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Mensagem por Rush Sab 26 Jan 2013 - 1:48

Sinceramente me interessei mais pela do Fire Killjoy, por ter sido um relato de um suposto suicídio, relatando diariamente como Harry estava louco , deprimido e até débil por causa da morte de sua esposa. Mas sinceramente, o final cagou tudo. Quer dizer, sem ser grosso, estava tudo perfeito e em sintonia, quando de repente um tom maior de força espancou tudo e quebrou a serenidade da estória. Talvez pela falta de detalhes, talvez não. Mas no início, Harry sabia que a sua esposa havia sido sequestrada, tanto que tinha a imagem em sua mente, mas como, se ele estava bêbado demais para ao menos formular uma imagem?

Claro que todos já chegamos a dar pt, não se lembrando nada da noite anterior, mas achei o irrealismo muito presente, chegando até a incomodar. Dois bêbados dirigindo - já que perderam a memória no dia seguinte, não estariam nem com e mente intacta para dirigir o carro e não colidir o mesmo do bar até o parque, e do parque até em casa. Matou sua mulher com uma faca e ainda a escondeu dentro da parede? Não deixando nenhum vestígio? Nem um pingo de sangue no chão ou escorrendo pela parede? Nem a porra da parede ficou deformada com o cadáver dentro? Sinceramente, uma dupla personalidade poderia ter sido bem mais auto-explicativa do que um pt. Poderia ter explicado que o amigo teria feito o tal, estando menos embriagado. Tanto que se suicidou de culpa, porém se fosse isso, ele teria contado para o amigo, não?

Mas enfim, a do Fusca foi pior. Sem nexo, sem mera realidade. Que pai iria dar uma machadada na cabeça da filha só porque ela anda com os filhos de seus escravos? Poderia ter matado os pobres escravinhos, mas não sua filha, né? Tudo bem que isso foi explicado como uma lenda na própria CP, mas não deixa de ser tosco. E sinceramente, um assobio dentro da cabeça pode ser apenas uma labirintite, e não impede do cara ser escroto com a família e funcionários.

Enfim, as duas poderiam ter caprichado mais. O início e meio da CP do Fire Killjoy foram surpreendentes e muito interessantes, porém o final foi... decepcionante. Porém, isso é um relato, não uma CreepyPasta. Inclusive que qualquer um que está delirando por depressão ou sob efeitos de remédios pode falar sozinho ou ter alucinações, então diria que o cara ficou louco e se matou. Mas nada de sobrenatural. Logo, seria um relato.

De qualquer forma, tenho que votar em uma, e voto na do Fire Killjoy, pela exploração do sentimento depressivo de Harry, incluindo o fato do suicídio duplo e da morte de Judy. Poderia ter caprichado no final, e sugiro isso futuramente. Ligue os fatos, pense bem e elabore com calma. Meu voto vai para ele, e é.
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Mensagem por Mag Sab 26 Jan 2013 - 3:13

Hum... hum... Estou aqui. Só descobri essa página de concursos agora, mas achei muito legal, vou acompanhar.

Li todos os contos de terror do concruso, alguns ficaram bem ruins, outros bons, mas dois ficaram ótimos, in my opinion. A do Mr. Perry e a do Rush. A do Perry especialmente pela forma que ele transpareceu o sentimento humano perante aquela situação. Apesar de não ser um lá medroso, eu meio que me reconheci no personagem, sorrindo para o próprio medo e superstição xD. A do Rush ficou demais! Já faz um tempinho que li, mas lembro que achei interessantíssimo como ele chegou no final e disse, numa lapada, que o menininho havia se suicidado, e no fim, toda a família fez o mesmo. Aqueles bichos são tensos... ui...

Quanto aos atuais, eu fiquei dividido. A primeira foi bem legal, mas o Rush está corretíssimo em sua crítica. De que forma ele mataria a mulher e a enfiaria na parede sem NEM desconfiar disso depois que a embriaguez passou? lol Tipo, ele e o amigo passaram cimento na parede e tudo mais? -qq Fora isso, ficou bom. A relação dos relatos diários e tudo o mais ficou legal. Deu uma tensãozinha.

A outra ficou legal também. Penso em dar um desconto por causa da cirurgia... mas não. -qq Mas a ligação dos fatos, a forma como o enredo apresentou ao cara o que era aquilo, como ele ficou sabendo da lenda e tudo o mais ficaram... um tanto quanto sem nexo. Mas, no fim, eu ainda procurei ouvir os assobio e silvos... hehe

Os dois ficaram legais... Mas eu voto no (... espera eu verificar o nick...) Fire Killjoy. E desejo melhoras para o Fusca.
Isso aí. Vejamos as próximas...

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Mensagem por Black~ Sab 26 Jan 2013 - 15:18

Bom, as duas ficaram boas, mas eu voto no Fire Killjoy, pois ela foi mais interessante e talz, de resto já foi dito.

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Mensagem por Sally Ter 29 Jan 2013 - 1:35

Bem, ficou assim:

5 Fire X 0 Fusca


Parabéns ao Fire e obrigada ao Fusca pela participação.


Obrigada a todos que votaram! Vamos em frente com o concurso e nosso próximo round da semi final será: Rush vs. Mr.Perry! Ambos terão até o dia 31/01/13 para entregar pra mim por MP, caso quiserem, podem mandar-me antes. Se ocorrer de algum deles não verem o tópico, estarei mandando uma MP aos participantes. E lembrem-se que o alerta fujão já está em funcionamento! Boa sorte aos dois.



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Mensagem por Sally Qui 31 Jan 2013 - 17:58

Votem a vontade! Pois bem, o concurso já está chegando ao fim... Particularmente gostei muito das duas creepyes... :3 Ás votações irão até o dia 03/02. Anyways, enjoy...

