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Mensagem por Lukas S. Sex 8 Abr 2011 - 10:52

Olá Tio Absol... Optei por um texto bem menor do que os dos demais alunos e também de seu exemplo...

Tudo começou na cidade de Pallet, onde um vagabundo acardou atrasado e pegou um Pikachu, e saiu por ai em mil e uma aventuras, e nunca conseguiu nada em sua vida...


Poucos sabiam sobre esse homem, suas características físicas só eram conhecidas por seus falecidos pais, e seus pokémons. Tudo em sua vida mudou quando... Desde pequeno esse homem teve que ser independente pelo fato de seus pais trabalharem, aos seis anos quando se esquentava na lareira de sua casa com seus familiares, dois homens entraram em sua casa e assassinaram seu pai e sua mãe com pokémons muito fortes, o pequeno garoto correu e conseguiu se esconder em um armário; Já que não conhecia nenhum parente seu, ele teve que morar sozinho. Quando completou dezesseis anos, ninguém mas se importava com aquele adolescente, ninguém sabia seu nome apenas alguns, chamavam-o de Frozen Heart. Desde então ele já se achava bastante forte e decidiu se isolar em uma montanha congelada muito longe de qualquer cidade de Unova, e com ele levou três tipos de pokémons, primeiro os de gelo, que seriam os aqueles nos quais ele se vingaria dos assassinos e também poderia aprender a conviver no frio, depois trouxe os de fogo, que seriam para se esquentar quando fizesse uma temperatura muito baixa, e por fim trouxe os insetos, que iam servir para matar qualquer um que se aproximasse de sua casa.

________________
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Obrigado pelo Set Mr. Master.

Meu Set, uma fusão de Sir. e Fofura. -q

____________________________________

~ Le Sir Quag Academia Kantoniana de Letras 3.0 - Página 2 Sav3e ~ Stronda.

Seu Amigo Inseparável

~ Le Lord Mud Academia Kantoniana de Letras 3.0 - Página 2 7V9Fa ~ Mud.

E a alma feminina do Grupo.

~ La Lady Vicky Academia Kantoniana de Letras 3.0 - Página 2 7Mqu5 ~ Mr. Hike.
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Frase pessoal : ~ Le Sirs ~


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Mensagem por Guilhermin_cloro_fila Sex 8 Abr 2011 - 15:32

O nome era Louis. Era só mais um dos Espadachins da grande cidade de Prontera, porém, se seu sonho se realizasse, poderia se tornar forte o bastante para vencer o campeonato de lutas anual de Rune Midgard, e assim conseguir dinheiro para criar uma guilda, para poder defender cidades e fazer sua guilda se transformar na mais poderosa existente.

Tinha cabelos Loiros, olhos negros como a noite, e tinha quinze anos. Sabia que seu sonho demoraria para ser realizado,mas precisava mostrar para sua família, de quem havia fugido anos antes,que poderia se tornar poderoso.

Havia fugido pois, quando menor, era muito mal-tratado pela família. Os irmãos e seu pai o menosprezavam, e sua mãe havia morrido ao lhe dar a luz. Mesmo sem ter conhecido a mãe, sabia que poderia se comunicar com ela de alguma maneira, até por que, sempre tinha sonhos em que falava com ela.

Era um garoto com poucos amigos, até por ser tímido, e por gostar mais de andar sozinho do que acompanhado. Porém, tinha um pequeno lobo como animal de estimação. Na verdade, ele só não gostava muito de ser acompanhado por pessoas, pois já havia sido enganado muitas vezes por falsos companheiros de viagem, que apenas estavam atrás de itens.

Mesmo não sendo muito sociável e poderoso, faria qualquer coisa para ter uma guilda e provar para sua família o que podia fazer.


Bom,sei que ficou pequeno,mas acho que está de bom tamanho para a descrição de personagens.
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Frase pessoal : im like superman and u are the citizens of gotham


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Mensagem por Davi Sex 8 Abr 2011 - 17:53

O nome do personagem foi inspirado no nome do Vocalista do Foo Fighters, não em mim lol

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Dave era aquele tipo de pessoa que eu não quero na minha casa. Mal se comunica com alguém, trabalhos em dupla? Ele faz sozinho, o mais rápido possível e mais perfeito.

Não é muito popular na escola. Mesmo com seu cabelo super liso e seus olhos profundos com cor de Safira, não se preocupava com a aparência. Andava sempre com uma blusa de Moleton amarela, com umas listras pretas verticais. Acho que aquilo era sua assinatura.

Mas por mais perfeito que tudo saísse, Dave não achava um ponto bom no que fazia. Em qualquer batalha, se questionava. Mas nunca dando a culpa para seu fiel parceiro, um pequeno - porém forte - Joltik.
Por que ele era assim? Boa pergunta. Não se sabe o porque de tanta frieza no coração, se ele tiver um.

Vi Dave dar um sorriso uma vez na vida. Ele sofria bullying, e em uma competição escolar, ganhou de todos os que zoavam ele com uma facilidade admirável.

Ele está sempre com fones de ouvido, o que é normal para alunos do 1º ano. Acho que a música para ele é um 'combustível' ou algo assim.

Andando pelas ruas de Castelia, ví Dave conversando com algumas pessoas, trocando risadas e etc. Me pergunto o porquê ele não tem essa atitude em nossa escola.
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Frase pessoal : <<<<<<<----------


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Academia Kantoniana de Letras 3.0 - Página 2 Empty Minha tarefa, horrível -q

Mensagem por Drack Sex 8 Abr 2011 - 23:42

Senti que deveria vir (sabe, pra entregar a lição -q). Um dos primeiros textos que escrevo... por isso esta bem ruim. -q Ok, vamos a tarefa... *u*

---
‘Rhett é um garoto da cidade de Azaela, Johto. De quinze anos, usava uma velha camisa vermelha, uma calça um pouco rasgada e um cachecol branco com aparência de ser muito, muito velho. Usava também um tênis, provavelmente um All Star no modelo ‘Running shoes’. Ele tinha uma pele morena e um cabelo de cor azul escuro – que ele teria pintado no começo do ano.

Morava com sua família, a família Rodriguez. Ela era uma das famílias mais conhecidas e respeitadas de Azaela. Rhett a primeira vista, era um garoto comum. O que meio que era verdade. Passava muito tempo no comp
utador, gostava de ir ao cinema e ler. Mas ele tinha um problema, ele era meio fechado. Não gostava de se relacionar com pessoas que não conhece, e assim acaba sendo grosso. Todos os amigos que ele tinha já tinham se mudado da cidade, começado uma jornada. Outro aspecto que fazia ele não ter amigos é não querer sair em uma jornada, achava aquilo ridículo.

Não tinha irmãos, não tinha amigos. Mas não era totalmente sozinho, a família Rodriguez tinha um Pidgeotto de estimação, que seria seu melhor amigo. O sonho de Rhett sempre foi explorar cavernas. Não se sabe bem o motivo dele gostar disso.

Na verdade, ele mesmo é o único que sabe. Quanto tinha mais ou menos doze anos, estava brincando com seus amigos na Route 33. No final da tarde, todos eles voltaram para suas casas, menos ele. Por curiosidade, foi até a entrada da Union Cave, e de lá, entrou. Os treinadores não estavam na caverna, porque todos sabem que é perigoso ficar em uma caverna a noite. Logicamente, Zubats e Geodudes ainda estavam lá, e começaram a atacar Rhett. Nessa perseguição, ele se esconde em um canto bem escuro da caverna, onde nenhum pokémon se atreveria a ir. Continuou indo, naquela escuridão... e logo ele vê um brilho no fundo. Lá ele encontra um colar... um colar de bronze, com detalhes em rubi... era um lindo colar, trazia alegria em apenas olhar. Ele pegou o colar e saiu da caverna, ainda fugindo dos pokémons da caverna. Deste aquele dia, ele traz essa colar debaixo do cachecol dele, nunca o mostrou a ninguém.

