admito que estou curioso pra acompanhar. Acho que eu não tinha me tocado que o pokemon era um Rayquaza shiny porque sou meio lesado, se não fosse o comentário do Black não teria percebido kkk (ou sei lá se você já tinha falado pra ele e por isso ficou mais claro).

Acho que a única coisa que eu tenho pra acrescentar é que curti a escolha de música, combinou com a vide do prólogo. Espero que continue deixando sugestões de músicas ao longo da fic.

Nos vemos no próximo capítulo o/
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Mensagem por Rush em Sex 29 Maio 2020 - 17:11

Gostei!


Eu ia comentar só isso, mas vacilo. UAHSUAS' Porra, Slow, me surpreendi contigo. Para um Otaku você escreve muito bem! Gostei bastante da sua escrita e de como você detalha, fiquei bem interessado mesmo na fic.

Pelo visto o protag é um naruto meio goku? UAHSUAHS' Me pergunto se ele vai ter o Rayquaza logo de primeiro Pokémon. Seria bem maneiro!

Cara, eu gostei bastante, mas não sei o que comentar mais. Espero o próximo capítulo! Um abraço!
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Mensagem por roberto145 em Sab 30 Maio 2020 - 0:51

Boa noite Shiota, tudo bem?

Gostei bastante da forma como você escreveu esse prólogo. Achei que as descrições foram bem feitas e colocadas no momento correro. Por algumas vezes, achei que o homem ia morrer, mas ai ele levanta e segura o bebê, ai já achei que não morreria mais kkkkkk. Porém, ele finalmente morreu. A minha impressão era a de que ele estava isolado e talvez traído por quem estava dando as costas a ele, mas, no fim, era a casa dele, creio eu. Isso de certa forma também coloca interesse em saber de como tudo acabou daquele jeito.

Inicialmente, eu achei que fosse um Giratina, mas ai saquei do Rayquaza na última fala kkkk. Já tava até imaginando que o bebê era oferenda kkkkkkkk. 

No mais, só queria pontuar uma pequena coisa. É quase insignificante, mas talvez fique como curiosidade. O emprego de mas só é possível entre orações, sendo errado iniciar parágrafos com ele (frescuras do português). No seu lugar, pode usar outras conjunções como porém, no entanto, entreranto... "Mas" quase ninguém respeita isso kkkkklk
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Mensagem por *Nina* em Sab 30 Maio 2020 - 19:57

Eae, Slow! (sim vai ser esse pq o novo ainda não pegou, sorry)


Estava esperando uma fic ruim para criticar e ficar deprimida, mas felizmente minhas expectativas não foram atingidas. kkkkkk
Já sabia como seria este prólogo, pois você havia me contado, mas isso não estragou a experiência. Você escreve muito bem!
Estou curiosa para saber o que foi que causou essa batalha. Fiquei com pena do Jean, mas já esperava, pelo menos ele conseguiu salvar sua filha. Agora vamos ver como ela vai se sair sendo criada por um Rayquaza (que só sabia que era um pq vc me contou kkkk).


Estou no aguardo dos próximos capítulos para saber como essa história vai se desenvolver e para conhecer os personagens!
É isso, um abraço!

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Mensagem por -Ice em Dom 31 Maio 2020 - 4:04

Eae Slow!

Bom, depois de uma semana corrida onde estou sendo obrigado a me acostumar a trabalhar novamente, decidi colocar em dia as fics que ainda não comentei e, bem, como a sua aparentemente está mais curtinha, decidi começar por aqui (sorry Rush)

Assim como os outros, também me surpreendi com a escrita. Não que eu esperasse menos de você, a verdade é que no final do dia estamos lendo histórias de pokémon feitas por fãs né, então é sempre uma surpresa ver algo tão bem feito assim. Não cheguei a ler Os Escolhidos (era esse o nome? -q) e lembro pouco de The Faker, mas acredito que você tenha melhorado bastante de lá pra cá portanto fico feliz.

O seu prólogo me deixou bastante intrigado com as pontas abertas que você deixou, ainda estou em dúvida de como será o plot mas isso é coisa pra depois, já que ainda nem começamos direito -qq Gostaria de elogiar a emoção que você passou com a narração, me fazendo ficar triste por Jean e por sua esposa (sério cara, até mandei uma mensagem pra minha namorada aqui KKKKKK), mas estou principalmente intrigado, quero saber quem são essas três pessoas, o que o Rayquaza está fazendo aí, por que ele é shiny, o que ele vai fazer com a criança e etc.

Não tem como prolongar muito esse comentário pois o prólogo em si já foi curto, mais algumas linhas e eu escrevo mais do que o material que estou comentando aqui, então por enquanto é só, parabéns pela fanfic, obrigado por não me deixar deprimido e principalmente, boa sorte e não desista o/
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Mensagem por Food em Ter 2 Jun 2020 - 14:22

E ae Slow! Como sempre, movido pela minha protelação, demorei para vir comentar, pois... Bem, eu não sabia bem o que comentar já que o prólogo foi pequeno e eu sou bem ruim comentando coisas pequenas. Mas vamos tentar.

Então, eu te considero um bom escritor por alguma razão desde que te conheci, mesmo não tendo lido nada seu, então não "fiquei surpreso", mas foi algo como "ah, eu sabia" quando eu li.

Gostei da forma como o prólogo foi escrito e contado, bem misterioso e interessante. Com minha noção baixíssima de Pokémon, não posso deixar de confessar que até o fim não fiz ligação com o Rayquaza KKKKK Eu pensei em serpente preta e nunca que eu iria imaginar um Rayquaza shiny. Esse é meu nível de entendimento...

Uma coisa totalmente aleatória só pra rechear o comentário, eu odeio o nome "Jean". Não sei porque, mas nunca me desceu esse nome. Acho chato. Ou feio, sei lá. Confesso que li "Jean" e já falei "Aff lá vem"...