Mr.Perry escreveu:
A Árvore das Lamentações - O Quinto.

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Quadro retirado da casa.

Um pouco antes d’eu comprar esta casa, soube que os quatro fazendeiros que aqui moraram anteriormente haviam morrido de forma grotesca, atacados por um animal desconhecido e demoníaco, sendo então pendurados numa árvore no centro da floresta próxima. Eu, por exemplo, nunca pude perceber a existência dessa árvore. De toda forma, essa casa era muito almejada. Ah! Como eu odiava – e ainda odeio - essas malditas lendas urbanas criadas por pessoas que me invejam o dinheiro, que me querem o mal. Felizmente, não me assustava com essas estórias bobas de ninar. E agora cá estou eu, num dia quente e úmido nessa bela mansão campestre.

Alguns mosquitos salpicavam em meus ouvidos. O capim fresco debatia-se conforme o vento estrondoso de tempestade arrastava-se pelo morro. Morava sozinho numa casa de campo. Ninguém aqui poderia me incomodar: apenas o doce silêncio dos grilos. Infelizmente, esse silêncio não fora mantido na noite, onde as pesadas nuvens cinzentas carregavam-se nos céus rosados da madrugada.

Uns moradores – sim, eu possuía vizinhos, apesar de morarem bem distantes de minha pequena fazenda – disseram-me avistar um lobo pelas redondezas. Francamente? Não me importava. Que viesse o lobo; não tenho medo desses malditos animais. Dou-lhe chumbo ao peito e tudo se resolverá de forma tranquila.

Repousava na minha deliciosa cadeira de balanço, sentando ao lado de fora da casa, vendo a tempestade molhar os campos da miséria. Alguns trovões soavam ao longe, outros mais próximos, fazendo com que não demorasse a acabar a – fraca – energia. Levantei-me, guardando a velha cadeira. O local estava bastante escuro, todavia, conhecia suficientemente bem minha moradia para chegar até a cozinha e pegar algumas velas no armário.

O coaxar dos sapos, antes intenso, agora era apenas um som perdido. Consegui acender uma vela quando ouvi um horrível barulho vindo de fora. Um grito tão amedrontador e desumano que não poderia ser um animal. Então, outro barulho: um forte impacto; como se uma grande coluna de madeira quebrasse.

Estava estático, sozinho na cozinha agora escura, após ter apagado a vela no desespero de não poder ser enxergado. Abri uma das minhas gavetas onde guardava minha espingarda, esperando o animal – ou o ser, aquilo, o que anda por detrás das plantações – vir.

Um cheiro ácido de sangue fresco estendia-se por toda minha casa. Eu ouvia a criatura farejar-me ferozmente, enquanto rosnava em gritos que me estouravam o tímpano. Aproximou-se.

Não era um lobo.

Não era um humano.

Era algo diabólico, com as mãos em sangue e os olhos esbranquiçados pulsantes encarando-me. Atirei, sem sucesso... Apenas para vê-lo correr...

Correndo....

Correndo....

Correndo...

Em minha direção.

E os jornais cariocas bradavam, furiosos: “Mais um corpo dilacerado e em avançado estado de decomposição é encontrado numa árvore da região Centro-Oeste. Policiais descobriram na casa uma foto que provavelmente fora a última retirada do morto, em péssima qualidade. A foto parecia ter sido editada com alguns borrões vermelhos. Ninguém conseguiu explicar o fato até agora.”

Spoiler:

[Finalizado] The Best Creepypasta Contest - Página 4 2rqyv6s


Vs.


@Rush escreveu:

Deformado devido às chamas, com meu corpo jogado na lama. Um de meus olhos pulou de minhas pálpebras graças ao violento ato, estava apenas preso pelo nervo óptico. Minhas costas doíam, assim como minhas articulações. Não sentia minhas pernas... Porque, senhor?

Urinaram em meu ser caído, apenas para me humilhar. A urina se misturava ao meu sangue, na qual meu corpo estava encharcado. Minhas lágrimas eram em vão, não teriam piedade de um simples garoto de nove anos como eu. Não, sentiam prazer em me torturarem, se excitavam com a cena. Violentaram-me de diversas formas, me espancavam a cada segundo, e por algum motivo, eu não desmaiava. Estava aguentando a surra que levava, mesmo não podendo suportar mais.

Religioso ou não, a morte está lá presente, apenas aguardando a hora certa. Acho que ela estava entretida, já que não me levava. Assim como ela, eles não perdoaram a minha inocência, minha juventude. Apenas se aproveitaram dela. A consumiram apenas para se satisfizerem por simplesmente quarenta e oito horas. Durante esse período, lá estava sofrendo. Não me acostumava com os cortes de bisturi perfurando minha delicada pele, nem com os puxões de cabelo que deixava meu couro cabeludo a mostra.

É claro que nenhuma pessoa, muito menos criança, iria suportar tudo aquilo. Faleci após dois dias, provavelmente por hemorragia ou traumatismo craniano, não sei ao certo.

Aqueles monstros... Eram cinco. Desesperaram-se. Atearam fogo em mim, assim quando meu corpo fosse carbonizado, as provas se iriam com o vento que levasse o ódio de minha alma junto as cinzas.


Não descansei em paz não. Como eu disse, a morte estava entretida.


O fogo cessou junto ao meu falecimento. Meus pulmões destruídos não funcionavam direito, me fazendo tossir sangue o tempo todo. Levantava com dificuldades, com a dor a flor de minha pele com queimaduras de terceiro grau. Estava deformado. Aquele simples garotinho se tornara um monstro buscando vingança e a falsa justiça que as potências religiosas e políticas nos proporcionam. Não queria me saciar da morte daqueles que isso me causou. Quis algo mais. Algo que fizesse ser rejeitado até no inferno aonde os citados iriam se apodrecer em chamas.