Ele pesquisou muito sobre este colar, mas nada. Até hoje ele pesquisa... ’

---
Descrição decadente, repetições, non-sense total (*risos*), vírgulas em todo lugar, erros de crianças de primeira série, mais outras coisas que nem quero comentar... hahahah, como eu sou ruim. Sua escola veio na hora certa. <: Exagere na hora de criticar, eu mereço e-e Meu texto esta meio pequeno, não esta? -hm acho que vou ter tenebroso Q
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Mensagem por Dark_Absol Sab 9 Abr 2011 - 9:15

O prazo para a entrega das tarefas acabou. Quem não fez, ainda pode ganhar metade da nota se me mandar por MP até Quarta-Feira 13/04.

~ X ~

Boletim de Notas


- Lição #01

Fiquei contente, pois a maioria entregou seus trabalhos, que foram razoáveis no geral. Não houve nenhuma lição que chegou a me fazer chorar de emoção e tatuar o nome do autor em lugares estratégicos, mas também não teve nenhum que precisei fazer macumba pro desgraçado. Ah, o modo de avaliação foi feito da seguinte forma:

Organização: 1,0
Descrição: 2,0
Ortografia e Pontuação: 3,0
Enredo: 4,0

Pra quem anda ruim na matemática, o total é 10,0. Sem mais enrolação, vamlá.

Lisanna: Éééé... Sua lição ficou extremamente confusa, principalmente pelo ENORME número de palavras repetidas. No terceiro parágrafo, putz, foi escrota a forma como tu repetiu a palavra “hereditariedade”. Dicionário de Sinônimos pode te ajudar nessas horas.

Mas o pior de tudo (junto com a repetição de palavras) foi a pontuação. Uma coisa legal de se fazer é falar o que tu está lendo, e a cada pausa que tu fizer, deixe um ponto ou uma vírgula (isso não ajuda nada se tu falar “metralhando” as palavras).

Outra coisa, não precisa citar a altura exata da manola aí. Fale simplesmente que ela é baixinha, ou qualquer coisa do tipo. Vou te dar uma nota ao tão ruim porque gosto de magos e porque a garota parece ser extremamente overpower e gostosa.

Nota Geral: 3,5

arcanine-arcanon: Primeiro erro: Tu escreveu a fic em itálico. Caso não saiba, itálico é apenas para dar um pouco de destaque na palavra (não tanto quanto o negrito ou sublinhando), ou indicar uma gíria ou expressão estrangeira. Evite isso da próxima vez.

Sua tarefa me agradou, porém, não entendi uma coisa. Se o maloks suav não gostava do pai dele, um baita dum feladapoota drogado, então porque se envolveu com a dorgas? Ficou muito estranha essa parte aí.

Arceus. COMO ESSE CARA CAPTUROU O ARCEUS? Não vai me dizer que ele comprou uma Master Ball, sendo que, além de ser cara pra porra, ele ainda tinha uma foto de procurado em cada canto do planeta. Roubando também não, já que a empresa de pokébolas deve ter câmeras, sensores e outros aparelhos moderninhos e pega-ladrões em cada parede de seu prédio. E não acho que o Arceus ia simplesmente falar “aí champz, nóis dois querems matar esses viadins, joga essa pocebal in min e vamu nessa”. Perdeu pontos pela falta de lógica.

Nota Geral: 4,5

Monferno master: Nem sei quando é seu aniversário, mas parabéns. =]

Então tá. O bagulho mostra o lek putaço com a láife e tal, as crianças maliciosas demais pra idade delas, e tal e tal. Não sei se você lê as fics da PM, mas metade delas vão ter as mesmas coisas. Mazinfin, o que é piedad? Torta de Pai (pie = torta, dad=pai)? E anlguns, Arma da ANL? Arruma isso aí.

Nota Geral: 4,0

Tabitha: Vou ter esculachar (hmm) porque você está cobrando muito caro pelos programas.

Brinks, nem vou.

Sua lição ficou muito legal mesmo. Amo Final Fantasy, e esse aí seria um bom personagem. E eu amo gelo também *-* Sabe, não achei erros relevantes de ortografia ou de pontuação (o que não significa que eles não existam), mas a história poderia ser mais bem trabalhada. Ele parece ser muito bonzinho e sem problemas com a vida, poderia mudar isso, entre outras coisas mais (te falarei por MSN).

Nota Geral: 5,5

Natsu: Essa daria uma boa fic. Realmente gostei do jeito que usaste os clichês, e misturou a série original com PMD. But, como eu amo colocar defeito em tudo, essa não vai levar um 08 (que é uma nota muito, muito boa pra mim).

Por que tu já revelaste o final? Ficou tipassim, “eu nasci, vivi e morri”. NUNCA MAIS FAÇA ISSO, blz? Fora que ficou sem graça.

Nota Geral: 4,5

Monfernogus: Mano, essa foi a definição de sem graça. Uma fic com uma protagonista dessas seria com certeza uma bosta. Que utilidade teria eu saber que ela gosta de comer cenoura e tomate? Totally Weird. Só ficou na média porque não errou muito na gramática.

Nota Geral: 4,0

marcinho: Mesma coisa do Monfernogus, não vi nada de interessante aí.

Nota Geral: 4,0

Ragna: Aquele drama de mendigos e deficientes. "Me trate como igual, viadinho!". Bem-vindo ao mundo real, Robert.Você tem a juventude como sua aliada e ainda reclama, seu merda? Pois é. Em vez de ficar vadiando e se passando por coitado, porque não fazer alguma coisa pra ganhar dinheiro? '- '

É, perdeu uns pontos pela falta de coerência, mas o trecho final realmente ficou muito legal.

Nota Geral: 5,5

GamerLuiz: Confuso. Você deveria explicar melhor esse medo dele de Pokémon, pois não deu pra ter uma ideia exata. Também deveria ter posto em aspas a parte do relato, ou em itálico, se preferir.

Nota Geral: 3,5

Lavi: Gostei desse carinha, me lembrou de certos professores aí. Porém, você poderia acrescentar mais detalhes. Houve uns desentendimentos, falta de especificação e errinhos bobos nessa tarefa, como em todos os outros e tals. Não to afim de apontar agora porque to muito cansado e ainda tem mais umas 06 lições pra corrigir. Passo-te por MSN.

Nota Geral: 5,0

Kurosaki Lucas: Acho que os pontos negativos foram a monotonia, a repetição de pronomes... e só (isso não quer dizer que o resto foi todo positivo, y’know). De certo modo, esse aqui merece uma nota alta.

Nota Geral: 5,5

Guillerjo: Finalmente o que eu mais queria comentar. Então. Sabe, o início ficou épico e tudo mais. Mas depois que tudo passou... Pôxa. Quando tu começou a falar demais (entre o quarto e o sexto parágrafo), a historia caiu um pouco de nível. Tipo, a fic retrocedeu quando deveria seguir. Mas tudo, bem eu te perdoo porque sou um cara legal, diga aí.

Se eu fosse dar uma nota, eu dividiria a história em três partes:

1ª: Início totalmente fodônico (Nota: 8/10)
2ª: Partes desnecessárias no meio (Nota: 5/10)
3ª: Final com filosofias sobre a vida e tals (Nota: 6/10)

Espero grandes coisas disso aqui.