Por sorte o Jean morreu!

Bem, espero o próximo capítulo com o protagonista-não-Jean! Obrigado pelo capítulo!

Até o/
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Mensagem por Shiota em Qui 11 Jun 2020 - 2:12

Comentários:

@Black eae Black o/

Bem, a explicação sobre o que aconteceu antes, durante e depois os acontecimentos do prólogo será dada aos poucos ao longo da fic, talvez até com uns capítulos extras. O que eu posso adiantar é que ela não estava grávida, apenas estava segurando a bebezinha ali na hora. O motivo? Bem, isso vem depois.

Shinies em geral terão uma certa importância na fic, então eu achei legal colocar o Rayquaza assim também, até pra dar uma diferenciada. Quanto à “unicidade” dele, eu tenho meio que uma teoria sobre isso no universo Pokémon que aplico nas minhas fics, devo até fazer algum tópicozinho pra comentar sobre depois. Eu propositalmente deixei deixei a cena do “sacrifício” ambígua, imaginei que poderiam interpretá-la assim jidosajdoiajdjiodas, mas na real ele apenas deixou a menina com o dragão, que saiu voando com ela por ai (não entrarei em detalhes de como -q)

Olha, essa história poderia ser muito bem escrita em Hoenn, mas eu gosto de ser totalmente livre quanto à ambientação, então sempre crio minhas próprias regiões, ou seja, não é o Sky Pillar nesse caso. A escolha da música foi mais pelo feeling dela, que acabou calhando em ter um nome (e um pouco da letra) que combinou com o nome e história da fic. De toda forma, fico feliz que tenha gostado da escolha, estava até um pouco inseguro quanto a isso. Até mais o/

@Brijudoca eae Briju o/

Obrigado pelos elogios, tanto à antiga quanto à essa nova fic, fiquei feliz de verdade de ler isso. Acho que essa intensidade vem de eu ser sempre muito detalhista na narração, o que por enquanto está bom, mas espero que isso não torne as coisas maçantes demais futuramente, estou sempre preocupado quanto a isso.


Realmente, eu deixei vaaarias perguntas sem respostas nesse prólogo, espero que tenha paciência pra acompanhar e vê-las serem respondidas aos poucos aosdkaodsk. E sobre o Rayquaza, eu devo ter jogado algum comentário lá aleatoriamente no grupo, só não sei se ele viu.

Também fico feliz que tenha gostado da escolha, com certeza aparecerão mais delas. Nesse cap aqui tem duas, uma pra batalha e outra de “ending” e estou até um pouco ansioso pra ver as opiniões de vocês quanto a isso, pois ainda não sei se as escolhas que fiz ficarão legais. Até mais o/

@Rush Eae Rush o/ 

Obrigado! Digo...

Obrigado pelos elogios apokdsadkapokd otaco também sabe escrever, viu?


Bom, é por ai KODPSAKDPA eu confesso que tinha lembrado do Naruto enquanto escrevia, apesar de não ter me inspirado diretamente nisso, mas só notei a parte “goku” agora que você falou asdkopakdpaokdpa. Sobre o Rayquaza… vai ser um pouco diferente, mas acho que vai gostar pelo fator “same energy” para um primeiro Pokémon. Até mais o/

@Roberto145 eae Roberto o/

Obrigado pelos elogios. É, ele realmente estendeu as forças o máximo que pôde, mas não deu pra sair vivo. Eu propositalmente deixei um monte de coisa em aberto no prólogo e estou adorando ver como estão imaginando o que aconteceu. Não vou dar spoiler, mas tudo ficará claro um dia, essa cena do prólogo é algo bem importante pra fic, embora a história se passe bem mais na frente.

Eu nem tinha pensado no Giratina, mas agora que falou, parece mesmo DOLSAKDOAJD

Obrigado pelos toques, vou ficar ainda mais atento pros próximos capítulos! Essa parte gramatical é realmente onde eu mais costumo pecar, então ficarei feliz que continue pontuando essas coisas que perceber, de verdade. Até mais o/

@*nina* eae Nina o/ (relaxa, jaja pega)

Poxa, não acredito que esperava tão pouco de mim :c kaopdskaodk

Obrigado pelos elogios e obrigado por ter me ajudado a decidir os detalhezinhos, deve ter me poupado um ou dois dias inteiros pensando em quais seriam as melhores opções. Vai demorar um pouco para entender completamente o que aconteceu, mas a gente chega lá!

Espero que goste dos personagens que apresentarei agora, mesmo sem muitos detalhes, por enquanto. Até mais o/

@-Ice eae Ice o/

Escrever pouquinho me deu uma vantagem então aopdskapkdsk o que não vai se realidade pra esse cap, eu acho…

Eu entendo seu ponto e fico bem feliz que tenha achado isso. Até agora não tive coragem de reler algo da The Faker, mas também acredito que evolui, apesar de não ter escrito quase nada de lá pra cá.

Olha, tem muuuuita coisa envolvida nessa cena do prólogo, então vamos ter que desenrolar bastante da história pra que todas as pontas se entrelacem, espero que continuem acompanhando -q. Também fico feliz que a narração tenha te tocado assim, to bem orgulhoso do que fiz no prólogo. Até mais o/

@Food eae Food!

Relaxa, eu demorei mais ainda pra vir aqui soltar o próximo cap -q não sei se concordo sobre ser um grande escritor, mas fico muito contente de saber que tenha essa visão de mim aoidskpaodkoakd

Ah eu só não disse diretamente qual Pokémon era pra tentar dar um ar mais “grandioso” a ele. Quer dizer, todo mundo sabe que o Rayquaza é foda, mas no fim das contas é só um Pokémon que uma criança de 10 anos pode capturar e tal, então eu quis deixar ele mais “louvável” na descrição em vez de citar o nome dele, não sei se deu pra pegar a ideia.