Claro, que começando por eles, iria virar um mito. Uma estória de terror que logo seria motivo para ser filmada e escrita em livros. Viraria uma cantiga de ninar para que até os garotos mais teimosos sucumbissem ao sono, por medo. E assim foi. Arrancava meu olho que era apenas peso ao meu nervo ocular, e com ele dava de presente às minhas vítimas. Era o sinal do presságio que eu mesmo criara, o sinal do ódio introduzido numa forma sobrenatural que dizia com o sofrimento de cada um. Era a morte me usando como instrumento, para diverti-la toda vez que tivesse que ceifar a alma de alguém.

Meu ser deformado, com passos tortos, virou um símbolo na mídia. Uma lenda urbana. Aquilo não fazia diferença alguma para um ser feito de puro ódio como eu, mas pelo menos, exibia os meus feitos – que por sinal eram ‘desmascarados’ por ateus que julgavam ser apenas um serial-killer, e não uma entidade. Mas mesmo na hora da morte, até os ateus rezavam para algum Deus ter piedade de suas almas.

Mesmo com as trevas envolta dos locais aonde meus pés pisavam, sempre desejava mais e mais. Não queria me rebaixar ao nível dos filhos da [palavra censurada] que já queimam no inferno e me causaram isso, eu quis ser muito pior. Quando vi, já selecionava minhas vítimas por detalhes simples... As puxava pelos pés quando esses estavam descobertos. Pelos braços se os mesmos estivessem nas mesmas condições. Muitos me chamam do monstro debaixo da cama, ou monstro do armário. Mas não, sou apenas um garoto morto prematuramente me saciando da tortura em seu ser. Já havia me tornado um animal, que se alimentava dos olhos e língua de pessoas, as puxando pelos membros que estavam descobertos pelo cobertor ou edredom.

Transformara-me num ódio, na ausência de remorso, no senso de humor macabro da entidade na qual chamei de morte, eu era sua foice. Seu instrumento.

Para quem ler isto, apenas dou-lhe uma dica. Não durma com seus pés descobertos, ou uma mãe deformada com queimaduras de terceiro grau irá segurá-lo. Meus dentes podres irão perfurar seus olhos enquanto o seu sangue escorre por meus lábios quase inexistentes. Minhas mãos irão arrancar a sua jugular em base da força. Irei fazer você passar pelo mesmo sofrimento que eu, senão pior.




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Mensagem por andergiehl Qui 31 Jan 2013 - 20:00

Voto na do Perry e digo, a primeira versão do conto dele era melhor, imo, enfim, consegui absorver melhor a estória do Caio, ele não precisou usar muitas descrições ou informações de mais pra deixar a estória boa (caso tenham interpretado errado, não, não estou afirmando que o rush fez isto), sendo que a estória me faz lembrar de algumas coisas que talvez possam ter influenciado a estória.
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Edit: Meu voto é válido por eu ter 4 alerts ?__?
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Mensagem por Black~ Qui 31 Jan 2013 - 20:30

Bom, a do Rush meio que sei lá, acho que mesmo tendo uma boa descrição, acho que a história ficou um tanto quanto fraca, mas deu um medo até, sem muito pra falar, voto no Perry

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Mensagem por Nivans Qui 31 Jan 2013 - 22:24

Sobre o Mr. Perry, gostei bastante da CP dele, da maneira como escreve e achei bem interessante. A história, embora eu tenha achado um pouco previsível em certo ponto, ficou bem interessante e algo que conseguiu me prender, principalmente pela escrita leve e agradável que combinou bastante com o que ele quis tratar nisso.

Repousava na minha deliciosa cadeira de balanço, sentando ao lado de fora da casa, vendo a tempestade molhar os campos da miséria. Alguns trovões soavam ao longe, outros mais próximos, fazendo com que não demorasse a acabar a – fraca – energia. Levantei-me, guardando a velha cadeira. O local estava bastante escuro, todavia, conhecia suficientemente bem minha moradia para chegar até a cozinha e pegar algumas velas no armário.

Teve certo efeito em mim também e eu fiquei um pouquinho incomodado ao ler essa parte, pois já tive certo medo de ficar no escuro sozinho quando era (bem) menor. mesmo sendo algo meio que comum em histórias de terror encontrar-se nesse tipo de situação, remeteu a um antigo medo meu.

Sobre a história do Rush, eu também posso dizer que gostei bastante, porém, ainda assim achei a CP da primeira fase mais interessante. Tudo ok com a escrita, mas concordo com o Black sobre a história. Não que esteja ruim ou coisa do tipo, só que não conseguiu me prender tanto mais por não fazer meu estilo mesmo. Sobre erros, posso estar enganado, mas achei um pouco estranha a parte da ''mãe deformada'' no final do texto, mas isso foi o de menos.

Enfim, voto no Perry.

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Mensagem por Mag Qui 31 Jan 2013 - 22:36

Particularmente, não senti medo de nenhuma das duas. Foram escritas muito bem, sim, e eles introduziram o terror de uma forma legal também, cada um do seu jeito. Mas medo eu não senti. Aliás, a única que me atormentou e continua a fazê-lo de verdade até hoje é aquela creepyepasta (que foi ruim) da menininha da faca. Eu admito ter até rido quando a li, mas aquele troço está me atormentado nas madrugadas em que eu tento escrever alguma coisa da minha fic. Affe, sinceramente...