Lukas stronda: Fiquei meio alok com esse cara. Porque matar todo mundo que se aproxima dele? Tipassim, wtf man. Também não entendi o porque do champz se isolar. Tem que ver isso aí.

Nota Geral: 3,5

Yky: Ah, gostei. Não ficou muito grande nem muito pequeno, não tiveram erros relevantes nem nada. E eu amo espadachins e de lobos. A única coisa que eu não gostei: POR QUE TODO MUNDO NÃO TEM PAI NEM MÃE? Será falta de criatividade pra criar alguma coisa dramática? Me responda, se puder.

Nota Geral: 6,0

Davi: Personagem bacana, porém pouco explorado. Poderia revelar mais sobre o cara, como por exemplo, se tem algum trauma ou coisa do tipo (antes que venha reclamar, tu só citou o bullying, não escreveu nada sobre). Ah, poderia juntar os últimos parágrafos, pra ficar mais organizado e sem a sensação de vazio.

Nota Geral: 5,5

Drack: Finalmente cheguei aqui, mesmo morto de sono. O que podemos dizer desta fanfic?

Primeiramente, a escrita. Sem erros, simples e funcional. O personagem? Um cara normal, nem fede nem cheira. Mas o que me chamou a atenção foi esse negocio do colar. Daria para fazer uma boa trama com o tal mistério. Teve uma repetição de palavras e tals, mas nada que incomodou.

Nota Geral: 6,0

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Mensagem por Dark_Absol Dom 10 Abr 2011 - 16:38

Lição #02 - “Enredo”


- Definições Iniciais para a História

Defina bem o tema dela, usando do bom senso. Escolha cuidadosamente qual será o principal assunto da história. Se a história teve seus capítulos iniciais na Idade Média, por exemplo, ficaria estranho se dentro de alguns capítulos os personagens aparecessem usando um M16 no meio de um bando de homens com espadas ou coisas assim (claro, se a história envolver uma viagem no tempo faz sentido, mas não mude totalmente o tema da história se não tiver absoluta certeza de que a história vai se adaptar bem à mudança, e principalmente se você próprio vai gostar de mudar o foco principal dela).

Outra coisa importante é escolher bem seu gênero textual. Nessa hora o melhor a fazer é parar e se perguntar: "Que gênero de história eu prefiro? Ação? Aventura? Romance?". Isso é importante, já que as pessoas geralmente escrevem melhor as cenas com seu gênero favorito, e tem dificuldade em escrever os que não apreciam. Por exemplo, alguém que prefere Romance deve ter mais dificuldade em escrever uma Fanfic lotada de assassinatos. Mesmo assim devemos lembrar que uma história é uma fusão dos mais diversos gêneros, não de um único. Apenas escolha o que mais lhe agradar... Prefere ação? Tente uma Fanfic de ação! Prefere romance? Ótimo, tente também! Mas sempre lembrando que mesmo o "prato principal" sendo o que você prefere, deve colocar pitadas de todos os gêneros (mas não exagere, ou o Haato irá trancar sua fic! >:).

- Planejamento do Começo da História

Escolha como será apresentado o começo da fanfic. Feitas as definições iniciais, chega a hora de começar o planejamento da história (eba!). Alguns autores gostam de fazer um Prólogo antes de iniciarem os capítulos em si, como uma introdução à história, geralmente apresentando algum mistério; Outros já preferem começar diretamente a história mostrando os personagens e como as situações diferentes começam a acontecer na vida deles; Enquanto isso, uma parte prefere iniciar com a história da Fanfic já correndo, e o começo dela é mostrado por meio de flashbacks, onde geralmente os leitores começam a ligar as peças do quebra-cabeça conforme revelações do passado são feitas, o que os deixa presos à história (eu prefiro assim, mas devo reconhecer que não é recomendável, uma vez que o autor pode ser perder e esquecer de detalhes importantes no meio da história, fazendo dela uma fic confusa). Além dessas três opções existem inúmeras maneiras de começar, e aí depende da imaginação do autor para planejá-las! Uma coisa que se pode fazer e que algumas vezes pode dar certo é buscar fatos que aconteceram na realidade. Em geral muitos deles são inspiradores e podem trazer novas ideias para o enredo da sua Fanfic. Eu, por exemplo, tiro minhas ideias de animes, sonhos ou músicas.

O COMEÇO DEFINE TODO O RESTANTE DA HISTÓRIA. Uma coisa que se deve prestar muita atenção é que as ideias iniciais apresentadas no começo da história vão influenciar e muito em todos os acontecimentos que aparecerem, até o final da Fanfic. Seria realmente estranho se o autor ignorasse seus próprios princípios sem dar uma explicação plausível, o que muitas vezes acaba se tornando difícil, pois poderia acabar quebrando outros conceitos. Uma boa dica é fazer uma lista-resumo da história. Você monta uma lista com os principais acontecimentos da fanfic, do primeiro ao último, em geral isso ajuda e muito na hora de escrever, pois faz com que as ideias não se percam ou que as ideias básicas sejam quebradas. Acrescente cada ideia nova que tiver na lista, e quando você perceber já está com um enredo complexo e totalmente estruturado. (Agora você já tem algo para escrever no caderno durante uma aula chata de matemática).

- Planejamento do Desenvolvimento da História

Planeje os principais acontecimentos. Com o início já programado, chega a hora de verificar como a história vai se desenvolver. Já de início planeje os principais fatos da história, bem como fique com uma vaga imagem dos personagens mais importantes que estarão envolvidos com esses fatos. Procure sempre colocar grandes surpresas em sua trama. Isso a deixará ela mais emocionante. Uma coisa que fica legal, são os elementos surpresas. Coisas inesperadas que deixam o enredo mais legal. Mas não esqueça, ela deve estar coerente. Diversifique, existem literalmente centenas de acontecimentos surpreendentes que podem ser colocados na história, explore sua imaginação ao máximo! Mas também não se esqueça de reler os capítulos inicias para não atropelar seus princípios. Existem dois tipos de enredo, o plano e o esférico. O primeiro é aquele onde não existem grandes reviravoltas na história, tudo acontece conforme o esperado nas deduções que os leitores tiveram, ou seja, uma fic monótona e sem grandes atrativos para o leitor (atrativos aqui significa enigmas). Já o segundo é aquele em que acontecem uma ou mais reviravoltas que mudam completamente o rumo da história, tanto na vida dos personagens quanto nos acontecimentos que se seguem. Não esqueça que se sua Fanfic for continuação de algum programa já existente, deve-se tomar muito cuidado com uma coisa: CONTINUAÇÃO É ALGO TOTALMENTE DIFERENTE DE CÓPIA. Explore sua imaginação e sua criatividade para bolar uma história nova à altura do anime que será homenageado por você. Não copie, esse é um dos piores erros que se pode cometer.

Uma coisa que em geral muitas pessoas fazem é achar que todos os mistérios precisam ser resolvidos no último capítulo da Fanfic. Não é bem assim. Se deixar todos para serem desvendados nos últimos capítulos, provavelmente serão tantas coisas acumuladas que, ou podem ser jogadas de qualquer jeito, ou podem ser esquecidas, deixando assim pontas soltas na história. Seja como for, raramente dá certo acumular enigmas para o final, o melhor é ir resolvendo com o desenrolar da própria Fanfic. Mistério não é sinônimo de perguntas que demoram a ser respondidas, portanto podem muito bem haver mistérios excelentes que durem um ou dois capítulos. O ideal é deixar poucos, mas importantes, para serem desvendados no final, algum que dure desde o início da Fanfic, por exemplo, ou até mesmo a revelação de que casais se formaram quando tudo se acalmou.


