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Mensagem por CaiuAugustu Sab 26 Dez 2009 - 15:37

Daora cara! Pokémon: The Wrong Path (Reloaded) - Página 6 Icon_razz

Sinceramente, em fanfics, eu prefiro que o protagonista tenha um pokémon diferente, não um charmander ou um treecko...

Mas eu achei muito bom, e por mim tá melhor que minha fic Pokémon: The Wrong Path (Reloaded) - Página 6 Icon_pale ^^

Continua assim!

Esperano próximu Capitulu Pokémon: The Wrong Path (Reloaded) - Página 6 Icon_cyclops
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Mensagem por Markolazz Dom 27 Dez 2009 - 15:52

E aqui está a "The Wrong Path" denovo ^^

Eu gosto dessa fic....
Pena que eu já sei o que vai acontecer ^^


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Mensagem por Lucario: TheLegend Seg 28 Dez 2009 - 23:56

Haha, 6 comments, agora sim Very Happy

Agradeço a todos os que estão lendo, e tô aberto a qualquer crítica e/ou sugestão! ^^

Por causa do natal, demorei um pouco mais pra revisar o terceiro capítulo, mas tá aqui...

Capítulo 3- Parado aí, ladrão!

[b]A baixa enfermeira de longos fios de cabelo rosado rapidamente caiu em um terrível sono profundo, derrubando o taco no chão.
Nate nem sequer olhou pra ela: entrou rapidamente na porta à sua esquerda, que levava à escadaria do segundo andar. Correu o mais rápido que pôde pelas escadas, chegando logo ao andar de cima.
O segundo andar não era muito diferente do primeiro: o piso e o teto eram brancos como nunca, sendo o último de um estranho formato arredondado apenas por uma questão de estilo, e apenas três portas estavam presentes naquele pequeno corredor, junto com alguns pequenos vasos de orquídeas ao lado de suas bases.
O garoto então abriu a porta à sua direita o mais rápido que pôde, pois sirenes de polícia já podiam ser ouvidas de onde ele estava. O rangido da porta foi alto, e antes que ele pudesse se dar conta de onde estava, sentiu um toque em seu ombro.


- Parado aí, ladrão! – disse uma doce e brava voz, que vinha exatamente de trás dele.

Nate rapidamente se virou, e se assustou com a imagem que viu. Uma linda garota, morena, de profundos e maravilhosos olhos verdes estava parada em sua frente, com um revólver em sua mão direita, e um Togetic em seu ombro esquerdo.

- Não to vendo ladrão nenhum aqui. – disse ele, lentamente. – Acho que ele deve ter subido!

O garoto realmente mostrava não estar nem um pouco abalado pelo fato de ela estar apontando um revólver para sua cabeça.
A garota, ao ver sua face, fez uma cara de espanto monstruosa.


- Nate? Nate Wegils? O famoso Nate Wegils? Campeão da TPAS? Não acredito…eu aqui, na sua frente, e nem arrumei meu cabelo... – disse ela, abaixando a arma e puxando um espelho de um dos bolsos de sua calça jeans. – Sou Samantha Stewart, mas pode me chamar de Sam.

Nate ouviu as palavras da garota e pensou que poderia se aproveitar delas com sabedoria.

- Prazer, Sam. – disse ele, pegando a mão dela vagarosamente a beijando.

“Sei que sou lindo e tal, ela ainda é minha fã, não vai resistir” – pensou ele, mostrando seu arrogante sorriso novamente.

- Mas...O que você faz aqui? Com esse capuz ainda... – perguntou ela, olhando ele de uma maneira observadora.
- Ahh, nada de mais não, preciso apenas ir ao terceiro andar salvar meus pokémons desse terrível ladrão que tá a solta por aqui! Coloquei esse capuz para o caso de ele me reconhecer... – respondeu Nate, na maior cara-de-pau, retirando seu capuz e jogando-o no chão.
- Nossa...se arriscando pra salvar seus pokémons...você é maravilhoso mesmo! Posso ir com você? – pediu ela, olhando-o com os olhos brilhando. – Acho que alguém deveria me proteger, caso achássemos o ladrão...
- Falou a garota do revólver... -respondeu ele, rindo, disfarçando perfeitamente. – Mas afinal, o que você faz aqui?
- Meu pai é o chefe da polícia de Slateport. Como ele tá meio doente nos últimos dias, ele queria vir pra cá quando ouviu o chamado... - respondeu ela, enquanto os dois subiam as escadas rumo ao terceiro andar. – Mas eu roubei a arma dele e vim aqui sozinha...

Ao dizer isso, ela quase caiu no chão de tanto rir.

- Mas, é claro, daqui a pouco ele vem atrás de mim. – ela disse, enxugando as lágrimas que saiam de seus olhos depois de uma crise de riso.

Depois disso, Nate preferiu ficar calado. Subiram os outros dois lances de escadas no maior silêncio, com o garoto apressando os passos, pois ouviam barulhos de passos vindo atrás deles cada vez mais próximos.

- Parece que chegamos ao terceiro andar... – disse a garota, mais tentando puxar assunto do que realmente falando.
- É, estamos aqui. – disse Nate, tentando se esquivar de Sam. - Eu to indo lá pegar meus pokémons na sala ali do lado, se quiser esperar aqui...
- Não, eu vou com você, pode deixar! – disse ela, segurando o braço direito dele com as duas mãos.

O terceiro andar era realmente diferente dos outros. Com um imenso telhado de vidro arredondado que mais parecia uma cúpula e com apenas uma porta à frente deles, mas com os inconfundíveis pisos brancos ainda aparentes. Nate correu para a porta, seguido pela garota, enquanto ouviam gritos vindos do andar anterior.

- Ele subiu, ele subiu! – ele ouvia.
- Não atirem, minha filha tá com ele! – gritava outra voz, que apenas Nate pôde ouvir.

A sala aonde ficavam guardadas as pokébolas era verdadeiramente muito grande: os pokémons eram todos separados por data e horário em que haviam lá chegado, portanto, extensas prateleiras recheavam o imenso espaço do local, que apenas não era maior por haver uma também enorme janela no fundo da sala, com um parapeito proporcional. Nate correu para onde os mais recentes estavam, e pegou as cinco pokébolas que achou.