Mas, fugindo do que me é tormento, vamos aos contos atuais. Os dois ficaram muito bons, mas estou pensando sinceramente em não votar. Eu realmente não sei qual é melhor. A do Mr. Perry, - eu gostei mais da primeira dele - eu gostei mais do início. O protagonista apresentando-se como um velho rabugento que pareceu ser, ficou muito bom. Até fiquei um pouco tenso do que poderia ser o monstro, mas a partir daí tudo ficou corrido demais. Acredito que ficaria melhor se ele tivesse explorado mais o monstro diabólico, dizendo algumas de suas características (amei os olhos brancos), o porquê de ele fazer aquilo, e até o motivo de ele amarrar os corpos nas árvores. Para mim, o que faltou no conto dele foi isso. A parte da apresentação dos protagonistas é o que eu mais gostei; aliás, nesta e na outra que ele escreveu.

Agora o Rush, meu comentarista muito além das expectativas eu amei o início da creepyepasta dele também. A forma como nós compreendemos que era um garotinho que foi estuprado, torturado por horas por maníacos inumanos, é simplesmente tenebroso. O personagem também, que foge ao menininho que aparece gritando desesperado por causa do medo e da dor, e simplesmente apresenta-se um ser inconsolável que se tornou ávido por vingar-se. O caso é que ele não se limita aos caras que abusaram ele, mas começa matar todo mundo; a foice da morte, não é? hehe Isso ficou interessante. No fim, veio aquela parte que parece ser um medo comum a muitos, especialmente na infância (mas eu faço até hoje) que é o receio de deixar os pés descobertos. Olha, eu ri disso. Não sei se era sua intenção, mas aconteceu. Imaginei um menino decrépito agarrando meu pé e eu terminando o trabalho que o fogo fez nele, ao desmantelá-lo.

Uma coisa em comum entre os dois concorrentes: seus contos anteriores ficaram melhores, na minha opinião.

Enquanto finalizo o comentário, continuo na duvida de em quem votar. pig Por isso fui caçar um emoticon legal pra usar e coloquei itálico numas partes do coment. pig
Voto no Rush, sem nada a acrescentar. pig

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Mensagem por cbm Sex 1 Fev 2013 - 20:48

Não vou me prolongar muito no comentário, mas não gostei muito da do Rush não. Acho que foi justamente a descrição excessiva que fez o texto se parecer um tanto perdido. Não senti medo não, só lembrei de uns quadrinhos que vi no face, no máximo. A parte da mídia ficou parecendo até o diário de uma sub-celebridade -qqq

Já a do Perry devo admitir que foi superior. A descrição rasa foi essencial para provocar mais medo, deixar fluir a imaginação. E realmente eu tive medo de abrir o spoiler, por mais que não achei a imagem grande coisa. Mas mesmo assim foi muito bem.

Devo admitir que, como já disseram acima, ambos já foram mais felizes em seus textos. Anyway, meu voto vai pro Perry.

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Mensagem por Sally Dom 3 Fev 2013 - 19:08

Já chegamos a final do concurso! o.o' Nways, o resultado ficou:

4 Perry X 1 Rush


A rodada da final será Mr. Perry vs Fire. Como sempre os dois terão até o dia 07/02 pra me entregar por MP. Caso ocorrer de algum não ler isso daqui, estarei avisando aos concorrentes por MP. Agora outra coisa... Teremos que decidir o terceiro lugar do concurso, que ficou Rush vs. Fusca, se quiserem ver novamente as creepyes deles, aqui estão:

Spoiler:
Fusca escreveu:Algum lugar no interior do Paraná
14:45


Ah, nada como umas boas férias. Um período pra você desencanar de todas essas preocupações da cidade grande e ir à um lugar isolado. Nem que seja a força. E é isso que eu, João, estou fazendo. Passando as férias no interior do Paraná. Ficar sem internet é mais interessante do que parece, as vezes. Mas eu não faço trabalho braçal aqui. Meu tio é um daqueles fazendeiros cheios de peões que fazem qualquer serviço chatíssimo à um preço praticamente escravo. Mas dane-se, são eles e não eu pegando no batente.

Estávamos na sala. O meu tio, Jonas, fumava um cigarro Marlboro enquanto conversava com meus pais. Eu e meu irmão assistíamos tevê. Durante os comerciais, tomei um tempo pra dar uma boa olhada naquele cômodo. As paredes eram pintadas em amarelo mostarda, a porta tinha duas partes, uma em cima e uma em baixo. A de cima era pra falar com o pessoal, e a de baixo também era aberta quando alguém precisasse entrar. Havia uma grande estante, recheada de pratos decorativos e uma bíblia, ao lado da instante havia uma entrada que levava a uma sala de jantar, mas aí já são outros 500. Na parede lateral da sala, haviam diversas fotos, mas entre elas, um quadro me intrigava. Quer dizer, não era bem um quadro. Era um desenho dentro de uma moldura. Preto e branco, algumas partes borradas. Mas era parecido com um coiote.

- Jonas, que coiote é esse na parede? – Perguntei, curioso.

- Coiote? Que coiote? – Ele perguntou, desorientado.

- Aquele. – Apontei.

- Ah... Isso não é um coiote. Aqui a gente chama de rasga-gente.

- Hã? – Cara, o que diabos é um rasga-fala? Nome estranho. Deixei ele explicar por mim.

- No interior desse estado, vaga um animal. Alguns acreditam nele, outros não. O rasga fala é uma espécie de grande lobo. Seus pelos são vermelhos, e quando ele corre, veloz como o vento, parece estar pegando fogo. Seus dentes e garras são afiadas para rasgar a pele de qualquer um...

- E depois?

- Você acha pouco? Bom, todos os supostamente atacados por ele ficavam extremamente débeis, incapazes de descrever o que aconteceu com eles.

- Pfft, besteira de interior. Vamos, Ricardo! – Então eu e meu irmão mais velho saímos pela pequena porteira. – Estávamos indo pra um grande festival na cidade de Baraúnas. Quer dizer, um festival relativamente grande. “A cidade” devia ter uns 5.000 habitantes. No caminho até lá, pegávamos uma estrada, de bicicleta mesmo, ao lado dela haviam algumas árvores que levavam sabe-se lá onde. Ainda vou perguntar isso à Jonas.