Cara, o pior que foi o nome mais aleatório que eu já usei num personagem ODKSADK. Sério, eu dei o Enter pra entrar no segundo parágrafo e passei 3 segundos pensando, dai me veio o Jean de Shingeki no Kyojin na mente por algum motivo e eu pensei “vai esse msm fodase”. Depois lembrei que eu até tenho um amigo que curte Pokémon e inclusive faz stream com a namorada daiojkpçkfaposdakspodka espero que não caia um dragão na casa deles ou algo do tipo ao menos.

Não sei o que te leva ao ódio por tal nome, mas espero que goste das protagonistas não-jean! Até mais o/


Bom gente, antes de tudo, eu agradeci a vocês os elogios, mas quero frisar aqui que fiquei bem feliz e orgulhoso com o que vocês disseram, eu não esperava que gostariam tanto do prólogo e tal. Então sério, agradeço de novo!


Eu pretendia postar semanalmente e já passou mais de 15 dias desde o prólogo KOPDASKOPD. Algumas coisas me atrasaram, tipo problemas com o PC e uns campeonatos ai, então acho que os próximos não demorarão tanto, mas também não prometo nada. Enfim, esse capítulo aqui talvez pareça uma fic totalmente diferente por enquanto, mas prometo que a partir do segundo as coisas vão se encaixar melhor, apesar de já ter um pequeno indício da ligação com o prólogo nesse aqui. Não vou ficar enrolando mais do que já enrolei, então, ao cap!


Capítulo 1
Doce Aventura


O movimento estava péssimo naquele dia. Silvânia, já em seus sessenta e cinco anos, suspirava pelo tédio. Seu hobby sempre fora fazer deliciosos doces artesanais, por isso resolveu abrir uma pequena doceria em sua cidade natal, um pequeno vilarejo ao sul da região de Tendora, conhecido como Kajimi. Seus fregueses eram basicamente seus conterrâneos, os outros moradores do vilarejo. Por ser bem pequeno e não ter tanto movimento de forasteiros acabava ficando um ar de paz e tranquilidade, o que era justamente um dos principais motivos que levara a mulher a abrir seu estabelecimento ali, mas às vezes achava um pouco monótono e entediante.

A idosa usava um vestido florido e bastante colorido, com um avental cinza por cima e uma ou outra flor amarela estampada aqui e ali. Ela esfregava o balcão de madeira com um pano úmido, cuidando de seu negócio para passar o tempo. E foi enquanto estava distraída com a limpeza que o sino acima da porta de madeira balançou, anunciando que um cliente havia entrado.

Silvânia foi pega um pouco desprevenida, mas ao perceber quem entrara, pensou que não havia motivos estar surpresa. A jovem Kanna era a filha de uma velha amiga e também sua maior freguesa, quase desde que saiu do ventre de sua mãe. Agora, a garota era uma adolescente de dezesseis anos, de estatura considerada na média para sua idade e um peso normal em relação a isso. Kanna tinha pele clara, o que era até incomum para aquela cidade. Vestia uma blusa regata branca e uma mini saia de cor rosa pastel, que eram sobrepostas por uma bolsa transversal bege, além de calçar sapatilhas brancas. Uma presilha com flor rosa decorava seu cabelo, que por sua vez era liso chegava aos ombros e apresentava um lindo tom de lilás. A combinação chamativa parecia cintilar em todo aquele ambiente rústico. Os olhos verdes em alerta e o largo sorriso em sua face refletiam o fato de que, para ela, aquele seria um dia especial.

Dragon's Heaven 4OSxjPc 


— Encontrei com sua mãe hoje, no mercado. — Silvânia iniciou a conversa. — ela me falou de você.
— Então a senhora já deve saber o que procuro. — Disse Kanna, com um sorriso de canto — Eu quero aquilo.

A comerciante riu pelo nariz e levantou uma das sobrancelhas.

 — Então finalmente será aquilo?



— Aqui está.

Silvânia voltou para o balcão pela porta que conectava à cozinha. Estava segurando um enorme saco de papel, que fez os olhos de Kanna brilharem como estrelas. A garota, que aguardava sentada num banquinho logo à frente, saltou do móvel e estendeu os braços para pegá-lo. Segurou o saco com cuidado e sentou-se novamente, pondo o item sobre as pernas apoiá-lo e verificar seu conteúdo.

Foi como abrir um baú do tesouro, dezenas de trufas de diversos sabores, que brilhavam como as mais preciosas joias de todo o mundo, pelo menos aos olhos dela. Ela queria consumi-las na viagem, mas não conseguiu se conter, era como se os próprios doces clamavam para serem consumidos. Kanna pegou um e o levou até a boca e mordeu a crocante casca de chocolate. O recheio líquido em seu interior deslizou lentamente para dentro da sua boca enquanto ela mastigava o restante do chocolate, fazendo com que ambos derretessem na boca. 

Kanna tinha um acordo com sua mãe. Sempre, em seu aniversário, as duas iam à doceria e compravam o maior dos combos de trufas que era disponibilizado. Ou seja, aquilo era um raro evento anual para a garota e praticamente um ritual para que avançasse de idade. Embora não fosse realmente seu aniversário e nem sua mãe estivesse ali, aquele era um dia tão especial quanto, ou até mais.

— Ah, verdade — Kanna abriu sua bolsa para procurar algo — Aqui está o…
— Não se preocupe com isso, meu bem — Silvânia mostrou a palma da mão direita, indicando para parar de fazer aquilo — estes são por minha conta. Guarde seu dinheiro pra viagem.

Os olhos de Kanna ficaram cheios d’água, afinal, não poderia pedir presente melhor do que aquilo. 