- Planejamento do Fim da História

Tente deixa o mínimo de pontas soltas. Possivelmente a parte mais delicada de se trabalhar em toda a Fanfic, o fim deve ser cuidadosamente planejado e feito com calma para não decepcionar os leitores. Em geral ele mostra o destino dos personagens queridos por muitos (e odiados por outros muitos), e nesse momento os últimos mistérios que restavam são desvendados, e o futuro de todos é decidido. Deve-se tentar evitar as pontas soltas, já que muitas vezes isso acaba decepcionando os leitores ao verem que algum mistério foi simplesmente atropelado. Se possível, releia todos os capítulos da Fanfic até agora, e analise se possivelmente alguma questão deixou de ser resolvida (se houver uma lista-resumo onde estejam citados esse mistério, simplesmente a confira). Claro, se a Fanfic vai ter continuação, o melhor é deixar alguns mistérios sem resolver para servirem como pista aos leitores.

E PRINCIPALMENTE: FAÇA UM FINAL À ALTURA DA FANFIC

Sendo o final da trama, ele deve ser coerente e causar emoção ao leitor, talvez mais que em qualquer outro ponto da Fanfic. Tente aproveitar ao máximo todos os acontecimentos que ocorreram até o momento, retomando assim alguns trechos importantes da história, seja por flashbacks ou mesmo por ações e falas que tenham algum significado especial para a história. Isso fará o leitor recordar sobre algumas ideias apresentadas na Fanfic, fará ele viver novamente tais ideias, e assim ele se dará conta de quantos acontecimentos se passaram até chegar ao ponto final.

PS: As dicas e como são utilizadas podem variar de acordo com o escritor, sua ordem não é necessariamente essa e nem são obrigatórias, elas apenas poderão funcionar como ferramentas de auxílio no andamento da história.

- Tarefa #02

Quero que cada um faça um capítulo 01 (de no mínimo 04 páginas no Word, fonte Arial 12), usando o personagem que criaram na tarefa anterior. Caprichem, pois nessa eu não vou ter pena de ninguém.

O PRAZO É DE DUAS SEMANAS, E AS TAREFAS DEVERÃO SER ENTREGUES ATÉ O DIA 22/04.

Té mais.


Última edição por Dark_Absol em Seg 25 Abr 2011 - 10:51, editado 2 vez(es)
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Mensagem por Connoisseur Haato - Heart Dom 10 Abr 2011 - 18:30

Bem, vou entrar no lugar do Scrafty A_A Espero que não faça de nossa amizade uma nota para meu personagem, sério, não faça isso -Q Bom vou começar.
--------------------------------------------~~--------------------------------------------
Seu nome é Alix, seu sonho é se tornar o maior mago de Rune-Midgard. Alix é um jovem de cabelo liso da cor preta, seus olhos são azuis e sua pele é branca, seu nariz é pequeno e sua boca não é muito carnuda sendo um garoto bonito. Como todos os outros magos ele usa um manto, a única diferença de seu manto com o de outros magos é a cor que é vermelha com listras pretas, sua calça é preta e seus sapatos são também de cor preta. É um garoto tímido e por ter somente 14 anos sofre pré-conceito por parte de outros aventureiros que tem a faixa etária entre 16 e 17 anos e graças a este pré-conceito fez ele de um garoto frio e calculista que não se importa com as pessoas e nem com as criaturas ao seu redor. Antes de se tornar mago passou por um longo treinamento na Cidade de Geffen, uma cidade onde há uma guilda que prepara os novatos que queiram se tornar magos e foi nessa cidade que mudou totalmente sua personalidade, antes era um garoto simpático e bastante extrovertido mas quanto mais soube sobre o mundo onde vive maiSeu nome é Alix, seu sonho é se tornar o maior mago

Seus pais faleceram quando ainda era um bebê de 2 anos em uma guerra santa em Rune-Midgard sendo mortos pelo poderoso "Memória de Thanatos" um ser terrivelmente assustador e maléfico, com uma aparência bizarra e usuário de uma armadura semelhante a de paladinos e de uma espada que quase sempre não usa já que só acha que deve usa-la contra oponentes de mesmo nível ele foi um poderoso monstro que quase acabou com todo o reino onde vive Alix. O seu único objetivo é caçar as pessoas que invocou "Thanatos" e assassina-las, essas pessoas são as anciãs da Guilda de Geffen que só não foram mortos por serem autoridades de Rune-Midgard e isso enfurecia Alix que achava isso muito injusto. O jovem gosta muito de praticar suas magias no deserto sem fim de Morroc, odeia Payon por lá ter monstros em sua grande maioria fracos.

Ele não tem muitos amigos, os poucos que tem estão no Orfanato de Prontera a cidade central de Rune-Midgard e só saiu de lá por ter sido adotado por um poderoso Mágico-Elite que foi quem lhe presenteou com seu cajado que usa atualmente. Quem contou para Alix sobre seus pais foi seu pai de criação que não desembuchou muitas palavras pra que o jovem não ficasse muito pensativo e resolvesse abandona-lo. Resumindo, Alix é um jovem que busca vingança e para acabar com esse ar de vingança ele quer acabar logo com os anciões de Geffen, ele conseguirá?


Última edição por Herisson em Ter 12 Abr 2011 - 18:13, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Desabilite a assinatura,nessa área.)
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Mensagem por Ragna Ter 12 Abr 2011 - 14:58

A noite chegara cedo em Celadon, o relógio principal da cidade batia exatas dezesseis horas e trinta minutos e uma penumbra chegara sobre a metrópole, os habitantes pomposos da cidade negavam-se a correr e arriscar afundar seus sapatos importados em poças imundas por onde o lodo dos Grimers transbordava os bueiros, uma chuva fina incomodava de certa maneira as pessoas que andavam lentamente e cuidadosamente nas ruas.

Uma enorme mistura de chuva, escuridão e poluição atrapalhavam o caminho de volta dos menos favorecidos até suas moradias, mas para Robert não havia a mínima diferença se estava claro ou escuro, chovendo ou em dia ensolarado, ele estava em sua casa, seu meio metro quadrado que jamais era afetado por nada ou ninguém. Enquanto a nobreza da cidade pretendia chegar em casa e tomar um banho em suas banheiras com hidromassagem e em seguida assistir o jogo de futebol entre Pewter e Twinleaf enquanto fartavam-se de um café quente servido na cama.

Para Robert essa realidade não existia, a única coisa que fazia parte de sua rotina era manter-se imóvel para esconder-se da morte, beber goles de cerveja que o suprimiam e mastigar com seus dentes poluídos algumas migalhas de pão dormido, se chovia ele simplesmente ignorava, a chuva era sua amiga, estava acostumada com sua presença ali e nunca lhe fizera mal, a vida já o maltratara demais, o mundo precisava fazer o mesmo?

Muitas vezes na vida Robert pensava em se levantar um pouco, correr, mendigar, qualquer coisa que lhe tirasse daquele poço de merda que sua vida se tornou durante aquela noite, a noite que mudou seu destino para sempre e que poderia ser evitada facilmente se ele tivesse tomado um pouco mais de cuidado...

Capítulo Um - Aquela Noite


Uma visita na cidade de Celadon para comprar comida pode arruinar o futuro de alguém? Eu sempre achei que isso só acontecia em textos chatos que a professora passava na escola ou nas tirinhas que meu primo mais velho me mostrava no site em que um homenzinho dizia FUUUU. Quando eu e meus pais fomos para Celadon foi apenas para ficarmos uma noite e comprarmos comida para comermos na pousada enquanto esperávamos o próximo vôo para Olivine, no início era divertido.