- Assim cara, acho que você não devia desrespeitar o tio assim. – Comentou Ricardo.

- Por favor. Lendas de interior. Você acha mesmo que isso existe?

- Bom... Não acho, mas também não é muito bom duvidar. – Disse ele, com um pouco de receio

- Tanto faz, Deus não iria criar isso pra os humanos.

- Deus não... – Disse meu irmão, um tanto irônico. Rimos. Segundos depois, um vulto... Vermelho? Amarelo? Laranja, ah,
diabos, eu não sei. Enfim, ele passou bem na nossa frente. Pulou, na nossa frente, aliás.

- VOCÊ VIU ISSO? – Gritei, assustado. Não vi meu irmão responder, aliás, meu Deus, meu irmão! Olhei para o lado e não o vi. Quando olhei para o chão, o pneu bateu numa pedra e eu capotei na bicicleta. Um arranhão no joelho, outro na cara. Maravilha. Estava bem escuro, difícil de procurar ele. Levantei a bicicleta, e andei segurando ela. Notei que estava pisando em algo molhado. De repente, uma luz, aquela mesma luz, alaranjada, iluminou o local.
A cena nunca mais sairia de minha mente. Os pedaços de pele do meu irmão espalhados pelo chão, e suas costas jorrando sangue por todas as partes. Sua cabeça estava virada para mim. Seu olhar era profundo e vazio. Em sua cabeça já não havia mais nada. Ele era tão racional quanto um velho com Alzheimer. O bicho estava bem ao seu lado, ele era a fonte de luz, ainda mastigando pedaços do que antes seria o couro de suas costas.

- Então, é isso? – Disse. O lobo não podia falar, mas eu vi em seu olhar que ele estava confirmando o que eu disse. Me derrubou, pondo as patas em meu tórax, e então, mastigou minha cabeça, pouco a pouco. Cá estou eu, morto.
Nunca desafie uma lenda.

Fusca escreveu:
Assovios

Tudo corria bem na vida de Ricardo. Com trinta e poucos anos, tinha uma saúde de ferro, uma bela esposa e uma pequena filha, de apenas três anos. Os negócios em seu restaurante iam bem, e ele dificilmente se estressava com algo. Ou pelo menos até aquele dia.

Uma sexta-feira chuvosa. Foi naquele dia que seu pesadelo começou. Ele não conseguiu dormir... Por causa dos assovios. Vinham de uma espécie de vegetação mutante, os restos mortais do que antes fora um manguezal, que se alocava em frente à sua casa. Mas não foi aquele dia, apenas. Por desventura, quarenta dias se passaram, e ele não havia dormido uma hora sequer. Se tornou um homem cada vez mais louco. Já não dava mais carinho à sua mulher, e perdera a paciência com sua filha e seus funcionários, agredindo-os com frequência. Estranhamente, ninguém mais ouvia os assovios. Apenas ele, que tentara de tudo: Cobrir a cabeça, dormir em outro lugar... Nada funcionou. Os assovios persistiam em sua mente. Procurou psicólogos, psiquiatras e outros diversos tipos de médicos. Nenhum conseguiu ajudá-lo... Foi quando ele passou de louco para obcecado, ou talvez os dois. Uma obcessão insaciável em encontrar uma solução. Pesquisas em bibliotecas, internet. Alguns dias depois de iniciar sua busca, Ricardo encontrou um texto, no mínimo, interessante:

Em meados do século 16, numa época cheia de escravidão e desgraça, uma garotinha vivia junto de seu pai, que era um fazendeiro. Tinha sorte de ter a sua pele branca. O contrário resultaria em trabalhar por toda a eternidade... Mas ela não ligava pra isso. Ela fez amizade com os filhos dos escravos de seu pai, e todas as tardes, se reunia com eles para assoviar. Era uma espécie de hobbie. E particularmente, o assovio da garotinha era muito belo. Porém, seu pai jamais apoiou aquilo. Um dia, enquanto ela dormia... O velho atacou a jovem com machadadas na cabeça. A menina ficou surda e ligeiramente demente, porém ainda estava viva. Um dia, ela fugiu da fazenda, e se escondeu na floresta. Alguns dizem que ela se tornou imortal, e perturba o sono das pessoas... Pois tem medo de dormir. Ser atacada, novamente.

Ele estava louco o suficiente pra acreditar nessa baboseira. Às 2:00 da manhã, quando todos dormiam... Ele pegou dois machados, que havia comprado de manhã, no dia anterior. Empunhou um em cada mão, e imprudentemente, saiu na calada da noite, seguindo o doentio som aéreo que ecoava em sua mente. Ele adentrou o mangue, e a partir dali sua mente se tornara ainda mais confusa. Ouvia diversos sons, e agora até via. Vultos, e por fim, os assovios ainda mais constantes. A loucura consumiu Ricardo, que agora descobrira ser algo insignificante no mundo. Caiu de bruços no chão, mas seu corpo jamais foi encontrado. Há quem diga que a garota o levou. Quando você não consegue dormir... São os assovios. Você pode não ouvi-los perfeitamente, mas eles tão sibilando em algum lugar na sua mente. Consegue ouvir este som?
[/quote]

Vs.



Spoiler:
@Rush escreveu:

Três anos. Levei três malditos anos até conseguir uma prova concreta que eles existem... Eles... Aqueles que não têm um nome cientifico, e onde sua existência nunca fora comprovada. Isso destruiu minha família. Destruiu minha família num piscar de olhos, desde o nascimento de nosso filho... Miguel. Vocês devem estar confusos, não? Bem, eu também estava. Agora estou certo. Certo de que não há saída quando você entra nessa. Quando você finalmente percebe que eles existem de verdade... Não tem jeito. Você fica paranoico, fica louco, perde sua cabeça. Foi o que aconteceu comigo. Se estiverem lendo esta carta, por favor... Eu imploro que a divulguem, que mostrem a minha história. A minha história, e a de Harausay’me.