- São esses seus pokémons? – perguntou ela, interessada. – Qual a espécie deles?
- Eles são... – disse Nate, tentando se lembrar do que os agente haviam dito. - Hã...insetos?

Nesse momento, uma forte explosão quebrou a porta que havia atrás deles. De lá, um enorme homem apareceu, cabelos realmente muito negros, alto, musculoso, vestindo o uniforme da polícia, e com uma expressão realmente irritada.

- Filha, saia de perto desse idiota, agora! – gritou ele, com sua grave voz ecoando por todo o local.
- Que idiota? Só to aqui com o Nate... – disse ela, se agarrando ao braço dele novamente.
- Ele é o ladrão! Saia já daí filha, vou acabar com ele! – disse ele, puxando a garota. – Ninguém mexe com a filha de Norton Stewart! Vai, Slaking!

O imenso marmanjo lançou uma pokébola ao chão, precisamente ao seu lado, e um imenso pokémon macaco com uma pelagem de cor marrom, parecendo muito preguiçoso, instantaneamente apareceu.

- Cara...você não vê TV mesmo, né? Mandar um Slaking contra meus pokémons... disse Nate, friamente, lançando uma pokébola bem à sua frente. - Petti, vamos, acabe logo com isso.

Nate esperava seu Banette sair de lá, mas o que saiu foi uma criatura diferente, um pokémon dourado, mais parecido com um inseto, com um imenso bigode estampado em seu rosto.

- Desde quando o Petti é um Kricketune Shiny? – perguntou Sam, com os olhos arregalados.
- Boa pergunta... – disse ele, olhando os bolsos - Acho que errei a pokébola...
- Ninguém perguntou nada! Slaking, use o Strenght!

O pokémon-macaco-gigante saiu correndo derrubando todas as prateleiras de pokébolas que encontrasse em sua frente com os dois braços que tinham um intenso brilho avermelhado, e acertando três poderosos socos na testa do pokémon que Nate havia chamado, jogando-o para o fundo da sala.

- HaHaHa... – riu Norton, sozinho. - Isso é tudo, garotinho?

Nate realmente se irritou após ouvir isso, e deu uma breve risadinha.

- Kricketune, use o Bug Buzz!

O pokémon levantou-se correndo, e ao abrir sua boca, um grito ensurdecedor tomou conta da sala, fazendo ondas sonoras poderosíssimas irem em direção ao Slaking, que se encontrava no chão, bocejando. As ondas sonoras apenas o fizeram finalmente adormecer, porém, desacordando seu treinador e Sam. Nate, inteligentemente havia colocado sua jaqueta no ouvido, pois sabia do efeito do golpe.
Nate fez Kricketune voltar à sua pokébola, pegou as outras quatro que tinha a missão de buscar, e abriu a imensa janela ao seu lado.


- Vai, Honchkrow! – sussurrou ele, lançando sua pokébola ao chão. – Me leve para onde aquele pessoal do Farfalla Team tá, por favor.

Um pokémon pássaro negro, mais parecido com um corvo, exceto pelas plumas brancas em seu pescoço e um pequeno chapéu em sua cabeça, apareceu ao abrir da pokébola.

- Aonde pensa que vai?
Ao ouvir essa voz novamente, Nate se virou, e se assustou ao ver a garota levantando.
- Acha que eu sou idiota igual ao meu pai? Eu sei os efeitos de um Bug Buzz, tapei meus ouvidos... – continuou ela.
- Legal... – disse Nate, se virando, e subindo nas costas de Honchkrow.
- Não vai me dizer o que realmente veio fazer aqui?
- Eu já disse, vim pegar meus pokémons...
- Eles não são seus... – disse ela, se aproximando, com um olhar de dúvida estampado em seu rosto. - Eu vi seu olhar ao lançar aquela pokébola e ver um Kricketune! O que você realmente veio fazer aqui?

--------------------------------------------------------------------------------------------

Enquanto isso, ao lado do centro pokémon...

O celular de 29 havia acabado de tocar. O barulho era realmente estranho, semelhante ao de um Munchlax adormecido.


- Alô? – disse ele, atendendo.
- Sou eu. – disse uma voz masculina, do outro lado da linha. – Acharam o Nate?
- Sim, senhor. – respondeu ele, com um sorrisinho.
- Em quanto tempo acham que podem trazer ele aqui?
- Não sei, em uns dois dias, acho.
- Levem ele pra Mauville antes, eles pegaram nosso ginásio lá. – disse a outra voz, tentando esconder um risinho. – Deixe que Nate cuide deles.
- Como o senhor quiser. – disse 29, desligando.

-----------------------------------------------------------------------------------------------------------

O garoto não viu mais escolha. Ela já havia visto quase tudo, assim como seu pai. Ele tinha que contar, talvez ela pudesse ser útil. Foi o que ele fez.

- Farfalla e Metalla? – gritou ela, assustadíssima. - Você se meteu com os dois?
- Fala baixo, eles vão acordar. – sussurrou Nate, colocando seu dedo indicador na frente dos lábios dela. – E é claro que sim...me fizeram uma boa proposta...
- Eles são criminosos que tem uma rivalidade extrema e fazem de tudo para prejudicar um ao outro! – disse ela, tentando falar o mais baixo que podia. – Qualquer coisa mesmo...
- Não me importo, os problemas são meus. – disse ele, subindo nas costas de seu pokémon. - Posso ir agora?
- Claro que não! – disse ela, subindo atrás dele. - Eu vou com você!
- Para com isso, isso são problemas meus, você não tem nada a ver com isso!
- Eu sou fascinada por você desde que era muito pequena... – disse ela, olhando nos olhos dele. - Se você não me deixar ir, te prendo agora!

Nate não viu outra saída daquela situação: o resto das forças policiais já estava chegando. Os dois se agarraram forte no Honckhrow, e foram levados ao exato local em que o garoto havia se encontrado com 29 e 31 antes de entrar no Centro Pokémon, exatamente embaixo de onde estavam. Lá estavam os dois agentes, parados no mesmo local que antes, com as mesmas roupas, longe das viaturas da polícia.