Minha mãe, Rachel, tinha cabelos ruivos assim como os meus, compridos, e também dizia que eu era a cara dela, pele branca como neve, olhos azuis, meiga e brincalhona, era uma mulher muito guerreira que apreciava o nosso mundo, embora achasse que faltassem apenas alguns anos para a revolução do nosso mundo. Uma época onde todos poderão finalmente se compreender e os pokémons e os humanos viveram de forma harmônica.

Meu pai, Walter, sempre fora um homem muito sério e reservado, ele era calculista e sempre fazia suas jogadas e argumentos com base na lógica, era robusto e alto, era muito forte também, um homem sociável, cabelos marrons e olhos castanhos claros, minha mãe dizia que ele era como um abacaxi, casca dura, um homem que era difícil de fazer amizade, mas em compensação, depois que era conquistado tornava-se a ‘parte mole do abacaxi’, um homem doce, simpático e sociável.

O avião havia pousado na cidade de Celadon, ele pensava que aquela seria apenas uma cidade mais que seria visitada por Robert Sanirochi, estava errado, aquela tornaria-se uma cidade que o garoto conheceria como a palma de sua mão, o lugar no qual ele moraria grande parte de sua vida, tratado como mendigo, nem como mendigo na verdade, um garoto invisível, não lhe espancavam, não lhe mandavam ao orfanato, não lhe olhavam com maus olhos, não sabiam que ele existia, os únicos que lhe enxergavam eram os bêbados, confundiam-o com alguma divindade e lhe alimentavam com goles de cerveja e de vinhos de péssima qualidade.

As rodas do veiculo voador pararam sua rotação finita, e, por fim, pararam no estacionamento aéreo do aeroporto, Robert dormia com a cabeça apoiada no ombro de sua mãe, vestia seu casaco da Liga Pokémon 2003- o casaco do ano passado.-, era um garotinho meigo e adorável, dormia como um anjo, seu pai lia o jornal e Rachel acariciava os cabelos ruivos de seu filho com todo o seu amor, em breve todos os tripulantes sairiam do avião na maior farra e balburdia. Walter preferia ser o último a sair, isso não causava stress e lhe poupava tempo.

Colocaram os pés no aeroporto, marcaram suas primeiras pegadas no solo de Celadon, suas últimas pegadas em alguma cidade diferente de sua natal, andavam calmamente pela construção, Robert ia feliz agarrado com sua mãe, Walter levava sua bagagem de mão debaixo do braço enquanto seguia com passos pesados até a sala de desembarque. Não havia muita gente naquela fila, as malas em breve estariam no taxi e em breve chegariam na ‘Pousada Takanata’.

Rachel acompanhava seu filho querido até uma bancada onde eles finalmente poderiam esperar pelas malas que o pai pegava, seria uma viagem de um dia que se estendera por seis anos e meio, um enorme imprevisto, pegaram um taxi. O taxista era gente boa, gentil, era gordinho, bochechas rosadas, contava ao jovem Robert sobre maiores Points da cidade, mencionou o Dept Store, o Game Corner, e a Pokémon Mansion, points que a família pretendia visitar no dia seguinte, esperavam ansiosos para conhecer a pousada.

Chegaram a pequena construçãozinha Katanata, Robert estava animado com a viajem, contara nos dedos a chance que tivera de observar de perto a metrópole de Kanto, a com maior população em sua cabeça de criança, poderia finalmente ter seu merecido descanso por ter ido tão bem na escola pokémon tirando sua média final 9,3. Sempre fora extremamente inteligente, imaginava que um dia seria um grande pesquisador pokémon assim como o sujeito que escolheu para seu projeto de Sociologia Infantil, deveria escolher um grande ídolo que tivesse para fazer uma biografia, escolheu Samuel Oak.

Amava o Pokémon Professor, assistia todos os seus programas e sempre ouvia seu programa de rádio, mesmo sendo exibido em Goldenrod seus pais pagavam fortunas para que seu filho pudesse ouvir a rádio oficial de Mary e Oak. Robert entrara em seu quarto, era um sonho de criança, uma cama de solteiro e uma de casal, lençóis incrivelmente brancos e limpos, travesseiros fofíssimos, duas televisões de plasma Kineboro, um frigobar para adultos cheio de Sakê e bebidas alcoólicas e um para crianças com doces, refrigerantes e salgadinhos. Uma decoração amarelada nas parades, um teto esverdeado com um lustre brilhante e um bordão no teto com os escritos: Katanata.

Rachel ficou animada, uma grande pousada, seria perfeito passar vinte e quatro horas em Celadon morando em um quarto daqueles, Walter também estava satisfeito com o lugar, lhe faltava apenas seu remédio para dormir que esquecera no avião, por sorte tinha a receita médica na carteira para comprar o medicamente sem problemas.

- Meu filho, Robert. Eu preciso falar com você. – Disse Walter com sua voz grossa enquanto encarava os puros olhos de seu filho.

- Sim, papai. - Esse retrucava sem medo nenhum da autoridade do pai.
- Eu vou comprar o meu remédio, a mamãe vai junto comigo comprar frutas para você comer, nos estaremos aqui em quinze minutinhos, enquanto isso você pode deitar na nossa cama grandona e ver o desenho que você quiser. Está bem? – Disse o pai com medo do garoto iniciar um escândalo.

- Tudo bem, papai, mas poderia me comprar o novo mangá de Pokémon Adventures? – Robert amava ler, era considerado um garoto genial, fazia o que os pais lhe pediam e poderia ter tudo o que quisesse contanto que fosse bem nas provas e que fizesse todo o seu dever de casa. Sabia que seu pai não recusaria seu pedido, embora estivesse bem interessado para ver a cidade de noite ele preferia deitar na cama de casal e assistir o canal do Professor Carvalho.

~-X-~

Passaram-se vinte minutos e os pais de Robert ainda não haviam chegado na pousada. ‘Devem estar comprando minha revista na banca de jornal, só isso, mas com certeza já vão chegar. ’ Forçava Robert em seus pensamentos. O programa do Professor Carvalho já terminara, ouviam-se passos pesados no lado de fora da porta, Robert começou a sentir um frio na barriga, bateram na porta, Robert ficou imóvel, levantou-se aos poucos e foi em direção ao olho mágico. Não tinha altura suficiente para ver quem era, bastava abrir a porta e ver quem era...

A porta se abriu sozinha, Walter pegara a chave na recepção e observou su filho pálido na entrada do quarto. Robert ficou aliviado, deitou novamente na cama de seus pais enquanto seu pai lhe entregava o volume onze da revistinha, Robert pegou-a abriu o plástico protetor, a capa era macia, começou a explorar o interior da revista, lia rápido, sua mãe e seu pai deitaram-se na cama junto com o filho.

Foi para sua cama de solteiro onde leu mais dois ou três capítulos de seu mangá, desligou sua luz noturna e sua televisão e dormiu, eram vinte e duas horas e trinta minutos, Robert deu suas ultimas piscadas e finalmente adormeceu naquela cama com um ótimo colchão, perfeito lençol e divino cobertor, o mangá estava apoiado no criado mudo...

Era de manhã, a pousada Takanata não era mais a mesma. Robert acordou cedo como de costume, oito horas da manhã em ponto, estava bem disposto e cheio de energia para gastar. Seus pais não estavam na cama ao lado, nem no banheiro,Robert estranhou, não chegou a ficar com medo pois estava um dia claro, mas se até a noite seus pais não voltassem não saberia o que fazer.

