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Tempo Perdido

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Mensagem por ana Sex 2 Nov 2012 - 19:21

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Bem, se você quiser ver os textos de uma pessoa com brain damage, veio ao lugar certo. É... Vamos lá!

Eu não me importo
Seus dedos corriam rápidos pelas cordas do violão. Eles tentavam acompanhar o pensamento do músico. Notas deixadas pela metade, melodias que não faziam nenhum sentido, pedaços de canções largadas ao vento: Tudo isso tentava coexistir.

Nem ao próprio homem a “música” estava agradando. Deixou seu instrumento de lado e se pôs a fitar um ponto qualquer no horizonte. O que havia de errado? O violão geralmente o ajudava a pensar. Hoje, entrando, ele soava mais como um lamento. Vai ver apenas era preciso afinar suas cordas. Como seria bom se todos os problemas fossem tão fáceis de resolver.

Enquanto isso, os primeiros sinais do anoitecer começavam a surgir. A mocidade laranja do pôr-do-sol estava envelhecendo, para mais uma vez se tornar a bela senhora que conhecemos como noite. Sem perceber, nosso músico de distraiu mais uma vez de seu violão e começou a observar a noite. Uma vez, quando era uma criança, ouviu que para cada pessoa no mundo havia uma estrela. Quanto mais brilhante essa estrela fosse, mais a pessoa seria feliz na vida. Como será que a sua estrela andava?

Balançou a cabeça negativamente, e voltou para o que estava fazendo. Ele tinha que parar com isso. Enxergando poesia nas coisas mais simples, sonhando com grandes futuros de “sucessos musicais” e “Best Sellers”. Sonhos. O seu maior inimigo. Como num flash, seus antigos sonhos de criança inundaram sua mente. Ele, um grande músico famoso que tocava nas rádios e era a paixão das menininhas. Um aperto logo tomou conta de seu coração, sendo seguido por outra lembrança.

“Menino! Larga esse violão e trata de estudar. Não quero mais um vagabundo na família. Já não me basta seu pai.” Palavras de sua mãe, que viviam ecoando na sua cabeça. Por mais que tentasse fugir do seu passado, ele sempre dava um jeito de atormentá-lo mais e mais. Sua mãe... Todo um futuro que ela havia planejado para ele. Tudo o que ele jogou fora para sair em busca de um sonho fútil. Sentia saudades dela, dos seus carinhos, da segurança que um abraço poderia trazer. Uma foto de família (a última, dos tempos que Papai trabalhava) e o violão (o objeto de tanta discórdia). As únicas lembranças que ele trouxera de sua antiga casa.

Logo, ele já havia desistido de compor algo. As lembranças de uma vida que parecia não ser sua inundavam sua mente: Gritos ecoavam de uma velha casinha, a mais pobre da rua, de um casal brigando. Também havia uma criança. Esta tentava se esconder e esquecer o que estava acontecendo. Essa cena já havia se repetido milhares e milhares de vezes. No dia seguinte, o homem sairá de casa para sempre. O menino ficou com seu violão. O estrago estava feito.

Hoje, o mesmo menino que saiu de casa com o sonho de orgulhar a sua mãe não existia mais. No seu lugar, havia um homem amargurado com o mundo, na beira dos seus trinta anos. Ele ainda acreditava que a sorte um dia bateria na sua porta.

Este acabou sendo despertado de seus devaneios pelo o barulho da rua lá fora. As imagens da velha casa e de seus pais desapareceram. Restara apenas a realidade de seu quartinho mal iluminado. Mas uma ideia de música surgira. É, vai ver ainda existia alguma chance de fazer mamãe orgulhosa.
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Mensagem por Black~ Sex 2 Nov 2012 - 21:09

Bom, primeiro seu post quebrou o layout -q. Mas enfim, sério, na verdade basicamente não entendi muita coisa, mas é bem legal. Não sei se é uma curta, ou se é uma história de continuação. Não vi nenhum erro ortográfico. Enfim, boa sorte.

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Mensagem por Diamandis Dom 2 Dez 2012 - 21:43

Enfim, consertei o Layout, e vim comentar, sobre o curta!

Adorei Ana, uma história boa, bom desenvolvimento só que pecou no desfecho, e continuo dizendo... você sabe escolher muito bem as palavras.

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Mensagem por ana Dom 2 Dez 2012 - 21:44

Valeu pelo comentario Black :3 É meio que uma narrativa que eu imaginei quando ouvi uma música, lol. Talvez eu continue, mas isso fica pra mais tarde. Bem, esse texto aqui eu já postei na pm e tals, mas ninguém comentou. Vale a tentativa.
O Brilho Perdido
Eu comprei uma estrela esta noite. A número 2356 da minha coleção.