- Pronto, tão aqui seus pokémons. – disse ele, literalmente jogando as pokébolas na direção dos dois encapuzados.
- Pera ai, quem é essa garota ai? – perguntou 31, mostrando sua irritação por Nate ter levado outra pessoa com ele.
- É da sua conta? – perguntou Nate, olhando fixamente em seus olhos.
- É da nossa conta, sim! – gritou 29, tomando a frente. – Quem é ela?
- Ela é... – dizia Nate, quando foi interrompido.
- Meu nome é Samantha Stewart, mas todos me chamam de Sam! Sou filha do chefe de polícia de Slateport, e sei tudo sobre vocês! – disse ela, com um enorme sorriso no rosto, como se houvesse acabado de encontrar alguém extremamente importante.
- Filha do chefe de polícia? - perguntou 31, assustada. - E você trouxe ela aqui, Nate? Você tá louco?
- Não tive escolha, ela me parou. – respondeu ele, mostrando não se importar. - Mas vamos ao que interessa, eu tô dentro, ou não tô?
- Não sei...depois do que você fez, não conseguiu completar sua missão corretamente e ainda trouxe essa garota para cá.. – disse 29, calmamente. - O que você acha, 31?
- Acho que pelo o que ele fez hoje, ele não merece... – disse ela, caminhando em círculos. - Mas o chefe acabou de ligar, disse que alguns Metalla tomaram o ginásio de Mauville! Nate, vá para lá agora, fica ao norte daqui, para recuperar o comando daquele ginásio para nós. Se você cumprir sua missão, entrará na nossa equipe.
- E com o tempo poderá ter sua vingança, além de poder ficar com um desses nossos raros pokémons insetos Shiny. – disse 29, sorrindo.
- Eu farei isso, com certeza, estou indo para lá agora. Fácil.- disse Nate, arrogantemente. – Mas não preciso desses seus inúteis insetos, nada é melhor do que pokémons da noite.
- Posso ir com você? Posso, posso? – perguntou Sam, com os olhos brilhando novamente.
- Claro que não. – respondeu ele, friamente. – Vou sozinho.

Nate se virou, deixando os três parados no mesmo local, e se dirigiu para sua casa. Em questão de minutos, chegou, e subiu correndo para o seu quarto.

“O dia hoje foi corrido...agora preciso ir para Mauville, conquistar o ginásio de lá.. Será meu primeiro encontro com o Metalla Team, melhor me preparar.”

Ele pegou sua mochila azul convencional, jogou suas quatro pokébolas lá dentro, colocou suas melhores roupas e agasalhos, assim como suprimentos para alguns dias, e se deitou em sua cama, mesmo com o horário ainda perto das oito horas da noite.

“E aquela garota? Era linda, desinibida...realmente estranha! Parecia louca! Tomara que não faça nenhuma besteira..” – uma pequena pausa – “Ok, ela definitivamente vai fazer. Mas e daí?”

Ele trocou de lado da cama, com dificuldades para dormir.

“E o Shinx do garotinho? Prometi que o acharia...”

Nate então caiu no sono.

--------------------------------------------------------------------------------------------

No dia seguinte...

Nate acordou realmente muito cedo, perto das seis horas da manhã. Se vestiu correndo, sem tomar banho, e desceu as escadas de sua casa, saindo apressado, trancando-a, e respirando o ar puro de mais uma manhã de domingo. Ventava muito naquele dia, folhas se espalhavam pelo chão e faziam os cabelos esvoaçarem na mais fraca corrente de vento.
O garoto começou a caminhar em direção ao norte, à saída de Slateport, rumo à Rota 210. Pelo caminho, ele percebia que as pessoas olhavam feio para ele.


"Será ainda por causa da TPAS? Ou descobriram sobre o que fiz ontem?"

Resolveu não dar importância.
Andou cerca de cinco quadras, e já se encontrava na Rota 210, a estrada para Mauville. Nate nunca havia saído de Slateport, e estranhou a sensação de ver como era aquele lugar: mato, mato e mato. Esse era o jeito mais fácil de descrevê-lo. Havia uma estrada para ciclistas logo à sua direita, e uma pequena estradinha de barro para pedestres à esquerda, com um pequeno lago dividindo os dois.


- Esse pokémonzinho ai? Você acha mesmo que ele é poderoso? – disse uma voz, vinda de trás de um espesso conjunto de árvores que Nate podia enxergar próximo a entrada da via de ciclismo.
- Claro! Ele pode mudar de formas, não sabia? – disse outra voz, mais autoritária.
- Então vamos pegá-lo rápido, antes que alguém apareça! – disse a voz mais submissa. - Vai, Mawile!

Nate resolveu se aproximar, curioso para ver o que acontecia.
Lá, no meio daquelas árvores, estavam dois homens baixos: um estava pouco acima do peso, o outro era mais magro, porém os ambos cultivavam a mesma coloração azul brilhante na cabeça, os tornando evidentemente gêmeos. Dois pokémons estavam à sua frente: uma criatura muito pequena, branca, quase transparente, no formato de um fantasma; e outra um pouco maior, nas cores marrom e preto, com uma espécie de boca saindo de sua cabeça.


- Ei, garoto, tá fazendo o que ai? – gritou o primeiro, ao colocar os olhos em Nate- Esse Castform é nosso!
- O que eu tô fazendo não importa pra vocês.
- Importa sim! Saia já daqui, ou nós vamos dar um jeito em você! – disse o outro, arrogantemente, desafiando Nate.
- Tentem. – Nate era a pior pessoa para se desafiar. Ele era extremamente competitivo e não se intimidava com nada, aceitando qualquer coisa para poder mostrar sua superioridade.

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(NOVO) Capítulo 5 - Ganhar de você e ir a Cherrygrove?
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Mensagem por Riku_Devon Ter 29 Dez 2009 - 0:39

Outro cap (o(
Gostei desse, euri muito na hora do Kircketune,nemseipq
esse final me deixou ancioso pro poximo capitulo ._./
Continua aí \o\

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Mensagem por Edu.PM Ter 29 Dez 2009 - 0:43

Ei, estava jogando Pokémon Platinum e entrei um pouco no forúm e vi que você postou mais um episódio da sua Fic fantástica.

Gostei da reforma deste episódio, tem muita coisa diferente e está bem melhor! Meus parabéns e Boa Sorte na sua Jornada como escritor e. . . na do Nate para se vingar! Tchau!
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Mensagem por CaiuAugustu Ter 29 Dez 2009 - 0:50

Hehe, novamente um ótimo capitulo, Lucario!