— Dona Silvânia… — ela pegou mais uma trufa e deu uma mordida, sentindo novamente a explosão do sabor — a senhora é sempre tão boazinha comigo… — disse, mesmo que de forma não muito clara, já que ainda estava mastigando o doce. Ela então ficou de pé, segurando o saco de papel entre o braço e a barriga, e inclinou-se para frente — prometo que não irei te decepcionar!
— Não se preocupe com isso também, Kannazinha — Silvânia lembrou de como a chamava quando era criança — apenas aproveite sua nova aventura.

A "Kannazinha" assentiu com a cabeça e abriu um largo sorriso, algo que nunca mudou nela. 

— Bem, vou indo nessa. — disse a garota enquanto caminhava até a porta. — Até qualquer dia! 

Kanna saiu da doceria, mas antes de seguir seu rumo, virou-se mais uma vez para a idosa. Pela janela, Silvânia podia vê-la acenando, com o mesmo sorriso largo de antes. Ela devolveu o aceno, com um sorriso discreto. Após ver a fiel cliente ir embora, alguns pensamentos nostálgicos invadiram sua mente por alguns segundos, como um clipe de seu passado. 

Silvânia suspirou e voltou à esfregar o balcão.



"Entrada para Kisei Forest", era o que estava escrito na placa de madeira. Kanna respirou fundo e retirou uma Pokéball de sua bolsa e pressionou o botão no meio dela, fazendo-a aumentar de tamanho. A garota lançou o objeto para frente que, ao colidir contra o solo, liberou um Pokémon, um pequeno lagarto bípede e verde claro, com uma cauda verde escuro e quase do mesmo tamanho que seu corpo.

Um sentimento de nostalgia invadiu seu coração assim que se viu rodeada pelas árvores. Quando criança, costumava brincar por ali, onde acabou conhecendo o Treecko que agora era seu fiel companheiro. Decidiu desviar-se da trilha e ir floresta à dentro, com seu parceiro andando na frente como um guia, já que aquele lugar era como a própria casa pra ele.

Kanna movia a cabeça para todos os lados, focando-se em olhar para as raízes das árvores, como se estivesse procurando por algo. Na verdade, ela fizera uma detalhada pesquisa sobre os Pokémon da região e pretendia pegar seu novo companheiro por ali mesmo. Os dois andaram assim por alguns poucos minutos, até que, repentinamente, Treecko parou de andar.

— Ta tudo bem, Midori? — Kanna perguntou, com uma feição confusa no rosto.

O Treecko sequer olhou ou fez qualquer som para responder sua treinadora. Ele olhava de um lado para o outro, até que fixou sua vista para uma árvore ao seu lado. Em um piscar de olhos, Midori escalou o tronco dela, se apoiando em um dos galhos e saltando para o galho de outra árvore próxima, assim se locomovendo pelo ar.

— Ei, espere! — Kanna gritou enquanto corria para acompanhá-lo e não ficar para trás.

A garota observava seu Pokémon se mover rapidamente pelas árvores, ainda confusa com a atitude estranha do companheiro. Contudo, sua expressão confusa foi substituída pela curiosidade quando ela pôde ouvir pela primeira vez o que provavelmente estava chamando a atenção dele. Um estalo. Apesar de ainda bem baixo, Kanna tinha certeza que ouvira um estalo, que passava a ocorrer com frequência, cada vez mais perto.

Quando já estava aparentemente bem próximo da fonte daquele som, Midori saltou de um último galho de árvore diretamente para um arbusto. Kanna, chegando alguns segundos depois, parou detrás da planta, observando o que estava à frente.

Um homem estava ali. Estava de costas, mas era possível perceber como que tinha pele negra e seu corpo era grande e robusto, facilmente passava dos 2 metros de altura. 

À frente dele, havia dois Pokémon. Um tinha a aparência de um rinoceronte bípede, com um enorme chifre bege e cilíndrico acima de suas narinas. Seu corpo era quase todo preto e cheio de irregularidades, dando a impressão de que era feito de pedra. Sua esclera estava vermelha, enquanto sua íris era dourada.

Dragon's Heaven M2hoXt7

Já o outro era um enorme besouro com dois enormes chifres em sua cabeça, em forma de pinça. Seu corpo era vermelho e sua esclera estava roxa. Este último estava deitado no chão à frente do primeiro, aparentemente tentando se levantar.

Dragon's Heaven Vx8azkX

Era estranho. Kanna conhecia ambos, mas tinha algo errado. Rhydon era um famoso Pokémon Rock e Ground, utilizado por muitos especialistas nesses tipos, por conta sua grande força física. Entretanto, os que ela vira na internet eram todos cinza. O mesmo servia para Pinsir, que era um Pokémon natural daquela floresta, apesar de ser raro, mas os que ela conhecia tinham o corpo marrom. Além disso, os olhos de ambos estavam completamente diferentes.

Kanna estava intrigada, mas sua atenção foi desviada dos pokémon para o homenzarrão, que segurava um chicote completamente preto e usava para para golpear o Pinsir toda vez que ele aparentava perder a cabeça. Ela não podia suportar aquela visão. 

A menina sabia que itens como aquele chicote eram proibido por lei no país, o que automaticamente tornava aquele desconhecido um criminoso. Ela não aguentava mais ouvir os estalos do chicote e o grunhido do Pokémon golpeado, nem ver aquela expressão de agonia que ele fazia ao ser atingido. Ela lançou um olhar para Midori, que olhou de volta e assentiu com a cabeça, compartilhando do mesmo sentimento de revolta.

Pinsir parecia exausto, mas, ainda assim, rugiu violentamente. Ao fazer isso, o homem levantou o braço em um ato de preparação para balançar o chicote.

— Midori, Pound!

Ao ouvir a frase, o Homem interrompeu seu movimento e olhou de canto para trás. O pequeno Pokémon de grama corria em sua direção, com uma das mãos envolvida por uma luz branca. Midori saltou, aparentemente visando o braço que segurava o chicote. Contudo, antes que pudesse atingir o alvo, Rhydon pôs seu corpo na frente com os braços em forma de X, como um escudo. O golpe o atingiu, mas não causou praticamente nenhum dano e o Treecko foi obrigado a saltar para trás. O desconhecido sorriu.