Ela estava brilhando no céu, num tom muito brilhante de azul e branco. Agora virou mais um enfeite em uma sala já abarrotada deles.Estrelas são um tipo raro de mercadoria. É claro que existem aos montes por aí, mas apenas algumas se deixam serem levadas. A grande maioria é rebelde demais para se deixar levar. Espíritos livres demais, não gosto disso. E por causa da escassez, estrelas são bem caras. Eu não me importo com isso. Tenho dinheiro e essa é a melhor forma de gastá-lo.

Por quê? Por que, esses pequenos astros me lembram da minha amada. Cada vez que adquiro uma nova, tenho a vaga esperança de que ela vai voltar para mim. Estrelas eram a coisa favorita dela. Engraçado. Num mundo gigante como esse, porque gostar logo de uma coisa que não se pode nem tocar?

Nunca entendi isso.

Vai ver ela se identificava com as estrelas. São duas coisas bem parecidas. Belas, brilhantes, com uma vida e tanto pela frente, objeto de desejos de vários... A diferença é que as estrelas eu posso colocar numa redoma, enfeitar, protegê-las para sempre de todos os perigos. Minha amada nunca deixou ser protegida. Gostava de correr riscos, viver por ela mesma. Bobinha, nunca soube o que é melhor para ela.

A noite lá fora está brilhando num negro sem vida. Ele não tem mais as suas pequenas joías para enfeita-lo. Nem eu tenho mais a minha pequena joía para me alegrar. Ela foi embora. Minha amada era uma pessoa (não um pequeno astro). A única que eu amei. E a única que me amou.

Eu a tinha do meu lado. Tudo era perfeito. Tão perfeito que acabou de uma vez só, como uma bola de sabão. Numa noite ela foi embora. Na noite em que as estrelas não estavam brilhando. Essa lembrança é a pior tortura de todas. Mas ela ainda vive na minha mente, clara demais para ser esquecida.

Lá estava minha pequena amada. Parada na frente de casa, com uma mala na mão. Seus cabelos estavam desarrumados (numa trança perigosamente parecida com uma corda de enforcar), seu vestido amassado, o rosto estava contorcido numa expressão de extrema raiva. Eu nunca a deixaria chegar nesse estado. Na outra mão, segurava uma redoma. Com uma estrela brilhando no meio. Aquela que eu tinha comprado no dia do nosso casamento.

Paft. A redoma caiu no chão. O maior símbolo de nossa alegria já não existia mais.

“Você pode tentar de tudo, mas nunca vai conseguir mudar quem é! Vamos! Fique com as suas estrelas, elas você pode prender!” Essas palavras... Pequenos punhais escondidos numa voz de veludo. Então, ela se foi. Não tive tempo para fazer nada, só a observei partindo. Nunca mais vi minha amada. Ela deve ter se perdido, a coitada nunca soube muito da vida.

Talvez, ela não gostasse muito de mim. Ou quem sabe não gostava de ser “presa”. Não que eu tenha tentado prendê-la. Só acho que a beleza deve ser guardada a sete chaves, para só poder ser observada, nunca tocada por mãos descuidadas. As pessoas tem a péssima mania de machucar as coisas bonitas.

Fiz mal em tentar protege-la?

Eu comprova as estrelas por causa dela. E ainda faço isso. Vai ver ela se arrepende e volta um dia.
Não. Preciso parar de me enganar. Aquilo foi um adeus definitivo.

Hoje ninguém me faz companhia. Ninguém se preocupa se preocupar comigo. Comigo ainda as tenho as minhas 2356 estrelas. Cada uma brilhando como se amanhã fosse o ultimo dia. Presas em redomas brilhantes, etiquetadas e organizadas. Não estão livres. Seu brilho é apenas meu. Sou um egoísta?

Acho que não, se paguei um preço por elas, então são somente minhas. Embora por outro lado ache que sim. O Senhor as criou para todos, porque só eu as posso ver agora? Estou fazendo com elas o mesmo que fiz com minha amada. Estou as prendendo, as sufocando. As estrelas devem sentir falta do céu. De sua liberdade.

Adeus mundo. Falhei em tentar proteger sua beleza. Falhei miseravelmente em tudo que tentei. Prendi suas estrelas, acabei com a alegria da pessoa mais incrível que conheci. Agora é a minha hora de partir. Para bem longe. Para a morada das estrelas, onde a alegria é eterna, o lugar em que todos recebem o perdão do Senhor.

Hora de ir para o céu.