Bem, eu tenho uma perguntinha para você, pode ser uma bobeira minha, mas o Nate é TOTALMENTE arrogante daquele jeito, por causa da morte de seus pais, OU por causa que ele é um Sociopata?

Hehe, pergunta estranha,não?
Bem, tinha que perguntar, pois eu tenho um amigo, quer dizer, tinha um amigo, que é MUITO, mas MUITO parecido com esse Nate...e adivinha?Sim, ele é um Sociopata =P

Bem, estarei esperando o próximo capitulo!

t+
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Mensagem por Lucario: TheLegend Sex 1 Jan 2010 - 23:49

Obrigado por todos os comentários positivos, assim me animo pra revisar todos os capítulos *-*

Só uma resposta pro CaiuaAugustu...: Se o Nate fosse um sociopata, metade de Hoenn não existiria Razz

Capítulo 4 - Nós somos os irmãos Tirenne!

Ainda no denso cenário esverdeado e repleto de árvores por todos os lados, os dois homens olhavam para Nate, atônitos devido à sua atitude.

- Isso tá me cheirando a desafio... – disse o que parecia ser o ‘cérebro’ dos dois, novamente. - Você sabe com quem tá falando, garoto?
- Não. – respondeu Nate, secamente.
- Nós somos os irmãos Tirenne! – disse o outro, com um olhar arrogante, como se tivesse colocado medo em Nate.
- Nossa! Não acredito...os irmãos Tirenne, na minha frente!! – disse Nate, levando a mão direita à boca, com um olhar surpreso, exatamente como havia feito com 31 e 29.
No exato momento em que os dois irmãos faziam uma pose de heroísmo, o garoto voltou à expressão anterior e disse, calmamente:
- Quem são vocês?
- Você nunca ouvir falar de nós? Nós somos os principais soldados do Metalla Team! Estamos quase sendo promovidos à capitães! – respondeu ele, novamente. - E ainda trabalhamos diretamente para o general Tyler!
- Nossa...o general Tyler? Quase capitães? Não acredito! – disse Nate, ironizando mais ainda. – Pouco me importa quem vocês são. Vão batalhar comigo, ou não?
- Bronzong, vamos calar a boca desse pirralho! – disse o mais inteligente. – Ninguém fala assim com Mark Tirenne!

Da pokébola que Mark havia acabado de lançar, saiu um grande e pesado pokémon inteiramente feito de metal, nas cores azul e prateado.

- Muito menos com Stew Tirenne! Mawile, vá para batalha você também! – gritou o outro, apontando para Nate.

Os dois pokémons dos Irmãos Tirenne foram à frente, se aproximando cada vez mais de onde o garoto estava parado.

- São só eles? – disse Nate, rindo e puxando uma pokébola. - Petti, vamos, você consegue acabar com os dois sozinho.

Nate lançou sua pokébola logo à frente dos dois pokémons do tipo metal, de onde seu convencional Banette saiu.

- HaHaHa, essa coisinha ai? - ria Stew, sozinho. - Você acha que ela pode com meu Mawile?
- Menos papo, mais ação.

Mark, no entanto, estava paralisado, ainda olhando fixamente para o pokémon que Nate havia acabado de lançar.

- P-P-Petti? Você disse Petti? – disse ele, passando a mão pelos cabelos azuis. - Não vá me dizer que você é...Nathan Wegils?
- Sim. Isso te dá medo? – perguntou Nate, colocando as mãos nos bolsos de sua calça jeans e lançando seu sorriso arrogante. - Petti, vamos, use o Shadow Ball no Bronzong!

Banette começou a reunir toda a energia das sombras que aquele dia ensolarado proporcionava e juntá-la em uma pequena esfera negra, que rapidamente lançou em direção ao pokémon de Mark.

- Mawile, entre na frente! – gritou Stew enquanto a esfera se aproximava. - O golpe não será efetivo contra você!

O pokémon correu em direção a esfera negra e pulou encima dela, levando o golpe, mas não saindo do lugar, ficando intacto.

- Continuando...use o Crunch! – gritou Stew, novamente.

A boca presente na cabeça de Mawile ganhou um intenso brilho, e o pokémon correu em direção à Petti.

- Petti, se esse golpe te acertar, causará muito dano. – disse ele, olhando com um compreensivo olhar para seu pokémon, que o devolveu. - Desvie quando achar necessário.

Mawile continuou correndo em direção ao estático Banette, que no último segundo deu um salto para o lado, mas mesmo assim foi acertado pelo golpe, sendo jogado em direção a Mark, que ainda estava estático, com o pequeno Castform envolto em seus braços. Porém, o homem conseguiu se esquivar, e o pequeno Banette acabou atingindo uma das árvores que os cercavam, derrubando uma fruta Oran.

- Droga...Petti, você tinha que ter desviado! – gritou Nate, visivelmente irritado.

Um olhar de culpa pôde ser visto nos olhos de seu Banette naquele momento, mas que rapidamente se transformou em ódio.

- Nette, Nette, Ba...Nette! – gritava ele, agitado.
- Assim que se faz, Petti. – disse o garoto, colocando a língua pra fora e rindo. - Mas acho que não preciso de você nesse momento. Volte, amigo!

Nate puxou outra pokébola de seus bolsos, enquanto chamava Petti de volta para a dele.

- Doom, vamos, é com você agora!

Petti desanimou muito, mas mesmo assim obedeceu à ordem de seu treinador, e voltou à sua pokébola, enquanto outra lançada por Nate caia no improvisado campo de batalha, liberando seu Houndoom.

- Trocar de pokémon não vai adiantar... – riam Mark e Stew juntos, o primeiro apertando o pequeno Castform cada vez mais forte.
- Certeza? – disse ele, olhando misteriosamente para os irmãos. - Doom, use o Overheat nos dois pokémons!

O pokémon de Nate ganhou um forte tom alaranjando, cor de fogo, que cobriu todo o seu corpo. Pequenos jatos de fumaça começaram a sair por seus ouvidos, e ao abrir de sua boca, uma imensa e vasta rajada de fogo partiu em direção aos dois pokémons do tipo metal.

- Bronzong, use o Gyro Ball!

O pokémon de Mark se inclinou para trás, mostrando o grande buraco que havia sob seu corpo, e de lá lançou uma esfera de cor prateada, dura como metal, que foi lançada em direção ao ataque de Doom.