A primeira coisa que você deve perguntar é, que diabos de nome é esse, não? Deixe-me explicar tudo...

Meu nome é Christian, tenho 32 anos. Trabalhava num escritório com vários outros funcionários, investíamos em imóveis, mas isso não importa. Desde o nascimento de meu primeiro filho, Miguel, com a minha querida esposa Sheila, percebi que tudo estava um tanto... Anormal.

Ele, ao contrário dos bebês em geral, não chorou durante seu nascimento. Se não fosse pela sua respiração, os médicos teriam certeza absoluta que ele teria nascido morto, já que não havia nenhuma reação do pequeno. E assim foi até os cinco anos de idade. Quer dizer, não cresceu uma criança diferente das outras. Falava, brincava, chegava até ser tímido com pessoas novas. O que me incomodava, era sua obsessão em brincar enquanto conversava sozinho. Seus desenhos eram apenas rabiscos sem nexo, demorou em aprender a escrever.

No primeiro dia de sua escolinha, Miguel teve um trabalho simples e divertido, fazer amigos e desenhar um retrato de seu melhor amigo para apresentar para a classe. E na vez de meu filho, bem, ele apresentou um amigo seu, Harlashay. Um nome até agora novo para mim e para Sheila. O seu retrato foi feito com tinta guaxe e de acordo com a professora, todas as crianças começaram a chorar de medo. O que deixou Miguel bem triste.

Quando a professora veio me informar tal acontecido – além de indicar psicólogos e questionar tal feito. – eu fiquei perplexo. O desenho não parecia nada de uma criança de cinco anos. Era macabra, perturbadora... Eis a pintura:


Spoiler:
[Finalizado] The Best Creepypasta Contest - Página 4 The_Pale_Man_by_vee209



Briguei com meu filho, atormentado enquanto achava que era uma brincadeira de mau gosto. Dai que percebi que ‘Harlashay’ era um amigo imaginário, que Miguel insistia em dizer que era real. Isso foi um motivo muito perturbador para mim e minha esposa, o que causou Miguel indo a terapias com um psicólogo.

No final de tudo, ao invés de ajudar, o psicólogo deu um diário para o garoto. Pediu para que anota-se seu dia a dia, o que fazia, com quem brincava, aonde ficava.

E todas as noites eu ia escondido até o quarto do meu filho para ler o diário. Sempre com aquele frio na espinha em andar pelos corredores de casa a noite, coisa normal. O que me assustou, foram as anotações do garoto. Harlashay estava sempre presente em sua rotina, sempre o acompanhando, brincando com ele. Porém, o influenciava a fazer o bem para si mesmo, o que prejudicava algumas pessoas ao seu redor. Isso variava de roubar, mentir e até esconder coisas.

Seus desenhos de seu ‘amigo’ eram o que me assustava também. Um ser magro, sem olhos e nariz, magro, alto e corcunda. E de acordo ele, não existia apenas um, mas vários. Vários mesmo. Só em casa, pelo visto haveriam oito. E dois dormiam em meu quarto. Fiquei muito perturbado e briguei com Miguel no dia seguinte, dei uns tapas nele para a criança parar com essa esquisitice macabra. Sheila me repreendeu e eu acabei dormindo na sala. Aquilo não me impediu de ler o diário mais uma vez.

Resultado? Nenhum daqueles ‘seres’ imaginários gostava de mim. E agora pareciam ficar me seguindo, o tempo todo. O pior é que eu estava começando a acreditar, e ficar incomodado toda vez que estava sozinho. Logo, comecei a pesquisar na internet, né? A internet tem solução pra tudo, pensei eu.

Fiquei pesquisando por mais ou menos cinco meses, e nesse meio tempo, a situação do meu emprego estava crítica, tanto no trabalho como no relacionamento com minha mulher. Estava antissocial, paranoico. Até que encontrei um tópico num fórum, com um usuário chamado “Harausay’me”. Que pelo visto era um adolescente atormentado com tais criaturas da espécie de Harlashay. Inclusive que não conseguia mais dormir por causa delas, pois as mesmas ficavam paradas em pé, olhando para ele deitado.

Ele postou provas, desenhos, relatos... Alguns membros postaram suas experiências e alguns apenas zombavam da loucura do usuário. Nessa hora, eu tinha certeza absoluta que tais criaturas existiam, mas a maioria dos humanos não podia enxergar. E isso me deixava angustiado. Não podia vê-los, mas sabia que estavam lá. Toda vez que andava pelos corredores, sentia os corcundas dando passos tortos atrás de mim, me perseguindo, me observando.

Não conseguia dormir. Sentia os vultos parados ao lado de minha cama, apenas olhando para mim, encostando seus dedos deformados em meu rosto. Respirando em meu ouvido. Gemendo com seus dentes afiados enquanto mexiam suas cabeças, como animais.

Quando eu vi... Três anos já haviam se passado. Miguel, já com oito cometera suicídio com uma faca de cozinha. Minha mulher fez o mesmo, já que não conseguiu aguentar a perda de seu único filho. Eu já estava sozinho, quer dizer, quase. Com a companhia daqueles monstros asquerosos. Já não aguento mais.

Tudo que eu digo, é... Sabe aquele momento em que você caminha sozinho por sua casa, no escuro? Aquele momento em que bate um desespero em você em que alguém está lá, ao seu redor? São eles. São essas criaturas magras de braços cumpridos. Corcundas e sem olhos. Te seguindo, passando suas mãos com dedos e tortos longos acompanhados de unhas quebradas.