Última edição por Miss Zero em Dom 6 Jan 2013 - 15:18, editado 1 vez(es)
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Mensagem por Cap'n Cook' Dom 9 Dez 2012 - 16:46

Você havia mostrado-me essa One Shot há um bom tempinho. Tem um erro de português, mas acho muito chato ficar corrigindo. Parece até que a pessoa veio pra ficar catando seus erros ortográficos feito professor ao invés de ler seus textos. Então... Muito bonito, curti bastante. E dá pra montar interpretações... Maridos ciumentos? Sem falar na frase mais certa que eu já li na minha vida: As pessoas tem a péssima mania de machucar as coisas bonitas. É... Muito bom. Joinha. ( Ruim com despedidas )

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Mensagem por ana Dom 6 Jan 2013 - 15:22

A Mulher De Preto
O relógio anunciou a chegada da meia noite. A mulher levantou os olhos do papel que estava lendo. Meia-noite, o horário combinado. Pôs-se outra vez a ler o bilhete, como já havia feito dezenas de vezes naquela noite, enviando mais cedo pelo seu “cliente” da noite. “Hoje à meia-noite, sua casa. –S.H.”. Um sorriso se abriu em sua face. Ela sempre ficava muito animada antes dos seus trabalhos.

Será que ele demoraria muito para aparecer? Tentando se distrair um pouco, se pôs a comtemplar o céu. Ele se encontrava muito negro naquela noite, sem nenhuma estrela nem nada. Estava negro como seu vestido. A mulher deu uma risada. . A cor negra dele, que em contraste com sua pele clara e cabelo escuras criava uma confusão em suas vítimas, essa beleza exótica era mais fatal que a própria morte.

Aquele era o seu vestido favorito, na verdade, era o seu único vestido. Único talvez fosse a melhor palavra para defini-lo. Não era feito de um caro tecido, incrustado de pedras preciosas ou presente de um rico amante. Certamente não. Isso seria pouco para a sua dona. Ela precisava de algo para denunciar ao mundo seus modos, algo para dar uma pequena pista sobre si mesma. Algo para encantar um curioso admirador, e ao mesmo tempo, o aterrorizar profundamente. O que no mundo seria capaz de fazer isso? Ora, isso é simples: O vestido era feito das almas que ela já havia levado para o descanso eterno. E isso era fruto de seu tenebroso trabalho.

Batidas na porta. O toque da campainha ecoou pela casa. O seu “cliente” havia chegado. A mulher escondeu o bilhete rapidamente e se levantou, estava bem apressada e animada. Mas não deixou de perder uns dois minutos se arrumando na frente do espelho. Finalmente, alcançou a porta da frente e a abriu. Lá se encontra um homem, velho, rico e provavelmente cansado da vida e de sua esposa. Ninguém procurava a mulher se fosse feliz. Seu nome? Se nem ela se preocupou em guarda-lo, porque devemos nos preocupar com isso?

Enfim, após alguns comprimentos e elogios, os dois acompanhantes se dirigiram para um quarto qualquer da casa. O homem provavelmente espera uma noite normal de prazer, como as centenas que ele já havia tido anteriormente. Mas não. A mulher tinha outros planos para ele. Assim como todos seus clientes, ele também se tornou mais uma vitima da dama. Não sei exatamente o que ela fazia, mas após isso a pessoa morria. Não, “morrer” não é o termo adequado. A mulher roubava as almas de suas vitimas. E como você, meu leitor, deve saber: Um corpo sem alma é apenas uma casca.

O corpo do velho estava caído no assoalho do quarto. A expressão de terror ainda habitava seu rosto. Antes de “morrer” ele havia visto a verdadeira face da Mulher de Preto. Não existem palavras ou expressões o bastante para descrever isso. Era uma face parecida com as dos demônios mais perversos que existem, por favor, não tente imaginar isso. E era com essa face que ela enviava as almas de suas vitimas para o inferno.

E é claro, parte da pobre alma ficara com ela. Mais um retalho para o seu tenebroso vestido.

A mulher de preto. A última companhia de suas vitimas.

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Mensagem por Diamandis Sex 11 Jan 2013 - 18:29

Bom curta, Mis0

Eu já tinha avaliado antes, te dei aquelas dicas da descrição, tipo... as vezes você passa batida nisso, faz uma descrição muito rasa de um personagem, isso não é muito bom.

De qualquer forma, o curta ficou bem legal, a história foi interessante e bem desenvolvida num curto espaço de tempo.

Continua assim e poste mais trabalhos, pô.

Sally: Galeria trancada por inatividade. Caso queira reabrir, contate um FFM.

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