- Mawile, use o Hyper Beam!

O pokémon de Stew deu um passo para trás, respirou fundo, e abriu sua boca, liberando um imenso raio de cor amarelada, que também foi em direção ao ataque de Doom.
Os três golpes colidiram no ar, causando uma enorme explosão. Os três treinadores foram lançados para longe, aparentemente inconscientes. Nate lutou o máximo que pôde, mas seus olhos se fecharam no momento em que sua nuca tocou o chão.


---------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Algumas horas depois...

- Castform, Castform! – ouvia-se gritar o pequeno pokémon desesperado.

Nate se levantou e viu o pequeno Castform ao seu lado, que ao vê-lo bem, deu um enorme sorriso.

- Finalmente você acordou! – disse uma voz feminina atrás dele.

O garoto se virou, e realmente se assustou ao ver Sam parada atrás dele.

- O que você tá fazendo aqui?
- Eu fugi de casa e vim atrás de você. – disse ela, sorrindo. - Mas te encontrei aqui, caído ao lado desse Castform, que ficou tentando te acordar até agora. O que aconteceu com você?
- Não importa agora, você precisa sair daqui, é muito perigoso. – disse ele, se levantando. – Onde foram parar os caras que tavam aqui?
- Não tinha ninguém quando eu cheguei...
- Tudo bem, volte pra casa agora, por favor. – disse ele, se virando e continuando a caminhar.
- Deixa eu ir com você...?
- Não. – disse ele, seco e frio como sempre.
- Eu não posso voltar pra casa, meu pai vai me matar...

Uma expressão triste tomou conta do rosto da garota. Lágrimas começaram a escorrer pelas suas bochechas, o que fez ela se sentar no chão, com as mãos cobrindo seu lindo rosto.

- É muito perigoso você vir comigo. – disse Nate, ignorando o drama de Sam. – Seu pai deve estar muito preocupado com você.

Nate caminhou calmamente em direção à garota, ainda meio debilitado, estendeu-lhe a mão, e disse:

- Levante-se, vá pra casa.

Sam levemente levantou sua cabeça, olhando diretamente nos olhos de Nate. Ela vagarosamente se levantou.

- Tudo bem, se é o que você quer. – disse ela, enxugando as lágrimas.

Enquanto ela se virava e começava a caminhar em direção à cidade, Nate se lembrou de um certo momento do centro pokémon. Ela realmente podia ser útil para ele.

- Você pode vir comigo. – disse ele, colocando a mão direita no ombro esquerdo dela, com um olhar sedutor.
- Você tem certeza? Não vou te atrapalhar em nada?
- Claro que não, você vai ser é de uma grande ajuda! – disse ele, forçando o sorriso.
- Mas...o que aconteceu com você? – perguntou ela, tentando disfarçar a imensa alegria que estava sentindo. - Quem é esse Castform?

Nate se sentou devagar na grama, apontou o montinho de grama ao seu lado, fazendo sinal para ela sentar, e contou tudo o que havia acontecido.

- Acho que esse Castform gostou do que você fez, acho que ele quer ser seu amigo! – disse ela, pegando o pequenino pokémon no colo. - Você não viu a agitação dele tentando te acordar!
- Eu não quero ele. – disse Nate, se levantando. - Só uso pokémons noturno ou fantasma, você sabe.
- Falando nisso, cadê o Doom? – perguntou Sam, assustada. E a sua mochila?
- Tudo sumiu! Não tem mais nada aqui! – disse ele, olhando dentro de sua mochila e colocando as mãos dentro dos bolsos. - Minhas pokébolas...tudo!

Ele revirou cada arbusto, cada árvore, e cada pequena folhinha de grama que havia naquele lugar, mas nada pôde ser achado.

- Aqueles irmãos Tirenne...eles devem ter levado minhas coisas! – disse ele, dando um soco no chão. - Eles devem ter ido para Mauville! Vamos, precisamos correr!

Nate correu como um louco em direção à cidade que estava bem à sua frente, depois de uma pequena ponte. Foi quando percebeu que Sam estava parada no mesmo lugar, com os braços cruzados.

- Como você vai cumprir sua missão e recuperar seus pokémons...sem um pokémon?? – gritou ela.
- Eu arranjo um jeito!
- Não sei não... – disse ela, revirando os olhos. - Mas esse Castform...

Nate parou um pouco e pensou. Sim, ela tinha razão. Não dava pra vencer eles sem nenhum pokémon, e um Castform era melhor do que nada.

- Ok, ok, você venceu, eu levo ele...mas só até recuperar meus pokémons. – disse ele, caminhando em direção à ela. - Você tem uma pokébola ai?

Sam colocou o Castform no chão, tirou uma pokébola de sua mochila, e a entregou para Nate, que a jogou no pequeno pokémon. Com apenas alguns giros, ele ficou preso lá dentro.

- Que nome você vai dar para ele? – dizia Sam sem parar, animadíssima.
- Nome?
- Claro, todos os seus pokémons tem nome!
- O Honchkrow não tem...
- Mas ele era da sua mãe, todo mundo sabe disso! – disse ela, pulando. - Rápido, um nome!
- Fala qualquer um ai!
- Eu vou escolher? – disse ela, com os olhos brilhando. – Então vai...o nome será Toy!
- Toy?
- Você pediu pra eu escolher...agora agüenta! – disse ela, rindo. – Agora podemos ir!

A garota pegou o braço esquerdo de Nate e o puxou com toda a sua força, correndo em direção ao imenso portão que havia logo em frente à ponte em que se encontravam. Um enorme arco metálico de cor dourada podia ser visto logo além dela, com a seguinte inscrição: “Mauville City”, com um enorme risco na palavra Mauville, e uma nova inscrição logo abaixo, escrita com tinta guache de cor preta: “Metalla City”. Os dois nem notaram a inscrição, devido à pressa com que entraram.
Mauville era uma cidade comum de Hoenn: imensos prédios de cor prateada rodeavam-na completamente, com apenas algumas casinhas de madeira na parte lateral da cidade, que dava diretamente na praia. Os prédios eram exatamente iguais, nada destoava. Eles começaram então a caminhar, em busca da localização do ginásio, no meio daquela imensidão urbana.
Conforme eles adentravam na cidade, assustadoramente deserta, gritos assustadores começaram a ser ouvidos.