Havia uma mensagem escrita em um pedaço de papel branco, a folha estava grudada com um durex na televisão de seus pais, por azar, Robert não alcançava a televisão dos pais, muito menos enxergava de longe, aquela mensagem poderia significar que eles voltariam logo, para encontrá-los em algum lugar. O jovem gênio logo teve uma idéia, chamaria um dos funcionários da pousada para que ele pegasse o bilhete de seus pais. A recepção não era longe, seria fácil.

A recepção estava vazia, não havia ninguém, mas Robert sentia uma presença, sabia que havia alguém por ali, será que fora abandonado por todos? Um policial de uniforme negro apareceu parecia ser um comandante, com certeza poderia ajuda-lo.

- Senhor... O que houve por aqui? – Dizia Robert com medo.

Uma criança? É impossível... – falava o homem com os olhos cheios de piedade. – Ontem a noite ocorreu um arrastão nesse lugar, seqüestraram várias pessoas que estavam por aqui. Você não viu nada?

Robert se apavorou, o que acontecera enquanto dormia? O garoto segurou lágrimas por mais alguns segundos antes de continuar a dialogar com o policial. – Quer dizer que levaram os meus pais?! – Disse o garoto soltando lágrimas.

Sinto dizer garoto, mas parece que sim, pelo visto eles foram seqüestrados. – Disse o homem com pena de Robert. – Mas fique tranqüilo garoto, você pode ficar na Pokémon Mansion até nos o acharmos.

Robert ficou paralisado, não se mexeu, não chorou, não sabia que cara deveria fazer em ter recebido essa notícia. Simplesmente pediu ao homem para que ele o ajuda-se a pegar um bilhete colado em sua televisão. O policial não poderia negar o pedido do menino, os dois foram até o quarto 106 e o policial pegou a mensagem enquanto lia em voz alta.
“Filho, voltaremos em breve, as onze horas estaremos na pousada. Te amamos, papai e mamãe.”

Robert recuperou suas esperanças, esperou em sua cama, no quarto da pousada, sozinho pelas onze horas da manhã, não estava vendo televisão, não lia seu novo mangá, não usava o notebook de seu pai para jogar jogos online e muito menos ligava as luzes. Onze horas, inicio da verdadeira vida de Robert.


Última edição por Ragna em Ter 12 Abr 2011 - 20:23, editado 4 vez(es)
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Mensagem por Arcanine-arcanon Ter 12 Abr 2011 - 18:02

Tio Absol! Vim trazer minha tarefa ao senhor. Eu não achei que ficou muito boa não... Enfim... Pode parecer que o capítulo já fala o começo e o fim da história, mas é somente o início. Aqui está:

Onde a vida começa.


A ordem natural das coisas é muito simples. Uma pessoa nasce, vive a vida do jeito que tem que ser vivida, e, finalmente, morre. Mas, tem aqueles que querem se destacar. Ser alguém maior. Isso pode ser por pura ambição de viver uma vida melhor, o que faz a história de tal pessoa ser curta, pois aqueles que só pensam em si mesmo falecem rápido. Ou, para um bem de todos. Ajudar quem necessita.

Mas, existem alguns casos que são diferentes. Alguns pensam que matam, e causam dor, para poder ajudar, e criar um mundo melhor. Ah... Se tal pensamento fosse extinto da humanidade, tudo seria totalmente diferente.

Mas, muitas pessoas só viram más, por traumas de infância. Algo que eles achem que estivesse errado, e que devesse ser corrigido. Era o caso de um garoto muito especial, que nada mais queria do que o bem.

Michael Taylor presenciava uma das piores brigas que ele já tinha visto. E o pior de tudo... Era feita por seus pais. Seus olhos azuis escuros estavam preenchidos de medo. Os cabelos negros balançavam fortemente com as rajadas de vento. Um pequeno bigode crescia logo acima de sua boca gorda. Era magrinho e um pouco baixo para sua idade. As roupas, uma camiseta vermelha velha, e um short preto, estavam sujos e rasgados.

Um homem forte, careca, usando apenas uma jeans apertada e de olhos vermelhos, provavelmente dessa cor por estar com raiva e bêbado, espancava uma mulher. Ela tentava se defender usando os poucos móveis da pequena e apertada casa, mas seu marido nem ligava.

Os olhos azuis da moça, preenchidos pelo medo, olhavam atentamente cada movimento do homem. Seus cabelos cacheados e castanhos despenteados balançavam. Usava apenas uma camisola, pois já estava preparada para dormir quando tal agressão começou.

Michael estava escondido atrás de um sofá velho, que estava caído no chão. Já havia sacado seu celular e ligado para a polícia, que lentamente estava a caminho. Ao seu lado, dois recém-nascidos idênticos dormiam, como se nada estivesse acontecendo. Ambos usavam somente uma fralda. Seus corpos gorduchos roncavam de fome. Eles dormiam no chão frio, sem nenhum problema aparente.

Até que, o grande homem que causava toda essa confusão cansou-se, e fez um ato que acabaria com a vida de todos mais a frente. Sacou seu revólver - adquirido num cassino ilegal - e puxou o gatilho. A mulher, prevendo que sua morte seria ali, fez seu ultimo movimento. Olhou para seu filho mais velho, e conseguiu falar para ele cuidar dos bebês. Logo, com um tiro no tórax, Heather Taylor, corajosa mulher que lutava contra seu marido louco para cuidar de seus filhos, caiu morta no chão.

A primeira lágrima escorreu do olho de Michael. Logo, seu rosto estava encharcado e manchado com aquele líquido que representava tristeza. Os pequenos ouviram o barulho do tiro, e começaram a chorar. O “pai”, seguindo o barulho do choro, descobriu onde seus filhos estavam. Foi andando até eles, com a arma em punho. Acabaria de vez com sua família. O menino fechou os olhos, esperando lentamente a morte chegar. Até que, um homem salvou sua vida.

- Parado onde está! - Foi a voz que soou atrás do assassino.

Um policial apontava uma arma para o pai malvado. Sua face era de coragem, como um policial deveria demonstrar. Um chapéu da polícia cobria sua cabeça, e um uniforme, sua lisa pele. Ele parecia muito ágil, e se o assassino tentasse fazer algo, ele anteciparia o movimento, e atiraria. Estava com a situação sobre controle.

- Tudo bem... Eu me entrego. - Disse o assassino. - Vou deixar meus filhos sobreviverem, para cumprir com minha tarefa de ótimo pai, que sou.

Logo, Jason Taylor, condenado a quarenta anos de prisão, foi levado. Sua arma, confiscada. Seus filhos, levados para um orfanato na região, onde esperariam por alguém que gostasse deles, que quisessem ser sua nova família.

~X~

Um dia chuvoso e com trovões cobria os céus da cidade de Opelucid. As ruas estavam desertas, e poucos estabelecimentos estavam abertas, o que era o caso de uma pequena farmácia no extremo sul da cidade. Michael tinha ido comprar remédios para Rian, um de seus irmãos gêmeos, que estava febril. Seu bigode havia crescido mais um pouco. Um cavanhaque acentuava seu queixo. Seus olhos azuis agora demonstravam paz e felicidade, pois vivia bem no orfanato com seus irmãos. Uma capa de chuva ia de seu primeiro fio de cabelo aos pés.

Três anos haviam se passado desde a morte de sua mãe e a prisão de seu pai. Ele e seus irmãos viviam muito bem no orfanato. Nenhuma família queria-nos, pois normalmente só desejavam uma criança, e se quisessem um dos três, teria que levar os outros dois, pois era um “pacote completo” de irmãos inseparáveis. Há alguns dias atrás, um noticiário na TV mostrou que um bandido muito perigoso havia se suicidado na prisão. O menino logo o identificou como seu pai. Ficou feliz por isso, pois não correria o risco de algum dia tal homem sair da prisão, e encontrar com ele.