— Pare com isso agora! — Berrou Kanna.
— Ou o quê? — Provocou ele. Sua voz era incrivelmente grossa.

O criminoso balançou mais uma vez o chicote, o que enfurecia Kanna. 

— Midori, Quick Attack! — Instruiu a treinadora.
— Rock Blast. — O oponente respondeu, com um tom que refletia tédio. 

Enquanto Treecko corria na direção de Rhydon, ainda mais rapidamente do que da última vez, o chifre do Pokémon de pedra brilhou em cinza. Ele criou cinco projeções cônicas de seu chifre e as atirou sequencialmente, tendo Midori como alvo. Em virtude da sua agilidade, potencializada pelo Quick Attack, Treecko conseguiu desviar dos dois primeiros projéteis, mas acabou sendo atingido pelo terceiro. 

O golpe continha tanto poder que lançou Midori violentamente à uma grande distância, parando apenas ao se chocar contra árvore. Incapaz de desviar, os últimos dois projéteis também o atingiram com tanto poder quanto o anterior. Treecko caiu, já desacordado.

— M-Midori! — Kanna gritou, preocupada com o dano que seu companheiro recebeu. Ela correu para perto dele e o colocou gentilmente em seus braços.

O estranho novamente golpeou com sucesso o inseto gigante, que agora estava encolhido, aparentemente sem forças. Soltou um suspiro, decepcionado, porém nem um pouco surpreso, com o rápido resultado da batalha.

Ele andou em sua direção à garota, com o chicote arrastando no solo, até finalmente parar ao lado da garota. Sua sombra cobria a menina, que não podia mais enxergar qualquer raio de sol ao olhar para cima, apenas o rosto daquele homem. Ele estava sorrindo novamente. Kanna se encolheu de medo, abraçando ainda mais o pequeno Midori.

— O que foi? O que você achou que aconteceria? — Perguntou o homem, com sua alta e intimidadora voz — Acha que só de agir feito uma heroína o mundo vai te ajudar, só por que você tentou ser boazinha?

 Ele se agachou, o que fez Kanna virar seu rosto para baixo e fechar os olhos, tentando evitar contato visual. 

— Sua vontade medíocre não vai mudar a realidade. — O homem colocou a mão em volta do queixo da garota, apertando suas bochechas e a forçou a olhar novamente em sua direção. — Infelizmente, já é tarde para você aprender isso. Rhydon!

Ao comando de seu mestre, Rhydon andou em direção à eles. Cada um de seus passos fazia o solo vibrar e Kanna sentia seus olhos ficarem úmidos e sua respiração ficar mais pesada a cada vibração que sentia, apesar de ainda manter os olhos fechados. 

— Vocês parecem estar se divertindo.

Ao ouvir uma inesperada voz, todos pararam. O homem se levantou e procurou com os olhos ao seu redor a origem dela. Uma figura feminina estava sentada sobre o galho de uma árvore próxima, atrás deles. Ela estava com uma capa com capuz marrom, que resolveu abaixar quando foi vista, revelando seu rosto. Vestia apenas uma blusa e um short pretos, que estavam um pouco rasgados, e estava descalça. Sua pele era clara e tinha cabelos brancos e ondulados. Seus olhos violeta encaravam diretamente o homem e, ao perceber a expressão irritada dele, sorriu em deboche.

Kanna fitou a menina. Apesar de não ser possível dizer com exatidão pela distância, parecia ter tamanho, idade e porte físico semelhantes a ela mesma. Não parecia estar carregando nenhuma Pokéball, nem sequer ter algum cinto para armazená-las. Ou seja, ela não era uma treinadora Pokémon, presumiu. O grandalhão suspirou, mais uma vez.

— O que esses caras tem enfiado na cabeça dos jovens, huh? — resmungou.
— Saia daqui, o Rhydon é muito forte! — gritou Kanna, tentando livrar pelo menos a estranha da morte eminente — Fuja e procure aju-
— Stone Edge! — Gritou o criminoso, já com uma expressão irritada.

Rhydon invocou várias pequenas pedras ao redor de seu corpo, que se organizaram como dois anéis que orbitavam o Pokémon. A menina sorriu mais uma vez, não parecendo estar preocupada em ser o alvo. "Muito lento", pensou enquanto se colocava de pé sobre o galho. Quando o Pokémon lançou as pedras em sua direção, a menina realizou um mortal para trás, caindo em pé em outro galho. O ataque destruiu completamente o galho que ela estava.

O homem estava prestes a ordenar outro ataque, quando percebeu uma sombra estranha em cima dele, que o fez olhar para o céu. Um dragão sobrevoava ali, fazendo círculos no ar. Ele tinha um enorme corpo azul e quatro patas, que eram inutilizadas enquanto ele voava, usando duas asas vermelhas que tinham forma de meia lua. O corpo dele estava  totalmente envolvido por uma aura azul claro e ele brilhava como uma estrela no céu. Apesar de ser um Pokémon raro, o criminoso conhecia aquele dragão. Era um Salamence, e ele estava se preparando com um Dragon Dance enquanto Rhydon estava distraído com a menina.


Dragon's Heaven Spr_4d_373

— Ryu, Dragon Claw! — Ela instruiu ao Salamence.

O dragão interrompeu seus círculos e voou em direção ao solo. Enquanto descia, suas duas patas dianteiras geraram uma energia em forma de garra, translúcida e ciana. Ele descia em uma velocidade surpreendente, tornando impossível para o Rhydon desviar.

— Rhydon, use o-

O homem tentou dar uma ordem para que seu Pokémon reagisse, porém foi interrompido ao perceber que a sua oponente estava em pleno ar, tentando acertá-lo com uma voadora. Ele usou seu braço direito para bloquear o golpe, enquanto a menina o utilizou de apoio para saltar para trás e cair agachada no chão, recuando.