- Você também tá ouvindo...? – perguntou Sam, com uma expressão extremamente assustada.
- Achei que era coisa da minha cabeça... – disse Nate, tentando esconder o pouco medo que também sentia.

Nesse exato momento, centenas de pessoas viraram a esquina correndo desesperadamente em direção à saída da cidade.

- Olha, olha, acho que entendi... – disse Sam, apontando para um ponto prata pontudo que aparecia virando a esquina atrás das pessoas.

Nate não teve nem tempo de responder. Um imenso robô gigante no formato de um Skarmory, um pássaro metálico, começou a andar na direção deles, esmagando carros pelo caminho. Foi quando um imenso alto-falante saiu do bico do robô, e uma voz irreconhecível disse:

- Nate Wegils, o possível novo recruta dos Farfalla, bem aqui na minha frente? – disse, seguido por uma longa risada. - É bom demais para ser verdade...
- A-A-A-A-Aquela coisa...quer você? – gritou Sam, enquanto começava a correr desesperadamente, puxando Nate.
- Eu disse que seria perigoso...- disse Nate, rindo.

Enquanto eles corriam, iam se afastando cada vez mais do centro da cidade, e, consequentemente, da praia. Diferentemente da região central, aquela região da cidade possuía construções totalmente estranhas, que iam além da imaginação. Prédios em formato de Miltanks, Cherubis, e até um Swinub cristalizado, cujo nariz estava bem perto dos dois. Exatamente quando eles passavam por aquele lugar, uma porta de abriu em sua narina direita, e uma mão extremamente gelada os puxou para dentro.


- Entrem, vocês estarão seguros aqui. – disse o dono da mão misteriosa.

________________
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(NOVO) Capítulo 5 - Ganhar de você e ir a Cherrygrove?
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Mensagem por CaiuAugustu Sab 2 Jan 2010 - 2:23

Aeew Lucarioww!
Muito massa esse capitulo, mais uma vez você se superou!

Devo admitir que estou mais curioso em como ele vai recuperar os pokémons dele, do quê quem era o dono da mão =O

Bem, estarei esperando o próximo capitulo do não-sociopata Nate!

T+ e Feliz segundo dia do ano...
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Mensagem por Lucario: TheLegend Ter 5 Jan 2010 - 18:20

Nossa, só um comment de novo :/

Nesse capítulo, voltei a escrever o 'No último capítulo', pra deixar mais fácil o entedimento desse! E mais um aviso...vou viajar amanhã, e voltarei só no dia 13/01, então vou ficar uma semana sem postar nada nem aqui, e nem em nenhuma outra fic! Espero que entendam ^^

No último capítulo de Pokémon: The Wrong Path...:

"
- Isso tá me cheirando a desafio... – disse o que parecia ser o ‘cérebro’ dos dois, novamente. - Você sabe com quem tá falando, garoto?
- Não. – respondeu Nate, secamente.
- Nós somos os irmãos Tirenne! – disse o outro, com um olhar arrogante, como se tivesse colocado medo em Nate.
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- Aqueles irmãos Tirenne...eles devem ter levado minhas coisas! – disse ele, dando um soco no chão. - Eles devem ter ido para Mauville! Vamos, precisamos correr!

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Nate parou um pouco e pensou. Sim, ela tinha razão. Não dava pra vencer eles sem nenhum pokémon, e um Castform era melhor do que nada.

- Ok, ok, você venceu, eu levo ele...mas só até recuperar meus pokémons. – disse ele, caminhando em direção à ela. - Você tem uma pokébola ai?

Sam colocou o Castform no chão, tirou uma pokébola de sua mochila, e a entregou para Nate, que a jogou no pequeno pokémon. Com apenas alguns giros, ele ficou preso lá dentro.

- Que nome você vai dar para ele? – dizia Sam sem parar, animadíssima.
- Nome?
- Claro, todos os seus pokémons tem nome!
- O Honchkrow não tem...
- Mas ele era da sua mãe, todo mundo sabe disso! – disse ela, pulando. - Rápido, um nome!
- Fala qualquer um ai!
- Eu vou escolher? – disse ela, com os olhos brilhando. – Então vai...o nome será Toy!

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Nate não teve nem tempo de responder. Um imenso robô gigante no formato de um Skarmory, um pássaro metálico, começou a andar na direção deles, esmagando carros pelo caminho. Foi quando um imenso alto-falante saiu do bico do robô, e uma voz irreconhecível disse:

- Nate Wegils, o possível novo recruta dos Farfalla, bem aqui na minha frente? – disse, seguido por uma longa risada. - É bom demais para ser verdade...
- A-A-A-A-Aquela coisa...quer você? – gritou Sam, enquanto começava a correr desesperadamente, puxando Nate.
- Eu disse que seria perigoso...- disse Nate, rindo.

Enquanto eles corriam, iam se afastando cada vez mais do centro da cidade, e, consequentemente, da praia. Diferentemente da região central, aquela região da cidade possuía construções totalmente estranhas, que iam além da imaginação. Prédios em formato de Miltanks, Cherubis, e até um Swinub cristalizado, cujo nariz estava bem perto dos dois. Exatamente quando eles passavam por aquele lugar, uma porta de abriu em sua narina direita, e uma mão extremamente gelada os puxou para dentro. "

Capítulo 5 - Ganhar de você e ir a Cherrygrove?

Nate, mesmo ofegante, se virou para ver quem era o estranho que os havia salvado. Um homem de cabelos azuis ajeitados, enfiado perfeitamente em um branco jaleco, com camisa e calça da mesma cor, estava parado segurando ele e Sam, com uma expressão de extrema preocupação estampada em seu rosto.

- Vocês estarão a salvo aqui, ele dificilmente conseguirá destruir isso tudo. – disse ele, sorrindo para os dois.
- Quem é você? – perguntou Nate, tirando a mão do homem de seu braço grosseiramente. - Não precisava ter nos salvado daquilo, a gente sairia fácil, fácil.
- Mentira! – gritou Sam, olhando feio para Nate. - Se não fosse você, estaríamos mortos!
- Se acalmem, os dois. – disse o homem, com uma grossa e autoritária voz. – Meu nome é Ryan, Professor Ryan, e eu coordeno essa enorme construção, o IPMPM.
- IPMPM? – perguntou a garota.
- Exatamente, o Insituto de Pokémons Marinhos Perdidos de Mauville. – disse ele, soltando o braço dela devagar, e se virando para apontar o local. - Aquilo que atacou vocês é o que está estragando nossa cidade, e meu trabalho: o único ginásio ambulante do mundo!