Michael já via de longe o orfanato em que vivia. Uma pequena casa branca com alguns detalhes verdes. Nenhuma criança brincava do lado de fora, devido a forte chuva. O garoto - já com dezesseis anos -, olhou para o segundo andar, e por uma janela, viu seus dois pequenos irmãos com uma pequena idade, de três, sorrindo para ele. Logo, tratou de retribuir o sorriso. Pena que aquela havia sido a última imagem que o garoto havia tido de seus parentes mais próximos. Um raio caiu da escura noite, e pegou em cima do orfanato. O mais curioso foi que, nada mais havia sido atingido.

~X~

Michael estava caído de braços abertos numa caverna escura e gelada, em frente a um grande pokémon negro. Lágrimas escorriam de seus olhos azuis. Seu rosto de feições arredondadas estava deitado no chão frio. Seu antigo cabelo negro estava esparramado no chão. Seu bigode e cavanhaque, ambos raspados. Estava muito forte, com braços musculosos.

A criatura em sua frente era um dragão totalmente negro. Sua cauda parecia com a turbina de um avião. Seu olho e algo como se fosse uma touca eram as únicas coisas que não eram negras nele. Eram vermelho e azul, respectivamente. Tratava-se de um Zekrom.

Michael lembrou-se de tudo que havia acontecido desde a suposta morte de seus irmãos até lá. A mensagem por telepatia que ele recebeu que o mandava ir até Icirrus, onde morava o líder do ginásio de gelo, Brycen. Lá, ele encontrou-se com Arceus, que o explicou, falando por telepatia o que havia acontecido com o orfanato, sobre Zekrom ter mandado o raio que matou a todos no orfanato. Que já estava cansado das mil e uma loucuras que sua espécie andava fazendo, e propôs uma união, para eles acabarem com todos os pokémons e humanos existentes. O garoto, com raiva pela perda de seu irmão, aceitou.

Dez anos depois, muitas mortes de pokémons e pessoas se acentuavam por toda região de Unova. O objetivo de Michael e Arceus era derrotar Zekrom, aquele pokémon que mandou o raio e matou as crianças do orfanato. Mas, o bem venceu o mal. O pokémon negro, com suas últimas forças, usou um poderoso Thunder, que foi terceiro no Deus, matando-o.

Zekrom, também por telepatia, explicou ao Michael que ele nada tinha feito de mal. Arceus, vendo que o garoto tinha um grande potencial, controlou sua mente, e o usou para conseguir criar todo aquele caos e confusão. Disse também que, os irmãos dele estavam vivos. O orfanato havia sido invadido por vários Zoroarks, que se passaram por crianças. O pokémon negro, antecipando tudo, transportou todos para um lugar seguro em Johto. O trovão foi para matar os pokémons maléficos.

Logo, as lembranças foram embora da cabeça do homem. Ele levantou-se, e firmemente encarou Zekrom. O pokémon, pelo antigo modo que falava com o garoto, comunicou-se com ele:

- Pela sua cara, você está disposto a achar seus irmãos. Ainda existem muitos comparsas de Arceus espalhados pelo mundo. Eu posso te ajudar a encontrar a seus irmãos, desde que você me ajude a derrotar os malvados. Nós formaremos um time que trará o mundo de volta a luz. Topa?

- É claro.

Logo, Michael Taylor estava montando em seu mais novo pokémon, Zekrom, capturado por uma pokébola, indo à direção de Johto, onde encontraria seus irmãos, e enfrentaria um dos comparsas mais eficientes de Arceus, o que assumiu seu posto e planejava a destruição Darkrai.

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Mensagem por MCSmith Qua 13 Abr 2011 - 17:16

No primeiro post diz que o Scrafty saiu,então posso entrar?

Eu posto os trabalhos depois se eu entrar tá bom ^^?
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Mensagem por GamerLuiz Qua 13 Abr 2011 - 21:58

Bem, estou saindo por não estar me interessando nessa área de Fan-Fics, nunca tive um grande interesse pelo mesmo, estarei saindo para deixar alguém que se interessa por Fics para entrar na escola.
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Mensagem por Luna Qui 14 Abr 2011 - 17:17

Quero sair pela falta de tempo e pq n tenho word no PC
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Mensagem por Monferno master Seg 18 Abr 2011 - 19:33

Assim, como outras pessoas, estou arregando abandonando a escola. Minha escola cobra muito de mim(lição de casa todo dia é fods x-x), eu mesmo não queria estar fazendo isso, mas fazer o que =/.
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Mensagem por Dark_Absol Seg 18 Abr 2011 - 19:45

@MCSmith escreveu:No primeiro post diz que o Scrafty saiu,então posso entrar?

Eu posto os trabalhos depois se eu entrar tá bom ^^?
Haato já tinha pegado o lugar dele, mas como os vacilões abaixo vazaram... Sinta-se livre para entrar.

@GamerLuiz escreveu:Bem, estou saindo por não estar me interessando nessa área de Fan-Fics, nunca tive um grande interesse pelo mesmo, estarei saindo para deixar alguém que se interessa por Fics para entrar na escola.
Por que entrou então? '-' Anyway, estamos aí se precisar de ajuda.

Lisanna escreveu:Quero sair pela falta de tempo e pq n tenho word no PC
... Word não é desculpa, baixe o Google Chrome e seja feliz.

@Monferno master escreveu:Assim, como outras pessoas, estou arregando abandonando a escola. Minha escola cobra muito de mim(lição de casa todo dia é fods x-x), eu mesmo não queria estar fazendo isso, mas fazer o que =/.
Sinta-se livre para voltar quando quiser.
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Mensagem por -Mel Qua 20 Abr 2011 - 13:39

Incrível como eu fiz isso em pouco tempo (agradeço ao PC por ter pena de mim). Sinceramente achei meu personagem meio (meio?) tosco. Mas a brisa do arco irís da da criativade não bateu hoje aqui em casa /filosofei.

Colocarei em Spoiler por causa que são dois grandes textos (ou não).

Lição I

Spoiler:
Seu nome era Tommy. Tommy Winck para ser exato. Nunca conhecerá sua mãe e começou a residir num orfanato - em estado deprimente – na pacata Viridiana.
Poucos se relacionavam com ele, e os que tinham uma amizade não arrancavam muitas palavras de sua boca. Era quieto, porém diferente de algumas pessoas sóbrias, não era tão calado. Viciado em estatísticas, gastava a maior parte do tempo trancafiado em seu quarto. Só saia para fazer suas necessidades. As refeições eram feitas ali mesmo, para não lhe tirar a concentração.
Seus cabelos amarronzados artificialmente pelas garotas – num das raras vezes no seu restringido convívio social – que eram para ressaltar seus olhos, porém seus óculos impediam que essa saliência aparecesse. Não tinha tanto corpo, mas não era um magrelo. Seus ombros largos destacavam o seu perfil de núbio. A pele um tanto morena não fazia jus as suas características. Era um rapaz formado, aos 14 anos.
Apesar de sua personalidade ser esdrúxula, todos ali tinha o conhecimento de quão esperançoso ele era. Era politeísta. Tinha fé. Fé que o movia a acreditar que derrubaria a barreira da desigualdade social. Pregava um lema:

“O tempo destrói tudo aquilo que ele não ajudou a construir”


Nas poucas vezes que conversava, era bom de papo. Intelectual, estava atualizado nas notícias que cortavam o continente. Indicava boas músicas e bons livros.
Porém, ninguém entendia sua irritação quando perguntado sobre seus pais, sua história e esse seu comportamento. Muitas vezes respondia com grosseria e até agredindo fisicamente. Também se enfadava quando tomava seus comprimidos para controlar sua fobia: esquizofrenia. Isso o tornava furioso e quase sempre chateava as pessoas ao seu redor. Era alguém instável psicologicamente.
Tinha interesse em Pokémon e isso o forçava a interagir mais com os outros garotos. Tanto que trabalhava como auxiliar do Professor Robert para melhorar seus conhecimentos. Nas escassas ocasiões em que aparecia dava para vê-lo com algum fone de ouvido escutando sinfonias e músicas de rock alternativo. Era que se podia ver num garoto estranho aos 14 anos. O resto é história.