Embora tenha impedido com sucesso o golpe dela, ela ganhou tempo suficiente para que Ryu atingisse o Rhydon. Com a garra direita, ele acertou em cheio a barriga do Pokémon. O impacto do poderoso golpe, unido à força gerada pela velocidade em que Salamence voou, fez o rinoceronte ser lançado ao ar, apesar de todo seu peso. Ele caiu no chão após poucos segundos, criando uma cratera quase da mesma forma que seu corpo e fazendo o solo tremer.

— Tsc — reclamou o criminoso, agora se sentindo encurralado.

A garota o fitava, aguardando uma nova oportunidade de atacar. Seu Rhydon estava visivelmente ferido, mas tentava se levantar novamente, mesmo com dificuldade.
 
Então, um acontecimento inesperado mudou completamente o rumo da luta.

Um rugido fez todos ali presentes estremecerem, voltando sua atenção ao Pinsir. O inseto, que até então parecia abatido, estava de pé e com um olhar raivoso no rosto. Seus olhos estavam ainda mais roxos e seu corpo parecia ter escurecido. Após a surpresa inicial, o criminoso sorriu.

— Bom, acho que está na hora de ir, por enquanto. — Disse enquanto sacava uma Ultraball, que usou para guardar Rhydon.

A jovem se preparava para impedi-lo de escapar com mais algum golpe, mas foi interrompida quando Pinsir rugiu novamente. Cada grito de agonia do Pokémon era uma onda sonora estridente e impossível de e ignorada.

Os chifres do Pokémon estavam brilhando e abruptamente cresceram e passaram dos dez metros de altura. Eles destruíram tudo pelo caminho que passaram ao crescer, fazendo vários galhos e folhas caírem, inclusive alguns Pokémon, que correram assustados após por pouco não terem sido atingidos. E com a mesma velocidade que cresceram, os chifres retornaram ao seu tamanho normal. Pinsir continuou a rugir.

O homem correu, floresta à dentro. Entretanto, a menina não poderia se dar a esse luxo e largar aquele Pokémon descontrolado ali, destruindo toda a floresta. Seria um verdadeiro desastre. Ela olhou para Kanna, que ainda estava no chão, abraçando o Treecko.

— Saia daqui e se esconda! — ordenou — Eu cuido dessa coisa.

Kanna ainda estava com um semblante de pânico, mas voltou a si ao ouvi-la e assentiu com a cabeça. Ela correu carregando seu Pokémon e se escondeu atrás de uma árvore à alguns metros dali.

Agora sem precisar se preocupar com a outra garota, voltou sua atenção para o Pinsir. Ele lançava um olhar de puro ódio para seu Salamence, que estava sério, apenas aguardando um comando. 




O besouro se moveu primeiro. Seus dois chifres brilharam novamente, agora exaurindo uma luz verde. Eles dobraram de tamanho e se estreitaram com um movimento de pinça, para que com a ponta de um tocasse a ponta do outro, obrigando o Pokémon a avançar inclinado em direção ao Salamence com um poderoso Megahorn.

— Ryu, voe!

Ao receber o comando, o Salamence bateu as asas e levantou voo. Quando Pinsir alcançaria o dragão, ele já estava no ar, por isso o golpe passou reto e atingiu uma pedra enorme que estava atrás, destruindo-a completamente. A menina estava cada vez mais impressionada com a capacidade destrutiva dele. 

Enfurecido por seu alvo estar inatingível, Pinsir buscou qualquer forma de vida próxima para atacar, que, no caso, era a treinadora. Ele então rugiu e avançou em direção ao seu novo alvo. 

Ela apenas permaneceu imóvel e com o olhar fixo em seu atacante. Estava totalmente concentrada, pois, do contrário, qualquer coisa que lhe atingisse poderia significar sua morte. "Ele vai usar os chifres de novo", pensou. Decidiu aguardar o momento certo para desviar daquilo.

Ao chegar próximo à treinadora, Pinsir fez seus chifres se afastarem um do outro, aumentando o espaço entre eles. O inseto se inclinou para apontá-los para o seu alvo, mas antes que terminasse seu movimento, a garota saltou por entre seus chifres e rolou pelas costas dele. 

Apesar de ter desviado com sucesso, Pinsir concluiu seu ataque, Guillotine. Ele "fechou" seus chifres em forma de pinça rapidamente, esmagando um pedaço do tronco da árvore que estava atrás de seu alvo. O tronco começou a cair para a direção deles, mas foi de forma tão lenta que a menina apenas correu para o lado, enquanto Pinsir simplesmente esmagou com seus chifres o pedaço que cairia em sua cabeça. Ao tocar o solo, o barulho e o tremor foram ainda maiores do que quando Rhydon fora lançado ao ar, o que causou a fuga de vários Pokémon que estavam na região.

— Agora, Ryu! — Exclamou para o dragão nos céus — Termine o Fly!

Ryu mergulhou no ar e investiu para cima do inseto. Ele colidiu com todo seu corpo de frente para o Pinsir, que tentou amortecer o impacto segurando-o com os braços, mas sem muito sucesso. Salamence continuou pressionando o oponente, arrastando as costas dele no chão por alguns metros, até soltá-lo e deixar que a inércia o levasse mais um pouco. O dragão permaneceu parado no ar, batendo suas asas para manter o equilíbrio. 

— Não dê descanso ao meliante! — Brandou enquanto apontava para o Pinsir, que já estava se levantando — Flamethrower!

Salamence abriu a boca e gerou uma pequena esfera vermelha e laranja. Ele liberou seu poder com um rugido, fazendo com que uma corrente de fogo fosse liberada da esfera e atingisse Pinsir. Ryu manteve o fluxo de seu poder ativo ainda depois de atingi-lo.