Não há como escapar, não há. Você podem não acreditar, mas no escuro, elas estão lá.


[/quote]


@Rush escreveu:

Deformado devido às chamas, com meu corpo jogado na lama. Um de meus olhos pulou de minhas pálpebras graças ao violento ato, estava apenas preso pelo nervo óptico. Minhas costas doíam, assim como minhas articulações. Não sentia minhas pernas... Porque, senhor?

Urinaram em meu ser caído, apenas para me humilhar. A urina se misturava ao meu sangue, na qual meu corpo estava encharcado. Minhas lágrimas eram em vão, não teriam piedade de um simples garoto de nove anos como eu. Não, sentiam prazer em me torturarem, se excitavam com a cena. Violentaram-me de diversas formas, me espancavam a cada segundo, e por algum motivo, eu não desmaiava. Estava aguentando a surra que levava, mesmo não podendo suportar mais.

Religioso ou não, a morte está lá presente, apenas aguardando a hora certa. Acho que ela estava entretida, já que não me levava. Assim como ela, eles não perdoaram a minha inocência, minha juventude. Apenas se aproveitaram dela. A consumiram apenas para se satisfizerem por simplesmente quarenta e oito horas. Durante esse período, lá estava sofrendo. Não me acostumava com os cortes de bisturi perfurando minha delicada pele, nem com os puxões de cabelo que deixava meu couro cabeludo a mostra.

É claro que nenhuma pessoa, muito menos criança, iria suportar tudo aquilo. Faleci após dois dias, provavelmente por hemorragia ou traumatismo craniano, não sei ao certo.

Aqueles monstros... Eram cinco. Desesperaram-se. Atearam fogo em mim, assim quando meu corpo fosse carbonizado, as provas se iriam com o vento que levasse o ódio de minha alma junto as cinzas.


Não descansei em paz não. Como eu disse, a morte estava entretida.


O fogo cessou junto ao meu falecimento. Meus pulmões destruídos não funcionavam direito, me fazendo tossir sangue o tempo todo. Levantava com dificuldades, com a dor a flor de minha pele com queimaduras de terceiro grau. Estava deformado. Aquele simples garotinho se tornara um monstro buscando vingança e a falsa justiça que as potências religiosas e políticas nos proporcionam. Não queria me saciar da morte daqueles que isso me causou. Quis algo mais. Algo que fizesse ser rejeitado até no inferno aonde os citados iriam se apodrecer em chamas.

Claro, que começando por eles, iria virar um mito. Uma estória de terror que logo seria motivo para ser filmada e escrita em livros. Viraria uma cantiga de ninar para que até os garotos mais teimosos sucumbissem ao sono, por medo. E assim foi. Arrancava meu olho que era apenas peso ao meu nervo ocular, e com ele dava de presente às minhas vítimas. Era o sinal do presságio que eu mesmo criara, o sinal do ódio introduzido numa forma sobrenatural que dizia com o sofrimento de cada um. Era a morte me usando como instrumento, para diverti-la toda vez que tivesse que ceifar a alma de alguém.

Meu ser deformado, com passos tortos, virou um símbolo na mídia. Uma lenda urbana. Aquilo não fazia diferença alguma para um ser feito de puro ódio como eu, mas pelo menos, exibia os meus feitos – que por sinal eram ‘desmascarados’ por ateus que julgavam ser apenas um serial-killer, e não uma entidade. Mas mesmo na hora da morte, até os ateus rezavam para algum Deus ter piedade de suas almas.

Mesmo com as trevas envolta dos locais aonde meus pés pisavam, sempre desejava mais e mais. Não queria me rebaixar ao nível dos filhos da [palavra censurada] que já queimam no inferno e me causaram isso, eu quis ser muito pior. Quando vi, já selecionava minhas vítimas por detalhes simples... As puxava pelos pés quando esses estavam descobertos. Pelos braços se os mesmos estivessem nas mesmas condições. Muitos me chamam do monstro debaixo da cama, ou monstro do armário. Mas não, sou apenas um garoto morto prematuramente me saciando da tortura em seu ser. Já havia me tornado um animal, que se alimentava dos olhos e língua de pessoas, as puxando pelos membros que estavam descobertos pelo cobertor ou edredom.

Transformara-me num ódio, na ausência de remorso, no senso de humor macabro da entidade na qual chamei de morte, eu era sua foice. Seu instrumento.

Para quem ler isto, apenas dou-lhe uma dica. Não durma com seus pés descobertos, ou uma mãe deformada com queimaduras de terceiro grau irá segurá-lo. Meus dentes podres irão perfurar seus olhos enquanto o seu sangue escorre por meus lábios quase inexistentes. Minhas mãos irão arrancar a sua jugular em base da força. Irei fazer você passar pelo mesmo sofrimento que eu, senão pior.



[/quote]

Ás votações pro terceiro lugar võ até o dia 07/02.. Boa sorte e votem a vontade! o/

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Muito obrigada, elazul
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Mensagem por Nivans Dom 3 Fev 2013 - 21:55

Pena que já tá chegando no final ''/

Eu gostei bastante da primeira creepypasta do Rush. Consegui entrar na história devido a esse jeito de escrita que combinou muito bem com o que é contado, senti o ''drama'' da coisa toda. Rush se superou nessa creepy, muito boa mesmo.

Sobre a primeira do Fusca, não me agradou muito não. Nada que conseguiu me atrair muito durante a leitura ou ao menos me deixou desconfortável, nem passei da metade e sabia que o carinha ali iria morrer.

Em termos de escrita e organização, ficou boa, só achei meio confusa aquela parte do ''rasga gente'' e do ''rasga fala'', que ficou bem confuso mesmo. Algumas coisas poderiam ser mais exploradas também, acho, pois não consegui entrar na história como aconteceu com a creepy do Rush.