Lição II

Spoiler:
Era uma convenção sobre novos itens para pokémons. Entre eles, a atração principal estava aos olhos de uma fruta modificada. O Pokémon que a saboreasse, segundo pesquisas, estaria mais resistente a ataques de tipos, na qual, estaria em desvantagem. Muitos treinadores estavam com seus olhos voltados para que seus pokémons estivessem mais firmes e confiantes na hora da batalha contra o adversário. E muitos leigos também.
O professor Robert, criador da fruta, aparecerá sob aplausos dos que se encontravam ali. Seu discurso apresentava uma nova maneira de batalha, sem vantagem ou desvantagem para ambos os lados. Para os olhos de treinadores, uma maravilha, para críticos algo horroroso. Segundo eles, feria as regras naturais das partidas pokémons, mas o projeto continuou mesmo com o assédio.
O garoto que antes estava no comando sobre a fruta, apenas assistia à exposição. O seu nome era Tommy, e tinha como ofício, assistente do professor Robert. O mesmo não sabe por que o professor se sentiu fascinado por ele, já que não compreendia nada sobre Pokémon, mas hoje era um “respeitado” pela mídia científica pelo fácil entendimento em fórmulas e sentenças complexas.
Ao fim da palestra, saindo com seu nome urrado, Robert decidiu conversar com um tom melancólico com Tommy.

- Tommy preciso conversar com você.

- Porque professor? – Sem entender, o garoto perguntou, afinal, Robert nunca tinha tempo para conversas de auto-ego ou auto-estima. Geralmente suas conversas eram rápidas e diretas e sobre um assunto científico.

- Nada. Venha ao meu escritório logo após as festividades da exposição. – E saiu em direção ao professor Carvalho.

Tommy saiu do prédio central de Viridiana. Não era daqueles de se entrosar com as pessoas ou ao menos ser uma daquelas amigáveis. Partiu para a praça central, onde jazia uma fonte d’água e não era tão longe. Aliás, tudo em Viridiana era perto. Em menos de dez minutos já estava com seu traseiro humilde em um dos bancos da praça. O relógio marcava 19:05. As festividades pela exposição durariam por volta das 19:45. O tempo passava rápido, como em um piscar de olhos. Como luz da lua como companheira, Tommy esperava angustiado.

X

Já passava das 19:50 e o rapaz já estava defronte ao escritório de seu tutor. Entrou sem bater. Afinal, um cientista só recebe amigos e não tem inimizades, geralmente. Robert já o esperava.

- Ainda bem que veio. Preciso falar algo sério com você.

Winck sentou-se em uma das cadeiras giratórias atento.

- Tommy eu quero que você... Vá com um Pokémon para novas pesquisas.

- Mas professor. Mal o senhor apresentou uma, já partindo para a próxima. O senhor não é assim.

- Não importa. Quero que você monte um time, e participe das Olimpíadas Pokémon.

- Para que? O senhor sabe que meu conhecimento é precário.

Robert olhou fixamente para o garoto, dedilhou seus próprios cabelos e terminou o assunto.

- Quero que participe desses concursos, e com os golpes Pokémon encontre a sincronia do bem e o mal entre seus ataques. E não quero mais perguntas. Você partirá amanhã.

Praticamente expulso do escritório de seu tutor, Tommy, sentiu que algo estava acontecendo com o professor. O garoto trabalha com ele há três anos e nunca presenciou o seu instrutor tenso, como se planejasse algo infame.
Tornou para o orfanato, crédulo. A chuva já chicoteava Viridiana e o frio intensificava-se. A estação do inverno já havia partido, mas ele continuava a flagelar pelas cidades alheias. Ao chegar na instituição, todos estavam em seus quartos, mas esqueceram-se da TV ligada. Espiou o noticiário como uma forma de distração pelo ocorrido.

“Ontem um nevoeiro abalou Fuschia após uma chuva torrencial. Em plena 20:00 já não se observar mais ninguém nas ruas,raramente podia se encontrar pessoas caminhando, principalmente pela costa marítima. Isso porque a nuvem que ficou ao rasante foi intensa e um navio afundou perto do porto. Não se tem vestígios, mas cinco pessoas morreram e outras nove ficaram gravemente feridas. A polícia local avisou para que se tomem os devidos cuidado, porque afinal, não é todo dia que furacões, tufões, tsunamis, nevoeiros e chuvas catastróficas aparecem.”


Com um tom irônico, o rapaz riu, mas na realidade ninguém sabia explicar porque tais fenômenos estavam acontecendo de forma tão repentina e tão comum. Muitos afirmam que é uma passagem para uma nova Era do Gelo e outros, em devaneios, afirmam ser a ira do Deus Pokémon para todos aqueles habitantes da Terra. Mas no final, não se faz idéia de uma proposta plausível dos fatos.
Foi-se para cama tentar adormecer. Tentar, pois seria difícil com o que incidiu. Era algo anormal uma jornada para alguém que não tinha conhecimento em batalhas, mas o que intrigou o menino fora essa viagem impensada foi outra coisa.

“Encontrar a sincronia do bem e o mal entre os ataques de Pokémon? Por que o professor quer isso?”

Era alguma coisa a parte. Seu enfoque com essa expressão foi agudo para ressaltar que o mais importante era ter a tal simultaneidade entre as forças opostas da natureza. Pensando no que aconteceria com ele, entorpeceu.

X


Não era muito tardio quando se encontrou no escritório de Robert. O sol acordava e raiava com aquele frio sereno agradável do começo do dia. Alguns comércios também despertavam para outro dia entediante de vendas e o bocejo era praticamente constante por essas horas.

- Você já está de pé? Bom entre. – Impressionado o professor o convidou para entrar.

Entrou sem chiar sobre o que falou. Robert nunca ficou maravilhado por ele chegar cedo, já que era a sua obrigação e Winck já tinha certeza: alguma coisa estava acontecendo.

- Bom Tommy, não é comum eu dar pokémons diferentes sem um bom motivo. Mas já que é para minhas pesquisas lhe darei este. – Falou apanhando uma bola esférica mesclada em vermelha com branca. Dante sabia que aquilo era uma poke bola.

Ele a entregou-a para o rapaz que esperava ouvir mais instruções.

- É necessário ter uma Pokedex e outras demais poke bolas. Bom, podemos ir ao Centro Pokémon e pedir ao Carvalho. Mas vá por volta da noite quando há menos movimento.

Após ser dispensado pelo seu educador, o Winck retirou daquela bola o que estaria dentro. Uma luz vermelha demonstrou a silhueta do Pokémon para depois o mesmo aparecer. Tinha uma cor roxa e pequeno chifre na cabeça. Um Nidoran macho por acaso.

- O melhor a fazer é estudar sobre técnicas de batalha até que a lua chegue. Não posso treiná-lo sem essa tal de Pokedex que é uma enciclopédia.

Partiu então para uma pequena biblioteca pelas redondezas em busca de respostas para as suas dúvidas. E em busca de dúvidas para suas respostas...
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