Foi quando Nate finalmente se deu conta de como era aquela construção por dentro: era toda feita de um vidro azul espelhado muito brilhante, com dezenas de imensos aquários contendo pokémons dos tipos água e gelo, que nadavam livremente, além de uma única escrivaninha com um notebook , bem no fundo, que se destacava no meio daquela exótica paisagem.

- Eu já tinha ouvido falar da Pirâmide da Batalha, que se movia também. – disse Nate, enquanto começava a caminhar e observar os aquários. – Mas um ginásio com certeza é novidade.
- E garanto que aquela pirâmide nunca tentou comer ninguém. – disse Sam, dando uma risada forçada.
- Desde que esses loucos chegaram aqui, eles só estragaram tudo! – disse o professor, se mostrando muito irritado. - Nossos pokémons estão morrendo, fora os que eles roubaram! E eles ainda saem destruindo toda a cidade!
- É, eu vi, estavam atrás da gente... – disse ela, enquanto Nate se distanciava cada vez mais.
- Mas o que vocês estão fazendo aqui?
- Não se preocupe, nós estamos do lado dos Farf... – dizia Sam.
- Viemos acabar com os planos dos Metalla. – interrompeu Nate, no momento mais oportuno possível, caminhando em direção aos dois. - Eles estão destruindo esta cidade, e ainda roubaram todos os meus pokémons, eles merecem sofrer.
- Vocês não sabem como é bom ouvir isso! – disse o professor, sorrindo. - Estou escondido aqui há dias!
- Professor, será difícil vencermos aquele ginásio sem pokémons...? – perguntou Sam, com aquele rostinho irresistível de garota pedindo alguma coisa. - O senhor não teria um pra nos dar, não?
- Hmmm...claro, é por uma boa causa, e estou cheio de pokémons precisando de cuidados aqui!
- Sam, você tá louca? – sussurrou Nate, chegando perto da garota. - Aqui só vou encontrar pokémons de água e, no máximo, alguns de gelo, e você sabe que eles são inúteis.
- E você quer vencer o Metalla Team usando um Castform? – perguntou ela, com uma expressão de quem estava prestes a ganhar.
- Claro... – disse ele, sorrindo arrogantemente. - Porque quem ganha a luta não é só o pokémon, é o treinador também. E você sabe que eu sou o melhor.
- Ahh, deixa disso, pelo menos dá uma olhadinha nos pokémons!
- Ok, ok, mas só vou olhar! – disse ele, contrariado.
- Por aqui. - disse o professor, fazendo sinal para eles o seguirem.

Os três se dirigiram ao fundo da sala, atrás da mesa, onde surpreendentemente foi possível se ver um pequeno alçapão de madeira, antes escondido por um pequeno tapete persa. Ryan logo o abriu, e pegou um pequeno aquário contendo três pokébolas.

- Só tenho três pokémons que podem ser levados agora. - disse ele, pegando as três pokébolas e colocando-as sobre a mesa. - Um Seel, um Snorunt, e um Swinub.
- E então, qual você vai pegar, Nate? – disse Sam, animadíssima.

O garoto, sem dizer uma palavra, se virou e partiu em direção à porta, com as mãos nos bolsos de sua calça jeans.

- Tá bom, eu escolho pra você então. – disse ela, se voltando para o professor. - Esse Snorunt é fêmea, Professor?
- Deixa eu ver... – disse ele, pegando um pequenino livro de anotações que se encontrava ao lado do notebook e folheando-o. - Sim, ela é fêmea!
- Então queremos ela!

Ao ouvir o que eles falavam, Nate parou e deu meia-volta.

- Mudou de ideia? – perguntou o Professor.
- Snorunts fêmeas evoluem para Frosslass. Frosslass é do tipo fantasma, perfeito. – disse ele, puxando, literalmente, a pokébola da mão de Ryan. – Eu escolherei o nome dessa vez...você se chamará Lady.
- Acalme-se garo...

Ryan não conseguiu terminar a frase. Uma fortíssima explosão pôde ser ouvida, mais perto do que ele imaginava. Quando ele se deu conta, o teto da parte da frente de seu prédio estava desmoronando, enquanto mais e mais explosões eram ouvidas, e imensos destroços caíam a centímetros de sua cabeça.

- Abaixem-se, protejam-se dos destroços! – gritou ele, puxando os dois garotos para baixo de sua escrivaninha.
- O-O-O que foi isso? – gaguejou Sam, enquanto a escuridão tomava conta do lugar, quando as explosões pareciam ter cessado.

Não se ouviu resposta. Nate e Ryan não conseguiam falar, pois podiam ver o que havia causado aquilo. O enorme Skarmory gigante estava voando acima deles, e ia lentamente pousando em meio aos imensos aquários. Uma pequena porta que havia em seus imensos pés se abriu, liberando uma mulher, alta, loira, com brilhantes olhos azuis: realmente muito bonita.

- Qual de vocês é Nate Wegils? – disse ela, com uma voz sedutora, se aproximando de onde os três se encontravam deitados.

A fumaça finalmente se dissipou. Nate, Ryan e Sam estavam lado a lado, em frente à mulher, mas não abriam a boca.

- Vou perguntar de novo. – disse ela, com um falso sorriso. - Qual de vocês é Nate Wegils?

Nate tomou coragem, deu um passo a frente, e ficou cara-a-cara com a mulher, um pouco mais baixa do que ele.

- Eu, por quê? – disse ele, forçando seu tradicional sorriso. - Tá interessada?
- Cale-se. – disse ela, calmamente. – Fui avisada que Farfalla mandou você. Sou a capitã Deen.
- O quê? Farfalla? – gritou Ryan, olhando para Nate com ódio. – Sabia que tinha algo errado...
- Eu faço ou não da minha vida não é problema seu. – disse ele, ignorando o homem.
- Mawiles, vão! – gritou Deen. – Levem os outros dois para dentro do Skarmory-Bot.