O oponente, apesar da agonia que sentia das chamas, conseguiu reagir. Uma aura vermelha delineou seu corpo e ele pisou forte no chão, fazendo emergir um grande pedaço de pedra, que flutuava delineada pela mesma aura. Pinsir segurou a pedra entre seus chifres e a lançou com um balanço.

O dragão cessou o ataque de fogo para tentar desviar do Superpower a tempo, mas a pedra foi mais rápida e o atingiu, fazendo-o cair ao solo. Pinsir logo correu em direção à Ryu e executou seu Thrash, desferindo vários socos, chutes e, principalmente, arranhões com os chifres enquanto o dragão tentava se levantar.

— Use seu  Dragon Claw pra jogar ele pra cima! — Ordenou a dragoneira, preocupada com a situação.

O dragão novamente fez a energia em forma de garra surgir de suas patas dianteiras e golpeou a barriga de Pinsir. Apesar da resistência do inseto, Salamence conseguiu pressionar o suficiente para lançá-lo ao ar.

— Fly!

Ryu sorriu, já entendendo qual era a ideia de sua companheira. Antes que o oponente tocasse o solo, o dragão voou por baixo dele e o segurou pelo pé com sua boca. Com Pinsir preso, ele voou ainda mais alto que a copa das maiores árvores do lugar e executou um pequeno giro no ar para lançar o besouro ao solo novamente.

— Termine com Flamethrower!

Ryu gerou novamente a esfera à frente de sua boca e disparou a corrente de fogo contra o adversário que, no ar, não poderia sequer cogitar desviar daquilo. Pinsir tentou segurar a força do golpe bloqueando com os braços, mas ao ser puxado pela gravidade e ao mesmo tempo empurrado pelo fluxo do fogo para baixo, o impacto com o solo foi absurdamente forte e ele não pôde mais manter a pose defensiva. O dragão continuou mantendo o fluxo por mais alguns segundos, até não aguentar mais e parar.

Quando a corrente de fogo se dissipou, a treinadora pôde perceber que Pinsir, finalmente, estava desacordado.


E é isso! Uma pequena observaçãozinha aqui: eu citei que a Kanna usa uma bolsa, mas fui incapaz de fazer uma no sprite dela... apesar disso, imaginem que ela usa, ok? -q, enfim, até o próximo capítulo!

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Mensagem por Black~ em Qui 11 Jun 2020 - 17:45

Bom, vamos lá.

Como você disse, realmente se parece outra fic, visto que nenhum dos seres apresentados nesse episódio aparentemente estavam no prólogo (aparentemente...), então foi meio que um capítulo de apresentação mesmo. De toda forma, para um capítulo 1 foi bom, e vi que ele foi meio que dividido em dois né, uma primeira parte de apresentação da Kanna, e a segunda parte com toda a ação na floresta. Sendo redundante, foi um bom capítulo sim.

Bem, a primeira parte mostrou a tal da velhinha conversando com a Kanna e tals. Achei bem legalzinho, porque mostra um pouco das relações dos personagens, as motivaçoes deles, etc, acho bem legal explorar essas coisas, mesmo que seja com coisas que às vezes pareçam tão simples, como o simples fato de ela comprar uma sacola cheia de trufas. Aliás, belo título, fez um bom trocadilho com o começo do capítulo. Ademais, ansioso para ver que tipo de jornada a Kanna pretende fazer.

Bem, quanto a esse indivíduo criminoso e bandido, acredito que obviamente será explorado depois, mas achei muito misterioso ele ter um Rhydon preto (até cheguei a pesquisar o shiny kkkkk), e também o Pinsir vermelho. Aliás, também fiquei intrigado com o fato de ele estar chicoteando o Pinsir, que aparentemente foi o que ativou a raiva do Pinsir. Por qual motivo ele fez isso? Mistérios para os próximos capítulos kkkk.

Falando no vilão, gostei bastante do discurso dele anti-heroismo, rindo da menina que achou que daria certo vencê-lo pelo simples fato de ela querer vencê-lo. Faz total sentido o diálogo dele, ainda mais num universo como o que exploramos em nossas fics, que é o Pokémon, onde crianças de 10/12 anos lutam contra bandidos armados e com pokémon fortes. De toda forma, apesar de pouco sermos apresentados à Kanna, ela pareceu bem aventureira e corajosa. Mas como a vida é cheia de ironias, logo em seguida, apareceu uma heroína que venceu-o, graças a seu pokémon ser mais forte que o dele kkk.

Gostei dessa personagem ter aparecido, apesar de ser meio "lugar certo na hora certa". Talvez ela já estivesse procurando o bandido. De toda forma, gostei dessa menina pelo pouco que apareceu e gostei da batalha, ela deve ser uma treinadora bem experiente. E vendo que ela tem um Salamence e vendo o título da fic dá pra imaginar que aí tem coisa kkkk.

Como disse mais acima, fiquei curioso sobre esse Pinsir, se ele ficou assim por causa das chicotadas e por qual motivo. Mas só sei que o bicho causou um caos gigante na floresta kkkk e por alguns momentos pensei até que o impossível aconteceria e ele venceria o Salamence, mas enfim.

Bem, como disse mais acima², a Kanna foi pouco apresentada, da mesma forma a outra menina também foi pouco, tanto que nem sei o nome dela kkkkkk e seja lá qual seria a primeira opção de jornada da Kanna, acredito que a partir de agora não será mais a primeira opção e sim ela irá se juntar com essa menina.

Bem, erros eu vi algumas vezes crases indevidas: antes de verbos ou de substantivos masculinos, mas fiquei com preguiça de procurar, então é isso.

Então, é só e boa sorte com a fic.

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Mensagem por Brijudoca em Sab 13 Jun 2020 - 16:56

Fala meu bom,

Acabei atrasando em vir aqui pois passei os últimos dias tentando montar o maldito guia de personagens da minha fic, e foi bem mais trabalhoso do que eu poderia imaginar. Mas VAMOS AO QUE INTERESSA.