O que mais me incomodou nessa história foi o final... Sério, achei que essa parte estragou tudo, quebrou totalmente a lógica.

Sobre as creepypastas da segunda rodada, nenhuma me atraiu muito. Rush foi superior, achei a história bem escrita, embora não atrativa. Mesmo assim, ficou superior a do Fusca, que, sinceramente, não gostei. Aquele sustinho no final do texto até que ficou legal, mas a maneira com que foi narrada não teve aquela coisa ''tensa'', saca?

Para concluir, voto no Rush.

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Mensagem por Black~ Dom 3 Fev 2013 - 22:16

Bom, vou ser breve visto que eu já analisei as obras nas outras ocasiões, mas na minha opinião as creepypastas do Rush foram melhor, bem trabalhadas e talz, enfim, voto no Rush

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Mensagem por Mag Qua 6 Fev 2013 - 0:27

Perdone, não farei um comentário extenso, mas saibam que li os quatro contos de horror antes.

A primeira do Rush compensou qualquer outras das três creepy concorrentes, a forma da escrita, a linguagem que progressivamente nos trás as sensações adequadas. Ótima.

Voto no Rush.

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Mensagem por Sally Seg 18 Fev 2013 - 2:35

Bem, pessoal, foi um prazer enorme hostear esse concurso que está chegando ao fim... Então, espero que gostem das duas creepyes e votem a vontade, como é a final, darei até o dia 25/02 pra decidirem o grande vencedor! Bons sustos, enjoy...

Mr.Perry escreveu: Todas as pessoas que eu conheço têm a sensação de estarem sendo perseguidas. Eu, porém, nunca tive esse incomoda sensação. Alguns, inclusive, alegam estar sendo observados por alguém – algo – nas sombras, por detrás das costas, entre a escuridão d’um cômodo escuro.

Você provavelmente também já se sentiu assim... Quero dizer, sua espinha provavelmente já gelou enquanto uns calafrios lhe subiam as costas e levantavam-no os pelos do corpo. E é nesse momento que você não se sente mais sozinho em casa: é neste momento que vem aquele intenso medo, aquele desespero no peito de estar sendo vigiado, sentenciado a uma tortura silenciosa.

Eu, todavia, nunca vivenciei tais fatos. Isso é, de alguma forma, bizarro e estranho. Por que todos se sentem assim, menos eu?

Até o mais instigante dos instintos – como, por exemplo, correr para a cama e esconder-se debaixo dos lençóis quando se apagam todas as luzes de casa na hora de dormir – não pertence a mim.

Bem, de toda forma, acho que tenho a resposta para isso tudo. É até mesmo engraçado. Talvez seja eu quem te observe. E por isso saiba tão bem dos seus medos. De mesma forma, é provável que seja eu a te ver correr como um patinho assustado para a sua cama, escondendo-se em tecidos fúteis, achando que, de algum modo, eles possam te proteger. Isso só me faz gargalhar.

Sou eu que passo as esqueléticas mãos gélidas, apodrecidas e mortas por seu pescoço, dando-lhe calafrios. É a mim que tenta espantar de madrugada quando, ao deitar, deixa ligada a velha televisão. Como eu gosto daqueles velhos cultos evangélicos que passam por aí ou desses seus clipes d’uma tal MTV.

Ah, como eu adoraria levar-lhe!

Um dia, talvez... Quando envelhecer e estiver apodrecendo sobre sua cama... Nesse momento em que não terá forças para esconder-se nos lençóis e não terei eu forças para controlar-me...

VS


@GodFire escreveu:
Monstro debaixo da cama

Em uma cidade pequena no interior do Massachusetts, uma garota vivia tendo sonhos constantes com um monstro a perseguindo. Ela não conseguia reconhecer a imagem da criatura nitidamente, só imaginava uma coisa completamente disforme e feia. Quando ela se acordava via apenas a escuridão do seu quarto, mas era como se ela estivesse sendo observada. A garota sentia medo e enfiava sua cabeça debaixo das cobertas, demorando a conseguir pegar no sono novamente. Seu medo era tanto dos pesadelos quanto de algo real.

Quando o dia amanhecia, seus pais a encontravam completamente pálida e paralisada de medo na cama. Ela lhes contava seus pesadelos e angustias, mas eles não acreditavam na pobre garotinha. Vários dias foram se seguindo assim, com ela acordada, dizendo ouvir vozes e vendo olhos vermelhos rodeando seu quarto. Sua cama tremia, passos podiam ser ouvidos, garras sendo arranhadas na parede, grunhidos como se fossem de porcos, entre tantas outras coisas bizarras.

Com o tempo seu rendimento escolar foi diminuindo, sua vontade de viver também, começou a perder peso e ter olheiras profundas. Começou a ter crises de pânico em todos os lugares que estava e nunca queria estar sozinha. Seus pais a levaram em um psiquiatra, mas de nada adiantava. A garota parecia estar em um estado de transe e medo que só ela entendia, ou melhor dizendo, que não entendia, pois ela nunca conseguiu explicar direito o que a amedrontava.

Em uma noite, os pais ouviram um grito bem alto vindo do quarto de sua filha. Sua cama estava revirada e não viram a garota em lugar nenhum. Os lençóis pareciam ter sido rasgados por garras enormes, e debaixo da cama foram encontrados manchas de sangue e fios de cabelo dela. Ninguém soube como a garota sumiu, muito menos a policia quando investigou o local, e tudo acabou em um grande mistério.

“É bem provável que a menina tenha enlouquecido em sua cama com a ideia de um monstro e então tenha ferido a si mesma, fugindo para fora de casa e indo para algum lugar.” O problema nesta teoria é que mais nenhum rastro da garota foi encontrado. E você, tem medo do monstro debaixo da cama?
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