As três pokébolas que ela lançou ao alto tocaram o chão, e liberaram três Mawiles, exatamente iguais as que um dos irmãos Farfalla tinha mostrando anteriormente. Os três correram rapidamente para dentro do ginásio ambulante, pegaram algumas cordas, e amarraram Sam e Ryan, que, sem resistência, foram levados para dentro também.

- Parece que ficamos só nós dois... -disse Deen.
- Olha, se você tá dando encima de mim, seja mais discreta! – disse Nate, sorrindo novamente. – Só pra avisar, tô solteiro.
- Você se acha bom demais, garoto... – disse ela, se aproximando dele e colocando a mão em seu umbro. - Eu tô tomando conta desse ginásio agora, e, como uma boa líder, vim até você, para provar que você não é nada comparado a mim.
- Então você fez tudo isso à toa... – disse ele, tirando a mão dela. – Se quer perder seu ginásio, podia ter avisado desde o começo.
- Collins, venha até aqui. – disse ela, com tom de voz autoritário, se virando para o ginásio. – Você será nosso juiz, explique as regras ao garo...
- Meu nome é Nate, se você ainda não sabe. – interrompeu ele, impaciente, enquanto se virava para o ginásio. - Vamos logo, Collins, me explique as regras.
- Olha o garoto achando que pode... – disse Collins, que havia acabado de sair do Skarmory.

Collins era um homem muito estranho. Cabelos alaranjados e espetados, óculos redondos sobre os olhos, roupas quadriculadas e uma barba malfeita eram o que compunham seu corpo esguio.

- As regras serão as seguintes. – disse ele, dando uma pausa. - Será uma batalha onde se poderá usar todos os pokémons que se tiver, ou seja, seis. O dono do último pokémon restante em pé será o vencedor.
- Só tem um probleminha. – disse Nate, devagar. – Vocês roubaram meus pokémons, só tô com dois.
- Azar o seu. Os seus pokémons foram enviados ao general Tyler em Cherrygrove, vai lá buscar, se conseguir. – disse Deen, sorrindo e puxando uma pokébola. – Heracross, vai!

Uma pokébola de cor azulada foi lançada das mãos da linda mulher, liberando um pokémon que mais parecia um besouro, com um corpo todo composto por um resistente tipo de metal de cor azul fosco, com um imenso chifre saindo de sua testa.

- Ganhar de você e ir a Cherrygrove? – disse Nate, fingindo que anotava algo em uma agenda, logo após puxar uma pokébola de seu bolso esquerdo. – Toy, vamos!

Nate também lançou sua pokébola, de lá liberando pela primeira vez o pokémon fantasminha que havia acabado de capturar.

- Castform, Castform, Castform! – dizia ele, enquanto pulava alegremente.
- HAHAHAHAHA, você vai usar isso ai contra meu Hera? Vai ser mais fácil do que eu pensava... – disse Deen, ainda mais arrogante do que Nate costumava ser. – Use o Megahorn!

O imenso chifre na cabeça do Heracross ganhou um intenso brilho prateado, e o pokémon inseto correu em uma velocidade incrível em direção a Toy.

- Toy, vamos testar uma combinação. – disse Nate, sorrindo para o pequeno pokémon a sua frente. - Use o Sunny Day, e em seguida, a Weather Ball!

Ao ouvir o comando de Nate, Castform ganhou um intenso brilho avermelhado, e, instantaneamente, todas as nuvens no céu sumiram. A forma de Toy também havia mudado, agora, à frente de Nate, estava um pokémon com o formato de um sol, e um belo tom alaranjado. Heracross estava a uma distância exata de um metro de Toy, quando o mesmo lançou uma pequena bola branca de sua boca. Devido ao dia ensolarado acima deles, ganhou um brilho vermelho, flamejante, acertando o chifre do pokémon adversário em cheio, e jogando-o para trás.

- Bom. – disse Nate. – Parece que vai ser fácil mesmo.
- Você que pensa.... – disse Deen. – Heracross, use o Megahorn, de novo!

O pokémon dela rapidamente se levantou, e correu em direção ao feliz Castform, que pulava e sorria sem parar.

- Toy, vamos acabar com esse besourinho logo, antes mesmo dele chegar em você. – disse Nate, sorrindo. - Use o Flamethrower!

E foi como Nate disse. Heracross corria com seus chifres brilhantes, quando foi fortemente acertado por um crítico sopro de fogo lançado pelo Castform de Nate, jogando-o para trás, desacordado.

- Ainda tenho mais três pokémons, Hera não fará muita diferença. – disse Deen, puxando outra pokébola, enquanto chama seu pokémon de volta. - Agora é com você, vamos, Hippowdown!

Deen lançou mais uma pokébola à arena, de onde saiu um enorme pokémon com a forma de um hipopótamo de cor marrom, que trouxe com ele uma forte tempestade de areia, que tornava a visão do campo de batalha praticamente nula.

- Droga...com uma Sandstorm aqui será difícil... – disse Nate. - Ou será que não? Toy, use o Rain Dance!

O Castform começou a dançar de uma forma mais destrambelhada do que a normal, e em questão de segundos, os primeiros pingos de chuva já começavam a cair, acabando com a Tempestade de Areia formada por Hippowdown. A forma de Castform também mudou novamente, de um formato de sol, ele passou à um formato de gota, ganhando uma coloração muito azulada.

- Hippowdown, não se preocupe com essa chuva. – disse Deen, tentando manter a compustura. - Use o Stone Edge!

Imensas pedras de cor acizentada começaram a sair do chão ao lado de Hippowdown, e foram diretamente em direção ao Castforme de Nate, com uma velocidade realmente incrível, não tendo como desviar, e acertando-o em cheio na cabeça, e jogando-o contra o chão.

- Desvie, Toy. – disse Nate, sem demonstrar muita emoção.
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Mensagem por ~Luxy Ter 12 Jan 2010 - 17:36

Eu quero, a The Wrong Path é muito boa, só que eu começei a comentar nas Fics a pouco tempo, continua aí!

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Mensagem por CaiuAugustu Ter 12 Jan 2010 - 17:56

Ow cara, foi mal aí!

Eu quero que continue, mas eu fiquei meio "off" nos ultimos dias,
axei massa o capitulo, espero o proximo!

T+


Edit: Tópico trancado!

*Trunk*


Última edição por Sir Bakujirou S. em Seg 8 Fev 2010 - 10:56, editado 1 vez(es) (Motivo da edição : Editado...)
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