Esse primeiro capítulo foi muito legal, além de não ser nem um pouco previsível. Os detalhes que você acrescenta na narração deixam a leitura muito rica cara, mesmo esse trecho inicial da Kanna com a dona Silvânia não tendo nenhum acontecimento "importante", a riqueza de detalhes que tu acrescenta é muito massa, me deixou com vontade de comer chocolate -q

Agora vamos para a floresta. Fiquei bem intrigado com os pokémon de cores diferentes (eu fiz exatamente igual o Black e fui jogar no google pra ver a cor do Rhydon shiny kkkkkk). Só posso deduzir que alguma coisa esquisita esteja rolando na região e o "caçador" provavelmente está envolvido né? Realmente foi muita ingenuidade da Kanna achar que poderia enfrentá-lo com um Treecko (mas obrigado por incluí-lo, amo esse bostinha), creio que isso já nos deu uma boa prévia da personalidade da garota.

Foi muito bom ver o "caçador" tomar um sacode da personagem misteriosa e do Salamance. Não me lembro como era sua descrição de batalhas em sua última fic, mas nessa está BEM afinada. Curti bem, tanto a descrição da batalha contra o Rhydon e, principalmente, quando o Pinsir surtou. Fiquei bem assutado quando você descreve que os chifres dele cresceram DEZ FODENDO METROS num momento, mano, o que tá acontecendo com esses bichos socorro. Felizmente a menina conseguiu derrotá-lo e só nos resta agora os mistérios que você provavelmente vai conduzir ao longo dos próximos capítulos.

Algo que eu achei diferente no seu texto foi que, no começo a narração parecia acompanhar a mente da Kanna e durante a batalha mudamos para a personagem misteriosa, tendo acesso seus pensamentos e tal. Não sei até que ponto isso era realmente necessário, sinto que poderíamos ter continuado a ver os acontecimentos pelos olhos da Kanna. Não sei como você pretende conduzir a narrativa, mas acho que seria mais coerente se manter em um personagem, ou, pelo menos, indicar uma mudança de POV quando for necessário, pra não ficar algo tão em aberto.

Mais um elogio pra sua trilha sonora, a musica do Three Days Grace e a outra lá de lolzeiro combinaram super com o momento proposto. Fico no aguardo do próximo capítulo o/
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Mensagem por roberto145 em Seg 15 Jun 2020 - 23:41

Boa noite Shiota, tudo bem?

Gostei bastante do que li. Achei bem interessante esse começo mais lento, mas, como disse o Black, de fato transmite um pouco da personalidade da personagem, de como ela é simpática ao ponto de ganhar as coisas de graça kkkkkk. É algo que realmente torna os personagens mais vivos na história. E, sinceramente, essa parte foi a que mais me agradou a ler pela leveza dos eventos. Porém, o restante também foi bem interessante. Embora a questão levantada pelo vilão de certo modo tenha coerência, é muito conveniente para ele também criticar reações àquilo nem um pouco ético que faz né. Essa parte do chicote e do Pinsir me lembrou muito do Gyarados de GSC, talvez essa formas shiny  na sua história tenha algo semelhante ao que foi feito com o plot desse Gyarados. Vamos ver como você desenvolverá essa parte. Sobre a garota que surgiu quando a Kanna ia virar purê me lembrou muito Tarzan kkkkkk. É outra curiosidade que tenho ao ver de onde ela veio.
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Mensagem por *Nina* em Qui 18 Jun 2020 - 23:43

E aí, Isaac Alfredo, tudo certo?


Finalmente li o primeiro cap e gostei muito! Você descreve muito bem, o texto flui ao ler. Sabia que você não iria resistir e colocaria nomes japoneses nos personagens. kkkk

Otaku segue sendo otaku.



Apesar de ainda não ter revelado muito, gostei da Kanna, e me identifiquei muito com ela no começo com as trufas, já que também adoro chocolate.
Fiquei com pena dela quando perdeu e quase foi morta pelo bandido lá, já que tinha boas intenções. Mas isso é bom porque traz um ar mais sério a fic, pois mostra que o perigo é real, já que é muito sem graça ver bandidos nas fanfics de jornada sempre perdendo super fácil para crianças e seus pokémons recém saídos dos laboratórios. Gostei de você ter feito uma ironia com isso na fala dele. kkkkkk


Sobre esse cara misterioso, acho que ele ainda vai dar muito trabalho na fic. E o que será que aconteceu com esses pokémons? Imagino que possam ser vítimas de experiências realizadas para tentar aumentar a força dos pokémons, só que um efeito colateral, além da mudança das cores, é que o pokémon se torna muito agressivo e descontrolado. Vamos ver como você vai desenvolver isso.

Mas no fim não adiantou toda a pose, porque perdeu feio e teve que fugir quando a Ryura apareceu, bem na hora exata. Eu ri do termo "dragoneira". kkkkkkkk

Aliás, estou curiosa para saber mais da personagem, pois você disse que ela vive em um lugar onde só tem dragões, aí fico imaginando como que eles cuidaram dela, trocaram fralda, ensinaram ela falar e coisas do tipo. (Sim eu pensei nisso kkkkkkk).


Achei alguns errinhos:

Segurou o saco com cuidado e sentou-se novamente, pondo o item sobre as pernas apoiá-lo e verificar seu conteúdo.

Faltou um "para" ali entre "pernas" e "apoia-lo".

Ele andou em sua direção à garota, com o chicote arrastando no solo, até finalmente parar ao lado da garota.

Ali no começo ficou estranho esse "andou em sua direção à garota", acho que você reescreveu a frase e esqueceu de apagar o "sua".

Cada grito de agonia do Pokémon era uma onda sonora estridente e impossível de e ignorada.

Ali deveria ser "impossível de ser ignorada".

É isso, agora já está liberado para postar o próximo! Um abraço e até mais!

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